Questões de Concurso Comentadas sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q1864309 Português
Leia o texto abaixo e responda ao que se pede.

VEJO A VIDA 

A vida tem duas faces:
positiva e negativa
o passado foi duro
mas deixou o seu legado
(...)
Aceitar suas limitações
e me fazer pedra de segurança
dos valores que vão desmoronando.
Nasci em tempos rudes
aceitei contradições
lutas e pedras
como lições de vida
e delas me sirvo.
Aprendi a viver.

Cora Coralina
No trecho “aceitei contradições / lutas e pedras / como lições de vida”, a palavra destacada tem o seguinte valor semântico:
Alternativas
Q1864306 Português
Leia o texto abaixo e responda ao que se pede.

VEJO A VIDA 

A vida tem duas faces:
positiva e negativa
o passado foi duro
mas deixou o seu legado
(...)
Aceitar suas limitações
e me fazer pedra de segurança
dos valores que vão desmoronando.
Nasci em tempos rudes
aceitei contradições
lutas e pedras
como lições de vida
e delas me sirvo.
Aprendi a viver.

Cora Coralina
O texto de Cora Coralina apresenta uma linguagem de sentido:
Alternativas
Q1864305 Português
Leia o texto abaixo e responda ao que se pede.

VEJO A VIDA 

A vida tem duas faces:
positiva e negativa
o passado foi duro
mas deixou o seu legado
(...)
Aceitar suas limitações
e me fazer pedra de segurança
dos valores que vão desmoronando.
Nasci em tempos rudes
aceitei contradições
lutas e pedras
como lições de vida
e delas me sirvo.
Aprendi a viver.

Cora Coralina
Ao longo da composição de Cora Coralina, os elementos coesivos desempenham funções primordiais na construção das relações semânticas. Observe as afirmativas abaixo.

I – Os elementos coesivos seu/suas/delas (marcados no texto) correspondem, respectivamente, aos referentes passado/vida /lições de vida.
II – Na primeira estrofe, os versos 3 e 4 relacionam argumentos que se articulam por um conector de oposição.
III – No verso 6, encontramos um elemento coesivo de valor adversativo.
IV - No penúltimo verso, o elemento coesivo encontrado introduz oração coordenada.

A alternativa que apresenta todas as afirmativas corretas é:
Alternativas
Q1864304 Português
Leia o texto abaixo e responda ao que se pede.

VEJO A VIDA 

A vida tem duas faces:
positiva e negativa
o passado foi duro
mas deixou o seu legado
(...)
Aceitar suas limitações
e me fazer pedra de segurança
dos valores que vão desmoronando.
Nasci em tempos rudes
aceitei contradições
lutas e pedras
como lições de vida
e delas me sirvo.
Aprendi a viver.

Cora Coralina
A ideia central do texto, defendida pelo eu lírico é:
Alternativas
Q1863903 Português

Uma camiseta trazia estampada a seguinte frase:


“Não tomo juízo porque já tomo cerveja!”



O que provoca o humor na frase é 

Alternativas
Q1863901 Português

Os maços de cigarros trazem o seguinte texto:


“As autoridades sanitárias advertem que o tabaco prejudica

seriamente a saúde: fumar provoca câncer, bronquite

crônica e outras enfermidades pulmonares.”



Esse texto, para conseguir que algumas pessoas deixem de fumar, apela para

Alternativas
Q1863897 Português

“Amizade é semelhante a um bom café: uma vez frio não se

aquece sem perder bastante do sabor original”.



Essa frase de base comparativa nos diz que

Alternativas
Q1863895 Português

Na história do nosso país, o primeiro escritor oficial foi Pero Vaz Caminha, que começa sua famosa Carta pelas seguintes palavras:


“Posto que o capitão-mor desta vossa frota e assim os outros capitães escrevam a Vossa Alteza a nova do achamento desta vossa terra nova, que se ora nesta navegação achou, não deixarei de dar disso minha conta a Vossa Alteza, assim como eu melhor puder, ainda que, para bem contar e falar, o saiba pior que todos fazer.”



Tendo em vista a situação de escrivão da frota e sua relação social em relação ao rei, podemos deduzir que Caminha

Alternativas
Q1863695 Português
O poema a seguir foi escrito por Cecília Meireles. Leia- -o atentamente para responder a próxima questão.
Ou se tem chuva e não se tem sol,
ou se tem sol e não se tem chuva!
Ou se calça a luva e não se põe o anel,
ou se põe o anel e não se calça a luva!

Quem sobe nos ares não fica no chão,
Quem fica no chão não sobe nos ares.
É uma grande pena que não se possa
estar ao mesmo tempo em dois lugares!

Ou guardo dinheiro e não compro o doce,
ou compro o doce e não guardo o dinheiro.
Ou isto ou aquilo: ou isto ou aquilo...
e vivo escolhendo o dia inteiro!

Não sei se brinco, não sei se estudo,
se saio correndo ou fico tranquilo.
Mas não consegui entender ainda
qual é melhor: se é isto ou aquilo.
Marque a alternativa que indica algo que, de acordo com o poema de Cecília Meireles, é uma impossibilidade.
Alternativas
Q1863694 Português
O poema a seguir foi escrito por Cecília Meireles. Leia- -o atentamente para responder a próxima questão.
Ou se tem chuva e não se tem sol,
ou se tem sol e não se tem chuva!
Ou se calça a luva e não se põe o anel,
ou se põe o anel e não se calça a luva!

Quem sobe nos ares não fica no chão,
Quem fica no chão não sobe nos ares.
É uma grande pena que não se possa
estar ao mesmo tempo em dois lugares!

Ou guardo dinheiro e não compro o doce,
ou compro o doce e não guardo o dinheiro.
Ou isto ou aquilo: ou isto ou aquilo...
e vivo escolhendo o dia inteiro!

Não sei se brinco, não sei se estudo,
se saio correndo ou fico tranquilo.
Mas não consegui entender ainda
qual é melhor: se é isto ou aquilo.
Marque a alternativa que apresenta uma frase com sentido semelhante ao do poema selecionado.
Alternativas
Q1863666 Português
Leia atentamente o texto poético a seguir, escrito por Clarice Lispector, para responder a próxima questão.

“Quando penso na alegria voraz
com que comemos galinha ao molho pardo,
dou-me conta de nossa truculência.
Eu, que seria incapaz de matar uma galinha,
tanto gosto delas vivas
mexendo o pescoço feio
e procurando minhocas.
Deveríamos não comê-las e ao seu sangue?
Nunca.
Nós somos canibais,
é preciso não esquecer.
E respeitar a violência que temos.
E, quem sabe, não comêssemos a galinha ao molho
pardo,
comeríamos gente com seu sangue.

Minha falta de coragem de matar uma galinha
e no entanto comê-la morta
me confunde, espanta-me,
mas aceito.
A nossa vida é truculenta:
nasce-se com sangue
e com sangue corta-se a união
que é o cordão umbilical.
E quantos morrem com sangue.
É preciso acreditar no sangue
como parte de nossa vida.
A truculência.
É amor também”.

Partindo de uma experiência gastronômica, o poema explora um sentimento de sua autora, que poderia ser descrito principalmente como:
Alternativas
Q1863664 Português
Leia atentamente o texto poético a seguir, escrito por Clarice Lispector, para responder a próxima questão.

“Quando penso na alegria voraz
com que comemos galinha ao molho pardo,
dou-me conta de nossa truculência.
Eu, que seria incapaz de matar uma galinha,
tanto gosto delas vivas
mexendo o pescoço feio
e procurando minhocas.
Deveríamos não comê-las e ao seu sangue?
Nunca.
Nós somos canibais,
é preciso não esquecer.
E respeitar a violência que temos.
E, quem sabe, não comêssemos a galinha ao molho
pardo,
comeríamos gente com seu sangue.

Minha falta de coragem de matar uma galinha
e no entanto comê-la morta
me confunde, espanta-me,
mas aceito.
A nossa vida é truculenta:
nasce-se com sangue
e com sangue corta-se a união
que é o cordão umbilical.
E quantos morrem com sangue.
É preciso acreditar no sangue
como parte de nossa vida.
A truculência.
É amor também”.

Em relação à interpretação do texto, pode-se afirmar que, em síntese, o poema apresenta:
Alternativas
Q1863439 Português
Texto CB1A1-II

    De um dia para o outro, parecia que a peste se tinha instalado confortavelmente no seu paroxismo e incorporava aos seus assassinatos diários a precisão e a regularidade de um bom funcionário. Em princípio, segundo a opinião de pessoas competentes, era bom sinal. O gráfico da evolução da peste, com sua subida incessante, parecia inteiramente reconfortante ao Dr. Richard. Daqui em diante, só poderia decrescer. E ele atribuía o mérito disso ao novo soro de Gastei, que acabava de obter, com efeito, alguns êxitos imprevistos. As formas pulmonares da infecção, que já se tinham manifestado, multiplicavam-se agora nos quatro cantos da cidade. O contágio tinha agora probabilidade de ser maior, com essa nova forma de epidemia. Na realidade, as opiniões dos especialistas tinham sempre sido contraditórias sobre esse ponto. Havia, no entanto, outros motivos de inquietação em consequência das dificuldades de abastecimento, que cresciam com o tempo. A especulação interviera e oferecia, a preços fabulosos, os gêneros de primeira necessidade que faltavam no mercado habitual. As famílias pobres viam-se, assim, em uma situação muito difícil. A peste, que, pela imparcialidade eficaz com que exercia seu ministério, deveria ter reforçado a igualdade entre nossos concidadãos pelo jogo normal dos egoísmos, tornava, ao contrário, mais acentuado no coração dos homens o sentimento da injustiça. Restava, é bem verdade, a igualdade irrepreensível da morte, mas, esta, ninguém queria. Os pobres que sofriam de fome pensavam, com mais nostalgia ainda, nas cidades e nos campos vizinhos, onde a vida era livre e o pão não era caro. Difundira-se uma divisa que se lia, às vezes, nos muros ou se gritava à passagem do prefeito: “Pão ou ar”. Essa fórmula irônica dava o alarme de certas manifestações logo reprimidas, mas cuja gravidade todos percebiam.

Albert Camus. A peste. Internet: (com adaptações). 
No texto CB1A1-II, o narrador  
Alternativas
Q1863437 Português
Texto CB1A1-I


     Quais são as consequências dessa pandemia no que diz respeito à reflexão sobre igualdade, interdependência global e nossas obrigações uns com os outros? O vírus não discrimina. Por conta da forma pela qual se move e ataca, ele demonstra que a comunidade humana é igualmente precária. Ao mesmo tempo, contudo, o fracasso por parte de certos Estados ou regiões em se prepararem adequadamente de antemão, o fechamento de fronteiras e a chegada de empreendedores ávidos para capitalizar em cima do sofrimento global, tudo isso atesta a velocidade com a qual a desigualdade radical e a exploração capitalista encontram formas de reproduzir e fortalecer seus poderes no interior das zonas de pandemia. Um cenário que já podemos imaginar é a produção e comercialização de uma vacina eficaz contra a covid-19. Nós certamente veremos os ricos e os plenamente assegurados correrem para garantir acesso a qualquer vacina quando ela se tornar disponível. A desigualdade social e econômica garantirá a discriminação. O vírus por si só não discrimina, mas nós humanos certamente o fazemos, moldados e movidos como somos pelos poderes casados do nacionalismo, do racismo, da xenofobia e do capitalismo. Parece provável que passaremos a ver, no próximo ano, um cenário doloroso no qual algumas criaturas humanas afirmam seu direito de viver ao custo de outras, reinscrevendo a distinção espúria entre vidas passíveis e não passíveis de luto, isto é, entre aqueles que devem ser protegidos contra a morte a qualquer custo e aqueles cujas vidas não valem o bastante para serem salvaguardadas da doença e da morte.

Judith Butler. O capitalismo tem seus limites. Internet: (com adaptações)
No trecho “Parece provável que passaremos a ver, no próximo ano, um cenário doloroso no qual algumas criaturas humanas afirmam seu direito de viver ao custo de outras, reinscrevendo a distinção espúria entre vidas passíveis e não passíveis de luto”, a palavra “espúria” poderia, sem alteração dos sentidos originais do texto, ser substituída por
Alternativas
Q1863434 Português
Texto CB1A1-I


     Quais são as consequências dessa pandemia no que diz respeito à reflexão sobre igualdade, interdependência global e nossas obrigações uns com os outros? O vírus não discrimina. Por conta da forma pela qual se move e ataca, ele demonstra que a comunidade humana é igualmente precária. Ao mesmo tempo, contudo, o fracasso por parte de certos Estados ou regiões em se prepararem adequadamente de antemão, o fechamento de fronteiras e a chegada de empreendedores ávidos para capitalizar em cima do sofrimento global, tudo isso atesta a velocidade com a qual a desigualdade radical e a exploração capitalista encontram formas de reproduzir e fortalecer seus poderes no interior das zonas de pandemia. Um cenário que já podemos imaginar é a produção e comercialização de uma vacina eficaz contra a covid-19. Nós certamente veremos os ricos e os plenamente assegurados correrem para garantir acesso a qualquer vacina quando ela se tornar disponível. A desigualdade social e econômica garantirá a discriminação. O vírus por si só não discrimina, mas nós humanos certamente o fazemos, moldados e movidos como somos pelos poderes casados do nacionalismo, do racismo, da xenofobia e do capitalismo. Parece provável que passaremos a ver, no próximo ano, um cenário doloroso no qual algumas criaturas humanas afirmam seu direito de viver ao custo de outras, reinscrevendo a distinção espúria entre vidas passíveis e não passíveis de luto, isto é, entre aqueles que devem ser protegidos contra a morte a qualquer custo e aqueles cujas vidas não valem o bastante para serem salvaguardadas da doença e da morte.

Judith Butler. O capitalismo tem seus limites. Internet: (com adaptações)
No texto CB1A1-I, a autora
Alternativas
Q1863032 Português

Uma grande placa no meio de uma rodovia dizia:


“Desculpe o transtorno: estamos em obras de asfaltamento

para poder atendê-lo melhor”.


Essa frase se dirige

Alternativas
Q1863031 Português
Assinale a opção que indica a qualidade humana que o ditado popular “Devagar se vai ao longe!” elogia.
Alternativas
Q1863030 Português

A loja de roupas “O Príncipe” tinha o seguinte slogan:


“O Príncipe veste hoje o homem de amanhã!”


Por essa frase deduz-se que essa loja vendia roupas destinadas a

Alternativas
Q1863027 Português

Leia o fragmento de uma notícia a seguir.


“Está chovendo desde o início da madrugada desta segunda-feira (27), em toda a Região Metropolitana de São Paulo / O resultado são muitas ruas e avenidas alagadas, além de lerdeza no trânsito”.


O fragmento está estruturado em dois períodos, separados por uma barra inclinada. Os assuntos abordados nesses dois períodos são, respectivamente,

Alternativas
Q1863026 Português

Leia o trecho a seguir.


        Todo mundo deve usar máscaras de proteção a partir de hoje

A partir de hoje (27), é obrigatório o uso de máscaras de proteção por todas as pessoas que saírem de casa e que se desloquem para ambientes públicos, como bancos, postos de gasolina, supermercados, casas lotéricas, farmácias, postos de saúde.


Segundo o texto, as máscaras servem para

Alternativas
Respostas
18381: E
18382: C
18383: D
18384: E
18385: C
18386: D
18387: B
18388: B
18389: C
18390: D
18391: D
18392: D
18393: D
18394: E
18395: D
18396: A
18397: E
18398: B
18399: E
18400: B