Questões de Concurso Comentadas sobre ortografia em português

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Q3553591 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão corretamente acentuadas segundo o sistema ortográfico vigente:
Alternativas
Q3553499 Português
Qual das palavras abaixo é parônima de “descrição”?
Alternativas
Q3553498 Português
 Assinale a alternativa em que há erro de ortografia: 
Alternativas
Q3553497 Português
Qual das palavras abaixo está escrita incorretamente?
Alternativas
Q3552831 Português

Qual o impacto da tecnologia no setor de serviços?



A tecnologia no setor público vem sendo cada vez mais incorporada aos serviços, especialmente após a pandemia.


O setor de serviços públicos está migrando para o ambiente virtual, com vários órgãos públicos realizando o atendimento das pessoas através das TICs. As Defensorias Públicas da União (DPU), por exemplo, realizavam esse atendimento apenas de forma presencial antes da crise sanitária. Com os protocolos de distanciamento social, o órgão passou a se comunicar com os assistidos por e-mail, ligações telefônicas e WhatsApp.


Mas o impacto da tecnologia no setor de serviços vai muito além. Ela pode ser aplicada no fluxo de trabalho dos servidores, para otimizar gestão do tempo e produtividade, e existem também ferramentas de análise de dados que podem ser incorporadas ao setor de serviços para auxiliar na tomada de decisões.


https://www.jusbrasil.com.br/artigos/tecnologia-no-setor-publico-benefici os-desafios-e-tendencias/1265088901 fragmento-adaptado
Analise a acentuação dos vocábulos extraídos do texto e identifique a alternativa incorreta.
Alternativas
Q3552416 Português
Quanto à acentuação, a palavra “inóspito” classifica-se como:
Alternativas
Q3552397 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Servidor certo no lugar certo: Perfil Profissiográfico é destaque na estratégia do MGI para valorizar competências


Imagina começar em um novo trabalho e já ser direcionado para uma área que tem tudo a ver com o seu perfil, suas experiências e seus interesses. Parece ideal, certo? Pois essa é justamente a proposta do Perfil Profissiográfico, uma nova ferramenta desenvolvida pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), por meio da Secretaria de Gestão de Pessoas (SGP), que busca proporcionar alocações mais eficientes e humanas no serviço público.


 A iniciativa começou com o Concurso Público Nacional Unificado (CPNU), que vai levar milhares de novos servidores para órgãos públicos federais. Com tanta gente entrando ao mesmo tempo — em alguns casos, centenas de pessoas por órgão — surgiu a necessidade de um jeito mais inteligente e justo de fazer as alocações.


"Nosso objetivo era encontrar uma forma de aproveitar melhor o potencial que cada servidor traz, de modo alinhado às necessidades dos órgãos públicos", explica Janice Oliveira Godinho, Coordenadora de Gestão de Informações e Conhecimento em Concursos e Provimentos da SGP/MGI.


O que é, afinal, o Perfil Profissiográfico?


É uma ferramenta digital que cruza os dados do currículo e as respostas a um questionário feito pelo servidor recém-aprovado, com os perfis de vagas informados previamente pelos órgãos. O resultado é um Relatório Individual de Subsídio à Alocação, o chamado RISA, que sugere onde aquele servidor pode ser melhor aproveitado.


Esse relatório mostra quais áreas têm mais a ver com o que o servidor sabe fazer, com suas formações e até com o que ele tem vontade de aprender. Ele também orienta os gestores sobre onde aquele servidor poderia atuar com mais eficácia e até indica quando um treinamento pode ser necessário. "Quando a pessoa atua em uma área com a qual se identifica, seu desempenho tende a ser melhor. Além disso, aumentam as chances de permanência e satisfação no cargo", ressalta Janice.


O desenvolvimento do Perfil Profissiográfico contou com o apoio técnico e científico da Universidade de Brasília (UnB). Pesquisadores da área de Psicologia Social e do Trabalho participaram voluntariamente da construção da metodologia e da validação dos relatórios gerados. "Essa parceria com a UnB foi essencial para dar rigor acadêmico ao processo, garantindo que a ferramenta tivesse base sólida e pudesse, de fato, refletir o potencial de cada servidor de forma justa e criteriosa", explica Janice.


Como funciona na prática?


O servidor ou servidora responde a um questionário profissiográfico no momento da posse, via SOUGOV. As informações são analisadas por um sistema com base em critérios pré-definidos e com uso de inteligência artificial. Esse sistema cruza os dados com os perfis de cargos previamente coletados junto aos 21 órgãos que vão receber os servidores do CPNU.


  O relatório final é entregue ao setor de gestão de pessoas do órgão. Lá, o gestor pode visualizar os dados e tomar decisões com mais embasamento e agilidade. Tudo é feito por meio da plataforma Sigepe Oportunidades, de forma segura e digital.


Janice destaca que o sistema é um apoio à decisão, e não um limitador: "Ele não obriga a alocação do servidor em determinada área. Mas oferece ao gestor uma bússola, um mapa com informações que antes eram difíceis de reunir. É uma forma mais inteligente e respeitosa de começar essa jornada", ressalta.


Embora tenha nascido como uma solução para o Concurso Nacional Unificado, o Perfil Profissiográfico poderá ser adotado por qualquer órgão público que deseje melhorar seus processos de alocação e gestão de pessoas. A ferramenta já despertou interesse em outras instituições e está pronta para ser usada em seleções futuras, inclusive no CPNU 2.


 "É a primeira vez que o governo federal desenvolve um instrumento tão completo e baseado em dados para apoiar a alocação de novos servidores. Isso tem tudo para se consolidar como uma prática estratégica de gestão de pessoas", afirma Janice.


Nova cultura


Mais do que tecnologia, o Perfil Profissiográfico representa uma mudança de olhar. Deixa de lado a lógica de "preencher buracos" e passa a reconhecer o potencial humano em sua totalidade. "Quem não passou por isso ou conhece alguém que entrou num órgão e teve a sensação de estar sendo alocado aleatoriamente, num lugar em que ninguém queria estar? É frustrante. Com o perfil Profissiográfico, a ideia é minimizar essas situações", compartilha Janice


https://www.gov.br/gestao/pt-br/assuntos/noticias/2025/abril/servidor-ce rto-no-lugar-certo-perfil-profissiografico-e-destaque-na-estrategia-do-m gi-para-valorizar-competencias

"É uma ferramenta digital que cruza os dados do currículo e as respostas a um questionário feito pelo servidor recém-aprovado, com os perfis de vagas informados previamente pelos órgãos."


O vocábulo 'recém-aprovado' está hifenizado corretamente.A seguir, identifique a alternativa que apresenta um vocábulo hifenizado de forma incorreta.

Alternativas
Q3552133 Português
Leia as palavras a seguir e analise se estão ortograficamente corretas.
I. Ferrujem
II. Anoitecer
III.Trouxe
Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3544830 Português
Brasil tem 14,4 milhões de pessoas com deficiência registradas; percentual é maior entre idosos

        Percentual alcança 14,4% entre os idosos de 60 a 69 anos e 27,5% entre os habitantes de 70 anos ou mais

        O Brasil tinha 14,4 milhões de pessoas de dois anos ou mais com pelo menos um tipo de deficiência em 2022, apontam novos dados do Censo Demográfico divulgados nesta sexta-feira (23) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O contingente era equivalente a 7,3% do total de habitantes da mesma faixa etária à época (198,3 milhões).

        O número de mulheres com deficiência (8,3 milhões) superava o de homens nessa condição (6,1 milhões). A ONU estimou no mundo, em 2021, uma proporção de 10% a 14% desse grupo na população mundial, ou seja, entre 790 milhões e 1,1 bilhão de pessoas. Conforme o IBGE, os resultados de 2022 não são comparáveis com o Censo 2010 devido a adaptações nos questionários. Para pesquisar o tema, o instituto diz seguir recomendações metodológicas do Grupo de Washington - organismo de estatísticas sobre pessoas com deficiência gerido pelas Nações Unidas.

        O total de 14,4 milhões no Brasil supera o número de habitantes (considerando população com dois anos ou mais) de estados inteiros, como a Bahia (13,8 milhões), o quarto mais populoso do país. Os critérios do Censo consideram que uma pessoa com deficiência é aquela que não consegue de modo algum ou tem muita dificuldade para realizar as atividades investigadas em cinco domínios funcionais.

        São os seguintes: enxergar (dificuldade permanente de visão, mesmo usando óculos ou lentes de contato); ouvir (dificuldade permanente de audição, mesmo usando aparelhos auditivos); mobilidade dos membros inferiores (dificuldade permanente em andar ou subir degraus, mesmo usando prótese, bengala ou aparelho de auxílio); coordenação motora fina (dificuldade permanente para pegar pequenos objetos ou abrir e fechar tampas de garrafas, mesmo usando aparelhos de auxílio); funções mentais (dificuldade permanente em se comunicar, realizar atividades de autocuidado, trabalhar ou estudar).


Reportagem completa em https://www.otempo.com.br/economia/2025/5/ 23/brasil-tem-14-4-milhoes-de-pessoas-comdeficiencia-registradas-percentual-e-maiorentre-idosos. Publicada em 23 mai. 2025. Acesso em 2 jul. 2025.
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas corretamente
Alternativas
Q3543545 Português
Analise os vocábulos compostos nos enunciados a seguir, considerando o uso do hífen conforme o Novo Acordo Ortográfico e identifique um erro no emprego do hífen. 
Alternativas
Q3543471 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Como queimadas na Amazônia aceleram derretimento na Antártida a milhares de quilômetros de distância

A fuligem das queimadas na Amazônia contribui para o derretimento das geleiras na Península Antártica, distante milhares de quilômetros, segundo estudo publicado na revista Science Advances. A pesquisa revela ainda que embarcações turísticas na Antártida respondem por metade da fuligem que atinge a região.

Embora o aquecimento global seja a principal causa do degelo, aquecendo os oceanos e a atmosfera ao redor da Antártida, cientistas estão identificando novos fatores que aceleram esse processo, como a fuligem.

Desde os anos 1970, as queimadas na Amazônia e em outras regiões da América do Sul liberam até 800 mil toneladas de fuligem por ano na atmosfera — quase o dobro das emissões de fuligem geradas por combustíveis fósseis na Europa.

A fumaça carregada de fuligem sobe até 5 km de altitude e, impulsionada por ventos poderosos, percorre mais de 6 mil km até atingir a Península Antártica em menos de duas semanas.

Ao pousar na neve, essas partículas aquecem o gelo, formando pequenas poças de água ao seu redor. Isso ocorre porque a fuligem, ou carbono negro, absorve calor intensamente devido à sua cor escura — assim como roupas pretas aquecem mais sob o sol — explica Márcio Cataldo, coautor do estudo da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).

Os cientistas já sabiam que a fuligem amazônica chegava à Antártida, mas as crescentes queimadas têm intensificado o fluxo e o impacto dessas partículas.

Segundo a pesquisa, cada metro quadrado da Península Antártica perde cerca de 150 g de gelo por dia — o equivalente a uma xícara de café. Embora pareça pouco, o impacto é significativo dada a vastidão da região, que experimenta as temperaturas mais altas em 2 mil anos, destaca o climatologista Heitor Evangelista, líder da pesquisa da UERJ.

Estudo publicado na revista Nature aponta que a fuligem já chegava à Antártida desde o século 13, vinda de queimadas promovidas pelos M?ori na Nova Zelândia. No entanto, os níveis modernos de fuligem são dez vezes superiores aos de séculos atrás, comentou Robert Mulvaney, do British Antarctic Survey, à BBC News Brasil.

Sem reconhecer fronteiras, a fuligem também pode atingir as geleiras andinas, contribuindo para o derretimento de até 5% do gelo nas montanhas bolivianas — um recurso essencial para milhões de pessoas, segundo estudo da UERJ liderado por Newton de Magalhães Neto.


(https://www.bbc.com/portuguese/articles/c99y0vy153lo fragmento)
"Segundo a pesquisa, cada metro quadrado da Península Antártica perde cerca de 150 g de gelo por dia — o equivalente a uma xícara de café."

As palavras a seguir foram grafadas corretamente com a letra 'x' de '´xicara', EXCETO em: 
Alternativas
Q3543466 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Como queimadas na Amazônia aceleram derretimento na Antártida a milhares de quilômetros de distância

A fuligem das queimadas na Amazônia contribui para o derretimento das geleiras na Península Antártica, distante milhares de quilômetros, segundo estudo publicado na revista Science Advances. A pesquisa revela ainda que embarcações turísticas na Antártida respondem por metade da fuligem que atinge a região.

Embora o aquecimento global seja a principal causa do degelo, aquecendo os oceanos e a atmosfera ao redor da Antártida, cientistas estão identificando novos fatores que aceleram esse processo, como a fuligem.

Desde os anos 1970, as queimadas na Amazônia e em outras regiões da América do Sul liberam até 800 mil toneladas de fuligem por ano na atmosfera — quase o dobro das emissões de fuligem geradas por combustíveis fósseis na Europa.

A fumaça carregada de fuligem sobe até 5 km de altitude e, impulsionada por ventos poderosos, percorre mais de 6 mil km até atingir a Península Antártica em menos de duas semanas.

Ao pousar na neve, essas partículas aquecem o gelo, formando pequenas poças de água ao seu redor. Isso ocorre porque a fuligem, ou carbono negro, absorve calor intensamente devido à sua cor escura — assim como roupas pretas aquecem mais sob o sol — explica Márcio Cataldo, coautor do estudo da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).

Os cientistas já sabiam que a fuligem amazônica chegava à Antártida, mas as crescentes queimadas têm intensificado o fluxo e o impacto dessas partículas.

Segundo a pesquisa, cada metro quadrado da Península Antártica perde cerca de 150 g de gelo por dia — o equivalente a uma xícara de café. Embora pareça pouco, o impacto é significativo dada a vastidão da região, que experimenta as temperaturas mais altas em 2 mil anos, destaca o climatologista Heitor Evangelista, líder da pesquisa da UERJ.

Estudo publicado na revista Nature aponta que a fuligem já chegava à Antártida desde o século 13, vinda de queimadas promovidas pelos M?ori na Nova Zelândia. No entanto, os níveis modernos de fuligem são dez vezes superiores aos de séculos atrás, comentou Robert Mulvaney, do British Antarctic Survey, à BBC News Brasil.

Sem reconhecer fronteiras, a fuligem também pode atingir as geleiras andinas, contribuindo para o derretimento de até 5% do gelo nas montanhas bolivianas — um recurso essencial para milhões de pessoas, segundo estudo da UERJ liderado por Newton de Magalhães Neto.


(https://www.bbc.com/portuguese/articles/c99y0vy153lo fragmento)
"Desde os anos 1970, as queimadas na Amazônia e em outras regiões da América do Sul liberam até 800 mil toneladas de fuligem por ano na atmosfera."

Em relação à acentuação gráfica e tônica das palavras destacadas no texto, é correto afirmar que são, respectivamente:
Alternativas
Q3542629 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Governo federal atualiza regras para ampliar contratação de mulheres em situação de violência doméstica

Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) aperfeiçoou alguns pontos da Política de Cotas para Mulheres em Situação de Violência Doméstica nas Contratações Públicas para tornar a iniciativa mais ampla e eficiente. O Decreto nº 12.516/2025 foi publicado nesta quarta-feira (18/06), no Diário Oficial da União, e trouxe algumas atualizações ao texto do Decreto nº 11.430/2023. A nova norma deixa mais claro que os 8% das vagas reservadas a mulheres em situação de violência doméstica correspondem ao percentual mínimo exigido nos contratos de serviços terceirizados dos órgãos federais, podendo ser maior, a critério do órgão contratante.

Dessa forma, as mudanças estimulam que mais mulheres em situação de violência doméstica possam ser incluídas nos contratos. A atualização no texto reforça ainda que a reserva de vagas pode ser aplicada em qualquer contrato, não se restringindo àqueles com 25 ou mais empregados, nos quais a aplicação é obrigatória. Em contratos com quantidade menor de empregados, é admitida a previsão de percentual inferior a 8%.

"O Governo federal incentiva a aplicação da política em qualquer contrato de terceirização. O propósito da nova redação é deixar isso mais claro para os órgãos e entidades parceiros", explica Cristina Mori, secretária executiva do MGI.

O foco da política está na promoção da empregabilidade e na inclusão socioeconômica de mulheres em situação de violência doméstica por meio da reserva de vagas em contratos terceirizados celebrados com a Administração Pública Federal. A política é executada com base em parcerias interfederativas, principalmente na seleção e acompanhamento das mulheres. Até o momento, 17 unidades da federação aderiram à política. Com as novas medidas, a expectativa do governo federal é ampliar o seu alcance, beneficiando um número ainda maior de mulheres em situação de violência doméstica em todo o país.

Entre as atualizações também está a adoção do Acordo de Adesão como instrumento jurídico para a implementação da política com os entes federativos, em substituição ao Acordo de Cooperação Técnica, que vinha sendo utilizado. A mudança permite mais agilidade no trâmite do processo de formalização das parcerias, o que deve contribuir para o aumento do número de estados interessados em aderir à iniciativa do governo federal.

O novo decreto reforça a proteção da privacidade e dignidade das mulheres atendidas pela política, de duas formas:

1) proíbe que as empresas exijam diretamente das mulheres documentação que comprove a sua situação de violência;

2) esclarece que apenas candidatas encaminhadas pelas unidades especializadas na gestão ou atendimento às mulheres em situação de violência podem ser selecionadas. Essas instituições são os chamados Organismos de Políticas para Mulheres (OPMs), como as Secretaria de Mulheres nos estados e municípios. "Isso previne constrangimentos e possíveis impactos emocionais negativos", complementa a secretária.

As 17 unidades da federação que já aderiram à iniciativa são Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Pará, Paraíba, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e Tocantins.


https://www.gov.br/gestao/pt-br/assuntos/noticias/2025/junho/governo-f ederal-atualiza-regras-para-ampliar-contratacao-de-mulheres-em-situac ao-de-violencia-domestica
Com base nas regras de acentuação dos vocábulos extraídos do texto, julgue as afirmativas a seguir:

I. Conforme o Novo Acordo Ortográfico, perderam o acento agudo as vogais tônicas 'i' e 'u' de palavras paroxítonas, quando antecedidas de ditongo. Essa regra não se aplica as palavras oxítonas, por isso o vocábulo 'Piauí' manteve o acento.
II. O vocábulo 'Goiás' é acentuado de acordo com a regra das palavras em que a vogal tônica forma hiato com a anterior.
III. Os vocábulos 'órgãos' e 'violência' são palavras paroxítonas terminadas em ditongo nasal e ditongo crescente, respectivamente, por essa razão são acentuadas.
IV. Os vocábulos 'Paraíba' e 'Pará' são acentuados pela mesma regra das oxítonas terminadas em 'a'.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3542627 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Governo federal atualiza regras para ampliar contratação de mulheres em situação de violência doméstica

Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) aperfeiçoou alguns pontos da Política de Cotas para Mulheres em Situação de Violência Doméstica nas Contratações Públicas para tornar a iniciativa mais ampla e eficiente. O Decreto nº 12.516/2025 foi publicado nesta quarta-feira (18/06), no Diário Oficial da União, e trouxe algumas atualizações ao texto do Decreto nº 11.430/2023. A nova norma deixa mais claro que os 8% das vagas reservadas a mulheres em situação de violência doméstica correspondem ao percentual mínimo exigido nos contratos de serviços terceirizados dos órgãos federais, podendo ser maior, a critério do órgão contratante.

Dessa forma, as mudanças estimulam que mais mulheres em situação de violência doméstica possam ser incluídas nos contratos. A atualização no texto reforça ainda que a reserva de vagas pode ser aplicada em qualquer contrato, não se restringindo àqueles com 25 ou mais empregados, nos quais a aplicação é obrigatória. Em contratos com quantidade menor de empregados, é admitida a previsão de percentual inferior a 8%.

"O Governo federal incentiva a aplicação da política em qualquer contrato de terceirização. O propósito da nova redação é deixar isso mais claro para os órgãos e entidades parceiros", explica Cristina Mori, secretária executiva do MGI.

O foco da política está na promoção da empregabilidade e na inclusão socioeconômica de mulheres em situação de violência doméstica por meio da reserva de vagas em contratos terceirizados celebrados com a Administração Pública Federal. A política é executada com base em parcerias interfederativas, principalmente na seleção e acompanhamento das mulheres. Até o momento, 17 unidades da federação aderiram à política. Com as novas medidas, a expectativa do governo federal é ampliar o seu alcance, beneficiando um número ainda maior de mulheres em situação de violência doméstica em todo o país.

Entre as atualizações também está a adoção do Acordo de Adesão como instrumento jurídico para a implementação da política com os entes federativos, em substituição ao Acordo de Cooperação Técnica, que vinha sendo utilizado. A mudança permite mais agilidade no trâmite do processo de formalização das parcerias, o que deve contribuir para o aumento do número de estados interessados em aderir à iniciativa do governo federal.

O novo decreto reforça a proteção da privacidade e dignidade das mulheres atendidas pela política, de duas formas:

1) proíbe que as empresas exijam diretamente das mulheres documentação que comprove a sua situação de violência;

2) esclarece que apenas candidatas encaminhadas pelas unidades especializadas na gestão ou atendimento às mulheres em situação de violência podem ser selecionadas. Essas instituições são os chamados Organismos de Políticas para Mulheres (OPMs), como as Secretaria de Mulheres nos estados e municípios. "Isso previne constrangimentos e possíveis impactos emocionais negativos", complementa a secretária.

As 17 unidades da federação que já aderiram à iniciativa são Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Pará, Paraíba, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e Tocantins.


https://www.gov.br/gestao/pt-br/assuntos/noticias/2025/junho/governo-f ederal-atualiza-regras-para-ampliar-contratacao-de-mulheres-em-situac ao-de-violencia-domestica
"O foco da política está na promoção da empregabilidade e na inclusão socioeconômica de mulheres em situação de violência doméstica por meio da reserva de vagas em contratos terceirizados."

Nas alternativas a seguir, os vocábulos estão grafados corretamente sem hífen, assim como o vocábulo 'socioeconômica' presente no trecho, EXCETO:
Alternativas
Q3542530 Português
Considerando vocábulos do texto, assinale a alternativa na qual a retirada do acento gráfico da palavra NÃO configura desvio gramatical, ainda que ocorra alteração de sentido. 
Alternativas
Q3542529 Português
Em “[...] tempestades intensas podem causar transbordo de canais sem redes de coleta e tratamento de esgoto, e consequente liberação de efluentes não tratados diretamente nos corpos hídricos.”,
Alternativas
Q3541348 Português
Em relação ao novo acordo ortográfico, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3541347 Português
Sobre as regras de uso do hífen estabelecidas pelo novo acordo ortográfico, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3541304 Português
O Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa trouxe alterações significativas no uso do hífen, do acento gráfico e da escrita de formas verbais, com o objetivo de unificar as normas dos países lusófonos. Com base no referido documento, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.

I. Usa-se o hífen nas formações prefixais em que o prefixo termina com a mesma vogal com que se inicia o segundo elemento, como em: “anti-ibérico”, “auto-observação”, “micro-onda”, “semi-interno”.
II. O prefixo “co-” aglutina-se, em geral, ao segundo elemento, mesmo quando este se inicia com a vogal “o”, como em: “coobrigação”, “coocupante”, entre outros.
III. Deve-se usar acento circunflexo em “pôde”, forma da terceira pessoa do singular do pretérito perfeito do modo indicativo do verbo “poder”, para distingui-la de “pode”, que é a forma da terceira pessoa do singular do presente do modo indicativo.
IV. Emprega-se o hífen nas palavras compostas que designam espécies botânicas e zoológicas, estejam ou não ligadas por preposição ou qualquer outro elemento, como em: “abóbora-menina”, “couve-flor”, “erva-doce”.
V. Palavras como “eletrótica” e “suprauricular” perderam o hífen por serem compostas por prefixos técnicos.
Alternativas
Respostas
2041: B
2042: A
2043: D
2044: C
2045: D
2046: C
2047: C
2048: C
2049: A
2050: D
2051: B
2052: D
2053: B
2054: B
2055: A
2056: D
2057: C
2058: A
2059: C
2060: B