Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q1946472 Português
Leia o texto, para responder à questão.


Um dia na vida de Adão e Eva

  Para entender nossa natureza, nossa história e nossa psicologia, devemos entrar na cabeça dos nossos ancestrais caçadores-coletores.
   O campo próspero da psicologia evolutiva afirma que muitas de nossas características psicológicas e sociais do presente foram moldadas durante essa longa era pré-agrícola. Ainda hoje, afirmam especialistas da área, nosso cérebro e nossa mente são adaptados para uma vida de caça e coleta. Nossos hábitos alimentares e nossos conflitos são todos consequência do modo como nossa mente de caçadores- -coletores interage com o ambiente pós-industrial de nossos dias, com megacidades, aviões, telefones e computadores. Esse ambiente nos dá mais recursos materiais e vida mais longa do que a desfrutada por qualquer geração anterior, mas também nos faz sentir alienados, deprimidos e pressionados.
   Para entender por quê, apontam os psicólogos evolutivos, precisamos nos aprofundar no mundo de caçadores-coletores que nos moldou, o mundo que, subconscientemente, ainda habitamos.
   Por que, por exemplo, as pessoas se regalam com alimentos altamente calóricos que tão pouco bem fazem a seus corpos? Nas savanas e florestas que caçadores-coletores habitavam, alimentos doces e calóricos eram extremamente raros, e a comida em geral era escassa. Se uma mulher da Idade da Pedra se deparasse com uma árvore repleta de figos, a coisa mais razoável a fazer era ingerir o máximo que pudesse imediatamente, antes que um bando de babuínos comesse tudo. Hoje, podemos morar em apartamentos com geladeiras abarrotadas, mas nosso DNA ainda pensa que estamos em uma savana. É o que nos motiva a comer um pote inteiro de sorvete.


(Yuval Noah Harari. Sapiens: uma breve história da humanidade. 34ª ed. – Porto Alegre, RS: L&PM, 2018. Excerto adaptado)
Conforme apontado no texto,
Alternativas
Q1946469 Português
Leia o texto, para responder à questão.

Especialistas deveriam se impor pela competência,
não pelo lobby*

    Nesta semana eu quase recobrei minha fé na humanidade.
   Com a retomada das aulas presenciais, perguntei a meu filho David, que cursa duas faculdades, como ele faria com a educação física. O menino me olhou como se eu viesse de Saturno e me explicou, para minha surpresa, que a educação física não é mais disciplina obrigatória no ensino superior. Ao contrário do que acontecia no meu tempo, a molecada não precisa mais submeter-se às aulas de Educação Física para obter seu diploma.
   Não me entendam mal. Sou um entusiasta da atividade física. Há mais de 20 anos corro quase que diariamente. E recomendo a todos que se mexam, se possível sob a orientação de um profissional. Mas sou veementemente contrário ao hábito corporativista, tão disseminado por aqui, de sequestrar o poder do Estado para criar reservas de mercado.
   Acredito em ciência e estudo. Vale a pena procurar um especialista. Mas fazê-lo deve ser uma escolha, não uma obrigatoriedade. Numa sociedade funcional, você recorre aos serviços de um profissional, seja o educador físico, o advogado ou qualquer outro, porque ele oferece um saber e uma experiência que lhe interessam, não porque a lei o obriga a fazê-lo. Em outras palavras, os especialistas deveriam se impor por sua competência, não por seus lobbies.
   O leitor atento deve ter percebido que enfiei um “quase” ali no começo do texto. Embora tenha ficado feliz ao descobrir que a educação física não é mais requisito para um diploma universitário, ao investigar melhor como isso aconteceu, fiquei com a impressão de que a desobrigatoriedade não veio porque legisladores e conselheiros ficaram mais sábios, mas porque o lobby dos donos de faculdade é mais forte que o dos professores de educação física.


*Lobby: atividade de pressão de um grupo organizado sobre políticos e poderes públicos, que visa exercer sobre estes qualquer influência ao seu alcance.


(Hélio Schwartsman. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ helioschwartsman/2022/03/especialistas-deveriam-se-impor-pelacompetencia-nao-pelo-lobby.shtml. 18.03.2022. Adaptado)
Considere as passagens do texto:

•  O menino me olhou como se eu viesse de Saturno... (2º parágrafo)
•  ... submeter-se às aulas de Educação física para obter seu diploma. (2º parágrafo)
•  Em outras palavras, os especialistas deveriam se impor por sua competência... (4º parágrafo)

No contexto em que estão inseridos, os termos destacados expressam, respectivamente, sentidos de 
Alternativas
Q1946467 Português
Leia o texto, para responder à questão.

Especialistas deveriam se impor pela competência,
não pelo lobby*

    Nesta semana eu quase recobrei minha fé na humanidade.
   Com a retomada das aulas presenciais, perguntei a meu filho David, que cursa duas faculdades, como ele faria com a educação física. O menino me olhou como se eu viesse de Saturno e me explicou, para minha surpresa, que a educação física não é mais disciplina obrigatória no ensino superior. Ao contrário do que acontecia no meu tempo, a molecada não precisa mais submeter-se às aulas de Educação Física para obter seu diploma.
   Não me entendam mal. Sou um entusiasta da atividade física. Há mais de 20 anos corro quase que diariamente. E recomendo a todos que se mexam, se possível sob a orientação de um profissional. Mas sou veementemente contrário ao hábito corporativista, tão disseminado por aqui, de sequestrar o poder do Estado para criar reservas de mercado.
   Acredito em ciência e estudo. Vale a pena procurar um especialista. Mas fazê-lo deve ser uma escolha, não uma obrigatoriedade. Numa sociedade funcional, você recorre aos serviços de um profissional, seja o educador físico, o advogado ou qualquer outro, porque ele oferece um saber e uma experiência que lhe interessam, não porque a lei o obriga a fazê-lo. Em outras palavras, os especialistas deveriam se impor por sua competência, não por seus lobbies.
   O leitor atento deve ter percebido que enfiei um “quase” ali no começo do texto. Embora tenha ficado feliz ao descobrir que a educação física não é mais requisito para um diploma universitário, ao investigar melhor como isso aconteceu, fiquei com a impressão de que a desobrigatoriedade não veio porque legisladores e conselheiros ficaram mais sábios, mas porque o lobby dos donos de faculdade é mais forte que o dos professores de educação física.


*Lobby: atividade de pressão de um grupo organizado sobre políticos e poderes públicos, que visa exercer sobre estes qualquer influência ao seu alcance.


(Hélio Schwartsman. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ helioschwartsman/2022/03/especialistas-deveriam-se-impor-pelacompetencia-nao-pelo-lobby.shtml. 18.03.2022. Adaptado)
O autor do texto manifesta oposição à
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Q1946463 Português
Leia o texto, para responder à questão.


Ir ao mesmo lugar

   Como sempre dizemos, estamos vivendo amplamente realidades virtuais. Conhecemos o mundo através da televisão, que muitas vezes não o retrata tal como é, mas trata de reconstruí-lo ou até de construí-lo novamente. Cada vez mais, vemos apenas simulacros da realidade.
   Contudo, hoje as pessoas começaram a viajar como nunca antes. Cada vez mais gente, cujos pais foram no máximo a uma cidade vizinha, declara que visitou lugares com os quais eu, viajante compulsivo, ou melhor, profissional, ainda me limito a sonhar. Não deveríamos, portanto, ver esta paixão turística como uma forma de fugir da realidade virtual para ver “a própria coisa”? O turismo representa para muitos um modo de se reapropriar do mundo. Só que antes a experiência da viagem era decisiva, voltávamos diferentes do que éramos ao partir, enquanto agora só se encontra gente que volta sem ter sido tocada minimamente pela fascinação do Outro Lugar.
   Talvez isso aconteça porque hoje os locais de peregrinação real fazem o possível para ficarem parecidos com os locais de peregrinação virtual. Tudo que o local turístico deseja é ficar igual à sua própria imagem glamorizada pela mídia.
   Ocorre também que todos os lugares tendem a se parecer e dessa vez a globalização tem tudo a ver com a história. Penso em alguns lugares mágicos de Paris, onde pouco a pouco estão desaparecendo os velhos restaurantes, as livrarias à meia-luz, as lojinhas dos velhos artesãos, substituídos por lojas de estilistas internacionais, que por sua vez são as mesmas que podemos encontrar na em Nova York, em Londres, em Milão. As principais ruas das grandes cidades se parecem cada vez mais umas com as outras, além de exibirem as mesmas lojas.
   Quando tudo for igual a tudo, ninguém mais fará turismo para descobrir o mundo verdadeiro, mas para encontrar sempre, onde quer que esteja, aquilo que já conhece e que poderia ver perfeitamente ficando em casa diante da TV.


(Umberto Eco. Pape satàn aleppe: Crônicas de uma sociedade líquida. Editora Record, Rio de Janeiro: 2017. Adaptado)
A frase do primeiro parágrafo “Cada vez mais, vemos apenas simulacros da realidade” refere-se à ideia presente no texto segundo a qual
Alternativas
Q1946462 Português
Leia o texto, para responder à questão.


Ir ao mesmo lugar

   Como sempre dizemos, estamos vivendo amplamente realidades virtuais. Conhecemos o mundo através da televisão, que muitas vezes não o retrata tal como é, mas trata de reconstruí-lo ou até de construí-lo novamente. Cada vez mais, vemos apenas simulacros da realidade.
   Contudo, hoje as pessoas começaram a viajar como nunca antes. Cada vez mais gente, cujos pais foram no máximo a uma cidade vizinha, declara que visitou lugares com os quais eu, viajante compulsivo, ou melhor, profissional, ainda me limito a sonhar. Não deveríamos, portanto, ver esta paixão turística como uma forma de fugir da realidade virtual para ver “a própria coisa”? O turismo representa para muitos um modo de se reapropriar do mundo. Só que antes a experiência da viagem era decisiva, voltávamos diferentes do que éramos ao partir, enquanto agora só se encontra gente que volta sem ter sido tocada minimamente pela fascinação do Outro Lugar.
   Talvez isso aconteça porque hoje os locais de peregrinação real fazem o possível para ficarem parecidos com os locais de peregrinação virtual. Tudo que o local turístico deseja é ficar igual à sua própria imagem glamorizada pela mídia.
   Ocorre também que todos os lugares tendem a se parecer e dessa vez a globalização tem tudo a ver com a história. Penso em alguns lugares mágicos de Paris, onde pouco a pouco estão desaparecendo os velhos restaurantes, as livrarias à meia-luz, as lojinhas dos velhos artesãos, substituídos por lojas de estilistas internacionais, que por sua vez são as mesmas que podemos encontrar na em Nova York, em Londres, em Milão. As principais ruas das grandes cidades se parecem cada vez mais umas com as outras, além de exibirem as mesmas lojas.
   Quando tudo for igual a tudo, ninguém mais fará turismo para descobrir o mundo verdadeiro, mas para encontrar sempre, onde quer que esteja, aquilo que já conhece e que poderia ver perfeitamente ficando em casa diante da TV.


(Umberto Eco. Pape satàn aleppe: Crônicas de uma sociedade líquida. Editora Record, Rio de Janeiro: 2017. Adaptado)
Para o autor, a experiência de viajar
Alternativas
Q1946343 Português

O papel de parede venenoso pintado com arsênio que envenenou a Inglaterra do século XIX 


     Um “segredo fatal” ameaçava as casas da burguesia britânica em meados do século XIX, e não se tratava da ausência de maiores cuidados com a higiene pessoal que _______ doenças variadas sobre a população, mas sim de seus papéis de parede. Mais precisamente, da tinta usada para colorir os papéis que adornavam as casas da época e que trazia entre os componentes de sua fórmula um dos cinco venenos mais letais do mundo, o arsênio, que passou a envenenar lentamente parte da população do país.

      Segundo historiadores, o principal nome por trás da crise era o de William Morris, o mais popular designer da época, que - além de assinar a estampa e fabricação de papéis de parede - era herdeiro de uma mineradora estabelecida como uma das maiores produtoras de arsênio da época. 

      Apesar da toxicidade do elemento, ele era utilizado frequentemente para a fabricação de tintas com cores mais intensas e duradouras, presentes nos papéis decorativos, mas também em roupas, _______ e brinquedos. Isso acontecia porque as pessoas acreditavam que era preciso _______ diretamente o elemento para que ele pudesse envenenar alguém, ignorando o fato de que, especialmente a partir de uma superfície tão grande quanto uma parede inteira, o pigmento tóxico era capaz de lançar partículas e flocos de arsênio no ar e produzir um gás inodoro, porém letal.

      A situação se agravou especialmente na Inglaterra, mas, diante do fato de que o Reino Unido então ditava modas e exportava tendências de elegância e classe – e que assim os papéis de parede ingleses eram usados em casas por todo o mundo – causou uma crise com potencial global. Em meados de 1850, a situação já era noticiada nos jornais ingleses, tornando-se especialmente alarmada a partir de um incidente em 1862, quando algumas crianças vieram a falecer após arrancarem uma parte de um papel de parede para lamber o verde brilhante da estampa.
(Fonte: Hypeness - adaptado.) 
De acordo com o texto, assinalar a questão CORRETA: 
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Q1946273 Português

O câncer se esconde por trás de doenças mentais 

     Já se sabia que portadores de __________, transtorno do déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) e afins apresentam maior risco de morrer de câncer. Pois uma revisão de estudos da Universidade de Pádua, na Itália, traz um motivo para isso: há menor ________ a exames nessa turma.

      Com base nos hábitos de 4.717.839 pessoas, os cientistas descobriram que mulheres com algum transtorno mental são 35% menos propensas a realizar mamografias, enquanto os homens teriam uma chance 22% menor de submeter a própria próstata a check-ups.

      “O problema psiquiátrico pode dominar o cotidiano e tirar o foco de outras condições de saúde”, interpreta o oncologista Ricardo Marques, da Rede D’Or, em São Paulo. Fora que, às vezes, esses indivíduos não se dão bem com as máquinas que fazem o rastreamento de tumores e não entendem a necessidade de estarem ali. 
(Fonte: Abril - adaptado.) 
Em conformidade com o texto, analisar os itens abaixo: 
I. Portadores de doenças mentais têm risco maior de morrer de câncer.
II. Por tirar o foco de outras condições de saúde, os problemas psicológicos nunca dominam o cotidiano. 
Alternativas
Q1946128 Português


Texto para o item.



Homero Santiago. Cuidado com as notícias! In: Humanitas, ano 16, ed. 149, 2022, p. 82 (com adaptações). 

Julgue o item, que propõem alterações no texto apresentado. 


A substituição de “todavia” (linha 7) por assim alteraria o sentido original do texto.

Alternativas
Q1946120 Português


Texto para o item.



Homero Santiago. Cuidado com as notícias! In: Humanitas, ano 16, ed. 149, 2022, p. 82 (com adaptações). 

Considerando as ideias e as propriedades linguísticas do texto apresentado, julgue o item.


O autor julga absurda a ideia de uma invasão alienígena.

Alternativas
Q1946119 Português


Texto para o item.



Homero Santiago. Cuidado com as notícias! In: Humanitas, ano 16, ed. 149, 2022, p. 82 (com adaptações). 

Considerando as ideias e as propriedades linguísticas do texto apresentado, julgue o item.


De acordo com o texto, na situação ocorrida nos Estados Unidos, o formato de apresentação da peça ficcional foi determinante para que milhares de pessoas entendessem, equivocadamente, que se tratava de um acontecimento real. 

Alternativas
Q1946118 Português


Texto para o item.



Homero Santiago. Cuidado com as notícias! In: Humanitas, ano 16, ed. 149, 2022, p. 82 (com adaptações). 

Considerando as ideias e as propriedades linguísticas do texto apresentado, julgue o item.


Conclui-se das informações do texto que a rede de rádio CBS tinha a intenção de propagar uma notícia falsa para manipular seu público.

Alternativas
Ano: 2022 Banca: Ibest Órgão: CRMV-DF Prova: Ibest - 2022 - CRMV-DF - Agente Administrativo |
Q1946011 Português

Texto para o item.



Waldomiro J. Silva Filho. A infelicidade. 28/3/2022. Disponível em: <https://revistacult.uol.com.br/home/a-infelicidade/> (com adaptações). 

Considerando as propriedades linguísticas do texto apresentado, julgue o item.


O vocábulo “Assim” (linha 45) confere sentido conclusivo ao último período do texto. 

Alternativas
Ano: 2022 Banca: Ibest Órgão: CRMV-DF Prova: Ibest - 2022 - CRMV-DF - Agente Administrativo |
Q1946008 Português

Texto para o item.



Waldomiro J. Silva Filho. A infelicidade. 28/3/2022. Disponível em: <https://revistacult.uol.com.br/home/a-infelicidade/> (com adaptações). 

Considerando as propriedades linguísticas do texto apresentado, julgue o item.


O trecho “porque perdemos algo precioso” (linhas 3 e 4) expressa a causa da infelicidade produzida pela guerra.  

Alternativas
Ano: 2022 Banca: Ibest Órgão: CRMV-DF Prova: Ibest - 2022 - CRMV-DF - Agente Administrativo |
Q1946004 Português

Texto para o item.



Waldomiro J. Silva Filho. A infelicidade. 28/3/2022. Disponível em: <https://revistacult.uol.com.br/home/a-infelicidade/> (com adaptações). 

Considerando as propriedades linguísticas do texto apresentado, julgue o item.


A afirmação “A guerra, sim” (linha 31) estabelece um contraste com a negação contida no período imediatamente anterior.

Alternativas
Ano: 2022 Banca: Ibest Órgão: CRMV-DF Prova: Ibest - 2022 - CRMV-DF - Agente Administrativo |
Q1946003 Português

Texto para o item.



Waldomiro J. Silva Filho. A infelicidade. 28/3/2022. Disponível em: <https://revistacult.uol.com.br/home/a-infelicidade/> (com adaptações). 

Com relação às ideias do texto apresentado e à construção dos seus sentidos, julgue o item.


Infere-se do texto que o infeliz da guerra padece de arrependimento. 

Alternativas
Ano: 2022 Banca: Ibest Órgão: CRMV-DF Prova: Ibest - 2022 - CRMV-DF - Agente Administrativo |
Q1946002 Português

Texto para o item.



Waldomiro J. Silva Filho. A infelicidade. 28/3/2022. Disponível em: <https://revistacult.uol.com.br/home/a-infelicidade/> (com adaptações). 

Com relação às ideias do texto apresentado e à construção dos seus sentidos, julgue o item.


Com a repetição da palavra “novamente” nas linhas 33 e 34, o autor dá ênfase à ideia de recorrência da guerra. 

Alternativas
Ano: 2022 Banca: Ibest Órgão: CRMV-DF Prova: Ibest - 2022 - CRMV-DF - Agente Administrativo |
Q1946001 Português

Texto para o item.



Waldomiro J. Silva Filho. A infelicidade. 28/3/2022. Disponível em: <https://revistacult.uol.com.br/home/a-infelicidade/> (com adaptações). 

Com relação às ideias do texto apresentado e à construção dos seus sentidos, julgue o item.


No segundo período do segundo parágrafo do texto, ao apresentar um dos lados da guerra, o autor faz uma descrição em tom pejorativo. 

Alternativas
Ano: 2022 Banca: Ibest Órgão: CRMV-DF Prova: Ibest - 2022 - CRMV-DF - Agente Administrativo |
Q1946000 Português

Texto para o item.



Waldomiro J. Silva Filho. A infelicidade. 28/3/2022. Disponível em: <https://revistacult.uol.com.br/home/a-infelicidade/> (com adaptações). 

Com relação às ideias do texto apresentado e à construção dos seus sentidos, julgue o item.


O autor argumenta no sentido de que ninguém tira proveito da guerra, pois ela atinge de forma maléfica todos nela envolvidos. 

Alternativas
Ano: 2022 Banca: Ibest Órgão: CRMV-DF Prova: Ibest - 2022 - CRMV-DF - Agente Administrativo |
Q1945999 Português

Texto para o item.



Waldomiro J. Silva Filho. A infelicidade. 28/3/2022. Disponível em: <https://revistacult.uol.com.br/home/a-infelicidade/> (com adaptações). 

Com relação às ideias do texto apresentado e à construção dos seus sentidos, julgue o item.


No texto, o autor não defende nenhum dos lados da guerra.

Alternativas
Ano: 2022 Banca: Ibest Órgão: CRMV-DF Prova: Ibest - 2022 - CRMV-DF - Agente Administrativo |
Q1945998 Português

Texto para o item.



Waldomiro J. Silva Filho. A infelicidade. 28/3/2022. Disponível em: <https://revistacult.uol.com.br/home/a-infelicidade/> (com adaptações). 

Com relação às ideias do texto apresentado e à construção dos seus sentidos, julgue o item.


O texto enaltece o papel dos infelizes na guerra. 

Alternativas
Respostas
22001: D
22002: E
22003: C
22004: D
22005: D
22006: D
22007: B
22008: C
22009: C
22010: C
22011: E
22012: E
22013: E
22014: C
22015: C
22016: C
22017: C
22018: E
22019: C
22020: E