Questões de Concurso Comentadas sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q1754249 Português
Saúde mental em tempos de pandemia
Relações sociais, estresse e resiliência
KELLY PEREIRA ROBIS
O ser humano tende a buscar prazer em todas as suas vivências. No entanto, momentos ruins fazem parte da vida e precisam ser vividos. Vivências negativas não são totalmente deletérias: pessoas que estão passando por momentos de estresse tendem a ajudar mais os outros e valorizam muito mais as relações interpessoais. Essas relações sociais podem contribuir para que a prevenção do adoecimento mental aconteça, podendo fazer parte de um mecanismo chamado resiliência.
A família, sob uma perspectiva antropológica, é um grupo social concreto no qual se estabelece a reciprocidade e a complementaridade que certamente podem ser um mecanismo de proteção em termos de saúde mental, em tempos de estresse e de isolamento.
Considerando o contexto atual de pandemia, essa relação, que é tão importante, para o ser humano pode ser fragilizada pela mudança abrupta da rotina e por reações emocionais inerentes ao momento. Dessa forma, a qualidade dos relacionamentos precisa ser valorizada. Problemas individuais devem ser levados em consideração, uma vez que respostas afetivas como a ansiedade e o medo podem nos tornar mais irritáveis e impulsivos.
Agressividade
Como consequência, podemos imputar ao outro o resultado de uma vivência pessoal, ao sermos hostis e agressivos. Claramente, essa emoção precisa ser “colocada para fora”, mas, não de forma violenta: dividir o sofrimento e as preocupações por meio do diálogo é consideravelmente mais efetivo e saudável do que uma comunicação agressiva.
Todavia, o estado emocional do outro também precisa ser levado em consideração, por isso a leitura do ambiente é fundamental. Sinais de estresse podem ser expressos pela pessoa com quem dividimos o convívio como alterações de sono, apetite, irritabilidade e tristeza.
Diálogo
A abordagem não empática desse sofrimento pode desgastar ainda mais as relações interpessoais, justamente quando mais precisamos delas. Oferecer ajuda com diálogo aberto e uma visão menos estigmatizada do sofrimento mental, pode ser um grande passo para uma relação saudável.
Em virtude dos fatos mencionados, entende-se que a relação familiar é um elemento importante em tempos de pandemia, todavia, estratégias de cuidado e leitura emocional do outro e de si mesmo podem determinar a qualidade e a força dessa relação como um aspecto estrutural da saúde mental. Afinal, saúde mental pode começar pelo olhar acolhedor daqueles que tanto amamos. 
Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/artigos/saudemental-em-tempos-de-pandemia-1.234535. Acesso em: 04 dez. 2020.
Assinale a alternativa em que o conectivo “que” esteja sendo utilizado para retomar um termo antecedente.
Alternativas
Q1754247 Português
Saúde mental em tempos de pandemia
Relações sociais, estresse e resiliência
KELLY PEREIRA ROBIS
O ser humano tende a buscar prazer em todas as suas vivências. No entanto, momentos ruins fazem parte da vida e precisam ser vividos. Vivências negativas não são totalmente deletérias: pessoas que estão passando por momentos de estresse tendem a ajudar mais os outros e valorizam muito mais as relações interpessoais. Essas relações sociais podem contribuir para que a prevenção do adoecimento mental aconteça, podendo fazer parte de um mecanismo chamado resiliência.
A família, sob uma perspectiva antropológica, é um grupo social concreto no qual se estabelece a reciprocidade e a complementaridade que certamente podem ser um mecanismo de proteção em termos de saúde mental, em tempos de estresse e de isolamento.
Considerando o contexto atual de pandemia, essa relação, que é tão importante, para o ser humano pode ser fragilizada pela mudança abrupta da rotina e por reações emocionais inerentes ao momento. Dessa forma, a qualidade dos relacionamentos precisa ser valorizada. Problemas individuais devem ser levados em consideração, uma vez que respostas afetivas como a ansiedade e o medo podem nos tornar mais irritáveis e impulsivos.
Agressividade
Como consequência, podemos imputar ao outro o resultado de uma vivência pessoal, ao sermos hostis e agressivos. Claramente, essa emoção precisa ser “colocada para fora”, mas, não de forma violenta: dividir o sofrimento e as preocupações por meio do diálogo é consideravelmente mais efetivo e saudável do que uma comunicação agressiva.
Todavia, o estado emocional do outro também precisa ser levado em consideração, por isso a leitura do ambiente é fundamental. Sinais de estresse podem ser expressos pela pessoa com quem dividimos o convívio como alterações de sono, apetite, irritabilidade e tristeza.
Diálogo
A abordagem não empática desse sofrimento pode desgastar ainda mais as relações interpessoais, justamente quando mais precisamos delas. Oferecer ajuda com diálogo aberto e uma visão menos estigmatizada do sofrimento mental, pode ser um grande passo para uma relação saudável.
Em virtude dos fatos mencionados, entende-se que a relação familiar é um elemento importante em tempos de pandemia, todavia, estratégias de cuidado e leitura emocional do outro e de si mesmo podem determinar a qualidade e a força dessa relação como um aspecto estrutural da saúde mental. Afinal, saúde mental pode começar pelo olhar acolhedor daqueles que tanto amamos. 
Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/artigos/saudemental-em-tempos-de-pandemia-1.234535. Acesso em: 04 dez. 2020.
De acordo com o texto, é correto afirmar que
Alternativas
Q1753955 Português
Texto CB1A1-I
    Não estamos opondo máquinas a ecologia, como se as máquinas fossem aquelas coisas que só servem para violentar a Mãe Natureza e violar a harmonia entre o ser humano e a natureza ― uma imagem atribuída à tecnologia desde o fim do século XVIII. Também não estamos seguindo a hipótese de Gaia de que a Terra é um único superorganismo ou uma coletividade de organismos. Em vez disso, gostaria de propor uma reflexão sobre a ecologia das máquinas. Para dar início a essa ecologia das máquinas, precisamos primeiro voltar ao conceito de ecologia. Seu fundamento está na diversidade, já que é apenas com biodiversidade (ou multiespécies que incluam todas as formas de organismos, até mesmo bactérias) que os sistemas ecológicos podem ser conceitualizados. A fim de discutir uma ecologia de máquinas, precisaremos de uma noção diferente e em paralelo com a de biodiversidade ― uma noção a que chamamos tecnodiversidade. A biodiversidade é o correlato da tecnodiversidade, uma vez que sem esta só testemunharemos o desaparecimento de espécies diante de uma racionalidade homogênea. Tomemos como exemplo os pesticidas, que são feitos para matar certa espécie de insetos independentemente de sua localização geográfica, precisamente porque são baseados em análises químicas e biológicas. Sabemos, no entanto, que o uso de um mesmo pesticida pode levar a diversas consequências desastrosas em biomas diferentes. Antes da invenção dessas substâncias, empregavam-se diferentes técnicas para combater os insetos que ameaçavam as colheitas dos produtos agrícolas ― recursos naturais encontrados na região, por exemplo. Ou seja, havia uma tecnodiversidade antes do emprego de pesticidas como solução universal. Os pesticidas aparentam ser mais eficientes a curto prazo, mas hoje é fato bastante consolidado que estávamos o tempo todo olhando para os nossos pés quando pensávamos em um futuro longínquo. Podemos dizer que a tecnodiversidade é, em essência, uma questão de localidade. Localidade não significa necessariamente etnocentrismo ou nacionalismo, mas é aquilo que nos força a repensar o processo de modernização e de globalização e que nos permite refletir sobre a possibilidade de reposicionar as tecnologias modernas.
Yuk Hui. Tecnodiversidade. São Paulo: Ubu Editora, 2020, p. 122-123 (com adaptações).

Ainda com relação aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto CB1A1-I, julgue o seguinte item. 
Infere-se da expressão “Em vez disso” (terceiro período) que o autor, a partir desse momento, inicia uma argumentação contrária ao posicionamento defendido por ele nos dois primeiros períodos do texto.
Alternativas
Q1753948 Português
Texto CB1A1-I
    Não estamos opondo máquinas a ecologia, como se as máquinas fossem aquelas coisas que só servem para violentar a Mãe Natureza e violar a harmonia entre o ser humano e a natureza ― uma imagem atribuída à tecnologia desde o fim do século XVIII. Também não estamos seguindo a hipótese de Gaia de que a Terra é um único superorganismo ou uma coletividade de organismos. Em vez disso, gostaria de propor uma reflexão sobre a ecologia das máquinas. Para dar início a essa ecologia das máquinas, precisamos primeiro voltar ao conceito de ecologia. Seu fundamento está na diversidade, já que é apenas com biodiversidade (ou multiespécies que incluam todas as formas de organismos, até mesmo bactérias) que os sistemas ecológicos podem ser conceitualizados. A fim de discutir uma ecologia de máquinas, precisaremos de uma noção diferente e em paralelo com a de biodiversidade ― uma noção a que chamamos tecnodiversidade. A biodiversidade é o correlato da tecnodiversidade, uma vez que sem esta só testemunharemos o desaparecimento de espécies diante de uma racionalidade homogênea. Tomemos como exemplo os pesticidas, que são feitos para matar certa espécie de insetos independentemente de sua localização geográfica, precisamente porque são baseados em análises químicas e biológicas. Sabemos, no entanto, que o uso de um mesmo pesticida pode levar a diversas consequências desastrosas em biomas diferentes. Antes da invenção dessas substâncias, empregavam-se diferentes técnicas para combater os insetos que ameaçavam as colheitas dos produtos agrícolas ― recursos naturais encontrados na região, por exemplo. Ou seja, havia uma tecnodiversidade antes do emprego de pesticidas como solução universal. Os pesticidas aparentam ser mais eficientes a curto prazo, mas hoje é fato bastante consolidado que estávamos o tempo todo olhando para os nossos pés quando pensávamos em um futuro longínquo. Podemos dizer que a tecnodiversidade é, em essência, uma questão de localidade. Localidade não significa necessariamente etnocentrismo ou nacionalismo, mas é aquilo que nos força a repensar o processo de modernização e de globalização e que nos permite refletir sobre a possibilidade de reposicionar as tecnologias modernas.
Yuk Hui. Tecnodiversidade. São Paulo: Ubu Editora, 2020, p. 122-123 (com adaptações).

Ainda com relação aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto CB1A1-I, julgue o seguinte item. 
A forma pronominal “Seu”, na oração “Seu fundamento está na diversidade” (quinto período), tem como referente o termo “ecologia das máquinas”, apresentado no período imediatamente anterior.
Alternativas
Q1753941 Português
Texto CB1A1-I
    Não estamos opondo máquinas a ecologia, como se as máquinas fossem aquelas coisas que só servem para violentar a Mãe Natureza e violar a harmonia entre o ser humano e a natureza ― uma imagem atribuída à tecnologia desde o fim do século XVIII. Também não estamos seguindo a hipótese de Gaia de que a Terra é um único superorganismo ou uma coletividade de organismos. Em vez disso, gostaria de propor uma reflexão sobre a ecologia das máquinas. Para dar início a essa ecologia das máquinas, precisamos primeiro voltar ao conceito de ecologia. Seu fundamento está na diversidade, já que é apenas com biodiversidade (ou multiespécies que incluam todas as formas de organismos, até mesmo bactérias) que os sistemas ecológicos podem ser conceitualizados. A fim de discutir uma ecologia de máquinas, precisaremos de uma noção diferente e em paralelo com a de biodiversidade ― uma noção a que chamamos tecnodiversidade. A biodiversidade é o correlato da tecnodiversidade, uma vez que sem esta só testemunharemos o desaparecimento de espécies diante de uma racionalidade homogênea. Tomemos como exemplo os pesticidas, que são feitos para matar certa espécie de insetos independentemente de sua localização geográfica, precisamente porque são baseados em análises químicas e biológicas. Sabemos, no entanto, que o uso de um mesmo pesticida pode levar a diversas consequências desastrosas em biomas diferentes. Antes da invenção dessas substâncias, empregavam-se diferentes técnicas para combater os insetos que ameaçavam as colheitas dos produtos agrícolas ― recursos naturais encontrados na região, por exemplo. Ou seja, havia uma tecnodiversidade antes do emprego de pesticidas como solução universal. Os pesticidas aparentam ser mais eficientes a curto prazo, mas hoje é fato bastante consolidado que estávamos o tempo todo olhando para os nossos pés quando pensávamos em um futuro longínquo. Podemos dizer que a tecnodiversidade é, em essência, uma questão de localidade. Localidade não significa necessariamente etnocentrismo ou nacionalismo, mas é aquilo que nos força a repensar o processo de modernização e de globalização e que nos permite refletir sobre a possibilidade de reposicionar as tecnologias modernas.
Yuk Hui. Tecnodiversidade. São Paulo: Ubu Editora, 2020, p. 122-123 (com adaptações).

Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do texto CB1A1-I, julgue o item a seguir.
O texto recomenda a infalibilidade dos pesticidas como solução universal para ameaças à produção agrícola.
Alternativas
Q1753940 Português
Texto CB1A1-I
    Não estamos opondo máquinas a ecologia, como se as máquinas fossem aquelas coisas que só servem para violentar a Mãe Natureza e violar a harmonia entre o ser humano e a natureza ― uma imagem atribuída à tecnologia desde o fim do século XVIII. Também não estamos seguindo a hipótese de Gaia de que a Terra é um único superorganismo ou uma coletividade de organismos. Em vez disso, gostaria de propor uma reflexão sobre a ecologia das máquinas. Para dar início a essa ecologia das máquinas, precisamos primeiro voltar ao conceito de ecologia. Seu fundamento está na diversidade, já que é apenas com biodiversidade (ou multiespécies que incluam todas as formas de organismos, até mesmo bactérias) que os sistemas ecológicos podem ser conceitualizados. A fim de discutir uma ecologia de máquinas, precisaremos de uma noção diferente e em paralelo com a de biodiversidade ― uma noção a que chamamos tecnodiversidade. A biodiversidade é o correlato da tecnodiversidade, uma vez que sem esta só testemunharemos o desaparecimento de espécies diante de uma racionalidade homogênea. Tomemos como exemplo os pesticidas, que são feitos para matar certa espécie de insetos independentemente de sua localização geográfica, precisamente porque são baseados em análises químicas e biológicas. Sabemos, no entanto, que o uso de um mesmo pesticida pode levar a diversas consequências desastrosas em biomas diferentes. Antes da invenção dessas substâncias, empregavam-se diferentes técnicas para combater os insetos que ameaçavam as colheitas dos produtos agrícolas ― recursos naturais encontrados na região, por exemplo. Ou seja, havia uma tecnodiversidade antes do emprego de pesticidas como solução universal. Os pesticidas aparentam ser mais eficientes a curto prazo, mas hoje é fato bastante consolidado que estávamos o tempo todo olhando para os nossos pés quando pensávamos em um futuro longínquo. Podemos dizer que a tecnodiversidade é, em essência, uma questão de localidade. Localidade não significa necessariamente etnocentrismo ou nacionalismo, mas é aquilo que nos força a repensar o processo de modernização e de globalização e que nos permite refletir sobre a possibilidade de reposicionar as tecnologias modernas.
Yuk Hui. Tecnodiversidade. São Paulo: Ubu Editora, 2020, p. 122-123 (com adaptações).

Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do texto CB1A1-I, julgue o item a seguir.
O conceito de tecnodiversidade apresentado no texto visa a situar as tecnologias modernas em termos de localidade.
Alternativas
Q1753939 Português
Texto CB1A1-I
    Não estamos opondo máquinas a ecologia, como se as máquinas fossem aquelas coisas que só servem para violentar a Mãe Natureza e violar a harmonia entre o ser humano e a natureza ― uma imagem atribuída à tecnologia desde o fim do século XVIII. Também não estamos seguindo a hipótese de Gaia de que a Terra é um único superorganismo ou uma coletividade de organismos. Em vez disso, gostaria de propor uma reflexão sobre a ecologia das máquinas. Para dar início a essa ecologia das máquinas, precisamos primeiro voltar ao conceito de ecologia. Seu fundamento está na diversidade, já que é apenas com biodiversidade (ou multiespécies que incluam todas as formas de organismos, até mesmo bactérias) que os sistemas ecológicos podem ser conceitualizados. A fim de discutir uma ecologia de máquinas, precisaremos de uma noção diferente e em paralelo com a de biodiversidade ― uma noção a que chamamos tecnodiversidade. A biodiversidade é o correlato da tecnodiversidade, uma vez que sem esta só testemunharemos o desaparecimento de espécies diante de uma racionalidade homogênea. Tomemos como exemplo os pesticidas, que são feitos para matar certa espécie de insetos independentemente de sua localização geográfica, precisamente porque são baseados em análises químicas e biológicas. Sabemos, no entanto, que o uso de um mesmo pesticida pode levar a diversas consequências desastrosas em biomas diferentes. Antes da invenção dessas substâncias, empregavam-se diferentes técnicas para combater os insetos que ameaçavam as colheitas dos produtos agrícolas ― recursos naturais encontrados na região, por exemplo. Ou seja, havia uma tecnodiversidade antes do emprego de pesticidas como solução universal. Os pesticidas aparentam ser mais eficientes a curto prazo, mas hoje é fato bastante consolidado que estávamos o tempo todo olhando para os nossos pés quando pensávamos em um futuro longínquo. Podemos dizer que a tecnodiversidade é, em essência, uma questão de localidade. Localidade não significa necessariamente etnocentrismo ou nacionalismo, mas é aquilo que nos força a repensar o processo de modernização e de globalização e que nos permite refletir sobre a possibilidade de reposicionar as tecnologias modernas.
Yuk Hui. Tecnodiversidade. São Paulo: Ubu Editora, 2020, p. 122-123 (com adaptações).

Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do texto CB1A1-I, julgue o item a seguir.
Consoante as ideias do texto, a proposta de uma ecologia das máquinas baseada na noção de tecnodiversidade leva ao reconhecimento de múltiplas racionalidades.
Alternativas
Q1753623 Português

O texto abaixo servirá de base para responder a questão.


FÁBULA MODERNA DO BILÍNGUE


O ratinho estava na toca, encurralado pelo gato que, do lado de fora, miava:

- MIAU! MIAU! MIAU!

- Cadê você, seu gato? Eu preciso sair daqui, tou com fome.

E o gato não parava de miar. Ele era cada vez mais insistente para meter medo no ratinho.

O gato teve vontade de deixar o rato bem assustado e continuou miando.

- Rato assustado sai logo do buraco, porque aumenta a fome - pensou o gato.

- Seu gato, minha vida não é fácil. Eu trabalho para sustentar minha família. Eu sou operário. Eu sou muito útil para a minha raça. Olhe a hora no relógio e vá embora daqui ligeirinho, porque eu não posso morrer de fome.

- MIAU! MIAU! MIAU!

- Seu gato, não deboche de mim, tenha pena de um rato pobrezinho e faminto. Eu tenho muitos filhos recém-nascidos e preciso ficar forte para sustentá-los.

O tempo passava e ele, o ratinho, ouvia:

- MIAU! MIAU! MIAU!

O ratinho desmaiou de fome e dormiu. Depois de várias horas dormindo e ainda com muita fome, ele ouviu: 

- AU! AU! AU!

O ratinho acordou assustado e deduziu: "Se há cão lá fora, o gato foi embora!"

Saiu disparado em busca de comida.

Nem bem terminou de sair da toca e o gato NHAC!

Inconformado, já na boca do gato ele desabafou:

- Puxa gato! Você é traidor de verdade!

E o gato respondeu: - Meu filho, neste mundo globalizado de hoje, quem não fala pelo menos dois idiomas morre de fome!


rnaa.htmml viousmag.org/archives/2006/03/fabula_moderna.html) - (Texto adaptado) - (Acesso 13.05.2021)


http://obviousmag.org/archives/2006/03/fabula_moderna.html 

Marque a ideia que NÃO existe no texto.
Alternativas
Q1753621 Português

O texto abaixo servirá de base para responder a questão.


FÁBULA MODERNA DO BILÍNGUE


O ratinho estava na toca, encurralado pelo gato que, do lado de fora, miava:

- MIAU! MIAU! MIAU!

- Cadê você, seu gato? Eu preciso sair daqui, tou com fome.

E o gato não parava de miar. Ele era cada vez mais insistente para meter medo no ratinho.

O gato teve vontade de deixar o rato bem assustado e continuou miando.

- Rato assustado sai logo do buraco, porque aumenta a fome - pensou o gato.

- Seu gato, minha vida não é fácil. Eu trabalho para sustentar minha família. Eu sou operário. Eu sou muito útil para a minha raça. Olhe a hora no relógio e vá embora daqui ligeirinho, porque eu não posso morrer de fome.

- MIAU! MIAU! MIAU!

- Seu gato, não deboche de mim, tenha pena de um rato pobrezinho e faminto. Eu tenho muitos filhos recém-nascidos e preciso ficar forte para sustentá-los.

O tempo passava e ele, o ratinho, ouvia:

- MIAU! MIAU! MIAU!

O ratinho desmaiou de fome e dormiu. Depois de várias horas dormindo e ainda com muita fome, ele ouviu: 

- AU! AU! AU!

O ratinho acordou assustado e deduziu: "Se há cão lá fora, o gato foi embora!"

Saiu disparado em busca de comida.

Nem bem terminou de sair da toca e o gato NHAC!

Inconformado, já na boca do gato ele desabafou:

- Puxa gato! Você é traidor de verdade!

E o gato respondeu: - Meu filho, neste mundo globalizado de hoje, quem não fala pelo menos dois idiomas morre de fome!


rnaa.htmml viousmag.org/archives/2006/03/fabula_moderna.html) - (Texto adaptado) - (Acesso 13.05.2021)


http://obviousmag.org/archives/2006/03/fabula_moderna.html 

Sobre a frase: "Meu filho, neste mundo globalizado de hoje, quem não fala pelo menos dois idiomas morre de fome!" - analise as informações:
I. "Meu filho" foi o tratamento que o gato deu ao ratinho. II.O gato disse que fala dois idiomas somente porque latiu, imitando a voz do cachorro. III. Quando o gato fala em "mundo globalizado de hoje", ele afirma que o gatinho também sabe latir para se sentir moderno.
Após análise, marque a alternativa com informação CORRETA.
Alternativas
Q1753620 Português

O texto abaixo servirá de base para responder a questão.


FÁBULA MODERNA DO BILÍNGUE


O ratinho estava na toca, encurralado pelo gato que, do lado de fora, miava:

- MIAU! MIAU! MIAU!

- Cadê você, seu gato? Eu preciso sair daqui, tou com fome.

E o gato não parava de miar. Ele era cada vez mais insistente para meter medo no ratinho.

O gato teve vontade de deixar o rato bem assustado e continuou miando.

- Rato assustado sai logo do buraco, porque aumenta a fome - pensou o gato.

- Seu gato, minha vida não é fácil. Eu trabalho para sustentar minha família. Eu sou operário. Eu sou muito útil para a minha raça. Olhe a hora no relógio e vá embora daqui ligeirinho, porque eu não posso morrer de fome.

- MIAU! MIAU! MIAU!

- Seu gato, não deboche de mim, tenha pena de um rato pobrezinho e faminto. Eu tenho muitos filhos recém-nascidos e preciso ficar forte para sustentá-los.

O tempo passava e ele, o ratinho, ouvia:

- MIAU! MIAU! MIAU!

O ratinho desmaiou de fome e dormiu. Depois de várias horas dormindo e ainda com muita fome, ele ouviu: 

- AU! AU! AU!

O ratinho acordou assustado e deduziu: "Se há cão lá fora, o gato foi embora!"

Saiu disparado em busca de comida.

Nem bem terminou de sair da toca e o gato NHAC!

Inconformado, já na boca do gato ele desabafou:

- Puxa gato! Você é traidor de verdade!

E o gato respondeu: - Meu filho, neste mundo globalizado de hoje, quem não fala pelo menos dois idiomas morre de fome!


rnaa.htmml viousmag.org/archives/2006/03/fabula_moderna.html) - (Texto adaptado) - (Acesso 13.05.2021)


http://obviousmag.org/archives/2006/03/fabula_moderna.html 

Marque a alternativa com análise INCORRETA.
Alternativas
Q1753553 Português

O texto abaixo servirá de base para responder a questão.


A ÁRVORE QUE PENSAVA BASTANTE


(1º§) Houve uma árvore que pensava e ficou conhecida porque pensava muito. E não parava de pensar. Um dia transpuseram-na para a praça no centro da cidade.

(2º§) Fez-lhe bem a deferência e ela ficou satisfeita. Ela se entusiasmou, cresceu, agigantou-se.

(3º§) Aí vieram os homens e podaram seus galhos. A árvore estranhou o fato e corrigiu seu crescimento, pensando estar na direção de seus galhos a causa da insatisfação dos homens.

(4º§) Mas quando ela novamente se agigantou, os homens voltaram e novamente amputaram seus galhos. E continuaram destruindo a árvore que não fazia mal a ninguém.

(5º§) A árvore queria satisfazer os homens por julgá-los seus benfeitores, e parou de crescer. E como ela não crescesse mais, os homens a arrancaram da praça e plantaram outra em seu lugar.

(Oswaldo França Júnior. As laranjas iguais. Rio de janeiro. Nova Fronteira.) (https://brainly.com.br/tarefa/367413630)

https://brainly.com.br/tarefa/367413630 

Analise as informações com (V) verdadeiro ou (F) falso.


I.A palavra "deferência" quer dizer: "atenção às necessidades ou aos assuntos de outrem, preocupação, zelo".

II.O (2º§) inicia com uso de ênclise, o (4º§) inicia com conjunção que tem o mesmo sentido de "porém", "contudo" e "todavia".

III.Na formação do período: "Ela se entusiasmou, cresceu, agigantou-se" há vírgulas separando orações que se coordenam, exemplificando uso de gradação crescente.

IV.O texto é narrativo e exemplifica a arte literária, tem como personagem central um ser vivo irracional, e a função da linguagem predominante é "poética".


Após análise, assinale a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1753542 Português

Para responder à questão, leia atentamente o texto a seguir:


Por que o Brasil ainda recicla tão pouco (e produz tanto lixo)?


Por Marília Mara Sciulo, 29 FEV 2020 – 09h16 | Atualizado em 25 OUT 2020 – 14h32


Em agosto de 2020, a Política Nacional de Resíduos Sólidos completou 10 anos. Mas a legislação que estabelece estratégias para a prevenção e a redução da geração de lixo, além de criar metas para enfrentar problemas ambientais, sociais e econômicos que decorrem do manejo inadequado dos descartes está longe de ter alcançado seu objetivo — especialmente quando o assunto é reciclagem.


O Brasil gerou, em 2018, 79 milhões de toneladas de lixo por ano, um aumento de quase 1% em relação ao ano anterior, segundo o Panorama dos Resíduos Sólidos 2018, elaborado pela Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe). Deste total, a estimativa é de que somente 3% sejam de fato reciclados, sendo que o potencial é de até 30%. “Não mudou muito a visão de que basta ter lixeiras e o sistema de coleta já está resolvido. Não está”, diz Ana Maria Luz, presidente do Instituto GEA — Ética e Meio Ambiente, organização que tem como finalidade desenvolver a educação ambiental.


Os dados são alarmantes. O Brasil é hoje o quarto maior produtor de lixo plástico, segundo um estudo da World Wildlife Fund (WWF): são 11,3 toneladas por ano, das quais somente 1,28% são recicladas. O número está bem abaixo da média mundial, de 9%. E, embora quase três quartos dos municípios façam algum tipo de coleta seletiva, a maioria se concentra no Sul e Sudeste. No Centro Oeste, menos da metade das cidades tem coleta seletiva.


(Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/MeioAmbiente/noticia/2020/02/por-que-o-brasil-ainda-recicla-tao-pouco-e-produz-tanto-lixo.html, adaptado)

De acordo com o texto, é INCORRETO afirmar que:
Alternativas
Q1753483 Português

O texto abaixo servirá de base para responder a questão.


SERENIDADE E DISCRIÇÃO NA CALMARIA DA ALMA


(1º§) Optei pelo silêncio e me mantenho em silêncio. Parei de falar quando percebi que ninguém estava disposto a me ouvir. Daí, então, passei a me sentir mais tranquilo, não somente pelo silêncio da voz, mas pelo silêncio interior. Juntei os dois para entender os outros na forma incrível de falação.

(2º§) Optei pelo silêncio, pois vejo a importância de recatar o que eu sou no que sinto e naquilo que faço. O falar é a prata das emoções, enquanto o calar representa o ouro no peso do seu quilate, logo, tem maior valor.

(3º§) Parei de me importar quando silenciei, pois percebi que milhares de bobagens são desprezíveis para quem se ocupa com o que há de maior valor para os humanos. Parei de dar meu máximo para quem não me dava nem o mínimo. Parei de verdade!

(4º§) Optei pelo silêncio e me mantenho em silêncio. Simplesmente parei de dar meu melhor para as pessoas que não mereciam nem parte disso. Parei de me importar com aqueles que demonstraram viver bem sem meu carinho. Escolhi parar. Acredite! Saiba que foi a melhor escolha que eu poderia ter feito.

(5º§) Parei de me importar quando silenciei. Não acumulei mágoas nem rancores vis, porque está longe de mim guardar sentimentos amargos, por isso parei. Pare com a ideia de que não pode parar.

(6º§) Ao parar de escolher quem na verdade nunca me escolheu, comecei a refletir mais e a ouvir a voz do meu coração. Pare e reflita! Busque edificar sua sabedoria!


(https://www.pensador.com/frase/MTc4NzMzOQ/) - (Acesso 13.05.2021) (Texto adaptado) -


https://www.pensador.com/frase/MTc4NzMzOQ/

Marque a alternativa com informação INCORRETA.
Alternativas
Q1753480 Português

O texto abaixo servirá de base para responder a questão.


SERENIDADE E DISCRIÇÃO NA CALMARIA DA ALMA


(1º§) Optei pelo silêncio e me mantenho em silêncio. Parei de falar quando percebi que ninguém estava disposto a me ouvir. Daí, então, passei a me sentir mais tranquilo, não somente pelo silêncio da voz, mas pelo silêncio interior. Juntei os dois para entender os outros na forma incrível de falação.

(2º§) Optei pelo silêncio, pois vejo a importância de recatar o que eu sou no que sinto e naquilo que faço. O falar é a prata das emoções, enquanto o calar representa o ouro no peso do seu quilate, logo, tem maior valor.

(3º§) Parei de me importar quando silenciei, pois percebi que milhares de bobagens são desprezíveis para quem se ocupa com o que há de maior valor para os humanos. Parei de dar meu máximo para quem não me dava nem o mínimo. Parei de verdade!

(4º§) Optei pelo silêncio e me mantenho em silêncio. Simplesmente parei de dar meu melhor para as pessoas que não mereciam nem parte disso. Parei de me importar com aqueles que demonstraram viver bem sem meu carinho. Escolhi parar. Acredite! Saiba que foi a melhor escolha que eu poderia ter feito.

(5º§) Parei de me importar quando silenciei. Não acumulei mágoas nem rancores vis, porque está longe de mim guardar sentimentos amargos, por isso parei. Pare com a ideia de que não pode parar.

(6º§) Ao parar de escolher quem na verdade nunca me escolheu, comecei a refletir mais e a ouvir a voz do meu coração. Pare e reflita! Busque edificar sua sabedoria!


(https://www.pensador.com/frase/MTc4NzMzOQ/) - (Acesso 13.05.2021) (Texto adaptado) -


https://www.pensador.com/frase/MTc4NzMzOQ/

Analise as informações seguintes:


I. Os verbos: "Optei", "parei", "percebi", pertencem à mesma conjugação, além de todos enunciarem ideia conclusa no pretérito mais-que-perfeito do modo indicativo.

II. No primeiro período do (1º§) a voz do texto informa sobre uma decisão pessoal.

III. No conteúdo do texto, há elementos que comprovam a predominância da função emotiva da linguagem.

IV. O período: "Optei pelo silêncio e me mantenho em silêncio", é composto por coordenação sindética e está construído com exemplos de sujeitos elípticos ou desinenciais.


Estão CORRETAS:

Alternativas
Q1753372 Português

Para responder à questão, leia atentamente o texto a seguir:


“Resiliência tem limites”: a saúde mental na pandemia de coronavírus

Chloé Pinheiro

Morre o senador, o porteiro, um familiar, o vizinho...

Não há vagas nos hospitais, vacinas estão demorando e o dinheiro cada dia fica mais curto. Como falar em saúde mental diante de um cenário tão desanimador? Logo no início da pandemia de Covid19, os especialistas temiam uma explosão de novos diagnósticos de transtornos psiquiátricos, em especial de depressão e ansiedade.

Mas duas pesquisas robustas recém-divulgadas mostram, na verdade, que somos mais resilientes do que se imaginava. “Óbvio que há impactos esperados e compreensíveis no bem-estar dos brasileiros, só que eles não se traduzem necessariamente em mais doenças”, explica o psiquiatra José Gallucci-Neto, da Universidade de São Paulo (USP).

Uma das revisões, publicada no periódico Psychological Medicine, avaliou 25 estudos com mais de 72 mil pessoas. Todas as pesquisas incluídas compararam a saúde mental dos participantes antes e durante períodos de lockdown ou quarentena.

Em geral, houve um aumento discreto na intensidade de sintomas ansiosos ou depressivos, mas que não configura um aumento no número de diagnósticos de doenças psiquiátricas. Já os níveis de sentimento de solidão e estresse e o risco de suicídio se mantiveram praticamente iguais.

Chloé Pinheiro

(Disponível em:

https://saude.abril.com.br/mentesaudavel/resiliencia-tem-limites-a-saude-mental-napandemia-de-coronavirus/, adaptado)

Após a leitura do texto, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1753248 Português

TEXTO 01

O texto abaixo servirá de base para responder a questão.

COMUNICAÇÃO: AFINAL, PARA QUE SERVE ISSO?

(1o§) A comunicação e a educação estão intimamente ligadas. A comunicação é a forma de expressar o que se quer dizer, com um determinado conhecimento, para alguém que quer compreender a mensagem a ser dita. Já a educação, por meio de um processo de formação, torna o indivíduo apto a organizar as ideias e, a partir daí, comunicar-se de forma eficiente.

(2o§) Nós só vamos nos comunicar bem se organizarmos nossas ideias de forma clara e direta, com um aprendizado que nos dê conhecimento sobre o que queremos expressar, utilizando uma linguagem adequada. No caso específico da radiodifusão comunitária, o papel do rádio e a defesa do direito à transmissão por radiofrequência têm uma importância central para o avanço das identidades populares.

(3o§) Este veículo sempre teve o potencial para cumprir este papel, sendo por diversas vezes instrumentalizado por governos. E mesmo sob estes controles, o que se verificou foi a manifestação da cultura popular, ainda que emaranhada com o chamado populismo.

(4o§) São protagonistas da comunicação social aqueles que exercem o direito de se comunicar. Partindo da lógica da relação emissor-receptor, observamos que os comunicadores comunitários ocupam o papel de encurtar a distância no processo comunicacional.

(5o§) Esta capacidade atua em todas as esferas da vida. A rádio e a produção integrada de audiovisual de baixo custo potencializam os empreendimentos econômicos da região sob cobertura da emissora comunitária. Muitas vezes, uma iniciativa de economia dentro da mais plena informalidade, mas com muitos frequentadores de uma região metropolitana periférica, ganha legitimação quando anunciada em uma rádio comunitária. hha.pddf) ebresearch.files.wordpress.com/2009/07/cartilha.pdf)

http://webresearch.files.wordpress.com/2009/07/cartilha.pdf

Analise as enunciações seguintes:

I.A voz do texto contextualiza dois temos: "comunicação e educação", enunciando que ambos estabelecem relação muito importante.

II.Para a voz do texto, a comunicação e a educação interligam-se de forma coesa e coerente nas mensagens transmitidas entre os seres humanos.

III.Na visão da voz do texto, a organização das ideias ajuda na compreensão das mensagens.

IV.Ao citar o caso específico da radiodifusão comunitária, a voz do texto mostra que se torna prescindível a transmissão das mensagens por radiofrequência.

V.As vírgulas do trecho: "Já a educação, por meio de um processo de formação, torna o indivíduo apto a organizar as ideias e, a partir daí, comunicar-se de forma eficiente". Separa informação entre o sujeito e respectivo predicado.

VI.Os termos numerados em: "Este1 veículo sempre teve o potencial2 para cumprir este papel3 ..." mostram o distanciamento entre o emissor e o receptor dos atos comunicativos.

Estão CORRETAS, apenas:

Alternativas
Q1753247 Português

TEXTO 01

O texto abaixo servirá de base para responder a questão.

COMUNICAÇÃO: AFINAL, PARA QUE SERVE ISSO?

(1o§) A comunicação e a educação estão intimamente ligadas. A comunicação é a forma de expressar o que se quer dizer, com um determinado conhecimento, para alguém que quer compreender a mensagem a ser dita. Já a educação, por meio de um processo de formação, torna o indivíduo apto a organizar as ideias e, a partir daí, comunicar-se de forma eficiente.

(2o§) Nós só vamos nos comunicar bem se organizarmos nossas ideias de forma clara e direta, com um aprendizado que nos dê conhecimento sobre o que queremos expressar, utilizando uma linguagem adequada. No caso específico da radiodifusão comunitária, o papel do rádio e a defesa do direito à transmissão por radiofrequência têm uma importância central para o avanço das identidades populares.

(3o§) Este veículo sempre teve o potencial para cumprir este papel, sendo por diversas vezes instrumentalizado por governos. E mesmo sob estes controles, o que se verificou foi a manifestação da cultura popular, ainda que emaranhada com o chamado populismo.

(4o§) São protagonistas da comunicação social aqueles que exercem o direito de se comunicar. Partindo da lógica da relação emissor-receptor, observamos que os comunicadores comunitários ocupam o papel de encurtar a distância no processo comunicacional.

(5o§) Esta capacidade atua em todas as esferas da vida. A rádio e a produção integrada de audiovisual de baixo custo potencializam os empreendimentos econômicos da região sob cobertura da emissora comunitária. Muitas vezes, uma iniciativa de economia dentro da mais plena informalidade, mas com muitos frequentadores de uma região metropolitana periférica, ganha legitimação quando anunciada em uma rádio comunitária. hha.pddf) ebresearch.files.wordpress.com/2009/07/cartilha.pdf)

http://webresearch.files.wordpress.com/2009/07/cartilha.pdf

Sobre os componentes textuais, analise as assertivas seguintes:

I.Na composição textual, identificamos predominância de narração e descrições, além de vícios de linguagem, comprovado pelo uso do coloquialismo (livre pronunciação).

II.O fato de o (4o§) não apresentar os termos essenciais da oração dispostos na ordem direta, comprova o uso da figura de linguagem conhecida por hipérbato.

III.No trecho: "aqueles que exercem o direito de se comunicar", identificamos: pronome demonstrativo; pronome relativo; verbo bitransitivo de segunda conjugação.

IV.Dentre os componentes linguísticos do segundo período do (4o§), comprovamos: verbo na forma nominal do gerúndio; contração prepositiva imposta pela regência verbal; conjunção subordinativa integrante usada para introduzir oração subordinativa substantiva objetiva direta; termos derivados por sufixação relacionados à comunicação.

V.O segundo período do (5o§) inicia com oração construída com sujeito composto, justificando oi uso do verbo "potencializam" concordando com a terceira pessoa do plural do presente do modo indicativo.

VI.Os termos: "região", "produção" e "legitimação" são todos ambíguos; são todos oxítonos, mostrando a importância do til para marcar e justificar a tonicidade da última sílaba em qualquer palavra que tenha vogal nasalizada.

Estão CORRETAS, apenas:

Alternativas
Q1753246 Português

TEXTO 01

O texto abaixo servirá de base para responder a questão.

COMUNICAÇÃO: AFINAL, PARA QUE SERVE ISSO?

(1o§) A comunicação e a educação estão intimamente ligadas. A comunicação é a forma de expressar o que se quer dizer, com um determinado conhecimento, para alguém que quer compreender a mensagem a ser dita. Já a educação, por meio de um processo de formação, torna o indivíduo apto a organizar as ideias e, a partir daí, comunicar-se de forma eficiente.

(2o§) Nós só vamos nos comunicar bem se organizarmos nossas ideias de forma clara e direta, com um aprendizado que nos dê conhecimento sobre o que queremos expressar, utilizando uma linguagem adequada. No caso específico da radiodifusão comunitária, o papel do rádio e a defesa do direito à transmissão por radiofrequência têm uma importância central para o avanço das identidades populares.

(3o§) Este veículo sempre teve o potencial para cumprir este papel, sendo por diversas vezes instrumentalizado por governos. E mesmo sob estes controles, o que se verificou foi a manifestação da cultura popular, ainda que emaranhada com o chamado populismo.

(4o§) São protagonistas da comunicação social aqueles que exercem o direito de se comunicar. Partindo da lógica da relação emissor-receptor, observamos que os comunicadores comunitários ocupam o papel de encurtar a distância no processo comunicacional.

(5o§) Esta capacidade atua em todas as esferas da vida. A rádio e a produção integrada de audiovisual de baixo custo potencializam os empreendimentos econômicos da região sob cobertura da emissora comunitária. Muitas vezes, uma iniciativa de economia dentro da mais plena informalidade, mas com muitos frequentadores de uma região metropolitana periférica, ganha legitimação quando anunciada em uma rádio comunitária. hha.pddf) ebresearch.files.wordpress.com/2009/07/cartilha.pdf)

http://webresearch.files.wordpress.com/2009/07/cartilha.pdf

Analise as assertivas com (V) verdadeiro ou (F) falso.

(__)O primeiro período do (1o§) é simples, o sujeito é composto e o predicado é nominal.

(__)No (1o§), há um termo que faz relação de sentido com: "interiormente", "intrinsecamente".

(__)No (2o§), dentre seus termos constitutivos, identificamos: sujeito simples representado por pronome pessoal do caso reto; uso de próclise; antônimo de "mal"; elementos coesivo conjuntivo com ideia condicional; verbo conjugado no presente do modo subjuntivo.

(__)Na numeração crescente do trecho do (2o§): "E mesmo sob1 estes controles, o que se verificou2 foi a manifestação da cultura popular, ainda que3 emaranhada com o chamado populismo". Comprovamos palavra e expressões coesivas conjuntivas.

(__)Na expressão "torna o indivíduo apto a organizar", a preposição é imposta pela regência nominal.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima:

Alternativas
Ano: 2021 Banca: VUNESP Órgão: CODEN - SP Prova: VUNESP - 2021 - CODEN - SP - Advogado |
Q1753158 Português

Leia o texto para responder a questão:

Como as democracias adoecem
    Para saber como as democracias morrem há legistas mais capazes na autópsia. Mas, para diagnosticar como adoecem, melhor observar o mal-estar dos fatos polêmicos à luz da ousadia pessoal dos influentes que os cometem e da letargia cívica com que os influenciados reagem a eles. Lesões oportunistas são obra de ideologias diversas que enfraquecem uma nação e comprometem sua saúde democrática. 
    Neste artigo, olho um período cheio de egolatrias em que ficamos à mercê da marca do outro. Assim como a gula, apetite sem limite de quem se sente situado no topo da cadeia alimentar, a voracidade é mecanismo próprio do mau instinto de quem não tem predador natural.
     Se todos têm suas próprias razões no que fazem e estão tão mergulhados de interesse nelas, não se trata de liberdade de pensamento e é difícil imaginar reflexão de boa-fé. Existem ficções e existem fatos concretos. Embora pouco praticada entre nós, a psico-história da política costuma ser mais hábil para entender os venenos sutis que alimentam a ambição dos que são notícia.
    Anda, evidente, muito mal conduzida nossa democracia. Mas isso não significa que tenha morrido. Lembra mais a lenda brasileira de que ninguém presta e não vai dar em nada. Lenda que impulsiona o caráter arbitrário do tipo que manda ver. Um costume primitivo, institucional, cuja dimensão ainda não compreendemos inteiramente. É onde estacionou a curva da civilização brasileira e dali jamais passou. Ali onde o mundo em que são cometidos crimes e as aberrações legais ameaça ficar parecido com o mundo onde deveria ser possível corrigir suas consequências.
 (Paulo Delgado, “Como as democracias adoecem”.
https://opiniao.estadao.com.br. 12.02.2020. Adaptado)
Na frase que inicia o último parágrafo – Anda, evidente, muito mal conduzida nossa democracia. –, o termo destacado tem valor de
Alternativas
Ano: 2021 Banca: VUNESP Órgão: CODEN - SP Prova: VUNESP - 2021 - CODEN - SP - Advogado |
Q1753155 Português

Leia o texto para responder a questão:

Como as democracias adoecem
    Para saber como as democracias morrem há legistas mais capazes na autópsia. Mas, para diagnosticar como adoecem, melhor observar o mal-estar dos fatos polêmicos à luz da ousadia pessoal dos influentes que os cometem e da letargia cívica com que os influenciados reagem a eles. Lesões oportunistas são obra de ideologias diversas que enfraquecem uma nação e comprometem sua saúde democrática. 
    Neste artigo, olho um período cheio de egolatrias em que ficamos à mercê da marca do outro. Assim como a gula, apetite sem limite de quem se sente situado no topo da cadeia alimentar, a voracidade é mecanismo próprio do mau instinto de quem não tem predador natural.
     Se todos têm suas próprias razões no que fazem e estão tão mergulhados de interesse nelas, não se trata de liberdade de pensamento e é difícil imaginar reflexão de boa-fé. Existem ficções e existem fatos concretos. Embora pouco praticada entre nós, a psico-história da política costuma ser mais hábil para entender os venenos sutis que alimentam a ambição dos que são notícia.
    Anda, evidente, muito mal conduzida nossa democracia. Mas isso não significa que tenha morrido. Lembra mais a lenda brasileira de que ninguém presta e não vai dar em nada. Lenda que impulsiona o caráter arbitrário do tipo que manda ver. Um costume primitivo, institucional, cuja dimensão ainda não compreendemos inteiramente. É onde estacionou a curva da civilização brasileira e dali jamais passou. Ali onde o mundo em que são cometidos crimes e as aberrações legais ameaça ficar parecido com o mundo onde deveria ser possível corrigir suas consequências.
 (Paulo Delgado, “Como as democracias adoecem”.
https://opiniao.estadao.com.br. 12.02.2020. Adaptado)
Ao tratar da democracia no último parágrafo, o autor sugere que ela
Alternativas
Respostas
19761: A
19762: C
19763: E
19764: E
19765: E
19766: C
19767: C
19768: A
19769: A
19770: D
19771: C
19772: C
19773: A
19774: B
19775: B
19776: D
19777: C
19778: A
19779: C
19780: D