Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q2544481 Português

Texto - Agentes comunitários de saúde compartilhando experiências


Olá, pessoal! Estou aqui pensando em como compartilhar a experiência que tivemos sexta-feira passada, dia 14 na SMS de Natal, onde estivemos para apresentar uma atividade desenvolvida pelos agentes comunitários do Panatis: o Posso ajudar!

Era reunião do núcleo articulador de humanização de Natal. A pequena sala estava lotada e eu ansiosa me perguntando em como falar do nosso trabalho para todas aquelas pessoas. Contei sobre o início do projeto, há mais ou menos três anos, quando a unidade estava em reforma. Durante as rodas, discutíamos as dificuldades encontradas pelos usuários em buscar informações sobre os serviços dentro da Unidade. Na ocasião, uma das agentes de saúde teve a ideia: por que não fazemos um “posso ajudar?” Contamos, então, com a ajuda dos estudantes estagiários que fizeram uma pequena pesquisa onde os usuários eram indagados sobre o tempo de espera e o acesso às informações. Daí, vimos a necessidade de mantermos alguém na sala de espera da unidade para receber os usuários com as informações e orientações de acordo com as suas necessidades. O trabalho é feito pelos ACS. Uma escala mensal é fixada na sala dos ACS, onde cada um atua um dia no ‘posso ajudar’. Temos percebido que este trabalho tem reduzido o tempo de espera e intermediado alguns conflitos no arquivo, na sala de vacinas e na marcação de consultas referenciadas. Este trabalho tem proporcionado também um maior conhecimento por parte dos agentes de saúde dos serviços oferecidos e suas dificuldades, como também uma escuta que vem melhorando o atendimento à medida que o usuário é escutado e participa com sugestões e críticas. É com muita emoção que me sinto fazendo parte dessa rede!

Autora: Lucinalva Rodrigues. Acessada em 25 Jun. 2023:

<https://redehumanizasus.net/12224-agentes-comunitarios-de-saude-compartilhando-experiencias/>


Com base no Texto, analise as afirmativas a seguir:
I. Antes de começar a oferecer o novo serviço, os agentes solicitaram aos estudantes que fizessem uma pesquisa para saber sobre quanto tempo ficam esperando para serem atendidos e se tinham fácil acesso às informações. II. A equipe de agentes de saúde percebeu que, com os dados da pesquisa, seria necessário manter um agente na sala de espera da unidade para recepcionar os usuários oferecendo informações e orientações, conforme a precisão de cada um deles.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q2544480 Português

Texto - Agentes comunitários de saúde compartilhando experiências


Olá, pessoal! Estou aqui pensando em como compartilhar a experiência que tivemos sexta-feira passada, dia 14 na SMS de Natal, onde estivemos para apresentar uma atividade desenvolvida pelos agentes comunitários do Panatis: o Posso ajudar!

Era reunião do núcleo articulador de humanização de Natal. A pequena sala estava lotada e eu ansiosa me perguntando em como falar do nosso trabalho para todas aquelas pessoas. Contei sobre o início do projeto, há mais ou menos três anos, quando a unidade estava em reforma. Durante as rodas, discutíamos as dificuldades encontradas pelos usuários em buscar informações sobre os serviços dentro da Unidade. Na ocasião, uma das agentes de saúde teve a ideia: por que não fazemos um “posso ajudar?” Contamos, então, com a ajuda dos estudantes estagiários que fizeram uma pequena pesquisa onde os usuários eram indagados sobre o tempo de espera e o acesso às informações. Daí, vimos a necessidade de mantermos alguém na sala de espera da unidade para receber os usuários com as informações e orientações de acordo com as suas necessidades. O trabalho é feito pelos ACS. Uma escala mensal é fixada na sala dos ACS, onde cada um atua um dia no ‘posso ajudar’. Temos percebido que este trabalho tem reduzido o tempo de espera e intermediado alguns conflitos no arquivo, na sala de vacinas e na marcação de consultas referenciadas. Este trabalho tem proporcionado também um maior conhecimento por parte dos agentes de saúde dos serviços oferecidos e suas dificuldades, como também uma escuta que vem melhorando o atendimento à medida que o usuário é escutado e participa com sugestões e críticas. É com muita emoção que me sinto fazendo parte dessa rede!

Autora: Lucinalva Rodrigues. Acessada em 25 Jun. 2023:

<https://redehumanizasus.net/12224-agentes-comunitarios-de-saude-compartilhando-experiencias/>


Com base no Texto, analise as afirmativas a seguir:
I. A ideia do serviço surgiu quando os ACS de Panatis discutiam os obstáculos que emergiram para usuários, quando precisavam sanar dúvidas a respeito de quais os tipos de serviços a Unidade oferecia. II. No momento de uma das rodas de discussão, um dos estagiários deu sua ajuda trazendo a sugestão de criar o serviço “Posso ajudar”, e todos os agentes imediatamente concordaram com a excelente ideia.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q2544479 Português

Texto - Agentes comunitários de saúde compartilhando experiências


Olá, pessoal! Estou aqui pensando em como compartilhar a experiência que tivemos sexta-feira passada, dia 14 na SMS de Natal, onde estivemos para apresentar uma atividade desenvolvida pelos agentes comunitários do Panatis: o Posso ajudar!

Era reunião do núcleo articulador de humanização de Natal. A pequena sala estava lotada e eu ansiosa me perguntando em como falar do nosso trabalho para todas aquelas pessoas. Contei sobre o início do projeto, há mais ou menos três anos, quando a unidade estava em reforma. Durante as rodas, discutíamos as dificuldades encontradas pelos usuários em buscar informações sobre os serviços dentro da Unidade. Na ocasião, uma das agentes de saúde teve a ideia: por que não fazemos um “posso ajudar?” Contamos, então, com a ajuda dos estudantes estagiários que fizeram uma pequena pesquisa onde os usuários eram indagados sobre o tempo de espera e o acesso às informações. Daí, vimos a necessidade de mantermos alguém na sala de espera da unidade para receber os usuários com as informações e orientações de acordo com as suas necessidades. O trabalho é feito pelos ACS. Uma escala mensal é fixada na sala dos ACS, onde cada um atua um dia no ‘posso ajudar’. Temos percebido que este trabalho tem reduzido o tempo de espera e intermediado alguns conflitos no arquivo, na sala de vacinas e na marcação de consultas referenciadas. Este trabalho tem proporcionado também um maior conhecimento por parte dos agentes de saúde dos serviços oferecidos e suas dificuldades, como também uma escuta que vem melhorando o atendimento à medida que o usuário é escutado e participa com sugestões e críticas. É com muita emoção que me sinto fazendo parte dessa rede!

Autora: Lucinalva Rodrigues. Acessada em 25 Jun. 2023:

<https://redehumanizasus.net/12224-agentes-comunitarios-de-saude-compartilhando-experiencias/>


Com base no Texto, analise as afirmativas a seguir:
I. O objetivo do texto é dividir com os ACS uma notícia sobre um novo serviço que foi criado no núcleo articulador de humanização de uma das unidades de atendimento de uma cidade do interior durante o período do Natal. II. O propósito do texto é informar aos leitores do site que a Prefeitura de Natal desenvolveu um novo serviço de atendimento que será adotado por todos os ACS brasileiros a fim de melhorar o atendimento às famílias. III. A intenção do texto é compartilhar com os ACS, leitores do site, a experiência de apresentar a nova atividade desenvolvida pelos agentes comunitários do Panatis, que vem trazendo excelentes resultados para as famílias atendidas.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q2535115 Português
Em 2022, dólar ficou mais caro que o euro pela primeira vez em 20 anos











Rafael Balago. https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2022/12/em-2022-dolar-ficoumais-caro-que-o-euro-pela-primeira-vez-em-20-anos.shtml. 26.dez.2022
Em relação à leitura do texto e suas possíveis inferências, analise as afirmativas a seguir:


I. A alta do dólar se deveu a um erro estratégico da Europa, em relação ao euro, que não conseguiu atrair investimentos estrangeiros para o seu território.

II. Ao passo que a economia alemã contribui para o fortalecimento do euro, a grande dívida dos EUA em relação ao seu PIB, se torna motivo de enfraquecimento de sua moeda.

III. Embora haja uma moeda única para a Comunidade Europeia, cada membro tem autonomia para, por exemplo, estabelecer sua política fiscal diferenciada.


Após análise, considera-se como corretas
Alternativas
Q2534165 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Asas de borboleta inspiram músculos artificiais e produzem eletricidade

O professor Javier Fernandez, da Universidade de Tecnologia e Design de Cingapura, vem há alguns anos estudando as possibilidades de uso da quitina como um material inteligente, biocompatível, sustentável e com múltiplas funcionalidades. Isso lhe permitiu criar uma nova classe de compósitos e fazer planos para abrigos em Marte feitos com carapaças de insetos.

A quitina é um polímero orgânico que é o principal componente das carapaças dos artrópodes, como crustáceos, alguns insetos e até das asas das borboletas. E o caso das borboletas é interessante como fonte de inspiração porque elas apresentam mudanças estruturais que podem ser copiadas para aplicações práticas. O professor Fernandez descobriu, também, que podem ser usadas para produzir eletricidade.

Assim que uma borboleta emerge do seu casulo, no estágio final da metamorfose, ela abre lentamente as asas, para que elas possam secar. O material quitinoso fica desidratado, enquanto o sangue bombeado pelas veias do inseto produz forças que reorganizam as moléculas da quitina, para que ela adquira a resistência e a rigidez únicas necessárias para o voo. E foi essa combinação natural de forças, movimento da água e organização molecular que mostrou agora a possibilidade de criação de atuadores mecânicos e para gerar energia.

"Nós demonstramos que, mesmo após serem extraídos de fontes naturais, os polímeros quitinosos mantêm sua capacidade natural de vincular diferentes forças, organização molecular e conteúdo de água para gerar movimento mecânico e produzir eletricidade, sem a necessidade de uma fonte de energia externa ou sistema de controle," disse Fernandez.

Músculos artificiais de quitina

A demonstração foi feita a partir de quitina extraída de cascas de camarão descartadas, que foi transformada em filmes com cerca de 130 micrômetros de espessura.

Ao estudar os efeitos de forças externas nesses filmes quitinosos, com foco nas mudanças na organização molecular, teor de água e propriedades mecânicas, os pesquisadores observaram que, semelhante ao desdobramento das asas das borboletas, esticar os filmes força uma reorganização em sua estrutura cristalina - as moléculas ficaram mais compactadas e o teor de água diminuiu.

Para demonstrar a aplicabilidade dos filmes, a equipe usou-os para criar músculos artificiais, que foram então montados em uma mão robótica. Controlando a concentração de água intermolecular dos filmes, por meio de mudanças ambientais e processos bioquímicos, o material gerou força suficiente para que a mão apresentasse um movimento de preensão impressionante, com uma força equivalente a 18 quilogramas - mais da metade da força de preensão média de um adulto.

Diferente da natureza inerte dos polímeros sintéticos, os filmes de quitina reorganizados podem se distender e contrair autonomamente em resposta a mudanças de umidade no ambiente, imitando a forma como alguns insetos adaptam sua casca a diferentes situações. Essa capacidade nativa permitiu que os filmes quitinosos levantassem verticalmente objetos pesando mais de 4,5 quilos.

A capacidade de produzir essa força por meios bioquímicos indica o potencial de uso dos filmes quitinosos para integração em sistemas biológicos, com aplicações biomédicas, como próteses e implantes médicos.

Filmes de quitina produzem eletricidade

Em outra demonstração, a equipe mostrou que a resposta do material às mudanças de umidade pode ser usada para extrair energia das oscilações ambientais e convertê-la em eletricidade, criando mais uma opção para a colheita de energia, um conceito para alimentação de pequenos aparelhos e sensores que hoje vem sendo dominado pelos nanogeradores triboelétricos.

Ao anexar os filmes a um material piezoelétrico, o movimento mecânico dos filmes em resposta às mudanças de umidade no ambiente foi convertido em correntes elétricas suficientes para alimentar pequenos eletrônicos, como os usados na internet das coisas.

 A quitina é o segundo polímero orgânico mais abundante na natureza - depois da celulose - e faz parte de todos os ecossistemas, podendo ser obtido de forma rápida e sustentável de vários organismos ou mesmo de resíduos urbanos.

"A quitina é usada para muitas funções complexas na natureza, desde a composição das asas dos insetos até a formação das conchas protetoras duras dos moluscos, e tem aplicação direta na engenharia. Nossa capacidade de entender e usar a quitina em sua forma nativa é fundamental para permitir novas aplicações de engenharia e desenvolvê-las dentro de um paradigma de integração ecológica e baixo consumo de energia," concluiu Fernandez.

Retirado e adaptado de: INOVAÇÃO TECNOLÓGICA. Asas de borboleta inspiram músculos artificiais e produzem eletricidade. Inovação tecnológica. Disponível em: inaaviraamusscuooariicaa-produz -eeerciddadee&&d==0100116023080444 o=quitina-vira-musculo-artificial-produz-eletricidade&id=010160230804 Acesso em: 08 ago., 2023.
A parir da leitura atenta de "Asas de borboleta inspiram músculos artificiais e produzem eletricidade", analise as afirmações a seguir. Marque V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__) Foi em uma associação com o processo da metamorfose das borboletas que o estudo criou filmes.
(__) Embora o título do texto seja chamativo, a informação nele passada não está necessariamente correta.
(__) A quitina é o polímero orgânico mais abundante na natureza e faz parte de todos os ecossistemas.
(__) A capacidade dos filmes quitinosos é grande e abre possibilidades para sua aplicação em materiais como próteses e implantes.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q2533446 Português

Texto 2


O machismo no ensino médico





MENEGHELI, Ulisses. O machismo na história do ensino
médico. In:______. À sombra do plátano: crônicas de História
da medicina. São Paulo: Editora Unifesp, 2009. pp. 131-132.


“A medicina, assim como a carreira militar e a eclesiástica, sempre foi atividade considerada própria do sexo masculino.” (Linhas 01-03)

De acordo com o texto, uma justificativa para essa ideia é a de que:
Alternativas
Q2533079 Português
Que pode uma criatura senão,
entre criaturas, amar?
amar e esquecer, amar e malamar,
amar, desamar, amar?
sempre, e até de olhos vidrados, amar?

Que pode, pergunto, o ser amoroso,
sozinho, em rotação universal,
senão rodar também, e amar?
amar o que o mar traz à praia,
o que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,
é sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?

Amar solenemente as palmas do deserto,
o que é entrega ou adoração expectante,
e amar o inóspito, o cru,
um vaso sem flor, um chão de ferro,
e o peito inerte, e a rua vista em sonho, e
uma ave de rapina.

Este o nosso destino: amor sem conta,
distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas,
doação ilimitada a uma completa ingratidão,
e na concha vazia do amor a procura medrosa,
paciente, de mais e mais amor.

Amar a nossa falta mesma de amor,
e na secura nossa amar a água implícita,
e o beijo tácito, e a sede infinita.

Fonte: Carlos Drummond de Andrade, Poema Amar.
No poema, qual é o sentimento predominante em relação ao amor?
Alternativas
Q2532787 Português
Amor

     Um pouco cansada, com as compras deformando o novo saco de tricô, Ana subiu no bonde. Depositou o volume no colo e o bonde começou a andar. Recostou-se então no banco procurando conforto, num suspiro de meia satisfação.
     Os filhos de Ana eram bons, uma coisa verdadeira e sumarenta. Cresciam, tomavam banho, exigiam para si, malcriados, instantes cada vez mais completos. A cozinha era enfim espaçosa, o fogão enguiçado dava estouros. O calor era forte no apartamento que estavam aos poucos pagando. Mas o vento batendo nas cortinas que ela mesma cortara lembrava- -lhe que se quisesse podia parar e enxugar a testa, olhando o calmo horizonte. Como um lavrador. Ela plantara as sementes que tinha na mão, não outras, mas essas apenas. E cresciam árvores. Crescia sua rápida conversa com o cobrador de luz, crescia a água enchendo o tanque, cresciam seus filhos, crescia a mesa com comidas, o marido chegando com os jornais e sorrindo de fome, o canto importuno das empregadas do edifício. Ana dava a tudo, tranquilamente, sua mão pequena e forte, sua corrente de vida.
     Certa hora da tarde era mais perigosa. Certa hora da tarde as árvores que plantara riam dela. Quando nada mais precisava de sua força, inquietava-se. No entanto sentia-se mais sólida do que nunca, seu corpo engrossara um pouco e era de se ver o modo como cortava blusas para os meninos, a grande tesoura dando estalidos na fazenda. Todo o seu desejo vagamente artístico encaminhara-se há muito no sentido de tornar os dias realizados e belos; com o tempo seu gosto pelo decorativo se desenvolvera e suplantara a íntima desordem. Parecia ter descoberto que tudo era passível de aperfeiçoamento, a cada coisa se emprestaria uma aparência harmoniosa; a vida podia ser feita pela mão do homem.
     No fundo, Ana sempre tivera necessidade de sentir a raiz firme das coisas. E isso um lar perplexamente lhe dera. Por caminhos tortos, viera a cair num destino de mulher, com a surpresa de nele caber como se o tivesse inventado. O homem com quem casara era um homem verdadeiro, os filhos que tivera eram filhos verdadeiros. Sua juventude anterior parecia-lhe estranha como uma doença de vida. Dela havia aos poucos emergido para descobrir que também sem a felicidade se vivia: abolindo-a, encontrara uma legião de pessoas, antes invisíveis, que viviam como quem trabalha — com persistência, continuidade, alegria. O que sucedera a Ana antes de ter o lar estava para sempre fora de seu alcance: uma exaltação perturbada que tantas vezes se confundira com felicidade insuportável. Criara em troca algo enfim compreensível, uma vida de adulto. Assim ela o quisera e o escolhera.

(LISPECTOR, Clarice. Laços de Família. Editora Rocco. Rio de Janeiro, 1998. Adaptado.)
Tendo em vista a aplicação de recursos expressivos dentro do contexto linguístico em que uma palavra ou expressão pode ser enriquecida de novas acepções, assinale o excerto em que tal recurso é utilizado. 
Alternativas
Q2532782 Português
Amor

     Um pouco cansada, com as compras deformando o novo saco de tricô, Ana subiu no bonde. Depositou o volume no colo e o bonde começou a andar. Recostou-se então no banco procurando conforto, num suspiro de meia satisfação.
     Os filhos de Ana eram bons, uma coisa verdadeira e sumarenta. Cresciam, tomavam banho, exigiam para si, malcriados, instantes cada vez mais completos. A cozinha era enfim espaçosa, o fogão enguiçado dava estouros. O calor era forte no apartamento que estavam aos poucos pagando. Mas o vento batendo nas cortinas que ela mesma cortara lembrava- -lhe que se quisesse podia parar e enxugar a testa, olhando o calmo horizonte. Como um lavrador. Ela plantara as sementes que tinha na mão, não outras, mas essas apenas. E cresciam árvores. Crescia sua rápida conversa com o cobrador de luz, crescia a água enchendo o tanque, cresciam seus filhos, crescia a mesa com comidas, o marido chegando com os jornais e sorrindo de fome, o canto importuno das empregadas do edifício. Ana dava a tudo, tranquilamente, sua mão pequena e forte, sua corrente de vida.
     Certa hora da tarde era mais perigosa. Certa hora da tarde as árvores que plantara riam dela. Quando nada mais precisava de sua força, inquietava-se. No entanto sentia-se mais sólida do que nunca, seu corpo engrossara um pouco e era de se ver o modo como cortava blusas para os meninos, a grande tesoura dando estalidos na fazenda. Todo o seu desejo vagamente artístico encaminhara-se há muito no sentido de tornar os dias realizados e belos; com o tempo seu gosto pelo decorativo se desenvolvera e suplantara a íntima desordem. Parecia ter descoberto que tudo era passível de aperfeiçoamento, a cada coisa se emprestaria uma aparência harmoniosa; a vida podia ser feita pela mão do homem.
     No fundo, Ana sempre tivera necessidade de sentir a raiz firme das coisas. E isso um lar perplexamente lhe dera. Por caminhos tortos, viera a cair num destino de mulher, com a surpresa de nele caber como se o tivesse inventado. O homem com quem casara era um homem verdadeiro, os filhos que tivera eram filhos verdadeiros. Sua juventude anterior parecia-lhe estranha como uma doença de vida. Dela havia aos poucos emergido para descobrir que também sem a felicidade se vivia: abolindo-a, encontrara uma legião de pessoas, antes invisíveis, que viviam como quem trabalha — com persistência, continuidade, alegria. O que sucedera a Ana antes de ter o lar estava para sempre fora de seu alcance: uma exaltação perturbada que tantas vezes se confundira com felicidade insuportável. Criara em troca algo enfim compreensível, uma vida de adulto. Assim ela o quisera e o escolhera.

(LISPECTOR, Clarice. Laços de Família. Editora Rocco. Rio de Janeiro, 1998. Adaptado.)
Determinadas figuras de linguagem exploram diferentes relações de sentido entre palavras ou entre uma palavra e sua significação. Considerando tal afirmativa, é possível identificar o emprego de recurso expressivo no seguinte trecho:
Alternativas
Q2532781 Português
Amor

     Um pouco cansada, com as compras deformando o novo saco de tricô, Ana subiu no bonde. Depositou o volume no colo e o bonde começou a andar. Recostou-se então no banco procurando conforto, num suspiro de meia satisfação.
     Os filhos de Ana eram bons, uma coisa verdadeira e sumarenta. Cresciam, tomavam banho, exigiam para si, malcriados, instantes cada vez mais completos. A cozinha era enfim espaçosa, o fogão enguiçado dava estouros. O calor era forte no apartamento que estavam aos poucos pagando. Mas o vento batendo nas cortinas que ela mesma cortara lembrava- -lhe que se quisesse podia parar e enxugar a testa, olhando o calmo horizonte. Como um lavrador. Ela plantara as sementes que tinha na mão, não outras, mas essas apenas. E cresciam árvores. Crescia sua rápida conversa com o cobrador de luz, crescia a água enchendo o tanque, cresciam seus filhos, crescia a mesa com comidas, o marido chegando com os jornais e sorrindo de fome, o canto importuno das empregadas do edifício. Ana dava a tudo, tranquilamente, sua mão pequena e forte, sua corrente de vida.
     Certa hora da tarde era mais perigosa. Certa hora da tarde as árvores que plantara riam dela. Quando nada mais precisava de sua força, inquietava-se. No entanto sentia-se mais sólida do que nunca, seu corpo engrossara um pouco e era de se ver o modo como cortava blusas para os meninos, a grande tesoura dando estalidos na fazenda. Todo o seu desejo vagamente artístico encaminhara-se há muito no sentido de tornar os dias realizados e belos; com o tempo seu gosto pelo decorativo se desenvolvera e suplantara a íntima desordem. Parecia ter descoberto que tudo era passível de aperfeiçoamento, a cada coisa se emprestaria uma aparência harmoniosa; a vida podia ser feita pela mão do homem.
     No fundo, Ana sempre tivera necessidade de sentir a raiz firme das coisas. E isso um lar perplexamente lhe dera. Por caminhos tortos, viera a cair num destino de mulher, com a surpresa de nele caber como se o tivesse inventado. O homem com quem casara era um homem verdadeiro, os filhos que tivera eram filhos verdadeiros. Sua juventude anterior parecia-lhe estranha como uma doença de vida. Dela havia aos poucos emergido para descobrir que também sem a felicidade se vivia: abolindo-a, encontrara uma legião de pessoas, antes invisíveis, que viviam como quem trabalha — com persistência, continuidade, alegria. O que sucedera a Ana antes de ter o lar estava para sempre fora de seu alcance: uma exaltação perturbada que tantas vezes se confundira com felicidade insuportável. Criara em troca algo enfim compreensível, uma vida de adulto. Assim ela o quisera e o escolhera.

(LISPECTOR, Clarice. Laços de Família. Editora Rocco. Rio de Janeiro, 1998. Adaptado.)
“Dela havia aos poucos emergido para descobrir que também sem a felicidade se vivia: abolindo-a, encontrara uma legião de pessoas, antes invisíveis, que viviam como quem trabalha — com persistência, continuidade, alegria.” (4º§) Neste momento de reflexão acerca da “vida de adulto” que construíra, é possível inferir, através do fragmento destacado, que Ana demonstrava: 
Alternativas
Q2532780 Português
Amor

     Um pouco cansada, com as compras deformando o novo saco de tricô, Ana subiu no bonde. Depositou o volume no colo e o bonde começou a andar. Recostou-se então no banco procurando conforto, num suspiro de meia satisfação.
     Os filhos de Ana eram bons, uma coisa verdadeira e sumarenta. Cresciam, tomavam banho, exigiam para si, malcriados, instantes cada vez mais completos. A cozinha era enfim espaçosa, o fogão enguiçado dava estouros. O calor era forte no apartamento que estavam aos poucos pagando. Mas o vento batendo nas cortinas que ela mesma cortara lembrava- -lhe que se quisesse podia parar e enxugar a testa, olhando o calmo horizonte. Como um lavrador. Ela plantara as sementes que tinha na mão, não outras, mas essas apenas. E cresciam árvores. Crescia sua rápida conversa com o cobrador de luz, crescia a água enchendo o tanque, cresciam seus filhos, crescia a mesa com comidas, o marido chegando com os jornais e sorrindo de fome, o canto importuno das empregadas do edifício. Ana dava a tudo, tranquilamente, sua mão pequena e forte, sua corrente de vida.
     Certa hora da tarde era mais perigosa. Certa hora da tarde as árvores que plantara riam dela. Quando nada mais precisava de sua força, inquietava-se. No entanto sentia-se mais sólida do que nunca, seu corpo engrossara um pouco e era de se ver o modo como cortava blusas para os meninos, a grande tesoura dando estalidos na fazenda. Todo o seu desejo vagamente artístico encaminhara-se há muito no sentido de tornar os dias realizados e belos; com o tempo seu gosto pelo decorativo se desenvolvera e suplantara a íntima desordem. Parecia ter descoberto que tudo era passível de aperfeiçoamento, a cada coisa se emprestaria uma aparência harmoniosa; a vida podia ser feita pela mão do homem.
     No fundo, Ana sempre tivera necessidade de sentir a raiz firme das coisas. E isso um lar perplexamente lhe dera. Por caminhos tortos, viera a cair num destino de mulher, com a surpresa de nele caber como se o tivesse inventado. O homem com quem casara era um homem verdadeiro, os filhos que tivera eram filhos verdadeiros. Sua juventude anterior parecia-lhe estranha como uma doença de vida. Dela havia aos poucos emergido para descobrir que também sem a felicidade se vivia: abolindo-a, encontrara uma legião de pessoas, antes invisíveis, que viviam como quem trabalha — com persistência, continuidade, alegria. O que sucedera a Ana antes de ter o lar estava para sempre fora de seu alcance: uma exaltação perturbada que tantas vezes se confundira com felicidade insuportável. Criara em troca algo enfim compreensível, uma vida de adulto. Assim ela o quisera e o escolhera.

(LISPECTOR, Clarice. Laços de Família. Editora Rocco. Rio de Janeiro, 1998. Adaptado.)
Em “Certa hora da tarde era mais perigosa.” (3º§), é possível inferir que a expressão “hora perigosa” expressa:
Alternativas
Q2532779 Português
Amor

     Um pouco cansada, com as compras deformando o novo saco de tricô, Ana subiu no bonde. Depositou o volume no colo e o bonde começou a andar. Recostou-se então no banco procurando conforto, num suspiro de meia satisfação.
     Os filhos de Ana eram bons, uma coisa verdadeira e sumarenta. Cresciam, tomavam banho, exigiam para si, malcriados, instantes cada vez mais completos. A cozinha era enfim espaçosa, o fogão enguiçado dava estouros. O calor era forte no apartamento que estavam aos poucos pagando. Mas o vento batendo nas cortinas que ela mesma cortara lembrava- -lhe que se quisesse podia parar e enxugar a testa, olhando o calmo horizonte. Como um lavrador. Ela plantara as sementes que tinha na mão, não outras, mas essas apenas. E cresciam árvores. Crescia sua rápida conversa com o cobrador de luz, crescia a água enchendo o tanque, cresciam seus filhos, crescia a mesa com comidas, o marido chegando com os jornais e sorrindo de fome, o canto importuno das empregadas do edifício. Ana dava a tudo, tranquilamente, sua mão pequena e forte, sua corrente de vida.
     Certa hora da tarde era mais perigosa. Certa hora da tarde as árvores que plantara riam dela. Quando nada mais precisava de sua força, inquietava-se. No entanto sentia-se mais sólida do que nunca, seu corpo engrossara um pouco e era de se ver o modo como cortava blusas para os meninos, a grande tesoura dando estalidos na fazenda. Todo o seu desejo vagamente artístico encaminhara-se há muito no sentido de tornar os dias realizados e belos; com o tempo seu gosto pelo decorativo se desenvolvera e suplantara a íntima desordem. Parecia ter descoberto que tudo era passível de aperfeiçoamento, a cada coisa se emprestaria uma aparência harmoniosa; a vida podia ser feita pela mão do homem.
     No fundo, Ana sempre tivera necessidade de sentir a raiz firme das coisas. E isso um lar perplexamente lhe dera. Por caminhos tortos, viera a cair num destino de mulher, com a surpresa de nele caber como se o tivesse inventado. O homem com quem casara era um homem verdadeiro, os filhos que tivera eram filhos verdadeiros. Sua juventude anterior parecia-lhe estranha como uma doença de vida. Dela havia aos poucos emergido para descobrir que também sem a felicidade se vivia: abolindo-a, encontrara uma legião de pessoas, antes invisíveis, que viviam como quem trabalha — com persistência, continuidade, alegria. O que sucedera a Ana antes de ter o lar estava para sempre fora de seu alcance: uma exaltação perturbada que tantas vezes se confundira com felicidade insuportável. Criara em troca algo enfim compreensível, uma vida de adulto. Assim ela o quisera e o escolhera.

(LISPECTOR, Clarice. Laços de Família. Editora Rocco. Rio de Janeiro, 1998. Adaptado.)
O conto “Amor”, de Clarice Lispector, descreve um fato de uma pessoa comum que, ante uma vivência costumeira, passa por uma epifania que a faz ponderar sobre si, bem como o universo que a envolve. Assinale a alternativa em que o termo sublinhado apresenta, de acordo com o contexto, a correspondência correta. 
Alternativas
Ano: 2023 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2023 - USP - Técnico Administrativo |
Q2532146 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO

O sobrevivente
(A Cyro dos Anjos)

Impossível compor um poema a essa altura da evolução da humanidade.
Impossível escrever um poema - uma linha que seja - de verdadeira poesia.
O último trovador morreu em 1914.
Tinha um nome de que ninguém se lembra mais.

Há máquinas terrivelmente complicadas para as necessidades mais simples.
Se quer fumar um charuto aperte um botão.
Paletós abotoam-se por eletricidade.
Amor se faz pelo sem-fio.
Não precisa estômago para digestão.

Fonte: Carlos Drummond de Andrade. Alguma poesia. Rio de Janeiro:
Record, 2022. Edição digital.
Com relação ao avanço tecnológico, o eu lírico mostra-se
Alternativas
Ano: 2023 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2023 - USP - Técnico Administrativo |
Q2532143 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO

O que acordou o menino tarde da noite não foram os palavrões, estava acostumado a dormir com barulho, mas o chute na caixa de papelão, uma embalagem de geladeira largada na calçada havia dois dias que lhe servia de cama. (...) Permaneceu imóvel, silencioso, à escuta, coração batendo forte, até certificar-se, pela natureza dos sons, de não estar sendo alvo de predadores. Esticou o pescoço para fora da caixa e espiou. Cuidava de não fazer ruído, estratégia de sobrevivente. O homem saíra bêbado do restaurante e tentava ajudar uma mulher cheia de dourados a entrar no carro estacionado a pouco mais de dois metros da caixa. Na verdade, era ela quem o ajudava. O homem, já entrado em anos e em álcool, além de tropeçar nas pernas da mulher, ameaçava cair em cima da caixa. Com muito esforço, aboletou-se no banco ao lado do motorista, deixando a perna do lado de fora, presa entre o meio-fio e o carro, e não parecia preocupado em recolhê-la. A mulher assumira o lugar do motorista e estava para dar partida no carro não fosse o fato de a chave estar no bolso dele, que, por sua vez, estava com a porta aberta e a perna do lado de fora. O menino desinteressara-se da cena e estava prestes a recolher a cabeça quando viu a carteira de dinheiro no bolso de trás da calça do homem, quase inteiramente para fora, num equilíbrio precário, pronta para ser colhida. Manteve a posição de vigia e esperou.

Luiz Alfredo Garcia-Roza. Achados e perdidos. São Paulo: Companhia das
Letras, edição digital.
Na cena narrada, inicialmente o menino procura "não fazer ruído" por que
Alternativas
Ano: 2023 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2023 - USP - Técnico Administrativo |
Q2532142 Português
Leia o excerto de Eça de Queirós em A Cidade e as Serras:

"(...) a ideia de Civilização, para Jacinto, não se separava da imagem de Cidade, duma enorme Cidade, com todos os seus vastos órgãos funcionando poderosamente. Nem este meu supercivilizado amigo compreendia que longe de armazéns servidos pôr três mil caixeiros; e de Mercados onde se despejam os vergéis e lezírias de trinta províncias; e de Bancos em que retine o ouro universal; e de Fábricas fumegando com ânsia, inventando com ânsia; e de Bibliotecas abarrotadas, a estalar, com a papelada dos séculos; e de fundas milhas de ruas, cortadas, pôr baixo e pôr cima, de fios de telégrafos, de fios de telefones, de canos de gases, de canos de fezes; e da fila atroante dos ônibus, tramas, carroças, velocípedes, calhambeques, parelhas de luxo; e de dois milhões duma vaga humanidade, fervilhando, a ofegar, através da Polícia, na busca dura do pão ou sob a ilusão do gozo - o homem do século XIX pudesse saborear, plenamente, a delícia de viver!"
A partir da leitura do texto, é correto dizer:
Alternativas
Ano: 2023 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2023 - USP - Técnico Administrativo |
Q2532136 Português

Observe as imagens a seguir:


Imagem associada para resolução da questão


A peça publicitária da década de 1960 retratava a mulher de maneira pejorativa. Assinale a alternativa que se relaciona corretamente à imagem que se tinha da mulher à época.

Alternativas
Ano: 2023 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2023 - USP - Técnico Administrativo |
Q2532113 Português
 TEXTO PARA A QUESTÃO

"Conforme muitos traders esperavam, a quinta-feira (19) é de baixa para as criptomoedas após o esgotamento de um forte rali que teve início no começo da semana passada. O Bitcoin (BTC), que chegou a subir 25%, de pouco mais de US$ 17 mil para US$ 21,5 mil, recuou 2% às 7h de hoje e foi a US$ 20,8 mil. Já o Ethereum cedeu 3,2%, fechando a US$ 1,527 mil, acompanhado de perto por BNB e Cardano (ADA), Dogecoin (DOGE) e Polygon (MATIC), com quedas entre 2,9% e 5,5%.
Segundo a empresa de análise de blockchain Santiment, os ralis de DOGE e outras moedas meme - como a Shiba Inu (SHIB), que disparou ontem e caiu 7,2% hoje - são um indicador contrário da saúde do mercado. Quando esses preços disparam, portanto, significa que o mercado está próximo de perder fôlego".

 Texto adaptado do original: https://www.infomoney.com.br


É coerente com o texto que o termo "moeda meme" seja usado para designar:
Alternativas
Ano: 2023 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2023 - USP - Técnico Administrativo |
Q2532112 Português
 TEXTO PARA A QUESTÃO

"Conforme muitos traders esperavam, a quinta-feira (19) é de baixa para as criptomoedas após o esgotamento de um forte rali que teve início no começo da semana passada. O Bitcoin (BTC), que chegou a subir 25%, de pouco mais de US$ 17 mil para US$ 21,5 mil, recuou 2% às 7h de hoje e foi a US$ 20,8 mil. Já o Ethereum cedeu 3,2%, fechando a US$ 1,527 mil, acompanhado de perto por BNB e Cardano (ADA), Dogecoin (DOGE) e Polygon (MATIC), com quedas entre 2,9% e 5,5%.
Segundo a empresa de análise de blockchain Santiment, os ralis de DOGE e outras moedas meme - como a Shiba Inu (SHIB), que disparou ontem e caiu 7,2% hoje - são um indicador contrário da saúde do mercado. Quando esses preços disparam, portanto, significa que o mercado está próximo de perder fôlego".

 Texto adaptado do original: https://www.infomoney.com.br


Segundo os dados apresentados no texto, a criptomoeda com menor queda/recuo, em porcentagem, no dia e período retratado foi:
Alternativas
Ano: 2023 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2023 - USP - Técnico Administrativo |
Q2532105 Português
 Leia o texto:

Durante o painel de encerramento do seminário Programas de Compliance: Instrumento de incentivo à transparência, à governança e ao combate à corrupção, realizado no Superior Tribunal de Justiça (STJ), estudiosos do assunto afirmaram que esses mecanismos de controle ainda são pouco usados pelo setor público e pelas pequenas empresas. O professor Eduardo Diniz, da Universidade de São Paulo (USP), disse que apenas 14% das empresas nacionais implementaram algum programa de compliance, e a maior parte delas é do setor financeiro. Segundo Diniz, a participação do setor público ainda é pouco expressiva nessas iniciativas, e é preciso criar uma cultura para a adoção desses programas. "É preciso educação corporativa para implementar as iniciativas. Não basta impor um dever ao outro, é preciso ter certeza de que eles terão condições de praticar esses deveres", afirmou o professor ao destacar o papel da educação corporativa, especialmente no setor público.
Disponível em:. https://stj.jusbrasil.com.br (adaptado).
De acordo com texto apresentado, o autor sugere que o compliance
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Ano: 2023 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2023 - USP - Técnico Administrativo |
Q2532104 Português

A imagem a seguir faz parte do mural "Grafite da Ciência",  maior grafite de ciência do mundo, de autoria da artista plástica Gabriela L. Tores, que ornamenta as paredes externas do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF), desde 2018. A figura retrata uma criança apoiada sobre uma pilha de livros, olhando para o outro lado do muro, sob um céu estrelado.


Imagem associada para resolução da questão


 Fonte: http://www.grafite-ciencia.cbpf.br/


A figura da pessoa na imagem faz alusão

Alternativas
Respostas
13881: A
13882: B
13883: C
13884: C
13885: A
13886: B
13887: D
13888: B
13889: A
13890: C
13891: C
13892: C
13893: A
13894: C
13895: E
13896: C
13897: D
13898: A
13899: C
13900: E