Questões de Concurso Comentadas sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

Foram encontradas 36.880 questões

Q1905731 Português
“Estranha uma gentil leitora que em tempos de agitação política escreva eu sobre coisas antigas e vagas ou subjetivas, e em vez de falar de cassações e eleições divague sobre mariposas, malacachetas, brisa do mar.” (Da importância dos cristãos-novos, 12/11/1966)
O que essa leitora critica no cronista Rubem Braga é
Alternativas
Q1905729 Português
Atenção: use o Texto IV a seguir para responder a próxima questão.

Texto IV

“Volta Redonda não parece Brasil; é, na verdade, uma ilha de trabalho e organização cercada de Brasil por todos os lados. E seu drama reside nisso mesmo, na necessidade incessante de se defender do Brasil e de suas loucuras, de sobreviver e de crescer para servir o Brasil sem se contaminar demasiado dele. No lugar dessas tristes ruazinhas de nossas cidades do interior, com sua poeira e suas casas de platibandas estilo comercial-futurista, seu mau gosto árido e obcecante, aqui há ruas cheias de árvores floridas, e as casas ficam atrás de gramados e jardins. Aqui houve quem pensasse antes de fazer, houve quem sonhasse e riscasse num papel seu sonho. Aqui se pensou um pouco no homem e na sua família, na casa e no clube, na escola e no esporte.”.
(A ilha, 22/02/1953)
“Volta Redonda não parece Brasil; é, na verdade, uma ilha de trabalho e organização cercada de Brasil por todos os lados.”. Sobre a estruturação dessa frase inicial, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q1905728 Português
Atenção: use o Texto IV a seguir para responder a próxima questão.

Texto IV

“Volta Redonda não parece Brasil; é, na verdade, uma ilha de trabalho e organização cercada de Brasil por todos os lados. E seu drama reside nisso mesmo, na necessidade incessante de se defender do Brasil e de suas loucuras, de sobreviver e de crescer para servir o Brasil sem se contaminar demasiado dele. No lugar dessas tristes ruazinhas de nossas cidades do interior, com sua poeira e suas casas de platibandas estilo comercial-futurista, seu mau gosto árido e obcecante, aqui há ruas cheias de árvores floridas, e as casas ficam atrás de gramados e jardins. Aqui houve quem pensasse antes de fazer, houve quem sonhasse e riscasse num papel seu sonho. Aqui se pensou um pouco no homem e na sua família, na casa e no clube, na escola e no esporte.”.
(A ilha, 22/02/1953)
Assinale a opção que apresenta o segmento desse texto que, objetivamente, não mostra uma crítica. 
Alternativas
Q1905726 Português

Atenção: use o Texto III a seguir para responder às duas próximas questões.


Texto III


“Dois amigos meus que leram os três volumes dessa A vida de D. Pedro I, de Octávio Tarquínio de Sousa, disseram que é um livro de que a gente fica com saudades quando acaba, quando o herói morre tão moço, ainda capaz de tanto heroísmo e tanta estripulia. Foi isso mesmo que senti chegando ao fim da leitura, vontade de pedir ao historiador a vida de D. Pedro II como quem repete um prato gostoso em um restaurante: ‘Salta mais um Pedro!’”.


(Pedro I, 13/12/1952)

O texto indica valores de uma obra histórica, valores esses apoiados
Alternativas
Q1905725 Português

Atenção: use o Texto III a seguir para responder às duas próximas questões.


Texto III


“Dois amigos meus que leram os três volumes dessa A vida de D. Pedro I, de Octávio Tarquínio de Sousa, disseram que é um livro de que a gente fica com saudades quando acaba, quando o herói morre tão moço, ainda capaz de tanto heroísmo e tanta estripulia. Foi isso mesmo que senti chegando ao fim da leitura, vontade de pedir ao historiador a vida de D. Pedro II como quem repete um prato gostoso em um restaurante: ‘Salta mais um Pedro!’”.


(Pedro I, 13/12/1952)

O segmento inicial dessa crônica pode ser visto como um texto publicitário do livro, apoiado na seguinte qualidade da obra:
Alternativas
Q1905724 Português

Atenção: use o Texto II a seguir para responder a próxima questão.


Texto II


“Vamos arranjar um nome inventado para a cidade: Maranguaia. E também um nome para o coronel: Juca Brito.

Mas que a cidade fique na sua paisagem verdadeira, com o pequeno córrego perene fertilizando um vale dentro de um mundo de léguas de caatinga, no fundo do sertão. E o coronel fique na sua varanda, cheia de gaiolas de passarinhos. Ali perto, enjaulados como feras, dois imensos cães dinamarqueses. Um campo para criação de ema. E – luxo estranho no sertão – pavões reais. Foi o que vimos na visita rápida, quando nosso carro entrou pelo parque da fazenda, entre juazeiros e tamarineiros.

O coronel Juca Brito é dono da casa, da cidade, do município, do sertão, do mundo.”

(O coronel, 12/05/1951)

“O coronel Juca Brito é dono da casa, da cidade, do município, do sertão, do mundo.”
Com essa frase, o cronista pretende
Alternativas
Q1905723 Português

Atenção: use o Texto II a seguir para responder a próxima questão.


Texto II


“Vamos arranjar um nome inventado para a cidade: Maranguaia. E também um nome para o coronel: Juca Brito.

Mas que a cidade fique na sua paisagem verdadeira, com o pequeno córrego perene fertilizando um vale dentro de um mundo de léguas de caatinga, no fundo do sertão. E o coronel fique na sua varanda, cheia de gaiolas de passarinhos. Ali perto, enjaulados como feras, dois imensos cães dinamarqueses. Um campo para criação de ema. E – luxo estranho no sertão – pavões reais. Foi o que vimos na visita rápida, quando nosso carro entrou pelo parque da fazenda, entre juazeiros e tamarineiros.

O coronel Juca Brito é dono da casa, da cidade, do município, do sertão, do mundo.”

(O coronel, 12/05/1951)

“Vamos arranjar um nome inventado para a cidade: Maranguaia. E também um nome para o coronel: Juca Brito.
Mas que a cidade fique na sua paisagem verdadeira...”
Esses segmentos iniciais do texto mostram
Alternativas
Q1905721 Português
Todas as questões desta prova se apoiam em textos iniciais em crônicas diversas de Rubem Braga.

Atenção: use o Texto I para responder a próxima questão.

Texto I
“Quando amanhã alguém quiser escrever a história da vida brasileira deste último quarto de século terá, com certeza, muita dor de cabeça. Pois os tempos são confusos; e há tanta história, que hoje a gente não consegue saber direito; e os escritos desta época andam tão cheios, ora de inverdades, ora de subentendidos, ora de omissões e enganos, que, entre as linhas e entrelinhas dos documentos, o historiador ficará a coçar o queixo – se for um homem prudente. [...] Direito por linhas tortas, torto por linhas direitas, assim escrevemos todos, sem falar do que dizemos e não dizemos nas entrelinhas. Pois assim são os tempos.”.
(Ordem do dia, 03/06/1944)
Assinale a opção que apresenta a frase do Texto I que tem seu significado corretamente indicado.
Alternativas
Q1905720 Português
Todas as questões desta prova se apoiam em textos iniciais em crônicas diversas de Rubem Braga.

Atenção: use o Texto I para responder a próxima questão.

Texto I
“Quando amanhã alguém quiser escrever a história da vida brasileira deste último quarto de século terá, com certeza, muita dor de cabeça. Pois os tempos são confusos; e há tanta história, que hoje a gente não consegue saber direito; e os escritos desta época andam tão cheios, ora de inverdades, ora de subentendidos, ora de omissões e enganos, que, entre as linhas e entrelinhas dos documentos, o historiador ficará a coçar o queixo – se for um homem prudente. [...] Direito por linhas tortas, torto por linhas direitas, assim escrevemos todos, sem falar do que dizemos e não dizemos nas entrelinhas. Pois assim são os tempos.”.
(Ordem do dia, 03/06/1944)
“Direito por linhas tortas, torto por linhas direitas, assim escrevemos todos, sem falar no que dizemos e não dizemos nas entrelinhas.”
Assinale a afirmação correta sobre o entendimento das informações contidas nesse segmento.
Alternativas
Q1905719 Português
Todas as questões desta prova se apoiam em textos iniciais em crônicas diversas de Rubem Braga.

Atenção: use o Texto I para responder a próxima questão.

Texto I
“Quando amanhã alguém quiser escrever a história da vida brasileira deste último quarto de século terá, com certeza, muita dor de cabeça. Pois os tempos são confusos; e há tanta história, que hoje a gente não consegue saber direito; e os escritos desta época andam tão cheios, ora de inverdades, ora de subentendidos, ora de omissões e enganos, que, entre as linhas e entrelinhas dos documentos, o historiador ficará a coçar o queixo – se for um homem prudente. [...] Direito por linhas tortas, torto por linhas direitas, assim escrevemos todos, sem falar do que dizemos e não dizemos nas entrelinhas. Pois assim são os tempos.”.
(Ordem do dia, 03/06/1944)
Segundo a crônica, o historiador que se dispuser a escrever a história da vida brasileira no último quarto do século XX, terá muitas dificuldades, entre as quais só não se encontra o fato de
Alternativas
Q1905619 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão


TEXTO I

Erros e adequação de linguagem - Como evitar o preconceito linguístico?


Jorge Viana de Moraes, Especial para a Página 3 Pedagogia & Comunicação.


O filósofo Spinoza escreveu: "Tenho-me esforçado por não rir das ações humanas, por não deplorá-las nem odiá-las, mas por entendê-las." (apud BAGNO, Marcos. Preconceito linguístico).


Diante desse convidativo pensamento do excomungado filósofo racionalista, cabe-nos uma profunda reflexão quando, ao nos referimos às variedades linguísticas de uma determinada língua - neste caso, as variações de uso da língua portuguesa - as tratamos, muitas vezes, sob o signo do erro.

Precisamente em função disso, seria bom esclarecer que há certas afirmações equivocadas, que ainda são bastante usuais para avaliar o desempenho linguístico em geral dos falantes das variantes não-padrão da língua. Afirmações que, além de equivocadas, não são politicamente corretas e, por isso, devem ser evitadas.

Sendo a língua uma realidade essencialmente variável, em princípio não há formas ou expressões intrinsecamente erradas. Há, na verdade, variações. Assim, caberia a todo falante dessa língua adequar seu discurso a determinadas situações linguísticas de uso, que fossem necessárias à comunicação urgente e eficaz, seja ela culta ou não.

Portanto, dentro dessas variações (desde a norma padrão até a forma mais coloquial possível) há defeitos - e não erros - que deveriam ser observados e reparados. De modo que, quando falamos em linguagem coloquial, soa-nos que esta atua como um termômetro social, que mede o quanto um falante está socialmente mais ou menos afastado de uma elite social, falante de um português padrão culto.

Ora, isso não passa, no mínimo, do desconhecimento de qualquer análise de caráter sociolinguístico. Em princípio, mesmo nos falantes que usualmente utilizam, na maior parte do tempo, a chamada variante padrão, percebe-se também em suas falas a utilização da variante coloquial como forma de expressão. 

 Nossos discursos não são tão puros assim, de tal forma que, ao falarmos, fazemos separações rigorosas daquilo que é formal do que não é formal. Ademais, devemos atentar para as diferenças existentes entre as modalidades falada e escrita da língua. Essas diferenças devem ser estabelecidas e mostradas a todos, de maneira clara e objetiva, quando se aborda o assunto língua.

A partir dessas observações, usar conceitos como adequação e inadequação, dependendo, é claro, da situação comunicativa em que o falante / escritor está inserido, seria mais proveitoso e menos preconceituoso.

Não podemos incidir no mesmo equívoco que algumas pessoas cometem - em manuais, gramáticas ou livros didáticos - quando comparam a variante padrão, escrita, da língua, com a variante não-padrão, falada, se valendo dos mais arraigados e difundidos preconceitos linguísticos contra os falantes dessas variantes não-padrão, dizendo que estes não conhecem a própria língua, pelo fato de "maltratarem-na", "errarem-na" etc.

Tal comportamento explica-se pelo fato de essas pessoas (que atuam praticamente como verdadeiras donas da língua) perceberem a língua como um bloco monolítico, com uma única possibilidade de realização, e que está estática, tal como uma língua morta. E que qualquer manifestação linguística que não siga os padrões do passado (normalmente literários, que são legitimados pelas gramáticas normativas) é traduzida em erro.

Marcos Bagno mostra-nos exatamente isso, quando afirma: "O preconceito linguístico está ligado, em boa medida, à confusão que foi criada, no curso da história, entre língua e gramática normativa. Nossa tarefa mais urgente é desfazer essa confusão. Uma receita de bolo não é um bolo, o molde de um vestido não é um vestido, um mapa-múndi não é o mundo. [...] Também a gramática não é a língua".

Além do mais, o preconceito linguístico está intimamente relacionado à imagem que cada um dos falantes tem do outro, e não necessariamente sobre o grau de conhecimento efetivo que estes falantes têm do padrão culto da língua.

Sobre isso, Marli Quadros Leite afirma o seguinte: "O preconceito decorre de incompatibilidades entre a pessoa e o ato que ela executa, ou, ao contrário, entre o ato e a pessoa, incluído aí o discurso. Isso quer dizer, se se tiver uma ideia favorável de uma pessoa, tudo o que ele fizer ou disser pode ser aceito, mesmo se o que disser ou fizer for errado, falso ou impreciso. Inversamente, se se tiver uma ideia desfavorável sobre alguém, tudo o que ela disser ou fizer pode ser rejeitado, mesmo se disser verdades ou se se comportar corretamente." Diante desses esclarecimentos, é fundamental que todos os falantes, sabendo exatamente das diferenças acima citadas, ao falarem linguisticamente em errado / certo, atentem para a existência das variações aqui esclarecidas e comecem a tomar a devida cautela quanto ao uso desses referidos conceitos (certo / errado), que, quando mal empregados, acabam por gerar pré-conceitos não somente nas já referidas gramáticas, manuais ou livros didáticos, mas principalmente em nossos mais variados discursos.

https://educacao.uol.com.br

Analise as afirmativas a seguir:
I- O princípio da adequação linguística é fundamental para o fim do preconceito linguístico.
II- A adequação ou inadequação de uma manifestação linguística deve ser avaliada conforme a situação comunicativa.
III- A variante padrão deve ser considerada superior à variante informal, uma vez que é restrita ao ensino de regras.
IV- As variações linguísticas são próprias da língua como um organismo vivo.
V- O uso frequente da variante informal reforçou a hegemonia do português padrão culto.
Está(ão) de acordo com o texto apenas a(s) afirmativa(s):
Alternativas
Q1905453 Português

Leia a tirinha a seguir.


Imagem associada para resolução da questão

LEITE, Will. Brincando de adultos. Disponível em:

http://www.willtirando.com.br/brincando-adultos/.  

Acesso em: 27 mar. 2022.                                     



A partir da fala da criança no último quadrinho e do contexto dessa tirinha, é possível de se inferir que

Alternativas
Q1905452 Português

Leia o texto a seguir. 


Precisamos falar de evasão escolar

Ricardo Tavares, 23 de março de 2022


  O retorno presencial às escolas tem sido incrível. Mas nem todos retornaram. Os efeitos deixados pela pandemia na educação ainda são muitos. Um deles, a evasão escolar, que vinha regredindo a passos lentos na última década, deu um salto em 2020 e 2021. O movimento foi sentido muito forte na rede pública, mas também na área privada.

  Mais de 240 mil crianças e adolescentes entre seis e 14 anos estavam fora da escola no segundo trimestre de 2021 na comparação com 2019, quando eram 90 mil alunos sem frequentar as salas de aula. O levantamento é da organização Todos pela Educação, com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) do IBGE.

   Em termos percentuais, o estudo também apontou queda na mesma faixa etária, de seis a 14 anos, matriculados no ensino fundamental ou médio. Enquanto em 2019, 99% estavam matriculados, em 2021, o índice caiu para 96,2%, o menor desde 2012. Ou seja, um retorno de uma década.

   Podemos destacar o fechamento das escolas e a migração para o ensino remoto como uma das causas da evasão escolar. Com dificuldades de acesso ao mundo digital, foi natural o distanciamento dessas crianças da escola.

   Seguimos com os números. Reportagem do jornal O Globo, publicada em 3 de março, traz um cenário também preocupante na rede privada. Em dois anos, as escolas particulares perderam quase 1 milhão de alunos, uma queda de quase 10% nas matrículas e a interrupção de uma série histórica de crescimento. Fato que houve migração de parte desta população escolar para as redes públicas, mas no caso da educação infantil, por exemplo, com 600 mil afastamentos nas creches e pré-escolas, justamente a fase em que foi mais difícil trabalhar com o ensino remoto.

  Diante desse contexto, precisamos trazer algumas reflexões para o setor tentar mitigar os danos e reverter um cenário futuro que se mostra bastante desafiador, com o envolvimento de todos os agentes da educação: alunos, professores, famílias, empresas educacionais e governos.

   Às escolas cabe potencializar o acolhimento e incentivo a estudantes e professores neste retorno às aulas presenciais. Investimentos em programas que revertam o quadro de evasão e incentivem o retorno às salas de aula daqueles que ainda não chegaram, especialmente dos jovens do ensino médio, para formação de futuros profissionais capacitados para o mercado de trabalho, pedem o envolvimento dos governos municipais, estaduais e federal. 

  O acesso à internet e a devices, como computadores, tablets ou smartphones para a maioria também deve ser prioridade pública.

  As empresas de soluções educacionais e editoras de livros e material didático também têm papel fundamental nessa jornada de reconquista dos alunos e enfraquecimento da evasão escolar com a oferta de produtos físicos e digitais de qualidade, interessantes e envolventes. O retorno pede inovação em tempo integral e a velocidade e a criatividade das edtechs podem ser importantes aliadas nessa atratividade. Estar na escola deve ser muito mais legal do que estar fora dela.

  Por fim, presto uma homenagem àqueles que em nenhum momento, nem na incerteza da reabertura das escolas, nem nas piores fases da pandemia, nem nas descobertas de novas ferramentas tecnológicas, pararam de ensinar e ter dedicação total a essas crianças e jovens: os professores. Vocês são incríveis. Obrigado por tudo.

TAVARES, Ricardo. Precisamos falar de evasão escolar. Educação, 23 de março de 2022. Blog. Disponível em: https://revistaeducacao.com.br/2022/03/23/evasao-escolar-ricardotavares/. Acesso em: 28 mar. 2022.




Com base na leitura desse texto, pode-se afirmar que o ponto de vista defendido pelo articulista é o de que


Alternativas
Q1905185 Português
Em “Isso é muito bom, porque consigo perceber que…” (linhas 22-23), o termo em destaque refere-se a
Alternativas
Q1905106 Português

Texto para o item.


Ana Holanda. Tudo bem errar. In: Viva Saúde, ano

15, ed. 217, 2022, p. 66 (com adaptações).



Considerando as ideias do texto, julgue o item.


Conforme as informações do segundo parágrafo do texto, a versão do pudim que “lembra a ambrosia” é obtida quando se usam somente dois ovos na receita e se dispensa o banho-maria no cozimento.

Alternativas
Q1905105 Português

Texto para o item.


Ana Holanda. Tudo bem errar. In: Viva Saúde, ano

15, ed. 217, 2022, p. 66 (com adaptações).



Considerando as ideias do texto, julgue o item.


De acordo com o texto, a farofa de banana presente no cardápio da premiada chef Roberta Sudbrack foi inventada, na verdade, por outro cozinheiro.

Alternativas
Q1904984 Português

Texto para o item.


Carlos Drummond de Andrade. Assalto. In: 70 historinhas.

Companhia das Letras, 2016 (com adaptações).

Com relação às ideias do texto, julgue o item.


A pergunta “Mas que banco?” (linha 7) foi feita pelo guarda chamado para atender a ocorrência, em explícita demonstração de desconfiança quanto à veracidade do relato.

Alternativas
Q1904691 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O que é gaslighting e como reconhecer que você está sendo manipulado


Mais conhecida como uma forma de manipulação emocional em relacionamentos, a prática pode conferir abuso psicológico em diversos âmbitos.

É muito comum, nas relações interpessoais, que haja algum atrito, algum desentendimento ou discordância. Mas, quando este contexto é palco para uma pessoa distorcer as percepções do outro para ganhar poder, ainda mais de maneira sistêmica, estabelece-se uma maneira de abuso psicológico chamada gaslighting. O termo tem origem no filme Gaslight, de 1944, estrelado por Charles Boyer e Ingrid Bergman. Na trama, o marido tenta enlouquecer sua esposa, diminuindo e piscando as luzes (que eram movidas a gás) em sua casa e, então, ele nega quando a mudança das luzes é apontada pela esposa.

É uma forma extremamente eficaz de abuso emocional, que faz com que a vítima questione seus próprios sentimentos, instintos e sanidade. Em um relacionamento tóxico, por exemplo, uma vez que um parceiro abusivo tenha prejudicado a capacidade da vítima de confiar em suas próprias percepções, é mais provável que ela permaneça na relação. As técnicas de gaslighting podem incluir o questionamento da sanidade do outro, assumindo que a pessoa está "louca"; fingir a não compreensão do assunto ou reclamação; menosprezar ou desconsiderar os sentimentos da outra pessoa e, até mesmo, negar a existência da situação. Isso pode ocorrer em relações amorosas, familiares, políticas, de trabalho e em outras instâncias.

Um artigo da American Sociological Review, publicado em 2019, afirma que uma pessoa que usa técnicas de gaslighting também pode usar, intencionalmente, estereótipos negativos de gênero, raça, etnia, sexualidade, nacionalidade ou idade de uma pessoa para manipulá-la. Para superar esse tipo de abuso, é importante começar a reconhecer os sinais e, eventualmente, aprender a confiar em si mesmo novamente. Uma vez possível nomear essa dinâmica, há como trabalhar para mudá-la ou sair dela. De acordo com a autora e psicanalista Robin Stern, em artigo publicado no periódico Psychology Today, alguns dos sinais são: constante questionamento do próprio comportamento; sensação de confusão e loucura no trabalho; desculpar-se constantemente com os familiares, parceiros, chefes; esconder informações de amigos e familiares para não precisar explicar ou dar desculpas, entre outros.

Atos de abuso emocional, como o gaslighting, tendem a ocorrer ao lado de outros tipos de abuso. Em caso de emergência, a mulher ou alguém que esteja presenciando alguma situação de violência, pode pedir ajuda por meio do telefone 190 da Polícia Militar ou ligar para a Central de Atendimento à Mulher, por meio do número 180.

(Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/Sociedade/Comportamento/ noticia/2022/03/o-que-e-gaslighting-e-como-reconhecer-que-voce-esta-sendo -manipulado.html. Adaptado.)

'Mais conhecida como uma forma de manipulação emocional em relacionamentos, a prática pode conferir abuso psicológico em diversos âmbitos'.


Assinale a alternativa CORRETA quanto ao novo uso de pontuação na frase sem alteração de sentido original. 

Alternativas
Q1904655 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O que é gaslighting e como reconhecer que você está sendo manipulado


Mais conhecida como uma forma de manipulação emocional em relacionamentos, a prática pode conferir abuso psicológico em diversos âmbitos.

É muito comum, nas relações interpessoais, que haja algum atrito, algum desentendimento ou discordância. Mas, quando este contexto é palco para uma pessoa distorcer as percepções do outro para ganhar poder, ainda mais de maneira sistêmica, estabelece-se uma maneira de abuso psicológico chamada gaslighting. O termo tem origem no filme Gaslight, de 1944, estrelado por Charles Boyer e Ingrid Bergman. Na trama, o marido tenta enlouquecer sua esposa, diminuindo e piscando as luzes (que eram movidas a gás) em sua casa e, então, ele nega quando a mudança das luzes é apontada pela esposa.

É uma forma extremamente eficaz de abuso emocional, que faz com que a vítima questione seus próprios sentimentos, instintos e sanidade. Em um relacionamento tóxico, por exemplo, uma vez que um parceiro abusivo tenha prejudicado a capacidade da vítima de confiar em suas próprias percepções, é mais provável que ela permaneça na relação. As técnicas de gaslighting podem incluir o questionamento da sanidade do outro, assumindo que a pessoa está "louca"; fingir a não compreensão do assunto ou reclamação; menosprezar ou desconsiderar os sentimentos da outra pessoa e, até mesmo, negar a existência da situação. Isso pode ocorrer em relações amorosas, familiares, políticas, de trabalho e em outras instâncias.

Um artigo da American Sociological Review, publicado em 2019, afirma que uma pessoa que usa técnicas de gaslighting também pode usar, intencionalmente, estereótipos negativos de gênero, raça, etnia, sexualidade, nacionalidade ou idade de uma pessoa para manipulá-la. Para superar esse tipo de abuso, é importante começar a reconhecer os sinais e, eventualmente, aprender a confiar em si mesmo novamente. Uma vez possível nomear essa dinâmica, há como trabalhar para mudá-la ou sair dela. De acordo com a autora e psicanalista Robin Stern, em artigo publicado no periódico Psychology Today, alguns dos sinais são: constante questionamento do próprio comportamento; sensação de confusão e loucura no trabalho; desculpar-se constantemente com os familiares, parceiros, chefes; esconder informações de amigos e familiares para não precisar explicar ou dar desculpas, entre outros.

Atos de abuso emocional, como o gaslighting, tendem a ocorrer ao lado de outros tipos de abuso. Em caso de emergência, a mulher ou alguém que esteja presenciando alguma situação de violência, pode pedir ajuda por meio do telefone 190 da Polícia Militar ou ligar para a Central de Atendimento à Mulher, por meio do número 180.

(Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/Sociedade/Comportamento/ noticia/2022/03/o-que-e-gaslighting-e-como-reconhecer-que-voce-esta-sendo -manipulado.html. Adaptado.)

Assinale a alternativa CORRETA de acordo com o texto. 
Alternativas
Q1904407 Português
Texto-base para a questão: 

As empresas precisam olhar para o coração
Marco Antônio Marques Félix*
02/02/2022 às 20:05 

    Está na CLT: as empresas com mais de 20 funcionários são obrigadas a montar uma Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa), cujo papel é o de monitorar a segurança e os riscos à saúde do colaborador no ambiente de trabalho. Até aí, nada de excepcional. Mas a realidade óbvia é que a simples existência da comissão está longe de significar o fim dos acidentes de trabalho.
    Culpa da Cipa? Evidentemente que não. Mas é necessário integrar os preceitos do que se entende por saúde e segurança no ambiente do trabalho com a realidade tal como ela ocorre. Um exemplo está nos números de um estudo realizado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), em conjunto com a Organização Internacional do Trabalho (OIT), divulgado no ano passado.
  Essas entidades concluíram que submeter trabalhadores a jornadas de trabalho excessivas, com cargas horárias superiores a 55 horas, pode levar a um aumento no número de mortes por parada cardíaca ou por derrame. Entre 2000 e 2016, diz a pesquisa, o número de pessoas que morreram nessas circunstâncias cresceu 29%, e, somente entre 2016 e o início de 2021, foram 745 mil mortes provocadas por doenças cardíacas em trabalhadores que se dedicaram mais do que deveriam ao seu ofício. [...]
   Dito isso, vale a pergunta: se a lei trabalhista estipula a existência de uma comissão interna nas empresas, como não considera a aplicação de meios de prevenção contra doenças graves, particularmente as cardíacas, com forte potencial nos ambientes de trabalho? [...] 

*Médico geriatra, instrutor de Suporte Avançado de Vida pela American Heart Association e especialista da Cmos Drake

Fonte: ttps://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/as-empresas-precisam-olhar-para-o-corac-o-1.882785 (com supressões)
Assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Respostas
15301: D
15302: A
15303: C
15304: B
15305: E
15306: B
15307: B
15308: A
15309: C
15310: E
15311: D
15312: A
15313: C
15314: A
15315: E
15316: E
15317: E
15318: D
15319: B
15320: B