Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q940835 Português

Acerca dos sentidos e de aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item a seguir. 


De acordo com o texto, a polícia atua a serviço do Estado democrático, assegurando tanto o poder de coerção como a manutenção do Estado.

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Q940732 Português
Chocolate branco

É verdade que o chocolate branco não tem cafeína?


    Não. Nem chocolate.

    O chocolate branco não passa da gordura do cacau (manteiga de cacau) misturada com leite e açúcar. Não contém nenhum daqueles sólidos grãos de cacau maravilhosos que, embora nada recomendáveis, dão ao chocolate seu caráter exclusivo e seu rico sabor. Caso você escolha uma sobremesa com cobertura de chocolate branco para evitar a cafeína do chocolate, lembre-se de que a manteiga de cacau é altamente saturada. Não dá para se ter tudo ao mesmo tempo. 

    Para juntar insulto à injúria, alguns chocolates brancos nem ao menos são feitos com manteiga de cacau; são feitos com óleos vegetais hidrogenados. Não deixe de ler a lista de ingredientes no rótulo.

WOLKE, R. L. O que Einstein disse a seu cozinheiro: a ciência na cozinha. Rio de Janeiro: Zahar, 2003, p. 36-37.

No texto de divulgação científica sobre chocolate branco, são utilizadas duas palavras de sentido próximo, insulto e injúria, que, de acordo com o texto, devem ser interpretadas como

Alternativas
Q940730 Português
A extinção do “cujo”

    “Cujo”? Ninguém mais diz “cujo”.

    “Outro dia, alguém que acabei não anotando o nome...” em vez de “cujo nome acabei não anotando” é o tipo de construção dominante.

    Acrescente-se um dado histórico. Livros de história da língua atestam usos como “Cuja [de quem] sõ estas coroas tã esplandecentes?” e “Cujo [de quem] filho és?”, estruturas que não são usadas nem mesmo por aqueles (como eu), que ainda empregam “cujo”.

    Ou seja, sua história é bem mais longa e complexa do que pode parecer a quem simplesmente defende “cujo”. Ou seja: defendem empregos bem mais atuais do que os atestados na história mais antiga, cujos empregos não defendem mais… 

        O que este caso ensina?

       Que as mudanças que ocorrem diante de nós podem parecer decadência, mas esta sensação não afeta as novas gerações, assim como as velhas gerações não lamentam o desaparecimento dos antigos empregos de “cujo”. 

POSSENTI, Sírio. In: Língua Portuguesa. São Paulo: Editora Segmento. Ano 9, Nº 100, mar. 2014, p. 26.
Com base no texto, assinale a alternativa que NÃO pode ser deduzida das ideias defendidas por Possenti.
Alternativas
Q940729 Português

Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: http://redessociaisiffpb.blogspot.com.br/2012/10/voce-pode-achar-tolo-um-rato-cair-numa.html. Acesso em: 22 de fev. 2018.

Assinale a alternativa cujo conteúdo estabelece relação de convergência de ideias com a crítica feita pela tirinha.

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Q940727 Português
Charles Dickens
(1812-1870)
Dickens era prolífico – escreveu 15 romances, 10 dos quais excedem 800 páginas cada, e inúmeras histórias, ensaios, cartas e peças de teatro – mas só conseguia ser produtivo se determinadas condições fossem atendidas. Primeiro, ele precisava de silêncio absoluto. Em uma de suas casas, uma porta extra teve de ser instalada em seu estúdio para bloquear os ruídos. E seu estúdio precisava ter uma organização metódica. A escrivaninha ficava na frente de uma janela e, sobre ela, seus materiais para escrever – penas de ganso e tinta azul – dispostos ao lado de vários ornamentos: um pequeno vaso com flores frescas, um grande abridor de cartas, uma folha dourada com um coelho empoleirado em cima e duas estatuetas de bronze […].

As horas de trabalho de Dickens não variavam. Seu filho mais velho lembrou que “nenhum funcionário na cidade era mais metódico ou organizado do que ele; nenhuma tarefa monótona e convencional poderia ter sido feita com mais pontualidade ou mais regularidade do que dedicava ao trabalho de sua imaginação e fantasia”. Levantava-se às 7 horas, tomava café da manhã às 8 horas e estava em seu estúdio às 9 horas. Lá permanecia até o meio-dia quando fazia uma breve pausa para almoçar com a família. Durante o almoço, muitas vezes, parecia estar em transe, comia mecanicamente e mal pronunciava uma palavra antes de voltar apressado para sua mesa. Em um dia comum, escrevia cerca de 2 mil palavras, mas, durante um rompante de imaginação, às vezes, fazia o dobro disso. Em outros dias, no entanto, dificilmente escrevia alguma coisa. Mesmo assim, mantinha suas horas de trabalho sem falha, e ficava rabiscando e olhando pela janela para passar o tempo. 

Pontualmente às 14h, Dickens deixava sua mesa para dar uma caminhada vigorosa de três horas de duração pelo campo ou pelas ruas de Londres, continuando a pensar em sua história e, como ele descreveu, “procurando algumas imagens que eu gostaria de explorar”. Quando voltava para casa, seu cunhado lembra: “Ele parecia a personificação da energia, transbordando por todos os poros, vinda de algum reservatório escondido”. As noites de Dickens, no entanto, eram tranquilas: jantava às 18 horas e passava a noite com a família ou amigos antes de se recolher, à meia-noite. 

CURREY, Mason. O segredo dos grandes artistas. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013, p. 193-194.

O texto retrata a sistemática rotina do escritor no seu dia a dia. A estratégia do autor para mostrar essa rotina se dá pelas sequências enunciativas, próprias da tipologia narrativa.

Com base nessas informações e no texto dado, assinale a alternativa que NÃO se configura como sequência narrativa.

Alternativas
Q940726 Português
Charles Dickens
(1812-1870)
Dickens era prolífico – escreveu 15 romances, 10 dos quais excedem 800 páginas cada, e inúmeras histórias, ensaios, cartas e peças de teatro – mas só conseguia ser produtivo se determinadas condições fossem atendidas. Primeiro, ele precisava de silêncio absoluto. Em uma de suas casas, uma porta extra teve de ser instalada em seu estúdio para bloquear os ruídos. E seu estúdio precisava ter uma organização metódica. A escrivaninha ficava na frente de uma janela e, sobre ela, seus materiais para escrever – penas de ganso e tinta azul – dispostos ao lado de vários ornamentos: um pequeno vaso com flores frescas, um grande abridor de cartas, uma folha dourada com um coelho empoleirado em cima e duas estatuetas de bronze […].

As horas de trabalho de Dickens não variavam. Seu filho mais velho lembrou que “nenhum funcionário na cidade era mais metódico ou organizado do que ele; nenhuma tarefa monótona e convencional poderia ter sido feita com mais pontualidade ou mais regularidade do que dedicava ao trabalho de sua imaginação e fantasia”. Levantava-se às 7 horas, tomava café da manhã às 8 horas e estava em seu estúdio às 9 horas. Lá permanecia até o meio-dia quando fazia uma breve pausa para almoçar com a família. Durante o almoço, muitas vezes, parecia estar em transe, comia mecanicamente e mal pronunciava uma palavra antes de voltar apressado para sua mesa. Em um dia comum, escrevia cerca de 2 mil palavras, mas, durante um rompante de imaginação, às vezes, fazia o dobro disso. Em outros dias, no entanto, dificilmente escrevia alguma coisa. Mesmo assim, mantinha suas horas de trabalho sem falha, e ficava rabiscando e olhando pela janela para passar o tempo. 

Pontualmente às 14h, Dickens deixava sua mesa para dar uma caminhada vigorosa de três horas de duração pelo campo ou pelas ruas de Londres, continuando a pensar em sua história e, como ele descreveu, “procurando algumas imagens que eu gostaria de explorar”. Quando voltava para casa, seu cunhado lembra: “Ele parecia a personificação da energia, transbordando por todos os poros, vinda de algum reservatório escondido”. As noites de Dickens, no entanto, eram tranquilas: jantava às 18 horas e passava a noite com a família ou amigos antes de se recolher, à meia-noite. 

CURREY, Mason. O segredo dos grandes artistas. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013, p. 193-194.
De acordo com a exposição da rotina de Dickens no texto citado, pode-se concluir que ele
Alternativas
Q940534 Português

"Com todo o aparato de suas hordas guerreiras, não conseguiram as bandeiras realizar jamais a façanha levada a cabo pelo boi e pelo vaqueiro. Enquanto que aquelas, no desbravar, sacrificavam indígenas aos milhares, despovoando sem fixarem-se, estes foram 5 pontilhando de currais os desertos trilhados, catequizando o nativo para seus misteres, detendo-se, enraizando-se. No primeiro caso era o ir e voltar; no segundo, era o ir-e-ficar. E assim foi o curral precedendo a fazenda e o engenho, o vaqueiro e o lavrador, realizando uma obra de conquista dos altos sertões, exclusive a pioneira". (José Alípio Goulart, in Brasil do Boi)"


Sobre o texto acima, é correto afirmar que:

Alternativas
Q940533 Português

                                          Bilhete ao futuro 


"Bela idéia essa de Cristovam Buarque, ex-reitor da Universidade de Brasília e ex-ministro da Educação, de pedir às pessoas do nosso país que escrevessem um 'bilhete ao futuro'. O projeto teve a intenção de recolher, no final dos anos 80, no século passado, uma série de mensagens que seriam abertas em 2089, nas quais os brasileiros expressariam suas esperanças e perplexidades diante do tumultuado presente do fabuloso futuro. Oportuníssima e fecunda idéia. Ela nos colocou de frente ao século XXI, nos incitou a liquidar de vez o século XX e a sair da hipocondria político-social. Pensar o futuro sempre será um exercício de vida. O que projetar para amanhã? (...)" . Affonso Romano de SanfAnna

A frase que exprime a conclusão do cronista sobre o significado de escrever um bilhete ao futuro é:
Alternativas
Q940532 Português

                                          Bilhete ao futuro 


"Bela idéia essa de Cristovam Buarque, ex-reitor da Universidade de Brasília e ex-ministro da Educação, de pedir às pessoas do nosso país que escrevessem um 'bilhete ao futuro'. O projeto teve a intenção de recolher, no final dos anos 80, no século passado, uma série de mensagens que seriam abertas em 2089, nas quais os brasileiros expressariam suas esperanças e perplexidades diante do tumultuado presente do fabuloso futuro. Oportuníssima e fecunda idéia. Ela nos colocou de frente ao século XXI, nos incitou a liquidar de vez o século XX e a sair da hipocondria político-social. Pensar o futuro sempre será um exercício de vida. O que projetar para amanhã? (...)" . Affonso Romano de SanfAnna

Segundo o cronista:
Alternativas
Q940531 Português

                                          Bilhete ao futuro 


"Bela idéia essa de Cristovam Buarque, ex-reitor da Universidade de Brasília e ex-ministro da Educação, de pedir às pessoas do nosso país que escrevessem um 'bilhete ao futuro'. O projeto teve a intenção de recolher, no final dos anos 80, no século passado, uma série de mensagens que seriam abertas em 2089, nas quais os brasileiros expressariam suas esperanças e perplexidades diante do tumultuado presente do fabuloso futuro. Oportuníssima e fecunda idéia. Ela nos colocou de frente ao século XXI, nos incitou a liquidar de vez o século XX e a sair da hipocondria político-social. Pensar o futuro sempre será um exercício de vida. O que projetar para amanhã? (...)" . Affonso Romano de SanfAnna

Segundo o cronista, o bilhete ao futuro:
Alternativas
Q940530 Português

                                          Bilhete ao futuro 


"Bela idéia essa de Cristovam Buarque, ex-reitor da Universidade de Brasília e ex-ministro da Educação, de pedir às pessoas do nosso país que escrevessem um 'bilhete ao futuro'. O projeto teve a intenção de recolher, no final dos anos 80, no século passado, uma série de mensagens que seriam abertas em 2089, nas quais os brasileiros expressariam suas esperanças e perplexidades diante do tumultuado presente do fabuloso futuro. Oportuníssima e fecunda idéia. Ela nos colocou de frente ao século XXI, nos incitou a liquidar de vez o século XX e a sair da hipocondria político-social. Pensar o futuro sempre será um exercício de vida. O que projetar para amanhã? (...)" . Affonso Romano de SanfAnna

O acontecimento que originou esse texto está relacionado:
Alternativas
Q940292 Português

No que diz respeito à Padaria Espiritual, considere as seguintes afirmações:

I. A Padaria Espiritual foi uma agremiação literária que surgiu no Ceará por volta de 1892.

II. Antônio Sales foi o inspirador e principal animador dessa original agremiação Literária, sendo o Primeiro Padeiro-mor (Presidente)

III. As reuniões ou sessões, quase sempre marcadas a partir das dezenove horas, eram as Fornadas; os sócios, os amassadores ou padeiros; o Presidente, o Padeiro-mor; os Secretários, Primeiro e Segundo Forneiros; o Tesoureiro, Gaveta; o Bibliotecário, Guardalivros e o Investigador das coisas e das gentes, o Olho da Providência.

IV. O Forno foi um dos principais órgãos de divulgação em três fases: a primeira no ano de 1892, com a publicação de seis exemplares; a segundo em 1895, com a publicação de vinte e quatro exemplares; e a terceira 1896, com a publicação de seis números.


V. A importância do movimento se deu pelo fato de ele haver proporcionado a consolidação do Realismo e o nascimento do Simbolismo no Ceará.

É correto o que se afirma somente em

Alternativas
Q940290 Português
No que concerne à criação literária e aos conceitos de autor e escritor, assinale a afirmação verdadeira.
Alternativas
Q940270 Português
De acordo com os dados da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil (2015), é correto afirmar que o motivo mais citado pelos frequentadores para ir à biblioteca é
Alternativas
Q940269 Português

Atente para o seguinte excerto:

“O governo federal vai ficar ao menos quatro anos sem entregar novos livros de literatura para bibliotecas de escolas públicas brasileiras. A última remessa de livros feita pelo Ministério da Educação (MEC) para toda a rede ocorreu em 2014. A partir daquele ano, o programa que garantia a compra e a entrega não foi mais executado. O Programa Nacional Biblioteca da Escola (PNBE) teve extinção decretada em julho de 2017. A alternativa proposta pelo governo federal só terá possibilidade de enviar novos livros a partir de 2019”.


Disponível em
https://g1.globo.com/educacao/noticia/governofederal-seguira-sem-entregar-novos-livros-deliteratura-para-bibliotecas-escolares-em-2018.ghtml .

Acesso 05/08/2018. Adaptado.
Atente para as afirmações apresentadas a seguir e assinale a que sugere uma contradição em relação ao conteúdo do fragmento.
Alternativas
Q940240 Português
Assinale a opção cujo trecho apresenta um argumento que dispensa a modalização nos usos verbais.
Alternativas
Q940238 Português
A cronista desenvolve sua argumentação contrapondo dois Brasis. Assinale a opção em que NÃO há distinção em relação aos agentes citados.
Alternativas
Q940237 Português
Considerando o universo de referência da crônica em estudo, é correto afirmar que
Alternativas
Q940036 Português

      As ações de vigilância sanitária estão fortemente associadas ao sentido de bem-estar da população. Não foi por outro motivo que o Conselho Federal de Farmácia fez gestões, com vistas a sensibilizar autoridades de todos os Poderes a que definissem o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária e criassem a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o que veio a acontecer, em 1999, por força da Medida Provisória 1.791, convertida na Lei 9.782, publicada em 26 de janeiro daquele ano. Entendíamos que o Brasil tinha uma enorme necessidade de um órgão central dotado de uma superestrutura que pudesse coordenar todas as atividades do setor.

      A lei que a criou deixa claro que a sua finalidade institucional é promover a proteção da saúde da população, por meio do controle sanitário da produção e consumo de produtos e serviços submetidos à vigilância sanitária, inclusive dos ambientes, dos processos, dos insumos e das tecnologias a eles relacionados, bem como o controle de portos, aeroportos, fronteiras e recintos alfandegados.

      Este vasto conjunto de atribuições de vigilância exige uma complexa capacitação técnica de quem o executa. O farmacêutico é o profissional dotado desta capacitação.

      Tem uma profunda formação acadêmica, vastos conhecimento científico e preparação técnica, além de amparo legal, o que faz dele o profissional insubstituível para proceder a verificação de riscos sanitários associados à fabricação, à manipulação, ao transporte, armazenamento e distribuição de produtos, como drogas, medicamentos, insumos farmacêuticos e outros para a saúde.

      Por tudo, as ações de fiscalização realizadas pelo farmacêutico são privativas suas e identificadas como sendo de alto grau de risco sanitário, em consonância com o inciso III do artigo 1º do Decreto nº 85.878/1981. Significa que o objeto de sua atividade fiscalizadora jamais pode ser licenciado, sem que seja submetido à sua fiscalização.

(Walter da Silva Jorge João, Presidente do Conselho Federal de Farmácia. Disponível em: http://www.cff.org.br/userfiles/file/cartilha%20vigil% C3%A2ncia%20sanit%C3%A1ria08Dez2017.pdf. Fragmento.)

De acordo com a estrutura textual e a forma como as ideias e informações são apresentadas, pode-se afirmar que:
Alternativas
Respostas
38121: E
38122: B
38123: C
38124: A
38125: A
38126: A
38127: E
38128: D
38129: C
38130: A
38131: E
38132: D
38133: C
38134: A
38135: C
38136: C
38137: A
38138: D
38139: C
38140: B