Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q3042187 Português

Texto 04



Imagem associada para resolução da questão



Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista as ideias veiculadas no texto.


I. Os lixos que são jogados fora vão para algum lugar dentro do planeta.

II. A redução da quantidade de lixo é uma das soluções para o planeta.

III. A redução do consumo consequentemente gera redução de lixo.

IV. A reciclagem do lixo é mais eficaz do que a redução do consumo.

V. As compras não precisam ser reduzidas se o lixo for jogado fora.


Estão CORRETAS as afirmativas

Alternativas
Q3042185 Português
Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista as ideias que se inferem do texto.

I. O personagem não se casará com a personagem nem que ela seja a última garota da Terra.
II. O personagem não se casará com a personagem, exceto se ela for a última garota da Terra.
III. A esperança da personagem reside no fato de que, se ela for a última garota da Terra, o personagem se casará com ela.
IV. O personagem afirma, no primeiro quadro, que, em hipótese alguma, se casará com a personagem.
V. A personagem entende que, se ela for a última garota da Terra, o personagem se casará com ela.

Estão CORRETAS as afirmativas
Alternativas
Q3042182 Português
Analise as afirmativas, tendo em vista as ideias que o texto permite inferir.

I. A expressão “seguir o fluxo” significa fazer o que a maioria está fazendo. II. A aspereza da vida afeta de forma negativa os sentimentos das pessoas. III. O termo “endoçurar” forma uma antítese em relação ao termo “endurecer”. IV. Diante da aspereza da vida, não há possibilidade de se agir positivamente. V. O termo “endoçurar” foi usado entre aspas por se tratar de um neologismo.

Estão CORRETAS as afirmativas
Alternativas
Q3042181 Português
Texto 01


O que é ser rico?

   O relato era sobre a cobertura de um acidente de trem no Peru, na região do Vale Sagrado. Eu estava de plantão na reportagem num final de semana qualquer e, por telefone mesmo, conversei com algumas pessoas que me contaram que muitos viajantes e turistas ficaram isolados nas montanhas no inverno, sem comida nem aquecimento. Muitos poderiam ter morrido naquela noite do acidente se não fosse pelos camponeses das vilas do entorno que foram até o local levando comida e cobertores para aquecê-los. Eram pessoas pobres e muitos levaram seus próprios cobertores e pertences.

   Relendo minha descrição da época sobre o episódio, um forte sentimento me veio à tona no momento. Fiquei pensando como minhas próprias inseguranças me parecem pequenas demais. Como minha generosidade ainda é minúscula.

   Meu coração abriu como se quisesse me dizer algo. Se aqueles camponeses indigentes podem doar o pouco que têm, então certamente eu não preciso ficar tão preocupado com meu futuro financeiro. Eu posso doar também e vai ficar tudo bem.

   Outra maneira de interpretar essa história também é entender que aqueles moradores andinos pobres são muito mais ricos do que eu, do que você e de muitos de nós que ainda não conseguimos enxergar além do muro que nos aprisiona.

     Talvez esses camponeses tenham o que nós, em busca do dinheiro, sucesso e de uma segurança ilusória, estamos querendo atingir de alguma maneira.

     Penso que ainda temos muita dificuldade em ver sentido e grandeza em pequenos gestos, mas são eles que mudam o mundo e nos convidam a olhar para a vida e sentir nela toda sua potencialidade. A vida nos convida a todo momento, só precisamos nos permitir, ou melhor, confiar. [...]


Disponível em: https://www.vidasimples.com.br/. Acesso em: 14 maio 2023.
De acordo com o texto, “ser rico” está relacionado a
Alternativas
Q3042180 Português
Texto 01


O que é ser rico?

   O relato era sobre a cobertura de um acidente de trem no Peru, na região do Vale Sagrado. Eu estava de plantão na reportagem num final de semana qualquer e, por telefone mesmo, conversei com algumas pessoas que me contaram que muitos viajantes e turistas ficaram isolados nas montanhas no inverno, sem comida nem aquecimento. Muitos poderiam ter morrido naquela noite do acidente se não fosse pelos camponeses das vilas do entorno que foram até o local levando comida e cobertores para aquecê-los. Eram pessoas pobres e muitos levaram seus próprios cobertores e pertences.

   Relendo minha descrição da época sobre o episódio, um forte sentimento me veio à tona no momento. Fiquei pensando como minhas próprias inseguranças me parecem pequenas demais. Como minha generosidade ainda é minúscula.

   Meu coração abriu como se quisesse me dizer algo. Se aqueles camponeses indigentes podem doar o pouco que têm, então certamente eu não preciso ficar tão preocupado com meu futuro financeiro. Eu posso doar também e vai ficar tudo bem.

   Outra maneira de interpretar essa história também é entender que aqueles moradores andinos pobres são muito mais ricos do que eu, do que você e de muitos de nós que ainda não conseguimos enxergar além do muro que nos aprisiona.

     Talvez esses camponeses tenham o que nós, em busca do dinheiro, sucesso e de uma segurança ilusória, estamos querendo atingir de alguma maneira.

     Penso que ainda temos muita dificuldade em ver sentido e grandeza em pequenos gestos, mas são eles que mudam o mundo e nos convidam a olhar para a vida e sentir nela toda sua potencialidade. A vida nos convida a todo momento, só precisamos nos permitir, ou melhor, confiar. [...]


Disponível em: https://www.vidasimples.com.br/. Acesso em: 14 maio 2023.
O texto permite inferir que o narrador é um
Alternativas
Q3042105 Português
Texto 04


A (nem sempre) sutil diferença entre ser autêntico e ser grosseiro


 
            Muita gente usa a sinceridade ou autenticidade como desculpa para grosserias: “O que eu tenho pra falar, falo na cara!”; “Não douro pílula, não uso meias palavras, sou uma pessoa autêntica!”


         Quantas vezes você já ouviu frases como essas? Na verdade, elas são, na maioria das vezes, desculpas para esconder a falta de tato de pessoas ríspidas. Pessoas assim escondem a própria rudeza em argumentos como autenticidade ou mesmo sinceridade.


        Claro que não vamos pedir que as pessoas não sejam autênticas, que não sejam sinceras, que sorriam para todos e sejam hipócritas. Mas, no trato com as pessoas, é sempre possível encontrar expressões menos grosseiras, mais positivas e animadoras do que frases duras, secas e amargas. [...]



Disponível em: https://www.bemparana.com.br/trabalho-negocios. Acesso em: 18 abr. 2023. Adaptado.

Analise as afirmativas, tendo em vista as ideias veiculadas no texto 04.

I. Algumas pessoas confundem grosseria com sinceridade e autenticidade. II. A sinceridade nem sempre é bem compreendida por algumas pessoas. III. A hipocrisia pode ser notada naquelas pessoas que sorriem para todos. IV. As frases duras, secas e amargas são inevitáveis no trato com as pessoas. V. As palavras positivas e animadoras são bem-vindas no trato com as pessoas.

Estão CORRETAS as afirmativas
Alternativas
Q3042075 Português

Texto 04 


Lembrança do mundo antigo


Clara passeava no jardim com as crianças.

O céu era verde sobre o gramado,

a água era dourada sob as pontes,

outros elementos eram azuis, róseos, alaranjados,

o guarda-civil sorria, passavam bicicletas,

a menina pisou a relva para pegar um pássaro,

o mundo inteiro, a Alemanha, a China, tudo era

tranquilo em redor de Clara. 


As crianças olhavam para o céu: não era proibido.

A boca, o nariz, os olhos estavam abertos. Não havia perigo.

Os perigos que Clara temia eram a gripe, o calor, os insetos.

Clara tinha medo de perder o bonde das 11 horas,

esperava cartas que custavam a chegar,

nem sempre podia usar vestido novo. Mas passeava

no jardim, pela manhã!!!

Havia jardins, havia manhãs naquele tempo!!!


Fonte: ANDRADE, Carlos Drummond de. Poesia Completa. São Paulo: Nova Aguilar, 2002.

Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista as ideias veiculadas pelo texto 04.

I - A simplicidade da linguagem do poema reforça a ideia da vida simples do passado que é retratada.

II - A afirmação de que as “cartas custavam a chegar” expressa uma crítica dessa forma de comunicação comparada à rapidez das formas existentes hoje.

III - Os medos e os perigos, “no mundo antigo”, não eram significativos, em comparação ao mundo moderno.

IV - A passagem “nem sempre podia usar vestido novo” revela uma nítida valorização dos bens materiais.

V - A vida em contato e em harmonia com a natureza ficou no passado, e hoje se encontram guardadas na memória.

Estão CORRETAS as afirmativas
Alternativas
Q3042073 Português
Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a estrutura do texto 02.
I - Na primeira fala, foi usada a interjeição “uau”, que exprime ideia de admiração. II - Na segunda fala, a expressão “em breve” expressa uma ideia de tempo futuro. III - Na segunda fala, o tempo do verbo “poderão” está ligado ao uso de “em breve”. IV - Na tira, há uma fala com indicações de que ela foi proferida em tom mais alto. V - Na tira, a linguagem não verbal acrescenta ideias que ajudam a compor o texto
Estão CORRETAS as afirmativas
Alternativas
Q3042044 Português

Texto 03 



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Analise as afirmativas, tendo em vista o texto 03.


I - Os personagens Armandinho e Pedro usam o verbo “plantar” com o mesmo valor semântico.

II - O verbo “plantar”, na fala do último quadro, encontra-se subentendido e no sentido denotativo.

III - O verbo “plantar”, na fala do segundo quadro, compõe uma expressão com sentido conotativo.

IV - As personagens não expressam sentimento diante do fato de um deles ter de trocar a brincadeira pelo trabalho.

V - Os personagens Pedro e Armandinho, conforme se verifica, vivem numa mesma condição social.



Estão CORRETAS as afirmativas

Alternativas
Q3042042 Português
Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista as ideias veiculadas pelo texto 02.

I - Observa-se que, ao longo dos séculos, mudanças tecnológicas interferiram na atuação dos desenhistas profissionais.
II - Verifica-se que o desenvolvimento tecnológico não é capaz de superar a capacidade laboral dos desenhistas profissionais.
III - Percebe-se que a evolução tecnológica ocorreu, com o passar do tempo, inclusive, nos eletrodomésticos.
IV - Infere-se que os avanços tecnológicos podem provocar a desvalorização da profissão de desenhista.
V - Percebe-se que novas tecnologias permitirão a substituição de vários instrumentos usados pelos desenhistas profissionais.

Estão CORRETAS as afirmativas
Alternativas
Q3042040 Português

Texto 01


Employee Experience, pessoas e tecnologia. Qual o caminho tomar?







Disponível em: https://vocesa.abril.com.br. Acesso em: 27 jul. 2023. Adaptado. 

Analise as afirmativas tendo em vista as ideias veiculadas pelo texto 01.
I - Na contemporaneidade, as mudanças são muito rápidas e repentinas. II - Na realidade atual, é necessário ter grande capacidade de adaptação. III - Diante de uma realidade de incertezas, a melhor opção é aquietar-se. IV - Nesses tempos, os desafios a serem enfrentados são de vários tipos. V - Hoje, a realidade exige do mundo corporativo profissionais experientes.

Estão CORRETAS as afirmativas
Alternativas
Q3042038 Português

Texto 01


Employee Experience, pessoas e tecnologia. Qual o caminho tomar?







Disponível em: https://vocesa.abril.com.br. Acesso em: 27 jul. 2023. Adaptado. 

A ideia a que o texto se refere ao afirmar que “Há muitas versões para essa ideia tão simples [...]” é
Alternativas
Q3042017 Português
Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista o texto 05.


I. A pergunta do personagem no último quadro procede, pois, de acordo com a fala do primeiro quadro, os bichos são maltratados.

II. Na fala do personagem, no primeiro quadro, verifica-se marca de coloquialidade, já que houve o pagamento da preposição “a” em “igual um bicho”.

III. A fala da personagem, no primeiro quadro, revela sua indignação pelo fato de alguém ter sido maltratado.

IV. Por meio da desinência -o da palavra “tratado”, usada na primeira fala, identifica-se o gênero do ser que foi maltratado.

V. O texto permite concluir que a expressão “tratado igual um bicho”, que é usada popularmente, não procede, já que os bichos não devem ser maltratados.


Estão CORRETAS as afirmativas
Alternativas
Q3042013 Português
Analise as afirmativas, tendo em vista as ideias veiculadas no texto 03.

I. A pergunta do personagem indica a defesa da ideia de que todas as pessoas devem ser tratadas com gentiliza e não somente as pessoas importantes.

II. As crianças normalmente não são gentis, principalmente com pessoas que não consideram importantes.

III. Os adultos, diferentemente das crianças, consideram que todas as pessoas merecem ser tratadas com gentiliza.

IV. Os adultos, muitas vezes, agindo de acordo com os seus próprios interesses, escolhem aqueles que devem ser tratados com gentileza.

V. As crianças, por serem sempre voluntariosas, ou seja, agem de acordo com a sua vontade, tratam os adultos com indelicadeza.


Estão CORRETAS as afirmativas  
Alternativas
Q3042008 Português
Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista as ideias veiculadas no texto 01.

I. As ações importantes no trabalho são aquelas que recebem a aprovação pública.
II. As pequenas ações realizadas no trabalho também são consideradas importantes.
III. As “competências invisíveis” são aquelas que não são significativas para a execução do trabalho.
IV. A gentileza, a paciência e a organização são exemplos de “competências invisíveis”.
V. As “competências invisíveis” são tão importantes quanto aquelas que são explícitas.


Estão CORRETAS as afirmativas
Alternativas
Q3039771 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


8 BILHÕES DE PESSOAS, UMA HUMANIDADE.
Assuntos da ONU
13 nov. 2022

Secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, fala sobre chegada da população mundial a oito bilhões em meados de novembro/22.

A população mundial chegará a oito bilhões em meados de novembro – resultado dos avanços científicos e das melhorias na alimentação, na saúde pública e no saneamento. No entanto, à medida que a nossa família humana cresce, está também cada vez mais dividida.

Bilhões de pessoas estão em dificuldades; centenas de milhões passam fome ou estão até subnutridas. Um número recorde de pessoas procura oportunidades, o alívio de dívidas e de dificuldades, das guerras e dos desastres climáticos.

Se não reduzirmos o enorme fosso entre os que têm e os que não têm, estaremos construindo um mundo de oito bilhões de pessoas repleto de tensões, desconfiança, crises e conflitos.
Os fatos falam por si só. Um pequeno grupo de bilionários possui a mesma riqueza que a metade mais pobre da população mundial. Os que estão entre os 1% mais ricos do mundo detêm um quinto do rendimento mundial. As pessoas nos países mais ricos podem viver até 30 anos a mais do que nos países mais pobres. À medida que o mundo se tornou mais rico e saudável nas últimas décadas, essas desigualdades também se agravaram.

Além dessas tendências de longo prazo, a aceleração da crise climática e a recuperação desigual da pandemia de COVID19 aumentam as desigualdades. Estamos na direção de uma catástrofe climática, com as emissões e as temperaturas em contínuo crescimento. Inundações, tempestades e secas estão devastando países que em quase nada contribuíram para o aquecimento global.

A guerra na Ucrânia agrava as atuais crises alimentar, energética e financeira, que atingem mais duramente as economias em desenvolvimento. Estas desigualdades têm um maior impacto nas mulheres e nas meninas e em grupos marginalizados que já são discriminados. Muitos países do sul global enfrentam enormes dívidas, o agravamento da pobreza e da fome e os impactos crescentes da crise climática, tendo poucas oportunidades de investir numa recuperação sustentável da pandemia, na transição para as energias renováveis ou na educação e formação para a era digital. [...]

As divisões tóxicas e a falta de confiança causam atrasos e impasses numa série de questões, do desarmamento nuclear ao terrorismo, passando pela saúde. Devemos frear estas tendências prejudiciais, curar relações e encontrar soluções conjuntas para os nossos desafios comuns.

O primeiro passo passa por reconhecer que essas desigualdades desenfreadas são uma escolha que os países desenvolvidos têm a responsabilidade de reverter – já a partir deste mês na Conferência sobre as Mudanças Climáticas das Nações Unidas (COP27), no Egito, e na Cúpula do G20, em Bali. Espero que a COP27 resulte em um Pacto de Solidariedade Climática histórico sob o qual as economias desenvolvidas e emergentes se unam em torno de uma estratégia comum e combinem as suas capacidades e recursos para o benefício da humanidade. Os países mais ricos devem dar apoio financeiro e técnico às principais economias emergentes para a transição dos combustíveis fósseis. Esta é a nossa única esperança para cumprir as nossas metas climáticas.

Também apelo aos líderes da COP27 que cheguem a um acordo sobre um modelo de compensação aos países do sul global pelas perdas e os danos relacionados com o clima que já causam um enorme sofrimento.

A Cúpula do G20, em Bali, será uma oportunidade para abordar a situação dos países em desenvolvimento. Pedi às economias do G20 que adotem um pacote de estímulos que proporcionará aos governos do sul global investimentos e liquidez, e ajudará a aliviar e a reestruturar as suas dívidas. Enquanto pressionamos, para que estas medidas de médio prazo sejam implementadas, estamos também trabalhando sem parar com todas as partes interessadas para impedir a crise mundial de alimentos. [...]

No entanto, entre todos estes sérios desafios, há também algumas boas notícias. O nosso mundo de oito bilhões de pessoas pode gerar enormes oportunidades para alguns dos países mais pobres, onde o crescimento populacional é mais elevado. [...]

Acredito no talento da humanidade e tenho uma enorme fé na solidariedade humana. Nestes tempos difíceis, seria bom lembrarmos as palavras de um dos observadores mais sábios da humanidade, Mahatma Gandhi: “O mundo tem o suficiente para as necessidades de todos – mas não para a ganância de todos”.

Os grandes encontros mundiais deste mês devem ser uma oportunidade para começar a reduzir as divisões e a restaurar a confiança, com base na igualdade de direitos e de liberdades de cada membro desta forte família humana de oito bilhões de pessoas.

Adaptado
https://news.un.org
São recursos argumentativos utilizados no texto, EXCETO:
Alternativas
Q3039770 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


8 BILHÕES DE PESSOAS, UMA HUMANIDADE.
Assuntos da ONU
13 nov. 2022

Secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, fala sobre chegada da população mundial a oito bilhões em meados de novembro/22.

A população mundial chegará a oito bilhões em meados de novembro – resultado dos avanços científicos e das melhorias na alimentação, na saúde pública e no saneamento. No entanto, à medida que a nossa família humana cresce, está também cada vez mais dividida.

Bilhões de pessoas estão em dificuldades; centenas de milhões passam fome ou estão até subnutridas. Um número recorde de pessoas procura oportunidades, o alívio de dívidas e de dificuldades, das guerras e dos desastres climáticos.

Se não reduzirmos o enorme fosso entre os que têm e os que não têm, estaremos construindo um mundo de oito bilhões de pessoas repleto de tensões, desconfiança, crises e conflitos.
Os fatos falam por si só. Um pequeno grupo de bilionários possui a mesma riqueza que a metade mais pobre da população mundial. Os que estão entre os 1% mais ricos do mundo detêm um quinto do rendimento mundial. As pessoas nos países mais ricos podem viver até 30 anos a mais do que nos países mais pobres. À medida que o mundo se tornou mais rico e saudável nas últimas décadas, essas desigualdades também se agravaram.

Além dessas tendências de longo prazo, a aceleração da crise climática e a recuperação desigual da pandemia de COVID19 aumentam as desigualdades. Estamos na direção de uma catástrofe climática, com as emissões e as temperaturas em contínuo crescimento. Inundações, tempestades e secas estão devastando países que em quase nada contribuíram para o aquecimento global.

A guerra na Ucrânia agrava as atuais crises alimentar, energética e financeira, que atingem mais duramente as economias em desenvolvimento. Estas desigualdades têm um maior impacto nas mulheres e nas meninas e em grupos marginalizados que já são discriminados. Muitos países do sul global enfrentam enormes dívidas, o agravamento da pobreza e da fome e os impactos crescentes da crise climática, tendo poucas oportunidades de investir numa recuperação sustentável da pandemia, na transição para as energias renováveis ou na educação e formação para a era digital. [...]

As divisões tóxicas e a falta de confiança causam atrasos e impasses numa série de questões, do desarmamento nuclear ao terrorismo, passando pela saúde. Devemos frear estas tendências prejudiciais, curar relações e encontrar soluções conjuntas para os nossos desafios comuns.

O primeiro passo passa por reconhecer que essas desigualdades desenfreadas são uma escolha que os países desenvolvidos têm a responsabilidade de reverter – já a partir deste mês na Conferência sobre as Mudanças Climáticas das Nações Unidas (COP27), no Egito, e na Cúpula do G20, em Bali. Espero que a COP27 resulte em um Pacto de Solidariedade Climática histórico sob o qual as economias desenvolvidas e emergentes se unam em torno de uma estratégia comum e combinem as suas capacidades e recursos para o benefício da humanidade. Os países mais ricos devem dar apoio financeiro e técnico às principais economias emergentes para a transição dos combustíveis fósseis. Esta é a nossa única esperança para cumprir as nossas metas climáticas.

Também apelo aos líderes da COP27 que cheguem a um acordo sobre um modelo de compensação aos países do sul global pelas perdas e os danos relacionados com o clima que já causam um enorme sofrimento.

A Cúpula do G20, em Bali, será uma oportunidade para abordar a situação dos países em desenvolvimento. Pedi às economias do G20 que adotem um pacote de estímulos que proporcionará aos governos do sul global investimentos e liquidez, e ajudará a aliviar e a reestruturar as suas dívidas. Enquanto pressionamos, para que estas medidas de médio prazo sejam implementadas, estamos também trabalhando sem parar com todas as partes interessadas para impedir a crise mundial de alimentos. [...]

No entanto, entre todos estes sérios desafios, há também algumas boas notícias. O nosso mundo de oito bilhões de pessoas pode gerar enormes oportunidades para alguns dos países mais pobres, onde o crescimento populacional é mais elevado. [...]

Acredito no talento da humanidade e tenho uma enorme fé na solidariedade humana. Nestes tempos difíceis, seria bom lembrarmos as palavras de um dos observadores mais sábios da humanidade, Mahatma Gandhi: “O mundo tem o suficiente para as necessidades de todos – mas não para a ganância de todos”.

Os grandes encontros mundiais deste mês devem ser uma oportunidade para começar a reduzir as divisões e a restaurar a confiança, com base na igualdade de direitos e de liberdades de cada membro desta forte família humana de oito bilhões de pessoas.

Adaptado
https://news.un.org
De acordo com o autor do texto, é uma causa da desigualdade social:
Alternativas
Q3015622 Português

  

(https://www.google.com.br).


As araras-azuis são aves sociais que vivem em família, bandos ou grupos. É difícil encontrá-las sozinhas em vida livre. Elas são aves conspícuas e apresentam certa fidelidade aos locais de alimentação e reprodução. Jovens e casais não reprodutivos se reúnem em dormitórios, que além de proteção, parecem funcionar como verdadeiros “centros de troca de informações”. Estão entre as aves mais inteligentes do grupo das aves.

Podem medir até 1 m (da ponta do bico à ponta da cauda), sendo a maior espécie no mundo da Família Psittacidae. Adultos podem pesar até 1,3 kg, porém, filhotes podem atingir até 1,7 kg no período de pico de peso. Possuem plumagem na cor azul-cobalto, degradê da cabeça para a cauda, sendo preta a parte inferior das penas das asas e cauda. Possui amarelo intenso ao redor dos olhos (anel perioftálmico), pálpebras e na pele nua em torno da base da mandíbula. O bico é grande, maciço, curvo e preto, formando quase um círculo com a cabeça.

A língua espessa e preta chama atenção pela faixa amarela nas laterais.

Na região do Pantanal, são encontradas em áreas abertas, nas matas que possuem palmeiras, enquanto seus ninhos estão localizados na borda, ou interior de cordilheiras e capões, bem como em áreas abertas para o pasto. Na região do Pará, utiliza as florestas úmidas, preferindo locais de várzeas ricas em palmeiras. Nas regiões mais secas (TO, PI, MA e BA), é comum encontrá-las em áreas sazonalmente secas, preferindo os platôs e vales dos paredões rochosos, nesta região faz ninhos em ocos de palmeiras (TO), árvores emergentes (PA), ou em falhas de paredões rochosos (PI).

Na natureza, as araras-azuis podem ser observadas voando, ou com mais facilidade andando pelo chão, penduradas nos cachos de frutos das palmeiras, ou pousadas em galhos secos das árvores, ou ainda nos mourões de cercas e mangueiros.

São encontradas em bandos de 10 a 30 araras, especialmente nas áreas de alimentação e nos locais denominados dormitórios (locais para descansar e dormir), como também em pares reprodutivos. Quando esses bandos são observados podemos verificar a alta socialização (interação) entre os indivíduos. É muito comum observarmos as araras vocalizando (parece que conversam umas com as outras), executando “preening” (um indivíduo coçando, ou fazendo limpeza de penas no outro), ou brincando umas com as outras e com os galhos, flores, folhas das árvores que estão pousadas. Já na época reprodutiva é possível observar os casais alimentando-se e voando juntos, geralmente são fiéis ao parceiro e dividem a tarefa de cuidar dos ovos e filhotes.

(Fonte: http://www.grupoprinter.com.br/projetos/arara/a-arara-azul/ - adaptado).

De acordo com o texto, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q3014510 Português

Alce.


O alce é um animal mamífero que pertence à família dos cervídeos, sendo a maior espécie dela. Esse animal é encontrado em regiões frias do Hemisfério Norte.


                                             


O alce (Alces alces) é um animal mamífero que se destaca por ser a maior espécie da família Cervidae. Apresenta pernas longas e finas, corpo maciço, cabeça grande, pescoço grosso, cauda pequena e orelhas longas, assim como seu focinho. Os machos têm grandes chifres, usados para lutar pela fêmea durante o período reprodutivo. A gestação dura, em média, 231 dias, e as fêmeas dão à luz, geralmente, um único filhote. Alces são animais herbívoros que e alimentam de galhos, caules, folhas e brotos. Ocorrem em regiões frias do Hemisfério Norte.


O alce se caracteriza como o maior cervídeo vivente, apresentando cerca de 2,3 m de altura e comprimento de 3 m. Os machos diferenciam-se das fêmeas por serem mais pesados. Enquanto eles podem pesar até 600 kg, elas atingem até 400 kg.


Os alces apresentam pernas longas e finas, um corpo maciço e uma cauda curta. Seu pescoço é curto e grosso, e sua cabeça é grande. Apresentam orelhas longas, assim como seu focinho, o qual é caído. Sob o pescoço deles, há uma aba de pele cheia de pelos, o sino. Essa aba de pele pode ou não estar presente nas fêmeas. Machos têm grandes chifres, que pesam até 35 kg. Eles crescem durante a primavera e caem no inverno. A pelagem do animal é normalmente escura, com pelos pretos a marrons ou marrons acinzentados. As pernas têm coloração mais clara. Os pelos dos alces são essenciais para a manutenção da temperatura, ajudando-os a se protegerem do frio.


Dentre os cervídeos, os alces são os menos sociais, sendo solitários. Comunicam-se por meio de vocalizações, odores e postura corporal. São bons nadadores e, apesar da aparência desajeitada, são capazes de correr até 56 km/h. São mais ativos durante o nascer e o pôr do Sol. Geralmente, os alces não vivem mais que 16 anos. São seus predadores os lobos, ursos e pumas. Coiotes e tigres também podem se alimentar deles.


Alces utilizam seus chifres na luta para se acasalarem.


Dois sistemas de acasalamento ocorrem entre os alces. Nos que vivem na Tundra do Alasca, observa-se a formação de haréns, com um macho dominante reunindo várias fêmeas. Esse macho defende as fêmeas de outros machos que queiram se acasalar com elas. Machos que apresentam tamanho similar ao do macho dominante podem desafiá-lo.


Durante as lutas pelas fêmeas, os machos tentam chifrar um ao outro. Essas feridas, geralmente, não são graves, entretanto, podem ocorrer perfurações e até mesmo lesões nas costelas. Além da formação de haréns, há os indivíduos que fazem ligações de pares transitórias. Nesse caso, os machos defendem apenas uma fêmea.


A gestação do alce dura 231 dias. Apesar de gêmeos serem comuns, em geral, há o nascimento de apenas um filhote. Algumas horas após o nascimento, os filhotes começam a mamar. A ingestão de outros alimentos é observada dias depois. Durante os primeiros cinco meses, os alces ganham muita massa, aumentando cerca de 10 vezes a sua massa de nascimento. Ao nascerem, esses animais pesam cerca de 16 kg. O vínculo entre a mãe e seu filhote permanece até cerca de um ano. (https://brasilescola.uol.com.br/animais/alce.htm).

De acordo com o texto, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q3014470 Português

Leia o texto para responder a próxima  questão.


Mico-Leão-Dourado.


                                                             


Mico-Leão-Dourado é um mamífero que vive exclusivamente na Mata Atlântica. Animal ameaçado de extinção há muito tempo por causa da destruição do seu habitat, sua sobrevivência se deve aos projetos e unidades de conservação.


A principal causa da vulnerabilidade e do risco de extinção do mico-leão-dourado é a fragmentação do seu habitat. Historicamente a Mata Atlântica vem sendo explorada e destruída desde a época da colonização do Brasil.


É um símbolo da luta pela conservação da biodiversidade no mundo todo, os esforços pela espécie começaram nos anos 1970 quando sua situação era muito crítica.


Espécie Ameaçada de Extinção:


As atividades agropecuárias e extrativistas, juntamente com a ocupação e crescimento desordenado das zonas costeiras da Mata Atlântica, quase exterminaram esse mamífero de pelagem dourada. Além disso, o tráfico de animais também é considerado um dos fatores que contribuem com esta situação.


A maioria dos micos-leões-dourados são encontrados atualmente dentro de áreas de proteção ambiental. Estão presentes na Reserva Biológica (Rébio) de Poço das Antas, no Município de Silva Jardim, que foi criada em 1974 e na Rébio União, criada em 1998, no Município de Rio das Ostras, ambas no Rio de Janeiro.


Nos últimos trinta anos aumentou o número de animais na natureza, hoje há cerca de 1000 indivíduos distribuídos em fragmentos do seu habitat natural, mas ainda não o suficiente para retirá-lo da lista de animais ameaçados


Habitat: O mico-leão-dourado é endêmico da Mata Atlântica, ou seja, é encontrado exclusivamente nesse bioma. Originalmente distribuído do Rio de Janeiro até o Espírito Santo, hoje distribui-se por fragmentos florestais na Bacia do Rio São João, localizados em alguns Municípios do Rio de Janeiro.


Vive nas regiões de baixada costeira, ocorrendo até os 500 metros de altitude. Os micos-leões-dourados habitam tanto matas primárias (nativas) como matas secundárias (alteradas pela ação humana).


No entanto, o animal mesmo sendo pequeno ocupa grandes áreas da floresta, cada grupo (de quatro a oito indivíduos), precisa de cerca de 110 hectares para viver.


Isso significa que a fragmentação do habitat gera isolamento dos grupos o que é prejudicial do ponto de vista genético, aumentando a sua vulnerabilidade à extinção.


(https://www.todamateria.com.br/mico-leao-dourado/ - adaptado).

De acordo com o texto, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Respostas
13781: A
13782: B
13783: A
13784: D
13785: B
13786: B
13787: D
13788: A
13789: C
13790: B
13791: A
13792: C
13793: E
13794: A
13795: C
13796: D
13797: C
13798: D
13799: D
13800: D