Questões de Concurso
Comentadas sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
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Leia o texto “O guardião da floresta” e responda a questão a seguir.
O Guardião da Floresta
No silêncio da mata, surge uma criatura lendária: o Curupira. Com os pés virados para trás, ele engana caçadores e protege os animais. Pequeno e ágil, possui cabelos vermelhos e um sorriso travesso. Domina a floresta e seus mistérios, atraindo os incautos para o fundo da mata com sua flauta mágica. Quem ousa desrespeitar a natureza sente sua ira. O Curupira é a lenda viva da proteção da floresta, um guardião que garante o equilíbrio da natureza.
Leia o texto “O guardião da floresta” e responda a questão a seguir.
O Guardião da Floresta
No silêncio da mata, surge uma criatura lendária: o Curupira. Com os pés virados para trás, ele engana caçadores e protege os animais. Pequeno e ágil, possui cabelos vermelhos e um sorriso travesso. Domina a floresta e seus mistérios, atraindo os incautos para o fundo da mata com sua flauta mágica. Quem ousa desrespeitar a natureza sente sua ira. O Curupira é a lenda viva da proteção da floresta, um guardião que garante o equilíbrio da natureza.
I. O Curupira é uma criatura lendária que protege a floresta.
II. Ele usa sua flauta mágica para atrair caçadores para o fundo da mata.
III. Os cabelos vermelhos e o sorriso travesso são características marcantes do Curupira.
IV. O Curupira castiga aqueles que desrespeitam a natureza, causando-lhes doenças incuráveis.
Leia o texto “O guardião da floresta” e responda a questão a seguir.
O Guardião da Floresta
No silêncio da mata, surge uma criatura lendária: o Curupira. Com os pés virados para trás, ele engana caçadores e protege os animais. Pequeno e ágil, possui cabelos vermelhos e um sorriso travesso. Domina a floresta e seus mistérios, atraindo os incautos para o fundo da mata com sua flauta mágica. Quem ousa desrespeitar a natureza sente sua ira. O Curupira é a lenda viva da proteção da floresta, um guardião que garante o equilíbrio da natureza.
“As ondas amarguradas Encostam a cabeça nas pedras do cais. Até as ondas possuem Uma pedra para descansar a cabeça. Eu na verdade possuo Todas as pedras que há no mundo, Mas não descanso.”(Murilo Mendes)
Com base no poema, qual é a principal ideia transmitida pelo autor?
Analise as assertivas abaixo e a seguir, assinale a alternativa CORRETA sobre intertextualidade e interdisciplinaridade nos textos.
I. A intertextualidade, ao estabelecer conexões entre diferentes textos, permite uma interpretação mais profunda, enriquecendo o significado de um texto ao integrá-lo a outros contextos culturais, históricos e literários.
II. A interdisciplinaridade se limita à incorporação de conceitos de outras disciplinas em um texto, sem influenciar a maneira como o conteúdo é interpretado ou o significado do texto em questão.
III. A intertextualidade pode ser observada tanto em textos literários quanto em textos técnicos e acadêmicos, com o objetivo de estabelecer diálogos entre diferentes formas de discurso e expandir a compreensão do leitor.
IV. A interdisciplinaridade não se aplica a textos acadêmicos ou científicos, uma vez que esses textos devem manter um foco exclusivo na disciplina em questão, sem considerar a aplicação de conhecimentos externos.
Assinale a alternativa INCORRETA sobre a identificação de temas, teses, argumentos e informações implícitas em textos.
Assinale a alternativa CORRETA sobre a compreensão de textos acadêmicos, literários e técnicos.
Leia o texto para responder à próxima questão.
Aprendi. (Clarice Lispector).
Compreendi que viver é ser livre. Que ter amigos é necessário. Que lutar é manter-se vivo.
Que para ser feliz basta querer.
Aprendi que o tempo cura. Que mágoa passa. Que decepção não mata. Que hoje é reflexo de ontem. Compreendi que podemos chorar sem derramar lágrimas. Que um verdadeiro amigo permanece. Que dor fortalece. Que vencer engrandece.
Aprendi que sonhar não é fantasiar. Que para sorrir tem que se fazer alguém sorrir. Que a beleza não está no que vemos, e sim no que sentimos. Que o valor está na força da conquista.
Compreendi que as palavras têm força. Que fazer é melhor que falar. Que o olhar não mente.
Que viver é aprender com os erros. Aprendi que tudo depende da vontade. Que o melhor é ser nós mesmos. Que o segredo da vida é viver!
E uma das coisas que aprendi é que se deve viver apesar de.
Apesar de, se deve comer. Apesar de, se deve amar. Apesar de, se deve morrer. Inclusive muitas vezes é o próprio apesar de que nos empurra para a frente. Foi o apesar de que me deu uma angústia que insatisfeita foi criadora de minha própria vida.
Leia o texto abaixo:
“Nem toda chuva é igual. A garoa surge de nuvens baixas e cinzentas, é formada por gotas pequenas e redondas, que caem unidas e parecem flutuar. Quando as nuvens estão bem cheias de água, acontece a chuva comum, com pingos grandes. E, se as nuvens estão supercarregadas, caem temporais, com muitas gotas grandes de água e raios.” CRISTIANINI, Maria Carolina. Confira algumas curiosidades incríveis sobre a chuva. Recreio, 04 de janeiro de 2024.
Disponível em: https://recreio.uol.com.br/noticias/natureza/confira-algumas-curiosidadesincriveis-sobre-chuva.phtml. Acesso em: 22 jan.2025.
De acordo com esse texto, qual é a causa dos temporais?
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Fechando os olhos para escrever
A vida é espantosamente linda. Só parece curta porque percebemos as dádivas exclusivamente no período em que estamos apaixonados por alguém.
Como a paixão acontece pouco, até cinco vezes numa trajetória, terminamos por desprezar e desmerecer grande parte da beleza dos acasos. Não desfrutamos da tela LED do coração. Das cores. Da exuberância das sutilezas. Da vibração das coincidências. Não aproveitamos o manancial interior, aquela sensação de leveza, de emparelhamento com o destino.
Transferimos a responsabilidade a um outro pelo nosso enamoramento. Dependemos de um romance para experimentar esse superpoder, que fica adormecido longamente em nossa história. Não nos achamos bonitos com frequência, não nos achamos atraentes com constância.
O fato é que somos pouco apaixonados por nós mesmos. Se o despertar fosse por nós, pela nossa própria personalidade, compensaríamos o tempo perdido e inativo da entressafra dos relacionamentos amorosos. Resgataríamos o nosso dom, que somente é explorado a partir de terceiros.
O pessimismo se infiltra na rotina, e não nos permitimos as descobertas. Permanecemos no mesmo lugar conhecido, ainda que não seja nosso lugar predileto, justamente porque nos falta paixão.
Quem tem paixão tem também coragem, tem iniciativa, tem curiosidade. Os dias nunca serão iguais. Existe a disponibilidade para se aventurar. Se você está apaixonado por quem quer que seja, larga o pijama e a série para ir a uma festa desconhecida.
Não se trata de atentar mais para o entorno, para os lados, mas de dar mais chance para o nosso interior. Por que, nos momentos mais profundos da nossa existência, fechamos os olhos?
Quando beijamos quem amamos, fechamos os olhos.
Quando rezamos, fechamos os olhos. Quando cantamos uma música significativa, fechamos os olhos. Ou seja, nos instantes de maior emoção, ao invés de abrir os olhos e enxergar o que está ocorrendo, preferimos não ver nada. Para unicamente sentir. Sentir a pulsação desordenada e caótica da vida.
Fechar os olhos é a prova de que você se entregou ao momento. É quando você está inteiramente presente. É quando você confia de verdade. É quando você finalmente se escuta.
No fundo, nascemos para sonhar. Então, fechamos os olhos, para celebrar o autoencontro.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado
https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/2024/12/27/fechando-os-olhos-para-escrever

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/gisele-loeblein/noticia/2024/12/o-cafe-que-vem-deuma-ave-brasileira-e-pode-custar-ate-r-18-mil-o-quilo – texto adaptado especialmente para esta prova).
