Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q1295889 Português

A questão refere-se ao texto abaixo.

Disponível em: https://epoca.globo.com/ruan-de-sousa-gabriel/ferrante-starnone-a-linguagem-da-ascensaosocial-23265491 - Adaptação.

Sobre o texto, NÃO se pode afirmar que:
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Q1295888 Português

A questão refere-se ao texto abaixo.

Disponível em: https://epoca.globo.com/ruan-de-sousa-gabriel/ferrante-starnone-a-linguagem-da-ascensaosocial-23265491 - Adaptação.

Analise as assertivas a seguir a respeito do que se coloca no texto:
I. A semelhança entre os dois textos é meramente linguística, com a repetição de termos analisados por experientes estudiosos da literatura. II. Os dois autores utilizam como metáfora a passagem de Nápoles, local de brutalidade, para Milão, cidade culturalmente superior. III. O dialeto Napolitano é considerado mais rústico e menos polido do que o italiano padrão, que marca uma posição social superior.
Quais estão corretas? 
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Q1295606 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão. 


Considerando as ideias presentes no texto, analise as seguintes assertivas:


I. Em pouco mais de 10 anos, houve um declínio de quase 7% dos adultos fumantes em todo o país.  II. Segundo pesquisa divulgada, o vício do cigarro é mais presente em indivíduos cuja renda e escolaridade são mais baixas. Tal fato ocorre de forma mais recorrente em países como o Brasil.  III. De acordo com o texto, visto o tabagismo ser um vício, é mais difícil fazer com que os dependentes não dispendam tanto dinheiro nisso. Assim, mudanças de comportamento em relação ao dinheiro são mais difíceis nesse caso. 

Quais estão corretas?


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Q1291878 Português

A seguir, tem-se o trecho de um texto literário em que se representa uma fala espontânea.

Mas

Deixa eu falar eu não acabei ainda não deixa eu desabafar eu nunca falo

As crianças... vai acabar acordando as fico segurando as pontas aqui dentro de casa nem para trocar uma lâmpada você serve claro você tem muitas qualidades é fiel honesto trabalhador mas uma mulher uma mulher precisa muito mais do que isso muito mais

In: RUFFATO, L. Eles eram muitos cavalos. 11 ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2013.

Qual das características a seguir evidencia ser esse trecho a representação de um texto oral?

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Q1291877 Português
Leia o texto a seguir. Retina negra Sou preta fujona Recuso diariamente o espelho Que tenta me massacrar por dentro Que tenta me iludir com mentiras brancas Que tenta me descolorir com os seus feixes de luz
Sou preta fujona Preparada para enfrentar o sistema Empino o black sem problema Invado a cena
Sou preta fujona Defendo um escurecimento necessário Tiro qualquer racista do armário Enfio o pé na porta e entro
Cristiane Sobral. Disponível em: <https://pretaeacademica.wordpress.com/2017/04/26/retina-negra-por-cristiane-sobral/>.Acesso em: 10 mar. 2019.
Sobre a imagem poética construída nesse poema, é correto afirmar que
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Q1291874 Português

Em A gramática do texto, no texto, Costa Val (2002) propõe, para se ensinar “a gramática que ‘acontece’ no texto” (p. 130), uma abordagem que

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Q1291872 Português

Leia o texto a seguir.

A língua e o caráter de um povo

A linguagem é muito mais do que um meio de comunicação ou de interação social. Ela é a roupa que veste nossas intenções comunicativas, nossos pontos de vista, nossa capacidade de influenciar, emocionar e questionar. Ao enunciar num idioma e numa determinada sintaxe, não há escapatória. Há apenas um redundante beco sem saída. Somos condenados a ter uma posição. Quando falamos, expomos nossa visão de mundo, revelamos se somos conservadores, machistas, liberais, de direita, de esquerda, moderados, malucos, razoáveis e por aí vai.

A linguagem revela as intenções do usuário — e uma língua, o caráter de um povo. Em nosso idioma, então, a situação se complica, porque ele espelha nossa volubilidade e frouxidão moral. Basta que se solte um “meio proibido” para que coloquemos em dúvida o caráter de uma nação. Ora, caberia a possibilidade de que tenhamos uma situação mais proibida do que outra? Por exemplo, é proibido estacionar sobre a calçada ou é apenas meio proibido? Mas, como somos um povo normativo e trambiqueiro — que gosta de regras, mas ama quebrá-las —, a língua deu um jeito de colocar os pingos nos is, inventar uma proibição de verdade e lavrar com mão nas escrituras a sentença definitiva: “expressamente proibido”.

A nossa conjunção adversativa “mas”, indicadora de oposição e de contrariedade, revela mais do que gostaríamos de dizer. “Não sou machista, mas é que as mulheres…”. Não há dúvida de que a sequência da frase revelará o machismo que se pretende esconder ou atenuar. Basta observar que o “mas” é um reforçador do que se enuncia. Não é diferente dizer “voto em fulano porque ele rouba, mas faz” ou “não voto em fulano porque ele faz, mas rouba”?

Na selva perigosa da linguagem não há isenção na enunciação, nela não basta alardear o feito sem o bicho (fazendo uma alusão à expressão “matar a cobra e mostrar o pau”).

Disponível em: <http://www.revistaeducacao.com.br/lingua-e-ocarater-de-um-povo/>. Acesso em: 10 mar. 2019. (Adaptação)

O texto “A língua e o caráter de um povo” tem como objetivo principal

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Q1291867 Português

Leia a tirinha a seguir.

Imagem associada para resolução da questão

São diversas as capacidades que os(as) estudantes devem desenvolver na leitura dos diversos gêneros de texto (CAFIEIRO, 2010). Ao tomar essa tirinha para desenvolver uma atividade em sala de aula, o(a) professor(a) inicia o trabalho com o seguinte questionamento: quem são os personagens do texto e qual é a relação entre eles?

Essa questão explora, primordialmente, a capacidade do(a) estudante de

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Q1291866 Português

Na obra Ensino de Português e Linguística, Ana Carolina Sperança-Criscuolo propõe ao professor de português uma atividade em que aparecem as seguintes sentenças, relativamente ao estudo do período composto:

a. Disseram que João arrumou um novo emprego.

b. Ontem encontrei Joaquim e ele disse: “João arrumou um novo emprego”.

c. Eu vi que João arrumou um novo emprego.

d. Acho que João arrumou um novo emprego.

e. É provável que João tenha arrumado um novo emprego.

f. O fato é que João arrumou um novo emprego.

SPERANÇA-CRISCUOLO, 2016, p. 94. (Adaptação)

A autora propõe, por meio da apresentação dessas setenças, que o professor deve levar o aluno a ser capaz de

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Q1291865 Português

Leia as seguintes sentenças expostas por Ana Lúcia Tinoco Cabral, na obra A força das palavras.

(1) O menino apreciava curiosamente a girafa que acariciava o topo da árvore; nunca tinha visto animal tão grande.

(2) Curiosamente, assim que ele chegou diante da jaula dos macacos, todos vieram a seu encontro.

CABRAL, 2010, p. 113. (Adaptação)

Por meio da comparação dessas frases, a autora discute

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Q1291864 Português

Leia o trecho a seguir, retirado da obra Norma culta brasileira: desatando alguns nós, de Carlos Alberto Faraco.

“Tomemos, como exemplo, (...) a regência do verbo ‘implicar’, no sentido de ‘ter como consequência’, ‘acarretar’ — como na seguinte sentença: A decisão do juiz implicava prejuízos futuros para a empresa. Originalmente o verbo ‘implicar’ neste sentido é transitivo direto (a decisão implicava prejuízos). Com o tempo este verbo se tornou também transitivo indireto no uso culto. Passou a ser normal dizer e escrever ‘implicar em’ (a decisão implicava em prejuízos). Esta inovação já estava registrada como de uso culto na década de 1950 (50 anos atrás, portanto) pelo Prof. Rocha Lima — indubitavelmente um de nossos bons gramáticos — na sua gramática normativa (cf. Rocha Lima, 2006: 433). Posteriormente, o Prof. Celso Luft — autor do melhor dicionário de regência verbal de que dispomos atualmente — dizia assim: ‘Implicar em algo’ é inovação em relação a ‘implicar algo’ por influência de sinônimos como ‘redundar’, ‘reverter’, ‘resultar’, ‘importar’. Aparentemente um brasileirismo. Plenamente consagrado, admitido até pela gramática normativa (Luft, 2006: 326)”.

FARACO, 2009, p. 89-90.

De acordo com a argumentação desenvolvida nesse trecho, o autor apresenta elementos para criticar

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Q1291862 Português

O texto a seguir foi retirado da obra A força das palavras, de Ana Lúcia Tinoco Cabral (2011).

Torrada engorda menos que pão

Não. Muita gente ainda acredita que, por ser leve (no peso), a torrada tem menos calorias que o pão. No Livro Dietas – escolha a sua (Verus Editora), a autora e nutricionista americana Marie-Laure André faz a comparação em 100 gramas: o pão tem perto de 255 calorias e a torrada 390. Essa diferença é grande porque a torrada não tem água.

Revista Boa Forma, mar. de 2009, edição 264, p. 39.

A propósito da noção de polifonia, Cabral explica que, nesse texto,

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Q1291860 Português

Ao escrever seus livros, o senhor não se preocupa em deixar as tramas datadas?

Pedro Bandeira

Tenho de usar aquilo que nunca muda: as emoções humanas. Por que Shakespeare vale até hoje? Porque ele não faz histórias de reis ingleses, mas sobre sonhos, inveja, cobiça, ambição, velhice, paixão de adolescentes... Faz histórias eternas, que não dependem da tecnologia. Até hoje você lê Ricardo III e fica impressionado, por ser um homem que faz tudo pela ambição do poder — isso existe até hoje. A emoção de uma jovem nunca mudará. Uma menina vai estar sempre apaixonada, vai ter sempre ciúmes da colega, vai ter medo do mundo, vai ter problemas com os pais que se separam. O furor uterino da Madame Bovary jamais será ultrapassado — é até hoje um romance atemporal. Hoje em dia se discute até que Lobato tem dificuldade de se tornar um clássico. Porque ele centrou muito na vida rural quando o Brasil já estava se tornando urbano.

O senhor também faz algumas releituras de clássicos da literatura mundial.

Pedro Bandeira

Um personagem como Iago vira Iara, uma menina ciumenta [em A Hora da Verdade]; Hamlet, lido de trás para frente, vira Telmah — aí transformei Hamlet na menina Telmah, que vive as mesmas dúvidas [em Agora Estou Sozinha]. Ou Cirano de Bergerac, um homem feio que escreve cartas para serem entregues pelo seu rival a sua amada — mas Cirano vira Isabel, de A Marca de uma Lágrima. Porque quero ajudar o jovem a gostar de ler. Não sou literatura final, de resultado final; sou introdução. Como para mim foram introdução Monteiro Lobato, Mark Twain, Emilio Salgari, Charles Dickens, Victor Hugo. A cultura é uma montanha enorme, de conhecimentos, de beleza, amontoada ao longo de muitos séculos. Para você chegar lá em cima, onde estão Shakespeare, Baudelaire, Cervantes, tem de subir uma escada. Para uma criança chegar um dia a Baudelaire, ela tem de pisar em Ruth Rocha, em Ziraldo, em Pedro Bandeira. Esses degraus têm de ser confortáveis, para ela gostar de continuar subindo.

Revista Língua, nº 67. São Paulo: Segmento, maio de 2011. (Adaptação).

As ideias de Pedro Bandeira a respeito do contato da criança com a literatura são corretamente parafraseadas pela seguinte citação da obra Coisas que todo professor de português precisa saber, de Luciano Oliveira:
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Q1291859 Português

Ao escrever seus livros, o senhor não se preocupa em deixar as tramas datadas?

Pedro Bandeira

Tenho de usar aquilo que nunca muda: as emoções humanas. Por que Shakespeare vale até hoje? Porque ele não faz histórias de reis ingleses, mas sobre sonhos, inveja, cobiça, ambição, velhice, paixão de adolescentes... Faz histórias eternas, que não dependem da tecnologia. Até hoje você lê Ricardo III e fica impressionado, por ser um homem que faz tudo pela ambição do poder — isso existe até hoje. A emoção de uma jovem nunca mudará. Uma menina vai estar sempre apaixonada, vai ter sempre ciúmes da colega, vai ter medo do mundo, vai ter problemas com os pais que se separam. O furor uterino da Madame Bovary jamais será ultrapassado — é até hoje um romance atemporal. Hoje em dia se discute até que Lobato tem dificuldade de se tornar um clássico. Porque ele centrou muito na vida rural quando o Brasil já estava se tornando urbano.

O senhor também faz algumas releituras de clássicos da literatura mundial.

Pedro Bandeira

Um personagem como Iago vira Iara, uma menina ciumenta [em A Hora da Verdade]; Hamlet, lido de trás para frente, vira Telmah — aí transformei Hamlet na menina Telmah, que vive as mesmas dúvidas [em Agora Estou Sozinha]. Ou Cirano de Bergerac, um homem feio que escreve cartas para serem entregues pelo seu rival a sua amada — mas Cirano vira Isabel, de A Marca de uma Lágrima. Porque quero ajudar o jovem a gostar de ler. Não sou literatura final, de resultado final; sou introdução. Como para mim foram introdução Monteiro Lobato, Mark Twain, Emilio Salgari, Charles Dickens, Victor Hugo. A cultura é uma montanha enorme, de conhecimentos, de beleza, amontoada ao longo de muitos séculos. Para você chegar lá em cima, onde estão Shakespeare, Baudelaire, Cervantes, tem de subir uma escada. Para uma criança chegar um dia a Baudelaire, ela tem de pisar em Ruth Rocha, em Ziraldo, em Pedro Bandeira. Esses degraus têm de ser confortáveis, para ela gostar de continuar subindo.

Revista Língua, nº 67. São Paulo: Segmento, maio de 2011. (Adaptação).

De acordo com o texto, é correto afirmar que, para Pedro Bandeira, obras clássicas são aquelas cujas tramas têm caráter
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Q1291858 Português
No artigo de Possenti, encontra-se uma crítica à
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Q1291854 Português
No âmbito do Campo artístico-literário, trata-se de possibilitar o contato com as manifestações artísticas em geral, e, de forma particular e especial, com a arte literária e de oferecer as condições para que se possa reconhecer, valorizar e fruir essas manifestações. Está em jogo a continuidade da formação do leitor literário, com especial destaque para o desenvolvimento da fruição, de modo a evidenciar a condição estética desse tipo de leitura e de escrita. Para que a função utilitária da literatura — e da arte em geral — possa dar lugar à sua dimensão humanizadora, transformadora e mobilizadora, é preciso supor — e, portanto, garantir a formação de — um leitor-fruidor, ou seja, de um sujeito que seja capaz de se implicar na leitura dos textos, de “desvendar” suas múltiplas camadas de sentido, de responder às suas demandas e de firmar pactos de leitura. Para tanto, as habilidades, no que tange à formação literária, envolvem conhecimentos de gêneros narrativos e poéticos que podem ser desenvolvidos em função dessa apreciação e que dizem respeito, no caso da narrativa literária, a seus elementos (espaço, tempo, personagens); às escolhas que constituem o estilo nos textos, na configuração do tempo e do espaço e na construção dos personagens; aos diferentes modos de se contar uma história (em primeira ou terceira pessoa, por meio de um narrador personagem, com pleno ou parcial domínio dos acontecimentos); à polifonia própria das narrativas, que oferecem níveis de complexidade a serem explorados em cada ano da escolaridade; ao fôlego dos textos. No caso da poesia, destacam-se, inicialmente, os efeitos de sentido produzidos por recursos de diferentes naturezas, para depois se alcançar a dimensão imagética, constituída de processos metafóricos e metonímicos muito presentes na linguagem poética.

Disponível em<http://baseacionalcomum.mec.gov.br/> . Acesso em: 20 fev. 2019
Depreende-se do texto que a formação do leitor literário implica, especialmente,
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Q1291852 Português

Na obra Gramática pedagógica do português brasileiro, Marcos Bagno discute criticamente a noção de erro em torno da ocorrência de orações formadas por “para mim + infinitivo”, como: “O ilustrador trouxe uns desenhos para mim examinar”. O autor argumenta que o uso de “mim”, no lugar de “eu”, pode ser explicado, entre outros fatores, pela atribuição de caso oblíquo pela preposição “para” e, também, pela fusão de duas construções com essa preposição em uma única construção, como mostra o esquema a seguir:

            Imagem associada para resolução da questão

No que diz respeito à postura do professor de português frente a esse tópico de ensino, Bagno

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Q1291146 Português
Outro efeito esperado da redução da parcela federal do financiamento do SUS é o de aumento da judicialização da saúde. Com o estrangulamento da oferta de bens e serviços no SUS, é muito provável que as pessoas tentem garantir o acesso por meio da justiça, o que contribuiria para um desequilíbrio ainda maior na distribuição da oferta de bens e serviços entre os grupos sociais, em desfavor da parcela mais vulnerável da população. Além disso, com a redução dos recursos, ficaria mais difícil ampliar a oferta de serviços em localidades desprovidas da infraestrutura adequada, na medida em que os recursos seriam destinados prioritariamente à manutenção dos serviços existentes. Assim, limitar-se-ia a possibilidade de redução das desigualdades na oferta de bens e serviços de saúde no SUS.
Imagem associada para resolução da questão
O texto acima afirma que:
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Q1291139 Português
Criado em 1990, o SUS foi concebido para garantir acesso universal à população brasileira, mas, sofrendo de um crônico subfinanciamento associado a pouca eficiência no gasto público, ainda está abaixo da expectativa das quase 160 milhões de pessoas que dependem exclusivamente da rede pública para cuidar de sua saúde. Repetidas pesquisas de opinião apontam a saúde como principal problema a ser enfrentado pelos governantes. Apesar deste cenário, os números do SUS impressionam: são 4,1 bilhões de procedimentos ambulatoriais realizados anualmente, 11,5 milhões de internações hospitalares e 530 milhões de consultas médicas, de acordo com informações oficiais de janeiro de 2018. O SUS possui ainda programas de excelência reconhecidos mundialmente nas áreas de imunização, tratamento de HIV/aids e transplantes.
Imagem associada para resolução da questão
Leia as assertivas a seguir: I. O SUS realiza anualmente 11,5 milhões de atendimentos ambulatoriais. II. O SUS foi criado em 1990 e desde então já realizou cerca de 500 milhões de consultas médicas. III. O SUS realiza por volta de 4,1 bilhões de procedimentos ambulatoriais por ano. IV. Criado em 1990, o SUS realiza, todo ano, por volta de 500 milhões de consultas.
Assinale a alternativa correta, de acordo com as informações do texto: 
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Q1290620 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. 

Todo dia é dia de falar sobre George Orwell

(Henrique Balbi – Revista Época – 11/09/2019 – Disponível em: https://epoca.globo.com/ - disponível)

Considerando o texto lido, assinale a alternativa que NÃO apresenta uma consideração feita pelo autor do texto acerca da obra de George Orwell.
Alternativas
Respostas
29381: C
29382: E
29383: C
29384: D
29385: B
29386: D
29387: B
29388: C
29389: B
29390: B
29391: D
29392: B
29393: B
29394: B
29395: B
29396: C
29397: A
29398: B
29399: B
29400: A