Questões de Concurso
Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
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Greta falou no painel do 50º Fórum Econômico Mundial, em Davos, Suíça.
Durante seu discurso, ela disse que: “A ciência e a voz dos jovens não são o centro da conversa, mas precisam ser”. “É sobre nós e as futuras gerações e aqueles que são afetados hoje”, acrescentou, Greta, finalizando mais adiante: “Precisamos trazer a ciência para a conversa”.
(Fonte: https://g1.globo.com/natureza/noticia/2020/01/21/em-davosgreta-thunberg-pede-que-lideres-mundiais-oucam-jovens-ativistas.ghtml) (Adaptado).
A sueca Greta Thunberg é uma ativista conhecida pela:
Carta ao algoritmo
Algoritmo, já que você vive registrando nossas ações, onde estamos, onde compramos, em que lugar queremos passar as férias, já que conhece as nossas mentiras e os limites de nossos cartões de crédito, nossos arroubos, nossas vontades, nossas tristezas, nossas playlists, nossas canções melancólicas e eufóricas, já que oferece produtos que mal começamos a pesquisar, já que tem o dom profético de se antecipar aos nossos desejos, já que tolera as nossas neuroses, já que perdoa a nossa ansiedade, já que cronometra o nosso tempo on-line, já que repassa vídeos emocionais pela enésima vez, já que cria ataques de fofura com vídeos de cachorros e gatos, já que traz depoimentos de resiliência quando estamos prestes a desistir de tentar, eu rogo que use todas as nossas informações a nosso favor, não mais exclusivamente a seu benefício, por um breve momento de generosidade. [...]
Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2024/01/uma-carta-aoalgoritmo-clr6p50dz003201475yj7tmnw.html. Acesso em: 10 abr. 2024.
Observe a arte do ilustrador e designer Daniel Garcia:

A partir da análise subjetiva da ilustração, assinale a alternativa na qual a frase apresentada faça referência ao contexto apresentado na imagem:
Observe a charge, do cartunista Henfil, e resolva a questão:

Pela análise subjetiva da charge, pode-se inferir que a obra critica:
Leia os quadrinhos para resolver a questão.

É possível deduzir que:
Qual a origem da expressão “sem eira, nem beira”?
Este não é um post sobre ciência como a maioria das pessoas imaginam, mas enquadro na categoria humanidades. Bom, descobri o significado da expressão “sem eira, nem beira” passeando pelas ladeiras de Olinda, em Pernambuco. Durante o Brasil colonial, os ricos construíam suas casas com três acabamentos no telhado. De baixo para cima, as partes eram chamadas de eira, beira e tribeira. As casas dos pobres eram feitas apenas com tribeira. Assim, quando um filho (a) de rico queria se casar com um pobre, os pais não se conformavam: “Ora, pois! Mas a casa dele (a) não tem eira, nem beira!”

(Fonte: https://segredosdomundo.r7.com/sem-eira-nem-beira/)
O assunto principal do texto é:
Análise a tirinha para resolver a questão:

Após a leitura do quadrinho, pode-se deduzir que:
Texto 1
Menino e madeira

CARRASCOZA, João Anzanello. Menino e madeira. In: ______. Ilustr. Nelson Cruz. Uns e outros: histórias de duplas. Curitiba: Cia. Bras. de Educação e Sistemas de Ensino, 2021. p.15-16. Fragmento.
João Anzanello Carrascoza é um escritor premiado, redator e professor universitário, considerado um dos maiores nomes da literatura brasileira da contemporaneidade.
Em relação ao conto “Menino e madeira”, é possível afirmar que
Leia o texto a seguir e responda a questão.
O Dilúvio
(Lenda Kaiapó)
Certa vez, um caçador de tatu, cavando a terra, descobriu um grosso cipó. Esse cipó era a veia prin cipal da Terra e quando foi cortado pelo caçador, jorrou uma quantidade tão grande de água, que o mundo ficou todo inundado. Os animais morreram e os indígenas treparam nas árvores mais altas, que não ficaram submersas.
As águas demoraram muito a baixar e os sobreviventes ficaram magrinhos e fracos, pois não conseguiam descer das árvores. Não morreram, mas se transformaram em cupins e vespões, que passaram a fazer suas casas nos topos das árvores, revelando sua origem humana.
Desse dilúvio, salvaram-se apenas uma velha e um casal de crianças, porque a senhora entrou em um enorme pilão, junto com as crianças, que depois lacrou com cera. Não se esqueceu também de colocar várias cabacinhas contendo sementes de alimentos amarrados ao redor do pilão, para fazer roça quando tudo voltasse ao normal.
Os indígenas que vieram depois do dilúvio são descendentes dos que se salvaram.