Questões de Concurso
Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
Foram encontradas 54.555 questões

(Disponível em: institutoneurosaber.com.br – texto adaptado especialmente para esta prova).

(Disponível em: institutoneurosaber.com.br – texto adaptado especialmente para esta prova).
I. A observação na Educação Infantil é o único meio de conhecer o comportamento das crianças.
II. Registrar auxilia na compreensão do desenvolvimento da criança e na verificação do que foi feito para que ela avance.
III. Os planejamentos dos professores são estanques e fundamentados nas observações e registros.
Quais estão corretas?

(Disponível em: https://educacaopublica.cecierj.edu.br – texto adaptado especialmente para esta prova).
“Um mediador estimulando a aquisição de linguagem e habilidades sociais no cotidiano escolar amplia a possibilidade da quantidade de estímulo recebido”.

(Disponível em: https://educacaopublica.cecierj.edu.br – texto adaptado especialmente para esta prova).
“Apesar de a figura do mediador ser considerada uma adaptação no espaço pedagógico”.

(Disponível em: https://educacaopublica.cecierj.edu.br – texto adaptado especialmente para esta prova).
Analise a charge a seguir e as asserções a respeito de sua relação com o texto anterior:

I. Tanto a charge quanto o texto abordam o mesmo tema,
POIS
II. ambos abordam tecnologias assistivas para a inclusão de alunos cegos e surdos.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.

(Disponível em: https://educacaopublica.cecierj.edu.br – texto adaptado especialmente para esta prova).
I. De acordo com a Política Nacional de Educação Especial, a comunicação é garantia fundamental para o atendimento de qualidade aos alunos com deficiência.
II. Segundo o texto, qualquer pessoa pode ser mediadora escolar, basta que tenha empatia pela criança com deficiência.
III. O mediador escolar pode atuar em diversos campos junto ao estudante com deficiência. Um exemplo são as brincadeiras escolares.
Quais estão corretas?
Julgue o item a seguir.
Leia o seguinte trecho de Clarice Lispector: “Os filhos de
Anna eram bons, uma coisa verdadeira e sumarenta.
Cresciam, tomavam banho, exigiam para si, malcriados,
instantes cada vez mais completos. A estouros. O calor
era forte no apartamento que estavam aos poucos
pagando. Mas o vento batendo nas cortinas que ela
mesma cortara lembrava-lhe que se quisesse podia parar
e enxugar a testa, olhando o calmo horizonte. Como um
lavrador. Ela plantara as sementes que tinha na mão, não
outras, mas essas apenas.” (LISPECTOR, C. Laços de
família. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.). No trecho em
análise, a autora emprega por duas vezes o conectivo
“mas” no fragmento apresentado. Observando aspectos
da organização, estruturação e funcionalidade dos
elementos que articulam o texto, o conectivo “mas”
contém uma ideia de sequência temporal que direciona a
conclusão do leitor.
Assinale a frase em que a palavra ou expressão sublinhada mostra adequação em seu emprego.
“Era pouco maior do que minha mão: por isso eu precisei das duas para segurá-la, 13 anos atrás. E, como eu não tinha muito jeito, encostei-a ao peito para que ela não caísse, simples apoio nessa primeira vez. Gostei desse calor e acredito que ela também. Dias depois, quando abriu os olhinhos, olhou-me fundamente: escolheu-me para dono. Pior: me aceitou.
Foram 13 anos de chamego e encanto. Dormimos muitas noites juntos, a patinha dela em cima do meu ombro. Tinha medo de vento. O que fazer contra o vento?”
Muitos teóricos fazem a distinção entre interpretação de texto – a apreensão dos significados – e a compreensão de texto – a percepção dos processos produtores de significação.
Sobre o pequeno texto acima, fizeram-se cinco perguntas; assinale aquela que diz respeito à compreensão e não à interpretação.
Entre as opções abaixo, assinale aquela que mostra uma inferência adequada do texto publicitário anterior.
I. Segundo as autoras, o poder de sugestão e evocação do texto literário depende da capacidade do escritor de escolher as palavras capazes de “desenhar”, para seus leitores, uma série de imagens. Por meio da decodificação dessas imagens, o leitor constrói, na sua imaginação, uma representação dos mundos ficcionais apresentados nos textos. Comparações e metáforas são exemplos de recursos linguísticos que exploram as possibilidades criativas da linguagem.
II. O sentido denotativo é aquele que as palavras e expressões adquirem em dado contexto, quando o sentido literal é modificado. Nos textos literários, predomina o sentido denotativo. A linguagem denotativa é característica de textos com função estética, ou seja, que exploram diferentes recursos linguísticos e estilísticos para produzir efeito artístico.
III. Em textos não literários, o que predomina é o sentido conotativo. Diz-se que uma palavra foi utilizada em sentido literário quando é tomada em seu significado básico, fundamental, que pode ser apreendido sem a ajuda do contexto. A linguagem conotativa é típica de textos com função utilitária, ou seja, que têm como finalidade predominante atender a alguma necessidade específica, como informar, argumentar, convencer, etc.
Quais estão corretas?

(Fonte: https://portalconteudoaberto.com.br/professor/a-tecnologia-pode-ter-efeitos-negativos-na-educacao/ –texto adaptado especialmente para esta prova)
I. Caso no primeiro parágrafo do texto procedêssemos à troca de “em si” (l. 01), “no entanto” (l. 01-02) e “indiscriminada” (l. 05), respectivamente, por “apenas”, “portanto” e “descritiva”, manter-se-ia o sentido e a estrutura original.
II. Se no quarto parágrafo do texto as expressões “ao auxiliar” (l. 16), “em que” (l. 18-19) e “sem significado” (l. 20) fossem substituídas, respectivamente, por “à medida que auxiliasse”, “nas quais” e “inexpressivas”, estariam mantidos o sentido e a correção gramatical.
III. Caso no último parágrafo do texto “devemos”, “é tão somente” e “a eles” substituíssem “podemos” (l. 29), “não é apenas” (l. 30) e “los” (as duas ocorrências, l. 32), incorreríamos em erro, visto que o sentido e a correção gramatical do parágrafo seriam afetados.
Quais estão corretas?


I. O termo “cortar” pode ser substituído por “ceifar” sem alteração de sentido.
II. O verbo “cortar” foi usado em analogia ao que a linha com cerol pode fazer.
III. A ideia de “cortar” também se encontra expressa na linguagem não verbal.
IV. A intenção com o trecho “Não use, não incentive. Denuncie” é aconselhar.
V. A expressão “cortar vidas” constitui um exemplo de linguagem metafórica.
Estão CORRETAS as afirmativas

I. A fala de Hagar “Eu não posso reclamar.”, no primeiro quadro, quer dizer que ele está muito bem e não tem nenhum motivo para reclamar.
II. A fala do interlocutor de Hagar, no segundo quadro, quer dizer que ele compreendeu que Hagar está muito bem.
III. A linguagem não verbal mostra que a fala de Hagar, no terceiro quadro, quer dizer que há motivo que o impede de reclamar.
IV. A fala de Hagar, no segundo quadro, demonstra que ele percebe que o seu interlocutor não entendeu o que ele quis dizer.
V. A fala de Hagar, no terceiro quadro, indica que ele, de fato, não tem motivo algum para reclamar.
Estão CORRETAS as afirmativas
I. A impulsividade traz somente consequências negativas.
II. A infantilidade, algumas vezes, é confundida com a intuição.
III. Muitos perdem, ao se tornarem adultos, a alegria inocente.
IV. A pessoa impulsiva tem dificuldade de controlar suas ações.
V. O impulsivo não reflete sobre os resultados dos seus atos.
Estão CORRETAS as afirmativas
Texto I
Nizia Figueira, sua criada
(Mário de Andrade)
Belazarte me contou:
Pois eu acho que tem. Você já sabe que sou cristão... Essas coisas de felicidade e infelicidade não têm significado nenhum, si a gente se compara consigo mesmo. Infelicidade é fenômeno de relação, só mesmo a gente olhando pro vizinho é que diz o “atendite et videte”1 . Macaco, olhe o seu rabo! isso sim, me parece o cruzamento da filosofia cristã com a precisão de felicidade neste mundo duro. Inda é bom quando a gente inventa a ilusão da vaidade, e em vez de falar que é mais desinfeliz, fala que é mais feliz... Toquei em rabo, e estou lembrando o caso do elefante, você sabe? ... Pois não vê que um dia o elefante topou com uma penuginha de beijaflor caída numa folha, vai, amarrou a penuginha no rabo com uma corda grossa, e principiou todo passeando na serrapilheira2 da jungla3 . Uma elefanta mocetona4 que já estava carecendo de senhor pra cumprir seu destino, viu o bicho tão bonito, mexe pra cá, mexe pra lá, ondulando feito onda quieta, e engraçou. Falou assim: “Que elefante mais bonito, porca la miséria!” Pois ele virou pra ela encrespado e: “Dobre a língua, sabe! Elefante não senhora! sou beijaflor.” E foi-se. Eis aí um tipo que ao menos soube criar felicidade com uma ilusão sarapintada. É ridículo, é, mas que diabo! nem toda a gente consegue a grandeza de se tomar como referência de si mesmo. [...]
1 Expressão latina , do livro bíblico das Lamentações: “Olhai e vede” (Lm 1,12)
2 camada de folhas secas
3 bosque
4 moça robusta e formosa
É possível estabelecer um diálogo entre os dois textos uma vez que: