Questões de Concurso Comentadas sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q1928979 Português

Por dentro do hotel espacial com inauguração prevista para 2025.


A empresa americana Orbital Assembly acredita que em três anos já será possível se hospedar na Pioneer Station, que poderá receber até 28 pessoas em um ambiente de hotel de luxo. Acordar em um quarto de hotel chique com vista para o sistema solar pode ser o futuro das viagens, pelo menos se depender da empresa espacial Orbital Assembly.

Sediada nos EUA, a empresa revelou novas informações e conceitos para sua proposta de hotel espacial, cujos projetos estão em órbita desde 2019. Originalmente lançado pela empresa californiana Gateway Foundation – e então chamado de Estação Von Braun – este conceito futurista consiste em vários módulos conectados por poços de elevador que compõem uma roda giratória que orbita a Terra. O projeto agora está sendo supervisionado pela Orbital Assembly Corporation, uma empresa de construção espacial que cortou as ligações com a Gateway. A Orbital Assembly pretende agora lançar não uma, mas duas estações espaciais com alojamento turístico: a Voyager Station, o projeto original renomeado, está agora programado para acomodar 400 pessoas e abrir em 2027, enquanto o novo conceito Pioneer Station, com capacidade para 28 pessoas, pode ser operacional em apenas três anos. O objetivo, diz a Orbital Assembly, é administrar um espaço “parque empresarial” para abrigar escritórios, assim como receber turistas.

O turismo espacial parece mais próximo do que nunca – no ano passado, o bilionário fundador da Virgin, Richard Branson, explodiu no espaço suborbital com sua empresa Virgin Galactic, enquanto o ator de “Star Trek”, William Shatner, se tornou a pessoa mais velha no espaço graças a um passeio com a Blue Origin. Mas ainda há um preço bastante inacreditável associado a qualquer viagem espacial, o que torna difícil para muitos de nós realmente imaginar passar nossas férias anuais fora deste mundo. Tim Alatorre, diretor de operações da Orbital Assembly, acha que essa barreira será eliminada à medida que o turismo espacial decolar. “O objetivo sempre foi tornar possível que grandes quantidades de pessoas vivam, trabalhem e prosperem no espaço”, disse Alatorre à CNN Travel. Alatorre diz que o apelo do novo conceito Pioneer Station é que sua escala menor o torna alcançável mais cedo. “Isso nos dará a oportunidade de fazer com que as pessoas comecem a experimentar o espaço em uma escala maior, mais rapidamente”, disse ele.

Espaços de escritório e instalações de pesquisa também estarão disponíveis para aluguel na Pioneer Station e na Voyager Station.

Isso, segundo Alatorre, é um “ganha-ganha” para a Orbital Assembly, já que muitos de seus objetivos de curto prazo dependem de financiamento. Orbital Assembly prevê que ambas as estações se assemelham a uma roda giratória que orbita a Terra. Em uma entrevista de 2019 à CNN Travel, Alatorre explicou que a física da Voyager Station funciona como um balde de água girando. “A estação gira, empurrando o conteúdo da estação para fora do perímetro da estação, da mesma forma que você pode girar um balde de água – a água empurra o balde e permanece no lugar”, disse ele. Perto do centro da estação não haveria gravidade artificial, mas à medida que você se move para fora da estação, a sensação de gravidade aumenta.

A física não mudou, revelou Alatorre mais recentemente. Mas, explicou, como a Pioneer Station será menor, seu nível de gravidade seria diferente. Ainda haverá o que ele chama de “confortos” da gravidade artificial, como chuveiros, a capacidade de comer e beber sentado – mas os espaços com menos gravidade permitirão peculiaridades espaciais ainda mais divertidas. Renderizações dos interiores de ambas as estações sugerem um interior não muito diferente de um hotel de luxo aqui na terra, apenas com algumas vistas adicionais de outro mundo. Alatorre, que tem formação em arquitetura, disse anteriormente que a estética do hotel era uma resposta direta ao filme de Stanley Kubrick, “2001: Uma Odisseia no Espaço” – que ele chamou de “quase um plano do que não fazer”. “Acho que o objetivo de Stanley Kubrick era destacar a divisão entre tecnologia e humanidade e, assim, propositalmente, ele fez as estações e as naves muito estéreis, limpas e alienígenas”.

O nome original do hotel espacial, Estação Von Braun, foi escolhido porque o conceito foi inspirado em projetos de 60 anos de Wernher von Braun, um engenheiro aeroespacial pioneiro na tecnologia de foguetes, primeiro na Alemanha e depois nos EUA. Enquanto morava na Alemanha, von Braun estava envolvido no programa de desenvolvimento de foguetes nazistas, então nomear o hotel espacial depois dele foi uma escolha controversa. A estação não é realmente sobre ele. É baseada em seu design e gostamos de suas contribuições para a ciência e o espaço”, disse o ex-CEO da Orbital Assembly, John Blincow, que não está mais associado à empresa, em uma entrevista à CNN Travel, em 2021. “Mas você sabe, a Estação Voyager é muito mais do que isso. É o material do futuro. E queremos um nome que não tenha esses anexos.” Os saltos espaciais se tornaram mais comuns no ano passado, com a Virgin Galactic, a Blue Origin e a empresa SpaceX de Elon Musk organizando viagens.

Alatorre disse que sua equipe “conversou com praticamente todo mundo” na indústria espacial para uma colaboração. “Para as pessoas que são pessimistas ou céticas, o que eu sempre disse é ‘nos dê um tempo. Vai acontecer’. Não acontece da noite para o dia. E apenas espere. E mostraremos o que estamos fazendo à medida que avançamos e aí então você pode fazer seu julgamento.”


Fonte: https://viagemegastronomia.cnnbrasil.com.br/curiosidades/por-dentro-do-hotel-espacial-com-inauguracao-prevista-para-2025/


 

Com base nas informações do texto e nas relações existentes entre as partes que o compõem, assinale a alternativa INCORRETA: 
Alternativas
Ano: 2022 Banca: MetroCapital Soluções Órgão: Prefeitura de Nova Odessa - SP Provas: MetroCapital Soluções - 2022 - Prefeitura de Nova Odessa - SP - Contador | MetroCapital Soluções - 2022 - Prefeitura de Nova Odessa - SP - Analista de Sistemas | MetroCapital Soluções - 2022 - Prefeitura de Nova Odessa - SP - Arquiteto | MetroCapital Soluções - 2022 - Prefeitura de Nova Odessa - SP - Bibliotecário | MetroCapital Soluções - 2022 - Prefeitura de Nova Odessa - SP - Biólogo | MetroCapital Soluções - 2022 - Prefeitura de Nova Odessa - SP - Médico do Trabalho | MetroCapital Soluções - 2022 - Prefeitura de Nova Odessa - SP - Assistente Social | MetroCapital Soluções - 2022 - Prefeitura de Nova Odessa - SP - Coordenador do CRAS | MetroCapital Soluções - 2022 - Prefeitura de Nova Odessa - SP - Médico Ginecologista Mensalista | MetroCapital Soluções - 2022 - Prefeitura de Nova Odessa - SP - Cirurgião Dentista da Família | MetroCapital Soluções - 2022 - Prefeitura de Nova Odessa - SP - Enfermeiro | MetroCapital Soluções - 2022 - Prefeitura de Nova Odessa - SP - Fonoaudiólogo | MetroCapital Soluções - 2022 - Prefeitura de Nova Odessa - SP - Médico Clínico Geral Plantonista | MetroCapital Soluções - 2022 - Prefeitura de Nova Odessa - SP - Médico Neurologista Mensalista | MetroCapital Soluções - 2022 - Prefeitura de Nova Odessa - SP - Médico Pediatra Mensalista | MetroCapital Soluções - 2022 - Prefeitura de Nova Odessa - SP - Nutricionista | MetroCapital Soluções - 2022 - Prefeitura de Nova Odessa - SP - Terapeuta Ocupacional |
Q1928841 Português
O que você fez com o seu primeiro salário?
A resposta para essa pergunta carrega sinais das motivações que cada um de nós tem para trabalhar – ou pelo menos tinha no começo da carreira. 
João Branco 11 de fevereiro de 2022 Atualizado há 2 meses

   Com quantos anos você começou a trabalhar? Você se lembra como foi o seu primeiro dia? Eu guardo muito bem as memórias do meu: nesse dia, o jovem Joãozinho acordou mais cedo que o normal, colocou uma “roupa mais séria” e se preparou para ir descobrir o que era esse mundo dos adultos independentes. Quando cheguei na cozinha, minha mãe e meu saudoso pai estavam me esperando com um sorriso no rosto. Ele me disse: “Parabéns filho, você está começando para nunca mais parar”. Ouvir isso me deu uma mistura de sensações. Foi como comer melancia com sal. Um emaranhado de alegria e medo. Isso parecia ser um elogio, mas ao mesmo tempo um alerta. De certa forma, ele estava certo. O trabalho é mesmo essa mistura. Ao mesmo tempo em que ele nos traz a satisfação de conquistar o sustento, ele nos desgasta. É uma rotina espinhenta.
  Mas, no meio dessa jornada, há um dia que sempre traz boas notícias: o dia do pagamento. Para alguns, ele acontece na data combinada. Para outros, depende do dia em que o cliente deposita. E ainda há os que têm que esperar mais do que deveriam. Mas o momento em que finalmente seu serviço foi remunerado provoca boas sensações. Não apenas a alegria de ver uma “chuva na sua horta”, mas também um sentimento de “hoje estou podendo”. Você se recorda quando isso aconteceu pela primeira vez? Como você se sentiu?
  Lembro claramente da minha reação quando alguns reais foram depositados e estrearam a minha conta bancária. Fiz algo que sempre quis, mas nunca tinha conseguido: comprei um “engradado” de Yakult e tomei inteirinho, sozinho, de uma vez. Engraçado, não? Mas também fiz algo para agradecer a Deus pelo meu emprego. E você, o que fez com o seu primeiro salário? Já ouvi histórias incríveis sobre isso. Entre coisas divertidas e emocionantes, percebi que essa resposta também carrega sinais das motivações que cada um de nós tem para trabalhar – ou pelo menos as que tínhamos no começo da carreira.
    Com o passar dos anos, nossa relação com o “ganhar dinheiro” vai se aprofundando. Para algumas pessoas, o salário se transforma em uma dose de algo viciante que entra direto na veia todo mês e provoca um forte instinto de “quero mais”. No outro extremo estão as pessoas que só reparam nas finanças quando o extrato bancário está no vermelho. Há os que querem ficar milionários antes dos 30 anos e os que só se lembram de se preocupar com o patrimônio quando estão pensando em aposentadoria. E, entre eles, milhares de diferentes relações com os cifrões.
    Saber interagir de maneira saudável com as suas receitas financeiras é um desafio. Talvez por isso esse seja um dos assuntos mais abordados nos canais do Youtube, nos livros mais vendidos do Brasil e até na Bíblia – que registra um grande conselho: “Quem ama o dinheiro jamais terá o suficiente; quem ama as riquezas jamais ficará satisfeito com os seus rendimentos”.
    Dinheiro não é por si só uma coisa ruim e eu desejo que você consiga ganhar bastante. Mas desejo ainda mais que você tenha uma porção de dias mais felizes do que o dia do pagamento ao longo da sua jornada. Como diria Dorothy L. Sayers: “o trabalho não é o que se faz para viver, mas o que se vive para fazer”. Do primeiro ao último salário.

João Branco é CMO do McDonald’s. linkedin.com/in/falajoaobranco / Instagram @falajoaobranco

BRANCO, João. O que você fez com o seu primeiro
salário? Forbes Brasil, 11 de fevereiro de 2022. Colunas. Disponível em:
https://forbes.com.br/colunas/2022/02/joao-branco-o
que-voce-fez-com-o-seu-primeiro-salario/.
Ao longo do texto, o articulista sinaliza que deseja estabelecer uma interlocução direta com o leitor. Das estratégias listadas a seguir, assinale aquela que exemplifica uma tentativa de contato direto do autor com o interlocutor.
Alternativas
Ano: 2022 Banca: MetroCapital Soluções Órgão: Prefeitura de Nova Odessa - SP Provas: MetroCapital Soluções - 2022 - Prefeitura de Nova Odessa - SP - Contador | MetroCapital Soluções - 2022 - Prefeitura de Nova Odessa - SP - Analista de Sistemas | MetroCapital Soluções - 2022 - Prefeitura de Nova Odessa - SP - Arquiteto | MetroCapital Soluções - 2022 - Prefeitura de Nova Odessa - SP - Bibliotecário | MetroCapital Soluções - 2022 - Prefeitura de Nova Odessa - SP - Biólogo | MetroCapital Soluções - 2022 - Prefeitura de Nova Odessa - SP - Médico do Trabalho | MetroCapital Soluções - 2022 - Prefeitura de Nova Odessa - SP - Assistente Social | MetroCapital Soluções - 2022 - Prefeitura de Nova Odessa - SP - Coordenador do CRAS | MetroCapital Soluções - 2022 - Prefeitura de Nova Odessa - SP - Médico Ginecologista Mensalista | MetroCapital Soluções - 2022 - Prefeitura de Nova Odessa - SP - Cirurgião Dentista da Família | MetroCapital Soluções - 2022 - Prefeitura de Nova Odessa - SP - Enfermeiro | MetroCapital Soluções - 2022 - Prefeitura de Nova Odessa - SP - Fonoaudiólogo | MetroCapital Soluções - 2022 - Prefeitura de Nova Odessa - SP - Médico Clínico Geral Plantonista | MetroCapital Soluções - 2022 - Prefeitura de Nova Odessa - SP - Médico Neurologista Mensalista | MetroCapital Soluções - 2022 - Prefeitura de Nova Odessa - SP - Médico Pediatra Mensalista | MetroCapital Soluções - 2022 - Prefeitura de Nova Odessa - SP - Nutricionista | MetroCapital Soluções - 2022 - Prefeitura de Nova Odessa - SP - Terapeuta Ocupacional |
Q1928840 Português
O que você fez com o seu primeiro salário?
A resposta para essa pergunta carrega sinais das motivações que cada um de nós tem para trabalhar – ou pelo menos tinha no começo da carreira. 
João Branco 11 de fevereiro de 2022 Atualizado há 2 meses

   Com quantos anos você começou a trabalhar? Você se lembra como foi o seu primeiro dia? Eu guardo muito bem as memórias do meu: nesse dia, o jovem Joãozinho acordou mais cedo que o normal, colocou uma “roupa mais séria” e se preparou para ir descobrir o que era esse mundo dos adultos independentes. Quando cheguei na cozinha, minha mãe e meu saudoso pai estavam me esperando com um sorriso no rosto. Ele me disse: “Parabéns filho, você está começando para nunca mais parar”. Ouvir isso me deu uma mistura de sensações. Foi como comer melancia com sal. Um emaranhado de alegria e medo. Isso parecia ser um elogio, mas ao mesmo tempo um alerta. De certa forma, ele estava certo. O trabalho é mesmo essa mistura. Ao mesmo tempo em que ele nos traz a satisfação de conquistar o sustento, ele nos desgasta. É uma rotina espinhenta.
  Mas, no meio dessa jornada, há um dia que sempre traz boas notícias: o dia do pagamento. Para alguns, ele acontece na data combinada. Para outros, depende do dia em que o cliente deposita. E ainda há os que têm que esperar mais do que deveriam. Mas o momento em que finalmente seu serviço foi remunerado provoca boas sensações. Não apenas a alegria de ver uma “chuva na sua horta”, mas também um sentimento de “hoje estou podendo”. Você se recorda quando isso aconteceu pela primeira vez? Como você se sentiu?
  Lembro claramente da minha reação quando alguns reais foram depositados e estrearam a minha conta bancária. Fiz algo que sempre quis, mas nunca tinha conseguido: comprei um “engradado” de Yakult e tomei inteirinho, sozinho, de uma vez. Engraçado, não? Mas também fiz algo para agradecer a Deus pelo meu emprego. E você, o que fez com o seu primeiro salário? Já ouvi histórias incríveis sobre isso. Entre coisas divertidas e emocionantes, percebi que essa resposta também carrega sinais das motivações que cada um de nós tem para trabalhar – ou pelo menos as que tínhamos no começo da carreira.
    Com o passar dos anos, nossa relação com o “ganhar dinheiro” vai se aprofundando. Para algumas pessoas, o salário se transforma em uma dose de algo viciante que entra direto na veia todo mês e provoca um forte instinto de “quero mais”. No outro extremo estão as pessoas que só reparam nas finanças quando o extrato bancário está no vermelho. Há os que querem ficar milionários antes dos 30 anos e os que só se lembram de se preocupar com o patrimônio quando estão pensando em aposentadoria. E, entre eles, milhares de diferentes relações com os cifrões.
    Saber interagir de maneira saudável com as suas receitas financeiras é um desafio. Talvez por isso esse seja um dos assuntos mais abordados nos canais do Youtube, nos livros mais vendidos do Brasil e até na Bíblia – que registra um grande conselho: “Quem ama o dinheiro jamais terá o suficiente; quem ama as riquezas jamais ficará satisfeito com os seus rendimentos”.
    Dinheiro não é por si só uma coisa ruim e eu desejo que você consiga ganhar bastante. Mas desejo ainda mais que você tenha uma porção de dias mais felizes do que o dia do pagamento ao longo da sua jornada. Como diria Dorothy L. Sayers: “o trabalho não é o que se faz para viver, mas o que se vive para fazer”. Do primeiro ao último salário.

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BRANCO, João. O que você fez com o seu primeiro
salário? Forbes Brasil, 11 de fevereiro de 2022. Colunas. Disponível em:
https://forbes.com.br/colunas/2022/02/joao-branco-o
que-voce-fez-com-o-seu-primeiro-salario/.
Para explicar o que a fala do pai causou em si, no trecho “Foi como comer melancia com sal. Um emaranhado de alegria e medo. Isso parecia ser um elogio, mas ao mesmo tempo um alerta.” (1º parágrafo), o autor se vale de
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Ano: 2022 Banca: MetroCapital Soluções Órgão: Prefeitura de Nova Odessa - SP Provas: MetroCapital Soluções - 2022 - Prefeitura de Nova Odessa - SP - Contador | MetroCapital Soluções - 2022 - Prefeitura de Nova Odessa - SP - Analista de Sistemas | MetroCapital Soluções - 2022 - Prefeitura de Nova Odessa - SP - Arquiteto | MetroCapital Soluções - 2022 - Prefeitura de Nova Odessa - SP - Bibliotecário | MetroCapital Soluções - 2022 - Prefeitura de Nova Odessa - SP - Biólogo | MetroCapital Soluções - 2022 - Prefeitura de Nova Odessa - SP - Médico do Trabalho | MetroCapital Soluções - 2022 - Prefeitura de Nova Odessa - SP - Assistente Social | MetroCapital Soluções - 2022 - Prefeitura de Nova Odessa - SP - Coordenador do CRAS | MetroCapital Soluções - 2022 - Prefeitura de Nova Odessa - SP - Médico Ginecologista Mensalista | MetroCapital Soluções - 2022 - Prefeitura de Nova Odessa - SP - Cirurgião Dentista da Família | MetroCapital Soluções - 2022 - Prefeitura de Nova Odessa - SP - Enfermeiro | MetroCapital Soluções - 2022 - Prefeitura de Nova Odessa - SP - Fonoaudiólogo | MetroCapital Soluções - 2022 - Prefeitura de Nova Odessa - SP - Médico Clínico Geral Plantonista | MetroCapital Soluções - 2022 - Prefeitura de Nova Odessa - SP - Médico Neurologista Mensalista | MetroCapital Soluções - 2022 - Prefeitura de Nova Odessa - SP - Médico Pediatra Mensalista | MetroCapital Soluções - 2022 - Prefeitura de Nova Odessa - SP - Nutricionista | MetroCapital Soluções - 2022 - Prefeitura de Nova Odessa - SP - Terapeuta Ocupacional |
Q1928839 Português
O que você fez com o seu primeiro salário?
A resposta para essa pergunta carrega sinais das motivações que cada um de nós tem para trabalhar – ou pelo menos tinha no começo da carreira. 
João Branco 11 de fevereiro de 2022 Atualizado há 2 meses

   Com quantos anos você começou a trabalhar? Você se lembra como foi o seu primeiro dia? Eu guardo muito bem as memórias do meu: nesse dia, o jovem Joãozinho acordou mais cedo que o normal, colocou uma “roupa mais séria” e se preparou para ir descobrir o que era esse mundo dos adultos independentes. Quando cheguei na cozinha, minha mãe e meu saudoso pai estavam me esperando com um sorriso no rosto. Ele me disse: “Parabéns filho, você está começando para nunca mais parar”. Ouvir isso me deu uma mistura de sensações. Foi como comer melancia com sal. Um emaranhado de alegria e medo. Isso parecia ser um elogio, mas ao mesmo tempo um alerta. De certa forma, ele estava certo. O trabalho é mesmo essa mistura. Ao mesmo tempo em que ele nos traz a satisfação de conquistar o sustento, ele nos desgasta. É uma rotina espinhenta.
  Mas, no meio dessa jornada, há um dia que sempre traz boas notícias: o dia do pagamento. Para alguns, ele acontece na data combinada. Para outros, depende do dia em que o cliente deposita. E ainda há os que têm que esperar mais do que deveriam. Mas o momento em que finalmente seu serviço foi remunerado provoca boas sensações. Não apenas a alegria de ver uma “chuva na sua horta”, mas também um sentimento de “hoje estou podendo”. Você se recorda quando isso aconteceu pela primeira vez? Como você se sentiu?
  Lembro claramente da minha reação quando alguns reais foram depositados e estrearam a minha conta bancária. Fiz algo que sempre quis, mas nunca tinha conseguido: comprei um “engradado” de Yakult e tomei inteirinho, sozinho, de uma vez. Engraçado, não? Mas também fiz algo para agradecer a Deus pelo meu emprego. E você, o que fez com o seu primeiro salário? Já ouvi histórias incríveis sobre isso. Entre coisas divertidas e emocionantes, percebi que essa resposta também carrega sinais das motivações que cada um de nós tem para trabalhar – ou pelo menos as que tínhamos no começo da carreira.
    Com o passar dos anos, nossa relação com o “ganhar dinheiro” vai se aprofundando. Para algumas pessoas, o salário se transforma em uma dose de algo viciante que entra direto na veia todo mês e provoca um forte instinto de “quero mais”. No outro extremo estão as pessoas que só reparam nas finanças quando o extrato bancário está no vermelho. Há os que querem ficar milionários antes dos 30 anos e os que só se lembram de se preocupar com o patrimônio quando estão pensando em aposentadoria. E, entre eles, milhares de diferentes relações com os cifrões.
    Saber interagir de maneira saudável com as suas receitas financeiras é um desafio. Talvez por isso esse seja um dos assuntos mais abordados nos canais do Youtube, nos livros mais vendidos do Brasil e até na Bíblia – que registra um grande conselho: “Quem ama o dinheiro jamais terá o suficiente; quem ama as riquezas jamais ficará satisfeito com os seus rendimentos”.
    Dinheiro não é por si só uma coisa ruim e eu desejo que você consiga ganhar bastante. Mas desejo ainda mais que você tenha uma porção de dias mais felizes do que o dia do pagamento ao longo da sua jornada. Como diria Dorothy L. Sayers: “o trabalho não é o que se faz para viver, mas o que se vive para fazer”. Do primeiro ao último salário.

João Branco é CMO do McDonald’s. linkedin.com/in/falajoaobranco / Instagram @falajoaobranco

BRANCO, João. O que você fez com o seu primeiro
salário? Forbes Brasil, 11 de fevereiro de 2022. Colunas. Disponível em:
https://forbes.com.br/colunas/2022/02/joao-branco-o
que-voce-fez-com-o-seu-primeiro-salario/.
Nesse texto, o articulista
Alternativas
Q1928805 Português

Use o texto para responder à questão.

Vieses Ideológicos O vocábulo ideologia é um dos mais complexos em ciências sociais. Foi criado e apresentado por Destutt de Tracy em seu livro Eléments d’Idéologie, publicado em 1801. Tracy tinha a pretensão de elaborar uma ciência da gênese das ideias. Porém, no decorrer do tempo, o vocábulo adquiriu significados os mais diversos, particularmente, no contexto do pensamento sociológico. Aparece na literatura como expressão das ideias de uma época ou como o conjunto da elaboração teórica dos pensadores de um dado período histórico (Augusto Comte); como preconceitos ou pré-noções subjetivas (Emile Durkeim); como expressão de sistemas de crenças (Vilfredo Pareto) ou como falsa consciência das condições materiais de existência e de domínio entre as classes sociais (Karl Marx). Além desses significados, o conceito também adquiriu o sentido de representação da sociedade, base de orientação de programas políticos e, não raras as vezes, é tomado como sinônimo de cosmovisão (visão de mundo). O debate em torno do conceito, portanto, não é trivial. Ao mencionarmos a expressão vieses ideológicos, pressupomos a ideologia como uma forma de justificação de valores, que pode fundamentar não só posições sociais, mas, sobretudo, discursos. Nesse caso, a ideia reporta-se a outra – à impossibilidade da plena neutralidade -, condição que cabe inclusive ao discurso científico.

Fonte:

https://repositorio.enap.gov.br/bitstream/1/2260/1/1.%20Apostila%20- %20M%C3%B3dulo%201%20- %20Administra%C3%A7%C3%A3o%20P%C3%BAblica.pdf 

Emile Durkeim é associada a qual dos pressupostos de ideologia, abaixo?
Alternativas
Q1928766 Português


Dez minutos de idade


Fernando Sabino


        A enfermeira surgida de uma porta me impôs silêncio com o dedo junto aos lábios e mandou-me entrar. Estava nascendo! Era um menino.


        Nem bonito nem feio; tem boca, orelhas, sexo e nariz no seu devido lugar, cinco dedos em cada mão e em cada pé. Realizou a grande temeridade de nascer, e saiu-se bem da empreitada. Já enfrentou dez minutos de vida. Ainda traz consigo, nos olhinhos esgazeados, um resto de eternidade.


        Portanto, alegremo-nos. A vida também não é bonita nem feia. Tem bocas que murmuram preces, orelhas sábias no escutar, sexos que se contentam, perfumes vários para o nariz, mãos que se apertam, dedos que acariciam, múltiplos caminhos para os pés. É verdade que algumas palavras, melhor fora nunca dizê-las, outras nunca escutá-las. Olhos há que procuram ver o que não podem, alguns narizes se metem onde não devem. Há muito prazer insatisfeito, muito desejo vão. Mãos que se fecham. Pés que se atropelam. Mas o simples ato de nascer já pressupõe tudo isso, o primeiro ar que se respira já contém as impurezas do mundo. O primeiro vagido é um desafio. A vida aceitou um novo corpo e o batismo vai traçar-lhe um destino. A luta se inicia: mais um que será salvo. Portanto, alegremo-nos.


        Menino sem nome ainda, não te prometo nada. Não sei se terás infância: brinquedos, quintal, monte de areia, fruta verde, casca de árvore, passarinho, porão de fantasmas, formigas em fila, beira de rio, galinha no choco, caco de vidro, pé machucado. O mundo de hoje, tal como o estou vendo da janela do meu apartamento, desconfio que te reserva para a infância um miraculoso aparelho eletrocosmogônico de brincar. Ou apenas uma eterna garrafa de Coca-Cola e um delicioso Chicabon.


        Aceita, menino, esses inofensivos divertimentos. Leva-os a sério, com toda aquela seriedade grave da infância, chupa o Chicabon, bebe a Coca-Cola, desmonta e torna a montar a miraculosa máquina de brincar de nosso século que a imaginação de teu pai jamais poderia sequer conceber. Impõe a essas coisas e a essa vida que te oferecerão como infância a sofreguidão da tua boca, a ousadia de teus olhos e a força de tuas mãos. Imprime a tudo que tocares a alegria que me deste por nasceres. Qualquer que seja tua infância, conquista-a, que te abençoo. Dela te nascerá uma convicção. Conquista-a também – e vá viver, em meu nome. Nada te posso dar senão um nome.


        Nada te posso dar. No teu primeiro instante de vida minha estrela não se apagou. Partiu-se em duas e lá no alto uma delas te espera, será tua. Nada te posso dar senão um nome e esta estrela. Se acreditares em estrela, vai buscá-la. 



SABINO, Fernando. Dez minutos de idade. In: A mulher do vizinho. Rio de Janeiro: Editora do Autor, 1962. p. 216-218.

Disponível em:

https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/13156/dez-minutos-de-idade. Acesso em: 08 abr. 2022.

O tema dessa crônica pode ser resumido da seguinte forma:
Alternativas
Q1928765 Português


Dez minutos de idade


Fernando Sabino


        A enfermeira surgida de uma porta me impôs silêncio com o dedo junto aos lábios e mandou-me entrar. Estava nascendo! Era um menino.


        Nem bonito nem feio; tem boca, orelhas, sexo e nariz no seu devido lugar, cinco dedos em cada mão e em cada pé. Realizou a grande temeridade de nascer, e saiu-se bem da empreitada. Já enfrentou dez minutos de vida. Ainda traz consigo, nos olhinhos esgazeados, um resto de eternidade.


        Portanto, alegremo-nos. A vida também não é bonita nem feia. Tem bocas que murmuram preces, orelhas sábias no escutar, sexos que se contentam, perfumes vários para o nariz, mãos que se apertam, dedos que acariciam, múltiplos caminhos para os pés. É verdade que algumas palavras, melhor fora nunca dizê-las, outras nunca escutá-las. Olhos há que procuram ver o que não podem, alguns narizes se metem onde não devem. Há muito prazer insatisfeito, muito desejo vão. Mãos que se fecham. Pés que se atropelam. Mas o simples ato de nascer já pressupõe tudo isso, o primeiro ar que se respira já contém as impurezas do mundo. O primeiro vagido é um desafio. A vida aceitou um novo corpo e o batismo vai traçar-lhe um destino. A luta se inicia: mais um que será salvo. Portanto, alegremo-nos.


        Menino sem nome ainda, não te prometo nada. Não sei se terás infância: brinquedos, quintal, monte de areia, fruta verde, casca de árvore, passarinho, porão de fantasmas, formigas em fila, beira de rio, galinha no choco, caco de vidro, pé machucado. O mundo de hoje, tal como o estou vendo da janela do meu apartamento, desconfio que te reserva para a infância um miraculoso aparelho eletrocosmogônico de brincar. Ou apenas uma eterna garrafa de Coca-Cola e um delicioso Chicabon.


        Aceita, menino, esses inofensivos divertimentos. Leva-os a sério, com toda aquela seriedade grave da infância, chupa o Chicabon, bebe a Coca-Cola, desmonta e torna a montar a miraculosa máquina de brincar de nosso século que a imaginação de teu pai jamais poderia sequer conceber. Impõe a essas coisas e a essa vida que te oferecerão como infância a sofreguidão da tua boca, a ousadia de teus olhos e a força de tuas mãos. Imprime a tudo que tocares a alegria que me deste por nasceres. Qualquer que seja tua infância, conquista-a, que te abençoo. Dela te nascerá uma convicção. Conquista-a também – e vá viver, em meu nome. Nada te posso dar senão um nome.


        Nada te posso dar. No teu primeiro instante de vida minha estrela não se apagou. Partiu-se em duas e lá no alto uma delas te espera, será tua. Nada te posso dar senão um nome e esta estrela. Se acreditares em estrela, vai buscá-la. 



SABINO, Fernando. Dez minutos de idade. In: A mulher do vizinho. Rio de Janeiro: Editora do Autor, 1962. p. 216-218.

Disponível em:

https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/13156/dez-minutos-de-idade. Acesso em: 08 abr. 2022.

No terceiro parágrafo do texto, a vida é descrita pelo cronista como 
Alternativas
Q1928764 Português


Dez minutos de idade


Fernando Sabino


        A enfermeira surgida de uma porta me impôs silêncio com o dedo junto aos lábios e mandou-me entrar. Estava nascendo! Era um menino.


        Nem bonito nem feio; tem boca, orelhas, sexo e nariz no seu devido lugar, cinco dedos em cada mão e em cada pé. Realizou a grande temeridade de nascer, e saiu-se bem da empreitada. Já enfrentou dez minutos de vida. Ainda traz consigo, nos olhinhos esgazeados, um resto de eternidade.


        Portanto, alegremo-nos. A vida também não é bonita nem feia. Tem bocas que murmuram preces, orelhas sábias no escutar, sexos que se contentam, perfumes vários para o nariz, mãos que se apertam, dedos que acariciam, múltiplos caminhos para os pés. É verdade que algumas palavras, melhor fora nunca dizê-las, outras nunca escutá-las. Olhos há que procuram ver o que não podem, alguns narizes se metem onde não devem. Há muito prazer insatisfeito, muito desejo vão. Mãos que se fecham. Pés que se atropelam. Mas o simples ato de nascer já pressupõe tudo isso, o primeiro ar que se respira já contém as impurezas do mundo. O primeiro vagido é um desafio. A vida aceitou um novo corpo e o batismo vai traçar-lhe um destino. A luta se inicia: mais um que será salvo. Portanto, alegremo-nos.


        Menino sem nome ainda, não te prometo nada. Não sei se terás infância: brinquedos, quintal, monte de areia, fruta verde, casca de árvore, passarinho, porão de fantasmas, formigas em fila, beira de rio, galinha no choco, caco de vidro, pé machucado. O mundo de hoje, tal como o estou vendo da janela do meu apartamento, desconfio que te reserva para a infância um miraculoso aparelho eletrocosmogônico de brincar. Ou apenas uma eterna garrafa de Coca-Cola e um delicioso Chicabon.


        Aceita, menino, esses inofensivos divertimentos. Leva-os a sério, com toda aquela seriedade grave da infância, chupa o Chicabon, bebe a Coca-Cola, desmonta e torna a montar a miraculosa máquina de brincar de nosso século que a imaginação de teu pai jamais poderia sequer conceber. Impõe a essas coisas e a essa vida que te oferecerão como infância a sofreguidão da tua boca, a ousadia de teus olhos e a força de tuas mãos. Imprime a tudo que tocares a alegria que me deste por nasceres. Qualquer que seja tua infância, conquista-a, que te abençoo. Dela te nascerá uma convicção. Conquista-a também – e vá viver, em meu nome. Nada te posso dar senão um nome.


        Nada te posso dar. No teu primeiro instante de vida minha estrela não se apagou. Partiu-se em duas e lá no alto uma delas te espera, será tua. Nada te posso dar senão um nome e esta estrela. Se acreditares em estrela, vai buscá-la. 



SABINO, Fernando. Dez minutos de idade. In: A mulher do vizinho. Rio de Janeiro: Editora do Autor, 1962. p. 216-218.

Disponível em:

https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/13156/dez-minutos-de-idade. Acesso em: 08 abr. 2022.

Nessa crônica, nota-se que a paternidade é encarada pelo autor com
Alternativas
Q1928452 Português
Nas opções abaixo, há comparações entre dois elementos; a opção em que o fator de comparação entre esses elementos está corretamente identificado, é:
Alternativas
Q1928446 Português
Um leitor observou num jornal a seguinte frase:
“Brasil está importando computadores moderníssimos”. Dessa frase, o leitor elaborou mentalmente uma série de deduções ou inferências; a opção que mostra uma inferência logicamente impossível, é:
Alternativas
Q1928445 Português
Num samba popular de Paulinho da Viola e Hermínio Bello de Carvalho há uma descrição da favela da Mangueira, nos seguintes versos:
“Vista assim do alto Mais parece o céu no chão”
Sobre esse pequeno texto, é correto afirmar que:
Alternativas
Q1928442 Português
Observe o trecho inicial do romance Dom Casmurro:
Uma noite destas, vindo da cidade para o Engenho Novo, encontrei no trem da Central um rapaz aqui do bairro, que eu conheço de vista e de chapéu. Cumprimentou-me, sentou-se ao pé de mim, falou da Lua e dos ministros, e acabou recitando-me versos. A viagem era curta, e os versos pode ser que não fossem inteiramente maus. Sucedeu, porém, que, como eu estava cansado, fechei os olhos três ou quatro vezes; tanto bastou para que ele interrompesse a leitura e metesse os versos no bolso. — Continue, disse eu acordando. — Já acabei, murmurou ele. — São muito bonitos. Vi-lhe fazer um gesto para tirá-los outra vez do bolso, mas não passou do gesto; estava amuado. No dia seguinte entrou a dizer de mim nomes feios, e acabou alcunhando-me Dom Casmurro”.

Como sabemos, a narração é caracterizada basicamente pela sucessão cronológica de ações ou acontecimentos e essa passagem de tempo é obtida por meio de vários fatores; a opção abaixo em que o fator indicado está exemplificado adequadamente, é: 
Alternativas
Q1928440 Português
A frase abaixo que contém marcas do enunciador, é:
Alternativas
Q1928439 Português
Observe o início do seguinte texto narrativo:
“Um homem tinha uma fazenda perto de um rio, mas essa proximidade nunca havia trazido problema. Certo dia o rio começou a crescer e ele percebeu que sua fazenda ia ficar submersa”.
A frase que inicia propriamente a narração, é:
Alternativas
Q1928248 Português
Leia atentamente o texto a seguir, escrito por Paulo Mendes Campos, para responder as próximas questões. 

“Homem perfeitamente infeliz tem saúde de ferro; seus males físicos são apenas dois: dor de cabeça (não toma comprimido porque ataca o coração) e azia (não toma bicarbonato porque vicia o organismo). Banho frio por princípio, mesmo no inverno, e meia hora de ginástica diária. O homem perfeitamente infeliz julga-se ameaçado: ao norte, pela queda do cabelo; ao sul, pela desvalorização da moeda; a leste, pelo acúmulo de matéria graxa; a oeste, pela depravação dos costumes. Não empresta dinheiro; não deve nada a ninguém; toma notas minuciosas de todas as suas despesas; nunca pagou nada para os outros; e tem manifesto orgulho disso tudo. Iniciar oração com o pronome oblíquo é para ele um crime contra o idioma pátrio, embora seja esta toda a sua ciência a respeito de gramática. A força de vontade do homem perfeitamente infeliz é tremenda: deixou de fumar há onze anos, três meses, cinco dias. Racista, embora só o confesse aos mais íntimos; admite vagamente todas as religiões; não pratica nenhum culto, mas considera o catolicismo um freio. Acha-se (e infelizmente é verdade) insubstituível em seu trabalho; sem ele, o escritório não anda. Ver televisão é o seu recreio mental mais importante; resolver problemas de palavras cruzadas desenvolve o raciocínio e enriquece o vocabulário – uma de suas teses preferidas. O homem perfeitamente infeliz sabe o que é enfiteuse e pignoratício. O homem perfeitamente infeliz ama os seus de um amor incômodo ou francamente insuportável. Sua glória é poder afirmar, diante de alguém em desgraça: ‘Bem que eu te avisei!’. E o mal profundo do homem perfeitamente infeliz é julgar-se um homem perfeitamente feliz”. (A arte de ser infeliz, por Paulo Mendes Campos, com adaptações).
No discurso do autor, os termos “enfiteuse e pignoratício” surgem como exemplos de:
Alternativas
Q1928244 Português
Leia atentamente o texto a seguir, escrito por Paulo Mendes Campos, para responder as próximas questões. 

“Homem perfeitamente infeliz tem saúde de ferro; seus males físicos são apenas dois: dor de cabeça (não toma comprimido porque ataca o coração) e azia (não toma bicarbonato porque vicia o organismo). Banho frio por princípio, mesmo no inverno, e meia hora de ginástica diária. O homem perfeitamente infeliz julga-se ameaçado: ao norte, pela queda do cabelo; ao sul, pela desvalorização da moeda; a leste, pelo acúmulo de matéria graxa; a oeste, pela depravação dos costumes. Não empresta dinheiro; não deve nada a ninguém; toma notas minuciosas de todas as suas despesas; nunca pagou nada para os outros; e tem manifesto orgulho disso tudo. Iniciar oração com o pronome oblíquo é para ele um crime contra o idioma pátrio, embora seja esta toda a sua ciência a respeito de gramática. A força de vontade do homem perfeitamente infeliz é tremenda: deixou de fumar há onze anos, três meses, cinco dias. Racista, embora só o confesse aos mais íntimos; admite vagamente todas as religiões; não pratica nenhum culto, mas considera o catolicismo um freio. Acha-se (e infelizmente é verdade) insubstituível em seu trabalho; sem ele, o escritório não anda. Ver televisão é o seu recreio mental mais importante; resolver problemas de palavras cruzadas desenvolve o raciocínio e enriquece o vocabulário – uma de suas teses preferidas. O homem perfeitamente infeliz sabe o que é enfiteuse e pignoratício. O homem perfeitamente infeliz ama os seus de um amor incômodo ou francamente insuportável. Sua glória é poder afirmar, diante de alguém em desgraça: ‘Bem que eu te avisei!’. E o mal profundo do homem perfeitamente infeliz é julgar-se um homem perfeitamente feliz”. (A arte de ser infeliz, por Paulo Mendes Campos, com adaptações).
Com base na interpretação do texto, pode-se afirmar que o seu autor:
Alternativas
Q1928186 Português

Texto 01- Dia das Mães: pouca reivindicação e muito consumismo.

A data perdeu sua origem reivindicativa para se tornar um negócio com grande carga sentimental. (David Bernal)


   Um colar feito com macarrões coloridos, uma moldura enfeitada com pregadores de roupa ou um cinzeiro com migalhas de pão. Quando éramos pequenos fazer o presente do Dia das Mães era todo um acontecimento. O importante não era o valor material, mas o amor e o entusiasmo com que fazíamos na escola. Depois, quando crescemos, puxamos o cartão de crédito, enviamos flores, ligamos com um “amo você” ou – se a distância permite – um almoço com um aperto de mão.
    Ao contrário do Dia dos Pais ou do Dia dos Namorados, datas um pouco controversas, todo mundo comemora o Dia das Mães. O que poucos sabem é __________ (I- o porquê / o por quê) de ele ser comemorado, já que sobre essa data existem algumas falsas crenças.
   O primeiro erro que as pessoas cometem é pensar que o planeta inteiro comemora no mesmo dia. Países tão diversos quanto Espanha, Romênia, Lituânia, África do Sul e Hungria comemoram no primeiro domingo de maio. Mas outros, como Estados Unidos, China, Cuba, Nova Zelândia e Brasil, no segundo. Do outro lado estão a Argentina e a Bielorrússia, que só homenageiam as mães em outubro.
   O segundo mito é a crença de que se trata de uma celebração religiosa. A Igreja comemora em 8 de dezembro, coincidindo com a festa da Imaculada Conceição. E na Espanha, por exemplo, foi assim até que em 1965 __________ (II- houveram / houve) mudança.
   Os primeiros sinais desta festa são encontrados na Antiguidade. No Egito todos os anos era celebrada a deusa Ísis, mãe de todos os faraós, e na Grécia clássica o mesmo era feito com Rea, mãe dos deuses Júpiter, Netuno e Plutão. Os romanos herdaram essa tradição e na primavera reverenciavam por três dias a deusa Cibele em um festival chamado Hilária.
   Mas para encontrar sua verdadeira origem, devemos voltar ao século XVII na Inglaterra, __________ (III- aonde/ onde) um evento chamado Domingo das Mães que começou com a oferta de flores das crianças para suas mães na saída da Missa, acabou como um dia de folga no trabalho.
   Em 1870, nos EUA, a poeta e ativista Julia Ward Howe escreveu a Proclamação do Dia das Mães. “Levantem-se, mulheres de hoje!”, exclamou. Embora a verdadeira mãe dessa festa, como a conhecemos hoje, foi Anna Reeves Jarvis, uma dona de casa que em 12 de maio de 1907 organizou um Dia das Mães para comemorar a morte da sua, ocorrida dois anos antes, e reconhecer seu inestimável trabalho. Mas não só isso: começou uma campanha para que o resto do país também __________ (IV- comemora-se/ comemorasse). E funcionou, pois, em 1914, o presidente Woodrow Wilson definiu a data no segundo domingo de maio. A ideia se espalhou para o resto do mundo. Até hoje.
   Com esta origem tão difusa e dispersa não é de estranhar que seu caráter reivindicativo tenha se perdido ao longo do caminho para se tornar uma (outra) desculpa para que os comércios vendam.


[Texto adaptado de BERNAL, David. Jornal El País (Brasil). Disponível em https://brasil.elpais.com/brasil/2016/05/01/estilo/1462053874_986350.htm]

Ao ler o texto, tenha como foco seu conteúdo e assinale a alternativa correta em relação ao seu teor, analise as afirmativas abaixo sobre o que o texto retrata.

I. Especificamente a formação do dia das mães na Grécia antiga.
II. A poeta e ativista Julia Ward Howe que reverenciou sua mãe nesse dia.
III. A origem e o desenvolvimento do dia das mães em diversos países.

Estão corretas as afirmativas:
Alternativas
Q1927699 Português

Texto para o item.



Internet:<www.gazetadopovo.com.br>(com adaptações).

Julgue o item, de acordo com as ideias do texto.


Entre os riscos decorrentes do manuseio de produtos de limpeza, a alergia é o mais grave, pois é difícil identificar a causa desse problema de saúde. 

Alternativas
Q1927698 Português

Texto para o item.



Internet:<www.gazetadopovo.com.br>(com adaptações).

Julgue o item, de acordo com as ideias do texto.


A mistura de água sanitária e amoníaco só produz vapor tóxico se for acrescida de vinagre ou bicarbonato.

Alternativas
Q1927697 Português

Texto para o item.



Internet:<www.gazetadopovo.com.br>(com adaptações).

Julgue o item, de acordo com as ideias do texto.


A maioria das pessoas se ilude com a eficácia prometida no rótulo dos produtos de limpeza.

Alternativas
Respostas
14901: E
14902: C
14903: A
14904: B
14905: C
14906: A
14907: B
14908: E
14909: A
14910: A
14911: C
14912: C
14913: C
14914: C
14915: D
14916: B
14917: C
14918: E
14919: E
14920: E