Questões de Concurso
Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
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Considerando os elementos verbais e não verbais usados na composição da charge, nota-se que
a crítica do cartunista Angeli centra-se, sobretudo, no(a)
“Os lanches só foram entregues cerca de quatro horas depois de a ida para a praia ser interrompida.” (Texto II, linhas 17-18)
A palavra em destaque no fragmento acima, no contexto em que está inserido, enfatiza o(a)
“Será que o espantoso ritmo e a escala da urbanização nos últimos 100 anos contribuíram para o
bem-estar humano?” (Texto I, linhas 8-9)
No Texto I, o autor utiliza essa pergunta no início do segundo parágrafo, cuja resposta fica evidente
no terceiro parágrafo, principalmente pela utilização da palavra

Os Textos I e II, embora diferentes quanto ao gênero e à abordagem, relacionam-se em aspectos
temáticos. Comparando os dois, pode-se afirmar que o Texto I
Texto III

Texto III

“O mal suplantou a bondade
A mentira superou a verdade” (v. 7-8)
Em relação às formas verbais destacadas nos versos acima, é possível afirmar que
Com relação ao quadrinho de uma maneira geral, julgue os próximos itens.
I Como é típico da linguagem dos quadrinhos, aparecem apenas formas simples de verbos, sem locuções verbais, o que torna a linguagem mais direta e clara.
II A linguagem é absolutamente informal e despreocupada com as regras ortográficas e de concordância; tanto é verdade que há problemas na grafia das palavras e também na construção das frases, recorrentemente.
III A forma de imperativo afirmativo do verbo “sair” é reafirmada, na linguagem não verbal, pela presença do alto‐falante e do tom da feição do homem que o utiliza.
IV As exclamações ajudam a construir a ideia de que o homem que fala não está sendo delicado; pelo contrário, ele pretende ordenar, forçar o leitor a largar o livro.
Assinale a alternativa correta.
Os discursos escritos sobre a Amazônia apresentam, frente aos demais discursos da América Latina, a especificidade do fluvial. Na maioria das vezes, são discursos conduzidos pela navegação, tanto no caso dos descobridores, ou aqueles em que a água aparece como instância prévia e se introduz em seu curso, quanto no caso dos exploradores científicos. São textualidades que repousam sobre o decurso, que se desdobram em uma infinidade de furos, igarapés, lagoas, afluentes, tributários, numa geografia de águas que, quando não invade tudo, se faz pressentir a sua volta, em sua permanência, em seu ritmo. São os discursos de uma nação de águas. Nação no sentido figurado, de uma área cultural formada por oito países que compartilham referentes comuns, tendo como centro o rio e a selva. Tal área sustenta uma relação comum e intensa com a natureza e o meio ambiente, participando de uma comunidade imaginária que denomina de diferentes modos os mesmos fenômenos, pois o que num extremo do rio se chama curupira, no outro lado, aos pés da cordilheira andina, na região de nascimento, se chamará chullachaqui. Com uma imagem às vezes protetora, às vezes hostil, ambos são temidos por defender a selva dos invasores, seja pela astúcia de seus gestos, ou por sua figura de pés defeituosos ou com os pés voltados para trás. Os dois são figurações de um mesmo perfil: a milenar resistência da natureza à ingerência do homem. (Do livro As Vozes do rio, de Ana Pizarro, p. 18-19)
Coloque V para verdadeiro e F para falso nas afirmativas a seguir, feitas a propósito de aspectos diversos do texto:
( ) Observa-se o predomínio da função referencial ou denotativa.
( ) Uma ideia secundária que perpassa o texto é a de que a Amazônia deveria ser um só país.
( ) Os vocábulos “furos”, “igarapés”, “lagoas”, “afluentes” e “tributários” se dispõem numa relação de hiponímia com um termo posterior a eles.
( ) A lenda do “curupira” nasceu na região dos Andes, onde esse ser é designado por outro nome.
( ) A cultura dos povos amazônicos tem distinções, não só quanto aos termos, mas também quanto às concepções relativas ao ambiente.
Assinale a alternativa que relaciona a sequência CORRETA de V e F de cima para baixo:
Leia atentamente o texto a seguir e responda á questão:
Conexão wifi é caminho para loja conhecer
cliente e direcionar vendas
(Ana Luiza Tieghi)
São Paulo – Enquanto alguns estabelecimentos ocultam sua rede de internet e penduram placas de “não temos wifi, conversem entre si”, há lojas que ofertam a conexão e usam isso em benefício próprio, para conhecer os clientes e direcionar melhor as vendas.
Em vez de deixar a rede aberta ou distribuir a senha de acesso, esses empresários contratam serviços de hotspot, plataformas que fazem a mediação entre a rede e os visitantes e fornecem informações sobre quem se conectou.
A ferramenta captura dados do usuário via cadastro ou por meio do login em redes sociais. As informações mais pedidas são nome, email, sexo, data de nascimento e número de telefone celular.
Se a conexão for via redes sociais, a plataforma consegue os dados que o usuário deixou como públicos, como status de relacionamento e a foto de perfil.
Com isso em mãos, é possível criar campanhas direcionadas para um grupo de clientes, como só para mulheres ou pessoas de determinada faixa etária. Outro uso comum é mandar mensagens no mês de aniversário do cliente, com um convite para comemorar no estabelecimento.
Texto acessado em 11/02/2019 e adaptado de
https://www1.folha.uol.com.br
Analise o texto a seguir e responda a questão.

Leia atentamente o texto a seguir que servirá
de base para a questão.
USO DA TECNOLOGIA – BENEFÍCIOS E
MALEFÍCIOS NA APRENDIZAGEM
por Rubia Denise de Paula
Hoje em dia, ao falar em aprendizagem, em modernidade nas escolas, sem falar no uso da tecnologia, já estaremos sendo ultrapassados. Esse meio muito tem contribuído como ferramenta do educador para aprofundar suas metodologias didáticas em sala de aula. Além de provocar o aluno a buscar o conhecimento, a investigar, pesquisar de forma a confrontar o seu conhecimento prévio com o descoberto, estará proporcionando a abertura de vários caminhos para o aluno chegar até a aprendizagem.
Facilitar crianças que apresentam múltiplas deficiências, aproximar a realidade dos alunos com o universo em que estamos inseridos, promover a sociabilidade, o desenvolvimento cognitivo, afetivo e até mesmo psicomotor, são alguns dos benefícios que a tecnologia dispõe ao aprendente. No entanto, o uso dos meios tecnológicos não é utilizado tão somente como propagador do conhecimento e como instrumento facilitador das aprendizagens. Existem, também, alguns problemas relacionados com o uso da tecnologia, sendo vista, muitas vezes, como influenciadora e propagadora de assuntos mal-intencionados, desvirtuando, principalmente, o pensamento de uma criança em desenvolvimento. O acesso à Internet, em redes de acesso a programas educacionais, muitas vezes, não traz especificamente conteúdos educativos, trazendo jogos ou outra proposta interessante que induz as crianças a cometerem atos violentos, até mesmo o Bullying, problema social frequente nas escolas, abandonando o interesse em aprender realmente o que seria necessário à sua formação.
Existe a grande necessidade de proporcionar ao aluno aprendente diversas maneiras de interagir com o conhecimento, e não se pode negar que o uso das tecnologias, aqui destacando o uso da informática em sala de aula, vem muito a acrescentar como fonte de pesquisa. Porém, não se deve ignorar o incentivo ao trabalho em grupo, ao manuseio do bom e velho livro didático, a atividades físicas, deixando de lado um pouco do sedentarismo das atividades diante do computador. Logo, é imprescindível haver certo equilíbrio entre o uso da tecnologia como fonte propagadora do conhecimento, sem que isto afete as outras relações.
Texto acessado em 01/02/2019 e adaptado de
https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/
direito/uso-da-tecnologia-beneficios-e-maleficios-nasaprendizagens/58354
Leia atentamente o texto a seguir que servirá
de base para a questão.
USO DA TECNOLOGIA – BENEFÍCIOS E
MALEFÍCIOS NA APRENDIZAGEM
por Rubia Denise de Paula
Hoje em dia, ao falar em aprendizagem, em modernidade nas escolas, sem falar no uso da tecnologia, já estaremos sendo ultrapassados. Esse meio muito tem contribuído como ferramenta do educador para aprofundar suas metodologias didáticas em sala de aula. Além de provocar o aluno a buscar o conhecimento, a investigar, pesquisar de forma a confrontar o seu conhecimento prévio com o descoberto, estará proporcionando a abertura de vários caminhos para o aluno chegar até a aprendizagem.
Facilitar crianças que apresentam múltiplas deficiências, aproximar a realidade dos alunos com o universo em que estamos inseridos, promover a sociabilidade, o desenvolvimento cognitivo, afetivo e até mesmo psicomotor, são alguns dos benefícios que a tecnologia dispõe ao aprendente. No entanto, o uso dos meios tecnológicos não é utilizado tão somente como propagador do conhecimento e como instrumento facilitador das aprendizagens. Existem, também, alguns problemas relacionados com o uso da tecnologia, sendo vista, muitas vezes, como influenciadora e propagadora de assuntos mal-intencionados, desvirtuando, principalmente, o pensamento de uma criança em desenvolvimento. O acesso à Internet, em redes de acesso a programas educacionais, muitas vezes, não traz especificamente conteúdos educativos, trazendo jogos ou outra proposta interessante que induz as crianças a cometerem atos violentos, até mesmo o Bullying, problema social frequente nas escolas, abandonando o interesse em aprender realmente o que seria necessário à sua formação.
Existe a grande necessidade de proporcionar ao aluno aprendente diversas maneiras de interagir com o conhecimento, e não se pode negar que o uso das tecnologias, aqui destacando o uso da informática em sala de aula, vem muito a acrescentar como fonte de pesquisa. Porém, não se deve ignorar o incentivo ao trabalho em grupo, ao manuseio do bom e velho livro didático, a atividades físicas, deixando de lado um pouco do sedentarismo das atividades diante do computador. Logo, é imprescindível haver certo equilíbrio entre o uso da tecnologia como fonte propagadora do conhecimento, sem que isto afete as outras relações.
Texto acessado em 01/02/2019 e adaptado de
https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/
direito/uso-da-tecnologia-beneficios-e-maleficios-nasaprendizagens/58354
Analise as afirmativas a seguir.
I) O texto é totalmente a favor do uso da tecnologia na aprendizagem.
II) O texto mostra argumentos contra o uso da tecnologia na aprendizagem.
III) O texto defende a ideia de que o uso das tecnologias é uma das ferramentas possíveis para uma boa aprendizagem, mas não a única.
IV) O texto não mostra outras ferramentas úteis para a aprendizagem, além da tecnologia.
Está(ão) correta(s) apenas:
SOLIDARIEDADE
O gesto não precisa ser grandioso nem público, não é necessário pertencer a uma ONG ou fazer uma campanha. Sobretudo, convém não aparecer.
O gesto primeiro devia ser natural, e não decorrer de nenhum lema ou imposição, nem convite nem sugestão vinda de fora.
Assim devíamos ser habitualmente, e não somos, ou geralmente não somos: cuidar do que está do nosso lado. Cuidar não só na doença ou na pobreza, mas no cotidiano, em que tantas vezes falta a delicadeza, a gentileza, a compreensão; esquecidos os pequenos rituais de respeito, de preservação do mistério, e igualmente da superação das barreiras estéreis entre pessoas da mesma casa, da família, das amizades mais próximas.
Dentro de casa, onde tudo deveria começar, onde se deveria fazer todo dia o aprendizado do belo, do generoso, do delicado, do respeitoso, do agradável e do acolhedor, mal passamos, correndo, tangidos pelas obrigações. Tão fácil atualmente desculpar-se com a pressa: o trânsito, o patrão, o banco, a conta, a hora extra... Tudo isso é real, tudo isso acontece e nos enreda e nos paralisa.
Mas, por outro lado, se a gente parasse (mas parar pra pensar pode ser tão ameaçador...) e fizesse um pequeno cálculo, talvez metade ou boa parte desses deveres aparecesse como supérfluo, frívolo, dispensável.
Uma hora a mais em casa não para se trancar no quarto, mas para conviver. Não com obrigação, sermos felizes com hora marcada e prazo pra terminar, mas promover desde sempre a casa como o lugar do encontro, não da passagem; a mesa como lugar do diálogo, não do engolir quieto e apressado; o quarto como o lugar do afeto, não do cansaço.
Pois se ainda não começamos a ser solidários dentro de nós mesmos e dentro de nossa casa ou do nosso círculo de amigos, como querer fazer campanhas, como pretender desfraldar bandeiras, como desejar salvar o mundo − se estamos perdidos no nosso cotidiano?
Como dizer a palavra certa se estamos mudos, como escutar se estamos surdos, como abraçar se estamos congelados?
Para mim, a solidariedade precisa ser antes de tudo o aprendizado da humanidade pessoal.
Depois de sermos gente, podemos − e devemos − sair dos muros e tentar melhorar o mundo. Que anda tão, tão precisado.
LUFT Lya





