Questões de Concurso Comentadas sobre ortografia em português

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Q3243550 Português
O texto seguinte servirá de base para responder questão.

RELÓGIOS ROLEX ESTÃO MAIS CAROS QUE O USUAL POR CONTA DE "CORRIDA DO OURO"

Os relógios Rolex, que não são conhecidos por serem acessíveis, estão ficando ainda mais caros este ano, devido ao alto preço do ouro.

Os preços de alguns dos relógios de ouro da empresa suíça saltaram até 14% em 2025, de acordo com vários sites de entusiastas que rastreiam listagens. Essa é uma comparação gritante com seus equivalentes de aço, que tiveram um aumento médio de 3%.

O aumento do preço do ouro foi o grande responsável por ___(I)___ os preços dos relógios de ouro duas vezes em 2024. Os preços do ouro subiram 27% no ano passado, com os bancos centrais ao redor do mundo cortando as taxas.

Os investidores geralmente ___(II)___ o ouro como um porto seguro em tempos de turbulência econômica e inflação, e quando as taxas de juros são cortadas, o ouro pode se tornar mais atraente do que ativos que pagam renda, como títulos.

Mas não espere que os preços mais altos desanimem compradores e colecionadores de relógios. Em vez disso, clientes ricos ___(III)___ bolsos muito fundos que "raramente são impaquitados por flutuações de mercado que afetam consumidores comuns", escreveu Antonio Sasso para o Italian Watch Spotter.

Ele acrescentou que "aumentos de preços não apenas não levam a uma perda significativa de clientes, como se tornam uma estratégia-chave".

Não se espera que os preços do ouro caiam em 2025, com o aumento do valor do dólar americano e menores taxas de juros.

O "sentimento geral do mercado sugere suporte sustentado para os preços do ouro, particularmente a medida que os investidores buscam o equilíbrio de seus portfólios contra vários riscos econômicos e políticos", escreveu Joseph Dahrieh, diretor administrativo da corretora Tickmill.

Compilado e adaptado. Disponível em [https://www.cnnbrasil.com.br/economia/negocios/relogios-rolex-estaomais-caros-que-o-usual-por-conta-de-corrida-do-ouro/]. Publicado e consultado em 3.1.2025. 
No texto apresentado, propositalmente, alteramos a grafia de um dos vocábulos ali presentes, de modo que ele passou a estar redigido em desacordo com as normas ortográficas da língua portuguesa. O vocábulo em questão é o enfatizado na alternativa:
Alternativas
Q3243548 Português
O texto seguinte servirá de base para responder questão.

RELÓGIOS ROLEX ESTÃO MAIS CAROS QUE O USUAL POR CONTA DE "CORRIDA DO OURO"

Os relógios Rolex, que não são conhecidos por serem acessíveis, estão ficando ainda mais caros este ano, devido ao alto preço do ouro.

Os preços de alguns dos relógios de ouro da empresa suíça saltaram até 14% em 2025, de acordo com vários sites de entusiastas que rastreiam listagens. Essa é uma comparação gritante com seus equivalentes de aço, que tiveram um aumento médio de 3%.

O aumento do preço do ouro foi o grande responsável por ___(I)___ os preços dos relógios de ouro duas vezes em 2024. Os preços do ouro subiram 27% no ano passado, com os bancos centrais ao redor do mundo cortando as taxas.

Os investidores geralmente ___(II)___ o ouro como um porto seguro em tempos de turbulência econômica e inflação, e quando as taxas de juros são cortadas, o ouro pode se tornar mais atraente do que ativos que pagam renda, como títulos.

Mas não espere que os preços mais altos desanimem compradores e colecionadores de relógios. Em vez disso, clientes ricos ___(III)___ bolsos muito fundos que "raramente são impaquitados por flutuações de mercado que afetam consumidores comuns", escreveu Antonio Sasso para o Italian Watch Spotter.

Ele acrescentou que "aumentos de preços não apenas não levam a uma perda significativa de clientes, como se tornam uma estratégia-chave".

Não se espera que os preços do ouro caiam em 2025, com o aumento do valor do dólar americano e menores taxas de juros.

O "sentimento geral do mercado sugere suporte sustentado para os preços do ouro, particularmente a medida que os investidores buscam o equilíbrio de seus portfólios contra vários riscos econômicos e políticos", escreveu Joseph Dahrieh, diretor administrativo da corretora Tickmill.

Compilado e adaptado. Disponível em [https://www.cnnbrasil.com.br/economia/negocios/relogios-rolex-estaomais-caros-que-o-usual-por-conta-de-corrida-do-ouro/]. Publicado e consultado em 3.1.2025. 
Considerando-se a separação silábica adotada no português do Brasil, é válido asseverar que foram acentuadas em face da mesma norma gramatical o par de vocábulos sublinhados em:
Alternativas
Q3243316 Português

O texto seguinte servirá de base para responder a questão: 


Não espalha


Prendemo-nos ao "eu te amo" como se fosse uma convenção inadiável, uma etiqueta implacável. Seu pronunciamento é uma sentença obrigatória, uma sondagem diária da fidelidade.


Há aqueles que não saem de casa se o cônjuge não retribui as palavrinhas mágicas.


Não sou adepto dessa birra e chantagem com Beatriz. Que ela simplesmente me ame, sem depender de provas, sem se ver ameaçada por testes quantitativos.


Circula uma tirania de que precisamos falar sempre, para que a companhia não tenha dúvidas daquilo que sentimos.


Mas a jura não é tão importante quanto demonstrar amor. E você pode expressar o carinho silenciosamente, a lealdade secretamente.


Ou seja, é preferível mais proteger, confiar e selar a empatia em atos de confluência do que gritar votos aos quatro ventos.


A ostentação não suplanta a simplicidade.


Quando existe o exercício pleno do amor, passa a ser ridículo qualquer questionamento.


O que vale é agir amorosamente, é se preocupar amorosamente, é se interessar pelo outro, é suprir o seu par com atenção, é trocar a saudade pela gentileza.


E, de repente, quem ama muito nem diz "eu te amo", economiza no "eu te amo", porém é abundante na prática da reciprocidade. É alguém que não se nega a estar perto, acessível, consciente de sua influência.


As palavras enganam, as atitudes jamais.


Esse arcabouço de comportamentos deve prevalecer no romance. Não queira que o seu parceiro diga a todo momento o que ele mesmo já realiza naturalmente. É redundância.


Recordo um diálogo que vivi com a minha filha, quando ela tinha 11 anos.


Na hora de dar boa-noite, reparei que ela estava encabulada e arredia comigo. Tentei me aproximar.


− O que houve?


− Eu não sei se te amo. Não sei o que é amor − ela me disse.


Não me senti mal. Não me senti desvalorizado. Quem nunca se perguntou isso? Há dias em que parece que você ama mais.


Há dias em que parece que você ama menos. Há dias em que você se esquece de amar. Há dias em que você ama em dobro.


Lembro que fiz carinho na sua cabeça, cantei "O Leãozinho", de Caetano, e permaneci ao seu lado até que adormecesse.


Quando jurei que ela já tinha apagado e não estava mais me ouvindo, confidenciei:


− Amar é só gostar de ficar junto, filha.


Ela, inesperadamente, respondeu:


− Então, eu te amo, pai, mas não espalha.


Fabrício Carpinejar


https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/2024/11/29/naoespalha 

Em relação ao uso da acentuação gráfica nas palavras em destaque no trecho "Seu pronunciamento é uma sentença obrigatória, uma sondagem diária da fidelidade", é correto afirmar que elas recebem acento por serem: 
Alternativas
Q3243312 Português

O texto seguinte servirá de base para responder a questão: 


Não espalha


Prendemo-nos ao "eu te amo" como se fosse uma convenção inadiável, uma etiqueta implacável. Seu pronunciamento é uma sentença obrigatória, uma sondagem diária da fidelidade.


Há aqueles que não saem de casa se o cônjuge não retribui as palavrinhas mágicas.


Não sou adepto dessa birra e chantagem com Beatriz. Que ela simplesmente me ame, sem depender de provas, sem se ver ameaçada por testes quantitativos.


Circula uma tirania de que precisamos falar sempre, para que a companhia não tenha dúvidas daquilo que sentimos.


Mas a jura não é tão importante quanto demonstrar amor. E você pode expressar o carinho silenciosamente, a lealdade secretamente.


Ou seja, é preferível mais proteger, confiar e selar a empatia em atos de confluência do que gritar votos aos quatro ventos.


A ostentação não suplanta a simplicidade.


Quando existe o exercício pleno do amor, passa a ser ridículo qualquer questionamento.


O que vale é agir amorosamente, é se preocupar amorosamente, é se interessar pelo outro, é suprir o seu par com atenção, é trocar a saudade pela gentileza.


E, de repente, quem ama muito nem diz "eu te amo", economiza no "eu te amo", porém é abundante na prática da reciprocidade. É alguém que não se nega a estar perto, acessível, consciente de sua influência.


As palavras enganam, as atitudes jamais.


Esse arcabouço de comportamentos deve prevalecer no romance. Não queira que o seu parceiro diga a todo momento o que ele mesmo já realiza naturalmente. É redundância.


Recordo um diálogo que vivi com a minha filha, quando ela tinha 11 anos.


Na hora de dar boa-noite, reparei que ela estava encabulada e arredia comigo. Tentei me aproximar.


− O que houve?


− Eu não sei se te amo. Não sei o que é amor − ela me disse.


Não me senti mal. Não me senti desvalorizado. Quem nunca se perguntou isso? Há dias em que parece que você ama mais.


Há dias em que parece que você ama menos. Há dias em que você se esquece de amar. Há dias em que você ama em dobro.


Lembro que fiz carinho na sua cabeça, cantei "O Leãozinho", de Caetano, e permaneci ao seu lado até que adormecesse.


Quando jurei que ela já tinha apagado e não estava mais me ouvindo, confidenciei:


− Amar é só gostar de ficar junto, filha.


Ela, inesperadamente, respondeu:


− Então, eu te amo, pai, mas não espalha.


Fabrício Carpinejar


https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/2024/11/29/naoespalha 

Assinale a alternativa que apresenta a correta justificativa da acentuação gráfica da palavra "diálogo" em "Recordo um diálogo que vivi com a minha filha, quando ela tinha 11 anos". 
Alternativas
Q3242745 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Vida sem filtro

Em casa, ouvi um barulho de água e encontrei a cozinha inundada. O aparelho de filtrar água estava vazando. Fechei o registro e contatei a assistência técnica, que explicou que o reservatório principal havia rompido devido à pressão excessiva. Bebi água mineral por dois dias até a substituição com um redutor de pressão.

No início, a saída de água tornou-se lenta, mas logo percebi que era uma pausa necessária, aproveitando a lentidão para apreciar a beleza da água. Era como se eu usasse um micro-ondas e tivesse mudado para um forno a gás... Refleti sobre a velocidade de nossos dias e a necessidade de "redutores de pressão" em nossa vida para apreciá-la melhor.

A tecnologia nos proporciona conveniência, mas também nos rouba tempo com sua incessante demanda de atenção. Precisamos encontrar um equilíbrio entre aproveitar suas facilidades sem perder o "reservo" principal: nossas próprias vidas.

Antonio Carlos Sarmento - Texto Adaptado


https://cronicaseagudas.com/2024/10/27/vida-sem-filtro/
No trecho: "Fechei o registro e contatei a ASSISTÊNCIA técnica, que explicou que o RESERVATÓRIO principal havia rompido devido à pressão excessiva", sobre o uso da acentuação gráfica nas palavras em destaque, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3242726 Português
A ortografia da Língua Portuguesa segue normas estabelecidas pelo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa e pela gramática normativa. Considerando essas regras, analise as palavras apresentadas em cada alternativa e assinale aquela em que todas as palavras foram escritas de forma correta, respeitando as convenções da língua padrão. 
Alternativas
Q3242725 Português
Assinale a alternativa que apresenta uma palavra escrita incorretamente
Alternativas
Q3242720 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Reencontro

Ainda procuro por um amor que perdi...
... e nunca mais encontrei!
Alguma parte que se perdeu.
Foi embora!
Sem dar o "Adeus" que precisava.
Procuro por uma paixão do futuro...
... que ainda não conheço.
Que um dia me fará feliz!
Procuro encontrar um outro "eu".
O qual perdi entre tantas incertezas.
E não sei se um dia o encontrarei...
Enquanto não resolvo o que não posso relembrar.
Vou vivendo meu mundo de hastes fracas.
Porém com estrutura estável!
Por enquanto, espero este reencontro.
Que pode ser um olhar.
Que pode desenrolar...
... o mais entrelaçado dos atos que não aconteceram.
Espero por um reencontro com o amor.
O "Amor" como entidade intensa...
... que me dá asas! Que me faz sorrir!
Que dispensa ressurreições!
E me faz levitar quando fecho os olhos!

Rian Lopes


https://cronicas-curtas.blogspot.com/2014/08/reencontro.html
No trecho "Que dispensa ressurreições!", a palavra "dispensa" está corretamente grafada. No entanto, a palavra "despensa" também existe, com um significado distinto. Assinale a alternativa correta quanto ao uso de "dispensa" e "despensa": 
Alternativas
Q3242712 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Reencontro

Ainda procuro por um amor que perdi...
... e nunca mais encontrei!
Alguma parte que se perdeu.
Foi embora!
Sem dar o "Adeus" que precisava.
Procuro por uma paixão do futuro...
... que ainda não conheço.
Que um dia me fará feliz!
Procuro encontrar um outro "eu".
O qual perdi entre tantas incertezas.
E não sei se um dia o encontrarei...
Enquanto não resolvo o que não posso relembrar.
Vou vivendo meu mundo de hastes fracas.
Porém com estrutura estável!
Por enquanto, espero este reencontro.
Que pode ser um olhar.
Que pode desenrolar...
... o mais entrelaçado dos atos que não aconteceram.
Espero por um reencontro com o amor.
O "Amor" como entidade intensa...
... que me dá asas! Que me faz sorrir!
Que dispensa ressurreições!
E me faz levitar quando fecho os olhos!

Rian Lopes


https://cronicas-curtas.blogspot.com/2014/08/reencontro.html
Assinale a alternativa que apresenta uma justificativa incorreta sobre a acentuação das palavras encontradas no texto. 
Alternativas
Q3242695 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Gente simples

Admiro muito gente simples. Pessoas in natura.
Gente calorosa, que luta pelo que tem e por quem ama.
Gente que sofre, mas não desanima.
Gente que cumprimenta antes de olhar.
E abre um belo sorriso mesmo faltando alguns dentes.
Gente que estende a mão apesar dos calos.
Gente que fala errado, mas fala com o coração.
E abraça com fervor.
Gente que abre a casa e nos faz sentir da família.
Gente que te chama na rua e fica horas conversando.
Que te chama para o almoço de domingo ou quem vêm almoçar contigo.
Gente que come o frango com a mão.
Gente que partilha o que tem, mesmo que seja pouco.
Gente que sai cedo para ganhar o pão de cada dia.
E que volta tarde do trabalho com a certeza de sua honestidade.
Gente humilde.
Que se orgulha do filho na faculdade.
Gente que ouve e quer ser ouvido.
Gente que gosta de estar no meio da gente.
Enfim, gosto de gente na forma mais simples da palavra.
Gente que gosta de gente e da gente!

Rian Lopes

https://cronicas-curtas.blogspot.com/
No trecho: "Gente que abre a casa e nos faz sentir da família", sobre o uso da acentuação gráfica na palavra "família", é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3242660 Português
Troque o celular por uma galinha gorda


O inventor do telefone, Alexander Graham Bell, talvez se arrependa de sua criação, assim como Santos Dumont ao ver aviões na guerra. Hoje em dia, o celular está sempre presente, colado aos ouvidos de todos. Dona Maria do Socorro, sertaneja e mãe do autor, reflete sobre sua vida sem telefone: conheceu o marido, casou, teve filhos e cuidou de tudo sem um único telefonema.

Ela, que só usou telefone após os 50 anos, está indignada com parentes e amigos que vivem presos ao celular, comparando-os a frei Damião com cabeças inclinadas. Propõe que voltem a conversar nas calçadas, sem esses aparelhos.

Antes, a maior ansiedade de dona Socorro era esperar pelo carteiro. Sem o telefone, o dia seguinte era mais tranquilo. Antigamente, tudo dependia do encontro pessoal. A onipresença do celular em relações amorosas e comerciais não existia. Uma carta ou um recado pelo rádio bastava para casos de sumiços.

No passado, o amor e os negócios não dependiam da onipresença digital. Casanova amou centenas de mulheres sem telefonemas e muitos prosperaram nos negócios sem telefone. Para boas conversas, a recomendação de Jeca Tatu: mate uma galinha gorda e convide para comer.

Xico Sá - Texto Adaptado


https://www.casadacultura.org/Literatura/Temas_Debates/modernid/Tro que_celular_poruma_galinha_gorda.html
 A palavra tranquilo em "Sem o telefone, o dia seguinte era mais tranquilo" foi alterada pelo Novo Acordo Ortográfico, assim como a palavra em destaque na frase:
Alternativas
Q3242630 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Rasgando pedaços do passado

Por medo, relutei!
Para me fortalecer, desatinei!
Hoje sentei e revirei as caixas do meu passado.
Amontoadas na estante do esquecimento.
Empoeiradas com o olhar pesado.
Relembrando páginas de outrora neste momento
Percebo a história da minha vida.
Cada página rasgada dói na alma.
É um pouco de mim que se vai.
São as asas de um sonho que agora cai.
Os trejeitos de uma época bem resolvida.
Serão lixo? Ou era um antigo e maquilado carma?
Ao revirar as folhas guardadas dos meus 13 anos...
... tive uma agradável surpresa! Uma carta que deixei para mim...
... e que com o tempo esquecera.
Parecia que estava conversando com aquele menino sereno.
Aquele menino que hoje invejo...
Em pranto, resolvi queimar esse passado...
... que tanto me fez feliz e que ainda me atormenta!
Mas a nostalgia apareceu e com um tapa de luva me acertou.
Então guardei aquelas folhas iminentes ao fim.
Sentei no meu orgulho.
Mergulhei nas facetas de outro eu.
Escrevi uma carta!
Para quem sabe, daqui dez anos, ainda me lembre de que fugir do passado...
... é matar uma parte de mim mesmo!

Rian Lopes


https://cronicas-curtas.blogspot.com/search?updated-max=2016-02-23T06:52:00-08:00&max-results=15
No trecho "Cada página rasgada dói na alma", a palavra "dói" está corretamente acentuada. Sobre sua acentuação gráfica, analise as afirmativas e escolha a alternativa correta. 
Alternativas
Q3242595 Português
Casos Caninos: Quatro Amores


Atendendo a um pedido da minha avó, levei uma velha tia solteirona de São Paulo ao sul da Bahia. Ela era infeliz e detestava tudo. Durante a viagem, reclamou incessantemente do carro, do motorista e de tudo ao redor.

Ao chegar, fui à praia sozinho e encontrei um cachorro branco e peludo que se aproximou de mim. Minha tia insultou o animal, mas eu o tratei carinhosamente.

O cachorro, como se entendesse meus desejos, urinou nas coisas da minha tia, que ficou furiosa. Mais tarde, o cachorro voltou com outros dois cães, causando mais confusão. Um senhor apareceu, trazendo os itens roubados pelos cães e se desculpando. Ele tratou minha tia com gentileza e conseguiu fazê-la sorrir.

Para resumir a história, a tia acabou se casando com o homem. Um ano depois eu fui visitá-la naquela praia. Ela estava irreconhecível: sorria o tempo todo, não se queixava de nada e dividia alegremente sua cama de casada com os três cachorros, que se alternavam em seu colo e que ao lado do marido eram os quatro amores de sua vida.


André C S Masini - Texto Adaptado


https://www.casadacultura.org/andre_masini/artigos/2004/Fev/cs_canin os_4amores.html
Na frase "Mais tarde, o cachorro voltou com outros dois cães, causando mais confusão.", o uso de "mais" ao invés de "mas" pode alterar o sentido da frase. Com base nas regras de ortografia e no contexto, qual das alternativas melhor explica a razão do uso correto da palavra "mais" em vez de "mas"?
Alternativas
Q3242594 Português
Casos Caninos: Quatro Amores


Atendendo a um pedido da minha avó, levei uma velha tia solteirona de São Paulo ao sul da Bahia. Ela era infeliz e detestava tudo. Durante a viagem, reclamou incessantemente do carro, do motorista e de tudo ao redor.

Ao chegar, fui à praia sozinho e encontrei um cachorro branco e peludo que se aproximou de mim. Minha tia insultou o animal, mas eu o tratei carinhosamente.

O cachorro, como se entendesse meus desejos, urinou nas coisas da minha tia, que ficou furiosa. Mais tarde, o cachorro voltou com outros dois cães, causando mais confusão. Um senhor apareceu, trazendo os itens roubados pelos cães e se desculpando. Ele tratou minha tia com gentileza e conseguiu fazê-la sorrir.

Para resumir a história, a tia acabou se casando com o homem. Um ano depois eu fui visitá-la naquela praia. Ela estava irreconhecível: sorria o tempo todo, não se queixava de nada e dividia alegremente sua cama de casada com os três cachorros, que se alternavam em seu colo e que ao lado do marido eram os quatro amores de sua vida.


André C S Masini - Texto Adaptado


https://www.casadacultura.org/andre_masini/artigos/2004/Fev/cs_canin os_4amores.html
Assinale a alternativa que apresenta a justificativa correta da acentuação da palavra AVÓ em "Atendendo a um pedido da minha AVÓ, levei uma velha tia solteirona de São Paulo ao sul da Bahia":
Alternativas
Q3242445 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

A lição do pavão

Conheci Lisboa aos 20 anos, cheio de emoção ao desembarcar do navio "Augustus". Hospedado numa pensão nos Restauradores, sobrevivi com trocados de bicos no Teatro ABC.

Portugal foi uma volta às minhas raízes maternas, e eu me deliciava com os encantos visuais, culturais e, principalmente, sonoros do lugar. Aquela língua parecia uma canção constante, livre dos irritantes gerúndios. Nesse país o português é claro e direto, enquanto os mal-entendidos restam ao português-brasileiro.

Um episódio curioso aconteceu numa feira donde um paulista perguntou se as laranjas eram doces, recebendo a genial resposta: "São laranjas; os doces estão do outro lado". Isso exemplifica a clareza e humor dos lusitanos.

Esses dias um político brasileiro fez uma série de gafes em entrevistas com jornalistas portugueses, mostrando que certos indivíduos são mestres em embromação e desfaçatez. Como se diz em Lisboa: "o pavão, quanto mais levanta a cauda, mais se lhe vê o rabo".


Fernando Fabbrini - Texto Adaptado https://www.otempo.com.br/opiniao/fernando-fabbrini/a-licao-do-pavao1.2857724 
Analise o trecho a seguir:

Esses dias um político brasileiro fez uma série de gafes em entrevistas com jornalistas portugueses, mostrando que certos indivíduos são mestres em embromação e desfaçatez. Como se diz em Lisboa: "o pavão, quanto mais levanta a cauda, mais se lhe vê o rabo".

De acordo com as regras de acentuação, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3242443 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

A lição do pavão

Conheci Lisboa aos 20 anos, cheio de emoção ao desembarcar do navio "Augustus". Hospedado numa pensão nos Restauradores, sobrevivi com trocados de bicos no Teatro ABC.

Portugal foi uma volta às minhas raízes maternas, e eu me deliciava com os encantos visuais, culturais e, principalmente, sonoros do lugar. Aquela língua parecia uma canção constante, livre dos irritantes gerúndios. Nesse país o português é claro e direto, enquanto os mal-entendidos restam ao português-brasileiro.

Um episódio curioso aconteceu numa feira donde um paulista perguntou se as laranjas eram doces, recebendo a genial resposta: "São laranjas; os doces estão do outro lado". Isso exemplifica a clareza e humor dos lusitanos.

Esses dias um político brasileiro fez uma série de gafes em entrevistas com jornalistas portugueses, mostrando que certos indivíduos são mestres em embromação e desfaçatez. Como se diz em Lisboa: "o pavão, quanto mais levanta a cauda, mais se lhe vê o rabo".


Fernando Fabbrini - Texto Adaptado https://www.otempo.com.br/opiniao/fernando-fabbrini/a-licao-do-pavao1.2857724 
Com base no trecho a seguir: "Nesse país o português é claro e direto, enquanto os mal-entendidos restam ao português-brasileiro", analise o uso do hífen na palavra "mal-entendidos" e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3242363 Português
Mochilas mais leves

Envelhecer tem suas vantagens, uma delas é desiludir-se, como dizem os orientais. Desiludir-se, apesar da conotação negativa, é libertador. Embora a palavra tenha tomado um sentido negativo, desiludir-se não é ruim; na verdade, faz um bem danado. Sentamos calmamente e descartamos ilusões: conceitos ultrapassados, preconceitos, lembranças e mágoas inúteis. Livrar-se dessas pedras do caminho nos torna mais leves e tolerantes.

Muitos sexagenários compartilham dessa visão, enquanto outros mantem suas mochilas cheias de pedras, construindo fortalezas sombrias e rancorosas. A TV e a publicidade, que hoje direcionam as nossas decisões, contribuem para essa carga, promovendo uma falsa felicidade baseada em juventude eterna. A busca obsessiva por uma vida saudável em todas as idades é exaustiva. Claro que sexo é vida, mas também é vida acordar preguiçosamente na segunda-feira, pegar um ônibus ou cortar as unhas.

Ser feliz não exige saltar de paraquedas ou possuir um off-road 4x4. Continuamos vivendo minuto a minuto, desde o nascimento até o fim. Para mim, viver é tudo isso, não apenas o que a moda, novelas ou publicidade ditam. As maiores ilusões são as pedras em nossos sapatos, até que tomamos coragem e pisamos na vida real, livres delas.


Fernando Fabbrini - Texto Adaptado

https://www.otempo.com.br/opiniao/fernando-fabbrini/mochilas-mais-lev es-1.3293334
As palavras da frase "A busca obsessiva por uma vida saudável em todas as idades é exaustiva" estão corretamente grafadas, assim como as palavras da frase:
Alternativas
Q3242357 Português
Mochilas mais leves

Envelhecer tem suas vantagens, uma delas é desiludir-se, como dizem os orientais. Desiludir-se, apesar da conotação negativa, é libertador. Embora a palavra tenha tomado um sentido negativo, desiludir-se não é ruim; na verdade, faz um bem danado. Sentamos calmamente e descartamos ilusões: conceitos ultrapassados, preconceitos, lembranças e mágoas inúteis. Livrar-se dessas pedras do caminho nos torna mais leves e tolerantes.

Muitos sexagenários compartilham dessa visão, enquanto outros mantem suas mochilas cheias de pedras, construindo fortalezas sombrias e rancorosas. A TV e a publicidade, que hoje direcionam as nossas decisões, contribuem para essa carga, promovendo uma falsa felicidade baseada em juventude eterna. A busca obsessiva por uma vida saudável em todas as idades é exaustiva. Claro que sexo é vida, mas também é vida acordar preguiçosamente na segunda-feira, pegar um ônibus ou cortar as unhas.

Ser feliz não exige saltar de paraquedas ou possuir um off-road 4x4. Continuamos vivendo minuto a minuto, desde o nascimento até o fim. Para mim, viver é tudo isso, não apenas o que a moda, novelas ou publicidade ditam. As maiores ilusões são as pedras em nossos sapatos, até que tomamos coragem e pisamos na vida real, livres delas.


Fernando Fabbrini - Texto Adaptado

https://www.otempo.com.br/opiniao/fernando-fabbrini/mochilas-mais-lev es-1.3293334
No trecho:
Muitos sexagenários compartilham dessa visão, enquanto outros mantem suas mochilas cheias de pedras, construindo fortalezas sombrias e rancorosas.
Sobre o uso da acentuação gráfica na palavra "sexagenários", é correto afirmar que:
Alternativas
Q3242330 Português
A onça vegana e o galo machista

Imagino que, daqui a milhares de anos, quando a Terra for um deserto, exploradores de outras galáxias estudarão nossa história. Descobrirão que, entre os séculos XX e XXI, o planeta foi inundado por desinformação e conceitos fantasiosos. A mídia da época propagou equívocos e a estupidez tomou conta de lares, escolas e discursos políticos. Essa avalanche afetou a inteligência e o discernimento, marcando o declínio da civilização terráquea. Um triste registro de nossa decadência.

Vivemos sob uma onda de ingenuidade e arrogância. Exemplo disso é a reação a uma cena natural no Pantanal: uma onça devorando uma anta. Algo comum, já que onças estão no topo da cadeia alimentar, gerou censura e revolta online. Outro caso inusitado foi um vídeo de adolescentes portuguesas denunciando o comportamento de um galo como machista e opressor ao bicar e copular com as galinhas. Alegavam que o ato configurava "estupros machistas" e exigiam reação humana.

Surpreendentemente, as reações eram sérias, o que me levou a refletir sobre o afastamento da realidade. Muitos escolhem viver em uma bolha idealizada, onde o mal não existe e tudo é fofinho. Essa visão ignora a complexidade do mundo natural, onde conflitos e relações predador-presa são essenciais e deveriam ser estudados, não censurados.

O planeta, a natureza e suas configurações originais existem há 4,5 bilhões de anos. Já nós, humanos, chegamos aqui há apenas 300 mil. Se a nossa lamentável sina se resume a interferir na ordem natural com arrepios e arrogâncias intempestivas disfarçadas de "ações para o bem do planeta e da humanidade", já vamos indo bem, esculhambando tudo com pretensas boas intenções.

Quem sabe o planeta − esse organismo vivo chamado Gaia − já não está dando sinais de irritação, remexendo-se em furacões, enchentes, terremotos e incêndios para livrar-se da prepotência dessa espécie insolente chamada Homo sapiens?

Fernando Fabbrini - Texto Adaptado

https://www.otempo.com.br/opiniao/fernando-fabbrini/a-onca-vegana-eo-galo-machista-1.2848837 
Sobre o uso da acentuação gráfica nas palavras em destaque no trecho: "Essa avalanche afetou a INTELIGÊNCIA e o discernimento, marcando o DECLÍNIO da civilização TERRÁQUEA", é correto afirmar que:
Alternativas
Q3242319 Português
A onça vegana e o galo machista

Imagino que, daqui a milhares de anos, quando a Terra for um deserto, exploradores de outras galáxias estudarão nossa história. Descobrirão que, entre os séculos XX e XXI, o planeta foi inundado por desinformação e conceitos fantasiosos. A mídia da época propagou equívocos e a estupidez tomou conta de lares, escolas e discursos políticos. Essa avalanche afetou a inteligência e o discernimento, marcando o declínio da civilização terráquea. Um triste registro de nossa decadência.

Vivemos sob uma onda de ingenuidade e arrogância. Exemplo disso é a reação a uma cena natural no Pantanal: uma onça devorando uma anta. Algo comum, já que onças estão no topo da cadeia alimentar, gerou censura e revolta online. Outro caso inusitado foi um vídeo de adolescentes portuguesas denunciando o comportamento de um galo como machista e opressor ao bicar e copular com as galinhas. Alegavam que o ato configurava "estupros machistas" e exigiam reação humana.

Surpreendentemente, as reações eram sérias, o que me levou a refletir sobre o afastamento da realidade. Muitos escolhem viver em uma bolha idealizada, onde o mal não existe e tudo é fofinho. Essa visão ignora a complexidade do mundo natural, onde conflitos e relações predador-presa são essenciais e deveriam ser estudados, não censurados.

O planeta, a natureza e suas configurações originais existem há 4,5 bilhões de anos. Já nós, humanos, chegamos aqui há apenas 300 mil. Se a nossa lamentável sina se resume a interferir na ordem natural com arrepios e arrogâncias intempestivas disfarçadas de "ações para o bem do planeta e da humanidade", já vamos indo bem, esculhambando tudo com pretensas boas intenções.

Quem sabe o planeta − esse organismo vivo chamado Gaia − já não está dando sinais de irritação, remexendo-se em furacões, enchentes, terremotos e incêndios para livrar-se da prepotência dessa espécie insolente chamada Homo sapiens?

Fernando Fabbrini - Texto Adaptado

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Analise as afirmações feitas sobre a acentuação gráfica de algumas palavras do texto.
I. As palavras "JÁ" e "ESTÁ" são acentuadas por serem oxítonas terminadas em "A".
II. A palavra "LAMENTÁVEL" é acentuada por ser uma paroxítona terminada em "L".
III. As palavras "ÉPOCA" "EQUÍVOCOS" são acentuadas por serem proparoxítonas.
Está correto o que se afirma em: 
Alternativas
Respostas
2561: D
2562: C
2563: C
2564: D
2565: C
2566: D
2567: A
2568: D
2569: A
2570: A
2571: B
2572: C
2573: D
2574: D
2575: D
2576: A
2577: A
2578: D
2579: D
2580: D