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Questões de Concurso Comentadas sobre ortografia em português

Foram encontradas 12.823 questões

Q1032606 Português
Algumas das palavras nas assertivas a seguir são acentuadas, outras não. Propositalmente, não acentuamos as palavras.
I. estereotipo – acolito – esofago – endometrio II. paradigma – rubrica – abdomen – hifen
Baseando-nos no conhecimento das normas de acentuação e de vocabulário, podemos afirmar que:
Alternativas
Q1032601 Português
“As organizações encontram-se mais (1), (2) e (3). Em oposição à fábrica gorda, do modelo taylorista/fordista, nasce a fábrica magra, (4) por uma estrutura capaz de absorver, com um número reduzido de pessoal, as (5) quantitativas e qualitativas da demanda.'' (Ribeiro, C.V.S., & Mancebo, D.. (2013). O servidor público no mundo do trabalho do século XXI. Psicologia: Ciência e Profissão, 33(1), 195. https://dx.doi.org/10.1590/S1414- 98932013000100015. p.195)
Seguindo as normas de ortografia, assinale a alternativa que preencha corretamente os espaços numerados:

Alternativas
Q1031240 Português

Leia as assertivas a seguir:


I. João estava deitado em sua caminha. Sua avó já não caminha, está em cadeira de rodas.

II. Dentro da loja, apreçaram os produtos. De qualquer forma, não poderiam apressar os clientes.

III. Perdemos o apoio de nosso mais poderoso aliado. No entanto, apoio os que ficaram ao nosso lado.


Assinale a alternativa que se aplica quanto às palavras sublinhadas:

Alternativas
Q1030173 Português

“Em minha casa e em todo outro lugar aprende-se apenas com quem se ama”; nessa frase, o vocábulo de valor geral “lugar” substitui um vocábulo de valor específico “casa”.


A mesma situação ocorre, respectivamente, com o seguinte par de palavras:

Alternativas
Q1028546 Português

No que se refere ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.


Os vocábulos oxítonos “após”, “País” e “até” são acentuados graficamente de acordo com a mesma regra de acentuação gráfica.

Alternativas
Q1028433 Português

Quanto aos aspectos linguísticos do texto, julgue o item.


A acentuação gráfica da forma verbal “têm” justifica‐se pela mesma razão da do vocábulo “também”.

Alternativas
Q1028430 Português

Quanto aos aspectos linguísticos do texto, julgue o item.


A acentuação gráfica dos vocábulos “já”, “três” e “mês” justifica‐se pela mesma regra de acentuação gráfica.

Alternativas
Q1028173 Português

TEXTO II


                     JÁ OUVIU FALAR EM CUIDADOS PALIATIVOS?


      “A ideia de que a medicina é uma luta contra a morte está errada. A medicina é uma luta pela vida boa, da qual a morte faz parte.” A colocação do escritor Rubem Alves (1933-2014) resume bem o que propõem os cuidados paliativos, um campo e conjunto de práticas que têm por objetivo proteger as pessoas do sofrimento trazido por doenças difíceis e que ameaçam a vida. Essa especialidade oferta conforto, o que inclui alívio e prevenção de incômodos físicos (dor, náusea, falta de ar ...), além de apoio emocional, espiritual e social ao paciente e à família. (...).

      Que fique claro: esse amparo não é sinônimo de suspensão de tratamentos. “Não é eutanásia”, enfatiza a geriatra Ana Claudia Arantes, fundadora da Casa do Cuidar de São Paulo, que forma profissionais paliativistas. “Muita gente acha que cuidados paliativos é desistir da vida, quando o que eles oferecem é o oposto: ajudar a viver bem”, esclarece. Tabus do tipo talvez tenham relação com o próprio termo “paliativo”, que, no uso corriqueiro, remete a “solução temporária”. Mas, na origem, a palavra tem outro significado. Pallium, no latim, quer dizer “manto”. Historicamente, assim eram chamadas as capas usadas pelos cavaleiros das Cruzadas para se acolher das intempéries. É esse o sentido que evoca nos cuidados paliativos.

      (...)

                    (Revista Saúde é Vital – Editora Abril, nº 443, junho/2019, p. 62-63). 

“A colocação do escritor Rubem Alves (1933-2014) resume bem o que propõem os cuidados paliativos, um campo e conjunto de práticas que têm por objetivo proteger as pessoas do sofrimento trazido por doenças difíceis e que ameaçam a vida.”


Assinale a opção que apresenta uma afirmação CORRETA quanto ao termo sublinhado.

Alternativas
Q1027893 Português

Considerando o uso adequado do hífen, de acordo com o novo acordo ortográfico, analise as orações a seguir.


I – Jogar lixo em ambientes hospitalares é altamente anti-higiênico.

II – Dr. Alfredo é um excelente médico, mas não atua tão bem como neuro-cirurgião.

III – A paciente desejava uma lipo-aspiração para a redução de medidas.

IV – Os cuidados pós-cirúrgicos são essenciais para um pronto restabelecimento.


O uso adequado do hífen é observado

Alternativas
Q1027789 Português

Considerando o uso da norma padrão, analise as orações a seguir e identifique com V as grafadas corretamente e com F as que contém palavras com a grafia incorreta.


( ) O paciente indagou: - Porque não me sinto bem?

( ) A técnica em enfermagem ministrou a medicação a fim de que a febre baixasse.

( ) A enfermeira aplicou às injeções corretamente, porém a criança teve uma convulção

( ) A psicóloga procurou a seção de psiquiatria, pois teria uma sessão com um paciente.

( ) O Hospital deseja realizar um baile beneficiente para conceder honrrarias aos médicos.


A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é

Alternativas
Q1027707 Português

A letra “x" representa vários sons como em "exemplo''/z/. Assinale a alternativa com som diferente:

Alternativas
Q1027705 Português
Marque a alternativa em que a palavra tem a mesma tonicidade de “você".
Alternativas
Q1027660 Português

Considerando-se as regras da língua portuguesa padrão e/ou norma culta, assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas CORRETAMENTE nas lacunas do fragmento de texto a seguir.

Depois de tentar abater a tiros Numa, o leão, e tendo ____________ as palhoças dos inocentes ___________, o ____________ caçador de ____________ foge pela trilha da floresta, ___________ por Tarzan.

Fonte: COLASANTI, Marina. Tento não pisar na areia movediça. In: Os últimos lírios no estojo de seda. Belo Horizonte: Editora Leitura, 2006.

Alternativas
Ano: 2019 Banca: COPESE - UFT Órgão: Prefeitura de Porto Nacional - TO Provas: COPESE - UFT - 2019 - Prefeitura de Porto Nacional - TO - Administrador | COPESE - UFT - 2019 - Prefeitura de Porto Nacional - TO - Assistente Social | COPESE - UFT - 2019 - Prefeitura de Porto Nacional - TO - Analista de Controle Interno | COPESE - UFT - 2019 - Prefeitura de Porto Nacional - TO - Arquiteto | COPESE - UFT - 2019 - Prefeitura de Porto Nacional - TO - Analista Ambiental | COPESE - UFT - 2019 - Prefeitura de Porto Nacional - TO - Agente de Fiscalização de Posturas e Obras | COPESE - UFT - 2019 - Prefeitura de Porto Nacional - TO - Agente de Fiscalização de Meio Ambiente | COPESE - UFT - 2019 - Prefeitura de Porto Nacional - TO - Biólogo | COPESE - UFT - 2019 - Prefeitura de Porto Nacional - TO - Cirurgião Dentista | COPESE - UFT - 2019 - Prefeitura de Porto Nacional - TO - Enfermeiro | COPESE - UFT - 2019 - Prefeitura de Porto Nacional - TO - Farmacêutico | COPESE - UFT - 2019 - Prefeitura de Porto Nacional - TO - Contador | COPESE - UFT - 2019 - Prefeitura de Porto Nacional - TO - Nutricionista | COPESE - UFT - 2019 - Prefeitura de Porto Nacional - TO - Fisioterapeuta | COPESE - UFT - 2019 - Prefeitura de Porto Nacional - TO - Médico - PSF | COPESE - UFT - 2019 - Prefeitura de Porto Nacional - TO - Profissional de Educação Física | COPESE - UFT - 2019 - Prefeitura de Porto Nacional - TO - Pedagogo | COPESE - UFT - 2019 - Prefeitura de Porto Nacional - TO - Psicólogo | COPESE - UFT - 2019 - Prefeitura de Porto Nacional - TO - Professor Nível Graduado | COPESE - UFT - 2019 - Prefeitura de Porto Nacional - TO - Terapeuta Ocupacional |
Q1027623 Português
Assinale a alternativa CORRETA em que todas as palavras estejam grafadas segundo a norma culta e/ou padrão da Língua Portuguesa.
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Q1027618 Português

Os perigos semânticos do racismo


Casos de preconceito expõem uso indiscriminado da palavra "racismo", confundida com “injúria” e “apologia à violência”.


      Todas as profissões possuem vocabulário próprio, um glossário que permite comunicação mais efetiva entre os que trabalham em determinada área do conhecimento humano. Com o Direito não é diferente. As letras forenses são plenas de particularidades e aforismos próprios, familiares aos que militam nas lides judiciais, mas bastante estranhos à população em geral.

      Alguns problemas surgem porque, ao contrário do que observamos em outras ciências, os termos jurídicos têm, não raro, um segundo significado, comum e muito difundido, circunstância que frequentemente leva confusão aos que batem às portas dos tribunais em busca de justiça. São palavras como: “queixa”, “exceção”, “suspeição”, “competência”, cujo significado popular difere, em muito, do sentido técnico, muitas vezes bastante difícil de ser explicitado ao leigo. Um dos exemplos mais veementes dessa dicotomia é o vocábulo “racismo”.

      Numa série de episódios recentes, de ataques a nordestinos e outros atores sociais, o termo voltou a movimentar o debate no país. Para o senso comum, “racismo" significa toda e qualquer forma de “preconceito extremado contra indivíduos pertencentes a uma raça ou etnia diferente, geralmente considerada inferior” (HOUAISS, 2009), englobando condutas variadas, que vão da simples ofensa verbal a atos sociais discriminatórios ou violência física.

      Em sentido técnico, no entanto, o termo remete a “crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor", tipificados pela Lei n° 7.716, de 5 de janeiro de 1989, que usa, nas diversas figuras penais, frases como: “impedir ou obstar o acesso”, “negar ou obstar emprego”, “recusar, negar ou impedir a inscrição ou ingresso", “recusar hospedagem", “recusar atendimento”, “impedir ou obstar casamento”, “impedir ou obstar convivência social” e outros comportamentos, sancionados com penas que variam de um mínimo de um a um máximo de cinco anos de reclusão [...]. São condutas ligadas à ideia de exclusão, de eliminação, de óbice concreto ao exercício de um direito, ao sentimento íntimo de proscrição do outro, que toma tais condutas desprezíveis.

      É necessário, no entanto, diferenciar esses crimes da injúria (ofensa verbal), qualificada por “elementos referentes a raça, cor, etnia, religião, origem ou a condição de pessoa idosa ou portadora de deficiência”, prevista pelo art. 140, §3°, do Código Penal e que recebe pena abstrata de “reclusão de um a três anos e multa”.

      Mal comparando, para a lei, uma coisa é impedir alguém de entrar num restaurante ou tratá-lo mal por ele ser negro ou nordestino. Outra é injuriar alguém, com base em ofensas de conteúdo racial.

      Tema bastante polêmico, não raro vemos nos noticiários pessoas, atingidas em sua honra por expressões alusivas à origem social ou étnica, dizendo-se vítimas de racismo e indignadas porque a autoridade policial não tipificou a conduta na Lei n° 7.716/89, mas sim na injúria prevista no Código Penal.

      A própria mídia, por vezes desinformada, concorre para essa confusão e acaba, involuntariamente, por estimular o atrito, inquinando como faltosas condutas funcionais absolutamente corretas.

      Importa esclarecer que a Justiça tem peculiaridades e o autor do delito, de uma forma ou outra, seja qual for o nomen juris (a denominação legal) dado ao fato, será efetivamente responsabilizado.

      Necessário anotar, enfim, que eliminar tais comportamentos não é tarefa policial. É preciso, mais. É urgente que os homens se conscientizem de sua igualdade intrínseca e de que a cor da pele, a religião ou a origem social não os qualificam como melhores seres humanos.

      Assim como o Cavaleiro inexistente, de ltalo Calvino, precisamos abandonar a narcísica armadura reluzente que nos aniquila para poder encontrar o outro, em toda sua dimensão, na divina beleza de sua diversidade. 

Fonte: DEL-CAMPO, Eduardo Roberto Alcântara. In: Revista Língua Portuguesa. Ano 5, nº 62, dez. 2010. (Adaptado).

Assinale a alternativa CORRETA. A palavra “Direito”, em destaque no texto (1º parágrafo), está grafada com a inicial em maiúscula, pois
Alternativas
Q1027577 Português

TEXTO I


                  O filósofo australiano Roman Krznaric mergulhou na história da

                              expressão e concluiu: "A ideia do carpe diem está

                                          sendo roubada pelo consumismo"


      Você sabe o que significa carpe diem? Para o filósofo australiano Roman Krznaric, o real significado da expressão "foi subvertido e corre o risco de desaparecer". Durante a pesquisa para seu livro, Carpe diem: Resgatando a arte de aproveitar a vida, ele se debruçou sobre os mais de 2 mil anos de existência do lema, criado no fim do Império Romano pelo poeta Horácio e que se espalhou pelo planeta com traduções e interpretações diferentes. "A ideia do carpe diem está sendo roubada pelo consumismo", concluiu Krznaric.


                    Qual sua primeira lembrança sobre o carpe diem?

      A primeira vez que ouvi "carpe diem" foi no filme Sociedade dos Poetas Mortos, com Robin Williams. Lembro do momento em que ele fala na sala de aula que "somos comida de minhoca", que todos vão morrer e diz: "Carpe diem, façam da vida de vocês algo extraordinário". Percebi que eu também vou ser comida de minhoca, apesar de tudo na sociedade me dizer que nunca vou morrer. A publicidade diz até que vamos sempre ser jovens. Decidi escrever um livro sobre isso porque a ideia do carpe diem - que é muito antiga, foi pronunciada pela primeira vez há mais de 2 mil anos, pelo poeta latino Horácio - está sendo roubada pelo consumismo. Quando a Nike diz "just do it" em seu slogan, está tentando dizer que aproveitar o dia é comprar alguma coisa. Achei importante lembrar que não devemos deixar nossa liberdade de escolha ser uma liberdade de escolher entre marcas. A gente precisa ser maior. Também escrevi o livro por causa da cultura digital. A gente checa a internet o tempo todo, é o "just tweet it". O carpe diem sempre foi sobre ter experiências diretas do mundo. Claro que pela tela é possível sentir coisas reais, chorar e rir, mas existe uma diferença entre jogar tênis e assistir a uma partida de tênis. A gente começa a virar observadores da vida dos outros e isso também é roubar o espírito do carpe diem. No livro, tento encontrar um antídoto para o que está acontecendo com a liberdade humana.


                                             E você conseguiu?

      É difícil porque nossas vidas estão consumidas pelo consumismo e pelas mídias digitais, que estão tentando roubar nossa atenção e vendê-la para anunciantes.

Mas existem maneiras de recuperar o carpe diem e uma delas é se tornar um detetive de suas próprias escolhas. Pare e pense todos os dias sobre as escolhas que você fez hoje. Não viva a vida automaticamente. Seja super consciente das suas decisões, isso é metade do caminho. Precisamos pensar sobre a morte, acho que devemos ter uma pausa diária para pensar sobre a morte. Não precisa pensar em você morto deitado no caixão, mas sim em como você quer viver até a morte. Imagine: você está morto e vai jantar com os outros vocês que poderia ter sido se tivesse feito outras escolhas. Aquele que estudou muito, o outro que virou um alcoólatra, o que não se esforçou para manter suas relações. Pense nessas versões de você e veja com quem você quer conversar, de quem você gosta. É um jeito de pensar o que fazer com essa única vida que temos.

Disponível em:<https://revistatrip.uol.com.br/trip/o-filosofo-roman-krznaricz-diz-a-ideia-do-carpe-diem-esta-sendo-roubada-pelo-consumismo> . Acesso em: 20 abr. 2019.

Observe o uso do hífen e marque a alternativa em que todos as palavras compostas estão grafadas corretamente.
Alternativas
Q1027453 Português

O fragmento a seguir serve de base para responder à questão. Para tanto, todas as vírgulas foram propositalmente retiradas. 


1 Nós representantes do povo brasileiro reunidos em Assembleia

2 Nacional Constituinte para instituir um Estado democrático

3 destinado a assegurar o exercício dos direitos sociais e

4 individuais a liberdade a segurança o bem-estar o desenvolvimento

5 a igualdade e a justiça como valores supremos de uma sociedade

6 fraterna pluralista e sem preconceitos fundada na harmonia

7 social e comprometida na ordem interna e internacional com a solução

8 pacífica das controvérsias promulgamos sob a proteção de Deus

9 a seguinte Constituição da República Federativa do Brasil.

BRASIL, Constituição da República de 1988. Preâmbulo. Disponível em: <https://www2.senado.leg.br/> . Acesso em: 10 abr. 2019.

Observe a acentuação gráfica dos vocábulos: nós, democrático, exercício. Respectivamente, são acentuadas graficamente, devido à mesma regra, as palavras:
Alternativas
Q1027008 Português

Em “Amo e adoro tudo o que é simples, tanto que às vezes pareço exigente!” (Clarice Lispector)

Assinale a alternativa que apresenta a mesma regra de acentuação de crase da frase acima :

Alternativas
Q1026638 Português
Assinale a alternativa em que o uso de letra maiúscula está incorreto.
Alternativas
Q1026636 Português
Assinale a alternativa em que as palavras estão acentuadas corretamente.
Alternativas
Respostas
9021: D
9022: C
9023: D
9024: A
9025: E
9026: E
9027: C
9028: D
9029: D
9030: C
9031: C
9032: B
9033: C
9034: A
9035: D
9036: E
9037: B
9038: C
9039: A
9040: B