Questões de Concurso Comentadas sobre ortografia em português

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Q3321562 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Apetitosos



    À ideia de que não somos mais do que uma erupção passageira na superfície de um planeta menor numa galáxia entre trilhões de outras se antepôs, ultimamente, a convicção — agora não mais religiosa, mas cientificamente plausível — de que o universo existe para a gente existir. O fato de a Terra estar na distância exata do Sol para haver vida como a nossa — um pouquinho mais perto ou um pouquinho mais longe e nem você, eu ou qualquer outro mamífero seria possível — é apenas uma amostra dessa grande deferência conosco. Somos a razão de tudo, o resto é cenário ou sistema de apoio. E não fazemos feio entre os mamíferos. Nenhuma outra espécie com a mesma proporção de peso e volume se iguala à nossa.


    Nosso habitat natural é o planeta todo, independentemente de clima e vegetação. Somos a primeira espécie da História a controlar a produção do seu próprio alimento e a sobreviver fora do seu ecossistema de nascença. Em nenhuma outra espécie as diferentes categorias se intercasalam como na nossa, o que nos salvou do processo de seleção natural que militou nas outras. E o que a nossa sociabilidade não conseguiu, a técnica garantiu. Mutações que decretariam o fim de outra espécie em poucas gerações, na espécie humana, são corrigidas ou compensadas pela técnica. Exemplo: a visão. Enxergamos menos do que nossos antepassados caçadores e catadores, mas vemos muito mais, graças à oftalmologia e a todas as técnicas de percepção incrementada.


    Mas nosso sucesso tem um preço. Chegamos aonde estamos consumindo tudo à nossa volta e hoje somos tantos que também nos transformamos em recursos consumíveis. Em breve a carne humana superará em valor calórico todas as outras fontes de alimento disponíveis sobre a Terra. E 10 mil anos ingerindo comida cultivada, mesmo com a maioria só comendo para subsistir, nos tornaram cada vez mais apetitosos e nutritivos. Gente já é o principal exemplo de recurso subexplorado do planeta. E as leis da evolução são impiedosas: comunidades virais e bacteriológicas se transformam para nos incluir, cada vez mais, na sua dieta. Já que estamos ali, aos bilhões, literalmente dando sopa.



VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.

Em todas as palavras a seguir, que ocorrem no texto, há dígrafo, com exceção de:
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Q3321518 Português
Assinale a alternativa que apresenta erro no emprego do hífen.
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Q3321517 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão escritas corretamente.
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Q3321486 Português
A nova ortografia está vigente no Brasil desde o ano de 2009. Identifique a assertiva INCORRETA.
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Q3321485 Português
Quanto à escrita ortográfica das palavras abaixo, as que são consideradas adequadas às normas gramaticais vigentes são: 
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Q3320986 Português
Leia o Texto Il e responda à questão:


Texto II


Os perfumes da terra


Já falei do perfume de jasmim? Já falei do cheiro do mar. A terra é perfumada. E eu me perfumo para intensificar o que sou. Por isso não posso usar perfumes que me contrariem. Perfumar-se é uma sabedoria instintiva. E como toda arte, exige algum conhecimento de si própria. Uso um perfume cujo nome não digo: é meu, sou eu. Duas amigas já me perguntaram o nome, eu disse, elas compraram. E deram-me de volta: simplesmente não eram elas. Não digo o nome também por segredo: é bom perfumar-se em segredo. Fonte: LISPECTOR, Clarice. Os perfumes da terra. In: VASQUEZ, Pedro Karp (Org.). Todas as crônicas. Rio de Janeiro: Rocco, 2018. p. 140. 
No fragmento “Não digo o nome também por segredo”, o termo “também™ recebe acentuação gráfica pela mesma razão que: 
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Q3319684 Português

Conforme a Nova Acordo Ortográfico, o termo “ideia”, perdeu acento por qual regra especial de acentuação gráfica? Assinale a alternativa correta.

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Q3319679 Português

Texto:

Óbito do Autor – Capítulo 1 (Memórias Póstumas de Brás Cubas).


Algum tempo hesitei em se desviar destas memórias pelo princípio ou pelo fim, isto é, se poria em primeiro lugar o meu nascimento ou a minha morte. Suposto o uso vulgar seja começar pelo nascimento, duas considerações que me levaram a adotar um método diferente: a eu primeiro não sou propriamente um autor defunto, mas um autor defunto, para quem a campanha foi outro berço; a segunda é que o escrito ficaria assim mais galante e mais novo. Moisés, que também contornou a sua morte, não a pôs no introito, mas no cabo; diferença radical entre este livro e o Pentateuco. Dito isto, expirei às duas horas da tarde de uma sexta-feira do mês de agosto de 1869, na minha bela chácara de Catumbi. Tinha uns sessenta e quatro anos, ricos e prósperos, era solteiro, possuía cerca de trezentos contos e fui acompanhado ao cemitério por onze amigos. Onze amigos! A verdade é que não houve cartas nem anúncios. Acresce que chovia - peneirava - uma chuvinha miúda, triste e constante, tão constante e tão triste, que levou um daqueles fiéis da última hora a intercalar esta engenhosa idéia no discurso que proferiu à beira de minha cova: -- "Vós, que o conhecestes, meus senhores, vocês podem dizer comigo que a natureza parece estar chorando a perda irreparável de um dos mais belos personagens que tem honrado a humanidade. Este ar sombrio, essas gotas do céu, aquelas nuvens escuras que cobrem o azul como um crepe funéreo, tudo isso é a dor crua e má que lhe rói à natureza as mais íntimas entranhas; tudo isso é um sublime louvor ao nosso ilustre finalizado.”




Fonte: Assis, Machado de. Obra Completa. vol. I.Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994


De acordo com o texto, identifique o termo que teve alteração em sua grafia, após a Nova Reforma Orográfica. Assinale a alternativa correta.

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Q3317878 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Bilhões de micróbios em nossa pele mantêm nossa saúde


Nosso corpo é coberto por um vibrante ecossistema microbiano. Cada vez mais, cientistas descobrem que a microbiota da nossa pele, na verdade, desempenha papel fundamental para nos manter saudáveis, além de oferecer outros benefícios surpreendentes.

Por isso, é melhor pesquisar mais antes de procurar aquele sabão bactericida.

Você, talvez, já tenha ouvido falar da microbiota intestinal, o complexo ecossistema de micróbios que habita os nossos intestinos.

Já se comprovou que a diversidade deste conjunto de bactérias, fungos, vírus e outros organismos unicelulares desempenha papel importante em uma série de doenças, como diabetes, asma e até a depressão.

Mas os micróbios que pegam carona na nossa pele também nos trazem benefícios. Eles oferecem a primeira linha de defesa contra os patógenos que tenham a infelicidade de pousar sobre a superfície do nosso corpo.

Esses micro-organismos decompõem parte das substâncias químicas que encontramos no nosso dia a dia e participam do desenvolvimento do nosso sistema imunológico.

Em termos de diversidade bacteriana, o microbioma da pele só perde para os nossos intestinos.

Quando paramos para analisar, é algo bastante surpreendente. Afinal, em comparação com os habitats seguros, quentes e úmidos da nossa boca e intestino, a pele é um lugar bastante inóspito.

"A pele é um ambiente muito hostil, em comparação com outras partes do corpo", explica a professora de cura de feridas Holly Wilkinson, da Universidade de Hull, no Reino Unido.

"Ela é seca, árida e muito exposta aos elementos. As bactérias que vivem ali evoluíram por milhões de anos para enfrentar essas pressões", acrescenta.

Essa evolução conjunta nos trouxe muitos benefícios.

Nem todas as partes da pele são colonizadas igualmente. Na verdade, as bactérias são surpreendentemente criteriosas em relação aos lugares onde elas vivem.

Se você passar um cotonete pela sua testa, pelo nariz ou pelas costas, você irá descobrir que estas áreas estão repletas de Cutibacterium, um gênero de bactérias que evoluiu para se alimentar do sebo oleoso produzido pelas células da nossa pele. Elas ajudam a umedecer e proteger a camada externa do nosso corpo.

Mas pegue uma amostra das suas axilas, quentes e úmidas, e você encontrará grandes quantidades de Staphylococcus e Corynebacterium. Examine entre os dedos dos pés e lá haverá muitas espécies de Propionibacterium. Algumas espécies são utilizadas na produção de queijo, ao lado de uma ampla variedade de fungos.

Regiões secas da pele, como os braços e as pernas, são particularmente inóspitas para as bactérias. Por isso, as espécies que moram ali não ficam por muito tempo.

Estas regiões também abrigam uma maior proporção de vírus do que outras áreas externas do corpo. E, naturalmente, a nossa pele também abriga outras criaturas, como os minúsculos ácaros.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1d74wp2zq3o.adaptado.
Já se comprovou que a diversidade deste conjunto de bactérias, fungos, vírus e outros organismos unicelulares desempenha papel importante em uma série de doenças, como diabetes, asma e até a depressão.
De acordo com as regras de acentuação, é correto afirmar que:
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Q3317418 Português
Marque a alternativa com todas as palavras escritas com dígrafo.
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Q3317414 Português
A INVENÇÃO DE UM ALFABETO ÚNICO DO AMOR

(1º§) Será que eu poderia inventar um alfabeto para declarar o meu amor por você? Ou seria melhor tentar expressar o meu sentimento com um desenho ou uma canção? São muitas letras para a expressão das ações de paixão!

(2º§) Pensemos um pouco para obter uma acertada resposta, pela voz do meu coração. É muita emoção sempre! Muita fascinação! Muita gratidão, muitas formando são tão sentidas que se tornam difícil de manifestá-las.

(3º§) Um dia, talvez eu encontre uma forma de expressar o que sinto por você de forma poética. Mas, por enquanto, não tenho maneira mais simples, direta e romântica do que dizendo na língua de Camões: Amo-te! Meu amor!

(4º§) De todas as coisas boas que recordo em minha vida, você foi a melhor que me aconteceu.

(5º§) Meu rumo estava indefinido, meu caminho sem destino, até você chegar e dar sentido à minha existência.

(6º§) Não poderia estar mais grato, do que agora, por você ter se tornado a minha fiel companheira, a minha namorada, a minha esposa. Minha eterna namorada!

(7º§) Meu único amor! Minha estrela guia! Minha realização emocional, porque sempre sonhei em ter um tesouro! Por isso que eu quero guarda-lo para o resto da vida!

(8º§) Eu te amo, meu doce amor! Você me toca com a cor da maciez e com o som do seu coração. Confie nos nossos sentimentos!


(João Rodrigues) – (Alfabeto do Amor - Pensador) – (Adaptado)
Marque a alternativa com palavras oxítonas escritas ditongo nasal
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Q3317134 Português
Conforme a Nova Acordo Ortográfico, o termo “ideia”, perdeu acento por qual regra especial de acentuação gráfica? Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3316839 Português
Preencha as lacunas e marque a única alternativa correta.

Calças ___ / significado de supérfluo ___ / precisamos ___ o exercício dos nossos direitos / Olá, seja ___ a minha casa / Por favor! Não revele minha ___ a ninguém. 
Alternativas
Q3316665 Português
Assinale a alternativa que apresenta corretamente a justificativa para a acentuação gráfica das palavras indicadas:
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Q3315813 Português
Assinale a alternativa em que a palavra esteja escrita de forma CORRETA:
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Q3314861 Português
Leia o texto para responder à questão.


Um vento engraçado


Publicado em 11/12/2023 | Paulo Pestana | Crônica


    Muitas vezes ele sai em silêncio, mas ainda assim o pum faz barulho. A flatulência é uma reação digestiva normal e democrática – reis e súditos soltam bufas – mas provoca a imaginação popular, quase sempre seguida de risos, desde tempos imemoriais. Porque ninguém sabe, mas, dos casos e piadas, vieram livros. O primeiro, De Flatibus, de 1582, escrito pelo médico Jean Fyens, seguido por De Peditu, do erudito alemão Gaspard Dornau, de 1628, e pelo mais escatológico de todos, de 1751, A Arte de Peidar, atribuído a Pierre-ThomasNicolas Hurtaud.

    Antes que alguém levante suspeitas fedorentas, quero dizer que não sou especialista em gases. Nem nos nobres, muito menos nos plebeus. Mas, andando pelos corredores da Feira do Livro, plantada num estranho e feioso barraco na Esplanada dos Ministérios, fui atraído por um estande que expunha cordéis. E eis que, no meio daquelas miúdas e MAL / MAU impressas publicações, havia praticamente uma SEÇÃO / SESSÃO / CESSÃO dedicada aos traques: “O ABC do Peido”, “O Peido que Acabou com um Casamento”, “O Que o Peido pode Fazer”, “O Prazer que o Peido Dá”, “Antologia do Peido”, “As Consequência do Peido”, “O Que o Peido Pode Fazer”, e muitos outros títulos, de diversos autores e procedências. Fico pensando que tipo de inspiração bate na cabeça dos cordelistas para caprichar nas rimas e nos casos, mas certamente o público quer saber mais sobre o fute. Por quê? Qual a graça de uma ventosidade, barulhenta ou não, que cheira MAL / MAU e causa desconforto em quem produz e em quem recebe?

    Há algum tempo, o cronista Danilo Gomes me enviou um exemplar de A Arte de Peidar, que se apresenta assim: “Ensaio teórico-físico e metódico para o uso das pessoas constipadas, das pessoas graves e austeras, das senhoras melancólicas e de todos que insistem em permanecer escravos do preconceito”. É um opúsculo que faria sucesso se adotado para discussão na quinta série do primeiro grau; tido como clássico da literatura cômica e pseudomédica, o texto começa mostrando as diferenças entre pum e arroto – mas não explica por que um é considerado tão engraçado enquanto o outro, também difícil de segurar, é tido como falta de educação mesmo. Há também a afirmação que são 62 os tipos de sons musicais que acompanham a lufada – incluindo o plenivocal-pleno, que seria o tom mais alto. No final, o autor relaciona tipos de ventosidades que seriam agradáveis, uma sucessão escatológica que nos leva aos cordéis nordestinos que elegem o cheiroso como tema e que também costuma mostrar as diferenças.

    O mistério persiste. É uma espécie universal de piada, que causa frouxos (epa!) de riso em quem solta e em quem está próximo, mas, afinal, qual é a graça?

     Em 2008 tentaram acabar com a farra. Os jornais publicaram a notícia de que uma empresa da Califórnia estava lançando um filtro para neutralizar o odor da flatulência a partir de carvão ativado e que deveria ser instalado na cueca. Uma embalagem com cinco filtros custaria US$ 9,95, mais ou menos uns R$ 50,00.

    Eu prefiro distância. Preferi inclusive comprar outros cordéis, com temas de menor fedentina.

PESTANA, Paulo. Um vento engraçado. Correio Braziliense, 11 de dezembro de 2023. Disponível em: https://blogs.correiobraziliense.com.br/paulopestana/umvento-engracado/. Acesso em: 17 dez. 2023. Adaptado.


Glossário:

- escatológico: relativo a excrementos ou à excreção.

- opúsculo: livro pequeno sobre artes.

- fute: (brasileirismo) diabo, demônio.
Os vocábulos “atraído” e “miúdas”, utilizados no segundo parágrafo do texto, recebem o acento gráfico pelo fato de:
Alternativas
Q3314859 Português
Leia o texto para responder à questão.


Um vento engraçado


Publicado em 11/12/2023 | Paulo Pestana | Crônica


    Muitas vezes ele sai em silêncio, mas ainda assim o pum faz barulho. A flatulência é uma reação digestiva normal e democrática – reis e súditos soltam bufas – mas provoca a imaginação popular, quase sempre seguida de risos, desde tempos imemoriais. Porque ninguém sabe, mas, dos casos e piadas, vieram livros. O primeiro, De Flatibus, de 1582, escrito pelo médico Jean Fyens, seguido por De Peditu, do erudito alemão Gaspard Dornau, de 1628, e pelo mais escatológico de todos, de 1751, A Arte de Peidar, atribuído a Pierre-ThomasNicolas Hurtaud.

    Antes que alguém levante suspeitas fedorentas, quero dizer que não sou especialista em gases. Nem nos nobres, muito menos nos plebeus. Mas, andando pelos corredores da Feira do Livro, plantada num estranho e feioso barraco na Esplanada dos Ministérios, fui atraído por um estande que expunha cordéis. E eis que, no meio daquelas miúdas e MAL / MAU impressas publicações, havia praticamente uma SEÇÃO / SESSÃO / CESSÃO dedicada aos traques: “O ABC do Peido”, “O Peido que Acabou com um Casamento”, “O Que o Peido pode Fazer”, “O Prazer que o Peido Dá”, “Antologia do Peido”, “As Consequência do Peido”, “O Que o Peido Pode Fazer”, e muitos outros títulos, de diversos autores e procedências. Fico pensando que tipo de inspiração bate na cabeça dos cordelistas para caprichar nas rimas e nos casos, mas certamente o público quer saber mais sobre o fute. Por quê? Qual a graça de uma ventosidade, barulhenta ou não, que cheira MAL / MAU e causa desconforto em quem produz e em quem recebe?

    Há algum tempo, o cronista Danilo Gomes me enviou um exemplar de A Arte de Peidar, que se apresenta assim: “Ensaio teórico-físico e metódico para o uso das pessoas constipadas, das pessoas graves e austeras, das senhoras melancólicas e de todos que insistem em permanecer escravos do preconceito”. É um opúsculo que faria sucesso se adotado para discussão na quinta série do primeiro grau; tido como clássico da literatura cômica e pseudomédica, o texto começa mostrando as diferenças entre pum e arroto – mas não explica por que um é considerado tão engraçado enquanto o outro, também difícil de segurar, é tido como falta de educação mesmo. Há também a afirmação que são 62 os tipos de sons musicais que acompanham a lufada – incluindo o plenivocal-pleno, que seria o tom mais alto. No final, o autor relaciona tipos de ventosidades que seriam agradáveis, uma sucessão escatológica que nos leva aos cordéis nordestinos que elegem o cheiroso como tema e que também costuma mostrar as diferenças.

    O mistério persiste. É uma espécie universal de piada, que causa frouxos (epa!) de riso em quem solta e em quem está próximo, mas, afinal, qual é a graça?

     Em 2008 tentaram acabar com a farra. Os jornais publicaram a notícia de que uma empresa da Califórnia estava lançando um filtro para neutralizar o odor da flatulência a partir de carvão ativado e que deveria ser instalado na cueca. Uma embalagem com cinco filtros custaria US$ 9,95, mais ou menos uns R$ 50,00.

    Eu prefiro distância. Preferi inclusive comprar outros cordéis, com temas de menor fedentina.

PESTANA, Paulo. Um vento engraçado. Correio Braziliense, 11 de dezembro de 2023. Disponível em: https://blogs.correiobraziliense.com.br/paulopestana/umvento-engracado/. Acesso em: 17 dez. 2023. Adaptado.


Glossário:

- escatológico: relativo a excrementos ou à excreção.

- opúsculo: livro pequeno sobre artes.

- fute: (brasileirismo) diabo, demônio.
No segundo parágrafo do texto, foram inseridos grupos de palavras em letras maiúsculas. Analise o contexto em que cada grupo se encontra e, em seguida, assinale a alternativa que completa corretamente o parágrafo.
Alternativas
Q3314633 Português
Em relação às regras de hifenização e de plurais, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) Estrelas-dos-mar.
( ) Guarda-roupas.
( ) Auto-estradas.
( ) Contracheques.
Alternativas
Q3314630 Português
Alguns acentos foram retirados das palavras paroxítonas, como é o caso do acento agudo na vogal -i e na vogal -u quando estas forem precedidas de ditongos. Qual das palavras abaixo NÃO deve receber acento por causa disso?
Alternativas
Respostas
3381: E
3382: C
3383: B
3384: C
3385: B
3386: E
3387: C
3388: B
3389: E
3390: A
3391: C
3392: A
3393: B
3394: B
3395: B
3396: C
3397: E
3398: B
3399: A
3400: B