Questões de Concurso Comentadas sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q1927695 Português

Texto para o item.



Internet:<www.gazetadopovo.com.br>(com adaptações).

Julgue o item, de acordo com as ideias do texto.


Algumas pessoas misturam produtos de limpeza porque esperam que o resultado da mistura facilite a faxina.

Alternativas
Q1927694 Português

Texto para o item.



Internet:<www.gazetadopovo.com.br>(com adaptações).

Julgue o item, de acordo com as ideias do texto.


A utilização inadequada de produtos de limpeza pode causar sérios danos à saúde.

Alternativas
Q1927410 Português
Observe o seguinte diálogo:
                                — Em que é que você trabalha?

                                — Não, eu sou casada.

A única opção que não pode ser compreendida desse diálogo é que a mulher
Alternativas
Q1927181 Português
As opiniões abaixo foram expressas de forma impessoal; a única opção que foge a essa estruturação, é:
Alternativas
Q1927180 Português
Abaixo está o verbete da palavra brotinho.
BROTINHO [Dim. de broto.] S. m. Gír. Bras. 1. Moça ou rapaz no começo da adolescência: “Os velhos procuram nas Lolitas, nos brotinhos, o rejuvenescimento por indução” (Gente de Terceira Classe, José Rodrigues Miguéis).
A única informação sobre o vocábulo brotinho ausente desse verbete é:

Alternativas
Q1927179 Português
Há uma série de processos para dar-se subjetividade a um texto. O texto abaixo que mostra subjetividade por meio da utilização de adjetivos subjetivos, é:
Alternativas
Q1927178 Português
Todas as frases abaixo terminam por uma palavra que corresponde a um conceito anteriormente expresso. A opção em que essa palavra foi adequadamente indicada, é:
Alternativas
Q1927176 Português
O primeiro parágrafo de um excelente livro denominado A civilização do espetáculo, Mário Vargas Llosa diz:
“É provável que nunca na história humana tenham sido escritos tantos tratados, ensaios, teorias e análises sobre a cultura como em nosso tempo. O fato é ainda mais surpreendente porque a cultura, no sentido tradicionalmente dado a esse vocábulo, está prestes a desaparecer em nossos dias. E talvez já tenha desaparecido, discretamente esvaziada de conteúdo, tendo este sido substituído por outro, que desnatura o conteúdo que ela teve”.
A estratégia argumentativa, empregada nesse segmento de texto, é:
Alternativas
Q1927175 Português
“Até hoje debate-se a utilidade ou não da política de fechamento de atividades econômicas em face da pandemia da covid-19. Os dois lados da questão mostram exemplos comprovadores de suas teses. Independentemente de quem está com a razão, a verdade é que o prejuízo econômico foi enorme e, quem sabe, inevitável”. 
A afirmação adequada sobre a estruturação e significado desse pequeno texto argumentativo, é:
Alternativas
Q1927174 Português
A afirmação que é inadequada em relação à estruturação geral do texto argumentativo, é:
Alternativas
Q1927170 Português
Observe o retrato de um personagem de uma narrativa: “Dvorak era alto, em relação a seus companheiros de grupo. Sua cabeça tinha uma forma quadrada, com cabelos compridos; uma barba grossa lhe cobria todo o rosto, quase não deixando ver seus lábios grossos e uma pequena cicatriz no queixo. Os olhos eram pequenos, mas irrequietos, cheios de curiosidade por aquele imenso mundo que o cercava e que nem sempre compreendia”.
Sobre essa descrição, é correto afirmar que:
Alternativas
Q1927166 Português
Observe o seguinte texto narrativo: “O homem seguia capengando, no meio da noite, com uma lanterna na mão esquerda. Eu o seguia a certa distância e o vi aproximar-se de algumas latas de lixo, que ele vasculhava com um cabo de vassoura. Depois de ter visitado algumas latas, constatando que eu não deixava de segui-lo, virou-se, levantou a lanterna, iluminando o meu rosto, e reclamou: - Você quer me fazer concorrência?” 
Sobre o narrador deste segmento, a afirmação correta é:
Alternativas
Q1927162 Português
A frase abaixo que contém o maior número de vocábulos do campo semântico da Economia é:
Alternativas
Q1927160 Português
Entre os segmentos textuais abaixo, pertencentes a Machado de Assis, aquele em que o emissor estabelece uma relação direta com o destinatário, é: 
Alternativas
Q1926663 Português

Em relação ao texto e às ideias nele expressas, julgue o item. 


Depreende-se das ideias expressas no texto que, na era 4.0, a disposição do gestor em se capacitar em novas metodologias de gestão permite-lhe reafirmar a imprescindibilidade de sua presença na condução e na operação do negócio.

Alternativas
Q1926662 Português

Em relação ao texto e às ideias nele expressas, julgue o item. 


De acordo com um dos profissionais citados no texto, o cenário desafiador da 4.ª Revolução Industrial requer principalmente líderes autocráticos e competentes, que saibam desenvolver ferramentas viáveis de gestão.

Alternativas
Q1926661 Português

Em relação ao texto e às ideias nele expressas, julgue o item. 


Entende-se da leitura do texto que a descentralização do poder e a delegação de responsabilidades estão entre as ações que caracterizam o modelo de gestão 4.0.

Alternativas
Q1926660 Português

Em relação ao texto e às ideias nele expressas, julgue o item. 


O texto, estruturado em forma dissertativa, consiste em uma crítica ao modelo tradicional de gestão, centrado na produtividade e na eficiência.

Alternativas
Q1926603 Português
Texto
Faroeste
    Naquele tempo o mocinho era bom.
    Puro do cavalo branco até o chapelão imaculado.
A camisa limpa, com estrela de xerife. Luvas de couro, tímido e olho baixo. Namorando a mocinha, cisca nas pedras e espirra estrelinha com a espora da botina.
    Nunca despenteia o cabelo nas brigas. Defende órfão e viúva. Com os brutos, implacável porém justo.
   Frequenta o boteco pra chatear os bandidos. Bebe um trago e disfarça a careta. Atira só em legítima defesa. O mocinho é sempre mocinho, nunca brinca de bandido.
   Ah, o vilão todo de preto, duas pistolas no cinto prateado e um punhal (escondido) na bota – o segundo mais rápido do oeste. Bigodinho fino, risadinha cínica. Bebe, trapaceia no jogo. Cospe no chão. Mata pelas costas.
    Covarde, patético, chora na cadeia. E morre, bem feito!, na forca.
    Qual dos dois é o vilão hoje?
    Se um quer roubar o ouro da mina do pai da mocinha, o outro também.
    Sem piscar, um troca a mocinha pelo cavalo do outro.
    Os punhos nus eram a arma do galã. Hoje briga sujo. Inimigo vencido, a cara no pó? Chuta de letra o nariz até esguichar sangue.
   Costeleta e bigodinho ele também. Sem modos, entra de chapelão na casa do juiz. Corteja a heroína, já viu, aparando as unhas? Pífio jogador de pôquer, o toque na orelha esquerda significa trinca de sete.
    A cada estalido na sombra já tem o dedo no gatilho – seu lema é atire primeiro e pergunte depois. Você por acaso fecha o olho do bandido que matou? Nem ele.
    E a mocinha, de cachinho loiro e tudo, que vergonha!
    Começa que moça direita nunca foi. Cantora fuleira de cabaré, gira a valsa do amor nos braços de um e de outro.
    Por interesse, casa com o chefão do bando. Casa com o pai do mocinho. Até com o mocinho ela casa.   
    Deixa estar, guri não é trouxa. Torce pelo bandido.


(TREVISAN, Dalton. O beijo na nuca. Rio de Janeiro: Record, 2014. P.66-67)
Considerando a estrutura sintática da oração “Com os brutos, implacável porém justo” (3º§), é correto afirmar que o vocábulo em destaque:
Alternativas
Q1926601 Português
Texto
Faroeste
    Naquele tempo o mocinho era bom.
    Puro do cavalo branco até o chapelão imaculado.
A camisa limpa, com estrela de xerife. Luvas de couro, tímido e olho baixo. Namorando a mocinha, cisca nas pedras e espirra estrelinha com a espora da botina.
    Nunca despenteia o cabelo nas brigas. Defende órfão e viúva. Com os brutos, implacável porém justo.
   Frequenta o boteco pra chatear os bandidos. Bebe um trago e disfarça a careta. Atira só em legítima defesa. O mocinho é sempre mocinho, nunca brinca de bandido.
   Ah, o vilão todo de preto, duas pistolas no cinto prateado e um punhal (escondido) na bota – o segundo mais rápido do oeste. Bigodinho fino, risadinha cínica. Bebe, trapaceia no jogo. Cospe no chão. Mata pelas costas.
    Covarde, patético, chora na cadeia. E morre, bem feito!, na forca.
    Qual dos dois é o vilão hoje?
    Se um quer roubar o ouro da mina do pai da mocinha, o outro também.
    Sem piscar, um troca a mocinha pelo cavalo do outro.
    Os punhos nus eram a arma do galã. Hoje briga sujo. Inimigo vencido, a cara no pó? Chuta de letra o nariz até esguichar sangue.
   Costeleta e bigodinho ele também. Sem modos, entra de chapelão na casa do juiz. Corteja a heroína, já viu, aparando as unhas? Pífio jogador de pôquer, o toque na orelha esquerda significa trinca de sete.
    A cada estalido na sombra já tem o dedo no gatilho – seu lema é atire primeiro e pergunte depois. Você por acaso fecha o olho do bandido que matou? Nem ele.
    E a mocinha, de cachinho loiro e tudo, que vergonha!
    Começa que moça direita nunca foi. Cantora fuleira de cabaré, gira a valsa do amor nos braços de um e de outro.
    Por interesse, casa com o chefão do bando. Casa com o pai do mocinho. Até com o mocinho ela casa.   
    Deixa estar, guri não é trouxa. Torce pelo bandido.


(TREVISAN, Dalton. O beijo na nuca. Rio de Janeiro: Record, 2014. P.66-67)
Ao afirmar “Começa que moça direita nunca foi.” (14º§), o narrador:
Alternativas
Respostas
14921: C
14922: C
14923: E
14924: B
14925: A
14926: C
14927: C
14928: D
14929: B
14930: E
14931: C
14932: A
14933: C
14934: D
14935: E
14936: E
14937: C
14938: E
14939: B
14940: C