Questões de Concurso
Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
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TEXTO I.
Amor é um fogo que arde sem se ver, E ferida que dói, e não se sente; E um contentamento descontente, E dor que desatina sem doer. É um não querer mais que bem querer; É um andar solitário entre a gente; E nunca contentar-se de contente; E um cuidar que ganha em se perder E querer estar preso por vontade; É servir a quem vence o vencedor; É ter com quem nos mata lealdade. Mas como causar pode seu favor Nos corações humanos amizade, Se tão contrário a si é o mesmo Amor? (Luís de Camões. Sonetos de Camões. São Paulo: Ateliê, 2001)
TEXTO II.
Definição do Amor
(fragmento)
O Amor é finalmente
um embaraço de pernas,
uma união de barrigas,
um breve tremor de artérias.
Uma confusão de bocas,
uma batalha de veias,
um
rebuliço de ancas,
quem diz outra coisa,
é besta.
(Gregário de Matos. In: Obra poética . Rio de Janeiro: Record, 1992.)
Texto II

Texto I
Aquilo por que vivi
Três paixões, simples, mas irresistivelmente fortes, governaram-me a vida: o anseio de amor, a busca do conhecimento e a dolorosa piedade pelo sofrimento da humanidade. Tais paixões, como grandes vendavais, impeliram-me para aqui e acolá, em curso instável, por sobre profundo oceano de angústia, chegando às raias do desespero.
Busquei, primeiro, o amor, porque ele produz êxtase - um êxtase tão grande que, não raro, eu sacrificava todo o resto da minha vida por umas poucas horas dessa alegria. Ambicionava-o, ainda, porque o amor nos liberta da solidão - essa solidão terrível através da qual a nossa trêmula percepção observa, além dos limites do mundo, esse abismo frio e exânime. Busquei-o, finalmente, porque vi na união do amor, numa miniatura mística, algo que prefigurava a visão que os santos e os poetas imaginavam. Eis o que busquei e, embora isso possa parecer demasiado bom para vida humana, foi isso que - afinal - encontrei.
Com paixão igual, busquei o conhecimento. Eu queria compreender o coração dos homens. Gostaria de saber por que cintilam as estrelas. E procurei apreender a força pitagórica pela qual o número permanece acima do fluxo dos acontecimentos. Um pouco disto, mas não muito, eu o consegui.
Amor e conhecimento, até o ponto em que são possíveis, conduzem para o alto, rumo ao céu. Mas a piedade sempre me trazia de volta à terra. Ecos de gritos de dor ecoavam em meu coração. Crianças famintas, vítimas torturadas por opressores, velhos desvalidos a constituir um fardo para seus filhos, e todo o mundo de solidão, pobreza e sofrimentos, convertem numa irrisão o que deveria de ser a vida humana. Anseio por aliviar o mal, mas não posso, e também sofro.
Eis o que tem sido a minha vida. Tenho-a considerado digna de ser vivida e, de bom grado, tornaria a vivê-la, se me fosse dada tal oportunidade.
(Bertrand Russel. Autobiografia. Rio de Janeiro: Civilização
Brasileira, 1967.)
Texto I
Aquilo por que vivi
Três paixões, simples, mas irresistivelmente fortes, governaram-me a vida: o anseio de amor, a busca do conhecimento e a dolorosa piedade pelo sofrimento da humanidade. Tais paixões, como grandes vendavais, impeliram-me para aqui e acolá, em curso instável, por sobre profundo oceano de angústia, chegando às raias do desespero.
Busquei, primeiro, o amor, porque ele produz êxtase - um êxtase tão grande que, não raro, eu sacrificava todo o resto da minha vida por umas poucas horas dessa alegria. Ambicionava-o, ainda, porque o amor nos liberta da solidão - essa solidão terrível através da qual a nossa trêmula percepção observa, além dos limites do mundo, esse abismo frio e exânime. Busquei-o, finalmente, porque vi na união do amor, numa miniatura mística, algo que prefigurava a visão que os santos e os poetas imaginavam. Eis o que busquei e, embora isso possa parecer demasiado bom para vida humana, foi isso que - afinal - encontrei.
Com paixão igual, busquei o conhecimento. Eu queria compreender o coração dos homens. Gostaria de saber por que cintilam as estrelas. E procurei apreender a força pitagórica pela qual o número permanece acima do fluxo dos acontecimentos. Um pouco disto, mas não muito, eu o consegui.
Amor e conhecimento, até o ponto em que são possíveis, conduzem para o alto, rumo ao céu. Mas a piedade sempre me trazia de volta à terra. Ecos de gritos de dor ecoavam em meu coração. Crianças famintas, vítimas torturadas por opressores, velhos desvalidos a constituir um fardo para seus filhos, e todo o mundo de solidão, pobreza e sofrimentos, convertem numa irrisão o que deveria de ser a vida humana. Anseio por aliviar o mal, mas não posso, e também sofro.
Eis o que tem sido a minha vida. Tenho-a considerado digna de ser vivida e, de bom grado, tornaria a vivê-la, se me fosse dada tal oportunidade.
(Bertrand Russel. Autobiografia. Rio de Janeiro: Civilização
Brasileira, 1967.)
Pergunta fatídica
A fatídica pergunta “O que você quer ser quando crescer?”, feita para crianças já no final da infância ou até antes, é clássica e não muda. Algumas vezes, ela expressa apenas uma brincadeira, para que os pais se orgulhem da resposta que o filho dará e que os pais já sabiam que ele daria. Outras vezes, representa o anseio deles para oferecer ao filho um objetivo maior para a sua vida. E algumas vezes não passa de uma lição moralista a uma criança que resiste aos estudos.
“O que você quer ser quando crescer, menino? Se não for bom aluno, vai ficar desempregado ou ganhar muito pouco!”, já ouvi uma mãe dizer ao filho, desesperada com as notas escolares do garoto.
Mas, se a pergunta não muda, as respostas mudam, e muito. Já houve um tempo em que muitas crianças – garotas principalmente – queriam ser professoras. Meninos e meninas pensavam em ser engenheiros, médicos, advogados, cientistas. Hoje, é difícil ouvir essas respostas.
Quais são as profissões mais atraentes para eles atualmente? Antes de olhar para tal questão, é bom lembrar que as crianças sabem pouco sobre profissões; o que elas dizem querer é apenas um reflexo da percepção que têm a respeito do que o mundo lhes apresenta como importante e de grande reconhecimento ou remuneração.
Ser famoso e cultuado pelas mídias, se destacar na televisão ou internet e receber muito dinheiro parecem ser, hoje, os anseios de muitas delas. Cada vez mais crianças e adolescentes afirmam que, quando crescerem, querem ser blogueiros, modelos, artistas, chefes de cozinha, jogadores de futebol, “vlogueiros” etc. Como você pode perceber, caro leitor, são sempre atividades com grande projeção, mas que pouquíssimas pessoas conseguem alcançar. Só que isso as crianças não têm condição de entender.
Algumas delas acham que já são grandes e têm, na internet, blogs e canais de vídeos, um bom público, composto tanto de outras crianças quanto de adultos. É fácil entender os motivos que levam os mais jovens a serem frequentadores assíduos desses canais: estão isolados, sem espaços públicos para encontrar outras crianças e para brincar. A internet tornou-se, portanto, esse espaço para eles. Mas e quanto aos adultos? Será que estão ali por mera curiosidade? Ainda não sabemos.
O que sabemos é que muitas dessas crianças são tratadas como celebridades, estão bastante expostas e chegam a ganhar presentes de marcas e até dinheiro – algumas vezes, muito dinheiro – com o que chamam de “empresa”. E sempre com o apoio dos pais, é claro, porque precisam de uma grande infraestrutura para fazer o que fazem.
Será que isso é bom para elas? Depende do ponto de vista. Para quem acredita que sucesso, popularidade e ganhos financeiros fazem bem à criança, pode ser positivo. Mas não sabemos até quando. O sucesso e a fama são ondas que vêm e vão. Quando acabarem – e acabam! –, o que será desses meninos e meninas? Estão eles preparados para cair e se levantar? Na minha opinião, não. Se isso já é difícil para os adultos, imagine, caro leitor, para uma criança.
Para quem preza a infância dos filhos e prioriza o aprendizado da convivência deles com outras crianças, nada disso é bom, mesmo que eles digam que querem muito participar e que vários colegas fazem. Qual é o seu ponto de vista?
(Rosely Saião. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/roselysayao/2016/03/1754998-pergunta-fatidica.shtml.)
Pergunta fatídica
A fatídica pergunta “O que você quer ser quando crescer?”, feita para crianças já no final da infância ou até antes, é clássica e não muda. Algumas vezes, ela expressa apenas uma brincadeira, para que os pais se orgulhem da resposta que o filho dará e que os pais já sabiam que ele daria. Outras vezes, representa o anseio deles para oferecer ao filho um objetivo maior para a sua vida. E algumas vezes não passa de uma lição moralista a uma criança que resiste aos estudos.
“O que você quer ser quando crescer, menino? Se não for bom aluno, vai ficar desempregado ou ganhar muito pouco!”, já ouvi uma mãe dizer ao filho, desesperada com as notas escolares do garoto.
Mas, se a pergunta não muda, as respostas mudam, e muito. Já houve um tempo em que muitas crianças – garotas principalmente – queriam ser professoras. Meninos e meninas pensavam em ser engenheiros, médicos, advogados, cientistas. Hoje, é difícil ouvir essas respostas.
Quais são as profissões mais atraentes para eles atualmente? Antes de olhar para tal questão, é bom lembrar que as crianças sabem pouco sobre profissões; o que elas dizem querer é apenas um reflexo da percepção que têm a respeito do que o mundo lhes apresenta como importante e de grande reconhecimento ou remuneração.
Ser famoso e cultuado pelas mídias, se destacar na televisão ou internet e receber muito dinheiro parecem ser, hoje, os anseios de muitas delas. Cada vez mais crianças e adolescentes afirmam que, quando crescerem, querem ser blogueiros, modelos, artistas, chefes de cozinha, jogadores de futebol, “vlogueiros” etc. Como você pode perceber, caro leitor, são sempre atividades com grande projeção, mas que pouquíssimas pessoas conseguem alcançar. Só que isso as crianças não têm condição de entender.
Algumas delas acham que já são grandes e têm, na internet, blogs e canais de vídeos, um bom público, composto tanto de outras crianças quanto de adultos. É fácil entender os motivos que levam os mais jovens a serem frequentadores assíduos desses canais: estão isolados, sem espaços públicos para encontrar outras crianças e para brincar. A internet tornou-se, portanto, esse espaço para eles. Mas e quanto aos adultos? Será que estão ali por mera curiosidade? Ainda não sabemos.
O que sabemos é que muitas dessas crianças são tratadas como celebridades, estão bastante expostas e chegam a ganhar presentes de marcas e até dinheiro – algumas vezes, muito dinheiro – com o que chamam de “empresa”. E sempre com o apoio dos pais, é claro, porque precisam de uma grande infraestrutura para fazer o que fazem.
Será que isso é bom para elas? Depende do ponto de vista. Para quem acredita que sucesso, popularidade e ganhos financeiros fazem bem à criança, pode ser positivo. Mas não sabemos até quando. O sucesso e a fama são ondas que vêm e vão. Quando acabarem – e acabam! –, o que será desses meninos e meninas? Estão eles preparados para cair e se levantar? Na minha opinião, não. Se isso já é difícil para os adultos, imagine, caro leitor, para uma criança.
Para quem preza a infância dos filhos e prioriza o aprendizado da convivência deles com outras crianças, nada disso é bom, mesmo que eles digam que querem muito participar e que vários colegas fazem. Qual é o seu ponto de vista?
(Rosely Saião. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/roselysayao/2016/03/1754998-pergunta-fatidica.shtml.)
A vida na aldeia: uma lição dos índios
O que mais chama a atenção na forma de vida dos índios é a existência de uma igualdade entre eles muito maior do que em nossa sociedade. Numa comunidade indígena, todos podem usar a terra em função da relação de parentesco entre eles. Ninguém passa fome por não ter onde plantar, caçar, pescar; Não há patrões e empregados: nem ricos, nem pobres.
A terra pertence à comunidade. Isso não quer dizer que a propriedade seja coletiva ou que todos trabalhem juntos. Embora a terra seja da comunidade, o que cada indivíduo ou cada grupo de parentes possui é bem definido. Cada índio ou grupo de parentes tem a própria roça e não deve roubar a plantação dos outros. Há muita troca de trabalho; é comum que um homem ajude um parente na roça durante alguns dias, para mais adiante receber a retribuição. Existe também a obrigação de trocar presentes.
Enfim, não existe a preocupação em acumular, como em nossa sociedade. Tudo o que os índios produzem serve para usarem, darem, para poderem ser generosos uns com os outros: para eles, isso significa ser rico, generoso.
Fernando Portela e Betty Minolin.
A questão do Índio. São Paulo, Ática, 1989.
De acordo com o texto acima, responda a questão:
A vida na aldeia: uma lição dos índios
O que mais chama a atenção na forma de vida dos índios é a existência de uma igualdade entre eles muito maior do que em nossa sociedade. Numa comunidade indígena, todos podem usar a terra em função da relação de parentesco entre eles. Ninguém passa fome por não ter onde plantar, caçar, pescar; Não há patrões e empregados: nem ricos, nem pobres.
A terra pertence à comunidade. Isso não quer dizer que a propriedade seja coletiva ou que todos trabalhem juntos. Embora a terra seja da comunidade, o que cada indivíduo ou cada grupo de parentes possui é bem definido. Cada índio ou grupo de parentes tem a própria roça e não deve roubar a plantação dos outros. Há muita troca de trabalho; é comum que um homem ajude um parente na roça durante alguns dias, para mais adiante receber a retribuição. Existe também a obrigação de trocar presentes.
Enfim, não existe a preocupação em acumular, como em nossa sociedade. Tudo o que os índios produzem serve para usarem, darem, para poderem ser generosos uns com os outros: para eles, isso significa ser rico, generoso.
Fernando Portela e Betty Minolin.
A questão do Índio. São Paulo, Ática, 1989.
De acordo com o texto acima, responda a questão:
A vida na aldeia: uma lição dos índios
O que mais chama a atenção na forma de vida dos índios é a existência de uma igualdade entre eles muito maior do que em nossa sociedade. Numa comunidade indígena, todos podem usar a terra em função da relação de parentesco entre eles. Ninguém passa fome por não ter onde plantar, caçar, pescar; Não há patrões e empregados: nem ricos, nem pobres.
A terra pertence à comunidade. Isso não quer dizer que a propriedade seja coletiva ou que todos trabalhem juntos. Embora a terra seja da comunidade, o que cada indivíduo ou cada grupo de parentes possui é bem definido. Cada índio ou grupo de parentes tem a própria roça e não deve roubar a plantação dos outros. Há muita troca de trabalho; é comum que um homem ajude um parente na roça durante alguns dias, para mais adiante receber a retribuição. Existe também a obrigação de trocar presentes.
Enfim, não existe a preocupação em acumular, como em nossa sociedade. Tudo o que os índios produzem serve para usarem, darem, para poderem ser generosos uns com os outros: para eles, isso significa ser rico, generoso.
Fernando Portela e Betty Minolin.
A questão do Índio. São Paulo, Ática, 1989.
De acordo com o texto acima, responda a questão:
A vida na aldeia: uma lição dos índios
O que mais chama a atenção na forma de vida dos índios é a existência de uma igualdade entre eles muito maior do que em nossa sociedade. Numa comunidade indígena, todos podem usar a terra em função da relação de parentesco entre eles. Ninguém passa fome por não ter onde plantar, caçar, pescar; Não há patrões e empregados: nem ricos, nem pobres.
A terra pertence à comunidade. Isso não quer dizer que a propriedade seja coletiva ou que todos trabalhem juntos. Embora a terra seja da comunidade, o que cada indivíduo ou cada grupo de parentes possui é bem definido. Cada índio ou grupo de parentes tem a própria roça e não deve roubar a plantação dos outros. Há muita troca de trabalho; é comum que um homem ajude um parente na roça durante alguns dias, para mais adiante receber a retribuição. Existe também a obrigação de trocar presentes.
Enfim, não existe a preocupação em acumular, como em nossa sociedade. Tudo o que os índios produzem serve para usarem, darem, para poderem ser generosos uns com os outros: para eles, isso significa ser rico, generoso.
Fernando Portela e Betty Minolin.
A questão do Índio. São Paulo, Ática, 1989.
De acordo com o texto acima, responda a questão:
A vida na aldeia: uma lição dos índios
O que mais chama a atenção na forma de vida dos índios é a existência de uma igualdade entre eles muito maior do que em nossa sociedade. Numa comunidade indígena, todos podem usar a terra em função da relação de parentesco entre eles. Ninguém passa fome por não ter onde plantar, caçar, pescar; Não há patrões e empregados: nem ricos, nem pobres.
A terra pertence à comunidade. Isso não quer dizer que a propriedade seja coletiva ou que todos trabalhem juntos. Embora a terra seja da comunidade, o que cada indivíduo ou cada grupo de parentes possui é bem definido. Cada índio ou grupo de parentes tem a própria roça e não deve roubar a plantação dos outros. Há muita troca de trabalho; é comum que um homem ajude um parente na roça durante alguns dias, para mais adiante receber a retribuição. Existe também a obrigação de trocar presentes.
Enfim, não existe a preocupação em acumular, como em nossa sociedade. Tudo o que os índios produzem serve para usarem, darem, para poderem ser generosos uns com os outros: para eles, isso significa ser rico, generoso.
Fernando Portela e Betty Minolin.
A questão do Índio. São Paulo, Ática, 1989.
De acordo com o texto acima, responda a questão:
Do lado do oriente, o horizonte se cartãopostalizava clássico
[...]
ANDRADE, Mário de. Táxis e crônicas no diário nacional. Belo Horizonte: Itatiaia, 2005, p. 219.
Tendo em vista que “oriente” é o lado do horizonte em que o sol nasce, dadas as afirmativas,
I. A intenção do escritor foi somente mostrar que a palavra “cartãopostalizava” é uma forma do verbo “cartãopostalizar”.
II. O autor empregou uma metáfora para fazer referência à beleza e ao encantamento do dia que estava nascendo.
III. Ao usar um neologismo, o escritor pretendeu dizer que a paisagem era tão bonita que se assemelhava às belas fotos que comumente são usadas nos cartões postais.
verifica-se que está(ão) correta(s)
A comunicação, expressão da competência mental chamada linguagem, é a capacidade de um ser humano se fazer compreender por outro e é por meio desse processo de compreensão mútua entre pessoas que os vínculos sociais são criados e a cultura é preservada ou modificada.
VILALBA, Rodrigo. Teoria da comunicação: conceitos básicos. São Paulo: Ática, 2006. p. 22 (fragmento).
Em síntese, o texto conclui que