Questões de Concurso Comentadas sobre ortografia em português

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Q2356037 Português
A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL ESTÁ MUDANDO O MUNDO, MAS PRECISAMOS PROTEGÊ-LO


Dora Kaufman 


        No início de 2023, Geoffrey Hinton, considerado o “padrinho da IA” e vencedor do Prêmio Turing (Nobel da tecnologia), declarou à revista Technology review: “De repente, mudei minha opinião sobre se essas coisas (máquinas movidas por inteligência artificial) serão mais inteligentes do que nós. Acho que elas estão muito próximas disso agora e serão muito mais inteligentes do que nós no futuro.” A cientista da computação Melanie Mitchell reconhece, na revista Science, que é uma afirmação extraordinária, mas que exige evidências igualmente extraordinárias. “Nós, humanos, somos propensos ao antropomorfismo, projetando inteligência e compreensão em sistemas que fornecem até mesmo um indício de competência linguística”, pondera. Mitchell refuta cada um dos testes realizados para comprovar a semelhança entre as capacidades cognitivas da IA generativa e as dos seres humanos, concluindo que, a partir das evidências fornecidas, não é possível afirmar que os sistemas de IA em breve igualarão ou excederão a inteligência humana.
             Para o Prêmio Nobel Judea Pearl, autor de The book of why: the new science of cause and effect (Basic Books, 2018), estamos longe de produzir máquinas com inteligência semelhante à humana. A diferença profunda é a ausência de um modelo mental da realidade onde a imaginação acontece. Para ir mais longe, pondera Pearl, precisamos desenvolver um modelo causal, e não apenas modelos de correlação como as técnicas atuais de IA. “Se quisermos que os robôs respondam ‘por quê?’ ou mesmo que entendam o significado, devemos equipá-los com um modelo causal e ensiná-los a responder a perguntas contrafactuais”, argumenta Pearl, lembrando que as intuições humanas são organizadas em torno de relações causais, não estatísticas.
           Abstraindo as controvérsias sobre o futuro da inteligência artificial, o que temos hoje é um sistema estatístico de probabilidade, fundamentalmente modelos baseados na técnica de redes neurais profundas (deep learning), com inúmeras limitações a começar pela variável de incerteza intrínseca aos sistemas estatísticos; soluções como o ChatGPT preveem o próximo token em uma sequência com base em uma lógica de probabilidade. A subjetividade humana permeia toda a cadeia de desenvolvimento da IA. São os humanos que tomam as decisões ao longo do processo, bem como são os humanos que interpretam os resultados e decidem como utilizá-los.
             Ainda que limitada, a IA tem demonstrado um potencial revolucionário em diversas áreas, como saúde, transporte, educação, segurança e na otimização de processos operacionais. No entanto, seu uso também traz desafios e preocupações, como viés algorítmico discriminatório, privacidade, responsabilidade civil e impacto no mercado de trabalho. Regulamentar adequadamente a IA torna-se crucial para garantir sua aplicação ética, segura e responsável, especialmente porque as legislações existentes não abrangem a totalidade dos riscos associados a esses sistemas. Embora a regulamentação da IA seja essencial, trata-se de um desafio complexo; não por acaso ainda não temos, no mundo ocidental, um marco regulatório, o processo mais avançado é o europeu – “AI Act”, em debate público desde abril de 2021, 3.000 emendas em novembro de 2022, segunda versão votada no Parlamento Europeu em 14 de julho de 2023 –, com fortes críticas tanto do mercado quanto da academia.
              Regulamentar a IA não é como regular um produto ou um serviço, não é trivial pré-identificar e isolar nos sistemas os riscos e suas consequências. A eficácia da lei na efetiva proteção da sociedade depende da convergência de diretrizes compartilhadas globalmente, autorregulação e arcabouço regulatório. Regulamentação é um projeto coletivo, que inclui legisladores, partes interessadas, setor privado, academia e sociedade civil. A lacuna de conhecimento sobre IA dos reguladores é uma grande barreira na regulamentação (e posterior fiscalização/enforcement); entender como funcionam as cadeias de suprimento dos sistemas de IA, e como atribuir responsabilidades distintas demanda tempo e capacitação. Entre os especialistas, forma-se um consenso de que a efetividade de qualquer regulamentação da IA depende de estabelecer padrões (tipo ISO).
       Reconhecendo o tamanho do desafio, as organizações multilaterais estão convocando os especialistas. A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, por exemplo, formou o grupo OECD.AI, coordenado pelo britânico Stuart Russell, com o propósito de equipar os governos com o conhecimento e instrumentos necessários para desenvolver políticas voltadas para o futuro da IA. A ONU está capitaneando diversas iniciativas gerais e setoriais, como a reunião promovida pela Unesco com 40 ministros da educação para avaliar as oportunidades, desafios e riscos no curto e longo prazo das tecnologias de IA. Pesquisa global da Unesco, em mais de 450 escolas e universidades, revelou que apenas 10% desenvolveram políticas institucionais e/ou orientações formais sobre o uso de sistemas de IA generativa.
Com base nesse cenário, o órgão está elaborando um conjunto de diretrizes políticas, bem como estruturas de competências de IA para alunos e professores, a ser lançado na “Digital Learning Week”, no segundo semestre de 2023 em sua sede em Paris.
            Os governos nacionais igualmente estão se movimentando. Na Europa e nos EUA, os órgãos executivos estão formando equipes de formuladores de política com os parlamentares, agregando acadêmicos e especialistas de mercado. A administração Biden-Harris anunciou um grupo de trabalho do Instituto Nacional de Padrões e Tecnologias (AI@NIST) com voluntários, especialistas dos setores público e privado.
          No Brasil, o projeto de lei para criação do Marco Regulatório da Inteligência Artificial, Projeto de Lei 2338, em tramitação no Senado, é um bom ponto de partida, mas requer aperfeiçoamentos, no geral, para: (a) reduzir os custos de conformidade que afetam negativamente a inovação e positivamente a concentração de mercado (empresas médias, pequenas e startups não terão capacidade de atender às exigências legais); e (b) especificar os direitos do usuário afetado, evitando uma enxurrada de ações judiciais. É imprescindível padronizar os critérios de avaliação para classificar o risco, o teor dos documentos de avaliação e os parâmetros a serem utilizados pela autoridade competente para reclassificar e avaliar o impacto algorítmico. A categorização de risco é inadequada para regulamentar os grandes modelos de linguagem (LLMs) ou modelos de fundação, que têm aplicações versáteis e imprevisíveis e trazem preocupações sobre proteção de dados e direito autoral.
          Para ter algum protagonismo nesse novo ambiente, o Brasil precisa de investimentos em infraestrutura, plataforma de código aberto e banco de dados robusto em português. A hegemonia da língua inglesa não só compromete a eficiência e confiabilidade para usuários não falantes de inglês, mas também tende a gerar hegemonia da cultura americana (monocultura). A questão ambiental, tema fora da pauta dos reguladores de IA, é estratégica na relação do Brasil com o resto do mundo, e o caminho de avanço da IA com sistemas cada vez mais ricos em dados tem uma pegada de carbono significativa em função do consumo de energia dos data centers para rodar sistemas robustos e de emissões associadas à produção de equipamentos e dispositivos. A regulamentação da IA deve incluir obrigações para reduzir o impacto de carbono (otimização dos processos de treinamento e implantação e uso de fontes de energia renováveis). Regular a IA é urgente, mas sem açodamento. O processo é tão importante quanto o resultado final. 


Disponível em https://revistacult.uol.com.br/. Acesso em: 17 out. 2023. (texto adaptado)

“Se quisermos que os robôs respondam ‘por quê?’ ou mesmo que entendam o significado, devemos equipá-los com um modelo causal e ensiná-los a responder a perguntas contrafactuais” [...].



O não uso do acento grave, nas duas ocorrências da palavra “a”, deve-se,

Alternativas
Q2355615 Português
Um pé de milho 

    Os americanos, através do radar, entraram em contato com a Lua, o que não deixa de ser emocionante. Mas o fato mais importante da semana aconteceu com o meu pé de milho.
       Aconteceu que no meu quintal, em um monte de terra trazido pelo jardineiro, nasceu alguma coisa que podia ser um pé de capim – mas descobri que era um pé de milho. Transplantei-o para o exíguo canteiro na frente da casa. Secaram as pequenas folhas, pensei que fosse morrer. Mas ele reagiu. Quando estava do tamanho de um palmo veio um amigo e declarou desdenhosamente que na verdade aquilo era capim. Quando estava com dois palmos veio outro amigo e afirmou que era cana.
      Sou um ignorante, um pobre homem de cidade. Mas eu tinha razão. Ele cresceu, está com dois metros, lança as suas folhas além do muro – e é um esplêndido pé de milho. Já viu o leitor um pé de milho? Eu nunca tinha visto. Tinha visto centenas de milharais – mas é diferente. 
        Um pé de milho sozinho, em um canteiro, espremido, junto do portão, numa esquina de rua – não é um número numa lavoura, é um ser vivo e independente. Suas raízes roxas se agarram no chão e suas folhas longas e verdes nunca estão imóveis. Detesto comparações surrealistas – mas na glória de seu crescimento, tal como o vi em uma noite de luar, o pé de milho parecia um cavalo empinado, as crinas ao vento – e em outra madrugada parecia um galo cantando. 
        Anteontem aconteceu o que era inevitável, mas que nos encantou como se fosse inesperado: meu pé de milho pendoou. Há muitas flores belas no mundo, e a flor de milho não será a mais linda. Mas aquele pendão firme, vertical, beijado pelo vento do mar, veio enriquecer nosso canteirinho vulgar com uma força e uma alegria que fazem bem. É alguma coisa de vivo que se afirma com ímpeto e certeza. Meu pé de milho é um belo gesto da terra. E eu não sou mais um medíocre homem que vive atrás de uma chata máquina de escrever: sou um rico lavrador da Rua Júlio de Castilhos.


(Crônica extraída da obra 200 crônicas escolhidas. Rio de Janeiro: Record, 2014.) 
Assinale a alternativa em que todas as palavras são acentuadas pelo mesmo motivo. 
Alternativas
Q2355084 Português

Texto para o item.


Black Friday e animal não é legal



Internet: <www.crmv‑ce.org.br> (com adaptações).


Acerca dos aspectos linguísticos e dos sentidos do texto, julgue o item.


Nas linhas 5 e 8, há duas ocorrências do mesmo termo, “médico‑veterinário”, as quais apresentam a grafia de maneira incorreta. Nesse caso, a utilização de hífen está equivocada, pois a palavra “veterinário” classifica‑se como substantivo.

Alternativas
Q2353196 Português
A única alternativa que apresenta todas as palavras de acordo com a nova ortografia da língua portuguesa é:
Alternativas
Q2353174 Português
Durante uma aula de Língua Portuguesa, a professora abordou o tema de acentuação tônica e gráfica, destacando a importância de compreender as regras para evitar equívocos na escrita. Ao revisar o conteúdo, ela propôs a seguinte frase para análise:

"O passaro voou em direçao ao cipo, mas caiu na boca do celebre jacare”

Considerando a coerência da frase, quantas palavras acima precisam de acentuação tônica e/ou gráfica?
Alternativas
Q2352645 Português
TEXTO 1

Quem é Daniel Dias, maior medalhista paralímpico do Brasil?


O nadador Daniel Dias é o maior medalhista paralímpico brasileiro. O atleta tem 27 medalhas paralímpicas: 14 ouros, 7 pratas e 6 bronzes.

Dias nasceu em Campinas (SP), com uma má-formação congênita dos membros. Aos 3 anos, o atleta passou por uma cirurgia para poder usar uma prótese andar.

Daniel Dias compete nas categorias S5, SM5 e SB5. Nessa classificação de paraesportes, as letras indicam a modalidade. O número mostra qual o grau de limitação. De 1 a 10, são limitações físicomotoras. Quanto menor o número, mais grave a deficiência. Em 2014, o nadador fundou o Instituto Daniel Dias, em Bragança Paulista (SP), para usar o esporte como ferramenta de inclusão social.
(https://www.netshoes.com.br/blog/esportes/post/quem-e-danieldias-maior-medalhista-paralimpico-do-brasil. Acesso em 02/01/2024)
Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q2352411 Português
Texto 1

Docentes e a síndrome de Burnout 


        Burnout é um fenômeno complexo e multifatorial resultante da interação entre aspectos individuais e o ambiente de trabalho. Observa-se que esse fenômeno que assola o professor pode advir de fatores também de natureza político, econômica e social, ou até mesmo de natureza estritamente escolar e/ou pessoal. No sistema público de educação, o esgotamento físico e psíquico do professor torna-se mais evidente. Grandes jornadas de trabalho, diferentes escolas para lecionar, falta de infraestrutura e salário baixo, soma-se ainda ao problema com alunos, que de maneira geral, não estão dispostos a aprender e aos pais que estão dispostos a cobrar da escola e professores educação para os filhos. Diante de tal quadro, a cobrança e o desempenho ficam claramente comprometidos, uma vez que o professor acaba cobrando de si próprio o que já não consegue exercer de maneira satisfatória. 
        Ansiedade, irritação, dores difusas e uma grande frustração, estão sempre presentes, pois a dificuldade de lidar com a situação são enormes, na grande maioria das vezes o profissional não está preparado, pois não tem sequer conhecimento da síndrome. Com o passar do tempo, as crises tendem a ser mais proeminentes, e a perspectiva de melhora fica longe do alcance. Isso faz com que grande parte destes profissionais procurem ajuda, às vezes tardia, quando a síndrome está instalada há muito tempo, e causando sintomas físicos e psíquicos seríssimos, levando a afastamento e aposentadoria precoce.


PEREIRA, Liliane G. Figueiredo; GAIARDO, Viviane Almeida. Docentes e a síndrome de burnout. Revista Científica Semana Acadêmica, v. 1, n. 85, 2016. Disponível em: https://semanaacademica.org.br/system/files/artigos/doce ntes_e_a_sindrome_de_burnout_pdf.pdf. Acesso em: 29 de nov. 2023. (adaptado)
Com base no texto “Docentes e a síndrome de Burnout”, analise as afirmativas a seguir:

I. Em: “Isso faz com que grande parte destes profissionais procurem ajuda, às vezes tardia, quando a síndrome está instalada muito tempo, e causando sintomas físicos e psíquicos seríssimos, levando a afastamento e aposentadoria precoce.”, as palavras destacadas são do tipo oxítonas, terminadas em “a”, o que justifica o emprego do acento agudo. 
II. Em: “Grandes jornadas de trabalho, diferentes escolas para lecionar, falta de infra estrutura e salário baixo, soma-se ainda ao problema com alunos, que de maneira geral, não estão dispostos a aprender e aos pais que estão dispostos a cobrar da escola e professores educação para os filhos.”, a locução adverbial destacada poderia ser substituída por “geralmente” sem prejuízo de sentido. 

Marque a alternativa correta: 
Alternativas
Q2352409 Português
Texto 1

Docentes e a síndrome de Burnout 


        Burnout é um fenômeno complexo e multifatorial resultante da interação entre aspectos individuais e o ambiente de trabalho. Observa-se que esse fenômeno que assola o professor pode advir de fatores também de natureza político, econômica e social, ou até mesmo de natureza estritamente escolar e/ou pessoal. No sistema público de educação, o esgotamento físico e psíquico do professor torna-se mais evidente. Grandes jornadas de trabalho, diferentes escolas para lecionar, falta de infraestrutura e salário baixo, soma-se ainda ao problema com alunos, que de maneira geral, não estão dispostos a aprender e aos pais que estão dispostos a cobrar da escola e professores educação para os filhos. Diante de tal quadro, a cobrança e o desempenho ficam claramente comprometidos, uma vez que o professor acaba cobrando de si próprio o que já não consegue exercer de maneira satisfatória. 
        Ansiedade, irritação, dores difusas e uma grande frustração, estão sempre presentes, pois a dificuldade de lidar com a situação são enormes, na grande maioria das vezes o profissional não está preparado, pois não tem sequer conhecimento da síndrome. Com o passar do tempo, as crises tendem a ser mais proeminentes, e a perspectiva de melhora fica longe do alcance. Isso faz com que grande parte destes profissionais procurem ajuda, às vezes tardia, quando a síndrome está instalada há muito tempo, e causando sintomas físicos e psíquicos seríssimos, levando a afastamento e aposentadoria precoce.


PEREIRA, Liliane G. Figueiredo; GAIARDO, Viviane Almeida. Docentes e a síndrome de burnout. Revista Científica Semana Acadêmica, v. 1, n. 85, 2016. Disponível em: https://semanaacademica.org.br/system/files/artigos/doce ntes_e_a_sindrome_de_burnout_pdf.pdf. Acesso em: 29 de nov. 2023. (adaptado)
Com base no texto “Docentes e a síndrome de Burnout”, analise as afirmativas a seguir:

I. Em: “No sistema público de educação, o esgotamento físico e psíquico do professor torna-se mais evidente.”, as palavras receberam acento agudo devido ao enquadramento na mesma regra de acentuação. 
II. Em: “Burnout é um fenômeno complexo e multifatorial resultante da interação entre aspectos individuais e o ambiente de trabalho.”, o termo destacado possui um prefixo, corretamente empregado em: multimilionário, multi-imagem, multissetorial. 

Marque a alternativa correta: 
Alternativas
Q2352106 Português
Na língua portuguesa, há palavras que possuem acento gráfico de acordo com regras específicas. Dentre as palavras abaixo, qual está acentuada de acordo com as regras de acentuação gráfica? 
Alternativas
Q2352098 Português
TEXTO 1


A Europa foi marcada pela atividade humana desde a antiguidade. Seus habitantes buscaram sempre o aprimoramento em todas as esferas de conhecimento, o que possibilitou o desenvolvimento de diversas culturas que, embora distintas, se interconectam de forma profunda. O "velho continente" tem sido palco de inúmeros conflitos bélicos ao longo de sua história. Seu território, hoje, é constituído por mais de 45 países, todos com suas próprias histórias e culturas.

Assim como a Europa teve que adaptar-se à nova realidade industrial imposta pela Inglaterra no século XVIII, a sociedade industrial vem tentando se moldar devido as mudanças incontestáveis que tiveram início no século XX. Num momento onde o foco de inúmeras e decisivas pesquisas acerca das relações humanas vem sendo realizadas, as relações entre os principais atores sociais são modificadas rapidamente, na atualidade do século XXI os processos que sustentam o status quo a nível local e global são contestados e a engrenagem social se move no ritmo de novas forças que já alteram de modo inexorável o presente.


(https://monografias.brasilescola.uol.com.br/historia/estado-sociedadena-era-informacao-relacao-entre-as-transformacoes-sociais-novastecnologias.htm)
Em qual das alternativas todas as palavras estão grafadas de acordo com as regras da norma padrão da língua portuguesa? 
Alternativas
Q2352097 Português
TEXTO 1


A Europa foi marcada pela atividade humana desde a antiguidade. Seus habitantes buscaram sempre o aprimoramento em todas as esferas de conhecimento, o que possibilitou o desenvolvimento de diversas culturas que, embora distintas, se interconectam de forma profunda. O "velho continente" tem sido palco de inúmeros conflitos bélicos ao longo de sua história. Seu território, hoje, é constituído por mais de 45 países, todos com suas próprias histórias e culturas.

Assim como a Europa teve que adaptar-se à nova realidade industrial imposta pela Inglaterra no século XVIII, a sociedade industrial vem tentando se moldar devido as mudanças incontestáveis que tiveram início no século XX. Num momento onde o foco de inúmeras e decisivas pesquisas acerca das relações humanas vem sendo realizadas, as relações entre os principais atores sociais são modificadas rapidamente, na atualidade do século XXI os processos que sustentam o status quo a nível local e global são contestados e a engrenagem social se move no ritmo de novas forças que já alteram de modo inexorável o presente.


(https://monografias.brasilescola.uol.com.br/historia/estado-sociedadena-era-informacao-relacao-entre-as-transformacoes-sociais-novastecnologias.htm)
Em qual das alternativas há uma palavra em que o ‘X’ tem o mesmo som que “inexorável”:
Alternativas
Q2351810 Português
Considere as frases abaixo:

I. Aquele motorista é de tirar o chapéu. II. O cônsul brasileiro visitou a Espanha. III. Eles crêem na importância de lêem livros regularmente para ampliar seus horizontes culturais.

Qual(is) frase(s) está(ão) acentuada(s) corretamente?
Alternativas
Q2351791 Português
Considere o excerto abaixo:

“O marinheiro enchugou o suor da testa enquanto guiava o barco com destreza, ajustando a élice para manter o curso mesmo sob a densa neblina.”

Quantos problemas de ortografia são possíveis observar?
Alternativas
Q2351549 Português
Assinale a alternativa em que a palavra grifada está incorretamente acentuada.
Alternativas
Q2351548 Português
Leia o excerto abaixo:

“Marlon, um jovem bonito, mas muito ansioso, tem o privilégio de ser casado com Joana, uma excelente designer de sombrancelha e cabelereira.”

No que tange à ortografia, a palavra que está incorretamente escrita é a seguinte:
Alternativas
Q2351503 Português
Em qual alternativa a palavra está corretamente classificada quanto à sua acentuação tônica?
Alternativas
Q2351498 Português
Dentre as palavras abaixo, assinale aquela que apresenta o correto uso da ortografia na Língua Portuguesa.
Alternativas
Q2350345 Português
Texto:


Crescimento Zero


Alex Grijelmo


     Parece difícil que nos resignemos a não crescer. O crescimento de qualquer de nossas posses forma parte das ideias positivas. Hão de crescer as crianças, os músculos, os seios, nossos negócios e, obviamente, também a economia. Este caso é, porém, o mais transcendental, porque mesmo quando a economia não cresce, dizemos que cresceu: porque “cresceu zero”.

     O eufemismo que está presente em “crescimento zero” consegue unir um conceito positivo (crescimento) com outro negativo (o não-crescimento), para neutralizar o efeito deste (e, além disso, se apela a um número que não é exatamente negativo: o zero).

     Os economistas e os políticos empregam muito bem esses vocábulos para contentar-nos, mesmo quando a economia decresce, porque então falam de “crescimento negativo”.

     Vejamos o lado bom da coisa, porque devemos agradecer o fato de que as pessoas das ciências tenham sabido escolher muito bem as palavras, ainda que seja para esconder os números.
Assinale a opção que mostra duas palavras do texto que recebem acento gráfico pelo mesmo motivo.
Alternativas
Q2350103 Português
Texto 3



Lá em casa


Lá em casa tinha um pote
com água sempre gelada,
as cadeiras na calçada
e o rádio tocando xote.
Galinha, pato, capote,
vizinho, amigo e parente.
Tinha a vista da nascente
com sua beleza rara.
A casa não era cara
mas era a cara da gente.


Todo ano pai pintava
a fachada duma cor
sem precisar de pintor,
pois eu também ajudava.
Pai de tudo me ensinava,
matuto, mas consciente,
dizia insistentemente:
“A vida é quem lhe prepara.”
A casa não era cara
mas era a cara da gente.
[...]



Disponível em: <https://www.tudoepoema.com.br/braulio-bessa-la-em-casa/>.
Acesso em: 24 ago. 2023.
Na frase “ em casa tinha um pote”, a acentuação da palavra destacada refere-se a
Alternativas
Q2349750 Português
Observe a frase a seguir: “Você pronuncia essas palavras de forma tão diferente por quê?”

Nessa frase, o vocábulo “que” recebe acento gráfico porque
Alternativas
Respostas
5161: B
5162: D
5163: E
5164: A
5165: B
5166: A
5167: C
5168: A
5169: B
5170: A
5171: B
5172: E
5173: B
5174: E
5175: A
5176: B
5177: D
5178: C
5179: C
5180: B