Questões de Concurso
Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
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SERVIDORES PÚBLICOS
Condsef/Fenadsef. Públicado em 23/06/2020 (trecho com adaptações).
A existência de menos servidores significa menos atendimento, menos assistência e, consequentemente, abandono social e miséria. O discurso que afirma que servidores são onerosos para a nação é oportunista para retirar direitos da população e destinar recursos a empresas privadas, que não têm compromisso social e visam o lucro.
No passado, antes da instituição dos concursos públicos, os cargos eram ocupados por indicações, mas a Constituição Federal de 1988 instituiu a seleção ampla e universal como forma de ingresso na Administração Pública. Dessa forma, todos podem concorrer a vagas em cargos púbicos, através da participação em concursos públicos, que selecionam, através de provas, os profissionais mais capacitados.
Atualmente, servidores contribuem com a Previdência, não têm direito a FGTS e podem ter aposentadoria suspensa a qualquer momento. A realidade prova que a categoria está distante do perfil pintado pelos governantes neoliberais.
“O descaso com os serviços públicos, com as políticas
públicas e o preconceito com o funcionalismo são brigas
que enfrentamos diariamente. Pregam o Estado Zero
quando o Estado tem que ser máximo. Hoje é um dia
importante para que a população se envolva na nossa luta e
defenda o patrimônio público”, finaliza Sérgio Ronaldo.
Leia o texto 'SERVIDORES PÚBLICOS' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. No passado, antes da instituição dos concursos públicos, os cargos eram ocupados por indicações, como fica claro após a leitura do texto.
II. O texto defende a ideia de que os servidores públicos são aliados da população brasileira e, por isso, devem ser relutantes em elevar os próprios salários, de acordo com o texto.
III. A redução na quantidade de servidores causa menos atendimento ao público, menos assistência à população e menos abandono social, conforme o texto.
Marque a alternativa CORRETA:
SERVIDORES PÚBLICOS
Condsef/Fenadsef. Públicado em 23/06/2020 (trecho com adaptações).
A existência de menos servidores significa menos atendimento, menos assistência e, consequentemente, abandono social e miséria. O discurso que afirma que servidores são onerosos para a nação é oportunista para retirar direitos da população e destinar recursos a empresas privadas, que não têm compromisso social e visam o lucro.
No passado, antes da instituição dos concursos públicos, os cargos eram ocupados por indicações, mas a Constituição Federal de 1988 instituiu a seleção ampla e universal como forma de ingresso na Administração Pública. Dessa forma, todos podem concorrer a vagas em cargos púbicos, através da participação em concursos públicos, que selecionam, através de provas, os profissionais mais capacitados.
Atualmente, servidores contribuem com a Previdência, não têm direito a FGTS e podem ter aposentadoria suspensa a qualquer momento. A realidade prova que a categoria está distante do perfil pintado pelos governantes neoliberais.
“O descaso com os serviços públicos, com as políticas
públicas e o preconceito com o funcionalismo são brigas
que enfrentamos diariamente. Pregam o Estado Zero
quando o Estado tem que ser máximo. Hoje é um dia
importante para que a população se envolva na nossa luta e
defenda o patrimônio público”, finaliza Sérgio Ronaldo.
Leia o texto 'SERVIDORES PÚBLICOS' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. A Constituição Federal instituiu a seleção ampla e universal como forma de ingresso na Administração Pública, de acordo com o texto.
II. À luz da Constituição Federal, conforme o texto, todos podem concorrer a um cargo público e as provas selecionam os profissionais mais capacitados, que devem ser valorizados por isso.
III. O texto traz ao leitor a ideia de que, para Sérgio Ronaldo, as pessoas pregam o Estado Zero quando o Estado tem que ser máximo, e que a população deve se envolver na luta e defesa do patrimônio público.
Marque a alternativa CORRETA:
SERVIDORES PÚBLICOS
Condsef/Fenadsef. Públicado em 23/06/2020 (trecho com adaptações).
A existência de menos servidores significa menos atendimento, menos assistência e, consequentemente, abandono social e miséria. O discurso que afirma que servidores são onerosos para a nação é oportunista para retirar direitos da população e destinar recursos a empresas privadas, que não têm compromisso social e visam o lucro.
No passado, antes da instituição dos concursos públicos, os cargos eram ocupados por indicações, mas a Constituição Federal de 1988 instituiu a seleção ampla e universal como forma de ingresso na Administração Pública. Dessa forma, todos podem concorrer a vagas em cargos púbicos, através da participação em concursos públicos, que selecionam, através de provas, os profissionais mais capacitados.
Atualmente, servidores contribuem com a Previdência, não têm direito a FGTS e podem ter aposentadoria suspensa a qualquer momento. A realidade prova que a categoria está distante do perfil pintado pelos governantes neoliberais.
“O descaso com os serviços públicos, com as políticas
públicas e o preconceito com o funcionalismo são brigas
que enfrentamos diariamente. Pregam o Estado Zero
quando o Estado tem que ser máximo. Hoje é um dia
importante para que a população se envolva na nossa luta e
defenda o patrimônio público”, finaliza Sérgio Ronaldo.
Leia o texto 'SERVIDORES PÚBLICOS' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. À luz do texto, o descaso com os serviços públicos, com as políticas públicas e o preconceito com o funcionalismo são brigas cotidianas.
II. O discurso que afirma que servidores são onerosos para a nação é realista pois preserva direitos da população e destina recursos a empresas privadas, como pode ser percebido através da leitura do texto.
III. Atualmente, de acordo com as informações do texto, os servidores contribuem com a Previdência, não têm direito ao FGTS e podem ter aposentadoria suspensa a qualquer momento.
Marque a alternativa CORRETA
Considerando os aspectos linguísticos do texto, julgue o item.
Ao empregar a palavra “embotada” (linha 2), o autor
trata de um modo específico de pensar, que é o pensar
com astúcia.
Com relação aos sentidos e às ideias do texto, julgue o item.
A palavra “droga”, em “droga da obediência” (linha 38),
atribui sentido pejorativo à obediência, como forma de
o autor defender que ela não tem utilidade.
Com relação aos sentidos e às ideias do texto, julgue o item.
De acordo com o texto, a desobediência é rara porque
as pessoas temem ser mal vistas se desobedecerem às
ordens de um superior.
Com relação aos sentidos e às ideias do texto, julgue o item.
O personagem Doutor Q. I. é tratado como “herói” no
primeiro parágrafo do texto.
Com relação aos sentidos e às ideias do texto, julgue o item.
No primeiro período do texto, o trecho subsequente ao
travessão representa uma crítica do autor à afirmação
“obedece quem tem juízo” (linha 1), que compõe o
ditado popular que inicia o texto.
Com relação aos sentidos e às ideias do texto, julgue o item.
O texto argumenta que, em geral, somos socialmente
impelidos a obedecer.
Com relação aos sentidos e às ideias do texto, julgue o item.
O texto busca subverter a lógica da obediência,
deslegitimando-a.
Com relação aos sentidos e às ideias do texto, julgue o item.
Embora o texto não seja essencialmente narrativo, o
autor narra o enredo de uma obra literária como recurso
discursivo para apresentar reflexões acerca do tema da
obediência.
Unidade, coerência e ênfase são os três fatores cruciais para a boa estruturação de um texto.
Em um texto, quando uma palavra não couber inteiramente em uma linha, é necessário dividi-la com um pequeno traço.


O trecho “cada indivíduo tem expectativas, motivações e níveis de comprometimento diferentes, independentemente da geração” (linhas de 29 a 31) transmite uma ideia de explicação no texto.


O texto afirma que jovens costumam ser insubordinados e que isso, dentro do ambiente organizacional, resulta em conflitos com os profissionais mais experientes.


Segundo o texto, existe uma percepção generalizada de que os profissionais idosos, por seus anos de experiência, têm mais chances de superar os desafios organizacionais da atualidade que os jovens.


A visão interacionista do conflito é destacada no texto como vantajosa porque permite às organizações evitar conflitos entre seus funcionários de diferentes idades.


Conclui-se do texto que, em comparação à visão tradicional, a visão interacionista do conflito é mais condizente com o contexto atual das organizações.
Com relação aos aspectos linguísticos e aos sentidos do texto apresentado, julgue o item seguinte.
No final do segundo parágrafo, o trecho “a certeza de ser
punido é que deve desviar o homem do crime” reforça e
esclarece o que se afirma em relação à punição no trecho
“sua eficácia é atribuída à sua fatalidade”.
VÍNCULOS DO TEMPO
O ritmo frenético não justifica deixar de fazer o que é relevante.
É preciso ir devagar se quisermos ir longe, diz o ditado, com a sabedoria das constatações simples, aquelas que nascer da observação da natureza. Os Índios, por exemplo, são mestres no ofício de tirar lições de vida a partir das circunstâncias que lhes cercam e determinam sua existência. O céu, o rio, a floresta, as estações, tudo para os Índios tem um valor que nós, habitantes da cidade, com frequência subestimamos - o valor sublime daguilo que nos é dado pelo universo. Como o tempo.
Apesar de tentarmos controlá-lo com ponteiros ou telas digitais, o tempo não é mensurável por um único padrão. Ele acelera e desacelera de acordo com nosso estado de espirito. Há o tempo medido pela urgência, quando um prazo se impõe. Há o tempo do lazer, da conversa agradável, que se dissipa num piscar de olhos. Há o tempo preguiçoso, que escore por entre os dedos desperdiçado coma água preciosa. Há o tempo de festa e o tempo de luto, cada um dura quanto deve durar, mais curto e intenso para uns, mais longo e diluído para outros. É subjetiva, portanto, a percepção do tempo, esse “tambor de todos os ritmos”, na definição precisa de Caetano Veloso.
Nas últimas décadas, nos acostumamos a um ritmo frenético, inimaginável para nossos pais e avós. Os avanços da tecnologia multiplicaram nossas obrigações. ironicamente, cada facilidade a que temos acesso corresponde a uma dificuldade exira, uma tarefa adiclonal. O celular, por exemplo, nos franqueia o contato imediato com o mundo, mas demanda atenção a inúmeros grupos, nem todos realmente importantes. Com tantas facilidades ao nosso dispor, ficou mais complicado conciliar todas as esferas da vida - trabalho, estudo, família, amigos, lazer. Assim, engolidos pela rotina, vamos passando os dias sem dedicar um minuto a nós mesmos ou negligenciando os que nos são mais próximos.
Até que ponto, no entanto, as múltiplas distrações da vida modema são desculpa para não fazermos o que mais importa?
Algumas pessoas têm um admirável talento para fazer o tempo render, a convicção de que quinze minutos da agenda é tempo precioso. Fazem tudo com consciência, aproveitam cada reunião, cada conversa, para extrair o máximo do momento. Além de excelentes administradores do tempo, são notáveis gestores da informação que recebem - o que também os faz economizar tempo para apreciá-lo da maneira que se deve.
Conheço executivos que só comissionam trabalhos a quem “não tem tempo”. Sabem que os profissionais mais demandados produzirão o tempo extra que for necessário. Sim, porque é possivel fazer o própriotempo.
O distanciamento social mudou um pouco nossa relação com o tempo. Reduzimos a marcha, o que nos deu a oportunidade de rever a maneira como o desfrutamos. É esse o momento de encarar aquele projeto pessoal tantas vezes adiado. Pode ser o que for: testar uma receita nova, planejar uma viagem dos sonhos para quando tudo isso passar, se dedicar a montar a árvore genealógica da família, ler aquete clássico com calma que ele merece. E, sobretudo, conviver mais com quem amamos. Aliás, é sempre bom lembrar que o tempo compartilhado com alguém é a mais poderosa força criadora de vínculos.
FONTE: DINIZ, Lucília. Veja, 14/04/21
