Questões de Concurso Comentadas sobre ortografia em português

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Q1729751 Português

Leia o texto.

Humanização do profissional da saúde


O profissional da saúde deve entender que seu ofício vai além de cumprir horário, de respeitar as normas de trabalho, entre outras responsabilidades. Lidar com vidas humanas demanda, acima de tudo, um posicionamento individualizado com estima e apreço.

Ao técnico em enfermagem compete respeitar a individualidade de seus pacientes, não os vendo somente como um a mais para cuidar. Esse profissional deve buscar uma proximidade ao tratar cada um, considerando sempre suas necessidades físicas e emocionais.

Sendo assim, cabe a você reconhecer sua vocação para demonstrar humanização em seu relacionamento com os pacientes, como também colocar em prática todo o aprendizado adquirido em sua formação técnica.


https://www.escoladapaz.com.br

Assinale a alternativa correta quanto à acentuação gráfica.
Alternativas
Q1729748 Português

Leia o texto.

Humanização do profissional da saúde


O profissional da saúde deve entender que seu ofício vai além de cumprir horário, de respeitar as normas de trabalho, entre outras responsabilidades. Lidar com vidas humanas demanda, acima de tudo, um posicionamento individualizado com estima e apreço.

Ao técnico em enfermagem compete respeitar a individualidade de seus pacientes, não os vendo somente como um a mais para cuidar. Esse profissional deve buscar uma proximidade ao tratar cada um, considerando sempre suas necessidades físicas e emocionais.

Sendo assim, cabe a você reconhecer sua vocação para demonstrar humanização em seu relacionamento com os pacientes, como também colocar em prática todo o aprendizado adquirido em sua formação técnica.


https://www.escoladapaz.com.br

Assinale a alternativa cujas palavras estão corretamente escritas.
Alternativas
Ano: 2019 Banca: FEPESE Órgão: SES-SC Prova: FEPESE - 2019 - SES-SC - Enfermeiro |
Q1729711 Português

Leia o texto.

O trabalho e a saúde mental


O carpinteiro imagina um móvel, faz o desenho com as medidas, corta madeira, dá a ela a forma que imaginou e depois monta, enverniza e lustra o móvel que construiu. Admira a obra que realizou com seu trabalho criativo. Ele tem um resultado que lhe dá satisfação, mesmo que não lhe dê muitos milhões em dinheiro por mês. Já o cobrador de ônibus fica o dia todo sentado, não fala com ninguém, mal olha para as pessoas, apenas recebe o dinheiro e dá o troco durante 8 horas por dia. No fim, está deprimido e cansado de fazer esse trabalho repetitivo e monótono. Nem muitos milhões em dinheiro seriam suficientes para pagar trabalho tão ingrato.


Um operário da linha de montagem de televisores põe uma pecinha em um aparelho que imediatamente é transportado pela esteira de montagem para outro operário, que coloca outra pecinha, e assim por diante. E um dia passa: um aparelho, uma pecinha, outro aparelho, outra pecinha, mês após mês, ano após ano.


Assim trabalham hoje milhões de pessoas em todo o mundo: sem gosto, sem alegria, sem prazer. Por isso, não é exagero dizer que o mundo moderno, com sua tecnologia, tirou da maioria dos seres humanos algo de que eles precisam e gostam: o trabalho criativo, que dá prazer.


Quem faz o que gosta enquanto trabalha sente pouco a diferença entre trabalho e lazer. Nesse caso, o trabalho faz bem à saúde.


Quem faz o que detesta fica o tempo todo olhando o relógio e o tempo não passa; espera com ansiedade o último dia de trabalho da semana e fica irritado quando a volta ao trabalho se aproxima; sonha com as férias e, mais do que tudo, sonha ganhar na loteria para fazer só o que gosta. Com tanto sofrimento, trabalhar acaba fazendo mal para a saúde.


O sonho da maioria dos jovens é encontrar um trabalho que dê muito dinheiro, mas isso não é suficiente. O trabalho deve dar prazer. Trabalhos feitos contra a vontade causam desânimo, falta de confiança em si próprio, tédio, tristeza. Esse estado de espírito negativo acaba criando doenças e perder a saúde não vale a pena por nenhum dinheiro do mundo.


Rosicler Martins Rodrigues

Vida e Saúde. São Paulo: Moderna.

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1727641 Português
Leia os textos 1 e 2 e responda a questão 15.

Texto 1 
DOS MILAGRES O milagre não é dar vida ao corpo extinto, Ou luz ao cego, ou eloquência ao mudo... Nem mudar água pura em vinho tinto... Milagre é acreditarem nisso tudo! Mario Quintana
Texto 2
Imagem associada para resolução da questão

Considerando a posição da sílaba tônica e as regras de acentuação das palavras, assinale a alternativa CORRETA: 

Alternativas
Q1727640 Português
Assinale a alternativa na qual todas as palavras são oxítonas.
Alternativas
Q1727638 Português
Assinale a alternativa CORRETA na qual todas as palavras têm acento gráfico:
Alternativas
Q1727636 Português
Segundo o padrão ortográfico assinale a alternativa onde as palavras estão grafadas e acentuadas corretamente:
Alternativas
Q1727633 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras são paroxítonas:
Alternativas
Q1727041 Português
Assinale a alternativa cujas palavras estão grafadas corretamente:
Alternativas
Q1726709 Português
Os sinais diacríticos indicam a pronúncia correta de uma palavra, evidenciando a sílaba tônica e a pronúncia aberta ou fechada de uma vogal. Considerando as regras de acentuação das palavras oxítonas, podemos afirmar que:
Alternativas
Q1726570 Português
Realizou-se o “Dia EducaTrilha na Escola” em várias escolas, com atividades educativas planejadas em conjunto pelos professores e pela equipe do programa, em um momento de (1) e celebração. Nesses eventos, foram realizadas atividades (2) sobre temas (3), visitas a cursos (4) próximos à escola, apresentações de poesias e músicas feitas pelos alunos, entre outras atividades.
Assinale a alternativa que contenha as palavras que faltam no texto acima, com a grafia correta:
Alternativas
Q1726569 Português
De acordo com a gramática normativa, assinale a alternativa que contenha a definição INCORRETA:
Alternativas
Q1726265 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão.


A VEZ DA PRETINHA

Uma passista contra o preconceito

LUIZA MIGUEZ


    “Ladies and gentlemen, it’s time!”, anunciou o mestre de cerimônias, num inglês tão fluente quanto espirituoso. Era a deixa para que dezenas de mãos ligassem as câmeras dos celulares e se erguessem na plateia. Gingando com delicadeza, moças bonitas e atléticas entraram em cena e, perfiladas, se deslocaram vagarosamente até o centro do palco. Algumas vestiam roupas curtas. Outras preferiam figurinos mais comportados. Todas se equilibravam em cima de saltos altíssimos.

    Quando os percussionistas aceleraram o ritmo, as jovens rebolaram freneticamente. Naquela madrugada de domingo, cerca de 4 mil pessoas lotavam a quadra do Salgueiro, na Zona Norte carioca. A tradicional escola de samba ensaiava para o Carnaval de 2018. Às margens do palco, entusiasmado com as passistas, um rapaz mostrou os pelos do braço ao amigo do lado e disse: “Caraca! Arrepiei!”

    O mestre de cerimônias, igualmente empolgado, disparou no microfone: “Que é isso, pretinha? Assim você mata o papai!” Não se referia a nenhuma dançarina em particular. Falava do grupo inteiro, como se admirasse uma única mulher. “Rafaela!”, gritou outro rapaz na plateia, enquanto apontava a câmera para a negra de 28 anos, que trajava um macacão salpicado de purpurina e ostentava longas tranças. Ela retribuiu o chamado com um requebro sensual e um olhar debochado.

    Nascida no bairro do Andaraí, também na Zona Norte do Rio de Janeiro, Rafaela Dias é passista do Salgueiro há mais de duas décadas e já escutou muita gracinha dos espectadores masculinos. Aprendeu a rechaçá-las com desenvoltura, mas nem por isso as considera aceitáveis. Não bastasse, frequentemente enfrenta situações racistas. Quando tinha 17 anos, por exemplo, namorava um homem mais velho e branco. Certa noite, assim que chegou a um salão de festas, o casal ouviu alguém comentar: “Lá vai a mulata dar um golpe no gringo.” Depois do episódio, sempre que encontrava o namorado em lugares públicos, Dias evitava usar salto alto ou maquiagem. Temia que a confundissem com uma prostituta. Em outra ocasião, preparava-se para conceder entrevista numa rádio, junto de várias colegas, a maioria universitária. “Ué, passista agora estuda?”, perguntou uma funcionária da emissora, sem o menor constrangimento. De quebra, emendou: “E vocês são todas escurinhas, né?”

    Justamente com a intenção de debater o racismo e o machismo é que Dias decidiu fundar o coletivo Samba Pretinha. Mais três dançarinas do Salgueiro participaram da iniciativa: a cientista social Sabrina Ginga, a estudante de pedagogia Larissa Reis e a graduanda em medicina Mirna Moreira. Desde 2016, as quatro organizam rodas de discussão no próprio Salgueiro e em outras escolas do Rio, como a Paraíso do Tuiuti. Falam principalmente para as mulheres, embora não rejeitem a presença de homens. A ideia é mostrar de que maneira os preconceitos de cor e gênero se manifestam no universo carnavalesco e quais os caminhos para combatê-los, inclusive em termos legais.

    Logo no primeiro debate, o Samba Pretinha se viu diante de uma saia justa. Um dos dirigentes do Salgueiro louvou o grupo e se declarou “branco de alma negra”. Uma jovem que estava na roda de conversa protestou e assinalou a incorreção política da frase. Nenhum branco, afinal, pode saber o que um negro sente e vice-versa. Irritado, o dirigente cogitou suspender o evento, mas recuou.

    Em parte por causa das questões levantadas pelo coletivo, o enredo do Salgueiro para o Carnaval deste ano – “Senhoras do ventre do mundo” – vai retratar as matriarcas negras. Ou melhor: “As empreendedoras, as líderes, as mães, as escritoras e todas as mulheres que representam a força de uma raça”, nas palavras do carnavalesco Alex de Souza. “Não deixa de ser uma vitória nossa, né?”, ressaltou Dias uma semana após o ensaio na quadra da escola.

“Rafaela!”, gritou outro rapaz na plateia, enquanto apontava a câmera para a negra de 28 anos, que trajava um macacão salpicado de purpurina e ostentava longas tranças. O termo destacado acima, por ser uma paroxítona terminada em ditongo, deixou de ser acentuado a partir de 2009, quando passou a vigorar o Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. Assinale a alternativa em que a sequência apresentada também tenha perdido a acentuação pelo mesmo motivo.
Alternativas
Q1725656 Português
Escreve-se com “i” e não com “e” as seguintes palavras, exceto:
Alternativas
Q1725655 Português
“São palavras iguais na pronúncia e diferentes na escrita”:
Alternativas
Q1724806 Português
Assinale a alternativa que apresenta palavra que deveria ter sido escrita com X e não com CH:
Alternativas
Q1724804 Português
Em qual das alternativas a frase está corretamente escrita:
Alternativas
Q1722542 Português

Pelada


    Esta pracinha sem aquela pelada virou uma chatice completa: agora, é uma babá que passa, empurrando, sem afeto, um bebê de carrinho, é um par de velhos que troca silêncios num banco sem encosto. E, no entanto, ainda ontem, isso aqui fervia de menino, de sol, de bola, de sonho: “Eu jogo na linha! eu sou o Lula!; no gol, eu não jogo, tô com o joelho ralado de ontem; vou ficar aqui atrás: entrou aqui, já sabe”. Uma gritaria, todo mundo se escalando, todo mundo querendo tirar o selo da bola, bendito fruto de uma suada vaquinha. Oito de cada lado e, para não confundir, um time fica como está; o outro joga sem camisa. Já reparei uma coisa: bola de futebol, seja nova, seja velha, é um ser muito compreensivo que dança conforme a música: se está no Maracanã, numa decisão de título, ela rola e quiçá com um ar dramático, mantendo sempre a mesma pose adulta, esteja nos pés de Gérson ou nas mãos de um gandula. Em compensação, num racha de menino ninguém é mais sapeca: ela corre para cá, corre para lá, quica no meio-fio, para de estalo no canteiro, lambe a canela de um, deixa-se espremer entre mil canelas, depois escapa, rolando, doida, pela calçada. Parece um bichinho. Aqui, nessa pelada inocente é que se pode sentir a pureza de uma bola. Afinal, trata-se de uma bola profissional, uma número cinco, cheia de carimbos ilustres: “Copa Rio-Oficial”, “FIFA – Especial”. Uma bola assim, toda de branco, coberta de condecorações por todos os gomos (gomos hexagonais!), jamais seria barrada em recepção do Itamaraty. No entanto, aí está ela, correndo para cima e para baixo, na maior farra do mundo, disputada, maltratada até, pois, de quando em quando, acertam-lhe um bico, ela sai zarolha, vendo estrelas, coitadinha. Racha é assim mesmo: tem bico, mas tem também sem-pulo de craque como aquele do Tona, que empatou a pelada e que lava a alma de qualquer bola. Uma pintura. Nova saída. Entra na praça batendo palmas como quem enxota galinha no quintal. É um velho com cara de guarda-livros que, sem pedir licença, invade o universo infantil de uma pelada e vai expulsando todo mundo. Num instante, o campo está vazio, o mundo está vazio. Não deu tempo nem de desfazer as traves feitas de camisas. O espantalho-gente pega a bola, viva, ainda, tira do bolso um canivete e dá-lhe a primeira espetada. No segundo golpe, a bola começa a sangrar. Em cada gomo o coração de uma criança.

In: Armando Nogueira Os melhores da crônica brasileira. Rio de Janeiro: José Olympio, 1977

As palavras atrás, silêncios e lá são acentuadas, corretamente, por serem:
Alternativas
Q1722241 Português
Assinale a alternativa incorreta quanto à flexão do adjetivo:
Alternativas
Q1722054 Português
Assinale a alternativa em que o emprego do hífen esteja incorreto.
Alternativas
Respostas
8781: D
8782: C
8783: C
8784: C
8785: A
8786: A
8787: A
8788: C
8789: B
8790: A
8791: C
8792: B
8793: A
8794: C
8795: B
8796: A
8797: C
8798: C
8799: C
8800: B