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Questões de Concurso Comentadas sobre ortografia em português

Foram encontradas 12.818 questões

Q1287728 Português
Assinale V para verdadeiro e F para falso, sobre as regras de acentuação. ( ) Palavras paroxítonas são palavras que têm a penúltima sílaba da palavra como sílaba tônica. Maioritariamente, não são acentuadas e representam a maioria das palavras da língua portuguesa. ( ) Palavras proparoxítonas são palavras que têm a penúltima sílaba da palavra como sílaba tônica. Maioritariamente, não são acentuadas e representam a maioria das palavras da língua portuguesa. ( ) Palavras proparoxítonas são palavras que têm a antepenúltima sílaba da palavra como sílaba tônica. Segundo as regras de acentuação do português, todas as palavras proparoxítonas são acentuadas graficamente. ( ) As palavras são oxítonas quando a última sílaba da palavra é a sílaba tônica. ( ) Palavras paroxítonas são palavras que têm a antepenúltima sílaba da palavra como sílaba tônica. Segundo as regras de acentuação do português, todas as palavras paroxítonas são acentuadas graficamente. Assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q1287725 Português
Assinale a alternativa que corresponde às palavras proparoxítonas.
Alternativas
Q1287507 Português
Assinale a opção que apresenta a grafia CORRETA de todas as palavras:
Alternativas
Q1287503 Português
Assinale a alternativa abaixo em que todas as palavras estão acentuadas corretamente, conforme as normas de acentuação gráfica em vigência:
Alternativas
Q1287386 Português
Complete a lacuna a seguir: I) A empresa ________vantagens indevidas. II) Carlos é o aluno mais _______da turma. III) Como estava__________ financeiramente, não foi a feira. Assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q1287206 Português

Leia o texto.


O shopping na Suécia que só vende produtos reciclados

Um centro comercial dedicado exclusivamente à venda de produtos reciclados, com uma área de 5 mil metros quadrados, um shopping center futurista é, há dois anos, um êxito na cidade de Eskilstuna, a cerca de 100 quilômetros da capital sueca, Estocolmo. A Suécia é um dos países que mais reciclam no mundo: 99% do lixo residencial é reaproveitado, sendo metade incinerada para produzir energia. “Seu lixo é o tesouro de outra pessoa”, diz o lema desse shopping center sustentável, onde os suecos podem deixar brinquedos, móveis e outros itens usados, em um depósito para que nada seja desperdiçado.

A fim de facilitar a entrega de itens usados para reciclagem, como máquinas de lavar e computadores, o acesso ao depósito do shopping sustentável é simples e rápido: basta entrar ali com o veículo, descarregar os itens e sair rapidamente. Depois de uma seleção dos produtos, eles são distribuídos em diferentes seções do shopping para serem reaproveitados.

https://www.acessaber.com.br. Adaptado

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1287111 Português

Analise as frases abaixo.

O jantar será ................. Era uma ................ a trabalho. A ................ do texto foi cobrada. Quando ela chegou, já era meio-dia e .................

Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto.

Alternativas
Q1287084 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão escritas corretamente de acordo com o novo acordo ortográfico
Alternativas
Q1285837 Português
O texto a seguir é referência para a próxima questão.
Quem nunca saudou alegremente um estranho pensando tratar-se de antigo conhecido? Quem nunca tomou uma pessoa por outra? Eu mesmo tive um vizinho de bairro, muito cordial, que me cumprimentava com um sonoro “Meu professor!” ― até que descobri, por terceiros, que ele estava convencido de que eu tinha sido seu professor de Matemática numa cidade em que jamais pus o pé. Essa confusão entre pessoas é o que se pode chamar de quiproquó, termo derivado da expressão latina quid pro quo, significando literalmente “uma coisa por outra” (escrito qüiproquó antes do Acordo). Disponível em: . Acesso em: 18/04/2018.
Uma das informações dadas no texto é de maior teor ortográfico-gramatical do que semântico. Assim, de acordo com os conhecimentos que você acumulou ao longo de sua formação e com essa informação do texto anterior, é CORRETO afirmar que a palavra quiproquó
Alternativas
Q1283724 Português
Classifique as palavras abaixo quanto à sua acentuação fonológica e, em seguida, marque a alternativa que traz a ordem CORRETA:

I. ( ) Audição, porque. II. ( ) Dístico, diagnóstico. III. ( ) Incrível, fato.

a. Oxítona. b. Paroxítona. c. Proparoxítona.
Alternativas
Ano: 2018 Banca: IESES Órgão: CRM-SC Prova: IESES - 2018 - CRM-SC - Médico Fiscal |
Q1281152 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão sobre seu conteúdo.

A moça em prantos

    O poeta encontrou uma pedra no meio do caminho, nunca esqueceu dessa pedra, que lhe deu assunto para o seu poema mais conhecido. Não sendo poeta, encontrei não uma, mas infinitas pedras no meio do caminho, e não só no meio, mas no início e no fim de cada caminho. Não me renderam um único poema, nem mesmo uma modesta crônica.
    Mas jamais esqueci a primeira moça que vi chorando. Eu devia ter seis ou sete anos, achava que só as crianças podiam e deviam chorar, tinham motivos bastante para isso, desde as fraldas molhadas nos primeiros meses de existência até a inexpugnável barreira dos “não pode”, que emparedam a infância e criam neuras para o resto da vida.
    Um adulto chorando era incompreensível para mim, um acontecimento pasmoso, uma aberração da natureza, pois os adultos podiam tudo e tudo lhes é permitido. E a moça era um adulto, ao menos para mim, embora ela fosse realmente moça, aí pelos 15 anos ou pouco mais.
    E chorava. Não abrindo o berreiro como as crianças, mas dolorosamente, e na certa misturando motivos.
    Mesmo assim fiquei imaginando a causa do seu pranto. Faltara à escola e por isso ficara sem sobremesa? Fora proibida de brincar na calçada? Queria ganhar uma bicicleta e fora convencida a continuar com o insípido velocípede?
    Vi muita gente chorando depois, homens feitos, mulheres maduras. Eu mesmo, quando levo meus trancos, repito o menino que ia para debaixo da mesa de jantar para poder chorar sem passar recibo da minha dor. Hoje, ficaria feio esconder-me debaixo das mesas, mas sei que é um bom lugar para isso. Melhor do que a cama, onde devemos fazer outras coisas. A moça que chorava não se escondera, chorava de mansinho, na verdade nem parecia estar chorando. Devia apenas estar muito triste porque misturava todos os motivos para a sua tristeza.
(Carlos Heitor Cony, Folha de São Paulo, 04/05/2003) 
Assinale a alternativa cujas palavras são acentuadas pela mesma regra de INEXPUGNÁVEL:
Alternativas
Q1280968 Português

Medos à beira do abismo

    "De que a senhora tem medo?", foi a pergunta bastante original numa dessas entrevistas recentes.

    Pensei e disse: morro de medo de muita coisa, mas acho que, com o tempo, passei a ser mais corajosa (e achei, eu mesma, graça do que dizia). Principalmente, medo de qualquer mal que possa acontecer a pessoas que eu amo. Acidente, assalto, doença. Sei o que é sentir-se impotente quando algo gravíssimo acontece com alguma delas. No fundo mais fundo da mente, vem a indagação insensata e tola, mas pungente: como não pude proteger meu filho adulto de uma morte súbita no mar que ele amava?

    Disfarçamos nossos tantos medos. Fingimos ser superiores, batendo grandes papos sobre dinheiro, futebol, sacanagem, política, ninguém levando porrada – como diria Fernando, o Pessoa. Empregamos palavras grandiosas, até solenes, que usamos como tapa-olhos ou máscaras para que a verdade não nos cuspa na cara, e nos defendemos do rumor que nos ameaça botando fones de ouvido enquanto caminhamos na esteira, para ficarmos em forma.

    Mas, individualmente, temos medo e solidão; como país, presenciamos escândalos nunca antes vistos. A violência é cotidiana, o narcotráfico nos ameaça, mais pessoas foram assassinadas por aqui do que nas guerras ao redor do mundo nos últimos anos. Andamos encolhidos dentro de casa. Estão cada vez mais altos os muros do medo e do silêncio.

    A gente se lamenta, dá palpites e entrevistas, organiza seminários. Resultado? Parece que nenhum. Eleições? Melhor não saber. Mas sou da tribo (não tão pequena) dos que não se conformam. Não acredito em revolução a não ser pessoal. Em algumas coisas, sou antipaticamente individualista. Quando reuniões, comissões, projetos e planos não resolvem – é o mais comum –, pode-se tentar o mais simples. Às vezes, ser simples é original: começar pela gente mesmo. Em casa. Com as drogas, por exemplo, por que não?

    Cada vez que, seja por trágica dependência, seja por aquilo que minha velha mãe chamava "fazer-se de interessante", um de nós consome uma droga qualquer (mesmo o cigarrinho de maconha dividido com a turma), está botando no cano de uma arma a bala – perdida ou não – que vai matar uma criança, uma mãe de família, um trabalhador. Nosso filho, quem sabe.

    Disfarçamos nossos tantos medos. Fingimos ser superiores, batendo grandes papos sobre dinheiro, futebol, sacanagem, política.

    Há quem me deteste por essas afirmações, dizendo que sou moralista, radical. Não sou. Apenas observo, acompanho, muito drama desnecessário, talvez evitável – mas a gente preferia ignorar o abismo. Há muitos anos, visitei várias vezes uma famosa clínica de reabilitação em São Paulo. Alguém muito querido de amigos meus estava lá internado, e voltava com frequência. O que vi, senti, me disseram e eu mesma presenciei nunca vai me deixar.

    Num jantar, há muitos anos, um conhecido desabafou com grande culpa que costumava fazer-se de pai amigão fumando maconha com os filhos adolescentes, para estar mais próximo deles. Um dos meninos sofreu gravíssimos problemas de adicção pelo resto da vida, morreu de overdose e nem todo o amor dos pais, dos irmãos, ajudou em nada.

    Sim, a vida pode ser muito cruel. Nas tragédias familiares, só há vítimas, embora alguns devam ser mais responsáveis do que outros. Não tem graça nenhuma brincar na beira do abismo.

Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/lya-luft/noticia/2018/09/medos-abeira-do-abismo-cjmmrnsma00w301pilpj8qa05.html Acesso em 11 nov. 2018 

Há dígrafo, EXCETO em:
Alternativas
Q1276084 Português

Imagem associada para resolução da questão

É correto afirmar sobre as palavras nas setas da charge acima, exceto:

Alternativas
Q1276057 Português
A cidade acordou mais cedo.

Primeiro foram os fogos. E ainda não eram seis da manhã. Depois os tiros. Em seguida, os voos de helicóptero. Assim amanheceu a Rocinha neste sábado. Por esse motivo, na favela e nos bairros que a contornam, como um abraço dos aflitos, não se pode dizer que seja sábado, dia de descanso.

Os helicópteros vêm e vão nesse sobrevoo que parece meio sem sentido. A cidade não pode descansar há muito. É sempre guerra em algum ponto. Leio nos jornais de hoje que a Urca também tem guerra de facções. Urca costumava ser deixada de lado nessa insana conquista de territórios, porque sempre foi bairro dos militares e alguns poucos privilegiados civis que conseguiram uma casa no belo e aconchegante bairro. Fui lá outro dia, comi uma caldeirada de frutos do mar, iguaria sem competidor, e olhei o Rio depois da água. É bela a vista de lá, como de resto, a cidade por natureza e destino continua linda. E cada vez mais à deriva, no seu próprio mar de baía.

Hoje, com a confusão na Rocinha, a Zona Sul acordou mais cedo. Ou não, diria Caetano, um dos seus ilustres moradores. A Zona Sul pode ter se acostumado depois de tantos anos de conflito na área conturbada, ou pode ter escolhido abafar o ruído da realidade atrás dos fones de ouvido.

O Rio é como um belo navio onde navegamos todos juntos, não importa qual seja a classe social. Ou nos salvamos juntos ou afundaremos. Há quem creia que a embarcação já aderna cansada de guerra. Nas mazelas do Brasil, coube a esta cidade intensa e bela viver em seu corpo a geografia das desigualdades. Somos todos vizinhos. Chapéu Mangueira entra em ebulição e o Leme fica trancado em casa, sem ter como sair e viver a vida naquela ponta bonita do mar de Copacabana. A Rocinha em disputa afeta um arco de bairros. Do lado de cá a Gávea, do lado de lá São Conrado. Outro dia, o Fallet-Fogueteiro acordou encrencado e fecharam-se as portas do bonito casario colonial de Santa Teresa que, ademais, há muito vive cercado.

Por sermos todos vizinhos, pelo menos o Rio não pode repetir o alienado e perverso enredo do Titanic de trancar os pobres e tentar salvar a primeira classe. A cidade é partida sim, mas é como uma grande casa de quartos contíguos. A fortuna separa, contudo a tragédia é compartilhada. Os fogos, tiros e voos desta manhã provam que não haverá futuro para o Rio que não seja comum. Pensamentos terminais e aflitos para um sábado que seria de descanso, se possível fosse.

https://g1.globo.com - Miriam Leitão - junho/18
“Os helicópteros vêm e vão nesse sobrevoo que parece meio sem sentido.” 2º parágrafo
Também estão corretas as acentuações nas formas verbais das frases a seguir, exceto:
Alternativas
Q1276056 Português
A cidade acordou mais cedo.

Primeiro foram os fogos. E ainda não eram seis da manhã. Depois os tiros. Em seguida, os voos de helicóptero. Assim amanheceu a Rocinha neste sábado. Por esse motivo, na favela e nos bairros que a contornam, como um abraço dos aflitos, não se pode dizer que seja sábado, dia de descanso.

Os helicópteros vêm e vão nesse sobrevoo que parece meio sem sentido. A cidade não pode descansar há muito. É sempre guerra em algum ponto. Leio nos jornais de hoje que a Urca também tem guerra de facções. Urca costumava ser deixada de lado nessa insana conquista de territórios, porque sempre foi bairro dos militares e alguns poucos privilegiados civis que conseguiram uma casa no belo e aconchegante bairro. Fui lá outro dia, comi uma caldeirada de frutos do mar, iguaria sem competidor, e olhei o Rio depois da água. É bela a vista de lá, como de resto, a cidade por natureza e destino continua linda. E cada vez mais à deriva, no seu próprio mar de baía.

Hoje, com a confusão na Rocinha, a Zona Sul acordou mais cedo. Ou não, diria Caetano, um dos seus ilustres moradores. A Zona Sul pode ter se acostumado depois de tantos anos de conflito na área conturbada, ou pode ter escolhido abafar o ruído da realidade atrás dos fones de ouvido.

O Rio é como um belo navio onde navegamos todos juntos, não importa qual seja a classe social. Ou nos salvamos juntos ou afundaremos. Há quem creia que a embarcação já aderna cansada de guerra. Nas mazelas do Brasil, coube a esta cidade intensa e bela viver em seu corpo a geografia das desigualdades. Somos todos vizinhos. Chapéu Mangueira entra em ebulição e o Leme fica trancado em casa, sem ter como sair e viver a vida naquela ponta bonita do mar de Copacabana. A Rocinha em disputa afeta um arco de bairros. Do lado de cá a Gávea, do lado de lá São Conrado. Outro dia, o Fallet-Fogueteiro acordou encrencado e fecharam-se as portas do bonito casario colonial de Santa Teresa que, ademais, há muito vive cercado.

Por sermos todos vizinhos, pelo menos o Rio não pode repetir o alienado e perverso enredo do Titanic de trancar os pobres e tentar salvar a primeira classe. A cidade é partida sim, mas é como uma grande casa de quartos contíguos. A fortuna separa, contudo a tragédia é compartilhada. Os fogos, tiros e voos desta manhã provam que não haverá futuro para o Rio que não seja comum. Pensamentos terminais e aflitos para um sábado que seria de descanso, se possível fosse.

https://g1.globo.com - Miriam Leitão - junho/18
Há erro ortográfico em:
Alternativas
Q1276016 Português
Assinalar a alternativa que apresenta grafia CORRETA:
Alternativas
Q1276015 Português
Com relação à acentuação, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(  ) Embora não seja incomum ouvi-la pronunciada como proparoxítona, a palavra “recorde” é, na verdade, paroxítona, e não deve ser acentuada. (  ) Embora não seja incomum vê-la grafada desta forma, a palavra “raiz”, uma oxítona terminada em -z, deve receber acento agudo apenas quando flexionada no plural, “raízes”.
Alternativas
Q1275974 Português

A “prisão de luxo” da Noruega


      “Nós não temos grades. Temos janelas”. É assim que Linn Andreassen, que atua como guarda na prisão de Halden, na Noruega, descreve o lugar – conhecido como “a cadeia mais humanizada do mundo”. “Você se sente uma pessoa, não um bicho. Acho isso muito importante”, diz ela. Halden é considerada “de luxo” por muitos e é a menina dos olhos do programa norueguês de encarceramento, que se diz focado na “reabilitação” dos presos, e não em sua “punição”. Ela está inserida em um sistema prisional que passa longe da realidade da superlotação vista em outros países, e que tem, entre outras características, estímulos ao trabalho e à educação dos detentos e instalações carcerárias adequadas.

      Neste sentido, os presos do país levam uma vida o mais perto possível do normal: cozinham, estudam e trabalham, por exemplo. “Para alguns deles, é a primeira oportunidade de acesso à educação”, diz Andreassen. “Não é só uma reabilitação, mas também uma habilitação”, acrescenta. “Nossas medidas e propostas aqui são baseadas em uma nova vida lá fora, fazendo alguma coisa. Neste sentido, eu acho que Halden é bem-sucedida”.

      O sistema prisional do país tem sido alvo de críticas, ________ muitos o consideram demasiadamente brando. Mas é difícil argumentar que não funcione. Quando os presos deixam a cadeia, a maioria se mantém fora das grades. A taxa de reincidência criminal na Noruega era, em 2016, de 20%, a mais baixa do mundo. Em outros países, como o Reino Unido, chegava a 46%, e nos EUA 76% das pessoas que deixavam a prisão voltavam nos cinco anos seguintes. A baixa taxa de reincidência é vista como resultado, por exemplo, de o sistema de Justiça enxergar que retirar a liberdade de seus cidadãos já é castigo suficiente.

      Nesse contexto, os presos possuem acesso à educação de alta qualidade – assim como a oportunidades para trabalhar, receber apoio de saúde mental e permanecer auto-suficientes ao cozinhar suas próprias refeições. Esse apoio é ainda reforçado pelos guardas da prisão, que estão entre os mais bem treinados do mundo e são encorajados a passar tempo com os detentos. Outra medida adotada no país foi a contratação de arquitetos para redesenhar as prisões a partir do zero – concentrando-se em diminuir qualquer tensão ou conflito entre os presos.

      Após a libertação, eles recebem, ainda, ajuda para se reintegrar na sociedade – uma vez que lhes é dado suporte para encontrar habitação e emprego. “É claro que alguém que fez outras pessoas sofrerem deveria sofrer consequências. Mas nós temos que focar na pessoa e no ________ de isso ter ocorrido. Como podemos fazer dar certo lá fora, para que não aconteça de novo?”, diz Andreassen. “Eles serão os meus vizinhos, serão os seus vizinhos. E nós queremos que eles ajam da melhor forma possível”.

http://www.bbc.com/... - adaptado. 

Há palavras e expressões idênticas em sua pronúncia, mas diferentes em seu significado e/ou uso. Considerando-se o contexto das frases, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª de forma a preencher as lacunas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:


(1) vem

(2) veem

(3) vêm


( ) Meus primos não confirmaram presença... Será que eles _____ hoje?

( ) Muitas pessoas _____ problemas nessa sua atitude.

( ) Essa é uma questão que _____ me incomodando há um tempo.

Alternativas
Q1275971 Português

A “prisão de luxo” da Noruega


      “Nós não temos grades. Temos janelas”. É assim que Linn Andreassen, que atua como guarda na prisão de Halden, na Noruega, descreve o lugar – conhecido como “a cadeia mais humanizada do mundo”. “Você se sente uma pessoa, não um bicho. Acho isso muito importante”, diz ela. Halden é considerada “de luxo” por muitos e é a menina dos olhos do programa norueguês de encarceramento, que se diz focado na “reabilitação” dos presos, e não em sua “punição”. Ela está inserida em um sistema prisional que passa longe da realidade da superlotação vista em outros países, e que tem, entre outras características, estímulos ao trabalho e à educação dos detentos e instalações carcerárias adequadas.

      Neste sentido, os presos do país levam uma vida o mais perto possível do normal: cozinham, estudam e trabalham, por exemplo. “Para alguns deles, é a primeira oportunidade de acesso à educação”, diz Andreassen. “Não é só uma reabilitação, mas também uma habilitação”, acrescenta. “Nossas medidas e propostas aqui são baseadas em uma nova vida lá fora, fazendo alguma coisa. Neste sentido, eu acho que Halden é bem-sucedida”.

      O sistema prisional do país tem sido alvo de críticas, ________ muitos o consideram demasiadamente brando. Mas é difícil argumentar que não funcione. Quando os presos deixam a cadeia, a maioria se mantém fora das grades. A taxa de reincidência criminal na Noruega era, em 2016, de 20%, a mais baixa do mundo. Em outros países, como o Reino Unido, chegava a 46%, e nos EUA 76% das pessoas que deixavam a prisão voltavam nos cinco anos seguintes. A baixa taxa de reincidência é vista como resultado, por exemplo, de o sistema de Justiça enxergar que retirar a liberdade de seus cidadãos já é castigo suficiente.

      Nesse contexto, os presos possuem acesso à educação de alta qualidade – assim como a oportunidades para trabalhar, receber apoio de saúde mental e permanecer auto-suficientes ao cozinhar suas próprias refeições. Esse apoio é ainda reforçado pelos guardas da prisão, que estão entre os mais bem treinados do mundo e são encorajados a passar tempo com os detentos. Outra medida adotada no país foi a contratação de arquitetos para redesenhar as prisões a partir do zero – concentrando-se em diminuir qualquer tensão ou conflito entre os presos.

      Após a libertação, eles recebem, ainda, ajuda para se reintegrar na sociedade – uma vez que lhes é dado suporte para encontrar habitação e emprego. “É claro que alguém que fez outras pessoas sofrerem deveria sofrer consequências. Mas nós temos que focar na pessoa e no ________ de isso ter ocorrido. Como podemos fazer dar certo lá fora, para que não aconteça de novo?”, diz Andreassen. “Eles serão os meus vizinhos, serão os seus vizinhos. E nós queremos que eles ajam da melhor forma possível”.

http://www.bbc.com/... - adaptado. 

Quanto à grafia de palavras do texto, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:


( ) A palavra “superlotação” (primeiro parágrafo) está incorreta em sua grafia. O correto seria “superlotação”.

( ) A palavra “auto-suficientes” (quarto parágrafo) está incorreta em sua grafia. O correto seria “autossuficientes”.

Alternativas
Q1275852 Português
Marque a alternativa em que todas as palavras estão grafadas conforme a ortografia oficial:
Alternativas
Respostas
9441: B
9442: C
9443: B
9444: A
9445: A
9446: A
9447: A
9448: A
9449: A
9450: B
9451: A
9452: C
9453: B
9454: A
9455: D
9456: B
9457: A
9458: C
9459: C
9460: A