Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q1757539 Português

Com base no excerto abaixo, da matéria Conhecerpara cuidar, exposta na revista Segredos da mente - o poderdo cérebro, Ano 3, no. 4, 2019), responda ao que se pede na questão.


    Lidar com algum distúrbio da mente pode parecer uma jornada solitária, já que a falta de conhecimento é fonte de preconceito e exclusão. Entretanto, existem caminhos que podem oferecer amparo a quem enfrenta essa situação.[...]

    Uma das formas de prevenir os danos ligados à depressão é buscar informação sobre o assunto. Compreender como a doença se manifesta e seus efeitos sobre o paciente é importante para saber lidar com o ente querido, bem como apoiá-lo nas situações diárias. Sem conhecimento sobre o assunto, muitos erros podem ser cometidos e, com isso, causar danos a quem convive com o transtorno.

    Um ambiente emocional equilibrado é uma forma eficiente de auxílio. Contar com um núcleo familiar acolhedor é essencial, já que “parentes e amigos têm um papel fundamental no tratamento e no processo de cura, pois trata-se de um transtorno incapacitante que afeta todas as áreas da vida da pessoa”, como explica a psicóloga Mary Scabora.

    Outro aspecto fundamental é o diálogo. Em alguns quadros, a pessoa que tem o distúrbio pode não expor seus sentimentos. Portanto, é preciso conversar abertamente nesses casos, sem julgamento nem ideias pré-concebidas. [...]

    Algo que pode ocorrer com frequência e deve ser evitado são as críticas e as cobranças. Apontar problemas no comportamento de alguém em estado emocional deprimido não ajuda em sua melhora, pelo contrário, pode tornar o indivíduo mais retraído. Cobrar melhoras, empenho no tratamento ou que tenha positividade também são ações ineficientes. Lidar com o transtorno emocional é dolorido e requer esforço, por isso, as exigências podem gerar bloqueios.

        Ao notar os sinais de depressão, a primeira coisa a ser feita é buscar ajuda profissional. O paciente precisa de psicoterapia para aprender a ressignificar os sentimentos, lidar com os problemas diários e aprender mecanismos de prevenção. [...] Além disso, será necessário auxílio de psiquiatras que indicarão a medicação mais adequada para o quadro. Os remédios inibem sintomas e colaboram com os efeitos da terapia psicológica. [...]

Analise as afirmações a seguir, a respeito da estruturação do texto e assinale (V) para as verdadeiras ou (F) para as falsas.


( ) O texto destaca a importância de ter uma clara percepção sobre o quadro da depressão para que se criem condições favoráveis para enfrentar o problema e viabilizar o tratamento da doença.

( ) O texto apresenta o diálogo como forma de tratar e curar a doença, pois seria um meio de o paciente aliviar as dores emocionais.

( ) Aorganização do texto é típica de uma reportagem, mesclando sequências expositivas e argumentativas.

( ) As estruturas linguísticas nas quais o predicado é formado de verbo SER + predicativo (é essencial; é preciso; etc.) são pistas de subjetividade muito recorrentes no texto; apesar disso, o texto é predominantemente objetivo.


A CORRETA avaliação é:

Alternativas
Q1757538 Português

Da leitura da charge abaixo, depreende-se uma reflexão, particularmente, sobre:


Imagem associada para resolução da questão

(https://i2.wp.com/www.humorpolitico.com.br/wp-content/uploads/2019/06/genildo-2.jpg?w=640&ssl)


I- A emergência de medidas, por meio de leis, da criação de emprego, acesso à educação, visando a dar melhor qualidade de vida às pessoas.

II- A necessidade de todas as pessoas se engajarem nas causas sociais, sendo solidárias para diminuir o problema da pobreza e da fome.

III- A importância da criação de creches, para evitar que as crianças sejam levadas desde cedo às ruas e lá busquem o seu sustento e o da sua família.


Está CORRETO o que se afirma apenas em:

Alternativas
Q1757417 Português

Texto para o item.

Internet:<https://www.revistaplaneta.com.br>  (com adaptações).

Considerando as ideias e os sentidos do texto, julgue o item.



Infere-se do texto que o advento da agricultura favoreceu o sedentarismo, que, por sua vez, causou a morte de cerca de 30% da população infantil da época.

Alternativas
Q1757416 Português

Texto para o item.

Internet:<https://www.revistaplaneta.com.br>  (com adaptações).

Considerando as ideias e os sentidos do texto, julgue o item.



Os fatos históricos apresentados no texto comprovam a tese de que biologia e cultura se afetam mutuamente, ideia essa que constitui o argumento inicial do texto.

Alternativas
Q1757415 Português

Texto para o item.

Internet:<https://www.revistaplaneta.com.br>  (com adaptações).

Considerando as ideias e os sentidos do texto, julgue o item.



O texto é concluído com a ideia de que, com o aumento das conexões entre pessoas e do comércio no meio urbano, a ocorrência de epidemias tende a ser cada vez mais rara.

Alternativas
Q1757414 Português

Texto para o item.

Internet:<https://www.revistaplaneta.com.br>  (com adaptações).

Considerando as ideias e os sentidos do texto, julgue o item.



Depreende-se do texto que os caçadores-coletores, embora fossem acometidos por muitas doenças, eram imunes a viroses como a gripe.

Alternativas
Q1757413 Português

Texto para o item.

Internet:<https://www.revistaplaneta.com.br>  (com adaptações).

Considerando as ideias e os sentidos do texto, julgue o item.



De acordo com o texto, as modificações da biologia sobre a cultura são mais severas que as da cultura sobre a biologia.

Alternativas
Q1757412 Português

Texto para o item.

Internet:<https://www.revistaplaneta.com.br>  (com adaptações).

Considerando as ideias e os sentidos do texto, julgue o item.



Uma dieta rica em alimentos altamente processados desencadeia diversas doenças.

Alternativas
Q1757411 Português

Texto para o item.

Internet:<https://www.revistaplaneta.com.br>  (com adaptações).

Considerando as ideias e os sentidos do texto, julgue o item.



Segundo o texto, o advento da agricultura simboliza o primeiro acontecimento na história da humanidade a facilitar a disseminação de doenças.

Alternativas
Q1756527 Português

Analise a charge e responda o que se pede:

(André Dahmer Folha de S. Paulo, 28 de abril de 2021)

Sobre a tirinha acima podemos afirmar que:
Alternativas
Q1756472 Português
Leia o texto a seguir e responda o que se pede:

O MARIDINHO

Todos conhecem o Maridinho. Sempre bem arumado. E perfumado. Quando tem alguém novo no grupo, o Maridinho se apresenta com uma pergunta:
– Como é que a sua esposa lhe chama?
– “Ei, você!” “Ó peste.” Às vezes até pelo nome…
Os outros dão risada mas o Maridinho fica sério. Espera até que o barulho acabe e então continua:
– A minha mulher me chama de Maridinho.
Os outros fazem força para não rir. O novo no grupo pergunta:
– Maridinho?
– Ela me adora – diz o Maridinho, faceiro. – Agora mesmo ela me vestiu, me penteou e me deixou sair para dar uma volta.
– É a sua mulher que veste você?
– É. Depois de me dar banho.
– E deixou você sair para dar uma volta…
– E ai que não deixasse. Ai que não deixasse!
– O que é que você faria? 
– Me atirava no chão e começava a espernear. Comigo é assim. Dureza.
– E você pode ficar na rua o tempo que quiser?
– Você está brincando? O tempo que quiser. Até escurecer, é claro.
– Ela não quer que você fique na rua de noite?
– Não.
O Maridinho aproxima-se do outro para cochichar. Diz:
– Você sabe que maridinho solto na rua depois que escurece a carrocinha pega?
– A carrocinha?
– Tem uma carrocinha que pega maridinho solto e leva para fazer sabão.
Minha mulher lhe contou.
– Sua mulher lhe contou…
– Ela me adora.
– Mas você às vezes não tem vontade de ficar na rua, tomar uns chopes…
– Não diga essa palavra!
– Que palavra?
– Não posso dizer.
– Chope?
– É.
– Você não pode dizer nem a palavra?
– Não. Senão eu chego em casa, minha mulher cheira o meu hálito e diz: “Você andou dizendo chope”. Ai, meu Deus, agora eu já disse…
– E o que é que acontece?
– Ela me bota de castigo, sem comida.
– E você aceita isso?
– Claro que não! Está pensando o quê? Mulher nenhuma vai me dominar. Depois que ela
dorme eu vou na cozinha e como uma bolacha. Comigo é assim.
– Dureza…
– Dureza. Levantou a voz comigo, já sabe.
– O que é que acontece?
– Eu choro.
– Mas vem cá…
O Maridinho interrompe o outro com o dedo na frente dos labios.
– Shhh. Ouviu isso? É a mulher me chamando. Tenho que voltar para casa.
– Eu não ouvi nada.
– Ela usa um apito especial. Só maridinho é que ouve. Tenho que ir.
– Mas olha, dureza, hein?
– Dureza, comigo é assim
(Adaptação de original extraído do Livro Comédias da Vida Privada, de Luís Fernando Veríssimo)











Podemos entender do texto acima que:
Alternativas
Q1755617 Português

Gente grande complica demais


Quatro crianças no parquinho.


- Outro dia eu perguntei pro meu pai: "De onde vêm os bebês?" Ele ficou roxo, perdeu a fala e começou a gaguejar algo sobre a natureza, as borboletas, o amor, os homens e as mulheres... Não era mais fácil ele dizer que eu vim da barriga da mamãe?

- A minha mãe vive se descabelando. Ontem ela disse bem séria: "O sapato da Aninha ficou pequeno de novo, assim não dá!" Pra ela ficar feliz eu sugeri: "Mãe, não fique brava. Por que você não espera o sapato crescer? Se ele ficou pequeno, ele vai crescer novamente."

- Minha avó vive avisando minha mãe: "Pão engorda!" Bobagem. Eu peguei um pão escondido e passei a semana toda observando o danado. Vigiei toda hora, sem parar. E quem disse que o pão engordou?!

- No domingo fiquei furioso com meu pai. Ele disse que a gente ia experimentar umas azeitonas deliciosas. Eu nunca havia comido azeitona e estava ansioso. Ele abriu o pote, pegou uma azeitona e se deliciou: "Hummm!" Era hummm pra cá e pra lá. Eu pegava uma e, argh, que gosto horroroso, muito azedo, credo! Ele pegava outra e achava a delícia dos deuses: "Hummm!" Eu pegava uma e argh! Não dava. Aí eu entendi o lance e comecei a chorar.

- Ué, que lance?

Meu pai tava pegando as mais gostosas, aposto!

 https://yamashitatereza.wordpress.com/contos-minicontos-infantojuvenis/


A partir da leitura e interpretação do conto acima, é CORRETO dizer que:
Alternativas
Q1755246 Português
Borderline: o transtorno que faz pessoas irem
do "céu ao inferno" em horas
Tatiana Pronin
Uma alegria contagiante pode se transformar em tristeza profunda em um piscar de olhos porque alguém "pisou na bola". O amor intenso vira ódio profundo, porque a atitude foi interpretada como traição; o sentimento sai de controle e se traduz em gritos, palavrões e até socos. E, então, bate uma culpa enorme e o medo de ser abandonado, como sempre. Dá vontade de se cortar, de beber e até de morrer, porque a dor, o vazio e a raiva de si mesmo são insuportáveis. As emoções e comportamentos exaltados podem dar uma ideia do que vive alguém com transtorno de personalidade borderline (ou "limítrofe").
 Reconhecido como um dos transtornos mais lesivos, leva a episódios de automutilação, abuso de substâncias e agressões físicas. Além disso, cerca de 10% dos pacientes cometem suicídio. Além da montanha-russa emocional e da dificuldade em controlar os impulsos, o borderline tende a enxergar a si mesmo e aos outros na base do "tudo ou nada", o que torna as relações familiares, amorosas, de amizade e até mesmo a com o médico ou terapeuta extremamente desgastantes.
Muitos comportamentos do "border" (apelido usado pelos especialistas) lembram os de um jovem rebelde sem tolerância à frustração. Mas, enquanto um adolescente problemático pode melhorar com o tempo ou depois de uma boa terapia, o adulto com o transtorno parece alguém cujo lado afetivo não amadurece nunca.
Ainda que seja inteligente, talentoso e brilhante no que faz, reage como uma criança ao se relacionar com os outros e com as próprias emoções — o que os psicanalistas chamam de "ego imaturo". Em muitos casos, o transtorno fica camuflado entre outros, como o bipolar, a depressão e o uso abusivo de álcool, remédios e drogas ilícitas.
De forma resumida, um transtorno de personalidade pode ser descrito como um jeito de ser, de sentir, se perceber e se relacionar com os outros que foge do padrão considerado "normal" ou saudável. Ou seja, causa sofrimento para a própria pessoa e/ou para os outros. Enquadrar um indivíduo em uma categoria não é fácil — cada pessoa é um universo, com características próprias. [...]
O diagnóstico é bem mais frequente entre as mulheres, mas estudos sugerem que a incidência seja igual em ambos os sexos. O que acontece é que elas tendem a pedir mais socorro, enquanto os homens são mais propensos a se meter em encrencas, ir para a cadeira ou até morrer mais precocemente por causa de comportamentos de risco. Quase sempre o transtorno é identificado em adultos jovens e os sintomas tendem a se tornar atenuados com o passar da idade.
Transtornos de personalidade são diferentes de transtornos mentais (como depressão, ansiedade, transtorno bipolar, psicose etc.), embora seja difícil para leigos e desafiante até para especialistas fazer essa distinção, já que sobreposições ou comorbidades (existência de duas ou mais condições ao mesmo tempo) são muito frequentes. Não é raro que o borderline desenvolva transtorno bipolar, depressão, transtornos alimentares (em especial a bulimia), estresse pós-traumático, déficit de atenção/hiperatividade e transtorno por abuso de substâncias, entre outros. [...]
O paciente borderline sofre os períodos de instabilidade mais intensos no início da vida adulta. Há situações de crise, ou maior descontrole, que podem até resultar em internações porque o paciente coloca sua própria vida ou a dos outros em risco. Por volta dos 40 ou 50 anos, a maioria dos "borders" melhora bastante, probabilidade que aumenta se o paciente se engaja no tratamento. [...]
 A personalidade envolve não só aspectos herdados, mas também aprendidos, por isso a melhora é possível, ainda que seja difícil de acreditar no início. Se a psicoterapia é importante para ajudar o bipolar a identificar uma virada e evitar perdas, no transtorno de personalidade ela é o carro-chefe do tratamento. [...]
Medicamentos ajudam a aliviar os sintomas depressivos, a agressividade e o perfeccionismo exagerado, e são ainda mais importantes quando existe um transtorno mental associado. Os fármacos mais utilizados são os antidepressivos (flluoxetina, escitalopram, venlafaxina etc.), os estabilizadores de humor (lítio, lamotrigina, ácido valproico etc.), os antipsicóticos (olanzapina, risperidona, quietiapina etc.) e, em situações pontuais, sedativos ou remédios para dormir (clonazepan, diazepan, alprazolan etc.). Esses últimos costumam ser até solicitados pelos pacientes, mas devem ser evitados ao máximo, porque podem afrouxar o controle dos impulsos, assim como o álcool, além de causarem dependência. [...]
Disponível em:
https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2018/04/16/borderlinea-doenca-que-faz-10-dos-diagnosticados-cometerem-suicidio.htm. Acesso em: 04 jan. 2021. 
Ainda em relação ao trecho “Esses últimos costumam ser até solicitados pelos pacientes, mas devem ser evitados ao máximo, porque podem afrouxar o controle dos impulsos, assim como o álcool, além de causarem dependência.”, os verbos destacados retomam a expressão “Esses últimos” e fazem referência a ela por meio de
Alternativas
Q1755103 Português
Segundo Fiorin, argumentos são razões contra determinada tese ou a favor dela, com vistas a persuadir o outro de que ela é justa ou injusta, moral ou imoral, benéfica ou prejudicial, etc. Nesse sentido, avalie as afirmações que seguem a respeito dos tipos de argumentos: I. A citação de autores renomados, autoridades num certo domínio do saber, numa área da atividade humana, para corroborar uma tese, um ponto de vista, caracteriza o Argumento de Autoridade. II. Os argumentos baseados em provas concretas remetem às opiniões pessoais que expressam apreciações, pontos de vista, julgamentos, que exprimem aprovação ou desaprovação. III. Em situações de comunicação, o uso da variante culta da língua agrega confiabilidade ao que se diz; o vocabulário adequado à situação de interlocução dá credibilidade às informações veiculadas, caracterizando o Argumento da Competência Linguística. Quais estão corretas?
Alternativas
Q1754256 Português
Saúde mental em tempos de pandemia
Relações sociais, estresse e resiliência
KELLY PEREIRA ROBIS
O ser humano tende a buscar prazer em todas as suas vivências. No entanto, momentos ruins fazem parte da vida e precisam ser vividos. Vivências negativas não são totalmente deletérias: pessoas que estão passando por momentos de estresse tendem a ajudar mais os outros e valorizam muito mais as relações interpessoais. Essas relações sociais podem contribuir para que a prevenção do adoecimento mental aconteça, podendo fazer parte de um mecanismo chamado resiliência.
A família, sob uma perspectiva antropológica, é um grupo social concreto no qual se estabelece a reciprocidade e a complementaridade que certamente podem ser um mecanismo de proteção em termos de saúde mental, em tempos de estresse e de isolamento.
Considerando o contexto atual de pandemia, essa relação, que é tão importante, para o ser humano pode ser fragilizada pela mudança abrupta da rotina e por reações emocionais inerentes ao momento. Dessa forma, a qualidade dos relacionamentos precisa ser valorizada. Problemas individuais devem ser levados em consideração, uma vez que respostas afetivas como a ansiedade e o medo podem nos tornar mais irritáveis e impulsivos.
Agressividade
Como consequência, podemos imputar ao outro o resultado de uma vivência pessoal, ao sermos hostis e agressivos. Claramente, essa emoção precisa ser “colocada para fora”, mas, não de forma violenta: dividir o sofrimento e as preocupações por meio do diálogo é consideravelmente mais efetivo e saudável do que uma comunicação agressiva.
Todavia, o estado emocional do outro também precisa ser levado em consideração, por isso a leitura do ambiente é fundamental. Sinais de estresse podem ser expressos pela pessoa com quem dividimos o convívio como alterações de sono, apetite, irritabilidade e tristeza.
Diálogo
A abordagem não empática desse sofrimento pode desgastar ainda mais as relações interpessoais, justamente quando mais precisamos delas. Oferecer ajuda com diálogo aberto e uma visão menos estigmatizada do sofrimento mental, pode ser um grande passo para uma relação saudável.
Em virtude dos fatos mencionados, entende-se que a relação familiar é um elemento importante em tempos de pandemia, todavia, estratégias de cuidado e leitura emocional do outro e de si mesmo podem determinar a qualidade e a força dessa relação como um aspecto estrutural da saúde mental. Afinal, saúde mental pode começar pelo olhar acolhedor daqueles que tanto amamos. 
Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/artigos/saudemental-em-tempos-de-pandemia-1.234535. Acesso em: 04 dez. 2020.
Considerando o seguinte trecho, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta. “Em virtude dos fatos mencionados, entende-se que a relação familiar é um elemento importante em tempos de pandemia, todavia, estratégias de cuidado e leitura emocional do outro e de si mesmo podem determinar a qualidade e a força dessa relação como um aspecto estrutural da saúde mental.”. ( ) O trecho “[...] que a relação familiar é um elemento importante em tempos de pandemia [...]” funciona como objeto direto da estrutura verbal “entende-se”. ( ) Ainda em “[...] a relação familiar é um elemento importante em tempos de pandemia, [...]”, os termos destacados atribuem características e pertencem à mesma classe de palavras. ( ) A conjunção “todavia” indica oposição e poderia ser substituída por “contudo”. ( ) O segmento “[...] leitura emocional do outro [...]”, fora desse contexto, torna-se ambíguo.
Alternativas
Q1754252 Português
Saúde mental em tempos de pandemia
Relações sociais, estresse e resiliência
KELLY PEREIRA ROBIS
O ser humano tende a buscar prazer em todas as suas vivências. No entanto, momentos ruins fazem parte da vida e precisam ser vividos. Vivências negativas não são totalmente deletérias: pessoas que estão passando por momentos de estresse tendem a ajudar mais os outros e valorizam muito mais as relações interpessoais. Essas relações sociais podem contribuir para que a prevenção do adoecimento mental aconteça, podendo fazer parte de um mecanismo chamado resiliência.
A família, sob uma perspectiva antropológica, é um grupo social concreto no qual se estabelece a reciprocidade e a complementaridade que certamente podem ser um mecanismo de proteção em termos de saúde mental, em tempos de estresse e de isolamento.
Considerando o contexto atual de pandemia, essa relação, que é tão importante, para o ser humano pode ser fragilizada pela mudança abrupta da rotina e por reações emocionais inerentes ao momento. Dessa forma, a qualidade dos relacionamentos precisa ser valorizada. Problemas individuais devem ser levados em consideração, uma vez que respostas afetivas como a ansiedade e o medo podem nos tornar mais irritáveis e impulsivos.
Agressividade
Como consequência, podemos imputar ao outro o resultado de uma vivência pessoal, ao sermos hostis e agressivos. Claramente, essa emoção precisa ser “colocada para fora”, mas, não de forma violenta: dividir o sofrimento e as preocupações por meio do diálogo é consideravelmente mais efetivo e saudável do que uma comunicação agressiva.
Todavia, o estado emocional do outro também precisa ser levado em consideração, por isso a leitura do ambiente é fundamental. Sinais de estresse podem ser expressos pela pessoa com quem dividimos o convívio como alterações de sono, apetite, irritabilidade e tristeza.
Diálogo
A abordagem não empática desse sofrimento pode desgastar ainda mais as relações interpessoais, justamente quando mais precisamos delas. Oferecer ajuda com diálogo aberto e uma visão menos estigmatizada do sofrimento mental, pode ser um grande passo para uma relação saudável.
Em virtude dos fatos mencionados, entende-se que a relação familiar é um elemento importante em tempos de pandemia, todavia, estratégias de cuidado e leitura emocional do outro e de si mesmo podem determinar a qualidade e a força dessa relação como um aspecto estrutural da saúde mental. Afinal, saúde mental pode começar pelo olhar acolhedor daqueles que tanto amamos. 
Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/artigos/saudemental-em-tempos-de-pandemia-1.234535. Acesso em: 04 dez. 2020.
Analise o período que segue. “Problemas individuais devem ser levados em consideração, uma vez que respostas afetivas como a ansiedade e o medo podem nos tornar mais irritáveis e impulsivos.”. Em relação à oração anterior, a sentença destacada tem valor semântico de
Alternativas
Q1754251 Português
Saúde mental em tempos de pandemia
Relações sociais, estresse e resiliência
KELLY PEREIRA ROBIS
O ser humano tende a buscar prazer em todas as suas vivências. No entanto, momentos ruins fazem parte da vida e precisam ser vividos. Vivências negativas não são totalmente deletérias: pessoas que estão passando por momentos de estresse tendem a ajudar mais os outros e valorizam muito mais as relações interpessoais. Essas relações sociais podem contribuir para que a prevenção do adoecimento mental aconteça, podendo fazer parte de um mecanismo chamado resiliência.
A família, sob uma perspectiva antropológica, é um grupo social concreto no qual se estabelece a reciprocidade e a complementaridade que certamente podem ser um mecanismo de proteção em termos de saúde mental, em tempos de estresse e de isolamento.
Considerando o contexto atual de pandemia, essa relação, que é tão importante, para o ser humano pode ser fragilizada pela mudança abrupta da rotina e por reações emocionais inerentes ao momento. Dessa forma, a qualidade dos relacionamentos precisa ser valorizada. Problemas individuais devem ser levados em consideração, uma vez que respostas afetivas como a ansiedade e o medo podem nos tornar mais irritáveis e impulsivos.
Agressividade
Como consequência, podemos imputar ao outro o resultado de uma vivência pessoal, ao sermos hostis e agressivos. Claramente, essa emoção precisa ser “colocada para fora”, mas, não de forma violenta: dividir o sofrimento e as preocupações por meio do diálogo é consideravelmente mais efetivo e saudável do que uma comunicação agressiva.
Todavia, o estado emocional do outro também precisa ser levado em consideração, por isso a leitura do ambiente é fundamental. Sinais de estresse podem ser expressos pela pessoa com quem dividimos o convívio como alterações de sono, apetite, irritabilidade e tristeza.
Diálogo
A abordagem não empática desse sofrimento pode desgastar ainda mais as relações interpessoais, justamente quando mais precisamos delas. Oferecer ajuda com diálogo aberto e uma visão menos estigmatizada do sofrimento mental, pode ser um grande passo para uma relação saudável.
Em virtude dos fatos mencionados, entende-se que a relação familiar é um elemento importante em tempos de pandemia, todavia, estratégias de cuidado e leitura emocional do outro e de si mesmo podem determinar a qualidade e a força dessa relação como um aspecto estrutural da saúde mental. Afinal, saúde mental pode começar pelo olhar acolhedor daqueles que tanto amamos. 
Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/artigos/saudemental-em-tempos-de-pandemia-1.234535. Acesso em: 04 dez. 2020.
Assinale a alternativa em que o termo destacado expressa a noção semântica de conclusão.
Alternativas
Q1754249 Português
Saúde mental em tempos de pandemia
Relações sociais, estresse e resiliência
KELLY PEREIRA ROBIS
O ser humano tende a buscar prazer em todas as suas vivências. No entanto, momentos ruins fazem parte da vida e precisam ser vividos. Vivências negativas não são totalmente deletérias: pessoas que estão passando por momentos de estresse tendem a ajudar mais os outros e valorizam muito mais as relações interpessoais. Essas relações sociais podem contribuir para que a prevenção do adoecimento mental aconteça, podendo fazer parte de um mecanismo chamado resiliência.
A família, sob uma perspectiva antropológica, é um grupo social concreto no qual se estabelece a reciprocidade e a complementaridade que certamente podem ser um mecanismo de proteção em termos de saúde mental, em tempos de estresse e de isolamento.
Considerando o contexto atual de pandemia, essa relação, que é tão importante, para o ser humano pode ser fragilizada pela mudança abrupta da rotina e por reações emocionais inerentes ao momento. Dessa forma, a qualidade dos relacionamentos precisa ser valorizada. Problemas individuais devem ser levados em consideração, uma vez que respostas afetivas como a ansiedade e o medo podem nos tornar mais irritáveis e impulsivos.
Agressividade
Como consequência, podemos imputar ao outro o resultado de uma vivência pessoal, ao sermos hostis e agressivos. Claramente, essa emoção precisa ser “colocada para fora”, mas, não de forma violenta: dividir o sofrimento e as preocupações por meio do diálogo é consideravelmente mais efetivo e saudável do que uma comunicação agressiva.
Todavia, o estado emocional do outro também precisa ser levado em consideração, por isso a leitura do ambiente é fundamental. Sinais de estresse podem ser expressos pela pessoa com quem dividimos o convívio como alterações de sono, apetite, irritabilidade e tristeza.
Diálogo
A abordagem não empática desse sofrimento pode desgastar ainda mais as relações interpessoais, justamente quando mais precisamos delas. Oferecer ajuda com diálogo aberto e uma visão menos estigmatizada do sofrimento mental, pode ser um grande passo para uma relação saudável.
Em virtude dos fatos mencionados, entende-se que a relação familiar é um elemento importante em tempos de pandemia, todavia, estratégias de cuidado e leitura emocional do outro e de si mesmo podem determinar a qualidade e a força dessa relação como um aspecto estrutural da saúde mental. Afinal, saúde mental pode começar pelo olhar acolhedor daqueles que tanto amamos. 
Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/artigos/saudemental-em-tempos-de-pandemia-1.234535. Acesso em: 04 dez. 2020.
Assinale a alternativa em que o conectivo “que” esteja sendo utilizado para retomar um termo antecedente.
Alternativas
Q1754247 Português
Saúde mental em tempos de pandemia
Relações sociais, estresse e resiliência
KELLY PEREIRA ROBIS
O ser humano tende a buscar prazer em todas as suas vivências. No entanto, momentos ruins fazem parte da vida e precisam ser vividos. Vivências negativas não são totalmente deletérias: pessoas que estão passando por momentos de estresse tendem a ajudar mais os outros e valorizam muito mais as relações interpessoais. Essas relações sociais podem contribuir para que a prevenção do adoecimento mental aconteça, podendo fazer parte de um mecanismo chamado resiliência.
A família, sob uma perspectiva antropológica, é um grupo social concreto no qual se estabelece a reciprocidade e a complementaridade que certamente podem ser um mecanismo de proteção em termos de saúde mental, em tempos de estresse e de isolamento.
Considerando o contexto atual de pandemia, essa relação, que é tão importante, para o ser humano pode ser fragilizada pela mudança abrupta da rotina e por reações emocionais inerentes ao momento. Dessa forma, a qualidade dos relacionamentos precisa ser valorizada. Problemas individuais devem ser levados em consideração, uma vez que respostas afetivas como a ansiedade e o medo podem nos tornar mais irritáveis e impulsivos.
Agressividade
Como consequência, podemos imputar ao outro o resultado de uma vivência pessoal, ao sermos hostis e agressivos. Claramente, essa emoção precisa ser “colocada para fora”, mas, não de forma violenta: dividir o sofrimento e as preocupações por meio do diálogo é consideravelmente mais efetivo e saudável do que uma comunicação agressiva.
Todavia, o estado emocional do outro também precisa ser levado em consideração, por isso a leitura do ambiente é fundamental. Sinais de estresse podem ser expressos pela pessoa com quem dividimos o convívio como alterações de sono, apetite, irritabilidade e tristeza.
Diálogo
A abordagem não empática desse sofrimento pode desgastar ainda mais as relações interpessoais, justamente quando mais precisamos delas. Oferecer ajuda com diálogo aberto e uma visão menos estigmatizada do sofrimento mental, pode ser um grande passo para uma relação saudável.
Em virtude dos fatos mencionados, entende-se que a relação familiar é um elemento importante em tempos de pandemia, todavia, estratégias de cuidado e leitura emocional do outro e de si mesmo podem determinar a qualidade e a força dessa relação como um aspecto estrutural da saúde mental. Afinal, saúde mental pode começar pelo olhar acolhedor daqueles que tanto amamos. 
Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/artigos/saudemental-em-tempos-de-pandemia-1.234535. Acesso em: 04 dez. 2020.
De acordo com o texto, é correto afirmar que
Alternativas
Q1754169 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.

(Disponível em: https://epocanegocios.globo.com/ - texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que apresenta um tipo de conflito NÃO mencionado pela autora do texto como exemplo de objeto de mediação.
Alternativas
Respostas
26321: A
26322: A
26323: E
26324: C
26325: E
26326: E
26327: E
26328: C
26329: C
26330: B
26331: C
26332: D
26333: A
26334: C
26335: A
26336: E
26337: B
26338: A
26339: C
26340: A