Questões de Concurso
Comentadas sobre ortografia em português
Foram encontradas 12.429 questões
Leia as afirmativas a seguir:
I. A grafia dos vocábulos seguintes está correta: apremder, apremdis, apremdizádo.
II. Cabe à escola elaborar sua proposta pedagógica.
III. A condução do processo de ensino dispensa uma compreensão do que vem a ser o processo de aprendizagem.
Marque a alternativa CORRETA:
Leia as afirmativas a seguir:
I. Está correto o uso do acento gráfico em: sádio.
II. É permitido aos municípios compor com o sistema estadual de ensino um sistema único de educação básica.
III. A interdisciplinaridade auxilia no entendimento das relações entre conhecimentos de campos disciplinares distintos.
Marque a alternativa CORRETA:
Leia as afirmativas a seguir:
I. O pluralismo de concepções pedagógicas é favorável à qualidade do ensino nas escolas municipais.
II. Está correto o uso do acento gráfico em: tauríno.
III. As instituições governamentais não exercem qualquer influência sobre o ensino nas escolas.
Marque a alternativa CORRETA:
Leia as afirmativas a seguir:
I. A grafia do verbo seguinte está correta: compulsar.
II. O professor não deve contrariar os saberes curriculares, advindos da cultura.
III. O paradigma Psicologizante, na perspectiva de Vygotsky, concebe a avaliação como oportunidade de tolher as habilidades dos estudantes.
Marque a alternativa CORRETA:
Leia as afirmativas a seguir:
I. Recebe acento o vocábulo seguinte: fértil.
II. O trabalho interdisciplinar deve propiciar o diálogo entre os conteúdos disciplinares.
III. A grafia dos verbos seguintes está correta: ser, ter.
Marque a alternativa CORRETA:
Leia as afirmativas a seguir:
I. É proibido qualquer trabalho a menores de dezoito anos de idade, ainda que na condição de aprendiz.
II. O currículo escolar não deve ser construído de forma colaborativa.
III. A grafia do adjetivo seguinte está correta: enigmático.
Marque a alternativa CORRETA:
Leia as afirmativas a seguir:
I. Está correto o uso do acento gráfico em: salútar.
II. Está correto o uso do acento gráfico em: temerôso.
III. Os saberes da prática sempre levam o docente a fazer escolhas equivocadas e incorretas.
Marque a alternativa CORRETA:
Leia as afirmativas a seguir:
I. A escola deve assegurar o cumprimento dos dias letivos e horas-aula estabelecidas, além das demais ações planejadas, com o objetivo de prover o desenvolvimento do estudante no meio educacional.
II. A educação escolar não deve vincular-se ao mundo do trabalho, à prática social ou à cultura do indivíduo.
III. A avaliação da aprendizagem deve estar desassociada do conhecimento do estudante.
Marque a alternativa CORRETA:
Sobre os pressupostos da gramática no âmbito escolar, todas as alternativas estão corretas, EXCETO:
Leia atentamente o Texto para responder as questões de 01 a 05.
(Texto)
Sonda da Nasa busca poeira do asteroide Bentu
para estudos; entenda as etapas da missão
1 Nem bem passou a festa pelo sucesso do pouso da
InSight em Marte, já temos outra marca para
comemorar: a chegada da OSIRIS-REx ao
asteroide Bentu. Em setembro de 2016 a NASA
5 lançou a sonsa OSIRIS-REx em parceiria com a
Universidade do Arizona com o objetivo de estudar
o asteroide Bentu. Esse asteroide está na categoria
de Asteroides Potencialmente Perigosos, mas que
não representa nenhum risco real para a Terra. Ao
10 menos nos próximos séculos. Essa classe abrange
os asteroides que atinjam distância igual ou menor
que 20 vezes a distância Terra-Lua quando ele
cruza a órbita do nosso planeta. Então asteroides
dessa categoria são bons alvos porque estão perto
15 e, além de potencialmente perigosos, são também
potencialmente lucrativos! Depois de viajar 2
bilhões de quilômetros, a OSIRIS-REx finalmente
adentrou a 'Esfera de Hills' do asteroide. Essa esfera
representa o ponto onde a força gravitacional de um
20 corpo no espaço, no caso Bentu, se torna mais
intensa que a força gravitacional do Sol. Em outras
palavras, a sonsa foi capturada pelo campo
gravitacional do asteroide. A missão da OSIRIS-
Rex é bem ousada, depois de mapear a superfície
25 do asteroide, irá se aproximar dele e colher uma
amostra do terreno para enviá-la à Terra para
análise.
(Fonte adaptada: https://g1.globo.com>acesso em 07 de dezembro de 2018)
Com base na regra gramatical de acentuação da palavra “quilômetros” (linha 17), assinale a alternativa CORRETA:
UM PADRÃO IDEAL DA LÍNGUA
(1º§) Existem, na língua, padrões reais e padrões ideais de linguagem.
(2º§) Padrão ideal é o que se espera que o falante diga numa situação de formalidade.
(3º§) Padrão real é o que o falante diz em situações informais ou em situações em que o falante recusa ou ignora a formalidade. O que se ensina na escola, nas aulas de português, são padrões ideais [...].
(4º§) Quando alguém, com exagero, afirma que determinado orador “assassina” o português, o que ele está dizendo é que esse orador não aprendeu ou não respeita os padrões ideais de um registro adequado à situação de formalidade em que o discurso se realiza.
(5º§) Embora uma pessoa entre na escola respirando, ouvindo ou enxergando, não é exagero dizer que ela ainda não sabe respirar, ouvir ou enxergar adequadamente em certas situações. O mesmo ocorre com a língua.
(6º§) Entra-se na escola falando-se o português. Mas é aprendendo a falar a própria língua que um falante consegue mudar os registros linguísticos de acordo com a situação da fala.
(7º§) A língua não tem apenas uma função social. [...]
(Por: Dr. José Augusto Carvalho. Doutor em Letras. Língua Portuguesa, ano 8, dez. 2012.)
Sobre o trecho: “Mas é aprendendo a1 falar a2 própria língua que3 um falante consegue mudar os registros linguísticos de acordo com a situação da fala”. - Marque a alternativa com afirmação incorreta.
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Largar as redes sociais?
- Apesar das críticas ___ redes sociais e inclusive das campanhas midiáticas para abrir mão
- delas, poucos usuários tomam a decisão de apagar suas contas. O Twitter continua com seus
- 300 milhões de perfis, o Facebook tem mais de dois bilhões, e o Instagram segue crescendo e
- já passa dos 500 milhões. Jaron Lanier, pioneiro da internet e da realidade virtual, considera
- que os benefícios dessas redes não compensam os inconvenientes. Em seu último livro, dá
- motivos para largar o Twitter, o Facebook e inclusive o WhatsApp e os serviços do Google. Se
- pudermos. E mesmo que seja só por uma temporada. Estes são alguns dos motivos que ele
- propõe nesse texto escrito a modo de manifesto:
- 1. Você está perdendo sua liberdade. As redes sociais, em especial o Facebook,
- pretendem guardar registro de todas as nossas ações: o que compartilhamos, o que
- comentamos, o que curtimos, aonde vamos. “Agora todos somos animais de laboratório”,
- escreve Lanier, e participamos de uma experiência constante para que os anunciantes nos
- enviem suas mensagens quando estivermos mais ..................... a elas.
- Isso também teve consequências políticas: os grupos que distribuem notícias falsas
- encontraram uma “.............. desenhada para ajudar os anunciantes ___ alcançarem seu público
- objetivo com mensagens testadas para conseguir sua atenção”. Para o Facebook tanto faz se
- estes “anunciantes” são empresas que querem vender produtos, partidos políticos ou difusores
- de notícias falsas. O sistema é o mesmo para todos e melhora “quando as pessoas estão
- irritadas, obcecadas e divididas”.
- 2. Estão lhe deixando infeliz. Lanier cita estudos que mostram que, apesar das
- possibilidades de conexão que as redes sociais oferecem, na verdade sofremos “uma sensação
- cada vez maior de isolamento” por motivos tão díspares como “os padrões irracionais de beleza
- e status, por exemplo”. Os algoritmos, escreve ele, nos colocam em categorias e nos ordenam
- segundo nossos amigos, seguidores, o número de curtidas ou retuítes, o muito ou pouco que
- publicamos… São critérios que nos parecem pouco significativos, mas que acabam tendo efeitos
- na vida real: “Nas notícias que vemos, em quem nos aparece como possível relacionamento
- amoroso, em que produtos nos oferecem”. Também podem acabar influenciando em futuros
- trabalhos: muitos dos responsáveis por recursos humanos procuram seus candidatos no
- Facebook e no Google.
- 3. Estão enfraquecendo a verdade. Lanier lembra que as teorias da conspiração mais
- loucas (ele dá o exemplo dos antivacinas) frequentemente começam nas redes sociais, onde seu
- eco se amplifica, “antes de aparecerem em veículos de comunicação extremamente partidários”.
- 4. Estão destruindo sua capacidade de empatia. Com esse argumento, Lanier se refere
- principalmente ___ bolha, termo criado por Eli Pariser. No Facebook, por exemplo, as notícias
- aparecem na tela de acordo com as pessoas e os veículos de comunicação que seguimos e,
- também, dependendo dos conteúdos de que gostamos. A consequência é que nas redes
- frequentemente acessamos somente nossa própria bolha, ou seja, tudo aquilo que conhecemos,
- com o que estamos de acordo e que nos faz sentir confortáveis. Ou seja, não vemos outras
- ideias, recebemos somente suas caricaturas. E, consequentemente, em vez de tentar entender
- as razões por ....... de outros pontos de vista, nossas ideias se reforçam e o diálogo é cada vez
- mais difícil.
- 5. Não querem que você tenha dignidade econômica. Lanier explica que o modelo de
- negócio que predomina na Internet é consequência do “dogma” de acreditar que “se o software
- não era grátis, não podia ser aberto”. A publicidade foi vista como uma forma de solucionar esse
- problema.
- Essas são somente algumas das razões expostas por Lanier em um livro que, como o próprio
- autor admite, nem mesmo chega a tocar alguns temas que não o afetam tão diretamente, como
- “as pressões insustentáveis em pessoas jovens, especialmente mulheres” e como “os algoritmos
- podem discriminá-lo por racismo e outras razões horríveis”. Lanier não quer acabar com a
- Internet. Pelo contrário: deixar as redes, ainda que somente por um tempo, pode ser uma forma
- de saber como estão nos prejudicando e, principalmente, percebermos o que poderiam nos
- oferecer.
Adaptado de: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/08/28/tecnologia/1535463505_331615.html
Assim como a palavra ‘antivacinas’ (l.31), todos os vocábulos a seguir não necessitam do uso de hífen, EXCETO:
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Largar as redes sociais?
- Apesar das críticas ___ redes sociais e inclusive das campanhas midiáticas para abrir mão
- delas, poucos usuários tomam a decisão de apagar suas contas. O Twitter continua com seus
- 300 milhões de perfis, o Facebook tem mais de dois bilhões, e o Instagram segue crescendo e
- já passa dos 500 milhões. Jaron Lanier, pioneiro da internet e da realidade virtual, considera
- que os benefícios dessas redes não compensam os inconvenientes. Em seu último livro, dá
- motivos para largar o Twitter, o Facebook e inclusive o WhatsApp e os serviços do Google. Se
- pudermos. E mesmo que seja só por uma temporada. Estes são alguns dos motivos que ele
- propõe nesse texto escrito a modo de manifesto:
- 1. Você está perdendo sua liberdade. As redes sociais, em especial o Facebook,
- pretendem guardar registro de todas as nossas ações: o que compartilhamos, o que
- comentamos, o que curtimos, aonde vamos. “Agora todos somos animais de laboratório”,
- escreve Lanier, e participamos de uma experiência constante para que os anunciantes nos
- enviem suas mensagens quando estivermos mais ..................... a elas.
- Isso também teve consequências políticas: os grupos que distribuem notícias falsas
- encontraram uma “.............. desenhada para ajudar os anunciantes ___ alcançarem seu público
- objetivo com mensagens testadas para conseguir sua atenção”. Para o Facebook tanto faz se
- estes “anunciantes” são empresas que querem vender produtos, partidos políticos ou difusores
- de notícias falsas. O sistema é o mesmo para todos e melhora “quando as pessoas estão
- irritadas, obcecadas e divididas”.
- 2. Estão lhe deixando infeliz. Lanier cita estudos que mostram que, apesar das
- possibilidades de conexão que as redes sociais oferecem, na verdade sofremos “uma sensação
- cada vez maior de isolamento” por motivos tão díspares como “os padrões irracionais de beleza
- e status, por exemplo”. Os algoritmos, escreve ele, nos colocam em categorias e nos ordenam
- segundo nossos amigos, seguidores, o número de curtidas ou retuítes, o muito ou pouco que
- publicamos… São critérios que nos parecem pouco significativos, mas que acabam tendo efeitos
- na vida real: “Nas notícias que vemos, em quem nos aparece como possível relacionamento
- amoroso, em que produtos nos oferecem”. Também podem acabar influenciando em futuros
- trabalhos: muitos dos responsáveis por recursos humanos procuram seus candidatos no
- Facebook e no Google.
- 3. Estão enfraquecendo a verdade. Lanier lembra que as teorias da conspiração mais
- loucas (ele dá o exemplo dos antivacinas) frequentemente começam nas redes sociais, onde seu
- eco se amplifica, “antes de aparecerem em veículos de comunicação extremamente partidários”.
- 4. Estão destruindo sua capacidade de empatia. Com esse argumento, Lanier se refere
- principalmente ___ bolha, termo criado por Eli Pariser. No Facebook, por exemplo, as notícias
- aparecem na tela de acordo com as pessoas e os veículos de comunicação que seguimos e,
- também, dependendo dos conteúdos de que gostamos. A consequência é que nas redes
- frequentemente acessamos somente nossa própria bolha, ou seja, tudo aquilo que conhecemos,
- com o que estamos de acordo e que nos faz sentir confortáveis. Ou seja, não vemos outras
- ideias, recebemos somente suas caricaturas. E, consequentemente, em vez de tentar entender
- as razões por ....... de outros pontos de vista, nossas ideias se reforçam e o diálogo é cada vez
- mais difícil.
- 5. Não querem que você tenha dignidade econômica. Lanier explica que o modelo de
- negócio que predomina na Internet é consequência do “dogma” de acreditar que “se o software
- não era grátis, não podia ser aberto”. A publicidade foi vista como uma forma de solucionar esse
- problema.
- Essas são somente algumas das razões expostas por Lanier em um livro que, como o próprio
- autor admite, nem mesmo chega a tocar alguns temas que não o afetam tão diretamente, como
- “as pressões insustentáveis em pessoas jovens, especialmente mulheres” e como “os algoritmos
- podem discriminá-lo por racismo e outras razões horríveis”. Lanier não quer acabar com a
- Internet. Pelo contrário: deixar as redes, ainda que somente por um tempo, pode ser uma forma
- de saber como estão nos prejudicando e, principalmente, percebermos o que poderiam nos
- oferecer.
Adaptado de: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/08/28/tecnologia/1535463505_331615.html
A respeito da grafia de palavras do texto, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas pontilhadas das linhas 13, 15 e 40.
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Qual é o limite das minhas capacidades intelectuais?
- Eis a grande pergunta. Mas, para respondê-la, precisamos definir a que nos referimos quando
- falamos de capacidade intelectual. Seria a capacidade de cada pessoa tomar decisões, pensar e
- aprender tanto uma atividade motora como um conceito. Uma vez clara essa questão, a resposta
- sobre o limite da capacidade intelectual, sua ou de qualquer um, deve começar por dizer que há
- três fatores que estabelecem esses limites.
- O primeiro seria a capacidade intelectual dada por sua genética, pelo genoma que você herdou
- de seus antepassados. Essa carga genética é diferente em cada pessoa. Depois haveria uma
- segunda parte que é o treinamento, o exercício da capacidade intelectual. E o terceiro é o
- ambiente onde a pessoa vive e que pode lhe permitir ou não desenvolver mais ou menos tanto
- sua capacidade inata como o treinamento e a educação. Ou seja, você pode ter uma enorme
- capacidade para aprender chinês, mas se jamais em sua vida for exposta a essa língua, não a
- aprenderá.
- Uma vez que temos claro que esses são os três limites, é preciso explicar também que a
- combinação deles é o que tornará sua capacidade intelectual maior ou menor. Por exemplo, pode
- haver alguém com não muita capacidade inata, mas que esteja decidido a ampliar muito seu
- horizonte intelectual – o que ele deve fazer é muito treinamento. Talvez essa seja a chave que
- explica _____ todos os esportistas, músicos ou qualquer um que seja muito bom numa
- determinada tarefa é tão bom assim _____ treina muito, além de ter de saída uma grande
- capacidade inata, pois só tendo predisposição para isso não conseguiriam. Mas também é preciso
- deixar claro que o desenvolvimento de algumas capacidades só com treinamento às vezes é
- complicado e não permite alcançar um grau de excelência enorme, embora ajude a melhorar.
- Também é muito importante considerar o ambiente – certeza que lhe ocorrem nomes de pessoas
- que se destacam em alguns aspectos simplesmente _____ estão em um ambiente muito propício.
- Há outro aspecto relacionado com a inteligência que é fundamental na hora de avaliar a
- capacidade de uma pessoa: a tomada de decisões. Isso quer dizer que também falamos de
- inteligência ou capacidade intelectual naquela vertente em que uma pessoa tomaria uma
- determinada decisão entre todas as que possa tomar. Aqui não estaríamos melhorando uma
- habilidade, mas sim falando de uma pessoa inteligente no sentido de que toma a melhor decisão.
- Podemos ver pessoas quase iletradas, como alguém que cuida um rebanho e que toma ....... boas
- decisões com relação a conseguir que este rebanho siga ....... – isto seria um comportamento
- claramente inteligente, embora essa pessoa provavelmente obtivesse ....... resultados em uma
- prova que medisse outro tipo de capacidade intelectual.
- Assim, resumindo, existe de fato um limite para a capacidade intelectual, _____
- geneticamente o temos. Por exemplo, você poderia chegar a falar muito bem um idioma devido
- à exposição a ele e ao treino, mas ser incapaz de alcançar o nível fonético dos que são nativos
- do lugar. Também é preciso ter claro que se uma pessoa trabalhar duro pode reduzir, e até muito
- essas limitações. Durante muito tempo parecia que com a educação era possível conseguir tudo,
- e isso não é totalmente verdade. Concluindo, há limites, mas também há uma grande
- variabilidade, e se as pessoas trabalharem e não houver uma doença ou uma lesão, pode-se
- chegar a conseguir muitíssimo.
Adaptado de: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/08/13/ciencia/1534154167_450036.html
Em relação à acentuação de palavras do texto, analise as assertivas a seguir:
I. A palavra ‘três’ é acentuada pela mesma regra que ‘você’.
II. As palavras ‘além’ e ‘também’ são acentuadas em função de regras diferentes.
III. Os vocábulos ‘é’ e ‘até’ são classificados, respectivamente, como verbo e preposição, e, se retirássemos os acentos gráficos, assumiriam outras classes gramaticais.
Quais estão corretas?
Texto I - para as questões de 01 a 09.
Causou escândalo a descoberta de que estava errado o resultado do levantamento divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostrando que 65% dos brasileiros acham que mulheres que usam roupa curta merecem ser estupradas. Respiramos aliviados: corrigidos os dados, constatamos que “apenas” 26% pensam desta maneira... Na verdade, deveríamos nos sentir envergonhados que um em cada quatro homens acredita ter poder de aquilatar quais mulheres se vestem “decentemente” e, a partir desse julgamento, condenar as que, não cumprindo esse padrão, devem ser violentadas. Até porque outros dados da mesma pesquisa, que passaram quase despercebidos, explicitam, por exemplo, que 58% pensam que, se as mulheres “soubessem se comportar”, haveria menos estupros…
Outro fato estarrecedor: a mesma pesquisa aponta que 23% concordam parcialmente e 58% concordam totalmente que em briga de marido e mulher não se mete a colher – triste constatação, a maioria absoluta dos brasileiros é conivente com a violência doméstica. Não é à toa que ocupamos o vergonhoso sétimo lugar, entre 84 países pesquisados, com maior número de mulheres vítimas de brigas entre quatro paredes com marido ou companheiro. São 4,5 assassinatos, em média, a cada grupo de cem mil, com um saldo de mais de cinco mil mulheres mortas por ano. E é sabido que, como também acreditamos que roupa suja se lava em casa, esses números são bastante subestimados...
RUFFATO, Luiz. “Entre nós” (fragmento). In: Minha primeira vez. Porto Alegre: Arquipélago Editorial, 2014
Em cada alternativa a seguir, foi proposta, após a seta, a grafia de um termo de mesmo radical que o de uma palavra retirada do texto. Assinale em qual dessas alternativas a grafia da palavra proposta está correta, quanto à acentuação:
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
A questão da leitura no Brasil
- Sabemos que ler traz muitos benefícios a quem o pratica de modo correto. A leitura
- desenvolve e aumenta o repertório geral, auxilia para que o indivíduo tenha senso crítico, amplia
- o vocabulário, estimula a criatividade e, finalmente, facilita a escrita. _________ carregue
- consigo grandes benefícios, é preciso tomar cuidado e selecionar bem o que se lê. Segundo Valdir
- Heitor Barzotto, professor da Faculdade de Educação da USP, “vivemos em um momento em que
- há excesso de material disponível, o que também pode ser prejudicial, pois uma pessoa pode ler
- coisas que não são, necessariamente, de uma fonte confiável. É uma novidade do tempo
- contemporâneo. Existe muito acesso ao texto, mas não ao conhecimento”. A grande quantidade
- de informação disponível foi propiciada, _________, pelo avanço da tecnologia, em especial o
- da internet.
- Além disso, outro grande problema do panorama da leitura e da escrita no País é a questão
- da interpretação. Alunos com 14 anos ainda têm dificuldades em identificar informações que
- estão tanto explícitas quanto implícitas em um texto. Este déficit transcende a disciplina de
- português e atinge matérias como matemática, no momento de interpretar enunciados-problema,
- e história, para compreender as relações entre os fatos. Nesse sentido, é importante
- lembrar o papel de uma educação de boa qualidade, pois é necessário, primeiramente,
- ultrapassar a barreira da dificuldade da leitura para que o poder de interpretação seja facilitado.
- Na busca pela melhoria do incentivo à leitura e à escrita no País, há três perspectivas para
- as quais devemos tornar os nossos olhares: o governo, a escola e o próprio lar. Esses três
- constituem os principais pilares e não acontecem separadamente. Do poder público é preciso
- cobrar uma melhor administração dos recursos destinados a levar as pessoas a ler. Para o
- professor Barzotto, isso se reflete, principalmente, nas bibliotecas escolares que, além de
- estarem bem aparelhadas, também devem contar com bons funcionários especializados em
- leitura. “O governo precisa garantir uma estrutura mínima em que seja possível ler”, afirma.
- No que diz respeito às funções da escola, é necessário que se construa uma autonomia
- dentro de cada uma. Hoje, muito do que é reproduzido em sala de aula parte de pesquisas
- advindas das universidades, como investigações sobre leitura, escrita e aprendizado. Cria-se
- então uma relação de dependência, quando, na verdade, a universidade deveria funcionar como
- uma parceira. “Por mais que saibamos que o Estado controla como se deve fazer, ele não está
- todos os dias na escola.”
- Em casa, o professor Barzotto diz que é indispensável que haja material de leitura
- disponível, mas ressalta que quantidade nem sempre é qualidade. O importante é que,
- primeiramente, não se force o hábito de leitura na família como uma obrigação, mas sim como
- um prazer. É muito mais produtivo que a família converse e discuta sobre o que leu.
(Fonte: http://www5.usp.br/84357/especialistas-comentam-desafios-para-a-pratica-da-leitura-no-brasil/ – Texto adaptado especialmente para esta prova.)
Assinale a alternativa cujas palavras seguem – respectivamente – as mesmas regras de acentuação gráfica que implícitas, indivíduo e país (estas retiradas do texto).
Uma vela para Dario
Dario vem apressado, guarda-chuva no braço esquerdo. Assim que dobra a esquina, diminui o passo até parar, encosta-se a uma parede. Por ela escorrega, senta-se na calçada, ainda úmida de chuva. Descansa na pedra o cachimbo.
Dois ou três passantes à sua volta indagam se não está bem. Dario abre a boca, move os lábios, não se ouve resposta. O senhor gordo, de branco, diz que deve sofrer de ataque.
Ele reclina-se mais um pouco, estendido agora na calçada, e o cachimbo apagou. O rapaz de bigode pede aos outros que se afastem e o deixem respirar. Abre-lhe o paletó, o colarinho, a gravata e a cinta. Quando lhe tiram os sapatos, Dario ronqueja feio, bolhas de espuma surgem no canto da boca.
Cada pessoa que chega ergue-se na ponta dos pés, não o pode ver. Os moradores da rua conversam de uma porta à outra, as crianças de pijama acodem à janela. O senhor gordo repete que Dario sentou-se na calçada, soprando a fumaça do cachimbo, encostava o guarda-chuva na parede. Mas não se vê guarda-chuva ou cachimbo ao seu lado.
A velhinha de cabeça grisalha grita que ele está morrendo. Um grupo o arrasta para o táxi da esquina. Já no carro a metade do corpo, protesta o motorista: quem pagará a corrida? Concordam chamar a ambulância. Dario conduzido de volta e recostado à parede - não tem os sapatos nem o alfinete de pérola na gravata.
Alguém informa da farmácia na outra rua. Não carregam Dario além da esquina; a farmácia no fim do quarteirão e, além do mais, muito peso. É largado na porta de uma peixaria. Enxame de moscas lhe cobrem o rosto, sem que faça um gesto para espantá-las.
Ocupado o café próximo pelas pessoas que apreciam o incidente e, agora , comendo e bebendo, gozam as delícias da noite. Dario em sossego e torto no degrau da peixaria, sem o relógio de pulso.
Um terceiro sugere lhe examinem os papéis, retirados - com vários objetos - de seus bolsos e alinhados sobre a camisa branca. Ficaram sabendo do nome, idade, sinal de nascença. O endereço na carteira é de outra cidade
Registra-se correria de uns duzentos curiosos que, a essa hora, ocupam toda a rua e as calçadas: é a polícia. O carro negro investe a multidão. Várias pessoas tropeçam no corpo de Dario, pisoteado dezessete vezes.
O guarda aproxima-se do cadáver, não pode identificá-lo - os bolsos vazios. Resta na mão esquerda a aliança de ouro, que ele próprio - quando vivo - só destacava molhando no sabonete. A polícia decide chamar o rabecão.
A última boca repete - Ele morreu, ele morreu. E a gente começa a se dispersar. Dario levou duas horas para morrer, ninguém acreditava estivesse no fim. Agora, aos que alcançam vê-lo, todo o ar de um defunto.
Um senhor piedoso dobra o paletó de Dario para lhe apoiar a cabeça. Cruza as mãos no peito. Não consegue fechar olho nem boca, onde a espuma sumiu. Apenas um homem morto e a multidão se espalha, as mesas do café ficam vazias. Na janela alguns moradores com almofadas para descansar os cotovelos.
Um menino de cor e descalço vem com uma vela, que acende ao lado do cadáver. Parece morto há muitos anos, quase o retrato de um morto desbotado pela chuva.
Fecham-se uma a uma as janelas. Três horas depois, lá está Dario à espera do rabecão. A cabeça agora na pedra, sem o paletó. E o dedo sem a aliança. O toco de vela apaga-se às primeiras gotas da chuva, que volta a cair.
[1964] (De "Cemitério de Elefantes", Rio, Civilização Brasileira, 6. ed. , 1980)
Mas não se vê guarda-chuva ou cachimbo ao seu lado. As palavras em destaque apresentam a representação de ch com o som de x. Das opções a seguir, marque a que apresenta não erro de grafia:
Uma vela para Dario
Dario vem apressado, guarda-chuva no braço esquerdo. Assim que dobra a esquina, diminui o passo até parar, encosta-se a uma parede. Por ela escorrega, senta-se na calçada, ainda úmida de chuva. Descansa na pedra o cachimbo.
Dois ou três passantes à sua volta indagam se não está bem. Dario abre a boca, move os lábios, não se ouve resposta. O senhor gordo, de branco, diz que deve sofrer de ataque.
Ele reclina-se mais um pouco, estendido agora na calçada, e o cachimbo apagou. O rapaz de bigode pede aos outros que se afastem e o deixem respirar. Abre-lhe o paletó, o colarinho, a gravata e a cinta. Quando lhe tiram os sapatos, Dario ronqueja feio, bolhas de espuma surgem no canto da boca.
Cada pessoa que chega ergue-se na ponta dos pés, não o pode ver. Os moradores da rua conversam de uma porta à outra, as crianças de pijama acodem à janela. O senhor gordo repete que Dario sentou-se na calçada, soprando a fumaça do cachimbo, encostava o guarda-chuva na parede. Mas não se vê guarda-chuva ou cachimbo ao seu lado.
A velhinha de cabeça grisalha grita que ele está morrendo. Um grupo o arrasta para o táxi da esquina. Já no carro a metade do corpo, protesta o motorista: quem pagará a corrida? Concordam chamar a ambulância. Dario conduzido de volta e recostado à parede - não tem os sapatos nem o alfinete de pérola na gravata.
Alguém informa da farmácia na outra rua. Não carregam Dario além da esquina; a farmácia no fim do quarteirão e, além do mais, muito peso. É largado na porta de uma peixaria. Enxame de moscas lhe cobrem o rosto, sem que faça um gesto para espantá-las.
Ocupado o café próximo pelas pessoas que apreciam o incidente e, agora , comendo e bebendo, gozam as delícias da noite. Dario em sossego e torto no degrau da peixaria, sem o relógio de pulso.
Um terceiro sugere lhe examinem os papéis, retirados - com vários objetos - de seus bolsos e alinhados sobre a camisa branca. Ficaram sabendo do nome, idade, sinal de nascença. O endereço na carteira é de outra cidade
Registra-se correria de uns duzentos curiosos que, a essa hora, ocupam toda a rua e as calçadas: é a polícia. O carro negro investe a multidão. Várias pessoas tropeçam no corpo de Dario, pisoteado dezessete vezes.
O guarda aproxima-se do cadáver, não pode identificá-lo - os bolsos vazios. Resta na mão esquerda a aliança de ouro, que ele próprio - quando vivo - só destacava molhando no sabonete. A polícia decide chamar o rabecão.
A última boca repete - Ele morreu, ele morreu. E a gente começa a se dispersar. Dario levou duas horas para morrer, ninguém acreditava estivesse no fim. Agora, aos que alcançam vê-lo, todo o ar de um defunto.
Um senhor piedoso dobra o paletó de Dario para lhe apoiar a cabeça. Cruza as mãos no peito. Não consegue fechar olho nem boca, onde a espuma sumiu. Apenas um homem morto e a multidão se espalha, as mesas do café ficam vazias. Na janela alguns moradores com almofadas para descansar os cotovelos.
Um menino de cor e descalço vem com uma vela, que acende ao lado do cadáver. Parece morto há muitos anos, quase o retrato de um morto desbotado pela chuva.
Fecham-se uma a uma as janelas. Três horas depois, lá está Dario à espera do rabecão. A cabeça agora na pedra, sem o paletó. E o dedo sem a aliança. O toco de vela apaga-se às primeiras gotas da chuva, que volta a cair.
[1964] (De "Cemitério de Elefantes", Rio, Civilização Brasileira, 6. ed. , 1980)
Ocupado o café próximo pelas pessoas que apreciam o incidente... Pertencem à mesma regra de acentuação gráfica da palavra em destaque:
A violência em Roraima é contra a imagem no espelho
Os venezuelanos encarnam o pesadelo real de que toda estabilidade é provisória e o pertencimento é sempre precário
Eliane Brum
- Não se compreende a violência dos brasileiros
- contra os venezuelanos sem entender o que é
- estar na fronteira e se saber à beira do mapa,
- a borda como o precipício que lembra a quem
- se agarra ao lado de cá que há uma fera
- rosnando no desconhecido. Com exceção dos
- povos indígenas, a população não indígena de
- Roraima é formada por migrantes recentes, a
- maioria da segunda metade do século XX. E
- sempre chegando de um outro lugar em que o
- chão se tornou movediço embaixo dos pés.
- Muitos não desembarcaram em Roraima
- diretamente do lugar em que nasceram, mas
- antes tentaram pertencer a outros pontos do
- mapa e não puderam se fixar por falta de
- trabalho ou outras faltas. Quem alcança um
- estado como Roraima vindo das regiões mais
- pobres do Brasil — ou das porções mais
- pobres dos estados rico s— sabe que alcançou
- uma espécie de território limite. Dali pra
- frente não há mais para onde andar. Talvez o
- que um brasileiro de Roraima vislumbre num
- venezuelano desesperado e sem lugar seja o
- retrato de si mesmo. Uma velha foto bem
- conhecida empurrada para o fundo de uma
- gaveta da qual ninguém quer lembrar, mas
- que nunca pôde ser totalmente esquecida.
- Diante dos venezuelanos famintos, doentes e
- assustados, desejando desesperadamente
- entrar, a imagem se materializa como um
- espelho que é preciso destruir. O que
- destroem no corpo do outro é a imagem de si
- mesmos cujo retorno não podem aceitar.
- A angústia de não pertencer rugia dentro da
- maioria das pessoas que entrevistei em
- Roraima, em diferentes momentos. Mas isso
- jamais era admitido. Ao contrário. Como
- costuma acontecer neste tipo de fenômeno,
- ela se expressava como uma identidade feroz,
- a de ser o único cidadão legítimo, o único com
- o direito de estar ali, o único que trabalha e
- quer progredir. Isso se manifestava em três
- comportamentos clássicos: a hostilidade
- contra estrangeiros de outra língua,
- especialmente americanos, a desconfiança
- com relação a brasileiros não migrantes, o
- desejo de apagar as populações nativas,
- ainda que pela assimilação ou pela supressão
- de direitos. (...)
- A identidade roraimense é fomentada na
- população por velhas e novas elites locais a
- partir da ideia de que o Brasil é contra eles
- (ou os ignora ou só aparece para se meter
- onde não devia, como na atual disputa pelo
- fechamento da fronteira com a Venezuela), os
- “gringos” querem tomar a Amazônia de seus
- legítimos donos e os indígenas impedem o
- progresso do estado e também de cada
- indivíduo que ali chegou com o sonho de fazer
- história, fortuna e, principalmente casa —
- lugar de pertencimento para quem tanto
- peregrinou pelo mapa do Brasil até finalmente
- alcançar a sua borda. Essa é sempre a
- condição de fronteira entre aqueles que as
- disputam. (...) A fronteira é um espaço de
- sobreviventes, que já conheceram o pior de
- vários mundos, sofreram estigmas,
- preconceitos e indignidades, e estão lutando
- por um lugar e sabem muito bem o porquê.
- (...)
- A imagem dos venezuelanos entrando e
- entrando, desesperados, miseráveis e
- famintos, é a imagem que um migrante mais
- teme para si mesmo. É também a prova de
- que a estabilidade é sempre provisória, de
- que é possível perder tudo mais uma vez. É a
- evidência viva, encarnada, de que não há
- lugar seguro, de que o pertencimento é
- sempre precário. De que do outro lado da
- borda, o abismo espreita com olhos injetados
- de sangue. Quem viveu escorregando de
- todos os mapas sente a dor dessa experiência
- no corpo.
Fonte:
https://brasil.elpais.com/brasil/2018/08/27/opinion.html
Acesso em 06/09/2018. Adaptação.
Considerando a justificativa para a acentuação da palavra “pôde” em “... mas que nunca pôde ser totalmente esquecida” (linhas 26-27), assinale a opção em que a acentuação do termo destacado é justificada pelo mesmo motivo.
INSTRUÇÕES: As questões de 1 a 4 dizem respeito ao TEXTO 1. Leia-o atentamente antes de respondê-las.
TEXTO 1
Aprenda a cuidar melhor dos pés, esses injustiçados
1 Normalmente não dispensamos a esses fiéis
escudeiros a atenção que merecem. Pior: quase
sempre os ignoramos, quando não os castigamos
com excesso de peso e sapatos que são
5 verdadeiros instrumentos de tortura. Mas ainda
está em tempo de tratar melhor os pés, que depois
dos 50 exibem os tristes resultados de décadas de
negligência. Pacientes diabéticos já são orientados
pelos médicos para redobrar os cuidados com essa
10 parte do corpo, mas mesmo quem não sofre da
doença ou de problemas como joanetes ou artrose
deve tomar precauções. Não perca seus pés de
vista: depois do banho, enxugue bem entre os
dedos, porque a umidade facilita a proliferação de
15 fungos. Verifique se a pele apresenta bolhas,
manchas avermelhadas ou algum ferimento. E
aprenda a tratá-los com mais carinho, porque são
fundamentais para nos manter ativos. Alguns
cuidados fundamentais para os pés são: manter
20 uma boa hidratação, manter as unhas sempre
limpas e aparadas, evitar sapatos inadequados,
promover o descanso, bem controlar o peso. em
G1 Disponível https://g1.globo.com/bemestar/blog/longevidade-modo-de-usar/post/aprenda-a-cuidar-melhor-dos-pes-esses-injusticados.ghtml (Fragmento adaptado) - Acesso em 22. jan. 2018
Assinale a alternativa em que a palavra retirada do Texto 1 é acentuada pela seguinte razão: Assinalam-se as palavras paroxítonas terminadas em ditongo, seguidas ou não de “s”.