Questões de Concurso Comentadas sobre ortografia em português

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Q2539939 Português
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Segundo o Novo Acordo Ortográfico, as formas verbais "mantêm" e "contêm" são acentuadas para distinguir do singular "mantém" e "contém".
Alternativas
Q2539936 Português
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De acordo com o Novo Acordo Ortográfico, os adjetivos gentílicos derivados de topônimos compostos, como "porto-alegrense" e "belo-horizontino", mantêm o hífen para preservar a clareza da formação das palavras. 
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Q2539931 Português
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O acento circunflexo é opcional na palavra "pôde" na terceira pessoa do singular do pretérito perfeito do indicativo, não sendo necessário para distingui-la da forma verbal correspondente do presente do indicativo: "pode".
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Q2539930 Português
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É utilizado o acento agudo nas vogais tônicas grafadas em -i e -u das palavras paroxítonas quando precedidas de ditongo, como em "baiúca".
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Q2539929 Português
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A vogal tônica grafada -i das palavras oxítonas terminadas em -r dos verbos terminados em -air e -uir não recebe acento agudo quando combinadas com -lo(s), -la(s), como em "atrai-lo". 
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Q2539927 Português
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As vogais tônicas grafadas (i) e (u) das palavras oxítonas e paroxítonas recebem acento quando são antecedidas de uma vogal com a qual não formam ditongo e desde que não constituam sílaba com a consoante seguinte, como em "baú". 
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Q2539925 Português
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De acordo com o Novo Acordo Ortográfico, em palavras compostas com os prefixos "circum-" e "pan-" seguidos de vogal, m ou n, o uso do hífen é obrigatório, como em "circum-navegação" e "pan-americano".
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Q2539923 Português
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Os acentos circunflexo e agudo são usados para distinguir as palavras paroxítonas quando têm a vogal tônica aberta ou fechada em palavras homógrafas de palavras proclíticas no singular e plural, como em "pêlo" e "pelo".
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Q2539300 Português
Pão com vina de Curitiba: conheça o autêntico e tradicional, desde 1945

    Qual memória o pão com vina desperta em você? Para alguns, tem gosto de infância, de pão de leite com salsicha ao molho nos aniversários, ou quem sabe aquele dogão super recheado no fim da noite. Eu lembro das reuniões com os amigos, no Boqueirão. Passávamos no mercado para garantir o molho, a vina, o pãozinho francês, maionese, batata palha. A festa era completa no fim de semana com a turma. 
    Popular já há tantas décadas, pode até ser que um jovem hoje não reconheça como cachorro-quente o mais autêntico pão com vina de Curitiba – símbolo completo da curitibanice [só aqui a gente consegue entender o significado de vina].
    Num dos cartões-postais da cidade, no Calçadão da Rua XV de Novembro, entre os bares com as mesas embaixo das coberturas roxas de acrílico assinadas por Abrão Assad, o Bar Mignon mantém no cardápio o autêntico lanche curitibano.
    Pão d’água, duas vinas e cebolinha verde picadinha, acompanhados de molho de pimenta e mostarda escura (R$ 15). Esse é o pão com vina, um dos mais antigos da cidade. Duvida? Quem confirma a história é o gerente da casa, Paulo Roberto Cordeiro. “É o mais antigo que você vai achar. Não vai encontrar mais nada nesse tipo. Hoje em dia o cachorro-quente segue outro padrão, do cachorro de carrinho, com um monte de coisa. Tudo é questão de gosto, da clientela”, comenta.
    A história conta que um açougueiro alemão, vindo de Viena, resolveu inventar um novo tipo de salsicha em 1805. Johann Georg Lahner misturou carne bovina e suína e criou a Wienerwust. Anos depois, em 1845, Curitiba começou a receber imigrantes europeus. E, adivinha? A Wienerwust veio de carona. O nome é difícil, complicado. Para simplificar, o povo passou a chamar Wienerwust de salsicha de Viena, a vina. 

Fonte: https://www.tribunapr.com.br/blogs/rangobarateza/o-autentico-pao-com-vina-de-curitiba-eservido-no-cartao-postal-da-cidade/
Assinale a alternativa que apresente palavra proparoxítona: 
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Q2538486 Português
Pantanal

    Se, quando pensa em Pantanal, o que vem à sua mente são cenas de peões montados a cavalo, rebanhos enormes, descampados alagados e fazendas a perder de vista, não está totalmente errado. É possível, sim, encontrar cenas como as mostradas na novela transmitida em rede nacional na década de 90. Mas a região pantaneira não se resume a apenas isso.
    Com 210 mil km², o bioma ocupa um espaço equivalente à soma das áreas de Bélgica, Suíça, Portugal e Holanda. A graça da região é justamente o efeito surpresa. O cenário muda a todo tempo e o que você vai encontrar depende do momento em que chegar lá. A região mistura um pouquinho de Amazônia, de Cerrado, de Mata Atlântica, de Chaco paraguaio… Mas quem manda mesmo na paisagem é o sobe e desce dos rios.
    A partir de novembro chove mais e o nível das águas vai subindo, subindo e subindo, até encharcar o solo, alagar as regiões mais planas e cobrir a vegetação. É só depois de março que as águas começam a baixar de novo e os animais voltam a dar as caras, zanzando sem muita preocupação nas margens dos rios e nas estradas.
    O espetáculo da natureza se revela com jacarés, capivaras, lobinhos, tucanos, veados e tuiuiús, entre outras mais de 900 espécies de mamíferos, aves, répteis e anfíbios. O Pantanal não apenas encanta pelos cenários em constante transformação, mas também pela riqueza da sua biodiversidade, proporcionando uma experiência única e fascinante para aqueles que têm o privilégio de explorar essa imensidão.

Revista Azul, nº 101. Adaptado
Homônimos são palavras que podem ter a mesma pronúncia, e às vezes, a mesma grafia, mas sentidos diferentes. Considerando-se os homônimos heterográficos, analisar os itens.
I. Ele – ele. II. Ascender – acender. III. Colher – colher. IV. Cerrar – serrar.
Está CORRETO o que se afirma:
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Q2538251 Português
Urubus urbanos

    Por mais curioso que pareça, é cada vez mais comum olhar para o alto de casas e prédios em ambientes urbanos e deparar-se com urubus acomodados nos telhados. Essas aves, frequentemente interpretadas como sinal de mau agouro, desempenham uma função ecológica nesse contexto urbano.
    A primeira questão que deve ficar clara é que se deve evitar pensamentos supersticiosos em relação aos urubus. Ter um urubu sobre o telhado de sua casa não significa mau agouro, mas sim que provavelmente há algum tipo de carcaça nas proximidades.
    Devido à sua natureza necrófaga, alimentando-se de materiais em decomposição, os urubus exercem uma função específica no ecossistema urbano. O aumento na produção de lixo nas grandes cidades se torna um dos principais atrativos para essas aves.
    A partir da observação do crescimento da quantidade de urubus presentes nas grandes cidades, constata-se que essas aves se adaptaram ao ambiente urbano. O fenômeno começou há pouco mais de uma década, com o número de urubus nas cidades aumentando progressivamente. Até certo momento, os moradores mal percebiam esse aumento; as pessoas achavam curioso quando viam um urubu pousado no telhado do vizinho.
    À medida que essas aves foram se tornando mais à vontade, os moradores passaram a se assustar. Trata-se de um animal com um bico curvo e afiado, pronto para o ataque. Contudo, a questão é que devemos entender que o planeta pertence a todas as espécies vivas que o habitam. Dessa forma, não temos o direito de questionar a presença dos urubus, apenas pensar em soluções que tornem a convivência mais tranquila. 

Cultura Mix - “Significado de Urubu no Telhado”. Com adaptações.
A palavra “pé” é acentuada pela mesma razão que a palavra: 
Alternativas
Q2537853 Português
 Assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas de acordo com a norma padrão da Língua Portuguesa.
Alternativas
Q2537849 Português
Com base na aplicação adequada das regras de acentuação gráfica, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2537846 Português
Com base nas regras sobre o uso do hífen, de acordo com o Novo Acordo Ortográfico, analise as alternativa e assinale a em que o emprego ou não do hífen está correto. 
Alternativas
Ano: 2024 Banca: IBADE Órgão: Prefeitura de Ouro Preto do Oeste - RO Provas: IBADE - 2024 - Prefeitura de Ouro Preto do Oeste - RO - Advogado | IBADE - 2024 - Prefeitura de Ouro Preto do Oeste - RO - Assistente Social | IBADE - 2024 - Prefeitura de Ouro Preto do Oeste - RO - Engenheiro Florestal | IBADE - 2024 - Prefeitura de Ouro Preto do Oeste - RO - Auditor Fiscal | IBADE - 2024 - Prefeitura de Ouro Preto do Oeste - RO - Controlador Interno | IBADE - 2024 - Prefeitura de Ouro Preto do Oeste - RO - Arquiteto | IBADE - 2024 - Prefeitura de Ouro Preto do Oeste - RO - Biólogo | IBADE - 2024 - Prefeitura de Ouro Preto do Oeste - RO - Enfermeiro | IBADE - 2024 - Prefeitura de Ouro Preto do Oeste - RO - Engenheiro Agrônomo | IBADE - 2024 - Prefeitura de Ouro Preto do Oeste - RO - Engenheiro Ambiental | IBADE - 2024 - Prefeitura de Ouro Preto do Oeste - RO - Engenheiro com Especialidade em Segurança do Trabalho | IBADE - 2024 - Prefeitura de Ouro Preto do Oeste - RO - Farmacêutico | IBADE - 2024 - Prefeitura de Ouro Preto do Oeste - RO - Fisioterapeuta | IBADE - 2024 - Prefeitura de Ouro Preto do Oeste - RO - Fonoaudiólogo | IBADE - 2024 - Prefeitura de Ouro Preto do Oeste - RO - Gestor Ambiental | IBADE - 2024 - Prefeitura de Ouro Preto do Oeste - RO - Médico Anestesista | IBADE - 2024 - Prefeitura de Ouro Preto do Oeste - RO - Médico Cardiologista | IBADE - 2024 - Prefeitura de Ouro Preto do Oeste - RO - Médico Cirurgião Geral | IBADE - 2024 - Prefeitura de Ouro Preto do Oeste - RO - Médico do Trabalho | IBADE - 2024 - Prefeitura de Ouro Preto do Oeste - RO - Médico Ortopedista | IBADE - 2024 - Prefeitura de Ouro Preto do Oeste - RO - Médico Pediatra | IBADE - 2024 - Prefeitura de Ouro Preto do Oeste - RO - Médico Pneumologista | IBADE - 2024 - Prefeitura de Ouro Preto do Oeste - RO - Médico Psiquiatra | IBADE - 2024 - Prefeitura de Ouro Preto do Oeste - RO - Médico Ultrassonografista | IBADE - 2024 - Prefeitura de Ouro Preto do Oeste - RO - Médico Veterinário | IBADE - 2024 - Prefeitura de Ouro Preto do Oeste - RO - Nutricionista | IBADE - 2024 - Prefeitura de Ouro Preto do Oeste - RO - Odontólogo | IBADE - 2024 - Prefeitura de Ouro Preto do Oeste - RO - Orientador Escolar (Pedagogo) | IBADE - 2024 - Prefeitura de Ouro Preto do Oeste - RO - Pedagogo | IBADE - 2024 - Prefeitura de Ouro Preto do Oeste - RO - Procurador do Munícipio | IBADE - 2024 - Prefeitura de Ouro Preto do Oeste - RO - Médico Clínico Geral | IBADE - 2024 - Prefeitura de Ouro Preto do Oeste - RO - Professor N II (Educação Física) | IBADE - 2024 - Prefeitura de Ouro Preto do Oeste - RO - Professor N II (Pedagogo) 30H | IBADE - 2024 - Prefeitura de Ouro Preto do Oeste - RO - Professor N II (Pedagogo) 40H | IBADE - 2024 - Prefeitura de Ouro Preto do Oeste - RO - Profissional de Educação Física | IBADE - 2024 - Prefeitura de Ouro Preto do Oeste - RO - Psicopedagogo | IBADE - 2024 - Prefeitura de Ouro Preto do Oeste - RO - Psicólogo | IBADE - 2024 - Prefeitura de Ouro Preto do Oeste - RO - Terapeuta Ocupacional | IBADE - 2024 - Prefeitura de Ouro Preto do Oeste - RO - Supervisor Escolar (Pedagogo) |
Q2537747 Português
Assinale a alternativa que apresenta todas as palavras grafadas segundo a ortografia oficial da língua portuguesa.
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Q2537235 Português
Leia o texto a seguir:

'Ler é mais importante que estudar', Ziraldo repetia como um
bordão eterno

Obras como 'O Menino Maluquinho' do cartunista, morto aos 91 anos neste sábado, integram o inventário simbólico do Brasil

Ziraldo sempre disse que escrever e desenhar um livro são como gerar e criar um filho. Depois da morte, aos 91 anos, do poeta, designer de primeira, também cartunista, jornalista e cronista que ele foi, sua obra, mais do que nunca, pertence a todos os brasileiros, integra o inventário simbólico do país.

O autor do personagem Menino Maluquinho inventou um padrão visual e um estilo de escrever para o público infantil — nisso reside a principal contribuição para a formação da criança que tinha entre cinco e 12 anos entre 1966 a 1980.

O artista mineiro vivia recluso desde 2018, por causa da saúde debilitada. A causa da morte foi uma falência múltipla dos órgãos, segundo sua filha, Daniela Thomas.

Onde atuou, o Ziraldo deixou marca própria e original. O Pasquim é considerado o principal jornal crítico da contemporaneidade. Ziraldo foi preso político pelo conjunto de edições e produção no semanário, publicado durante a ditadura militar no Brasil, de 1964 a 1985. Entre os intelectuais que o criaram se destacam Paulo Francis, Millôr Fernandes, Jaguar, Luís Carlos Maciel. Nesse momento, o texto vale tanto quanto o cartum, que fala mais alto em tempos de vozes silenciadas, exílios e prisões.

A partir de "A Turma do Pererê", de 1961, e em forma de histórias em quadrinhos, Ziraldo deu início à revisão da literatura infantojuvenil que se produzia na nação. Leitor de Monteiro Lobato, mas fã mesmo de Machado de Assis, o autor cumpriu a fase da releitura dos mitos difundidos às crianças.

Com isso, pôs em xeque o imaginário brasileiro durante pelo menos 50 anos, já que o gibi se transformou em coleções de livros adquiridos pelo governo para escolas públicas. A lenda sincrética do Saci convive com a figura da onça e do indígena brasileiro e com a tartaruga das fábulas herdada do Oriente.

Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2024/04/ler-e-mais-importanteque-estudar-ziraldo-repetia-como-um-bordao.shtml?utm_source=facebook&utm_ medium=social&utm_campaign=fbfolha. Excerto. Acesso em 06 abr. 2024.
A palavra SIMBÓLICO é acentuada pela mesma razão da palavra:
Alternativas
Q2537234 Português
Leia o texto a seguir:

'Ler é mais importante que estudar', Ziraldo repetia como um
bordão eterno

Obras como 'O Menino Maluquinho' do cartunista, morto aos 91 anos neste sábado, integram o inventário simbólico do Brasil

Ziraldo sempre disse que escrever e desenhar um livro são como gerar e criar um filho. Depois da morte, aos 91 anos, do poeta, designer de primeira, também cartunista, jornalista e cronista que ele foi, sua obra, mais do que nunca, pertence a todos os brasileiros, integra o inventário simbólico do país.

O autor do personagem Menino Maluquinho inventou um padrão visual e um estilo de escrever para o público infantil — nisso reside a principal contribuição para a formação da criança que tinha entre cinco e 12 anos entre 1966 a 1980.

O artista mineiro vivia recluso desde 2018, por causa da saúde debilitada. A causa da morte foi uma falência múltipla dos órgãos, segundo sua filha, Daniela Thomas.

Onde atuou, o Ziraldo deixou marca própria e original. O Pasquim é considerado o principal jornal crítico da contemporaneidade. Ziraldo foi preso político pelo conjunto de edições e produção no semanário, publicado durante a ditadura militar no Brasil, de 1964 a 1985. Entre os intelectuais que o criaram se destacam Paulo Francis, Millôr Fernandes, Jaguar, Luís Carlos Maciel. Nesse momento, o texto vale tanto quanto o cartum, que fala mais alto em tempos de vozes silenciadas, exílios e prisões.

A partir de "A Turma do Pererê", de 1961, e em forma de histórias em quadrinhos, Ziraldo deu início à revisão da literatura infantojuvenil que se produzia na nação. Leitor de Monteiro Lobato, mas fã mesmo de Machado de Assis, o autor cumpriu a fase da releitura dos mitos difundidos às crianças.

Com isso, pôs em xeque o imaginário brasileiro durante pelo menos 50 anos, já que o gibi se transformou em coleções de livros adquiridos pelo governo para escolas públicas. A lenda sincrética do Saci convive com a figura da onça e do indígena brasileiro e com a tartaruga das fábulas herdada do Oriente.

Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2024/04/ler-e-mais-importanteque-estudar-ziraldo-repetia-como-um-bordao.shtml?utm_source=facebook&utm_ medium=social&utm_campaign=fbfolha. Excerto. Acesso em 06 abr. 2024.
Em “Ziraldo deu início à revisão da literatura infantojuvenil que se produzia na nação” (5º parágrafo), a palavra destacada foi grafada sem hífen. Isso ocorreu porque:
Alternativas
Q2537034 Português

      Muito se tem falado e escrito sobre inclusão, que tem como princípio a inserção de pessoas com deficiência no âmbito social. De acordo com a Constituição Federal de 1988, no Art. 205, “a Educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade. Visando o pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”.

      Quando se afirma que “a educação é direito de todos”, faz-se necessário compreender que a educação está baseada na aceitação das diferenças e na valorização do indivíduo, independente dos fatores físicos e psíquicos. Nessa perspectiva é que se fala em inclusão, em que todos tenham os mesmos direitos e deveres, construindo um universo que favoreça o crescimento, valorizando as diferenças e o potencial de todos.

      Antigamente, pessoas que nasciam com alguma deficiência eram separadas, afastadas de qualquer convívio social, pois sua diferença era vista como maldição, destino, marca do demônio e de todo tipo de crendice. Mittler (2000 apud Santana, 2003). Daí surgiu a segregação até chegar ao preconceito que se inicia com a jornada da História da Educação das pessoas com deficiência.

      No período anterior ao século XX, que pode ser chamado de “fase da exclusão”, a maioria das pessoas com deficiência era considerada indigna de educação escolar. Foi com as grandes descobertas na área da Medicina, Biologia e Saúde que se começou a estudar os deficientes com a finalidade de dar respostas para os seus problemas; assim as pessoas com deficiência passaram a ser recebidas em instituições filantrópicas de cunho religioso ou asilos, que foram a última morada para muitos.

      A fase chamada de segregação, já no século XX, começou com a inserção de pessoas deficientes em grandes instituições que propiciavam a alfabetização. A partir da década de 1950 e mais intensamente nos anos 60, eclodiu o movimento de pais a quem tinha sido negado o ingresso de seus filhos em escolas comuns; após a Segunda Guerra Mundial, “consistia na crença de que o problema da deficiência era algo restrito à pessoa que a possuía e que, por isso, a solução seria prover a essa pessoa o máximo de habilidades a fim de que ela se tornasse apta a ingressar ou reingressar na sociedade” (Sassaki, 1997). Surgiram então as escolas especiais e, mais tarde, as classes especiais dentro de escolas regulares.

      A década de 1970 constituiu a fase da integração, em que houve mudança filosófica em direção à ideia de educação integrada, ou seja, só era possível essa junção quando o aluno com deficiência se adaptava ao regime da escola, sem modificações ou adaptações do sistema; a partir desse modelo é que famílias e orientadores prepararam essas pessoas para participar de uma comunidade sem modificações substanciais para integrar as pessoas com deficiência. Daí então a educação integrada ou integradora excluía aqueles que não tinham condições de acompanhar os demais alunos. As leis sempre tinham o cuidado de deixar aberta a possibilidade de manter as crianças e adolescentes com alguma deficiência em escolas regulares.

      No final dos anos 1980 surgiu a ideia de adaptar o sistema escolar às necessidades dos alunos, desde que a inclusão propiciasse uma educação de qualidade e igualitária para todos, aceitando as diferenças individuais como atributo e não como obstáculo e valorizando a diversidade para o enriquecimento das pessoas tendo isso declarado em documentos-chave como a Declaração de Salamanca, a Carta para o Terceiro Milênio, a Convenção de Guatemala, a Declaração das Pessoas Deficientes, a Declaração Internacional de Montreal sobre Inclusão e outros que garantem a acessibilidade a pessoas com deficiência. No Brasil, diversos documentos legislativos e administrativos tratam desse assunto, a começar pela Constituição Federal de 1988 e a LDB/96.


(CIRÍACO, Flávia Lima. Inclusão: um direito de todos. Revista Educação Pública, v. 20, nº 29, 4 de agosto de 2020. Disponível em: https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos./Fragmento.) 

“De acordo com a Constituição Federal de 1988, no Art. 205, ‘a Educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade. Visando o pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho’.” (1º§) Considerando o trecho destacado, analise as afirmativas a seguir.

I. A expressão “De acordo com” pode ser reconhecida como conector promovendo o encadeamento das ideias.
II. O período é introduzido por meio de expressão que indica conformidade, podendo ser substituída por “Assim”, mantendo o significado do trecho original.
III. A gramática normativa permite a substituição das aspas pelo travessão no caso do trecho destacado mantendo-se a finalidade original do uso da pontuação empregada.
IV. O uso de aspas no primeiro parágrafo indica o emprego de uma citação que tem como propósito comunicativo contribuir para a sustentação das informações e ideias apresentadas.

Está correto o que se afirma em 
Alternativas
Q2536803 Português
Aludindo-se à versificação, leia os itens, veja os tipos de rima e assinale a alternativa correspondente.  

I- Aguda: entre palavras oxítonas, ou monossílabas tônicas. II- Grave: entre palavras paroxítonas. III- Esdrúxula: entre palavras proparoxítonas. IV- Perfeita: igualdade total entre sons vocálicos e consonantais.
Alternativas
Respostas
4521: E
4522: C
4523: C
4524: E
4525: E
4526: E
4527: C
4528: C
4529: E
4530: D
4531: C
4532: A
4533: E
4534: B
4535: E
4536: D
4537: C
4538: A
4539: B
4540: D