Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q3299074 Português
Texto para a questão

Em silêncio

    Precisava de silêncio para pensar, ordenar sua vida e rumos. Juntou poucas coisas, navegou até uma ilha deserta. Mas a gritaria das aves marinhas fundia-se com o farfalhar do vento nas palmeiras, e quando ambos se calavam, batiam inevitáveis as ondas contra as pedras. Silêncio não havia. Tomou suas coisas, voltou ao continente, recolheu-se numa gruta em montanha distante. Embora isolado, logo se viu rodeado de ruídos, pequenos alguns, minúsculos outros, que o aparente silêncio circundante agigantava. Era o gotejar do excesso de umidade, o esvoejar dos morcegos ao anoitecer, o zumbir de um ou outro inseto, um gorjear lá fora, um escavar cá dentro, um rastejar, e o ronco majestoso dos trovões, o estalar dos relâmpagos. Novamente arrebanhou seus poucos pertences. E desceu a montanha, regressou à cidade. As chaves da sua casa tilintavam no bolso, não atendeu ao apelo. Tomou ônibus e metrô, caminhou até a praça mais central. Ali, onde tantos passavam e as buzinas dos carros e os apitos dos guardas e o gritar dos ambulantes e o chamado das sirenes se entrecruzavam, sentou-se. Assim como havia ignorado as chaves, ignorou os sons todos que lhe atingiam a cabeça, esqueceu os ouvidos. E, vagarosamente, começou a descida em seu silêncio interior.

Marina Colasanti. Hora de alimentar serpentes. Global, 2013
No conto, a busca do protagonista está relacionada à tentativa de
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Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2025 - USP - Auxiliar de Laboratório |
Q3298949 Português
Texto 1
    Na planície avermelhada os juazeiros alargavam duas manchas verdes. Os infelizes tinham caminhado o dia inteiro, estavam cansados e famintos. Ordinariamente andavam pouco, mas como haviam repousado bastante na areia do rio seco, a viagem progredira bem três léguas. Fazia horas que procuravam uma sombra. A folhagem dos juazeiros apareceu longe, através dos galhos pelados da catinga rala.
    Arrastaram-se para lá, devagar, Sinha Vitória com o filho mais novo escanchado no quarto e o baú de folha na cabeça, Fabiano sombrio, cambaio, o aió a tiracolo, a cuia pendurada numa correia presa ao cinturão, a espingarda de pederneira no ombro. O menino mais velho e a cachorra Baleia iam atrás. Os juazeiros aproximaram-se, recuaram, sumiramse...
    As manchas dos juazeiros tornaram a aparecer, Fabiano aligeirou o passo, esqueceu a fome, a canseira e os ferimentos. As alpercatas dele estavam gastas nos saltos, e a embira tinha-lhe aberto entre os dedos rachaduras muito dolorosas. Os calcanhares, duros como cascos, gretavam-se e sangravam.
    Num cotovelo do caminho avistou um canto de cerca, encheu-o a esperança de achar comida, sentiu desejo de cantar...
RAMOS. Graciliano. Vidas Secas. Rio de Janeiro: Record, 2021.

Texto 2

Imagem associada para resolução da questão

PORTINARI, Cândido. Retirantes, 1944. Óleo sobre tela, 190 X 180 cm. Disponível em: https://masp.org.br/acervo/obra/retirantes. Acesso em 04/02/2025.

O texto literário e a pintura são manifestações artísticas diferentes que abordam a mesma temática. Ambos apresentam a profunda reflexão sobre a
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Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2025 - USP - Auxiliar de Laboratório |
Q3298948 Português
Captura_de tela 2025-04-15 110024.png (540×720)

Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br. Acesso em 03/02/2025.

Considerando a campanha publicitária apresentada, utilizam-se elementos verbais e não verbais para convencer o leitor a
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Q3298726 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A diferença entre solitude e solidão


A solidão é uma "emoção subjetiva e desagradável" que surge quando você sente "uma baixa qualidade nos relacionamentos sociais em relação ao que gostaria de ter", explica Andrea Wigfield, diretora do Centro de Estudos da Solidão da Universidade Sheffield Hallam, no Reino Unido.

Especialistas sugerem que a solidão aparece quando você sente que a qualidade de seus relacionamentos pessoais é pior do que deseja.

Ou, ao comparar os relacionamentos que tem com os de colegas, se sente insatisfeito porque as suas amizades parecem mais fracas e desinteressantes.

Enquanto uma pessoa isolada pode rapidamente se tornar solitária, também é verdade que é possível se sentir sozinho no meio de uma multidão.

A sensação de que você não pertence — ou de que a qualidade de suas conexões não é forte o suficiente — pode rapidamente levar a essa emoção subjetiva e desagradável, alerta a professora Wigfield.

Embora seja um problema antigo, a solidão se tornou um desafio para milhões durante os lockdowns prolongados e o distanciamento social obrigatório da pandemia de covid-19. Isso deixou muitas pessoas isoladas em casa.

Já a solitude, por outro lado, é mais um estado temporário e pode trazer um momento bem-vindo de tranquilidade.

Trata-se de um período em que você está fisicamente só e não interage com ninguém nas redes sociais, explica a psicóloga Thuy-Vy Nguyen, pesquisadora do Laboratório de Solitude da Universidade de Durham, no Reino Unido.


(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx28lv8ppxgo#:~:text)

Analise as afirmativas relacionadas ao texto:


I.A solidão está relacionada há uma insatisfação com os relacionamentos sociais.

II.A solitude é um momento de tranquilidade buscado voluntariamente.

III.A solitude ocorre quando a pessoa está rodeada de outras pessoas, mas não se sente feliz.

IV.A solitude é uma emoção subjetiva e desagradável, enquanto a solidão é um estado temporário e benéfico.


Estão corretas:

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Q3298574 Português
Drauzio reflete sobre fim da vida: 'Acho que não tenho medo de morrer'


Extraído de: https://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2024/10/12/drauzio-varella-reflete-sobre-a-morte-acho-que-naotenho-medo-de-morrer.htm
De acordo com Varella a morte rápida:
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Q3298573 Português
Drauzio reflete sobre fim da vida: 'Acho que não tenho medo de morrer'


Extraído de: https://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2024/10/12/drauzio-varella-reflete-sobre-a-morte-acho-que-naotenho-medo-de-morrer.htm
O médico faz uma ponderação no texto que é:
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Q3298572 Português
Drauzio reflete sobre fim da vida: 'Acho que não tenho medo de morrer'


Extraído de: https://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2024/10/12/drauzio-varella-reflete-sobre-a-morte-acho-que-naotenho-medo-de-morrer.htm
Para o médico, a doença em certo ponto: 
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Q3298571 Português
Drauzio reflete sobre fim da vida: 'Acho que não tenho medo de morrer'


Extraído de: https://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2024/10/12/drauzio-varella-reflete-sobre-a-morte-acho-que-naotenho-medo-de-morrer.htm
De acordo com o texto só é correto afirmar que: 
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Q3298570 Português
Drauzio reflete sobre fim da vida: 'Acho que não tenho medo de morrer'


Extraído de: https://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2024/10/12/drauzio-varella-reflete-sobre-a-morte-acho-que-naotenho-medo-de-morrer.htm
Pode se resumir a atitude do médico em uma palavra:
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Q3298569 Português
Drauzio reflete sobre fim da vida: 'Acho que não tenho medo de morrer'


Extraído de: https://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2024/10/12/drauzio-varella-reflete-sobre-a-morte-acho-que-naotenho-medo-de-morrer.htm
O tema principal do texto é:
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Q3298333 Português

Leia o Texto 2 para responder à questão.


Texto 2


                        Guerra


Guerra é esforço, é inquietude, é ânsia, é transporte...

É a dramatização sangrenta e dura

Da avidez com que o Espírito procura

Ser perfeito, ser máximo, ser forte!


É a Subconsciência que se transfigura

Em volição conflagradora... É a coorte

Das raças todas, que se entrega à morte

Para a felicidade da Criatura!


É a obsessão de ver sangue, é o instinto horrendo

De subir, na ordem cósmica, descendo

À irracionalidade primitiva...


É a Natureza que, no seu arcano,

Precisa de encharcar-se em sangue humano

Para mostrar aos homens que está viva!


ANJOS, Augusto dos. Eu e outras poesias. 42. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1998. p. 63.

Da estrutura e do conteúdo expressos na segunda e na última estrofe do soneto, infere-se que as palavras “coorte” e “arcano” possuem os sentidos, respectivamente, de
Alternativas
Q3298332 Português

Leia o Texto 2 para responder à questão.


Texto 2


                        Guerra


Guerra é esforço, é inquietude, é ânsia, é transporte...

É a dramatização sangrenta e dura

Da avidez com que o Espírito procura

Ser perfeito, ser máximo, ser forte!


É a Subconsciência que se transfigura

Em volição conflagradora... É a coorte

Das raças todas, que se entrega à morte

Para a felicidade da Criatura!


É a obsessão de ver sangue, é o instinto horrendo

De subir, na ordem cósmica, descendo

À irracionalidade primitiva...


É a Natureza que, no seu arcano,

Precisa de encharcar-se em sangue humano

Para mostrar aos homens que está viva!


ANJOS, Augusto dos. Eu e outras poesias. 42. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1998. p. 63.

No texto, o eu poético
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Q3298329 Português

Leia o Texto 1 para responder à questão.

Texto 1

Como era o mundo às vésperas da Primeira Guerra


    O século XX rompeu em paz e repleto de promessas. Um mundo novo e moderno se descortinava capitaneado por inovações tecnológicas, por importantes movimentos culturais e movido a muito carvão e eletricidade. O surgimento do cinema, a consolidação das comunicações via telégrafo e, logo depois, por telefone, globalizavam a informação.

    Transatlânticos cruzavam os mares, cobrindo a distância da Europa às Américas em uma semana; o dirigível e o avião ganhavam os céus e os primeiros automóveis começavam a circular nas ruas das grandes cidades.

    – A última guerra havia ocorrido em 1870 e, desde então, a Europa vivia um longo período de paz – explica o historiador Marcello Scarrone, da Revista de História da Biblioteca Nacional. – a burguesia dos diferentes países se considerava europeia, ocidental, e viajava muito, de um lado para outro, num circuito de classes mais abastadas do qual até mesmo a Rússia fazia parte.


Disponível em: <https://oglobo.globo.com/brasil/historia/como-era-mundoas-vesperas-da-primeira-guerra-13145572>. Acesso em: 24 dez. 2024.

O tópico central em torno do qual o texto se desenvolve é a 
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Q3297956 Português
Leia o Texto 1 para responder à questão.

Texto 1

A transição energética global representa um desafio no sentido de propiciar desenvolvimento econômico e social a partir de menores emissões de carbono e com maior participação das fontes limpas e renováveis. Ao atingir a marca de 200 gigawatts (GW) de potência centralizada, o Brasil prova seu protagonismo e está sintonizado com a transição energética. De acordo com os dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), dos 200 GW alcançados, 84,25% são de fontes renováveis e 15,75% de fontes não renováveis (1% Nuclear). Atualmente as três maiores fontes renováveis que compõem a matriz de energia elétrica brasileira são hídrica (55%), Eólica (14,8%) e Biomassa (8,4%) e das fontes não renováveis, as maiores são Gás Natural (9%), Petróleo (4%) e Carvão Mineral (1,75%).

Disponível em: <https://www.gov.br/aneel/ptbr/assuntos/noticias/2024/matriz-eletrica-brasileira-alcanca-200-gw>. Acesso em: 2 jan. 2025.
O texto possui a função de 
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Q3297804 Português

Leia o trecho a seguir.


Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: <https://www.letras.mus.br/ze-ramalho/219437/.>. Acesso em: 07 jan. 2025.


Sinônimos, na Língua Portuguesa, são as palavras que têm o mesmo significado, apesar de grafias diferentes. Nos versos da canção, encontramos sinônimos, de fato, no verso

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Q3296787 Português
Leia o texto:


“O mato”


    Nas cercanias de um bairro antigo, há um terreno baldio coberto por uma profusão de plantas silvestres. De longe, parece apenas um emaranhado confuso de mato; mas, ao se aproximar, percebe-se a imensa variedade de folhas, flores e caules que ali brotam.

    O narrador, ao passar diante daquele terreno, sente um misto de curiosidade e encanto. Observa que, mesmo num espaço urbano, a natureza resiste e insiste em surgir onde há descuido ou abandono humano.

    Em meio aos arbustos, vislumbra borboletas e até alguns pássaros de pequeno porte, que ali encontram abrigo ou alimento. O lugar, antes visto como mero símbolo de desordem, revela-se também habitat de vida pulsante.

    Através de lembranças de infância, o narrador recorda quando explorava terrenos semelhantes para caçar vagalumes ou catar frutas caídas. Nesses devaneios, percebe o quanto a cidade se transforma, mas o mato continua a brotar, teimoso e gratuito.

    Às vezes, o mato é arrancado ou queimado para dar lugar a construções. Porém, enquanto não surgem paredes e cimento, a vegetação retorna, num ciclo quase inevitável. Para o narrador, essa força silenciosa contrasta com a pressa e a artificialidade urbanas.

    Ele considera o mato um lembrete de que a natureza não se rende facilmente: uma semente esquecida pode florescer, um espaço vazio pode se tornar um refúgio verde. E, nesse contraste, identifica uma forma de poesia espontânea.

    Há quem passe pelo lugar e o considere feio ou sujo. Outros sentem receio de bichos ou insetos que possam viver ali. O narrador, entretanto, enxerga a beleza que se esconde nos detalhes, nas cores e movimentos.

    Ao final, ele reflete sobre a finitude das coisas. Sabe que um dia o terreno será comprado, murado ou transformado em prédio. Mas, até lá, aquele mato continuará existindo como testemunha da vitalidade que a natureza mantém, mesmo em meio ao concreto.

Fonte: “O mato”, Rubem Braga. (Adaptado) 
No último parágrafo, o narrador observa que, apesar de um possível futuro empreendimento, “até lá, aquele mato continuará existindo”. Que conclusão essa passagem sugere?
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Q3296786 Português
Leia o texto:


“O mato”


    Nas cercanias de um bairro antigo, há um terreno baldio coberto por uma profusão de plantas silvestres. De longe, parece apenas um emaranhado confuso de mato; mas, ao se aproximar, percebe-se a imensa variedade de folhas, flores e caules que ali brotam.

    O narrador, ao passar diante daquele terreno, sente um misto de curiosidade e encanto. Observa que, mesmo num espaço urbano, a natureza resiste e insiste em surgir onde há descuido ou abandono humano.

    Em meio aos arbustos, vislumbra borboletas e até alguns pássaros de pequeno porte, que ali encontram abrigo ou alimento. O lugar, antes visto como mero símbolo de desordem, revela-se também habitat de vida pulsante.

    Através de lembranças de infância, o narrador recorda quando explorava terrenos semelhantes para caçar vagalumes ou catar frutas caídas. Nesses devaneios, percebe o quanto a cidade se transforma, mas o mato continua a brotar, teimoso e gratuito.

    Às vezes, o mato é arrancado ou queimado para dar lugar a construções. Porém, enquanto não surgem paredes e cimento, a vegetação retorna, num ciclo quase inevitável. Para o narrador, essa força silenciosa contrasta com a pressa e a artificialidade urbanas.

    Ele considera o mato um lembrete de que a natureza não se rende facilmente: uma semente esquecida pode florescer, um espaço vazio pode se tornar um refúgio verde. E, nesse contraste, identifica uma forma de poesia espontânea.

    Há quem passe pelo lugar e o considere feio ou sujo. Outros sentem receio de bichos ou insetos que possam viver ali. O narrador, entretanto, enxerga a beleza que se esconde nos detalhes, nas cores e movimentos.

    Ao final, ele reflete sobre a finitude das coisas. Sabe que um dia o terreno será comprado, murado ou transformado em prédio. Mas, até lá, aquele mato continuará existindo como testemunha da vitalidade que a natureza mantém, mesmo em meio ao concreto.

Fonte: “O mato”, Rubem Braga. (Adaptado) 
Segundo o texto, qual a ideia central sobre o terreno baldio coberto de mato?
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Q3296752 Português

Imersão e inovação: o futuro pede uma educação além do acadêmico




Extraído de: https://www.metropoles.com/conteudo-especial/imersao-e-inovacao-o-futuro-pede-uma-educacao-alem-do-academico

Sobre o título “Imersão e inovação: o futuro pede uma educação além do acadêmico”, o termo destacado só pode ser substituído sem alterar o sentido por:
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Q3296750 Português

Imersão e inovação: o futuro pede uma educação além do acadêmico




Extraído de: https://www.metropoles.com/conteudo-especial/imersao-e-inovacao-o-futuro-pede-uma-educacao-alem-do-academico

O tema desse texto é: 
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Q3296749 Português

Imersão e inovação: o futuro pede uma educação além do acadêmico




Extraído de: https://www.metropoles.com/conteudo-especial/imersao-e-inovacao-o-futuro-pede-uma-educacao-alem-do-academico

Segundo o texto, o currículo da escola só não é enriquecido com:
Alternativas
Respostas
4121: D
4122: C
4123: A
4124: D
4125: D
4126: B
4127: E
4128: A
4129: C
4130: D
4131: E
4132: B
4133: D
4134: E
4135: E
4136: D
4137: C
4138: D
4139: A
4140: E