Questões de Concurso
Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
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( ) No texto, a aglomeração de homens e mulheres gerava uma algazarra que aumentava gradativamente.
( ) A expressão “ali mesmo no capinzal dos fundos” completa o sentido do substantivo “despachar-se”.
( ) O primeiro “que” do texto substitui a palavra “água” imediatamente anterior a ele.
( ) Em: “para não as molhar”, a palavra “as” retoma a palavra “saia”.
( ) Na frase: “prender as saias” temos um exemplo claro de verbo ligado a seu objeto de forma direta.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
1. Há algumas palavras no texto que caracterizam como animais as pessoas descritas.
2. As pessoas eram conformadas com a condição que tinham para viver.
3. Na frase: “via-se-lhes a tostada nudez dos braços e do pescoço”, há uma colocação pronominal que poderia ser em próclise.
4. Na frase: “os homens, esses não se preocupavam em não molhar o pelo”, há um pleonasmo vicioso.
5. A frase: “As portas das latrinas não descansavam, era um subir e fechar a cada instante” é um período composto por orações coordenadas.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
O texto refere-se à questão.
A Terra é chata
Estou a fim de concordar com os terraplanistas. Mas, antes, meu cérebro terá de virar uma pizza
I – No seguinte período do texto, “Para eles, a Terra é chata e em forma de pizza, como se pode constatar, dizem, olhando pela janela do avião.”, o uso da oração intercalada “dizem” cria o efeito de sentido de distanciamento entre o discurso do autor e o discurso dos terraplanistas
PORQUE
II – a oração intercalada tem justamente a função de inserir um comentário do autor do texto, o que é reforçado pela expressão “Para eles”, usada no início do período.
A respeito das asserções, é correto afirmar que
O texto refere-se à questão.
A Terra é chata
Estou a fim de concordar com os terraplanistas. Mas, antes, meu cérebro terá de virar uma pizza
O texto refere-se à questão.
A Terra é chata
Estou a fim de concordar com os terraplanistas. Mas, antes, meu cérebro terá de virar uma pizza
I – A tese central do autor é demostrar a insubsistência científica da crença dos terraplanistas.
II – A tese central do autor é evidenciar que a crença dos terraplanistas tem fundamento científico.
III – O autor concorda com os terraplanistas, pois chega a comparar os argumentos destes com os de “uma criança de babador”.
IV – Duas frases do autor denotam que ele é partidário da crença de que a Terra é plana: Estou a fim de concordar com os terraplanistas [subtítulo] e Estou propenso a concordar [último parágrafo].
Está correto apenas o que se afirma em
O texto refere-se à questão.
A Terra é chata
Estou a fim de concordar com os terraplanistas. Mas, antes, meu cérebro terá de virar uma pizza
O texto refere-se à questão.
A Terra é chata
Estou a fim de concordar com os terraplanistas. Mas, antes, meu cérebro terá de virar uma pizza
O texto refere-se à questão.
A Terra é chata
Estou a fim de concordar com os terraplanistas. Mas, antes, meu cérebro terá de virar uma pizza
I – Pelo gênero textual usado pelo autor e considerando a exposição de Marcos Bagno, na obra Nada na língua é por acaso, Castro usou predominantemente a norma culta.
II – Pelo gênero textual usado pelo autor e considerando a exposição de Marcos Bagno, na obra Nada na língua é por acaso, Castro usou predominantemente a norma popular.
III – Pelo gênero textual usado pelo autor e considerando a exposição de Marcos Bagno, na obra Nada na língua é por acaso, Castro usou predominantemente a norma-padrão.
IV – No segundo parágrafo, segundo período, na oração “Eles o estão chamando de TOI 700 d [...]”, o uso do pronome oblíquo “o” expressa uma construção da norma culta, conforme a exposição de Marcos Bagno, na obra Nada na língua é por acaso.
V – No quinto parágrafo, primeiro período, a concordância nominal usada pelo autor, “Os cientistas [...]”, ocorre na norma-padrão, mas não ocorre predominantemente na norma popular, na qual se flexiona somente o determinante: “Os cientista”.
Está correto apenas o que se afirma em

A relação entre duas partes da frase acima, delimitadas pelo emprego do travessão, pode ser descrita pelo seguinte par de palavras:
Em relação a essa expectativa, é possível reconhecer um sentimento de:
No primeiro parágrafo, a palavra “uma” é omitida na segunda frase.
O uso e a omissão do artigo, em sequência, configuram um recurso linguístico que destaca o seguinte aspecto da narrativa:



SEIXAS, Heloisa. Contos mínimos. Rio de Janeiro: Record,
2001.
O uso do verbo em destaque no pretérito mais-que-perfeito simples do indicativo estabelece que o fato representado por esse verbo se deu antes de outro fato passado.
Esse mesmo significado é encontrado no que está destacado em:



SEIXAS, Heloisa. Contos mínimos. Rio de Janeiro: Record,
2001.
O início do segundo momento se dá com o trecho:



SEIXAS, Heloisa. Contos mínimos. Rio de Janeiro: Record,
2001.
Nem mesmo a filosofia – disciplina rainha do pensamento – conseguiu escapar ao fascínio arcano deste sentimento, quer ressaltando seu valor positivo e exclusivamente humano, quer lendo nele a expressão inefável da transcendência, ou também vendo-o como realidade ilusória ou como meta inalcançável.
SCHOEPFLIN, Maurizio (ed.). O amor segundo os filósofos. Bauru: EDUSC, 2004. (Fragmento do texto da orelha do livro).
O fragmento acima defende a tese de que, ao longo dos séculos, o amor inspirou pensamentos e obras de vários campos. No trecho, a expressão negritada “Nem mesmo a filosofia” funciona como um recurso persuasivo que introduz, em relação à força inspiradora do amor,