Questões de Concurso
Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
Foram encontradas 53.186 questões

*PA – Project Agreement (Acordo de Projeto)
Artigos do Acordo entre o Governo da República Federativa do Brasil e o
Governo dos Estados Unidos da América Referente a Projetos de Pesquisa,
Desenvolvimento, Teste e Avaliação (Acordo RDT&E). Disponível em:
De acordo com as ideias apresentadas no texto, julgue (C ou E) o item a seguir.
O art. 5.11 do Acordo RDT&E estipula que uma Parte
poderá beneficiar-se de obrigações contratuais
incorridas pela outra Parte somente após o pagamento
de sua parte equitativa do Contrato ou outra obrigação.
Texto 3


BARBOSA, Ruy (2013-11-06T22:58:59). Obras de Ruy Barbosa. Biblioteca Digital. Edição do Kindle, com adaptações.
Segundo se depreende do 12º parágrafo do texto (linhas de 29 a 37), o Partido Conservador preteriu “o interesse imorredouro da verdade” (linhas 34 e 35), “as necessidades imperiosas do futuro” (linhas 35 e 36) e “os direitos inalienáveis de uma raça escravizada” (linha 37).
Texto 3


BARBOSA, Ruy (2013-11-06T22:58:59). Obras de Ruy Barbosa. Biblioteca Digital. Edição do Kindle, com adaptações.
Considerando as ideias contidas no texto, julgue (C ou E) o item a seguir.
No 13º parágrafo do texto – “Não protesteis! (...) do
trono?” (linhas de 38 a 45) –, o autor do texto evidencia o
caráter impermanente da emancipação, que ora é tratada
como “tão urgente” (linha 39) e como “necessidade capital
do País” (linha 41), ora é considerada como “tão
secundária, tão indiferente, tão remota” (linhas 43 e 44).
Texto 3


BARBOSA, Ruy (2013-11-06T22:58:59). Obras de Ruy Barbosa. Biblioteca Digital. Edição do Kindle, com adaptações.
Considerando as ideias contidas no texto, julgue (C ou E) o item a seguir.
A despeito dos fatos relatados no texto, observa-se
algum otimismo com relação ao futuro do País no que
diz respeito à emancipação da escravatura.
Texto 3


BARBOSA, Ruy (2013-11-06T22:58:59). Obras de Ruy Barbosa. Biblioteca Digital. Edição do Kindle, com adaptações.
Considerando as ideias contidas no texto, julgue (C ou E) o item a seguir.
O termo “fala”, na expressão “fala do trono de 1869” (linha
15), faz referência, de forma crítica, ao “silêncio” (linha 22)
e à “abstenção” (linha 23) do governante, mencionados nas
linhas seguintes do texto.
Texto 3


BARBOSA, Ruy (2013-11-06T22:58:59). Obras de Ruy Barbosa. Biblioteca Digital. Edição do Kindle, com adaptações.
Considerando as ideias contidas no texto, julgue (C ou E) o item a seguir.
Ainda que encerre críticas à história da emancipação da
escravatura no País, o texto reconhece a importância da
herança deixada por esse momento histórico à nação, como
aquela que se observa, por exemplo, no manejo da lavoura,
mencionada no segundo parágrafo.
Texto 2

No texto, a expressão “a língua javanesa” (linha 11) é retomada de diversas maneiras, de modo a evitar sua repetição. Entre essas formas, é correto citar: “a tal língua malaia” (linhas 16 e 17), “o meu ‘a-b-c’ malaio” (linha 26), “a língua mais fácil do mundo” (linhas 28 e 29), “o javanês” (linha 45), “idioma oceânico” (linha 47), “o alfabeto javanês” (linha 51) e “língua malaia” (linha 52).
Texto 2

Tendo em vista as ideias e os sentidos do texto, julgue (C ou E) o item a seguir.
Ao mencionar o Timor (linha 38), o narrador-personagem
diz atacar o patriotismo de seu interlocutor (linha 37), que
tem nacionalidade portuguesa, em razão de o Timor já ter
sido uma colônia de Portugal e de ser uma localidade na
qual se fala a língua portuguesa.
Texto 2

Tendo em vista as ideias e os sentidos do texto, julgue (C ou E) o item a seguir.
No trecho “Convenci-me... cômodos:” (linhas de 28 a 30), fica clara a intenção do narrador-personagem de provocar um encontro com o encarregado dos aluguéis dos cômodos, ao sair de casa cedo.
Texto 2

Tendo em vista as ideias e os sentidos do texto, julgue (C ou E) o item a seguir.
Entre as características do narrador-personagem,
destacam-se a sagacidade e a predisposição para a
aprendizagem de línguas estrangeiras.
Texto 2

Tendo em vista as ideias e os sentidos do texto, julgue (C ou E) o item a seguir.
De acordo com o texto, o narrador-personagem
passava por dificuldades financeiras e, no intuito de
conseguir um emprego, tornou-se professor de língua
javanesa.
Texto 1
Uma página em branco

SANT'ANNA, Sérgio. O concerto de João Gilberto no Rio de Janeiro.
Companhia das Letras, 2014.
Considerando as ideias e os sentidos do texto, julgue (C ou E) o item a seguir.
Nos dois últimos parágrafos do texto (linhas de 30 a 37), o
autor sugere que se deve deixar-se levar pelas escolhas que
a vida faz, visto que, embora não se perceba, cada homem
já nasce com o próprio destino traçado.
Texto 1
Uma página em branco

SANT'ANNA, Sérgio. O concerto de João Gilberto no Rio de Janeiro.
Companhia das Letras, 2014.
Considerando as ideias e os sentidos do texto, julgue (C ou E) o item a seguir.
O autor implicitamente apresenta uma crítica a dois
modos de vida distintos: o de quem se envolve com a
criminalidade – em que se faz “o percurso das ruas,
artérias, os bares, as favelas, a prostituição, os rituais,
os crimes” (linhas 20 e 21) – e o de quem se contenta
com a mesmice e a previsibilidade – em que se
permanece “numa casa, caixa, onde no quarto durmam
crianças, no fogão haja um resto de comida e, na cama,
esperando, certa mulherzinha” (linhas de 22 a 24).
Texto 1
Uma página em branco

SANT'ANNA, Sérgio. O concerto de João Gilberto no Rio de Janeiro.
Companhia das Letras, 2014.
Considerando as ideias e os sentidos do texto, julgue (C ou E) o item a seguir.
Para o autor do texto, uma página em branco
corresponde a “um universo cheio de vidas
escolhíveis” (linhas 17 e 18).
Texto 1
Uma página em branco

SANT'ANNA, Sérgio. O concerto de João Gilberto no Rio de Janeiro.
Companhia das Letras, 2014.
Na linha 34, o pronome “o” pode ter como referente tanto o nome “homem” (linha 31) quanto o sintagma “o itinerário” (linha 32); em ambos os casos, a coerência do texto é preservada.
Leia o texto e responda a questão.
SÓ SEREI FELIZ
Se tiver grana, roupas legais e puder gastar com o que bem entender.
A gente não vai aqui repetir o velho ditado dizendo que “dinheiro não traz felicidade”, como se isso fosse um consolo para quem está sem grana. Mas também não dá para bancar a cínica e rebater afirmando que “trazer, não traz, mas compra”. Brincadeiras à parte, a verdade é que a felicidade é um estado que não se compra, mas pode ser encontrada nas coisas mais simples da vida. Você pode experimentar, por exemplo:
Tomar um picolé; levar seus olhos para passear e ver quanta coisa bonita existe na natureza para ser apreciada; Dividir uma pizza com os amigos; Andar de mãos dadas com o namorado; Surpreender seu pai que chegou cansado do trabalho com um beijo carinhoso; Sair para passear com seu cachorrinho; Tomar conta da filhinha da vizinha e brincar de fazer bolinhas de sabão.
Enfim, dá para resumir em poucas palavras: encontrar a felicidade é bem mais fácil do que você imaginava, não é mesmo?
Revista Atrevida. Número 161.
Leia o texto e responda a questão.
SÓ SEREI FELIZ
Se tiver grana, roupas legais e puder gastar com o que bem entender.
A gente não vai aqui repetir o velho ditado dizendo que “dinheiro não traz felicidade”, como se isso fosse um consolo para quem está sem grana. Mas também não dá para bancar a cínica e rebater afirmando que “trazer, não traz, mas compra”. Brincadeiras à parte, a verdade é que a felicidade é um estado que não se compra, mas pode ser encontrada nas coisas mais simples da vida. Você pode experimentar, por exemplo:
Tomar um picolé; levar seus olhos para passear e ver quanta coisa bonita existe na natureza para ser apreciada; Dividir uma pizza com os amigos; Andar de mãos dadas com o namorado; Surpreender seu pai que chegou cansado do trabalho com um beijo carinhoso; Sair para passear com seu cachorrinho; Tomar conta da filhinha da vizinha e brincar de fazer bolinhas de sabão.
Enfim, dá para resumir em poucas palavras: encontrar a felicidade é bem mais fácil do que você imaginava, não é mesmo?
Revista Atrevida. Número 161.
Leia o texto abaixo e responda a questão.
O não desaparecimento de Maria Sombrinha
[...]
Deu-se o caso numa família pobre, tão pobre que nem tinha doenças. Dessas em que se morre mesmo saudável. Não sendo, pois espantável que esta narração acabe em luto. Em todo o mundo, os pobres têm essa estranha mania de morrerem muito. Um dos mistérios dos lares famintos é falecerem tantos parentes e a família aumentar cada vez mais. Adiante, diria o camaleonino réptil.
A família de Maria Sombrinha vivia em tais misérias, que nem queria saber de dinheiro. A moeda é o grão de areia esfluindo entre os dedos? Pois, ali nem dedos. Tudo começou com o pai de Sombrinha. Ele se sentou, uma noite, à cabeceira da mesa. Fez as rezas e olhou o tampo vazio.
[...]
Por fim, sua visão minguante aconteceu com Sombrinha. Ele via o tamanho dela se acanhar, mais e mais pequenita. E se queixava, pressentimental: - “Esta menina está-se a enxugar no poente...”
[...]
Valia a pena sombrear a miúda, minhocar-lhe o juízo? Mas Sombrinha não deixou de rimar com a alegria. Afinal, era ainda menos que adolescente, dada somente a brincriações. Sendo ainda tão menina, contudo, um certo dia ela se barrigou, carregada de outrem. Noutros termos: ela se apresentou grávida. Nove meses depois se estreava a mãe. Sem ter idade para ser filha como podia desempenhar maternidades?
A criancinha nasceu, de simples escorregão, tão minusculinha que era. A menina pesava tão nada que a mãe se esquecia dela em todo o lado. Ficava em qualquer canto sem queixa nem choro.
[...]
Deram o nome à menininha: Maria Brisa. Que ela nem vento lembrava, simples aragem. Dona mãe ralhava, mas sem nunca fechar riso, tudo em disposições. Até que certa vez repararam em Maria Brisa. Porque a barriguinha dela crescia, parecia uma lua em estação cheia. Sombrinha ainda devaneou. Deveria ser um vazio mal digerido. Gases crescentes, arrotos tontos. Mas depois, os seios lhe incharam. E concluíram, em tremente arrepiação: a recém-nascida estava grávida! E, de facto, nem tardaram os nove meses. Maria Brisa dava à luz e Maria Sombrinha ascendia a mãe e avó quase em mesma ocasião. Sombrinha passou a tratar de igual seus rebentinhos - a filha e a filha da filha. Uma pendendo em cada pequenino seio.
A família deu conta, então, do que o pai antes anunciara: Sombrinha, afinal das contas, sempre se confirmava regredindo. De dia para dia ela ia ficando sempre menorzita. Não havia que iludir - as roupas iam sobrando, o leito ia crescendo. Até que ficou do mesmo tamanho da filha. Mas não se quedou por ali. Continuou definhando a pontos de competir com a neta.
Os parentes acreditaram que ela já chegara ao mínimo, mas, afinal, ainda continuava a reduzir-se. Até que ficou do tamanho de uma unha negra. A mãe, as primas, as tias a procuravam, agulha em capinzal.
Encontravam-na em meio de um anónimo buraco e lhe deixavam cair uma gotícula de leite.[...]
Até que, um dia, a menina se extingiu, em idimensão.
Sombrinha era incontemplável a vistas nuas. Choraram os familiares, sem conformidade. Como iriam ficar as duas orfãzinhas, ainda na gengivação de leite? A mãe ordenou que se fosse ao quintal e se trouxesse o esquecido pai. O velho entrou sem entender o motivo do chamamento. Mas, assim que passou a porta, ele olhou o nada e chamou, em encantado riso:
- “Sombrinha, que faz você nessa poeirinha?”
E depois pegou numa imperceptível luzinha e suspendeu-a no vazio dos braços. “Venha que eu vou cuidar de si”, murmurou enquanto regressava para o quintal da casa, nas traseiras da vida.
Mia Couto, Contos do nascer da Terra
Leia o texto abaixo e responda a questão.
Animal não é brinquedo, sente fome, frio e medo!
Por isso, não pode ser descartado e deixado à própria sorte nas ruas.
Quando você leva um animal para sua casa, a responsabilidade pela vida e a qualidade de vida dele é SUA!
Posse Responsável – maltratar ou abandonar animais é CRIME previsto em lei.
Disponível em: http://lolaeamigos.blogspot.com.