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Questões de Concurso Comentadas sobre ortografia em português

Questões Discursivas

Foram encontradas 12.886 questões

Q3555550 Português

Julgue o item subsequente.


Na Língua Portuguesa, usa-se letra maiúscula no início de uma frase ou oração, no início de um substantivo e nas oxítonas terminadas em sílaba tônica. 

Alternativas
Q3555549 Português

Julgue o item subsequente.


Considerando a norma culta da Língua Portuguesa, a grafia dos vocábulos seguintes está correta: reforso, hipinose e elencar. 

Alternativas
Q3555547 Português

Julgue o item subsequente.


Graficamente, acentuam-se os seguintes monossílabos tônicos: chá e pá.

Alternativas
Q3555277 Português
O que acontece no meio


    Vida é o que existe entre o nascimento e a morte. O que acontece no meio é o que importa.

    No meio, a gente descobre que sexo sem amor também vale a pena, mas é ginástica, não tem transcendência nenhuma. Que tudo o que faz você voltar pra casa de mãos abanando (sem uma emoção, um conhecimento, uma surpresa, uma paz, uma ideia) foi perda de tempo.

    Que a primeira metade da vida é muito boa, mas da metade pro fim pode ser ainda melhor, se a gente aprendeu alguma coisa com os tropeços lá do início. Que o pensamento é uma aventura sem igual. Que é preciso abrir a nossa caixa preta de vez em quando, apesar do medo do que vamos encontrar lá dentro. Que maduro é aquele que mata no peito as vertigens e os espantos.

    No meio, a gente descobre que sofremos mais com as coisas que imaginamos que estejam acontecendo do que com as que acontecem de fato. Que amar é lapidação, e não destruição. Que certos riscos compensam – o difícil é saber previamente quais. Que subir na vida é algo para se fazer sem pressa.

    Que é preciso dar uma colher de chá para o acaso. Que tudo que é muito rápido pode ser bem frustrante. Que Veneza, Mykonos, Bali e Patagônia são lugares excitantes, mas que incrível mesmo é se sentir feliz dentro da própria casa. Que a vontade é quase sempre mais forte que a razão. Quase? Ora, é sempre mais forte.

    No meio, a gente descobre que reconhecer um problema é o primeiro passo para resolvê-lo. Que é muito narcisista ficar se consumindo consigo próprio. Que todas as escolhas geram dúvida, todas. Que depois de lutar pelo direito de ser diferente, chega a bendita hora de se permitir a indiferença.

    Que adultos se divertem mais do que os adolescentes. Que uma perda, qualquer perda, é um aperitivo da morte – mas não é a morte, que essa só acontece no fim, e ainda estamos falando do meio.

    No meio, a gente descobre que precisa guardar a senha não apenas do banco e da caixa postal, mas a senha que nos revela a nós mesmos. Que passar pela vida à toa é um desperdício imperdoável. Que as mesmas coisas que nos exibem também nos escondem (escrever, por exemplo).

    Que tocar na dor do outro exige delicadeza. Que ser feliz pode ser uma decisão, não apenas uma contingência. (…).

    No meio, a gente descobre que fazer a coisa certa é sempre um ato revolucionário. Que é mais produtivo agir do que reagir. Que a vida não oferece opção: ou você segue, ou você segue. Que a pior maneira de avaliar a si mesmo é se comparando com os demais. Que a verdadeira paz é aquela que nasce da verdade. E que harmonizar o que pensamos, sentimos e fazemos é um desafio que leva uma vida toda, esse meio todo.

MEDEIROS, Martha. Revista O Globo, coluna Ela Disse. Disponível em: oglobo.globo.com 
A forma verbal “harmonizar”, presente no último parágrafo do texto, está grafada corretamente com a letra “z”; o mesmo acontece com o vocábulo da alternativa: 
Alternativas
Q3555272 Português
O que acontece no meio


    Vida é o que existe entre o nascimento e a morte. O que acontece no meio é o que importa.

    No meio, a gente descobre que sexo sem amor também vale a pena, mas é ginástica, não tem transcendência nenhuma. Que tudo o que faz você voltar pra casa de mãos abanando (sem uma emoção, um conhecimento, uma surpresa, uma paz, uma ideia) foi perda de tempo.

    Que a primeira metade da vida é muito boa, mas da metade pro fim pode ser ainda melhor, se a gente aprendeu alguma coisa com os tropeços lá do início. Que o pensamento é uma aventura sem igual. Que é preciso abrir a nossa caixa preta de vez em quando, apesar do medo do que vamos encontrar lá dentro. Que maduro é aquele que mata no peito as vertigens e os espantos.

    No meio, a gente descobre que sofremos mais com as coisas que imaginamos que estejam acontecendo do que com as que acontecem de fato. Que amar é lapidação, e não destruição. Que certos riscos compensam – o difícil é saber previamente quais. Que subir na vida é algo para se fazer sem pressa.

    Que é preciso dar uma colher de chá para o acaso. Que tudo que é muito rápido pode ser bem frustrante. Que Veneza, Mykonos, Bali e Patagônia são lugares excitantes, mas que incrível mesmo é se sentir feliz dentro da própria casa. Que a vontade é quase sempre mais forte que a razão. Quase? Ora, é sempre mais forte.

    No meio, a gente descobre que reconhecer um problema é o primeiro passo para resolvê-lo. Que é muito narcisista ficar se consumindo consigo próprio. Que todas as escolhas geram dúvida, todas. Que depois de lutar pelo direito de ser diferente, chega a bendita hora de se permitir a indiferença.

    Que adultos se divertem mais do que os adolescentes. Que uma perda, qualquer perda, é um aperitivo da morte – mas não é a morte, que essa só acontece no fim, e ainda estamos falando do meio.

    No meio, a gente descobre que precisa guardar a senha não apenas do banco e da caixa postal, mas a senha que nos revela a nós mesmos. Que passar pela vida à toa é um desperdício imperdoável. Que as mesmas coisas que nos exibem também nos escondem (escrever, por exemplo).

    Que tocar na dor do outro exige delicadeza. Que ser feliz pode ser uma decisão, não apenas uma contingência. (…).

    No meio, a gente descobre que fazer a coisa certa é sempre um ato revolucionário. Que é mais produtivo agir do que reagir. Que a vida não oferece opção: ou você segue, ou você segue. Que a pior maneira de avaliar a si mesmo é se comparando com os demais. Que a verdadeira paz é aquela que nasce da verdade. E que harmonizar o que pensamos, sentimos e fazemos é um desafio que leva uma vida toda, esse meio todo.

MEDEIROS, Martha. Revista O Globo, coluna Ela Disse. Disponível em: oglobo.globo.com 
O acento presente na palavra “difícil” (4º parágrafo) foi empregado com base na mesma regra de acentuação gráfica que o vocábulo:
Alternativas
Q3555142 Português
TEXTO:

A história da Lua e da Terra

        Identificar quando a Lua se solidificou dá aos futuros pesquisadores um ponto de referência para modelar a sua evolução. “A cronologia nos ajuda a colocar tudo em um contexto”, diz Greer. “Então, podemos começar a entender os processos que estão acontecendo”. Saber o que aconteceu e quando durante os anos de formação da Lua pode ajudar a explicar por que o satélite da Terra tem a aparência que tem hoje.

        O verdadeiro interesse em estudar a Lua está no que ela pode nos dizer sobre a Terra. Como companheiras celestes com uma origem comum, os destinos da Terra e da Lua estão ligados. Mas, como um “criminoso astuto”, a Terra geologicamente ativa tem uma tendência a enterrar e destruir evidências de eventos passados. A Lua é uma parceira menos enganosa – a falta de atividade tectônica significa que os registros geológicos na superfície duram por eras.

        Os cientistas podem analisar as evidências lunares para inferir o que também pode ter acontecido na Terra na mesma época. Por exemplo, na fatídica colisão que formou a Lua, a Terra se tornou inabitável – nada poderia ter sobrevivido a um evento tão catastrófico – e toda a sua água poderia ter evaporado, explica Greer. Nesse caso, a água deve ter sido devolvida ao nosso planeta em algum momento, talvez por meio do impacto de asteroides, que também teriam deixado pistas na Lua.

        Embora o novo estudo date a conclusão da formação da Lua em um mínimo de 4,46 bilhões de anos, todo o processo, desde a colisão planetária até o eventual endurecimento, se desenrolou ao longo de milênios. Os zircões representam os vestígios finais do oceano de magma lunar – o último capítulo do início violento da Lua e o início de sua época mais tranquila. 

        Várias missões estão sendo planejadas para trazer amostras lunares de onde ninguém foi antes. Em 2024, a China lançará uma missão robótica que devolverá amostras do lado mais distante da Lua, e a missão Artemis III da Nasa tem como objetivo pousar humanos no polo sul lunar em dezembro de 2025. As novas rochas coletadas nesses locais podem ajudar a refinar a história das origens da Lua.

Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/espaco/2023/10/alua-e-ainda-mais-antiga-do-que-pensavamos.
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão acentuadas corretamente de acordo com o Novo Acordo Ortográfico. 
Alternativas
Q3555123 Português
TEXTO:

A HISTÓRIA DA LUA E DA TERRA

        Identificar quando a Lua se solidificou dá aos futuros pesquisadores um ponto de referência para modelar a sua evolução. “A cronologia nos ajuda a colocar tudo em um contexto”, diz Greer. “Então, podemos começar a entender os processos que estão acontecendo”. Saber o que aconteceu e quando durante os anos de formação da Lua pode ajudar a explicar por que o satélite da Terra tem a aparência que tem hoje.

        O verdadeiro interesse em estudar a Lua está no que ela pode nos dizer sobre a Terra. Como companheiras celestes com uma origem comum, os destinos da Terra e da Lua estão ligados. Mas, como um “criminoso astuto”, a Terra geologicamente ativa tem uma tendência a enterrar e destruir evidências de eventos passados. A Lua é uma parceira menos enganosa – a falta de atividade tectônica significa que os registros geológicos na superfície duram por eras.

        Os cientistas podem analisar as evidências lunares para inferir o que também pode ter acontecido na Terra na mesma época. Por exemplo, na fatídica colisão que formou a Lua, a Terra se tornou inabitável – nada poderia ter sobrevivido a um evento tão catastrófico – e toda a sua água poderia ter evaporado, explica Greer. Nesse caso, a água deve ter sido devolvida ao nosso planeta em algum momento, talvez por meio do impacto de asteroides, que também teriam deixado pistas na Lua.

        Embora o novo estudo date a conclusão da formação da Lua em um mínimo de 4,46 bilhões de anos, todo o processo, desde a colisão planetária até o eventual endurecimento, se desenrolou ao longo de milênios. Os zircões representam os vestígios finais do oceano de magma lunar – o último capítulo do início violento da Lua e o início de sua época mais tranquila. 

        Várias missões estão sendo planejadas para trazer amostras lunares de onde ninguém foi antes. Em 2024, a China lançará uma missão robótica que devolverá amostras do lado mais distante da Lua, e a missão Artemis III da Nasa tem como objetivo pousar humanos no polo sul lunar em dezembro de 2025. As novas rochas coletadas nesses locais podem ajudar a refinar a história das origens da Lua.

Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/espaco/2023/10/a-luae-ainda-mais-antiga-do-que-pensavamos. 
No texto, as palavras “Lua” e “Terra” são grafadas com iniciais maiúsculas porque 
Alternativas
Q3555121 Português
TEXTO:

A HISTÓRIA DA LUA E DA TERRA

        Identificar quando a Lua se solidificou dá aos futuros pesquisadores um ponto de referência para modelar a sua evolução. “A cronologia nos ajuda a colocar tudo em um contexto”, diz Greer. “Então, podemos começar a entender os processos que estão acontecendo”. Saber o que aconteceu e quando durante os anos de formação da Lua pode ajudar a explicar por que o satélite da Terra tem a aparência que tem hoje.

        O verdadeiro interesse em estudar a Lua está no que ela pode nos dizer sobre a Terra. Como companheiras celestes com uma origem comum, os destinos da Terra e da Lua estão ligados. Mas, como um “criminoso astuto”, a Terra geologicamente ativa tem uma tendência a enterrar e destruir evidências de eventos passados. A Lua é uma parceira menos enganosa – a falta de atividade tectônica significa que os registros geológicos na superfície duram por eras.

        Os cientistas podem analisar as evidências lunares para inferir o que também pode ter acontecido na Terra na mesma época. Por exemplo, na fatídica colisão que formou a Lua, a Terra se tornou inabitável – nada poderia ter sobrevivido a um evento tão catastrófico – e toda a sua água poderia ter evaporado, explica Greer. Nesse caso, a água deve ter sido devolvida ao nosso planeta em algum momento, talvez por meio do impacto de asteroides, que também teriam deixado pistas na Lua.

        Embora o novo estudo date a conclusão da formação da Lua em um mínimo de 4,46 bilhões de anos, todo o processo, desde a colisão planetária até o eventual endurecimento, se desenrolou ao longo de milênios. Os zircões representam os vestígios finais do oceano de magma lunar – o último capítulo do início violento da Lua e o início de sua época mais tranquila. 

        Várias missões estão sendo planejadas para trazer amostras lunares de onde ninguém foi antes. Em 2024, a China lançará uma missão robótica que devolverá amostras do lado mais distante da Lua, e a missão Artemis III da Nasa tem como objetivo pousar humanos no polo sul lunar em dezembro de 2025. As novas rochas coletadas nesses locais podem ajudar a refinar a história das origens da Lua.

Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/espaco/2023/10/a-luae-ainda-mais-antiga-do-que-pensavamos. 
Assinale a questão em que há um erro de ortografia.
Alternativas
Q3555120 Português
TEXTO:

A HISTÓRIA DA LUA E DA TERRA

        Identificar quando a Lua se solidificou dá aos futuros pesquisadores um ponto de referência para modelar a sua evolução. “A cronologia nos ajuda a colocar tudo em um contexto”, diz Greer. “Então, podemos começar a entender os processos que estão acontecendo”. Saber o que aconteceu e quando durante os anos de formação da Lua pode ajudar a explicar por que o satélite da Terra tem a aparência que tem hoje.

        O verdadeiro interesse em estudar a Lua está no que ela pode nos dizer sobre a Terra. Como companheiras celestes com uma origem comum, os destinos da Terra e da Lua estão ligados. Mas, como um “criminoso astuto”, a Terra geologicamente ativa tem uma tendência a enterrar e destruir evidências de eventos passados. A Lua é uma parceira menos enganosa – a falta de atividade tectônica significa que os registros geológicos na superfície duram por eras.

        Os cientistas podem analisar as evidências lunares para inferir o que também pode ter acontecido na Terra na mesma época. Por exemplo, na fatídica colisão que formou a Lua, a Terra se tornou inabitável – nada poderia ter sobrevivido a um evento tão catastrófico – e toda a sua água poderia ter evaporado, explica Greer. Nesse caso, a água deve ter sido devolvida ao nosso planeta em algum momento, talvez por meio do impacto de asteroides, que também teriam deixado pistas na Lua.

        Embora o novo estudo date a conclusão da formação da Lua em um mínimo de 4,46 bilhões de anos, todo o processo, desde a colisão planetária até o eventual endurecimento, se desenrolou ao longo de milênios. Os zircões representam os vestígios finais do oceano de magma lunar – o último capítulo do início violento da Lua e o início de sua época mais tranquila. 

        Várias missões estão sendo planejadas para trazer amostras lunares de onde ninguém foi antes. Em 2024, a China lançará uma missão robótica que devolverá amostras do lado mais distante da Lua, e a missão Artemis III da Nasa tem como objetivo pousar humanos no polo sul lunar em dezembro de 2025. As novas rochas coletadas nesses locais podem ajudar a refinar a história das origens da Lua.

Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/espaco/2023/10/a-luae-ainda-mais-antiga-do-que-pensavamos. 
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão acentuadas corretamente de acordo com o Novo Acordo Ortográfico. 
Alternativas
Q3555119 Português
TEXTO:

A HISTÓRIA DA LUA E DA TERRA

        Identificar quando a Lua se solidificou dá aos futuros pesquisadores um ponto de referência para modelar a sua evolução. “A cronologia nos ajuda a colocar tudo em um contexto”, diz Greer. “Então, podemos começar a entender os processos que estão acontecendo”. Saber o que aconteceu e quando durante os anos de formação da Lua pode ajudar a explicar por que o satélite da Terra tem a aparência que tem hoje.

        O verdadeiro interesse em estudar a Lua está no que ela pode nos dizer sobre a Terra. Como companheiras celestes com uma origem comum, os destinos da Terra e da Lua estão ligados. Mas, como um “criminoso astuto”, a Terra geologicamente ativa tem uma tendência a enterrar e destruir evidências de eventos passados. A Lua é uma parceira menos enganosa – a falta de atividade tectônica significa que os registros geológicos na superfície duram por eras.

        Os cientistas podem analisar as evidências lunares para inferir o que também pode ter acontecido na Terra na mesma época. Por exemplo, na fatídica colisão que formou a Lua, a Terra se tornou inabitável – nada poderia ter sobrevivido a um evento tão catastrófico – e toda a sua água poderia ter evaporado, explica Greer. Nesse caso, a água deve ter sido devolvida ao nosso planeta em algum momento, talvez por meio do impacto de asteroides, que também teriam deixado pistas na Lua.

        Embora o novo estudo date a conclusão da formação da Lua em um mínimo de 4,46 bilhões de anos, todo o processo, desde a colisão planetária até o eventual endurecimento, se desenrolou ao longo de milênios. Os zircões representam os vestígios finais do oceano de magma lunar – o último capítulo do início violento da Lua e o início de sua época mais tranquila. 

        Várias missões estão sendo planejadas para trazer amostras lunares de onde ninguém foi antes. Em 2024, a China lançará uma missão robótica que devolverá amostras do lado mais distante da Lua, e a missão Artemis III da Nasa tem como objetivo pousar humanos no polo sul lunar em dezembro de 2025. As novas rochas coletadas nesses locais podem ajudar a refinar a história das origens da Lua.

Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/espaco/2023/10/a-luae-ainda-mais-antiga-do-que-pensavamos. 
Assinale a alternativa em que as palavras preenchem os espaços corretamente.
Não aceitamos __________ como forma de pagamento. Entre todos os presos, o que está na primeira __________ é o mais perigoso. O visitante colocou a ___________ no cavalo antes de montar.
Alternativas
Q3545620 Português
LEIA O POEMA E RESPONDA À QUESTÃO.

Também já fui brasileiro

Carlos Drummond de Andrade

Eu também já fui brasileiro
Moreno como vocês.
Ponteei viola, guiei forde
e aprendi na mesa dos bares
que o nacionalismo é uma virtude
Mas há uma hora em que os bares se fecham
e todas as virtudes se negam.

Eu também já fui poeta.
Bastava olhar para mulher,
pensava logo nas estrelas
e outros substantivos celestes.

Mas eram tantas, o céu tamanho,
minha poesia perturbou-se.
Eu também já tive meu ritmo.
Fazia isto, dizia aquilo.

E meus amigos me queriam,
meus inimigos me odiavam.
Eu irônico deslizava
satisfeito de ter meu ritmo.

Mas acabei confundindo tudo.
Hoje não deslizo mais não,
não sou irónico mais não,
não tenho ritmo mais não.

Fonte: ANDRADE, Carlos Drummond de. Alguma poesia. São Paulo: Companhia das Letras, 2013. http://www.horizonte.unam.mx/brasil/drumm1a.html, acesso em, 06 de out. 2023.
Na oração, “Eu também já tive meu ritmo.” a palavra em destaque foi acentuada corretamente por ser uma: 
Alternativas
Q3497849 Português
Dentre as palavras, abaixo, aquela que está grafada de forma incorreta é: 
Alternativas
Q3497482 Português
Marque a alternativa que contenha o vocábulo e o respectivo significado grafado de forma correta:
Alternativas
Q3497481 Português
Assinale a alternativa que possui a grafia correta de todos os vocábulos, quanto às regras de acentuação:
Alternativas
Q3497480 Português
Está correta a grafia de todas as palavras da frase: (Texto adaptado de SCHWARCZ, Lilia M.; STARLING, Heloísa M. Brasil: uma biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015)
Alternativas
Q3496712 Português
Marque a alternativa que contenha o segmento do texto que não apresente erro(s) de grafia das palavras:
Alternativas
Q3496182 Português
Está correta a grafia de todas as palavras da frase: (Texto adaptado de SCHWARCZ, Lilia M.; STARLING, Heloísa M. Brasil: uma biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015) 
Alternativas
Q3496181 Português
Marque a alternativa em que há erro quanto às regras de acentuação gráfica. 
Alternativas
Q3496178 Português
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas.
“Para mais ________ a suavidade do quadro, em vez da casa antiga, onde cantavam os tais pássaros, vê-se no fim da estrada a _______ capela de Nossa Senhora da Conceição, que é o principal ornamento daquele _________ Éden. Através das janelas da sagrada habitação, vozes inspiradas de elegantes e inocentes virgens vão ressoar no vasto arvoredo por ocasião das novenas, que os devotos e vizinhos da Santa celebram em dezembro, época em que a estrada aumenta de delícias, porque os cajueiros e as jaqueiras ___________ com seus aromas o ambiente, e é tudo ali alegria, florido, e tudo fala de paixões moderadas, sem desejos desonestos.”. (Fonte: http://poesiacombobagem.blogspot.com/2010/03/trecho.html) 
Alternativas
Q3492742 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão escritas de forma correta:
Alternativas
Respostas
5401: E
5402: E
5403: C
5404: D
5405: D
5406: B
5407: A
5408: C
5409: D
5410: B
5411: B
5412: C
5413: B
5414: D
5415: B
5416: C
5417: A
5418: C
5419: A
5420: B