Questões de Concurso Comentadas sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

Foram encontradas 36.861 questões

Q1406530 Português

Herpes Zoster e Aids


A partir de 1981, o Herpes Zoster passou a ser reconhecido como uma infecção frequente em pacientes portadores de HIV. Posteriormente, observações epidemiológicas demonstraram que era uma manifestação inicial de infecção pelo HIV, cuja ocorrência é preditiva de soropositividade para HIV, em populações de risco. A incidência de Herpes Zoster é significativamente maior entre indivíduos HIV positivos do que entre os soronegativos (15 vezes mais frequente nos primeiros). A incidência cumulativa de zoster por 12 anos após a infecção pelo HIV foi de 30%, ocorrendo segundo uma taxa relativamente constante, podendo ser manifestação precoce ou tardia da infecção pelo HIV. Complicações, como retinite, necrose aguda de retina e encefalite progressiva fatal, têm sido relatadas com mais frequência em pacientes HIV positivos.


O que é Herpes Zoster?


Trata-se de uma doença viral autolimitada, com ciclo evolutivo de, aproximadamente, 15 dias, que atinge homens e mulheres, sendo mais frequente na idade adulta e nos idosos. Antes do surgimento das lesões cutâneas, a maioria dos doentes apresenta dores nevrálgicas, parestesias, ardor e prurido locais, acompanhados de febre, cefaleia e mal-estar. A lesão elementar constitui-se de vesículas sobre base eritematosa, que surgem de modo gradual e levam de 2 a 4 dias para se estabelecerem. Essas vesículas podem confluir formando bolhas contendo líquido transparente ou ligeiramente amarelado, seguindo o trajeto de um nervo.

Adaptado. Fonte: http://bit.ly/2lOnAEF.

Com base no texto 'Herpes Zoster e Aids', leia as afirmativas a seguir:


I. Antes do surgimento das lesões cutâneas no paciente com Herpes Zoster, a maioria dos doentes apresenta um quadro com resfriado, dores nas articulações, ardor nos olhos e prurido locais, acompanhados de manchas esverdeadas, cefaleia e mal-estar, de acordo com o texto.

II. Complicações, como retinite, necrose aguda de retina e encefalite progressiva fatal, têm sido relatadas com mais frequência em pacientes HIV positivos com Herpes Zoster, de acordo com o texto.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1406529 Português

Herpes Zoster e Aids


A partir de 1981, o Herpes Zoster passou a ser reconhecido como uma infecção frequente em pacientes portadores de HIV. Posteriormente, observações epidemiológicas demonstraram que era uma manifestação inicial de infecção pelo HIV, cuja ocorrência é preditiva de soropositividade para HIV, em populações de risco. A incidência de Herpes Zoster é significativamente maior entre indivíduos HIV positivos do que entre os soronegativos (15 vezes mais frequente nos primeiros). A incidência cumulativa de zoster por 12 anos após a infecção pelo HIV foi de 30%, ocorrendo segundo uma taxa relativamente constante, podendo ser manifestação precoce ou tardia da infecção pelo HIV. Complicações, como retinite, necrose aguda de retina e encefalite progressiva fatal, têm sido relatadas com mais frequência em pacientes HIV positivos.


O que é Herpes Zoster?


Trata-se de uma doença viral autolimitada, com ciclo evolutivo de, aproximadamente, 15 dias, que atinge homens e mulheres, sendo mais frequente na idade adulta e nos idosos. Antes do surgimento das lesões cutâneas, a maioria dos doentes apresenta dores nevrálgicas, parestesias, ardor e prurido locais, acompanhados de febre, cefaleia e mal-estar. A lesão elementar constitui-se de vesículas sobre base eritematosa, que surgem de modo gradual e levam de 2 a 4 dias para se estabelecerem. Essas vesículas podem confluir formando bolhas contendo líquido transparente ou ligeiramente amarelado, seguindo o trajeto de um nervo.

Adaptado. Fonte: http://bit.ly/2lOnAEF.

Com base no texto 'Herpes Zoster e Aids', leia as afirmativas a seguir:


I. O Herpes Zoster é uma doença viral auto-limitada, com ciclo evolutivo de, aproximadamente, 15 dias, que atinge homens e mulheres, sendo mais frequente na idade adulta e nos idosos, de acordo com o texto.

II. O texto apresenta a informação de que a incidência cumulativa de zoster por 12 anos após a infecção pelo HIV foi de 30%, ocorrendo segundo uma taxa relativamente constante.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1406528 Português

Herpes Zoster e Aids


A partir de 1981, o Herpes Zoster passou a ser reconhecido como uma infecção frequente em pacientes portadores de HIV. Posteriormente, observações epidemiológicas demonstraram que era uma manifestação inicial de infecção pelo HIV, cuja ocorrência é preditiva de soropositividade para HIV, em populações de risco. A incidência de Herpes Zoster é significativamente maior entre indivíduos HIV positivos do que entre os soronegativos (15 vezes mais frequente nos primeiros). A incidência cumulativa de zoster por 12 anos após a infecção pelo HIV foi de 30%, ocorrendo segundo uma taxa relativamente constante, podendo ser manifestação precoce ou tardia da infecção pelo HIV. Complicações, como retinite, necrose aguda de retina e encefalite progressiva fatal, têm sido relatadas com mais frequência em pacientes HIV positivos.


O que é Herpes Zoster?


Trata-se de uma doença viral autolimitada, com ciclo evolutivo de, aproximadamente, 15 dias, que atinge homens e mulheres, sendo mais frequente na idade adulta e nos idosos. Antes do surgimento das lesões cutâneas, a maioria dos doentes apresenta dores nevrálgicas, parestesias, ardor e prurido locais, acompanhados de febre, cefaleia e mal-estar. A lesão elementar constitui-se de vesículas sobre base eritematosa, que surgem de modo gradual e levam de 2 a 4 dias para se estabelecerem. Essas vesículas podem confluir formando bolhas contendo líquido transparente ou ligeiramente amarelado, seguindo o trajeto de um nervo.

Adaptado. Fonte: http://bit.ly/2lOnAEF.

Com base no texto 'Herpes Zoster e Aids', leia as afirmativas a seguir:


I. A incidência de Herpes Zoster é significativamente menor entre indivíduos HIV positivos do que entre os soronegativos, de acordo com o texto.

II. A incidência de Herpes Zoster é significativamente maior entre indivíduos HIV positivos do que entre os soronegativos (15 vezes mais frequente nos primeiros), de acordo com o texto.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1406527 Português

MORTALIDADE (SIM)


O Sistema de Informações Sobre Mortalidade (SIM) tem por instrumento padronizado de coleta de dados a Declaração de Óbito (DO), impressa em três vias coloridas, cuja emissão e distribuição para os estados, em séries previamente numeradas, é de competência exclusiva do Ministério da Saúde. Para os municípios, a distribuição fica a cargo das secretarias estaduais de saúde, devendo as secretarias municipais se responsabilizarem por seu controle e distribuição entre os profissionais médicos e instituições que a utilizem, bem como pelo recolhimento das primeiras vias em hospitais e cartórios.

O preenchimento da DO deve ser realizado exclusivamente por médicos, exceto em locais onde não existam, situação na qual poderá ser preenchida por oficiais de Cartórios de Registro Civil, assinada por duas testemunhas. Em tese, nenhum sepultamento deveria ocorrer sem prévia emissão da DO. Mas, na prática, sabese da ocorrência de sepultamentos irregulares, em cemitérios clandestinos (e eventualmente mesmo em cemitérios oficiais), o que afeta o conhecimento do real perfil de mortalidade em algumas regiões.

O registro do óbito deve ser feito no local de ocorrência do evento. Embora o local de residência seja a informação comumente mais utilizada, na maioria das análises do setor saúde, a ocorrência é fator importante no planejamento de algumas medidas de controle, como, por exemplo, no caso dos acidentes de trânsito e doenças infecciosas que exijam a adoção de medidas de controle no local de ocorrência. Os óbitos ocorridos fora do local de residência serão redistribuídos, quando do fechamento das estatísticas, pelas secretarias estaduais e Ministério da Saúde, permitindo, assim, o acesso aos dados tanto por ocorrência como por residência do falecido.

O SIM constitui um importante elemento para o Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica, tanto como fonte principal de dados, quando há falhas de registro de casos no Sinan, quanto como fonte complementar, por também dispor de informações sobre as características de pessoa, tempo e lugar, assistência prestada ao paciente, causas básicas e associadas de óbito, extremamente relevantes e muito utilizadas no diagnóstico da situação de saúde da população.

As informações obtidas pela DO também possibilitam o delineamento do perfil de morbidade de uma área, no que diz respeito às doenças mais letais e às doenças crônicas não sujeitas à notificação compulsória, representando, praticamente, a única fonte regular de dados. Para as doenças de notificação compulsória, a utilização eficiente desta fonte de dados depende da verificação rotineira da presença desses agravos no banco de dados do SIM. Deve-se também checar se as mesmas constam no Sinan, bem como a evolução do caso para óbito.

Adaptado. Fonte: http://bit.ly/353lzoK

Com base no texto 'MORTALIDADE (SIM)', leia as afirmativas a seguir:


I. O texto afirma que o Sistema de Informações Sobre Mortalidade tem por instrumento padronizado de coleta de dados a Declaração de Óbito, impressa em três vias coloridas, cuja emissão e distribuição para os estados, em séries previamente numeradas, é de competência exclusiva do Ministério da Saúde.

II. Os óbitos ocorridos fora do local de residência serão redistribuídos, quando do fechamento das estatísticas, pelas secretarias estaduais e Ministério da Saúde, impedindo, assim, o acesso aos dados tanto por ocorrência como por residência do falecido, de acordo com o texto.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1406526 Português

MORTALIDADE (SIM)


O Sistema de Informações Sobre Mortalidade (SIM) tem por instrumento padronizado de coleta de dados a Declaração de Óbito (DO), impressa em três vias coloridas, cuja emissão e distribuição para os estados, em séries previamente numeradas, é de competência exclusiva do Ministério da Saúde. Para os municípios, a distribuição fica a cargo das secretarias estaduais de saúde, devendo as secretarias municipais se responsabilizarem por seu controle e distribuição entre os profissionais médicos e instituições que a utilizem, bem como pelo recolhimento das primeiras vias em hospitais e cartórios.

O preenchimento da DO deve ser realizado exclusivamente por médicos, exceto em locais onde não existam, situação na qual poderá ser preenchida por oficiais de Cartórios de Registro Civil, assinada por duas testemunhas. Em tese, nenhum sepultamento deveria ocorrer sem prévia emissão da DO. Mas, na prática, sabese da ocorrência de sepultamentos irregulares, em cemitérios clandestinos (e eventualmente mesmo em cemitérios oficiais), o que afeta o conhecimento do real perfil de mortalidade em algumas regiões.

O registro do óbito deve ser feito no local de ocorrência do evento. Embora o local de residência seja a informação comumente mais utilizada, na maioria das análises do setor saúde, a ocorrência é fator importante no planejamento de algumas medidas de controle, como, por exemplo, no caso dos acidentes de trânsito e doenças infecciosas que exijam a adoção de medidas de controle no local de ocorrência. Os óbitos ocorridos fora do local de residência serão redistribuídos, quando do fechamento das estatísticas, pelas secretarias estaduais e Ministério da Saúde, permitindo, assim, o acesso aos dados tanto por ocorrência como por residência do falecido.

O SIM constitui um importante elemento para o Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica, tanto como fonte principal de dados, quando há falhas de registro de casos no Sinan, quanto como fonte complementar, por também dispor de informações sobre as características de pessoa, tempo e lugar, assistência prestada ao paciente, causas básicas e associadas de óbito, extremamente relevantes e muito utilizadas no diagnóstico da situação de saúde da população.

As informações obtidas pela DO também possibilitam o delineamento do perfil de morbidade de uma área, no que diz respeito às doenças mais letais e às doenças crônicas não sujeitas à notificação compulsória, representando, praticamente, a única fonte regular de dados. Para as doenças de notificação compulsória, a utilização eficiente desta fonte de dados depende da verificação rotineira da presença desses agravos no banco de dados do SIM. Deve-se também checar se as mesmas constam no Sinan, bem como a evolução do caso para óbito.

Adaptado. Fonte: http://bit.ly/353lzoK

Com base no texto 'MORTALIDADE (SIM)', leia as afirmativas a seguir:


I. De acordo com o texto, o registro do óbito deve ser feito na unidade de saúde do município onde ocorreu evento. Assim, é possível identificar as demandas regionais das organizações de serviços de saúde, afirma o texto.

II. O Sistema de Informações Sobre Mortalidade constitui um importante elemento para o Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica, tanto como fonte principal de dados, quando há falhas de registro de casos no Sinan, quanto como fonte complementar, por também dispor de informações sobre as características de pessoa, tempo e lugar, assistência prestada ao paciente, causas básicas e associadas de óbito, extremamente relevantes e muito utilizadas no diagnóstico da situação de saúde da população, de acordo com o texto.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1406525 Português

MORTALIDADE (SIM)


O Sistema de Informações Sobre Mortalidade (SIM) tem por instrumento padronizado de coleta de dados a Declaração de Óbito (DO), impressa em três vias coloridas, cuja emissão e distribuição para os estados, em séries previamente numeradas, é de competência exclusiva do Ministério da Saúde. Para os municípios, a distribuição fica a cargo das secretarias estaduais de saúde, devendo as secretarias municipais se responsabilizarem por seu controle e distribuição entre os profissionais médicos e instituições que a utilizem, bem como pelo recolhimento das primeiras vias em hospitais e cartórios.

O preenchimento da DO deve ser realizado exclusivamente por médicos, exceto em locais onde não existam, situação na qual poderá ser preenchida por oficiais de Cartórios de Registro Civil, assinada por duas testemunhas. Em tese, nenhum sepultamento deveria ocorrer sem prévia emissão da DO. Mas, na prática, sabese da ocorrência de sepultamentos irregulares, em cemitérios clandestinos (e eventualmente mesmo em cemitérios oficiais), o que afeta o conhecimento do real perfil de mortalidade em algumas regiões.

O registro do óbito deve ser feito no local de ocorrência do evento. Embora o local de residência seja a informação comumente mais utilizada, na maioria das análises do setor saúde, a ocorrência é fator importante no planejamento de algumas medidas de controle, como, por exemplo, no caso dos acidentes de trânsito e doenças infecciosas que exijam a adoção de medidas de controle no local de ocorrência. Os óbitos ocorridos fora do local de residência serão redistribuídos, quando do fechamento das estatísticas, pelas secretarias estaduais e Ministério da Saúde, permitindo, assim, o acesso aos dados tanto por ocorrência como por residência do falecido.

O SIM constitui um importante elemento para o Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica, tanto como fonte principal de dados, quando há falhas de registro de casos no Sinan, quanto como fonte complementar, por também dispor de informações sobre as características de pessoa, tempo e lugar, assistência prestada ao paciente, causas básicas e associadas de óbito, extremamente relevantes e muito utilizadas no diagnóstico da situação de saúde da população.

As informações obtidas pela DO também possibilitam o delineamento do perfil de morbidade de uma área, no que diz respeito às doenças mais letais e às doenças crônicas não sujeitas à notificação compulsória, representando, praticamente, a única fonte regular de dados. Para as doenças de notificação compulsória, a utilização eficiente desta fonte de dados depende da verificação rotineira da presença desses agravos no banco de dados do SIM. Deve-se também checar se as mesmas constam no Sinan, bem como a evolução do caso para óbito.

Adaptado. Fonte: http://bit.ly/353lzoK

Com base no texto 'MORTALIDADE (SIM)', leia as afirmativas a seguir:


I. Para as doenças de notificação compulsória, a utilização eficiente dos dados do Sistema de Informações Sobre Mortalidade não depende da verificação rotineira da presença desses agravos no banco de dados do sistema, nem mesmo da checagem das mesmas no Sinan, afirma o texto.

II. Para os municípios, a distribuição da Declaração de Óbito fica a cargo das secretarias estaduais de saúde, devendo as secretarias municipais se responsabilizarem por seu controle e distribuição entre os profissionais médicos e instituições que a utilizem, bem como pelo recolhimento das primeiras vias em hospitais e cartórios, afirma o texto.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1406524 Português

MORTALIDADE (SIM)


O Sistema de Informações Sobre Mortalidade (SIM) tem por instrumento padronizado de coleta de dados a Declaração de Óbito (DO), impressa em três vias coloridas, cuja emissão e distribuição para os estados, em séries previamente numeradas, é de competência exclusiva do Ministério da Saúde. Para os municípios, a distribuição fica a cargo das secretarias estaduais de saúde, devendo as secretarias municipais se responsabilizarem por seu controle e distribuição entre os profissionais médicos e instituições que a utilizem, bem como pelo recolhimento das primeiras vias em hospitais e cartórios.

O preenchimento da DO deve ser realizado exclusivamente por médicos, exceto em locais onde não existam, situação na qual poderá ser preenchida por oficiais de Cartórios de Registro Civil, assinada por duas testemunhas. Em tese, nenhum sepultamento deveria ocorrer sem prévia emissão da DO. Mas, na prática, sabese da ocorrência de sepultamentos irregulares, em cemitérios clandestinos (e eventualmente mesmo em cemitérios oficiais), o que afeta o conhecimento do real perfil de mortalidade em algumas regiões.

O registro do óbito deve ser feito no local de ocorrência do evento. Embora o local de residência seja a informação comumente mais utilizada, na maioria das análises do setor saúde, a ocorrência é fator importante no planejamento de algumas medidas de controle, como, por exemplo, no caso dos acidentes de trânsito e doenças infecciosas que exijam a adoção de medidas de controle no local de ocorrência. Os óbitos ocorridos fora do local de residência serão redistribuídos, quando do fechamento das estatísticas, pelas secretarias estaduais e Ministério da Saúde, permitindo, assim, o acesso aos dados tanto por ocorrência como por residência do falecido.

O SIM constitui um importante elemento para o Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica, tanto como fonte principal de dados, quando há falhas de registro de casos no Sinan, quanto como fonte complementar, por também dispor de informações sobre as características de pessoa, tempo e lugar, assistência prestada ao paciente, causas básicas e associadas de óbito, extremamente relevantes e muito utilizadas no diagnóstico da situação de saúde da população.

As informações obtidas pela DO também possibilitam o delineamento do perfil de morbidade de uma área, no que diz respeito às doenças mais letais e às doenças crônicas não sujeitas à notificação compulsória, representando, praticamente, a única fonte regular de dados. Para as doenças de notificação compulsória, a utilização eficiente desta fonte de dados depende da verificação rotineira da presença desses agravos no banco de dados do SIM. Deve-se também checar se as mesmas constam no Sinan, bem como a evolução do caso para óbito.

Adaptado. Fonte: http://bit.ly/353lzoK

Com base no texto 'MORTALIDADE (SIM)', leia as afirmativas a seguir:


I. O preenchimento da Declaração de Óbito, de acordo com o texto, deve ser realizado exclusivamente por profissionais de saúde, seja qual for a sua especialidade. Nesse documento, devem constar as informações sobre a causa da morte e a localidade onde a mesma ocorreu, afirma o texto.

II. As informações obtidas pela Declaração de Óbito possibilitam o delineamento do perfil de morbidade de uma área no que diz respeito às doenças mais letais, não sendo úteis, no entanto, para conhecer as doenças crônicas não sujeitas à notificação compulsória, de acordo com o texto.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1406523 Português

MORTALIDADE (SIM)


O Sistema de Informações Sobre Mortalidade (SIM) tem por instrumento padronizado de coleta de dados a Declaração de Óbito (DO), impressa em três vias coloridas, cuja emissão e distribuição para os estados, em séries previamente numeradas, é de competência exclusiva do Ministério da Saúde. Para os municípios, a distribuição fica a cargo das secretarias estaduais de saúde, devendo as secretarias municipais se responsabilizarem por seu controle e distribuição entre os profissionais médicos e instituições que a utilizem, bem como pelo recolhimento das primeiras vias em hospitais e cartórios.

O preenchimento da DO deve ser realizado exclusivamente por médicos, exceto em locais onde não existam, situação na qual poderá ser preenchida por oficiais de Cartórios de Registro Civil, assinada por duas testemunhas. Em tese, nenhum sepultamento deveria ocorrer sem prévia emissão da DO. Mas, na prática, sabese da ocorrência de sepultamentos irregulares, em cemitérios clandestinos (e eventualmente mesmo em cemitérios oficiais), o que afeta o conhecimento do real perfil de mortalidade em algumas regiões.

O registro do óbito deve ser feito no local de ocorrência do evento. Embora o local de residência seja a informação comumente mais utilizada, na maioria das análises do setor saúde, a ocorrência é fator importante no planejamento de algumas medidas de controle, como, por exemplo, no caso dos acidentes de trânsito e doenças infecciosas que exijam a adoção de medidas de controle no local de ocorrência. Os óbitos ocorridos fora do local de residência serão redistribuídos, quando do fechamento das estatísticas, pelas secretarias estaduais e Ministério da Saúde, permitindo, assim, o acesso aos dados tanto por ocorrência como por residência do falecido.

O SIM constitui um importante elemento para o Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica, tanto como fonte principal de dados, quando há falhas de registro de casos no Sinan, quanto como fonte complementar, por também dispor de informações sobre as características de pessoa, tempo e lugar, assistência prestada ao paciente, causas básicas e associadas de óbito, extremamente relevantes e muito utilizadas no diagnóstico da situação de saúde da população.

As informações obtidas pela DO também possibilitam o delineamento do perfil de morbidade de uma área, no que diz respeito às doenças mais letais e às doenças crônicas não sujeitas à notificação compulsória, representando, praticamente, a única fonte regular de dados. Para as doenças de notificação compulsória, a utilização eficiente desta fonte de dados depende da verificação rotineira da presença desses agravos no banco de dados do SIM. Deve-se também checar se as mesmas constam no Sinan, bem como a evolução do caso para óbito.

Adaptado. Fonte: http://bit.ly/353lzoK

Com base no texto 'MORTALIDADE (SIM)', leia as afirmativas a seguir:


I. Embora o local de residência seja a informação comumente mais utilizada no registro do óbito, na maioria das análises do Setor de saúde, a ocorrência é fator importante no planejamento de algumas medidas de controle, como, por exemplo, no caso dos acidentes de trânsito e doenças infecciosas que exijam a adoção de medidas de controle no local de ocorrência, de acordo com o texto.

II. De acordo com o texto, em tese, nenhum sepultamento deveria ocorrer sem prévia emissão da Declaração de Óbito. Mas, na prática, afirma o texto, sabe-se da ocorrência de sepultamentos irregulares, em cemitérios clandestinos (e eventualmente mesmo em cemitérios oficiais), o que afeta o conhecimento do real perfil de mortalidade em algumas regiões.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1406513 Português

FRIGORÍFICOS

Por Bloomberg Brasil

Publicado em 16 de dezembro de 2019


Produtos que imitam a carne podem ser a onda do momento, mas os produtores da carne de verdade vão muito bem, obrigado.

A fabricante de hambúrgueres veganos Beyond Meat dominou o noticiário este ano de 2019 com uma estreia de enorme sucesso no mercado financeiro e uma vertiginosa valorização de 200% sobre suas ações.

Mas os frigoríficos Minerva e JBS não estão muito atrás. Até empresas americanas prejudicadas pela guerra comercial com a China, como a Tyson Foods, recentemente tiveram os maiores ganhos nas ações em anos.

Por trás da disparada nos preços das ações dessas empresas está a escassez de proteína animal na Ásia, onde a demanda por importações de carne suína, bovina e de frango aumentou. A peste suína africana está dizimando rebanhos da China ao Vietnã, provocando situações que vão afetar o comércio de carne por anos. 

Enquanto a oferta de carne nos Estados Unidos bate recordes, a demanda por lá também começa a dar sinais de aceleração. Os preços do presunto naquele país estão próximos aos maiores níveis sazonais devido à forte procura externa, elevando os preços da carne de porco. Empresas como a Tyson Foods, com sede em Springdale, Arkansas, relatam interesse “extremo” de compradores chineses por carne de frango, após a suspensão de uma proibição que vigorou por vários anos.

A demanda doméstica por carne também é robusta nos Estados Unidos, à medida que o consumo desse alimento aumenta junto com a renda dos consumidores norte americanos, explicou Mike Sands, dono da consultoria MBS Research, sediada em Memphis.

O movimento ainda tem fôlego, de acordo com Heather Jones, analista de renda variável e proprietária da Heather Jones Research. Cerca de 8% do volume mundial de proteína foi exterminado pela peste suína e a oferta deve chegar ao ponto mínimo no primeiro semestre de 2020.

O salto das ações de empresas de proteína animal coincide com o avanço de negócios de imitação de carne. Em novembro de 2019, as vendas de alternativas à carne subiram 40% com a chegada de mais produtos aos supermercados, de acordo com dados da firma de pesquisas IRI.

Embora substitutos à base de plantas representem apenas 1% do mercado de carne dos Estados Unidos, que movimenta US$ 86 bilhões, as vendas podem chegar a US$ 15 bilhões nos próximos cinco a sete anos, segundo a empresa Hormel Foods, que lançou uma linha própria. 

Por ora, as empresas tradicionais não parecem temer a perda de clientes. Além do movimento causado pela peste suína, a expansão da população global significa que a produção de alimentos precisa aumentar 70% até 2050, de acordo com estimativas da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO, na sigla em inglês). O aumento da renda geralmente significa aumento do consumo de proteína.

Nos Estados Unidos, os frigoríficos também se beneficiaram após um incêndio atingir uma unidade da Tyson Foods em agosto de 2019. Assim, com a capacidade reduzida, criou-se um excesso de animais vivos, o que derrubou os preços do gado. Paralelamente, compradores de carne bovina entraram em pânico com a perspectiva de escassez desse alimento e aceitaram pagar mais caro por ele. Assim, as margens de lucro dos frigoríficos bateram recordes.

Nos Estados Unidos, quatro empresas dominam o segmento de processamento de carne bovina e o Departamento de Agricultura daquele país iniciou uma investigação sobre concorrência desleal.

“As margens dos frigoríficos melhoraram até que fez sentido economicamente funcionar agressivamente não apenas durante a semana, mas também aos sábados”, disse Mike Sands, da MBS. “As margens da carne bovina têm sido muito boas, mas isso é necessário para impedir que o setor fique com gado sem condições.”

Adaptado. Fonte: http://bit.ly/38SoAeV.

Com base no texto 'FRIGORÍFICOS', leia as afirmativas a seguir:


I. O texto informa que os compradores de carne bovina entraram em pânico com a perspectiva de escassez na oferta desse alimento e aceitaram pagar mais caro por ele. Assim, afirma o texto, as margens de lucro dos frigoríficos bateram recordes.

II. O autor do texto diz que, nos EUA, os frigoríficos se beneficiaram após um incêndio atingir uma unidade da Tyson Foods em agosto de 2019. Assim, com a capacidade reduzida, criou-se um excesso de animais vivos, o que derrubou os preços do gado, afirma o texto.

III. O texto aponta que, nos Estados Unidos, quatro empresas dominam o segmento de processamento de carne bovina, e o Departamento de Agricultura daquele país iniciou um conjunto de ações para encobrir qualquer suspeita de concorrência desleal. Essa medida do Departamento de Agricultura, afirma o texto, tem por objetivo manter uma relação positiva entre os Estados Unidos e os países asiáticos, principais compradores da proteína animal produzida nas terras norte-americanas.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1406505 Português

Pecados do atendimento


Um bom atendimento ao usuário é capaz de levar a entidade a ter uma boa imagem perante o seu público, pois leva em consideração a satisfação do usuário em virtude da resolução de problemas ou da clareza quanto às informações oferecidas.

É por isso que é importante conhecer as falhas mais comuns no atendimento ao usuário dos serviços. Assim, é possível saber quais atitudes evitar e quais buscar na performance da sua equipe, deixando os usuários mais propensos a elogiar a instituição e ter uma boa imagem da mesma.


INFORMAÇÕES RASAS OU IMPRECISAS


Um dos erros fatais no atendimento ao usuário é quando o mesmo liga para a instituição e não consegue sanar a sua dúvida. É vital que os atendentes sejam treinados para dar informações precisas ou transferir a ligação para alguém mais capacitado. Se o usuário entra em contato com uma dúvida e o servidor não a soluciona, ele se sentirá desnorteado e desrespeitado, pois não saberá qual caminho tomar a seguir.


TRATAMENTO INADEQUADO


Na maioria das vezes, o usuário liga para a instituição porque está frustrado com algo e precisa de um bom atendimento para tirá-lo do estado atual. Desse modo, se há grosseria, ignorância ou até mesmo falta de tato, o usuário se sentirá desrespeitado e avaliará mal o atendimento. Mesmo se o erro for do próprio usuário, saiba relevar.

Por outro lado, se a organização for responsável pela frustração do usuário, o servidor não deve hesitar, procurando oferecer uma solução para o problema do usuário imediatamente. O cidadão poderá perdoar um erro se ele for solucionado com atenção e dedicação.


SERVIÇO DE ATENDIMENTO AO USUÁRIO INEXISTENTE


Independentemente da natureza da instituição, é fundamental que haja canais de atendimento para que os usuários possam entrar em contato quando quiserem. A inexistência de profissionais dedicados ao atendimento dos usuários pode ser prejudicial para a imagem da entidade. É recomendável que a instituição descubra quais são as formas preferidas de comunicação dos usuários e, assim, prover a devida comunicação por esses canais.


DESVALORIZAÇÃO DA EQUIPE E FALTA DE FEEDBACK


Um excelente atendimento ao usuário gera resultados muito bons nas pesquisas de satisfação. Portanto, desvalorizar o trabalho eficiente ou não congratular a equipe por ter diminuído queixas ou deixado os usuários mais felizes não faz de você um bom líder. Isso faz com que haja desmotivação na equipe e, logo, falhas no atendimento.

Adaptado. Fonte: http://bit.ly/39qApsS.

Com base no texto 'Pecados do atendimento', leia as afirmativas a seguir:


I. Na maioria das vezes, o usuário liga para a instituição porque está frustrado com algo e precisa de um bom atendimento para tirá-lo do estado atual, de acordo com o texto.

II. No atendimento ao usuário, se há grosseria, ignorância ou até mesmo falta de tato, o usuário se sentirá respeitado e avaliará bem o atendimento, afirma o texto. Mesmo se o erro for do próprio usuário, o servidor deve saber relevar, de acordo com o texto.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1406503 Português

Pecados do atendimento


Um bom atendimento ao usuário é capaz de levar a entidade a ter uma boa imagem perante o seu público, pois leva em consideração a satisfação do usuário em virtude da resolução de problemas ou da clareza quanto às informações oferecidas.

É por isso que é importante conhecer as falhas mais comuns no atendimento ao usuário dos serviços. Assim, é possível saber quais atitudes evitar e quais buscar na performance da sua equipe, deixando os usuários mais propensos a elogiar a instituição e ter uma boa imagem da mesma.


INFORMAÇÕES RASAS OU IMPRECISAS


Um dos erros fatais no atendimento ao usuário é quando o mesmo liga para a instituição e não consegue sanar a sua dúvida. É vital que os atendentes sejam treinados para dar informações precisas ou transferir a ligação para alguém mais capacitado. Se o usuário entra em contato com uma dúvida e o servidor não a soluciona, ele se sentirá desnorteado e desrespeitado, pois não saberá qual caminho tomar a seguir.


TRATAMENTO INADEQUADO


Na maioria das vezes, o usuário liga para a instituição porque está frustrado com algo e precisa de um bom atendimento para tirá-lo do estado atual. Desse modo, se há grosseria, ignorância ou até mesmo falta de tato, o usuário se sentirá desrespeitado e avaliará mal o atendimento. Mesmo se o erro for do próprio usuário, saiba relevar.

Por outro lado, se a organização for responsável pela frustração do usuário, o servidor não deve hesitar, procurando oferecer uma solução para o problema do usuário imediatamente. O cidadão poderá perdoar um erro se ele for solucionado com atenção e dedicação.


SERVIÇO DE ATENDIMENTO AO USUÁRIO INEXISTENTE


Independentemente da natureza da instituição, é fundamental que haja canais de atendimento para que os usuários possam entrar em contato quando quiserem. A inexistência de profissionais dedicados ao atendimento dos usuários pode ser prejudicial para a imagem da entidade. É recomendável que a instituição descubra quais são as formas preferidas de comunicação dos usuários e, assim, prover a devida comunicação por esses canais.


DESVALORIZAÇÃO DA EQUIPE E FALTA DE FEEDBACK


Um excelente atendimento ao usuário gera resultados muito bons nas pesquisas de satisfação. Portanto, desvalorizar o trabalho eficiente ou não congratular a equipe por ter diminuído queixas ou deixado os usuários mais felizes não faz de você um bom líder. Isso faz com que haja desmotivação na equipe e, logo, falhas no atendimento.

Adaptado. Fonte: http://bit.ly/39qApsS.

Com base no texto 'Pecados do atendimento', leia as afirmativas a seguir:


I. Se a organização for responsável pela frustração do usuário, o servidor público não deve oferecer uma solução para o problema do cidadão, afirma o texto. O cidadão poderá perdoar um erro se ele for solucionado com atenção e dedicação, de acordo com o texto.

II. É desaconselhável que a instituição busque identificar quais são as formas preferidas de comunicação dos usuários dos seus serviços, devendo limitar-se a disponibilizar um número de telefone para contato, de acordo com o texto.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1406502 Português

Pecados do atendimento


Um bom atendimento ao usuário é capaz de levar a entidade a ter uma boa imagem perante o seu público, pois leva em consideração a satisfação do usuário em virtude da resolução de problemas ou da clareza quanto às informações oferecidas.

É por isso que é importante conhecer as falhas mais comuns no atendimento ao usuário dos serviços. Assim, é possível saber quais atitudes evitar e quais buscar na performance da sua equipe, deixando os usuários mais propensos a elogiar a instituição e ter uma boa imagem da mesma.


INFORMAÇÕES RASAS OU IMPRECISAS


Um dos erros fatais no atendimento ao usuário é quando o mesmo liga para a instituição e não consegue sanar a sua dúvida. É vital que os atendentes sejam treinados para dar informações precisas ou transferir a ligação para alguém mais capacitado. Se o usuário entra em contato com uma dúvida e o servidor não a soluciona, ele se sentirá desnorteado e desrespeitado, pois não saberá qual caminho tomar a seguir.


TRATAMENTO INADEQUADO


Na maioria das vezes, o usuário liga para a instituição porque está frustrado com algo e precisa de um bom atendimento para tirá-lo do estado atual. Desse modo, se há grosseria, ignorância ou até mesmo falta de tato, o usuário se sentirá desrespeitado e avaliará mal o atendimento. Mesmo se o erro for do próprio usuário, saiba relevar.

Por outro lado, se a organização for responsável pela frustração do usuário, o servidor não deve hesitar, procurando oferecer uma solução para o problema do usuário imediatamente. O cidadão poderá perdoar um erro se ele for solucionado com atenção e dedicação.


SERVIÇO DE ATENDIMENTO AO USUÁRIO INEXISTENTE


Independentemente da natureza da instituição, é fundamental que haja canais de atendimento para que os usuários possam entrar em contato quando quiserem. A inexistência de profissionais dedicados ao atendimento dos usuários pode ser prejudicial para a imagem da entidade. É recomendável que a instituição descubra quais são as formas preferidas de comunicação dos usuários e, assim, prover a devida comunicação por esses canais.


DESVALORIZAÇÃO DA EQUIPE E FALTA DE FEEDBACK


Um excelente atendimento ao usuário gera resultados muito bons nas pesquisas de satisfação. Portanto, desvalorizar o trabalho eficiente ou não congratular a equipe por ter diminuído queixas ou deixado os usuários mais felizes não faz de você um bom líder. Isso faz com que haja desmotivação na equipe e, logo, falhas no atendimento.

Adaptado. Fonte: http://bit.ly/39qApsS.

Com base no texto 'Pecados do atendimento', leia as afirmativas a seguir:


I. Um dos erros fatais no atendimento ao usuário é quando o mesmo liga para a instituição e não consegue sanar a sua dúvida, de acordo com o texto.

II. Independentemente da natureza da instituição, é fundamental que haja canais de atendimento para que os usuários possam entrar em contato quando quiserem, afirma o texto. A inexistência de profissionais dedicados ao atendimento dos usuários pode ser favorável para a imagem da entidade, de acordo com o texto.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1406475 Português

Vigilância e território


É no território, onde acontecem as relações de vida e trabalho, que a determinação social do processo de saúde e de doença se operacionaliza por meio da organização dos serviços de saúde em redes de Vigilância em Saúde. Essas redes se configuram em ambientes participativos e intersetoriais que possibilitam um ciclo contínuo de compreensão das possibilidades de riscos e de resiliência de problemas relacionados à vigilância sanitária, epidemiológica, de saúde ambiental e de saúde do trabalhador. O resultado deste processo se configura em elaborar um mapa de intervenção sobre os condicionantes, os riscos e os impactos à saúde. 

Ao considerar os aspectos de natureza econômica, social, ambiental, cultural, política e suas mediações, a Vigilância em Saúde amplia e empodera a sua capacidade de identificar onde e como devem ser feitas as intervenções de maior impacto no território.

O conceito de território oferece uma possibilidade da observação das dinâmicas das situações de risco e das atividades humanas nele materializados, com uma historicidade e mobilidade intercambiadas com cenários mais amplos e trajetórias da população e seus modos de reprodução, as quais são dadas por fluxos e configurações demográficas relacionadas aos modos de desenvolvimento regionais. 

Os casos e as situações de risco, os quais são objetos concretos da Vigilância em Saúde, operam uma interconexão de territórios, estabelecendo redes de vigilância sanitária articuladoras das diferentes abordagens da Vigilância em Saúde. Tendo, além da expressão local, uma configuração articulada com outros territórios, transpondo, assim, fronteiras de um determinado local, oferecendo e absorvendo informações da dinâmica de determinação, condicionamentos e nexos causais dos casos e situações de risco em foco. 

O território na Vigilância em Saúde responde às interações espaciais configuradas por problemas sanitários que conectam distintos territórios, por fluxos de cadeias produtivas e distributivas de produtos de interesse sanitário e pela vigilância de situações de risco similares.


Adaptado. Fonte: http://bit.ly/2ML3aXw.

Com base no texto 'Vigilância e território', leia as afirmativas a seguir:
I. Os profissionais que atuam nas ações e projetos de Vigilância em Saúde devem possuir formação em nível superior e profundo conhecimento do território de atuação, assim como devem demonstrar domínio de ferramentas de informática, de acordo com o texto. II. É no território, onde acontecem as relações de vida e trabalho, que a determinação social do processo de saúde e de doença se operacionaliza por meio da organização dos serviços de saúde em redes de Vigilância em Saúde, de acordo com o texto.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1406473 Português

Vigilância e território


É no território, onde acontecem as relações de vida e trabalho, que a determinação social do processo de saúde e de doença se operacionaliza por meio da organização dos serviços de saúde em redes de Vigilância em Saúde. Essas redes se configuram em ambientes participativos e intersetoriais que possibilitam um ciclo contínuo de compreensão das possibilidades de riscos e de resiliência de problemas relacionados à vigilância sanitária, epidemiológica, de saúde ambiental e de saúde do trabalhador. O resultado deste processo se configura em elaborar um mapa de intervenção sobre os condicionantes, os riscos e os impactos à saúde. 

Ao considerar os aspectos de natureza econômica, social, ambiental, cultural, política e suas mediações, a Vigilância em Saúde amplia e empodera a sua capacidade de identificar onde e como devem ser feitas as intervenções de maior impacto no território.

O conceito de território oferece uma possibilidade da observação das dinâmicas das situações de risco e das atividades humanas nele materializados, com uma historicidade e mobilidade intercambiadas com cenários mais amplos e trajetórias da população e seus modos de reprodução, as quais são dadas por fluxos e configurações demográficas relacionadas aos modos de desenvolvimento regionais. 

Os casos e as situações de risco, os quais são objetos concretos da Vigilância em Saúde, operam uma interconexão de territórios, estabelecendo redes de vigilância sanitária articuladoras das diferentes abordagens da Vigilância em Saúde. Tendo, além da expressão local, uma configuração articulada com outros territórios, transpondo, assim, fronteiras de um determinado local, oferecendo e absorvendo informações da dinâmica de determinação, condicionamentos e nexos causais dos casos e situações de risco em foco. 

O território na Vigilância em Saúde responde às interações espaciais configuradas por problemas sanitários que conectam distintos territórios, por fluxos de cadeias produtivas e distributivas de produtos de interesse sanitário e pela vigilância de situações de risco similares.


Adaptado. Fonte: http://bit.ly/2ML3aXw.

Com base no texto 'Vigilância e território', leia as afirmativas a seguir:
I. O território, no contexto da Vigilância em Saúde, reage às interações espaciais configuradas por problemas sanitários que conectam áreas distintas, afirma o texto. Assim, a Vigilância em Saúde deve contribuir para a redução da qualidade dos serviços sanitários em áreas onde a população se encontra espacialmente distribuída, de acordo com o texto. II. As ações de Vigilância em Saúde devem prever a participação da comunidade na execução das estratégias de educação em saúde, de prevenção de agravos e de conscientização sobre as práticas de higiene doméstica em todo o território de referência, de acordo com o texto.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1406469 Português

Boas práticas de atendimento


O atendimento ao usuário dos serviços públicos é um importante esforço em prol da qualidade na organização. Para prestar um bom atendimento ao cidadão, é recomendável seguir algumas etapas:

• O servidor deve procurar saudar o cliente (dando bom dia, boa tarde ou boa noite, por exemplo) e apresentar-se;

• É importante usar de boa dicção e um tom de voz agradável (com um sorriso no rosto) ao lidar com o usuário dos serviços;

• Atendimento personalizado (chamar sempre o cliente pelo nome);

• Buscar o entendimento da demanda do cidadão é necessário para prestar um bom atendimento. Assim, é importante fazer perguntas relacionadas ao problema do usuário;

• A linguagem do servidor, ao atender um cidadão, deve ser apropriada e respeitosa;

• Demostrar interesse e dar sinais de que está atento ao que o cidadão diz também são práticas recomendáveis;

• O servidor deve demonstrar entusiasmo e energia em ajudar o cidadão;

• A empatia (a capacidade psicológica para sentir o que sentiria uma outra pessoa caso estivesse na mesma situação vivenciada por ela) é uma característica importante para os profissionais que mantém contato direto com os usuários dos serviços; 


Algumas práticas devem ser evitadas em um atendimento, tais como interromper o usuário; discutir, mesmo não concordando com o cidadão; fazer julgamentos precipitados sobre o problema do usuário; tentar adivinhar o que a outra pessoa quer dizer; usar de brincadeiras, piadas ou intimidades inadequadas; usar gírias e deixar o usuário aguardando pela solução do problema por um tempo excessivo, por exemplo. 


Adaptado. Fonte: http://bit.ly/2Q9RnnV. 

Com base no texto 'Boas práticas de atendimento', leia as afirmativas a seguir:
I. É importante, no atendimento, usar de boa dicção e um tom de voz agradável (com um sorriso no rosto) ao lidar com o usuário dos serviços, de acordo com o texto. II. Demostrar interesse e dar sinais de que está atento ao que o cidadão diz são práticas recomendáveis a um bom atendimento, afirma o texto. A linguagem do servidor, ao atender um cidadão, deve ser apropriada e respeitosa, de acordo com o texto.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1406468 Português

Boas práticas de atendimento


O atendimento ao usuário dos serviços públicos é um importante esforço em prol da qualidade na organização. Para prestar um bom atendimento ao cidadão, é recomendável seguir algumas etapas:

• O servidor deve procurar saudar o cliente (dando bom dia, boa tarde ou boa noite, por exemplo) e apresentar-se;

• É importante usar de boa dicção e um tom de voz agradável (com um sorriso no rosto) ao lidar com o usuário dos serviços;

• Atendimento personalizado (chamar sempre o cliente pelo nome);

• Buscar o entendimento da demanda do cidadão é necessário para prestar um bom atendimento. Assim, é importante fazer perguntas relacionadas ao problema do usuário;

• A linguagem do servidor, ao atender um cidadão, deve ser apropriada e respeitosa;

• Demostrar interesse e dar sinais de que está atento ao que o cidadão diz também são práticas recomendáveis;

• O servidor deve demonstrar entusiasmo e energia em ajudar o cidadão;

• A empatia (a capacidade psicológica para sentir o que sentiria uma outra pessoa caso estivesse na mesma situação vivenciada por ela) é uma característica importante para os profissionais que mantém contato direto com os usuários dos serviços; 


Algumas práticas devem ser evitadas em um atendimento, tais como interromper o usuário; discutir, mesmo não concordando com o cidadão; fazer julgamentos precipitados sobre o problema do usuário; tentar adivinhar o que a outra pessoa quer dizer; usar de brincadeiras, piadas ou intimidades inadequadas; usar gírias e deixar o usuário aguardando pela solução do problema por um tempo excessivo, por exemplo. 


Adaptado. Fonte: http://bit.ly/2Q9RnnV. 

Com base no texto 'Boas práticas de atendimento', leia as afirmativas a seguir:
I. O servidor deve demonstrar entusiasmo e energia em ajudar o cidadão, procurando realizar um atendimento personalizado (chamar sempre o cliente pelo nome), de acordo com o texto. II. A empatia, ou seja, a capacidade psicológica para sentir o que sentiria uma outra pessoa caso estivesse na mesma situação vivenciada por ela, é uma característica pouco relevante para os profissionais que mantém contato direto com os usuários dos serviços públicos, de acordo com o texto.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1406453 Português
ARGENTINA
Por Lara Rizério
16 de dezembro de 2019

Medidas consideradas intervencionistas já eram esperadas logo nos primeiros dias de governo de Alberto Fernández, que tomou posse como presidente da Argentina no dia 10 de dezembro de 2019. E foi justamente o que aconteceu.

No último fim de semana, ganharam as páginas dos jornais o decreto do governo, instituindo, além do aumento dos custos dos empregadores para demissão de funcionários, a elevação dos impostos sobre as exportações de soja e grãos, como forma de “enfrentar a grave situação das finanças públicas” do país (segundo destaca o documento). 

Com isso, o teto de taxação de 4 Pesos por Dólar definido pelo governo do ex-presidente Maurício Macri perde o efeito e as retenções ficam em 12%. O decreto de Fernández é aplicado parcialmente para o trigo, o milho e a soja, que voltarão à taxa de 12%. Para a soja, principal produto de exportação, o índice se somará aos 18% que já se pagavam. Desta forma, essa exportação será taxada com 30% de seu preço.

As tarifas de exportação da Argentina, em uma base de doze meses até novembro de 2019, representaram cerca de 1,6% do PIB do país, de acordo com cálculos feitos pelo Credit Suisse. O governo aposta que, com a elevação das tarifas, haja mais fundos para o seu pacote emergencial. 

As medidas de Fernández, inclusive, têm o potencial de reverberar por aqui. Afinal, o país vizinho é o principal fornecedor de trigo para o Brasil – de acordo com o Ministério da Agricultura, mais de 80% da commodity utilizado pelas indústrias brasileiras vêm da Argentina. 

Desta forma, a princípio, o anúncio poderia representar mais uma fonte de pressão nos preços dos alimentos no Brasil, já que a elevação das cotações do trigo pode ser repassada para produtos que usam o insumo, como o pão francês. 

Vale destacar que, no mês de novembro de 2019, a inflação oficial brasileira medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostrou uma aceleração de 0,51% na comparação mensal, maior alta do mês desde 2015 e acima do esperado. Quem guiou esse resultado foi a carne, cujo preço disparou 8,09% de outubro para novembro de 2019 por conta da escassez de proteína animal na Ásia, onde a demanda por importações de carne suína, bovina e de frango aumentou. A peste suína africana está dizimando rebanhos, reduzindo a oferta e aumentando a exportação brasileira para a região.

Porém, conforme aponta a equipe de análise econômica da XP Investimentos, a dimensão do impacto da medida da Argentina sobre a inflação brasileira ainda é difícil de ser calculada, uma vez que o Brasil poderia redirecionar suas compras para outros países que também são grandes produtores do grão, como EUA e Canadá.

EFEITO NAS EMPRESAS

Enquanto o cenário é incerto, algumas empresas brasileiras e associações já se pronunciaram. Foi o caso da Marfrig Global Foods (uma companhia de alimentos à base de proteína animal), que possui operações na Argentina e afirmou que a taxação para os produtos em geral não terá impacto material na geração de resultado da companhia. O governo argentino aumentou para 9% o imposto sobre as exportações de carne bovina. Antes, eram cobrados 3 Pesos por Dólar exportado.

A companhia destacou que a receita líquida da operação da empresa na Argentina representou apenas 3,6% da receita líquida consolidada no período acumulado até setembro de 2019, sendo que, desse montante, aproximadamente 50% é proveniente de vendas no mercado doméstico, o que minimiza o impacto da medida, enquanto outros 50% vieram de exportações.

“Aproximadamente 60% das receitas de exportações de carne bovina da Marfrig, na Argentina, foi para China, um dos destinos mais rentáveis do mundo dado o novo cenário global de proteínas”, destacou em comunicado.

Por outro lado, com relação, especificamente, ao trigo e à soja, o efeito da elevação dos tributos será estimular agricultores argentinos a produzirem menos, conforme aponta a analista Michaela Kuhl, do Commerzbank. “Para agricultores, o imposto significa que eles ganham menos ao exportar seus produtos. Em geral, isso significa que produzirão menos dos produtos em questão”, destaca a analista.

Assim, qualquer recuo significativo na produção do país terá efeito nos mercados globais, já que o país é o maior exportador de farelo de soja e sexto maior exportador de trigo, segundo dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). 

Adaptado. Fonte: http://bit.ly/2EyfGFu. 
Com base no texto 'Argentina eleva taxas sobre exportação', leia as afirmativas a seguir:
I. Infere-se do texto que as tarifas de exportação da Argentina, em uma base de doze meses até novembro de 2019, representaram cerca de 1,6% do PIB desse país, de acordo com cálculos feitos pelo Credit Suisse. O texto afirma, ainda, que o governo da Argentina aposta que, com a elevação das tarifas, haja mais fundos para o seu pacote emergencial.
II. O texto aponta que a peste suína africana está dizimando rebanhos, aumentando a oferta e reduzindo a exportação brasileira de carne suína, bovina e de frango para a Ásia. Esse cenário, de acordo com o texto, poderá levar o Brasil a elevar a importação de proteína animal de países europeus e até mesmo dos Estados Unidos e Canadá. A longo prazo, afirma a autora, esse aumento das importações poderá afetar a inflação brasileira. III. De acordo com o texto, já que a Argentina é o maior exportador de trigo e sexto maior exportador de farelo de soja, segundo dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), qualquer recuo significativo na produção desse país terá efeito negativo nos mercados globais.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1406451 Português
ARGENTINA
Por Lara Rizério
16 de dezembro de 2019

Medidas consideradas intervencionistas já eram esperadas logo nos primeiros dias de governo de Alberto Fernández, que tomou posse como presidente da Argentina no dia 10 de dezembro de 2019. E foi justamente o que aconteceu.

No último fim de semana, ganharam as páginas dos jornais o decreto do governo, instituindo, além do aumento dos custos dos empregadores para demissão de funcionários, a elevação dos impostos sobre as exportações de soja e grãos, como forma de “enfrentar a grave situação das finanças públicas” do país (segundo destaca o documento). 

Com isso, o teto de taxação de 4 Pesos por Dólar definido pelo governo do ex-presidente Maurício Macri perde o efeito e as retenções ficam em 12%. O decreto de Fernández é aplicado parcialmente para o trigo, o milho e a soja, que voltarão à taxa de 12%. Para a soja, principal produto de exportação, o índice se somará aos 18% que já se pagavam. Desta forma, essa exportação será taxada com 30% de seu preço.

As tarifas de exportação da Argentina, em uma base de doze meses até novembro de 2019, representaram cerca de 1,6% do PIB do país, de acordo com cálculos feitos pelo Credit Suisse. O governo aposta que, com a elevação das tarifas, haja mais fundos para o seu pacote emergencial. 

As medidas de Fernández, inclusive, têm o potencial de reverberar por aqui. Afinal, o país vizinho é o principal fornecedor de trigo para o Brasil – de acordo com o Ministério da Agricultura, mais de 80% da commodity utilizado pelas indústrias brasileiras vêm da Argentina. 

Desta forma, a princípio, o anúncio poderia representar mais uma fonte de pressão nos preços dos alimentos no Brasil, já que a elevação das cotações do trigo pode ser repassada para produtos que usam o insumo, como o pão francês. 

Vale destacar que, no mês de novembro de 2019, a inflação oficial brasileira medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostrou uma aceleração de 0,51% na comparação mensal, maior alta do mês desde 2015 e acima do esperado. Quem guiou esse resultado foi a carne, cujo preço disparou 8,09% de outubro para novembro de 2019 por conta da escassez de proteína animal na Ásia, onde a demanda por importações de carne suína, bovina e de frango aumentou. A peste suína africana está dizimando rebanhos, reduzindo a oferta e aumentando a exportação brasileira para a região.

Porém, conforme aponta a equipe de análise econômica da XP Investimentos, a dimensão do impacto da medida da Argentina sobre a inflação brasileira ainda é difícil de ser calculada, uma vez que o Brasil poderia redirecionar suas compras para outros países que também são grandes produtores do grão, como EUA e Canadá.

EFEITO NAS EMPRESAS

Enquanto o cenário é incerto, algumas empresas brasileiras e associações já se pronunciaram. Foi o caso da Marfrig Global Foods (uma companhia de alimentos à base de proteína animal), que possui operações na Argentina e afirmou que a taxação para os produtos em geral não terá impacto material na geração de resultado da companhia. O governo argentino aumentou para 9% o imposto sobre as exportações de carne bovina. Antes, eram cobrados 3 Pesos por Dólar exportado.

A companhia destacou que a receita líquida da operação da empresa na Argentina representou apenas 3,6% da receita líquida consolidada no período acumulado até setembro de 2019, sendo que, desse montante, aproximadamente 50% é proveniente de vendas no mercado doméstico, o que minimiza o impacto da medida, enquanto outros 50% vieram de exportações.

“Aproximadamente 60% das receitas de exportações de carne bovina da Marfrig, na Argentina, foi para China, um dos destinos mais rentáveis do mundo dado o novo cenário global de proteínas”, destacou em comunicado.

Por outro lado, com relação, especificamente, ao trigo e à soja, o efeito da elevação dos tributos será estimular agricultores argentinos a produzirem menos, conforme aponta a analista Michaela Kuhl, do Commerzbank. “Para agricultores, o imposto significa que eles ganham menos ao exportar seus produtos. Em geral, isso significa que produzirão menos dos produtos em questão”, destaca a analista.

Assim, qualquer recuo significativo na produção do país terá efeito nos mercados globais, já que o país é o maior exportador de farelo de soja e sexto maior exportador de trigo, segundo dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). 

Adaptado. Fonte: http://bit.ly/2EyfGFu. 
Com base no texto 'Argentina eleva taxas sobre exportação', leia as afirmativas a seguir:
I. A autora afirma que, a princípio, o anúncio do aumento das taxas pelo governo da Argentina poderia representar mais uma fonte de pressão nos preços dos alimentos no Brasil, já que a elevação das cotações do trigo pode ser repassada para produtos que usam o insumo, como o pão francês. II. Pode-se observar no texto que, na perspectiva de Michaela Kuhl, para os agricultores argentinos, o imposto significa que eles ganham menos ao exportar seus produtos e, em geral, isso significa que produzirão menos dos produtos afetados pela medida do governo da Argentina. III. Depreende-se do texto que, após o decreto do governo da Argentina, o teto de taxação de 2 Pesos por Dólar, definido pelo governo da ex-presidente Lara Rizério, perde o efeito e as retenções ficam em 12%. O texto afirma, ainda, que a nova política de tributação da Argentina deverá ter um impacto negativo sobre a produção das empresas brasileiras, pois reduzirá o custo de fabricação de produtos derivados de trigo no Brasil.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1406381 Português

EDUCAÇÃO CRÍTICA


A educação crítica é orientada para a tomada de decisões e para o exercício da prática de uma responsabilidade social e política. Modificando-se assim, a própria relação entre o professor e o aluno, a qual é marcada pelo pressuposto básico que Paulo Freire estabelece para esta relação, a saber, a prática do diálogo enquanto dimensão essencial no trabalho de compreensão da realidade a partir das experiências do sujeito ensinante, assim como do sujeito aprendente.

Portanto, a comunicação entre o educador e o educando, na partilha de suas experiências pelo diálogo, abre caminhos para uma participação responsável. O diálogo implica reconhecimento do outro, através do respeito a sua dignidade, o que só é possível entre pessoas, e o qual se fundamenta na democracia.

Paulo Freire traz para a escola o princípio da relação professoraluno. Muitas vezes, como em nossa vida social, tem se apresentado também, envolvida pelo autoritarismo, a ausência do diálogo, exigindo de todos, a aprendizagem da democracia, através da dialogação entre alunos, pais e professores, transformando a vida escolar em assunto de todos os envolvidos, assim como a vida política é assunto de toda a sociedade.

Para tanto, Paulo Freire propõe uma educação transformadora, uma educação para a democracia pela participação de todos, calcada no homem livre, racional, capaz de promover mudanças através do consenso entre grupos e classes sociais, por meio de reformas histórico-culturais, ou seja, no pensar a realidade do trabalho humano como uma obra de cultura, um ato cultural.

Assim, compreender a cultura como processo histórico pelo qual o homem se relaciona com o mundo transformando-o com os outros homens, reconhecendo e transformando a natureza e a si próprios. Representando a somatória de toda a experiência, criação e recriação ligada ao homem no seu espaço de hoje e na sua vivência de ontem, configurando-se como a real manifestação do homem sobre e com o mundo. Portanto, compreendendo que a cultura é tudo o que é criado pelo homem.

Desta forma, é relevante considerar o homem inserido na cultura por ele constituída, compreendendo as relações que se estabelecem na escola. Em que o professor perceba que cada indivíduo, deve despertar para a consciência de sentido do seu existir, devendo a ele o respeito com a necessária competência e compromisso pedagógico, o que deve servir de referência na organização e valoração do quefazer escolar. Perceber a existência de duas culturas, a do educando e a do educador, numa sociedade competitiva e de contradições.

Adaptado. Fonte: http://bit.ly/2SuTsfD. 

Com base no texto 'EDUCAÇÃO CRÍTICA', leia as afirmativas a seguir:


I. Paulo Freire propõe uma educação calcada no pensar a realidade do trabalho humano como uma obra de cultura, um ato cultural, afirma o texto. Assim, na perspectiva de Freire, a educação deve distanciar-se da realidade do educando, para, assim, refletir a cultura das classes dominantes, de acordo com o texto.

II. Paulo Freire propõe uma educação calcada no homem livre, racional, incapaz de promover mudanças através do consenso entre grupos e classes sociais, afirma o texto.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1406379 Português

EDUCAÇÃO CRÍTICA


A educação crítica é orientada para a tomada de decisões e para o exercício da prática de uma responsabilidade social e política. Modificando-se assim, a própria relação entre o professor e o aluno, a qual é marcada pelo pressuposto básico que Paulo Freire estabelece para esta relação, a saber, a prática do diálogo enquanto dimensão essencial no trabalho de compreensão da realidade a partir das experiências do sujeito ensinante, assim como do sujeito aprendente.

Portanto, a comunicação entre o educador e o educando, na partilha de suas experiências pelo diálogo, abre caminhos para uma participação responsável. O diálogo implica reconhecimento do outro, através do respeito a sua dignidade, o que só é possível entre pessoas, e o qual se fundamenta na democracia.

Paulo Freire traz para a escola o princípio da relação professoraluno. Muitas vezes, como em nossa vida social, tem se apresentado também, envolvida pelo autoritarismo, a ausência do diálogo, exigindo de todos, a aprendizagem da democracia, através da dialogação entre alunos, pais e professores, transformando a vida escolar em assunto de todos os envolvidos, assim como a vida política é assunto de toda a sociedade.

Para tanto, Paulo Freire propõe uma educação transformadora, uma educação para a democracia pela participação de todos, calcada no homem livre, racional, capaz de promover mudanças através do consenso entre grupos e classes sociais, por meio de reformas histórico-culturais, ou seja, no pensar a realidade do trabalho humano como uma obra de cultura, um ato cultural.

Assim, compreender a cultura como processo histórico pelo qual o homem se relaciona com o mundo transformando-o com os outros homens, reconhecendo e transformando a natureza e a si próprios. Representando a somatória de toda a experiência, criação e recriação ligada ao homem no seu espaço de hoje e na sua vivência de ontem, configurando-se como a real manifestação do homem sobre e com o mundo. Portanto, compreendendo que a cultura é tudo o que é criado pelo homem.

Desta forma, é relevante considerar o homem inserido na cultura por ele constituída, compreendendo as relações que se estabelecem na escola. Em que o professor perceba que cada indivíduo, deve despertar para a consciência de sentido do seu existir, devendo a ele o respeito com a necessária competência e compromisso pedagógico, o que deve servir de referência na organização e valoração do quefazer escolar. Perceber a existência de duas culturas, a do educando e a do educador, numa sociedade competitiva e de contradições.

Adaptado. Fonte: http://bit.ly/2SuTsfD. 

Com base no texto 'EDUCAÇÃO CRÍTICA', leia as afirmativas a seguir:


I. De acordo com o texto, a comunicação entre o educador e o educando, na partilha de suas experiências pelo diálogo, abre caminhos para uma participação responsável.

II. Paulo Freire propõe uma educação transformadora, uma educação para a democracia pela participação de todos, onde ocorra uma evidente segregação dos educandos em função das suas classes sociais, afirma o texto.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Respostas
19461: C
19462: A
19463: C
19464: B
19465: C
19466: C
19467: D
19468: A
19469: C
19470: B
19471: D
19472: B
19473: C
19474: D
19475: A
19476: B
19477: B
19478: C
19479: D
19480: B