Questões de Concurso
Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
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Noeli Dutra Rossatto. Presença do outro e interpretação. In:
Mente, Cérebro & Filosofia. Duetto editorial, p. 29 (com adaptações).
Com base nas estruturas linguísticas e nas relações argumentativas do texto acima, julgue o item a seguir.
Na linha 18, o sinal de dois-pontos anuncia os termos da
enumeração que explicita as “duas noções” (l.17)
mencionadas.

Noeli Dutra Rossatto. Presença do outro e interpretação. In:
Mente, Cérebro & Filosofia. Duetto editorial, p. 29 (com adaptações).
Com base nas estruturas linguísticas e nas relações argumentativas do texto acima, julgue o item a seguir.
Os sinais de parênteses nas linhas 10, 24 e 25 são usados
para demarcar informações inseridas; por isso, preservam-se a correção gramatical e a coerência do texto ao se
substituí-los, nos dois casos, por sinais de travessão.

Nancy Mangabeira Unger. A desertificação do homem contemporâneo.
In: Linhas Críticas, v. 7, n.º 13, jul.-dez./2001, p. 181 (com adaptações).
Regidos pela preposição de, os termos “de realização” (l.15-16) e “da técnica” (l.16) não admitem a ligação pela conjunção e, como ocorre entre “do desenraizamento” (l.16-17) e “da perda de referências” (l.17), porque, no primeiro caso, “técnica” é um termo dependente de “realização”.

Nancy Mangabeira Unger. A desertificação do homem contemporâneo.
In: Linhas Críticas, v. 7, n.º 13, jul.-dez./2001, p. 181 (com adaptações).
O pronome “se” em “dilui-se” (l.13) indica indeterminação do sujeito da oração, que, por sua vez, no desenvolvimento da textualidade, mostra como os indivíduos se atomizam e se isolam no processo de globalização esmagadora das individualidades.

Nancy Mangabeira Unger. A desertificação do homem contemporâneo.
In: Linhas Críticas, v. 7, n.º 13, jul.-dez./2001, p. 181 (com adaptações).
O desenvolvimento das ideias permite inferir que o uso do gerúndio em “tendo” (l.10) contribui para dar à oração que inicia a interpretação de uma circunstância passageira, temporária, acidental, na “economia de mercado” (l.11-12).

Nancy Mangabeira Unger. A desertificação do homem contemporâneo.
In: Linhas Críticas, v. 7, n.º 13, jul.-dez./2001, p. 181 (com adaptações).
Alteram-se as relações de sentido com “momento histórico” (l.4-5), mas preservam-se a coerência entre os argumentos e a correção gramatical do texto ao se substituir “Um dos traços” (l.4) por Entre os traços.

Nancy Mangabeira Unger. A desertificação do homem contemporâneo.
In: Linhas Críticas, v. 7, n.º 13, jul.-dez./2001, p. 181 (com adaptações).
Os termos “Um” (l.2) e “unidade” (l.3), por um lado, e “múltiplo” (l.2) e “diferença” (l.3), por outro, remetem, respectivamente, aos dois polos referidos em “desses dois polos” (l.5).

Nancy Mangabeira Unger. A desertificação do homem contemporâneo.
In: Linhas Críticas, v. 7, n.º 13, jul.-dez./2001, p. 181 (com adaptações).
Depreende-se da argumentação do texto que “pensar a relação entre o Um e o múltiplo” (l.2), desde os primórdios do Classicismo ocidental, significa distorcer as singularidades e rejeitar raízes, culturas e identidades étnicas.

“Mas já em 2004 a Organização Mundial de Saúde reconhecia ser tragédia do mundo real...”.
O vocábulo sublinhado indica que o fato de a OMS reconhecer a tragédia:
“Vendem seus órgãos para pagar dívidas da família, para obter recursos para os estudos de um filho homem, para o dote da filha.” (L.25-27).
As finalidades da venda de órgãos apresentadas no fragmento
acima:
Entre os dois segmentos de cada alternativa a seguir se apresenta uma relação de causa e consequência, de acordo com o que é expresso no texto.
Assinale a alternativa que indique a relação errada entre causa e consequência.
“De longe, governos minimizando ou negando que a barbaridade floresça em suas respectivas ilhas de tranquilidade e exceção” (L.12-14).
Segundo esse segmento, os governos referidos pautam sua atuação na:
A autora utiliza, em vários momentos, linguagem figurada.
Assinale a alternativa em que os termos não exemplificam caso de linguagem figurada.
No começo do texto, a autora diz ter escolhido a Índia para
tratar do problema do comércio de órgãos humanos.
Tal escolha, segundo o primeiro parágrafo, se deve ao fato de
que a Índia:
