Questões de Concurso
Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
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Com relação à ideia e à estrutura do texto 1A2AAA, julgue o item a seguir.
A imprensa foi o setor econômico que sofreu mais fortemente o impacto da tecnologia da informação, visto que trabalha diretamente com a promoção do acesso à informação.
Com relação à ideia e à estrutura do texto 1A2AAA, julgue o item a seguir.
O primeiro período do primeiro parágrafo apresenta, de forma resumida, a ideia central do texto.
Com relação à ideia e à estrutura do texto 1A2AAA, julgue o item a seguir.
No texto, recomenda-se que as empresas satisfaçam seu
público e atraiam o interesse dos anunciantes.
Com relação à ideia e à estrutura do texto 1A2AAA, julgue o item a seguir.
O emprego da expressão “essa nova configuração de
mercado” (l.10) para fazer referência às inovações
tecnológicas mencionadas no primeiro parágrafo é um recurso
que confere coesão ao texto.
Adaptar-se a essa nova configuração de mercado deixou de ser uma opção, passando a ser imprescindível. Muita gente se esquece de que os veículos de comunicação são também empresas que trabalham com a lógica comercial. Sua função social de fortalecer a liberdade de expressão, de educar e de provocar reflexão, de forma a fornecer, de maneira equânime, diferentes pontos de vista, ainda é fundamento para a imprensa do jeito como a conhecemos. Essa prioridade, no entanto, foi colocada em xeque em nome da sobrevivência econômica, com implicações na forma de produzir notícias.
As mudanças foram redesenhadas de acordo com a realidade do mercado: satisfazer seu público e atrair o interesse dos anunciantes. Se a receita com propaganda era antes responsável por cobrir 80% dos custos de produção da notícia, as receitas obtidas pela circulação mundial de jornais foram, em 2014, maiores do que as provenientes de publicidade: dos US$ 179 bilhões em receitas, US$ 92 bilhões corresponderam à circulação impressa e digital, enquanto US$ 87 bilhões corresponderam à publicidade. Luís Humberto S. Carrijo. O valor da notícia na era digital. Internet: <http://observatoriodaimprensa.com.br> (Com adaptações).
Com relação às ideias e à estrutura do texto 1A2AAA, julgue o item a seguir.
O tema Internet, anunciado no início do primeiro parágrafo e mantido ao longo dos demais parágrafos, é o elemento textual que garante o encadeamento das ideias no texto.
Trecho para a questão.
Enquanto os epidemiologistas e virologistas tentam deter a epidemia antes que ela se espalhe ainda mais, os infectologistas e neurologistas se esforçam para compreender como o zica afeta tão drasticamente a formação cerebral de bebês.
O texto sinaliza que as ações expressas pelas formas verbais em negrito

Eisvaissai logo pa eischega cedo. A língua que a gente fala pode ser assim no futuro. Não entendeu? De acordo com a gramática atual, seria: Eles vão sair logo para chegar cedo. Lendo em voz alta, nem é tão distante do que se ouve por aí, pois a fala do presente traz pistas da gramática do futuro. Mesmo assim, brasileiros de hoje dificilmente se entenderiam com os do ano 2500 ou com portugueses de 1500.
Para qualquer língua, 5 séculos é muito tempo: só para citar um exemplo, usar o verbo “ter” com sentido de “existir”, fundamental em qualquer conversa, é coisa de 100 anos pra cá. Pense na dificuldade que temos com a Carta do Descobrimento, de Pero Vaz de Caminha. Para decifrar da marinhagem e das singraduras do caminho, é preciso um dicionário, como no estudo de um novo idioma. Essas mudanças ocorrem porque línguas são metamorfoses ambulantes, moldadas pelas necessidades dos usuários, não pelas regras gramaticais.
É como se o português do Brasil fosse uma sopa eternamente no fogo que recebe ingredientes e temperos e ao longo do tempo vai tendo o seu sabor alterado. Palavras nascem, crescem ou se encurtam, se combinam, mudam de sentido e de pronúncia e, um dia, morrem. Que gosto isso vai ter a gente não garante, mas. Bom apetite.
Texto Rita Loiola

Eisvaissai logo pa eischega cedo. A língua que a gente fala pode ser assim no futuro. Não entendeu? De acordo com a gramática atual, seria: Eles vão sair logo para chegar cedo. Lendo em voz alta, nem é tão distante do que se ouve por aí, pois a fala do presente traz pistas da gramática do futuro. Mesmo assim, brasileiros de hoje dificilmente se entenderiam com os do ano 2500 ou com portugueses de 1500.
Para qualquer língua, 5 séculos é muito tempo: só para citar um exemplo, usar o verbo “ter” com sentido de “existir”, fundamental em qualquer conversa, é coisa de 100 anos pra cá. Pense na dificuldade que temos com a Carta do Descobrimento, de Pero Vaz de Caminha. Para decifrar da marinhagem e das singraduras do caminho, é preciso um dicionário, como no estudo de um novo idioma. Essas mudanças ocorrem porque línguas são metamorfoses ambulantes, moldadas pelas necessidades dos usuários, não pelas regras gramaticais.
É como se o português do Brasil fosse uma sopa eternamente no fogo que recebe ingredientes e temperos e ao longo do tempo vai tendo o seu sabor alterado. Palavras nascem, crescem ou se encurtam, se combinam, mudam de sentido e de pronúncia e, um dia, morrem. Que gosto isso vai ter a gente não garante, mas. Bom apetite.
Texto Rita Loiola






