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Questões de Concurso Comentadas sobre ortografia em português

Foram encontradas 12.855 questões

Q2001620 Português
Assinale a alternativa incorreta:
Alternativas
Q2000704 Português

CIENTISTAS CHILENOS ENCONTRAM FÓSSIL DE UM PTEROSSAURO NO ATACAMA

Réptil voador habitou o planeta Terra no período jurássico há cerca de 160 milhões de anos atrás


Uma equipe de cientistas chilenos identificou pela primeira vez, no deserto do Atacama, restos fósseis de um pterossauro, um dragão voador que habitou esta região do norte do país durante o período Jurássico, há cerca de 160 milhões de anos, informou, nesta sexta-feira (10), a Universidade do Chile.

 O grupo de pesquisadores da Universidade do Chile descobriu, durante uma expedição realizada em 2009, alguns restos fósseis muito bem preservados de uma espécie desconhecida, que podia ser um animal pré-histórico marinho do período Jurássico.

 O fóssil foi encontrado na localidade de Cerritos Bayos, a 30 km da cidade de Calama, em pleno deserto do Atacama. O local tem sido uma região de importantes descobertas paleontológicas. 

Mas análises posteriores determinaram que se tratava de um pterossauro perto da idade adulta, pertencente à subfamília Ramphorhynchinae, do qual foi encontrado o úmero esquerdo, uma possível vértebra dorsal e dois fragmentos de uma falange de asa, todos preservados em três dimensões. 

Cerritos Bayos tem sido uma região de importantes descobertas paleontológicas. A mesma equipe descobriu em 2020 plesiossauros dos gêneros Muraenosaurus e Vinialesaurus e também os primeiros restos de pliossauros (parentes dos plesiossauros, mas com crânios grandes e pescoço curto), lembrou a Universidade do Chile

Disponível em: https://noticias.r7.com/tecnologia-e-ciencia/cientistas-chilenos-encontram-ossil-de-um-pterossauro-no-atacama-10092021 (adaptado)

Entre as alternativas a seguir, assinale aquela que apresenta uma palavra que é acentuada pelo mesmo motivo que o termo destacado no fragmento "...o grupo de pesquisadores da Universidade do Chile descobriu alguns restos fósseis muito bem preservados de uma ESPÉCIE desconhecida ..." 
Alternativas
Q1999137 Português
Assinale a afirmativa INCORRETA sobre assuntos gramaticais.
Alternativas
Q1997871 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras foram escritas corretamente 
Alternativas
Q1997863 Português
Marque a alternativa que NÃO apresenta erro de ortografia.
Alternativas
Q1997285 Português
Como os insetos ficam de ponta-cabeça no teto sem cair?


        A pergunta que muitas pessoas já se fizeram tem uma resposta: o segredo são pelinhos. Milhares de pelinhos ________________ – chamados pelos biólogos de cerdas – na “sola do pé” desses animais é a explicação. Superfícies que parecem lisas na escala humana, como as paredes da sua casa, na verdade são bastante rugosas se você der um zoom: possuem reentrâncias em que as cerdas podem se encaixar como nossas mãos nas pedras de uma parede de escalada.
      Outra opção é ter patinhas lisas, mas que liberam óleos e açúcares com função adesiva para colar de leve no teto. Por fim, alguns insetos misturam as táticas: usam tanto cerdas quanto secreção. Fonte: Abril - adaptado.
Assinalar a alternativa que preenche a lacuna do texto CORRETAMENTE:
Alternativas
Q1996439 Português

Analise a frase abaixo.


O trabalho? Seu irmão ainda precisa ___________.Então fique quieto ou vai ___________.


De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto à acentuação, assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas.

Alternativas
Q1949197 Português
Assinalar a alternativa em que a palavra está grafada CORRETAMENTE:
Alternativas
Q1912253 Português
Assinale a alternativa que corresponde ao emprego CORRETO das regras de ortografia apresentadas pela norma-padrão da língua portuguesa: 
Alternativas
Q1912251 Português
Assinale a alternativa que corresponde ao emprego CORRETO das regras de acentuação apresentadas pelo Novo Acordo Ortográfico em vigor no Brasil:
Alternativas
Q1911154 Português
A ortoepia ou ortoépia trata da correta pronúncia dos vocábulos. Pensando nisso, observe o seguinte grupo de palavras:
beneficiente – cataclismo – freiada – impecilho – previlégio
Marque a alternativa que apresenta a palavra CORRETA conforme a norma padrão. 
Alternativas
Q1911153 Português
Marque a alternativa com sílaba tônica destacada INCORRETAMENTE. 
Alternativas
Q1911151 Português
Assinale a alternativa em que NÃO há erro ortográfico
Alternativas
Q1910604 Português
Assinale a alternativa que é escrita com “J” e não com “G”:
Alternativas
Q1910603 Português
Escreve-se com “u” e não com “o” todas as palavras a seguir, EXCETO:
Alternativas
Q1906777 Português

Em relação à ortografia, marcar C para as palavras Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:


(  ) Abdução.

(  ) Proposição.

(  ) Acerção.

Alternativas
Q1906775 Português

Em relação à acentuação, analisar os itens abaixo:


I. Flácido.

II. Lógico. 

Alternativas
Q1905284 Português

Considerando‐se a ortografia, analisar os itens abaixo: 

I. Jesto. 

II. Dirijir. 

III. Ajeitar. 


Está(ão) CORRETO(S):

Alternativas
Q1905278 Português
Um motorista comum consegue tirar um carro de Fórmula 1  do lugar?   

     Diversos  mortais  tiveram  a  oportunidade  de  dar  uma  volta  em  um  carro  de  Fórmula  1.  E  o  carro  assusta.  Os  elementos  básicos  são  os  mesmos:  acelerador,  freio,  _____________ (que é uma alavanca atrás do volante). Mas  eles  não  respondem  como  estamos  acostumados.  O  acelerador é curto e arisco. O carro morre fácil.    
  Mas  dá  para  tirar  do  lugar, sim.  Uma  vez  na  pista,  o  freio vira o problema: ele é quase uma _________ fixa, sem  curso  nenhum.  Antes  de  uma  curva, ou  você  freia  no  momento exato ou roda. Foi o que aconteceu mais de uma  vez com o tricampeão Niki Lauda, quando ele se aventurou a  pilotar um F‐1 moderno, aos 52 anos. 
(Site: Abril ‐ adaptado.)
Assinalar a alternativa que preenche as lacunas do  texto  CORRETAMENTE: 
Alternativas
Q1903823 Português
COMO SE SENTE UM ESTRANGEIRO? 

    Estrangeiro é um conceito muito largo. Um sujeito que pode ser mil sujeitos. Eu não fui a mesma estrangeira na França que sou em Portugal. Assim como sei que um angolano, um francês ou um chinês em Portugal não se sentem da mesma forma que eu me sinto. Cada história é uma história, cada vivência é uma vivência.
    Mas certos acontecimentos, eu acredito que sejam comuns. Há angústia pelas quais todos passamos, há medos compartilhados, prazeres que todos experimentamos, dúvidas que nos acompanham sempre, como as malas de rodinha e as saudades permanentes.
     Todos vivemos uma certa fragilidade de raízes. Para nossos conterrâneos somos os que foram embora, e para os que nos recebem seremos sempre os de fora. É como se não pertencêssemos verdadeiramente a nenhum dos dois lugares, somos estrangeiros onde vivemos e, num dado momento, também somos estrangeiros no pais onde nascemos. E não é simples de se lidar com o sentimento que isso traz.
     Ser estrangeiro é ter sempre uma estranha sensação de que estão nos fazendo favor de nos deixarem permanecer na nossa própria casa. Trabalhamos, pagamos as contas, temos documentos, amores, projetos, mas mesmo assim não parecerem ser tão donos das nossas vidas. Nunca sabemos se aparecerá um Trump ou um outro absurdo qualquer.
      Por outro lado, temos a contraditória riqueza de sentir que vivemos duas vidas 20 mesmo tempo, enquanto os demais vivem apenas uma. À sensação é boa e é ruim. Uma vida mais preenchida, dois países, duas bases, dois ninhos. Ao mesma tempo, duas ausências, duas saudades, dois vazios.
     É difícil ser estrangeiro. As dúvidas sempre pairarão a seu respeito, não importa quão fiável você seja. Se você tiver nascido no hemisfério sul, as dúvidas duplicam. Assim como suponho que não seja fácil ser português na França nem romeno na Alemanha. Estrangeiros são eternas hipóteses. Por que está aqui? O que quer aqui? O que veio buscar aqui?
     Contudo há dias em que o país que nos acolhe é puro abraço e nossas certezas dão o ar da graça. Há dias em que querem saber da nossa história, elogiam nosso sotaque e nossa coragem, fazem com que a gente se sinta bem-vindo. E talvez seja isso o que mais importa: sentir-se bem vindo. Com o resto a gente vai lidando.
    Ser estrangeiro é viver na corda bamba dos sentimentos, na saga eterna dos documentos, na incerteza dos olhares e nas graças dos abertos que compensam todo o resto.
     E, no fundo, é boa a sensação de apresentar a música do Zambujo para os amigos de lá e da Liniker para os amigos daqui. É bom levar azeitona boa para lá e trazer palmito de açaí para cá. Ensinar minhas amigas brasileiras a falarem “pirosa" e as amigas portuguesas a falarem “periguete”. É bom presentear meu sogro com um livro do Gregório Duvivier e meu pai com um do Ricardo Araújo Pereira. É sorte beber a melhor cachaça e o melhor vinha. É bom carregar a alegria do samba e a emoção do fado no mesmo peito.
     Ser estrangeiro dói, por mais confortável que a situação possa ser. Não, não é fácil. Mas vale a pena. Como dizia um simpático senhor português que mora nas minhas prateleiras desde que a alma não seja pequena. Que quer passar além do Bojador tem de passar além da dor. Aos poucos vamos aprendendo.  


FONTE: MANUS, Ruth. In: Um Dia Vamos Rir de Tudo Isso, p. 181,182.  
Sobre o excerto “Todos vivemos uma certa fragilidade de raízes.”, é inadequado afirmar que: 
Alternativas
Respostas
7401: C
7402: D
7403: D
7404: C
7405: C
7406: B
7407: D
7408: B
7409: B
7410: C
7411: A
7412: D
7413: B
7414: E
7415: E
7416: A
7417: A
7418: B
7419: E
7420: D