Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q1779922 Português

VACINAS, PARA QUE AS QUERO?

   Em um momento em que os menos avisados ​​suspeitam das vacinas, as autoridades em saúde pública e imunologia apresentam dados mostrando que, na realidade, as vacinas precisam, sim, ser inoculadas com mais frequência. Esse é o teor do artigo 'Quanto tempo duram as vacinas ”, assinado por Jon Cohen publicado na prestigiosa revista Science em abril de 2019. Nele, Cohen indaga, entre outros assuntos, por que o efeito protetor das vacinas contra a gripe dura tão pouco (em média, depois de 90 dias, a proteção começa a cair) e em outras, como da varíola e da febre amarela, a ação é bem mais prolongada.
   Alguns especialistas argumentam que certos vírus provocam altas taxas de mutação e geram novos clones, que, por serem diferentes dos originais, não devido às células do sistema imune. Mas, a coisa não é tão simples assim.
   Ao estudar uma caxumba (que ainda afeta os humanos), por exemplo, os epidemiologistas descobriram que uma recorrência da doença acontece com mais frequência em uma faixa regulamentar etária (entre 18 e 29 anos de idade). S ea reinfecção dependesse apenas de mutações, todas as idades escola ser igualmente afetadas. Assim, o enigma perdura.
   No entanto, o consenso entre os imunologistas especializados em vacinas é que, de fato, precisamos de mais exposição aos agentes infecciosos ou às próprias vacinas.Em outras palavras, no caso da reclamação, tomaríamos que tomar doses seguidas da vacina a fim de aumentar seu efeito protetor. Em razão dessas achados, os investigadores chegaram até a criticar a decisão da Organização Mundial da Saúde (OMS) de recomendar que uma vacina contra a febre amarela devesse ser inoculada apenas uma vez, isto é, seria uma vacina vitalícia.
   A necessidade da exposição constante aos agentes infecciosos vai de encontro à hipótese do biólogo norteamericano Jared Diamond que, em seu livro Armas, germes e aço, defende a ideia de que, ao longo da história, o sucesso dos conquistadores se deveu, em parte, ao fato de eles serem ouvidos cosmopolitas e, dessa maneira, terem adquirido resistência imunológica aos agentes infecciosos da época.Mesmo resistentes, eram portadores deusas agentes, o que manteria a memória imunológica. Já os conquistados, grupos formados por menores, sucumbiriam ao confronto por não serem capazesdese defender tanto dos invasores humanos quanto àqueles microscópicos.
   Embora o avanço nessa área seja promissor, o mecanismo que torna uma vacina mais duradoura ou não segue sem resposta. Como afirma Cohen em seu artigo, "essa é uma pergunta de um milhão de dólares!” (aproximadamente, o valor do prêmio Nobel).
   A despeito disso, ninguém deveria duvidar do poder das vacinas. Muito pelo contrário. A tendência atual no tratamento de doenças crônicas, como o câncer e a artrite reumatoide, é a imunoterapia. Um dia, quem sabe, teremos vacinas contra todos esses males.
Franklin Rumjanek
(Disponível em: http:/cienciahoje.org.br/artigo/vacinas-para-que-as-quero/) 
No terceiro parágrafo, o emprego do modo verbal em “dependesse” expressa a seguinte ideia:
Alternativas
Q1779921 Português

VACINAS, PARA QUE AS QUERO?

   Em um momento em que os menos avisados ​​suspeitam das vacinas, as autoridades em saúde pública e imunologia apresentam dados mostrando que, na realidade, as vacinas precisam, sim, ser inoculadas com mais frequência. Esse é o teor do artigo 'Quanto tempo duram as vacinas ”, assinado por Jon Cohen publicado na prestigiosa revista Science em abril de 2019. Nele, Cohen indaga, entre outros assuntos, por que o efeito protetor das vacinas contra a gripe dura tão pouco (em média, depois de 90 dias, a proteção começa a cair) e em outras, como da varíola e da febre amarela, a ação é bem mais prolongada.
   Alguns especialistas argumentam que certos vírus provocam altas taxas de mutação e geram novos clones, que, por serem diferentes dos originais, não devido às células do sistema imune. Mas, a coisa não é tão simples assim.
   Ao estudar uma caxumba (que ainda afeta os humanos), por exemplo, os epidemiologistas descobriram que uma recorrência da doença acontece com mais frequência em uma faixa regulamentar etária (entre 18 e 29 anos de idade). S ea reinfecção dependesse apenas de mutações, todas as idades escola ser igualmente afetadas. Assim, o enigma perdura.
   No entanto, o consenso entre os imunologistas especializados em vacinas é que, de fato, precisamos de mais exposição aos agentes infecciosos ou às próprias vacinas.Em outras palavras, no caso da reclamação, tomaríamos que tomar doses seguidas da vacina a fim de aumentar seu efeito protetor. Em razão dessas achados, os investigadores chegaram até a criticar a decisão da Organização Mundial da Saúde (OMS) de recomendar que uma vacina contra a febre amarela devesse ser inoculada apenas uma vez, isto é, seria uma vacina vitalícia.
   A necessidade da exposição constante aos agentes infecciosos vai de encontro à hipótese do biólogo norteamericano Jared Diamond que, em seu livro Armas, germes e aço, defende a ideia de que, ao longo da história, o sucesso dos conquistadores se deveu, em parte, ao fato de eles serem ouvidos cosmopolitas e, dessa maneira, terem adquirido resistência imunológica aos agentes infecciosos da época.Mesmo resistentes, eram portadores deusas agentes, o que manteria a memória imunológica. Já os conquistados, grupos formados por menores, sucumbiriam ao confronto por não serem capazesdese defender tanto dos invasores humanos quanto àqueles microscópicos.
   Embora o avanço nessa área seja promissor, o mecanismo que torna uma vacina mais duradoura ou não segue sem resposta. Como afirma Cohen em seu artigo, "essa é uma pergunta de um milhão de dólares!” (aproximadamente, o valor do prêmio Nobel).
   A despeito disso, ninguém deveria duvidar do poder das vacinas. Muito pelo contrário. A tendência atual no tratamento de doenças crônicas, como o câncer e a artrite reumatoide, é a imunoterapia. Um dia, quem sabe, teremos vacinas contra todos esses males.
Franklin Rumjanek
(Disponível em: http:/cienciahoje.org.br/artigo/vacinas-para-que-as-quero/) 
No primeiro parágrafo, o emprego dos parênteses introduzida com valor de:
Alternativas
Q1779919 Português

VACINAS, PARA QUE AS QUERO?

   Em um momento em que os menos avisados ​​suspeitam das vacinas, as autoridades em saúde pública e imunologia apresentam dados mostrando que, na realidade, as vacinas precisam, sim, ser inoculadas com mais frequência. Esse é o teor do artigo 'Quanto tempo duram as vacinas ”, assinado por Jon Cohen publicado na prestigiosa revista Science em abril de 2019. Nele, Cohen indaga, entre outros assuntos, por que o efeito protetor das vacinas contra a gripe dura tão pouco (em média, depois de 90 dias, a proteção começa a cair) e em outras, como da varíola e da febre amarela, a ação é bem mais prolongada.
   Alguns especialistas argumentam que certos vírus provocam altas taxas de mutação e geram novos clones, que, por serem diferentes dos originais, não devido às células do sistema imune. Mas, a coisa não é tão simples assim.
   Ao estudar uma caxumba (que ainda afeta os humanos), por exemplo, os epidemiologistas descobriram que uma recorrência da doença acontece com mais frequência em uma faixa regulamentar etária (entre 18 e 29 anos de idade). S ea reinfecção dependesse apenas de mutações, todas as idades escola ser igualmente afetadas. Assim, o enigma perdura.
   No entanto, o consenso entre os imunologistas especializados em vacinas é que, de fato, precisamos de mais exposição aos agentes infecciosos ou às próprias vacinas.Em outras palavras, no caso da reclamação, tomaríamos que tomar doses seguidas da vacina a fim de aumentar seu efeito protetor. Em razão dessas achados, os investigadores chegaram até a criticar a decisão da Organização Mundial da Saúde (OMS) de recomendar que uma vacina contra a febre amarela devesse ser inoculada apenas uma vez, isto é, seria uma vacina vitalícia.
   A necessidade da exposição constante aos agentes infecciosos vai de encontro à hipótese do biólogo norteamericano Jared Diamond que, em seu livro Armas, germes e aço, defende a ideia de que, ao longo da história, o sucesso dos conquistadores se deveu, em parte, ao fato de eles serem ouvidos cosmopolitas e, dessa maneira, terem adquirido resistência imunológica aos agentes infecciosos da época.Mesmo resistentes, eram portadores deusas agentes, o que manteria a memória imunológica. Já os conquistados, grupos formados por menores, sucumbiriam ao confronto por não serem capazesdese defender tanto dos invasores humanos quanto àqueles microscópicos.
   Embora o avanço nessa área seja promissor, o mecanismo que torna uma vacina mais duradoura ou não segue sem resposta. Como afirma Cohen em seu artigo, "essa é uma pergunta de um milhão de dólares!” (aproximadamente, o valor do prêmio Nobel).
   A despeito disso, ninguém deveria duvidar do poder das vacinas. Muito pelo contrário. A tendência atual no tratamento de doenças crônicas, como o câncer e a artrite reumatoide, é a imunoterapia. Um dia, quem sabe, teremos vacinas contra todos esses males.
Franklin Rumjanek
(Disponível em: http:/cienciahoje.org.br/artigo/vacinas-para-que-as-quero/) 
Em “Mas, a coisa não é tão simples assim” (2º parágrafo), o uso da palavra “coisa” é informal, pelo seguinte motivo:
Alternativas
Q1775740 Português
Leia o anúncio publicitário para responder à questão.

(Publicado na Folha de S.Paulo, em 29.09.2011)
No anúncio, o trecho – A arte tem horror ao comercial. Por isso, abrimos além do horário comercial. – está corretamente interpretado em:
Alternativas
Q1775736 Português
Leia um trecho do romance A cidade de Ulisses, de Teolinda Gersão, para responder à questão.

     Assim que a professora de pintura entrou em nossa casa, uma nova época se inaugurou.
     A vida da minha mãe ficou de repente preenchida, pareceu ganhar magicamente um rumo. Pintar ocupava-lhe os dias de tal modo que começou a usar um despertador, cujo alarme tocava um pouco antes de o meu pai chegar. Então, apressava-se a arrumar tudo, despia a bata e, ao bater do meio-dia, sentava-se na sala a esperá-lo. Como se sempre lá tivesse estado, com o coração a bater da correria pela escada.
     Até que um dia o meu pai achou que podia economizar esse dinheiro, a professora foi dispensada e minha mãe continuou a pintar, por sua conta e risco. 
     Fascinado, eu exigi desde o início partilhar essa expedição com ela. O tempo que passei naquele sótão foi de longe o mais feliz da minha infância.
     A ideia que guardo é a da casa como um espaço dividido, o espaço ameaçador do meu pai e o mundo aventuroso e secreto de minha mãe. Passava-se de um para o outro através da escada: o sótão era um lugar ilimitado, como se boiasse no ar ou assentasse nas nuvens. A minha mãe estendia na mesa uma folha de papel e punha ao meu alcance lápis de cor, pincéis e tintas.
     Então tudo começava a ser possível: bastava eu querer e uma coisa aparecia: o sol, um pássaro, uma árvore, uma folha. Ela dizia sim, e sorria. Éramos cúmplices e partilhávamos um poder mágico. Estávamos no centro do mundo, e ele obedecia. Fazíamos o sol subir no horizonte, púnhamos um carro na estrada, um moinho num monte, pessoas acenando das janelas. Tudo o que quiséssemos acontecia. Tudo.
(A cidade de Ulisses. Oficina Raquel, 2017. Adaptado)
Assinale a alternativa em que se faz, respectivamente, a caracterização adequada do pai, da mãe e do narrador da história.
Alternativas
Q1775733 Português
Leia o texto para responder à questão.

Escape room

     A regra é só uma: escapar antes que o tempo acabe. Já a quantidade de usos pedagógicos desse jogo se multiplica na medida da criatividade dos professores. Febre no exterior – e opção de lazer que também caiu no gosto dos brasileiros –, os escape rooms agora desembarcaram nas escolas. Presos dentro de uma sala misteriosa, cheia de cofres e cadeados, os alunos têm de resolver juntos uma série de enigmas para encontrar a chave da liberdade.
     Enquanto os problemas podem passar pela Geografia, Biologia e Matemática, as soluções vêm, necessariamente, do trabalho em equipe. Nos escapes, não existe um ganhador: ou todos saem ou nada feito. Alunos com espírito de liderança ajudam a coordenar o grupo ao mesmo tempo que outros trabalham para acalmar os colegas.
     Foram três meses quebrando a cabeça – até nas férias – para que o professor Renato Aruta conseguisse finalmente montar um escape room à altura da perspicácia dos seus alunos do 3° ano do ensino médio. No dia da atividade, levou os estudantes para dentro da sala e apenas avisou, solene: “Vocês têm 30 minutos para sair daí”.
     “Não acredito que ele fez isso com a gente”, pensava Giovanna C., de 17 anos, uma das “detidas”, enquanto Aruta monitorava os alunos – e se divertia – por meio de uma câmera instalada na sala. A incredulidade deu lugar ao corre- -corre e logo a turma entrou no espírito. Quem tinha intimidade com mapas ajudou a desvendar códigos escondidos em coordenadas geográficas. Fãs da Matemática se debruçaram sobre cálculos.
     Mas o reforço dos conteúdos foi apenas um efeito colateral. “A ideia foi unir características de cada aluno, como liderança e capacidade de resolver problemas”, explica Aruta. 
     Para professor e estudantes, conhecer mais o outro revelou boas surpresas: “Tem uma amiga que é bem quietinha. Nunca imaginei que ela organizaria tudo enquanto estavam todos nervosos”, exemplifica Luísa P., de 16 anos. 
     Atividades como os escape rooms se inserem em um contexto de valorização das habilidades socioemocionais, decisivas para a formação dos jovens e o bem-estar na escola.
(Júlia Marques, O Estado de S.Paulo, 18.08.2019. Adaptado) 

Assinale a alternativa correta a respeito do termo destacado nos trechos do texto.
Alternativas
Q1775732 Português
Leia o texto para responder à questão.

Escape room

     A regra é só uma: escapar antes que o tempo acabe. Já a quantidade de usos pedagógicos desse jogo se multiplica na medida da criatividade dos professores. Febre no exterior – e opção de lazer que também caiu no gosto dos brasileiros –, os escape rooms agora desembarcaram nas escolas. Presos dentro de uma sala misteriosa, cheia de cofres e cadeados, os alunos têm de resolver juntos uma série de enigmas para encontrar a chave da liberdade.
     Enquanto os problemas podem passar pela Geografia, Biologia e Matemática, as soluções vêm, necessariamente, do trabalho em equipe. Nos escapes, não existe um ganhador: ou todos saem ou nada feito. Alunos com espírito de liderança ajudam a coordenar o grupo ao mesmo tempo que outros trabalham para acalmar os colegas.
     Foram três meses quebrando a cabeça – até nas férias – para que o professor Renato Aruta conseguisse finalmente montar um escape room à altura da perspicácia dos seus alunos do 3° ano do ensino médio. No dia da atividade, levou os estudantes para dentro da sala e apenas avisou, solene: “Vocês têm 30 minutos para sair daí”.
     “Não acredito que ele fez isso com a gente”, pensava Giovanna C., de 17 anos, uma das “detidas”, enquanto Aruta monitorava os alunos – e se divertia – por meio de uma câmera instalada na sala. A incredulidade deu lugar ao corre- -corre e logo a turma entrou no espírito. Quem tinha intimidade com mapas ajudou a desvendar códigos escondidos em coordenadas geográficas. Fãs da Matemática se debruçaram sobre cálculos.
     Mas o reforço dos conteúdos foi apenas um efeito colateral. “A ideia foi unir características de cada aluno, como liderança e capacidade de resolver problemas”, explica Aruta. 
     Para professor e estudantes, conhecer mais o outro revelou boas surpresas: “Tem uma amiga que é bem quietinha. Nunca imaginei que ela organizaria tudo enquanto estavam todos nervosos”, exemplifica Luísa P., de 16 anos. 
     Atividades como os escape rooms se inserem em um contexto de valorização das habilidades socioemocionais, decisivas para a formação dos jovens e o bem-estar na escola.
(Júlia Marques, O Estado de S.Paulo, 18.08.2019. Adaptado) 

De acordo com as informações do texto, os escape rooms
Alternativas
Q1765589 Português

Assinale a alternativa que completa correta e coerentemente as informações referentes a interdiscursividade:


    “Um discurso traz, em sua constituição, outros discursos, é tecido por eles, seja pelos já ditos, em um dado lugar e momento histórico, seja por aqueles a serem ainda produzidos. Isso significa que não há discurso________________________________, fechado em si mesmo e dotado de uma fonte única do dizer. Ao falarmos, nossos dizeres são atravessados por outras______________________-, por outras fontes enunciativas. O que se está dizendo, numa dada interação social, situa-se em uma rede interdiscursiva, toca em inúmeros fios_______________________, impregnados de valores, de crenças, carregados de sentidos. 


    A interdiscursividade também envolve discursos construídos por outros sistemas ________________________, como os dos domínios da pintura, música, dança, escultura e do cinema. No campo da pintura, por exemplo, a retomada de uma dada obra, por diferentes pintores, situados em lugares e momentos históricos distintos, pode levar à produção de novos objetos estéticos. 


    Considerada uma propriedade constitutiva da existência do discurso, a interdiscursividade está diretamente implicada com a _______________________e a produção de textos, práticas sociais que põem em funcionamento os discursos. Entender o encontro e/ou confronto de vozes é experimentar, como leitor, um trabalho de significar os já ditos, tomá-los numa rede de sentidos, situá-los à luz de suas _____________________________ . Esse jogo, na produção de textos, pode demandar do enunciador uma negociação com as vozes, registradas, explicitamente ou não, na materialidade do texto.”


Fonte: http://ceale.fae.ufmg.br/app/webroot/glossarioceale/verbetes/interdiscursividade Acesso em 11 nov. 2019.

Alternativas
Q1764142 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.


Depressão e Ansiedade: a síndrome que atinge 20 milhões de brasileiros

Por Elisa Martins 




(Disponível em: https://epoca.globo.com/ - texto adaptado especialmente para esta prova)


Na linha 03, a expressão “Um sentimento de impotência” indica uma situação de falta de:
Alternativas
Q1764135 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.


Depressão e Ansiedade: a síndrome que atinge 20 milhões de brasileiros

Por Elisa Martins 




(Disponível em: https://epoca.globo.com/ - texto adaptado especialmente para esta prova)


O emprego da palavra “burnout” em Língua Portuguesa deve-se a um processo de:
Alternativas
Q1764131 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.


Depressão e Ansiedade: a síndrome que atinge 20 milhões de brasileiros

Por Elisa Martins 




(Disponível em: https://epoca.globo.com/ - texto adaptado especialmente para esta prova)


Assinale a alternativa que NÃO apresenta uma causa do burnout apresentada pelo texto.
Alternativas
Q1764130 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.


Depressão e Ansiedade: a síndrome que atinge 20 milhões de brasileiros

Por Elisa Martins 




(Disponível em: https://epoca.globo.com/ - texto adaptado especialmente para esta prova)


Assinale a alternativa que NÃO apresenta um sintoma típico de burnout apresentado pelo texto.
Alternativas
Q1764129 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.


Depressão e Ansiedade: a síndrome que atinge 20 milhões de brasileiros

Por Elisa Martins 




(Disponível em: https://epoca.globo.com/ - texto adaptado especialmente para esta prova)


Considerando o exposto pelo texto, analise as assertivas a seguir:
I. O burnout tem como consequência somente a depressão em trabalhadores. II. Burnout é um tipo de esgotamento que pode atingir qualquer tipo de trabalhador, sem distinção. III. Metade da força de trabalho do país apresenta um quadro completo de burnout.
Quais estão corretas?
Alternativas
Q1763988 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.

Um em cada quatro jovens está viciado em celular, aponta estudo britânico.


(Disponível em: https://epoca.globo.com/sociedade/um-em-cada-quatro-jovens-esta-viciado-emcelular-aponta-estudo-britanico-1-24108758 – texto adaptado especialmente para esta prova.)
Assinale a alternativa que indica o processo de formação de palavra que explica a utilização da palavra “smartphone” em Língua Portuguesa.
Alternativas
Q1763980 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.

Um em cada quatro jovens está viciado em celular, aponta estudo britânico.


(Disponível em: https://epoca.globo.com/sociedade/um-em-cada-quatro-jovens-esta-viciado-emcelular-aponta-estudo-britanico-1-24108758 – texto adaptado especialmente para esta prova.)
Assinale a alternativa que NÃO apresenta problemas relacionados ao uso descontrolado de smartphones.
Alternativas
Q1763979 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.

Um em cada quatro jovens está viciado em celular, aponta estudo britânico.


(Disponível em: https://epoca.globo.com/sociedade/um-em-cada-quatro-jovens-esta-viciado-emcelular-aponta-estudo-britanico-1-24108758 – texto adaptado especialmente para esta prova.)
Considerando o exposto pelo texto, analise as assertivas a seguir:
I. Há uma dúvida em relação à causa do vício dos adolescentes em smartphones. II. Há indicativos de que a depressão seja um elemento motivador para o vício em smartphones. III. O autor verificou em sua pesquisa que a falta de controle parental é uma das causas do vício tecnológico referido no texto.
Quais estão corretas?
Alternativas
Q1759125 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.


Um em cada quatro jovens está viciado em celular, aponta estudo britânico.



(Disponível em: https://epoca.globo.com/sociedade/um-em-cada-quatro-jovens-esta-viciado-em-celular-aponta-estudo-britanico-1-24108758 – texto adaptado especialmente para esta prova.)

Assinale a alternativa que NÃO apresenta problemas relacionados ao uso descontrolado de smartphones.
Alternativas
Q1759075 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.

A vida de influencer me levou à exaustão

Por Sam Blum



(Disponível em: https://epoca.globo.com/ – texto adaptado especialmente para esta prova)
Assinale a alternativa que NÃO apresenta uma ação realizada por Zollman.
Alternativas
Q1758990 Português

Leia este texto:


Fora de Si


Eu fico louco

Eu fico fora de si

Eu fica assim


Eu fica fora de mim


Eu fico um pouco

Depois eu saio daqui

Eu vai embora

Eu fico fora de si


Eu fico oco

Eu fica bem assim

Eu fico sem ninguém em mim


ANTUNES, Arnaldo. Fora de Si. Disponível em:<https://www.letras.mus.br/arnaldo-antunes/91629/> . Acesso em 21 nov.2018


Nessa canção, Arnaldo Antunes cria efeitos expressivos ao


I. compor um texto em que a concordância verbal prejudica e impede a leitura.

II. transgredir algumas regras prescritas pela Gramática da Língua Portuguesa.

III. sugerir uma perda de identidade e de sanidade, por meio de uma construção linguística inventiva.


Está(ão) CORRETA(S) a(s) afirmativa(s)

Alternativas
Q1758677 Português

Correlacionado o texto apresentado às conceituações propostas está correto o exposto em:


João joga um palitinho de sorvete na

rua de Teresa que joga uma latinha de

refrigerante na rua de Raimundo que

joga um saquinho plástico na rua de

Joaquim que joga uma garrafinha

velha na rua de Lili.

Lili joga um pedacinho de isopor

na rua de João que joga uma embalagenzinha

de não sei o que na rua de Teresa que

joga um lencinho de papel na rua de

Raimundo que joga uma tampinha de

refrigerante na rua de Joaquim que joga

um papelzinho de bala na rua de J. Pinto 

Fernandes que ainda nem

tinha entrado na história.


Poema de Ricardo Azevedo (extraído do livro Você Diz que Sabe Muito, Borboleta Sabe

Alternativas
Respostas
30481: C
30482: A
30483: B
30484: C
30485: A
30486: E
30487: D
30488: D
30489: E
30490: C
30491: B
30492: D
30493: B
30494: C
30495: A
30496: D
30497: A
30498: C
30499: D
30500: E