Questões de Concurso Comentadas sobre ortografia em português

Foram encontradas 12.429 questões

Q2815261 Pedagogia

Leia as afirmativas a seguir:


I. A grafia dos vocábulos seguintes está correta: apremder, apremdis, apremdizádo.

II. Cabe à escola elaborar sua proposta pedagógica.

III. A condução do processo de ensino dispensa uma compreensão do que vem a ser o processo de aprendizagem.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q2815259 Pedagogia

Leia as afirmativas a seguir:


I. Está correto o uso do acento gráfico em: sádio.

II. É permitido aos municípios compor com o sistema estadual de ensino um sistema único de educação básica.

III. A interdisciplinaridade auxilia no entendimento das relações entre conhecimentos de campos disciplinares distintos.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q2815257 Português

Leia as afirmativas a seguir:


I. O pluralismo de concepções pedagógicas é favorável à qualidade do ensino nas escolas municipais.

II. Está correto o uso do acento gráfico em: tauríno.

III. As instituições governamentais não exercem qualquer influência sobre o ensino nas escolas.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q2815254 Pedagogia

Leia as afirmativas a seguir:


I. A grafia do verbo seguinte está correta: compulsar.

II. O professor não deve contrariar os saberes curriculares, advindos da cultura.

III. O paradigma Psicologizante, na perspectiva de Vygotsky, concebe a avaliação como oportunidade de tolher as habilidades dos estudantes.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q2815252 Português

Leia as afirmativas a seguir:


I. Recebe acento o vocábulo seguinte: fértil.

II. O trabalho interdisciplinar deve propiciar o diálogo entre os conteúdos disciplinares.

III. A grafia dos verbos seguintes está correta: ser, ter.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q2815248 Pedagogia

Leia as afirmativas a seguir:


I. É proibido qualquer trabalho a menores de dezoito anos de idade, ainda que na condição de aprendiz.

II. O currículo escolar não deve ser construído de forma colaborativa.

III. A grafia do adjetivo seguinte está correta: enigmático.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q2815241 Português

Leia as afirmativas a seguir:


I. Está correto o uso do acento gráfico em: salútar.

II. Está correto o uso do acento gráfico em: temerôso.

III. Os saberes da prática sempre levam o docente a fazer escolhas equivocadas e incorretas.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q2815235 Pedagogia

Leia as afirmativas a seguir:


I. A escola deve assegurar o cumprimento dos dias letivos e horas-aula estabelecidas, além das demais ações planejadas, com o objetivo de prover o desenvolvimento do estudante no meio educacional.

II. A educação escolar não deve vincular-se ao mundo do trabalho, à prática social ou à cultura do indivíduo.

III. A avaliação da aprendizagem deve estar desassociada do conhecimento do estudante.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q2806646 Português

Sobre os pressupostos da gramática no âmbito escolar, todas as alternativas estão corretas, EXCETO:

Alternativas
Q2803297 Português

Leia atentamente o Texto para responder as questões de 01 a 05.


(Texto)


Sonda da Nasa busca poeira do asteroide Bentu

para estudos; entenda as etapas da missão


1 Nem bem passou a festa pelo sucesso do pouso da

InSight em Marte, já temos outra marca para

comemorar: a chegada da OSIRIS-REx ao

asteroide Bentu. Em setembro de 2016 a NASA

5 lançou a sonsa OSIRIS-REx em parceiria com a

Universidade do Arizona com o objetivo de estudar

o asteroide Bentu. Esse asteroide está na categoria

de Asteroides Potencialmente Perigosos, mas que

não representa nenhum risco real para a Terra. Ao

10 menos nos próximos séculos. Essa classe abrange

os asteroides que atinjam distância igual ou menor

que 20 vezes a distância Terra-Lua quando ele

cruza a órbita do nosso planeta. Então asteroides

dessa categoria são bons alvos porque estão perto

15 e, além de potencialmente perigosos, são também

potencialmente lucrativos! Depois de viajar 2

bilhões de quilômetros, a OSIRIS-REx finalmente

adentrou a 'Esfera de Hills' do asteroide. Essa esfera

representa o ponto onde a força gravitacional de um

20 corpo no espaço, no caso Bentu, se torna mais

intensa que a força gravitacional do Sol. Em outras

palavras, a sonsa foi capturada pelo campo

gravitacional do asteroide. A missão da OSIRIS-

Rex é bem ousada, depois de mapear a superfície

25 do asteroide, irá se aproximar dele e colher uma

amostra do terreno para enviá-la à Terra para

análise.


(Fonte adaptada: https://g1.globo.com>acesso em 07 de dezembro de 2018)

Com base na regra gramatical de acentuação da palavra “quilômetros” (linha 17), assinale a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q2790363 Português

UM PADRÃO IDEAL DA LÍNGUA


(1º§) Existem, na língua, padrões reais e padrões ideais de linguagem.

(2º§) Padrão ideal é o que se espera que o falante diga numa situação de formalidade.

(3º§) Padrão real é o que o falante diz em situações informais ou em situações em que o falante recusa ou ignora a formalidade. O que se ensina na escola, nas aulas de português, são padrões ideais [...].

(4º§) Quando alguém, com exagero, afirma que determinado orador “assassina” o português, o que ele está dizendo é que esse orador não aprendeu ou não respeita os padrões ideais de um registro adequado à situação de formalidade em que o discurso se realiza.

(5º§) Embora uma pessoa entre na escola respirando, ouvindo ou enxergando, não é exagero dizer que ela ainda não sabe respirar, ouvir ou enxergar adequadamente em certas situações. O mesmo ocorre com a língua.

(6º§) Entra-se na escola falando-se o português. Mas é aprendendo a falar a própria língua que um falante consegue mudar os registros linguísticos de acordo com a situação da fala.

(7º§) A língua não tem apenas uma função social. [...]


(Por: Dr. José Augusto Carvalho. Doutor em Letras. Língua Portuguesa, ano 8, dez. 2012.)

Sobre o trecho: “Mas é aprendendo a1 falar a2 própria língua que3 um falante consegue mudar os registros linguísticos de acordo com a situação da fala”. - Marque a alternativa com afirmação incorreta.

Alternativas
Q2781653 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.


Largar as redes sociais?


  1. Apesar das críticas ___ redes sociais e inclusive das campanhas midiáticas para abrir mão
  2. delas, poucos usuários tomam a decisão de apagar suas contas. O Twitter continua com seus
  3. 300 milhões de perfis, o Facebook tem mais de dois bilhões, e o Instagram segue crescendo e
  4. já passa dos 500 milhões. Jaron Lanier, pioneiro da internet e da realidade virtual, considera
  5. que os benefícios dessas redes não compensam os inconvenientes. Em seu último livro, dá
  6. motivos para largar o Twitter, o Facebook e inclusive o WhatsApp e os serviços do Google. Se
  7. pudermos. E mesmo que seja só por uma temporada. Estes são alguns dos motivos que ele
  8. propõe nesse texto escrito a modo de manifesto:
  9. 1. Você está perdendo sua liberdade. As redes sociais, em especial o Facebook,
  10. pretendem guardar registro de todas as nossas ações: o que compartilhamos, o que
  11. comentamos, o que curtimos, aonde vamos. “Agora todos somos animais de laboratório”,
  12. escreve Lanier, e participamos de uma experiência constante para que os anunciantes nos
  13. enviem suas mensagens quando estivermos mais ..................... a elas.
  14. Isso também teve consequências políticas: os grupos que distribuem notícias falsas
  15. encontraram uma “.............. desenhada para ajudar os anunciantes ___ alcançarem seu público
  16. objetivo com mensagens testadas para conseguir sua atenção”. Para o Facebook tanto faz se
  17. estes “anunciantes” são empresas que querem vender produtos, partidos políticos ou difusores
  18. de notícias falsas. O sistema é o mesmo para todos e melhora “quando as pessoas estão
  19. irritadas, obcecadas e divididas”.
  20. 2. Estão lhe deixando infeliz. Lanier cita estudos que mostram que, apesar das
  21. possibilidades de conexão que as redes sociais oferecem, na verdade sofremos “uma sensação
  22. cada vez maior de isolamento” por motivos tão díspares como “os padrões irracionais de beleza
  23. e status, por exemplo”. Os algoritmos, escreve ele, nos colocam em categorias e nos ordenam
  24. segundo nossos amigos, seguidores, o número de curtidas ou retuítes, o muito ou pouco que
  25. publicamos… São critérios que nos parecem pouco significativos, mas que acabam tendo efeitos
  26. na vida real: “Nas notícias que vemos, em quem nos aparece como possível relacionamento
  27. amoroso, em que produtos nos oferecem”. Também podem acabar influenciando em futuros
  28. trabalhos: muitos dos responsáveis por recursos humanos procuram seus candidatos no
  29. Facebook e no Google.
  30. 3. Estão enfraquecendo a verdade. Lanier lembra que as teorias da conspiração mais
  31. loucas (ele dá o exemplo dos antivacinas) frequentemente começam nas redes sociais, onde seu
  32. eco se amplifica, “antes de aparecerem em veículos de comunicação extremamente partidários”.
  33. 4. Estão destruindo sua capacidade de empatia. Com esse argumento, Lanier se refere
  34. principalmente ___ bolha, termo criado por Eli Pariser. No Facebook, por exemplo, as notícias
  35. aparecem na tela de acordo com as pessoas e os veículos de comunicação que seguimos e,
  36. também, dependendo dos conteúdos de que gostamos. A consequência é que nas redes
  37. frequentemente acessamos somente nossa própria bolha, ou seja, tudo aquilo que conhecemos,
  38. com o que estamos de acordo e que nos faz sentir confortáveis. Ou seja, não vemos outras
  39. ideias, recebemos somente suas caricaturas. E, consequentemente, em vez de tentar entender
  40. as razões por ....... de outros pontos de vista, nossas ideias se reforçam e o diálogo é cada vez
  41. mais difícil.
  42. 5. Não querem que você tenha dignidade econômica. Lanier explica que o modelo de
  43. negócio que predomina na Internet é consequência do “dogma” de acreditar que “se o software
  44. não era grátis, não podia ser aberto”. A publicidade foi vista como uma forma de solucionar esse
  45. problema.
  46. Essas são somente algumas das razões expostas por Lanier em um livro que, como o próprio
  47. autor admite, nem mesmo chega a tocar alguns temas que não o afetam tão diretamente, como
  48. “as pressões insustentáveis em pessoas jovens, especialmente mulheres” e como “os algoritmos
  49. podem discriminá-lo por racismo e outras razões horríveis”. Lanier não quer acabar com a
  50. Internet. Pelo contrário: deixar as redes, ainda que somente por um tempo, pode ser uma forma
  51. de saber como estão nos prejudicando e, principalmente, percebermos o que poderiam nos
  52. oferecer.


Adaptado de: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/08/28/tecnologia/1535463505_331615.html

Assim como a palavra ‘antivacinas’ (l.31), todos os vocábulos a seguir não necessitam do uso de hífen, EXCETO:

Alternativas
Q2781092 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.


Largar as redes sociais?


  1. Apesar das críticas ___ redes sociais e inclusive das campanhas midiáticas para abrir mão
  2. delas, poucos usuários tomam a decisão de apagar suas contas. O Twitter continua com seus
  3. 300 milhões de perfis, o Facebook tem mais de dois bilhões, e o Instagram segue crescendo e
  4. já passa dos 500 milhões. Jaron Lanier, pioneiro da internet e da realidade virtual, considera
  5. que os benefícios dessas redes não compensam os inconvenientes. Em seu último livro, dá
  6. motivos para largar o Twitter, o Facebook e inclusive o WhatsApp e os serviços do Google. Se
  7. pudermos. E mesmo que seja só por uma temporada. Estes são alguns dos motivos que ele
  8. propõe nesse texto escrito a modo de manifesto:
  9. 1. Você está perdendo sua liberdade. As redes sociais, em especial o Facebook,
  10. pretendem guardar registro de todas as nossas ações: o que compartilhamos, o que
  11. comentamos, o que curtimos, aonde vamos. “Agora todos somos animais de laboratório”,
  12. escreve Lanier, e participamos de uma experiência constante para que os anunciantes nos
  13. enviem suas mensagens quando estivermos mais ..................... a elas.
  14. Isso também teve consequências políticas: os grupos que distribuem notícias falsas
  15. encontraram uma “.............. desenhada para ajudar os anunciantes ___ alcançarem seu público
  16. objetivo com mensagens testadas para conseguir sua atenção”. Para o Facebook tanto faz se
  17. estes “anunciantes” são empresas que querem vender produtos, partidos políticos ou difusores
  18. de notícias falsas. O sistema é o mesmo para todos e melhora “quando as pessoas estão
  19. irritadas, obcecadas e divididas”.
  20. 2. Estão lhe deixando infeliz. Lanier cita estudos que mostram que, apesar das
  21. possibilidades de conexão que as redes sociais oferecem, na verdade sofremos “uma sensação
  22. cada vez maior de isolamento” por motivos tão díspares como “os padrões irracionais de beleza
  23. e status, por exemplo”. Os algoritmos, escreve ele, nos colocam em categorias e nos ordenam
  24. segundo nossos amigos, seguidores, o número de curtidas ou retuítes, o muito ou pouco que
  25. publicamos… São critérios que nos parecem pouco significativos, mas que acabam tendo efeitos
  26. na vida real: “Nas notícias que vemos, em quem nos aparece como possível relacionamento
  27. amoroso, em que produtos nos oferecem”. Também podem acabar influenciando em futuros
  28. trabalhos: muitos dos responsáveis por recursos humanos procuram seus candidatos no
  29. Facebook e no Google.
  30. 3. Estão enfraquecendo a verdade. Lanier lembra que as teorias da conspiração mais
  31. loucas (ele dá o exemplo dos antivacinas) frequentemente começam nas redes sociais, onde seu
  32. eco se amplifica, “antes de aparecerem em veículos de comunicação extremamente partidários”.
  33. 4. Estão destruindo sua capacidade de empatia. Com esse argumento, Lanier se refere
  34. principalmente ___ bolha, termo criado por Eli Pariser. No Facebook, por exemplo, as notícias
  35. aparecem na tela de acordo com as pessoas e os veículos de comunicação que seguimos e,
  36. também, dependendo dos conteúdos de que gostamos. A consequência é que nas redes
  37. frequentemente acessamos somente nossa própria bolha, ou seja, tudo aquilo que conhecemos,
  38. com o que estamos de acordo e que nos faz sentir confortáveis. Ou seja, não vemos outras
  39. ideias, recebemos somente suas caricaturas. E, consequentemente, em vez de tentar entender
  40. as razões por ....... de outros pontos de vista, nossas ideias se reforçam e o diálogo é cada vez
  41. mais difícil.
  42. 5. Não querem que você tenha dignidade econômica. Lanier explica que o modelo de
  43. negócio que predomina na Internet é consequência do “dogma” de acreditar que “se o software
  44. não era grátis, não podia ser aberto”. A publicidade foi vista como uma forma de solucionar esse
  45. problema.
  46. Essas são somente algumas das razões expostas por Lanier em um livro que, como o próprio
  47. autor admite, nem mesmo chega a tocar alguns temas que não o afetam tão diretamente, como
  48. “as pressões insustentáveis em pessoas jovens, especialmente mulheres” e como “os algoritmos
  49. podem discriminá-lo por racismo e outras razões horríveis”. Lanier não quer acabar com a
  50. Internet. Pelo contrário: deixar as redes, ainda que somente por um tempo, pode ser uma forma
  51. de saber como estão nos prejudicando e, principalmente, percebermos o que poderiam nos
  52. oferecer.


Adaptado de: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/08/28/tecnologia/1535463505_331615.html

A respeito da grafia de palavras do texto, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas pontilhadas das linhas 13, 15 e 40.

Alternativas
Q2779311 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.


Qual é o limite das minhas capacidades intelectuais?


  1. Eis a grande pergunta. Mas, para respondê-la, precisamos definir a que nos referimos quando
  2. falamos de capacidade intelectual. Seria a capacidade de cada pessoa tomar decisões, pensar e
  3. aprender tanto uma atividade motora como um conceito. Uma vez clara essa questão, a resposta
  4. sobre o limite da capacidade intelectual, sua ou de qualquer um, deve começar por dizer que há
  5. três fatores que estabelecem esses limites.
  6. O primeiro seria a capacidade intelectual dada por sua genética, pelo genoma que você herdou
  7. de seus antepassados. Essa carga genética é diferente em cada pessoa. Depois haveria uma
  8. segunda parte que é o treinamento, o exercício da capacidade intelectual. E o terceiro é o
  9. ambiente onde a pessoa vive e que pode lhe permitir ou não desenvolver mais ou menos tanto
  10. sua capacidade inata como o treinamento e a educação. Ou seja, você pode ter uma enorme
  11. capacidade para aprender chinês, mas se jamais em sua vida for exposta a essa língua, não a
  12. aprenderá.
  13. Uma vez que temos claro que esses são os três limites, é preciso explicar também que a
  14. combinação deles é o que tornará sua capacidade intelectual maior ou menor. Por exemplo, pode
  15. haver alguém com não muita capacidade inata, mas que esteja decidido a ampliar muito seu
  16. horizonte intelectual – o que ele deve fazer é muito treinamento. Talvez essa seja a chave que
  17. explica _____ todos os esportistas, músicos ou qualquer um que seja muito bom numa
  18. determinada tarefa é tão bom assim _____ treina muito, além de ter de saída uma grande
  19. capacidade inata, pois só tendo predisposição para isso não conseguiriam. Mas também é preciso
  20. deixar claro que o desenvolvimento de algumas capacidades só com treinamento às vezes é
  21. complicado e não permite alcançar um grau de excelência enorme, embora ajude a melhorar.
  22. Também é muito importante considerar o ambiente – certeza que lhe ocorrem nomes de pessoas
  23. que se destacam em alguns aspectos simplesmente _____ estão em um ambiente muito propício.
  24. Há outro aspecto relacionado com a inteligência que é fundamental na hora de avaliar a
  25. capacidade de uma pessoa: a tomada de decisões. Isso quer dizer que também falamos de
  26. inteligência ou capacidade intelectual naquela vertente em que uma pessoa tomaria uma
  27. determinada decisão entre todas as que possa tomar. Aqui não estaríamos melhorando uma
  28. habilidade, mas sim falando de uma pessoa inteligente no sentido de que toma a melhor decisão.
  29. Podemos ver pessoas quase iletradas, como alguém que cuida um rebanho e que toma ....... boas
  30. decisões com relação a conseguir que este rebanho siga ....... – isto seria um comportamento
  31. claramente inteligente, embora essa pessoa provavelmente obtivesse ....... resultados em uma
  32. prova que medisse outro tipo de capacidade intelectual.
  33. Assim, resumindo, existe de fato um limite para a capacidade intelectual, _____
  34. geneticamente o temos. Por exemplo, você poderia chegar a falar muito bem um idioma devido
  35. à exposição a ele e ao treino, mas ser incapaz de alcançar o nível fonético dos que são nativos
  36. do lugar. Também é preciso ter claro que se uma pessoa trabalhar duro pode reduzir, e até muito
  37. essas limitações. Durante muito tempo parecia que com a educação era possível conseguir tudo,
  38. e isso não é totalmente verdade. Concluindo, há limites, mas também há uma grande
  39. variabilidade, e se as pessoas trabalharem e não houver uma doença ou uma lesão, pode-se
  40. chegar a conseguir muitíssimo.


Adaptado de: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/08/13/ciencia/1534154167_450036.html

Em relação à acentuação de palavras do texto, analise as assertivas a seguir:


I. A palavra ‘três’ é acentuada pela mesma regra que ‘você’.

II. As palavras ‘além’ e ‘também’ são acentuadas em função de regras diferentes.

III. Os vocábulos ‘é’ e ‘até’ são classificados, respectivamente, como verbo e preposição, e, se retirássemos os acentos gráficos, assumiriam outras classes gramaticais.


Quais estão corretas?

Alternativas
Ano: 2018 Banca: RBO Órgão: CPTM Prova: RBO - 2018 - CPTM - Operador de Circulação |
Q2779130 Português

Texto I - para as questões de 01 a 09.


Causou escândalo a descoberta de que estava errado o resultado do levantamento divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostrando que 65% dos brasileiros acham que mulheres que usam roupa curta merecem ser estupradas. Respiramos aliviados: corrigidos os dados, constatamos que “apenas” 26% pensam desta maneira... Na verdade, deveríamos nos sentir envergonhados que um em cada quatro homens acredita ter poder de aquilatar quais mulheres se vestem “decentemente” e, a partir desse julgamento, condenar as que, não cumprindo esse padrão, devem ser violentadas. Até porque outros dados da mesma pesquisa, que passaram quase despercebidos, explicitam, por exemplo, que 58% pensam que, se as mulheres “soubessem se comportar”, haveria menos estupros…

Outro fato estarrecedor: a mesma pesquisa aponta que 23% concordam parcialmente e 58% concordam totalmente que em briga de marido e mulher não se mete a colher – triste constatação, a maioria absoluta dos brasileiros é conivente com a violência doméstica. Não é à toa que ocupamos o vergonhoso sétimo lugar, entre 84 países pesquisados, com maior número de mulheres vítimas de brigas entre quatro paredes com marido ou companheiro. São 4,5 assassinatos, em média, a cada grupo de cem mil, com um saldo de mais de cinco mil mulheres mortas por ano. E é sabido que, como também acreditamos que roupa suja se lava em casa, esses números são bastante subestimados...

RUFFATO, Luiz. “Entre nós” (fragmento). In: Minha primeira vez. Porto Alegre: Arquipélago Editorial, 2014

Em cada alternativa a seguir, foi proposta, após a seta, a grafia de um termo de mesmo radical que o de uma palavra retirada do texto. Assinale em qual dessas alternativas a grafia da palavra proposta está correta, quanto à acentuação:


Alternativas
Q2772075 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.


A questão da leitura no Brasil


  1. Sabemos que ler traz muitos benefícios a quem o pratica de modo correto. A leitura
  2. desenvolve e aumenta o repertório geral, auxilia para que o indivíduo tenha senso crítico, amplia
  3. o vocabulário, estimula a criatividade e, finalmente, facilita a escrita. _________ carregue
  4. consigo grandes benefícios, é preciso tomar cuidado e selecionar bem o que se lê. Segundo Valdir
  5. Heitor Barzotto, professor da Faculdade de Educação da USP, “vivemos em um momento em que
  6. há excesso de material disponível, o que também pode ser prejudicial, pois uma pessoa pode ler
  7. coisas que não são, necessariamente, de uma fonte confiável. É uma novidade do tempo
  8. contemporâneo. Existe muito acesso ao texto, mas não ao conhecimento”. A grande quantidade
  9. de informação disponível foi propiciada, _________, pelo avanço da tecnologia, em especial o
  10. da internet.
  11. Além disso, outro grande problema do panorama da leitura e da escrita no País é a questão
  12. da interpretação. Alunos com 14 anos ainda têm dificuldades em identificar informações que
  13. estão tanto explícitas quanto implícitas em um texto. Este déficit transcende a disciplina de
  14. português e atinge matérias como matemática, no momento de interpretar enunciados-problema,
  15. e história, para compreender as relações entre os fatos. Nesse sentido, é importante
  16. lembrar o papel de uma educação de boa qualidade, pois é necessário, primeiramente,
  17. ultrapassar a barreira da dificuldade da leitura para que o poder de interpretação seja facilitado.
  18. Na busca pela melhoria do incentivo à leitura e à escrita no País, há três perspectivas para
  19. as quais devemos tornar os nossos olhares: o governo, a escola e o próprio lar. Esses três
  20. constituem os principais pilares e não acontecem separadamente. Do poder público é preciso
  21. cobrar uma melhor administração dos recursos destinados a levar as pessoas a ler. Para o
  22. professor Barzotto, isso se reflete, principalmente, nas bibliotecas escolares que, além de
  23. estarem bem aparelhadas, também devem contar com bons funcionários especializados em
  24. leitura. “O governo precisa garantir uma estrutura mínima em que seja possível ler”, afirma.
  25. No que diz respeito às funções da escola, é necessário que se construa uma autonomia
  26. dentro de cada uma. Hoje, muito do que é reproduzido em sala de aula parte de pesquisas
  27. advindas das universidades, como investigações sobre leitura, escrita e aprendizado. Cria-se
  28. então uma relação de dependência, quando, na verdade, a universidade deveria funcionar como
  29. uma parceira. “Por mais que saibamos que o Estado controla como se deve fazer, ele não está
  30. todos os dias na escola.”
  31. Em casa, o professor Barzotto diz que é indispensável que haja material de leitura
  32. disponível, mas ressalta que quantidade nem sempre é qualidade. O importante é que,
  33. primeiramente, não se force o hábito de leitura na família como uma obrigação, mas sim como
  34. um prazer. É muito mais produtivo que a família converse e discuta sobre o que leu.

(Fonte: http://www5.usp.br/84357/especialistas-comentam-desafios-para-a-pratica-da-leitura-no-brasil/ – Texto adaptado especialmente para esta prova.)

Assinale a alternativa cujas palavras seguem – respectivamente – as mesmas regras de acentuação gráfica que implícitas, indivíduo e país (estas retiradas do texto).

Alternativas
Q2769687 Português

Uma vela para Dario

Dario vem apressado, guarda-chuva no braço esquerdo. Assim que dobra a esquina, diminui o passo até parar, encosta-se a uma parede. Por ela escorrega, senta-se na calçada, ainda úmida de chuva. Descansa na pedra o cachimbo.

Dois ou três passantes à sua volta indagam se não está bem. Dario abre a boca, move os lábios, não se ouve resposta. O senhor gordo, de branco, diz que deve sofrer de ataque.

Ele reclina-se mais um pouco, estendido agora na calçada, e o cachimbo apagou. O rapaz de bigode pede aos outros que se afastem e o deixem respirar. Abre-lhe o paletó, o colarinho, a gravata e a cinta. Quando lhe tiram os sapatos, Dario ronqueja feio, bolhas de espuma surgem no canto da boca.

Cada pessoa que chega ergue-se na ponta dos pés, não o pode ver. Os moradores da rua conversam de uma porta à outra, as crianças de pijama acodem à janela. O senhor gordo repete que Dario sentou-se na calçada, soprando a fumaça do cachimbo, encostava o guarda-chuva na parede. Mas não se vê guarda-chuva ou cachimbo ao seu lado.

A velhinha de cabeça grisalha grita que ele está morrendo. Um grupo o arrasta para o táxi da esquina. Já no carro a metade do corpo, protesta o motorista: quem pagará a corrida? Concordam chamar a ambulância. Dario conduzido de volta e recostado à parede - não tem os sapatos nem o alfinete de pérola na gravata.

Alguém informa da farmácia na outra rua. Não carregam Dario além da esquina; a farmácia no fim do quarteirão e, além do mais, muito peso. É largado na porta de uma peixaria. Enxame de moscas lhe cobrem o rosto, sem que faça um gesto para espantá-las.

Ocupado o café próximo pelas pessoas que apreciam o incidente e, agora , comendo e bebendo, gozam as delícias da noite. Dario em sossego e torto no degrau da peixaria, sem o relógio de pulso.

Um terceiro sugere lhe examinem os papéis, retirados - com vários objetos - de seus bolsos e alinhados sobre a camisa branca. Ficaram sabendo do nome, idade, sinal de nascença. O endereço na carteira é de outra cidade

Registra-se correria de uns duzentos curiosos que, a essa hora, ocupam toda a rua e as calçadas: é a polícia. O carro negro investe a multidão. Várias pessoas tropeçam no corpo de Dario, pisoteado dezessete vezes.

O guarda aproxima-se do cadáver, não pode identificá-lo - os bolsos vazios. Resta na mão esquerda a aliança de ouro, que ele próprio - quando vivo - só destacava molhando no sabonete. A polícia decide chamar o rabecão.

A última boca repete - Ele morreu, ele morreu. E a gente começa a se dispersar. Dario levou duas horas para morrer, ninguém acreditava estivesse no fim. Agora, aos que alcançam vê-lo, todo o ar de um defunto.

Um senhor piedoso dobra o paletó de Dario para lhe apoiar a cabeça. Cruza as mãos no peito. Não consegue fechar olho nem boca, onde a espuma sumiu. Apenas um homem morto e a multidão se espalha, as mesas do café ficam vazias. Na janela alguns moradores com almofadas para descansar os cotovelos.

Um menino de cor e descalço vem com uma vela, que acende ao lado do cadáver. Parece morto há muitos anos, quase o retrato de um morto desbotado pela chuva.

Fecham-se uma a uma as janelas. Três horas depois, lá está Dario à espera do rabecão. A cabeça agora na pedra, sem o paletó. E o dedo sem a aliança. O toco de vela apaga-se às primeiras gotas da chuva, que volta a cair.

[1964] (De "Cemitério de Elefantes", Rio, Civilização Brasileira, 6. ed. , 1980)

Mas não se vê guarda-chuva ou cachimbo ao seu lado. As palavras em destaque apresentam a representação de ch com o som de x. Das opções a seguir, marque a que apresenta não erro de grafia:

Alternativas
Q2769686 Português

Uma vela para Dario

Dario vem apressado, guarda-chuva no braço esquerdo. Assim que dobra a esquina, diminui o passo até parar, encosta-se a uma parede. Por ela escorrega, senta-se na calçada, ainda úmida de chuva. Descansa na pedra o cachimbo.

Dois ou três passantes à sua volta indagam se não está bem. Dario abre a boca, move os lábios, não se ouve resposta. O senhor gordo, de branco, diz que deve sofrer de ataque.

Ele reclina-se mais um pouco, estendido agora na calçada, e o cachimbo apagou. O rapaz de bigode pede aos outros que se afastem e o deixem respirar. Abre-lhe o paletó, o colarinho, a gravata e a cinta. Quando lhe tiram os sapatos, Dario ronqueja feio, bolhas de espuma surgem no canto da boca.

Cada pessoa que chega ergue-se na ponta dos pés, não o pode ver. Os moradores da rua conversam de uma porta à outra, as crianças de pijama acodem à janela. O senhor gordo repete que Dario sentou-se na calçada, soprando a fumaça do cachimbo, encostava o guarda-chuva na parede. Mas não se vê guarda-chuva ou cachimbo ao seu lado.

A velhinha de cabeça grisalha grita que ele está morrendo. Um grupo o arrasta para o táxi da esquina. Já no carro a metade do corpo, protesta o motorista: quem pagará a corrida? Concordam chamar a ambulância. Dario conduzido de volta e recostado à parede - não tem os sapatos nem o alfinete de pérola na gravata.

Alguém informa da farmácia na outra rua. Não carregam Dario além da esquina; a farmácia no fim do quarteirão e, além do mais, muito peso. É largado na porta de uma peixaria. Enxame de moscas lhe cobrem o rosto, sem que faça um gesto para espantá-las.

Ocupado o café próximo pelas pessoas que apreciam o incidente e, agora , comendo e bebendo, gozam as delícias da noite. Dario em sossego e torto no degrau da peixaria, sem o relógio de pulso.

Um terceiro sugere lhe examinem os papéis, retirados - com vários objetos - de seus bolsos e alinhados sobre a camisa branca. Ficaram sabendo do nome, idade, sinal de nascença. O endereço na carteira é de outra cidade

Registra-se correria de uns duzentos curiosos que, a essa hora, ocupam toda a rua e as calçadas: é a polícia. O carro negro investe a multidão. Várias pessoas tropeçam no corpo de Dario, pisoteado dezessete vezes.

O guarda aproxima-se do cadáver, não pode identificá-lo - os bolsos vazios. Resta na mão esquerda a aliança de ouro, que ele próprio - quando vivo - só destacava molhando no sabonete. A polícia decide chamar o rabecão.

A última boca repete - Ele morreu, ele morreu. E a gente começa a se dispersar. Dario levou duas horas para morrer, ninguém acreditava estivesse no fim. Agora, aos que alcançam vê-lo, todo o ar de um defunto.

Um senhor piedoso dobra o paletó de Dario para lhe apoiar a cabeça. Cruza as mãos no peito. Não consegue fechar olho nem boca, onde a espuma sumiu. Apenas um homem morto e a multidão se espalha, as mesas do café ficam vazias. Na janela alguns moradores com almofadas para descansar os cotovelos.

Um menino de cor e descalço vem com uma vela, que acende ao lado do cadáver. Parece morto há muitos anos, quase o retrato de um morto desbotado pela chuva.

Fecham-se uma a uma as janelas. Três horas depois, lá está Dario à espera do rabecão. A cabeça agora na pedra, sem o paletó. E o dedo sem a aliança. O toco de vela apaga-se às primeiras gotas da chuva, que volta a cair.

[1964] (De "Cemitério de Elefantes", Rio, Civilização Brasileira, 6. ed. , 1980)

Ocupado o café próximo pelas pessoas que apreciam o incidente... Pertencem à mesma regra de acentuação gráfica da palavra em destaque:

Alternativas
Q2758814 Português

A violência em Roraima é contra a imagem no espelho


Os venezuelanos encarnam o pesadelo real de que toda estabilidade é provisória e o pertencimento é sempre precário


Eliane Brum


  1. Não se compreende a violência dos brasileiros
  2. contra os venezuelanos sem entender o que é
  3. estar na fronteira e se saber à beira do mapa,
  4. a borda como o precipício que lembra a quem
  5. se agarra ao lado de cá que há uma fera
  6. rosnando no desconhecido. Com exceção dos
  7. povos indígenas, a população não indígena de
  8. Roraima é formada por migrantes recentes, a
  9. maioria da segunda metade do século XX. E
  10. sempre chegando de um outro lugar em que o
  11. chão se tornou movediço embaixo dos pés.
  12. Muitos não desembarcaram em Roraima
  13. diretamente do lugar em que nasceram, mas
  14. antes tentaram pertencer a outros pontos do
  15. mapa e não puderam se fixar por falta de
  16. trabalho ou outras faltas. Quem alcança um
  17. estado como Roraima vindo das regiões mais
  18. pobres do Brasil — ou das porções mais
  19. pobres dos estados rico s— sabe que alcançou
  20. uma espécie de território limite. Dali pra
  21. frente não há mais para onde andar. Talvez o
  22. que um brasileiro de Roraima vislumbre num
  23. venezuelano desesperado e sem lugar seja o
  24. retrato de si mesmo. Uma velha foto bem
  25. conhecida empurrada para o fundo de uma
  26. gaveta da qual ninguém quer lembrar, mas
  27. que nunca pôde ser totalmente esquecida.
  28. Diante dos venezuelanos famintos, doentes e
  29. assustados, desejando desesperadamente
  30. entrar, a imagem se materializa como um
  31. espelho que é preciso destruir. O que
  32. destroem no corpo do outro é a imagem de si
  33. mesmos cujo retorno não podem aceitar.
  34. A angústia de não pertencer rugia dentro da
  35. maioria das pessoas que entrevistei em
  36. Roraima, em diferentes momentos. Mas isso
  37. jamais era admitido. Ao contrário. Como
  38. costuma acontecer neste tipo de fenômeno,
  39. ela se expressava como uma identidade feroz,
  40. a de ser o único cidadão legítimo, o único com
  41. o direito de estar ali, o único que trabalha e
  42. quer progredir. Isso se manifestava em três
  43. comportamentos clássicos: a hostilidade
  44. contra estrangeiros de outra língua,
  45. especialmente americanos, a desconfiança
  46. com relação a brasileiros não migrantes, o
  47. desejo de apagar as populações nativas,
  48. ainda que pela assimilação ou pela supressão
  49. de direitos. (...)
  50. A identidade roraimense é fomentada na
  51. população por velhas e novas elites locais a
  52. partir da ideia de que o Brasil é contra eles
  53. (ou os ignora ou só aparece para se meter
  54. onde não devia, como na atual disputa pelo
  55. fechamento da fronteira com a Venezuela), os
  56. “gringos” querem tomar a Amazônia de seus
  57. legítimos donos e os indígenas impedem o
  58. progresso do estado e também de cada
  59. indivíduo que ali chegou com o sonho de fazer
  60. história, fortuna e, principalmente casa —
  61. lugar de pertencimento para quem tanto
  62. peregrinou pelo mapa do Brasil até finalmente
  63. alcançar a sua borda. Essa é sempre a
  64. condição de fronteira entre aqueles que as
  65. disputam. (...) A fronteira é um espaço de
  66. sobreviventes, que já conheceram o pior de
  67. vários mundos, sofreram estigmas,
  68. preconceitos e indignidades, e estão lutando
  69. por um lugar e sabem muito bem o porquê.
  70. (...)
  71. A imagem dos venezuelanos entrando e
  72. entrando, desesperados, miseráveis e
  73. famintos, é a imagem que um migrante mais
  74. teme para si mesmo. É também a prova de
  75. que a estabilidade é sempre provisória, de
  76. que é possível perder tudo mais uma vez. É a
  77. evidência viva, encarnada, de que não há
  78. lugar seguro, de que o pertencimento é
  79. sempre precário. De que do outro lado da
  80. borda, o abismo espreita com olhos injetados
  81. de sangue. Quem viveu escorregando de
  82. todos os mapas sente a dor dessa experiência
  83. no corpo.


Fonte:

https://brasil.elpais.com/brasil/2018/08/27/opinion.html

Acesso em 06/09/2018. Adaptação.

Considerando a justificativa para a acentuação da palavra “pôde” em “... mas que nunca pôde ser totalmente esquecida” (linhas 26-27), assinale a opção em que a acentuação do termo destacado é justificada pelo mesmo motivo.

Alternativas
Q2749761 Português

INSTRUÇÕES: As questões de 1 a 4 dizem respeito ao TEXTO 1. Leia-o atentamente antes de respondê-las.


TEXTO 1


Aprenda a cuidar melhor dos pés, esses injustiçados


1 Normalmente não dispensamos a esses fiéis

escudeiros a atenção que merecem. Pior: quase

sempre os ignoramos, quando não os castigamos

com excesso de peso e sapatos que são

5 verdadeiros instrumentos de tortura. Mas ainda

está em tempo de tratar melhor os pés, que depois

dos 50 exibem os tristes resultados de décadas de

negligência. Pacientes diabéticos já são orientados

pelos médicos para redobrar os cuidados com essa

10 parte do corpo, mas mesmo quem não sofre da

doença ou de problemas como joanetes ou artrose

deve tomar precauções. Não perca seus pés de

vista: depois do banho, enxugue bem entre os

dedos, porque a umidade facilita a proliferação de

15 fungos. Verifique se a pele apresenta bolhas,

manchas avermelhadas ou algum ferimento. E

aprenda a tratá-los com mais carinho, porque são

fundamentais para nos manter ativos. Alguns

cuidados fundamentais para os pés são: manter

20 uma boa hidratação, manter as unhas sempre

limpas e aparadas, evitar sapatos inadequados,

promover o descanso, bem controlar o peso. em


G1 Disponível https://g1.globo.com/bemestar/blog/longevidade-modo-de-usar/post/aprenda-a-cuidar-melhor-dos-pes-esses-injusticados.ghtml (Fragmento adaptado) - Acesso em 22. jan. 2018

Assinale a alternativa em que a palavra retirada do Texto 1 é acentuada pela seguinte razão: Assinalam-se as palavras paroxítonas terminadas em ditongo, seguidas ou não de “s”.

Alternativas
Respostas
8881: C
8882: D
8883: B
8884: B
8885: E
8886: D
8887: A
8888: B
8889: A
8890: A
8891: C
8892: E
8893: C
8894: B
8895: D
8896: E
8897: B
8898: A
8899: D
8900: D