Questões de Concurso Sobre numerais em português

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Q1329795 Português
Assinale a alternativa onde a palavra destacada NÃO representa um numeral:
Alternativas
Q1326464 Português
Todos os numerais das frases abaixo estão corretos, exceto os de uma delas. Marque-o.
Alternativas
Q1312945 Português

Quanto ao numeral, leia os itens seguintes e assinale a alternativa correta:


I- Pio X (lê-se Pio Décimo), mas Pio XI (lê-se Pio Onze).

II- Século I (lê-se Século Primeiro), mas Século XII (lê-se Século Doze).

III- Ano II, da era cristã (lê-se ano segundo da era cristã), mas ano VIII a.C (lê-se ano oitavo antes de Cristo).

IV- Ambos é um numeral dual, porque sempre se refere a dois seres. Esse numeral não dispensa o uso do artigo, quando o substantivo seguinte o exige. Ex: Ambos os alunos passaram.

V- Devemos dizer um quinze avo, e não um quinze avos.

Alternativas
Q1305996 Português
Sobre os recursos expressivos utilizados no texto, analise as afirmativas.
I - Os termos metade, primeiro e segundo (linhas 1 e 2) são exemplos de numerais. II - O pronome essa (linha 5) refere-se ao levantamento realizado pelo IBGE. III - Em É fundamental orientar os mais novos (linhas 9), o termo novos exerce a função de substantivo nesse contexto. IV - São exemplos de adjetivos: alcoólica (linha 2), recente (linha 2), adolescentes (linha 4) e internacionais (linha 5).
Estão corretas as afirmativas
Alternativas
Q1275306 Português

Como nasce uma história

Fernando Sabino

Quando cheguei ao edifício, tomei o elevador que serve do primeiro ao décimo quarto andar. Era pelo menos o que dizia a tabuleta no alto da porta.

— Sétimo — pedi.

Eu estava sendo aguardado no auditório, onde faria uma palestra. Eram as secretárias daquela companhia que celebravam o Dia da Secretária e que, desvanecedoramente para mim, haviam-me incluído entre as celebrações.

A porta se fechou e começamos a subir. Minha atenção se fixou num aviso que dizia:

É expressamente proibido os funcionários, no ato da subida, utilizarem os elevadores para descerem.


Desde o meu tempo de ginásio sei que se trata de problema complicado, este do infinitivo pessoal. Prevaleciam então duas regras mestras que deveriam ser rigorosamente obedecidas, quando se tratava do uso deste traiçoeiro tempo de verbo. O diabo é que as duas não se complementavam: ao contrário, em certos casos francamente se contradiziam. Uma afirmava que o sujeito, sendo o mesmo, impedia que o verbo se flexionasse. Da outra infelizmente já não me lembrava. Bastava a primeira para me assegurar de que, no caso, havia um clamoroso erro de concordância.

Mas não foi o emprego pouco castiço do infinito pessoal que me intrigou no tal aviso: foi estar ele concebido de maneira chocante aos delicados ouvidos de um escritor que se preza.

Ah, aquela cozinheira a que se refere García Márquez, que tinha redação própria! Quantas vezes clamei, como ele, por alguém que me pudesse valer nos momentos de aperto, qual seja o de redigir um telegrama de felicitações. Ou um simples aviso como este:

É expressamente proibido os funcionários…

Eu já começaria por tropeçar na regência, teria de consultar o dicionário de verbos e regimes: não seria aos funcionários? E nem chegaria a contestar a validade de uma proibição cujo aviso se localizava dentro do elevador e não do lado de fora: só seria lido pelos funcionários que já houvessem entrado e portanto incorrido na proibição de pretender descer quando o elevador estivesse subindo. Contestaria antes a maneira ambígua pela qual isto era expresso:

… no ato da subida, utilizarem os elevadores para descerem. 

Qualquer um, não sendo irremediavelmente burro, entenderia o que se pretende dizer neste aviso. Pois um tijolo de burrice me baixou na compreensão, fazendo com que eu ficasse revirando a frase na cabeça: descerem, no ato da subida? Que quer dizer isto? E buscava uma forma simples e correta de formular a proibição:

É proibido subir para depois descer.

É proibido subir no elevador com intenção de descer.

É proibido ficar no elevador com intenção de descer, quando ele estiver subindo.

Descer quando estiver subindo! Que coisa difícil, meu Deus. Quem quiser que experimente, para ver só. Tem de ser bem simples:

Se quiser descer, não tome o elevador que esteja subindo.

Mais simples ainda: 

Se quiser descer, só tome o elevador que estiver descendo.

De tanta simplicidade, atingi a síntese perfeita do que Nelson Rodrigues chamava de óbvio ululante, ou seja, a enunciação de algo que não quer dizer absolutamente nada: 

Se quiser descer, não suba.

Tinha de me reconhecer derrotado, o que era vergonhoso para um escritor. Foi quando me dei conta de que o elevador havia passado do sétimo andar, a que me destinava, já estávamos pelas alturas do décimo terceiro.


— Pedi o sétimo, o senhor não parou! — reclamei.

O ascensorista protestou:

— Fiquei parado um tempão, o senhor não desceu. Os outros passageiros riram:

— Ele parou sim. Você estava aí distraído.

— Falei três vezes, sétimo! sétimo! sétimo!, e o senhor nem se mexeu — reafirmou o ascensorista.

— Estava lendo isto aqui — respondi idiotamente, apontando o aviso. Ele abriu a porta do décimo quarto, os demais passageiros saíram.

passageiros saíram. — Convém o senhor sair também e descer noutro elevador. A não ser que queira ir até o último andar e na volta descer parando até o sétimo.

— Não é proibido descer no que está subindo? Ele riu:

— Então desce num que está descendo

— Este vai subir mais? — protestei: — Lá embaixo está escrito que este elevador vem só até o décimo quarto.

— Para subir. Para descer, sobe até o último.

— Para descer sobe?

Eu me sentia um completo mentecapto. Saltei ali mesmo, como ele sugeria. Seguindo seu conselho, pressionei o botão, passando a aguardar um elevador que estivesse descendo. Que tardou, e muito. Quando finalmente chegou, só reparei que era o mesmo pela cara do ascensorista, recebendo-me a rir:

— O senhor ainda está por aqui? E fomos descendo, com parada em andar por andar. Cheguei ao auditório com 15 minutos de atraso. Ao fim da palestra, as moças me fizeram perguntas, e uma delas quis saber como nascem as minhas histórias. Comecei a contar:

— Quando cheguei ao edifício, tomei o elevador que serve do primeiro ao décimo quarto andar. Era pelo menos o que dizia a tabuleta no alto da porta.

Texto extraído de: SABINO, Fernando. A Volta Por Cima. Editora Record: Rio de Janeiro, 1990, p. 137



Considere o seguinte período: "A não ser que queira ir até o sétimo andar e, na volta, descer parando até o sétimo.". No trecho apresentado, o vocábulo "sétimo" é empregado duas vezes. A esse respeito, indique a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1251813 Português
Quanto a numerais, atribua (V) para verdadeiro ou (F) para falso aos itens e assinale a alternativa correta: ( ) As palavras que indicam quantidade de seres ou a posição de um ser em determinada sequência são denominadas numerais. ( ) Os numerais podem ser ordinais, fracionários, multiplicativos, cardinais. ( ) Há situações em que a palavra não é considerada um numeral e sim um substantivo. Isso acontece quando essa palavra vem antecedida de um artigo. ( ) Os numerais cardinais um, dois e as centenas, a partir de duzentos, flexionam-se em gênero (masculino e feminino), concordando com o substantivo a que se referem. ( ) Cardinais como milhão, bilhão, trilhão variam em número: milhões, bilhões, trilhões. ( ) Os numerais ordinais não variam em gênero e número, não concordam com o substantivo a que se referem.
Alternativas
Ano: 2018 Banca: AOCP Órgão: ADAF - AM
Q1207126 Português
Tirar marcação de leitura do WhatsApp pode indicar traços de manipulação  Por Luciano Cazz

  Aquele que responde sua mensagem no aplicativo com um “não posso falar agora”, provavelmente, é mais confiável do que quem finge que não viu.    Evidentemente, nem toda pessoa que opta por, nas configurações do WhatsApp, não deixar aparecerem os dois pontinhos azuis, indicadores de que a mensagem foi visualizada, é manipuladora, porém, obviamente, nenhuma delas quer que você saiba quando seu texto foi lido e algumas tiram, inclusive, até o horário da última conferida no aplicativo e se isentam completamente da responsabilidade do diálogo. E isso é uma questão de fato.    Algumas pessoas fazem isso por motivos banais como, por exemplo, preocupação em não deixar você chateado, quando não lhe der uma resposta imediata. Então, disfarça que não leu e mais tarde lhe responde com alegria, sem que você pense que é desatenção ou falta de consideração. Chega a ser até um cuidado com os seus sentimentos. A pessoa ainda pode, simplesmente, estar ocupada, cansada ou até sem vontade de teclar naquele momento. Para evitar o desgaste do assunto, ela simplesmente faz de conta que não viu sua mensagem.    Por outro lado, existe quem se dá o trabalho de bloquear a indicação de visualização de uma mensagem para realmente se esconder. E se uma pessoa não quer ter os passos vistos por um amigo, alguma razão deve ter. E, independentemente de quais sejam os motivos, a intenção é claramente espiar suas mensagens sem ser detectada, e isso quer dizer muito sobre ela. Claro que isso não define falta de caráter, entretanto, pode ser o traço de uma pessoa extremamente manipuladora, que mente e joga com você o tempo todo. Seja por um prazo, compromisso ou até em relação a um sentimento. Para algumas dessas pessoas é mais esperto ou conveniente dizer “Não vi” do que encarar os fatos.   Pois é certo que pessoas de personalidade reta não têm problema em mandar um “estou ocupado”. Ou responder mais tarde explicando a situação. Pessoas seguras de si são o que são e não devem nada a ninguém, muito menos explicações sobre o último horário que visualizaram suas próprias mensagens do WhatsApp. Quem é transparente responde na hora que quiser sem precisar se esconder em uma opção de privacidade do aplicativo que vela o que de fato acontece. Mostrar os dois tracinhos azuis é comportamento de quem assume seus atos, suas decisões, seus erros e que, simplesmente, não está a fim de falar, o que é de todo seu direito, uma vez que ninguém é obrigado a nada.

Texto adaptado de: https://www.revistapazes.com/tirar-marcacao-detracos-de-manipulacao/. Acesso em: 01 de out. de 2018.
Assinale a alternativa em que todas as palavras pertencem à mesma classe de palavras. 
Alternativas
Q1156109 Português
Os numerais correspondentes aos algarismos 69º, 645º e 11º são, respectivamente,
Alternativas
Q1125509 Português

ONU Meio Ambiente mobiliza escoteiros em campanha Mares Limpos

Publicado em 20/09/2018

Entre os dias 29 de setembro e 8 de

dezembro, membros juvenis dos Escoteiros

do Brasil de todo o país poderão participar

do desafio para conquistar a Insígnia

Mares Limpos.

    Em parceria com a ONU Meio Ambiente e o Movimento Menos 1 Lixo, os Escoteiros do Brasil se engajam pelo segundo ano consecutivo em um projeto de cuidado com os oceanos, incentivando lobinhos, sêniores, escoteiros e pioneiros a reduzirem o consumo de plástico por meio do “Desafio Menos 1 Lixo/Mares Limpos”.

     Entre os dias 29 de setembro e 8 de dezembro, membros juvenis dos Escoteiros do Brasil de todo o país poderão participar do desafio para conquistar a Insígnia Mares Limpos.

   Em 2017, 3.350 escoteiros receberam a Insígnia Mares Limpos após reduzirem significativamente seu consumo cotidiano de itens de plástico descartável como sacolas, copos, talheres, canudos e garrafas PET.

    Segundo o relato de muitos deles, foi realmente um desafio recusar os descartáveis e convencer a família a mudar seus hábitos. Alguns grupos de escoteiros participantes relataram experiências que demonstram a resistência da sociedade em mudar.

    Os jovens relataram certo desconforto em serem diferentes dos demais ao recusar o plástico ou usar alternativas em locais públicos, e também a dificuldade em obter a compreensão dos outros (atendentes, adultos) sobre sua opção. Por outro lado, o depoimento de vários participantes apontou que a princípio parecia muito difícil evitar o uso de plásticos, mas após algumas semanas acabaram descobrindo que é muito mais fácil do que parece.

  Para conseguir a insígnia, os escoteiros deveriam definir o tipo de plástico descartável que iriam deixar de consumir e registrar, toda semana, quantos acabaram usando. O Padrão Ouro só foi alcançado com o consumo máximo de um item por semana.

     O sucesso da primeira edição do desafio levou a União dos Escoteiros do Brasil a reeditar a competição. Porém, neste ano, a obtenção das insígnias ficou mais difícil:

   • Padrão Bronze – de 1 a 3 itens utilizados semanalmente (média geral do período de 10 semanas)

   • Padrão Prata – menos de 1 item utilizado semanalmente (média geral do período de 10 semanas)

    • Padrão Ouro – menos de 1 item utilizado semanalmente (média geral do período de 10 semanas) e uma atividade para combater a poluição plástica.

    A realização de uma atividade “zero plástico” é o diferencial deste ano para obter a insígnia Padrão Ouro. O escoteiro terá que escolher entre promover uma festa para mais de 30 convidados sem utilizar nenhum plástico descartável ou uma campanha de conscientização sobre a importância da redução do consumo de plásticos descartáveis em sua escola, instituição religiosa, clube ou academia por, pelo menos, um mês, e que alcance mais de 300 pessoas.

     A resolução que regulamenta a Insígnia Mares Limpos, bem como a explicação do Desafio, está publicada e pode ser conferida no documento: https://www.escoteiros.org.br/ wp-content/uploads/2018/08/resolucao-mareslimpos-2808-1.pdf.

     A segunda edição do Desafio Menos 1 Lixo/ Mares Limpos conta novamente com o apoio da ONU Meio Ambiente e da Defensora Mares Limpos, Fe Cortez, idealizadora do projeto Menos 1 Lixo, que promove o consumo consciente.

Semana Mares Limpos de Limpeza de Praias

  A campanha Mares Limpos está cadastrando ações de limpeza de praias programadas para o período entre os dias 15 e 23 de setembro, que ficará conhecida como a #SemanaMaresLimpos de Limpeza de Praias.

   As inscrições podem ser feitas por meio do link www.bit.ly/CadastroSemana2018_v2. Os grupos inscritos receberão um kit da campanha com cartilha de orientações sobre como realizar o clean up, fichas de catalogação do lixo encontrado e material da campanha para impressão (logo, cartazes), e serão convidados a participar de um projeto de reciclagem de tampinhas.

   As informações sobre o lixo coletado em cada ação serão contabilizadas e farão parte do panorama nacional sobre o lixo no mar, subsidiando a elaboração do Plano Nacional. A metodologia de coleta de dados foi elaborada pelo Instituto Ecosurf.

   Para mais informações sobre a campanha Mares Limpos da ONU Meio Ambiente visite: cleanseas.org (também em português)

Fonte: https://nacoesunidas.org/onu-meio-ambiente-mobiliza-escot

eiros-em-campanha-mares-limpos/



Em relação ao texto, julgue, como VERDADEIRO ou FALSO, o item a seguir

Em “Segundo o relato de muitos deles, foi realmente um desafio recusar os descartáveis e convencer a família a mudar seus hábitos.”, o termo em destaque é um numeral que indica uma posição.
Alternativas
Q1072924 Português

Texto I

Menino cheio de coisa 

          Vejam só: aos nove anos e três meses de idade, Serginho está deitado embaixo das cobertas com uma calça de veludo de duzentos e vinte reais, camiseta de quarenta e cinco, tênis que pisca quando encosta no solo, óculos de sol com lentes amarelas, taco de beisebol, jaqueta de náilon lilás, boné da Nike, bola de futebol de campo tamanho ofcial, dois times de futebol de botão, CD dos Tribalistas, joystick, Gameboy, uma caixa de bombom de cereja ao licor, dois sacos de jujuba, um quebra-cabeça de mil e quinhentas peças, um modelo em escala do “F” cento e dezessete (desmontado), chocolate pra uma semana, três pacotes de batatinha frita (novidade, com orégano), dois litros de refrigerante com copo de canudinho combinando, quatro segmentos retos e quatro curvos de autorama, dois trenzinhos (um de pilha e um de corda), controle remoto, duas raquetes de pingue-pongue, duas canecas do Mickey e nem adianta seu pai, do outro lado da porta trancada pelo menino emburrado, dizer que sua mãe já volta.

(BONASSI, Fernando. Miniconto. Folha de S. Paulo, 12 mar. 2005. Folhinha)

Ao longo do texto, a fm de reforçar a ideia de acumulação, foram empregados vários numerais que podem ser classifcados como:
Alternativas
Q1045887 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.

             O governo de um país com pouco mais de 5 milhões de habitantes aceita gastar US$ 9 milhões para construir uma fortaleza gelada na qual guarda sementes vindas do mundo inteiro, para sempre, como um seguro para a agricultura mundial. Tudo de graça e sem ter nenhum direito sobre elas.
          Parece mentira, mas tal coisa existe há dez anos, completados em fevereiro, quando esse banco incomum ultrapassou a marca de 1 milhão de depósitos realizados.
        Não é o primeiro ato de generosidade da Noruega para o planeta: a nação nórdica já reservou US$ 1 bilhão para custear projetos ambientais no Brasil, o Fundo Amazônia. Perto disso, parece dinheiro de troco o custo do Cofre Global de Sementes na ilha norueguesa de Spitsbergen, arquipélago de Svalbard, a meio caminho entre a costa da Noruega e o polo Norte.
        Verdade que muito da renda que a Noruega tem sobrando provém da extração de gás natural e petróleo no Ártico. Embora o país exporte a maior parte desses combustíveis fósseis, pois sua matriz energética é muito limpa (quase toda a eletricidade vem de usinas hidrelétricas), eles são queimados em algum lugar e, assim, contribuem muito para agravar o aquecimento global.
        Estocadas em envelopes selados de alumínio impermeável a 5% de umidade e a -18°C, sementes ainda podem germinar 30 anos depois, ou mais. Faz muito frio em Spitsbergen —mesmo no verão os termômetros não vão muito além de 7°C. No interior de um túnel de 120 m montanha adentro, o frio é maior, e a variação, mínima, o que ajuda a economizar gastos com refrigeração.
        É muito longe e caro chegar a Svalbard, o que reduz a chance de ataques ao cofre. No entanto, há boa infraestrutura em Longyearbyen, vila com minas de carvão, porto e aeroporto da qual a fortaleza dista meros 5 quilômetros.
         Só no seu aniversário o banco recebeu, em uma cerimônia especial, 76330 amostras em 179 caixas provenientes de 25 instituições em 22 países.
        Estão agora armazenados na montanha gelada 967216 envelopes lacrados cheios de caroços, que só os depositantes podem pedir para retirar. Assim ocorreu com milhares de amostras provenientes de Aleppo, na Síria, sacadas do cofre para reconstituir o acervo no Líbano e em Marrocos, em local menos inseguro que uma nação em guerra civil.
         Não fosse por essa retirada, o cofre de Svalbard guardaria ainda 1059646 saquinhos de sementes. Uma fortuna de valor incalculável para a segurança alimentar de gerações por vir.
(Marcelo Leite. “Cofre das sementes comemora 10 anos e 1 milhão de amostras”. www1.folha.uol.com.br, 26.02.2018. Adaptado)
De acordo com o texto, no aniversário do banco de sementes, foram recebidas 76330 novas sementes. Esse valor corresponde a 1/14 do total de sementes que o banco possuía na ocasião. Essa fração destacada deve ser lida como
Alternativas
Q1000557 Português

Ou você amadurece, ou se falsifica

MEDEIROS, Martha. Revista Versar. NSC, p 11. Janeiro, 2018.


Você acorda, vai ao banheiro, se olha no espelho, faz a barba ou pinta o olho, e inicia mais um dia da sua vida. Mas é sua vida mesmo, ou você interpreta um personagem? Você amadureceu para valer ou virou uma cópia falsificada de um adulto? Tenho visto alguns humanos adulterados por aí, “gente grande”made in Paraguai.

Éramos crianças inocentes e protegidas, até que os anos passaram. A adolescência nada mais é do que você percorrendo, sozinho, um amplo deserto e enxergando, ao longe, aquela poeirinha no horizonte que, nos filmes de aventura, indicam uma cavalaria armada ou uma tribo de peles-vermelhas se aproximando, qualquer coisa que pareça ameaçadora na imaginação e que assustará ainda mais quando chegar perto – e você não tem nem um ___________ pangaré pra montar e escapar desse ataque ______________ . Sabe que terá que ser muito homem – ou muito mulher – para enfrentar.

Aquela poeirinha vai se agigantar na sua frente. E então você verá que não são malfeitores com rifles em punho, nem os índios estereotipados dos faroestes. São escolhas a fazer, relações amorosas, dúvidas e dívidas, filhos para educar, a finitude pra lidar e posicionamentos exigidos pela sociedade: a maldita esquadra da maturidade, que não está a fim de negociar com seu amadorismo.


E agora?


Quem encara, paga um preço alto. Não tem o recurso de se amparar nas costas de papai e mamãe, não tem a hipótese de transferir as decisões para o dia de São Nunca. Com a coragem que nem sabia que tinha, você assume sua identidade, dá um trato nos seus medos e começa a trajetória: trabalha, rala, ama, sofre, se expõe, se impõe, fala, cala, sofre, destrói, constrói. Mas constrói mesmo. Uma vida legítima. Uma vida sua.


Ou


Ou se escora. Na mãe velhinha, no pai doente, na mulher com quem está casado há 42 anos, no namorado rico que virou a salvação da lavoura, se escora na chapação, no álcool, nos medicamentos tarja preta, numa idealização ______________ (“sou ótimo, pena que o mundo não reconheceu meu brilhantismo”), se escora na muleta que tiver mais à mão e distribui sorrisos sedutores e desculpas esfarrapadas: sou uma farsa, mas uma farsa de terno e gravata, uma farsa em vestido de baile.

Falsificam-se a si mesmos os que não têm raça. Os que dependem de mil e quinhentos empurrões, e mesmo empurrados não ganham velocidade, ritmo, rumo. Ficam sempre no meio do trajeto, soluçando, reclamando, retrocedendo à memória das longas tardes no jardim de infância, quando, em segurança, sabiam que seus pais estariam esperando, no final do dia, no portão.

Na maturidade, não tem ninguém esperando no portão pra nos levar pra casa, mas tem uma caminhada excitante rumo a um prazer que só quem se arrisca, conhece. O prazer da independência. O prazer de ter a sua assinatura ___________ cada uma de suas conquistas.

Já quem se falsificou num adulto que parece que é, mas não é, desperdiçou a chance de ter uma vida autêntica porque se assustou com a poeira no horizonte, previu que seria uma luta perdida, que não daria conta. Mas daria. O gigante, em qualquer circunstância, somos nós.

Complete as frases, escrevendo por extenso o número ou as expressões dadas entre parênteses, empregando os vários tipos de numerais.


1. Estefânia trabalhou o _____________ (duas vezes mais) do que Fabíola.

2. Fiquei feliz. Ganhei duas ____________ (12) de rosas.

3. Já consegui terminar _____________ (1/4) do trabalho.

4. Paulo foi o _______________ (400° ) corredor a terminar a prova.


Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto.

Alternativas
Q959352 Português

                            Felizes para sempre? Quem dera...

                                          (Gláucia Leal)


      Em tempos de tão pouca tolerância consigo mesmo e com os outros, manter relacionamentos amorosos duradouros e felizes parece um dos objetivos mais almejados entre pessoas de variadas classes sociais e faixas etárias. Fazer boas escolhas, entretanto não é fácil - haja vista o grande número de relações que termina, não raro, de maneira dolorosa - pelo menos para um dos envolvidos. Para nossos avós, o casamento e sua manutenção, quaisquer que fossem as penas e os sacrifícios atrelados a eles, era um destino quase certo e com pouca possibilidade de manobra. Hoje, entretanto, convivemos com a dádiva (que por vezes se torna ônus) e escolher se queremos ou não estar com alguém.

      Um dos pesos que nos impõe a vida líquida (repleta de relações igualmente líquidas, efêmeras), como escreve o sociólogo Zygmunt Bauman, é a possibilidade de tomarmos decisões (e arcar com elas). Filhos ou dependência econômica já não prendem homens e mulheres uns aos outros, e cada vez mais nos resta descobrir onde moram, de fato, nossos desejos. E não falo aqui do desejo sexual, embora este seja um aspecto a ser considerado, mas do que realmente ansiamos, aspiramos para nossa vida. Mas para isso é preciso, primeiro, localizar quais são as nossas faltas. E nos relacionamentos a dois elas parecem ecoar por todos os cantos.

      Dividir corpos, planos, sonhos, experiências, espaços físicos e talvez o mais precioso, o próprio tempo, acorda nos seres humanos sentimentos complexos e contraditórios. Passados os primeiros 18 ou 24 meses da paixão intensa (um período de maciças projeções), nos quais a criatura amada parece funcionar como bálsamo às nossas dores mais inusitadas, passamos a ver o parceiro como ele realmente é: um outro. E essa alteridade às vezes agride, como se ele (ela) fosse diferente de nós apenas para nos irritar. Surge então a dúvida, nem sempre formulada: Continuar ou desistir? (...)

Disponível em: http://conexoesentreoscasais.blogspot.com.br/2011/04/felizes-para-sempre-quem-dera.html. Acesso em 15/04/2018.

No trecho “as penas e os sacrifícios atrelados a eles”, as palavras destacadas pertencem, respectivamente, às classes dos:
Alternativas
Q948240 Português
Os professores



HUGO MÃE, Valter. In https://www.revistaprosaversoearte.com/belissima-reflexao-os-professores-por-valter-hugo-mae. Acesso em 18/03/2018.
No trecho “vinte ou trinta pessoas” (l. 10), os vocábulos em destaque são classificados como numerais:
Alternativas
Q885286 Português
Assinale a alternativa onde temos somente numerais fracionários.
Alternativas
Q885285 Português
Assinale a alternativa onde temos apenas numerais ordinais.
Alternativas
Q885284 Português

Leia os itens quanto ao numeral e aponte a alternativa correta.


(i) Numeral é a palavra que se relaciona ao substantivo, exprimindo indicações numéricas dos seres.

(ii) As indicações numéricas dos seres referem-se à quantidade, ordem, multiplicação e fração.

(iii) Os numerais cardinais expressam a ordem dos seres em uma série.

(iv) Os numerais multiplicativos expressam aumentos proporcionais de uma quantidade, multiplicações.

(v) Os numerais fracionários expressam diminuições proporcionais de uma quantidade, divisões ou frações.

Alternativas
Q878642 Português

      Ei-lo agora, adolescente recluso em seu quarto, diante de um livro que não lê. Todos os seus desejos de estar longe erguem, entre ele e as páginas abertas, uma tela esverdeada que perturba ______linhas. Ele está sentado diante da janela, a porta fechada ____costas. Página 48. Ele não tem coragem de contar as horas passadas para chegar _____ essa quadragésima oitava página. O livro tem exatamente quatrocentas e quarenta e seis. Pode-se dizer 500 páginas! Se ao menos tivesse uns diálogos, vai. Mas não! Páginas completamente cheias de linhas apertadas entre margens minúsculas, negros parágrafos comprimidos uns sobre os outros e, aqui e acolá, a caridade de um diálogo – um travessão, como um oásis, que indica que um personagem fala _______ outro personagem. Mas o outro não responde. E segue-se um bloco de doze páginas! Doze páginas de tinta preta! Falta de ar! Ufa, que falta de ar! Ele xinga. Muitas desculpas, mas ele xinga. Página quarenta e oito... Se ao menos conseguisse lembrar do conteúdo dessas primeiras quarenta e oito páginas!

                                  (Daniel Pennac. Como um romance, 1993. Adaptado)

Com a passagem “O livro tem exatamente quatrocentas e quarenta e seis. Pode-se dizer 500 páginas!”, entende-se que a página “500” do livro seria a
Alternativas
Q2792319 Português

A forma correta de escrever o número 1726 é:

Alternativas
Q2746491 Português

Quanto à classe gramatical dos numerais analise a oração a seguir: Ele teve de tomar doses triplas do medicamento.

O termo grifado/sublinhado, representa um numeral classificado como:

Alternativas
Respostas
601: A
602: D
603: E
604: B
605: B
606: B
607: C
608: C
609: E
610: B
611: E
612: E
613: B
614: B
615: B
616: D
617: A
618: D
619: A
620: C