Questões de Concurso Comentadas sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q1914395 Português
          A preocupação com o desenvolvimento das indústrias criativas ocorre de forma não intuitiva e direcionada há muitos anos. Em 1918, o presidente dos Estados Unidos da América, Woodrow Wilson, promoveu a nascente indústria cinematográfica, considerando que “o comércio vai atrás dos filmes”, uma afirmação clássica sobre o fato de que as indústrias criativas têm um significado que vai muito além do seu impacto econômico imediato. O governo australiano publicou, em 1994, um documento chamado Creative Nation, no qual já apresentava alguns posicionamentos oficiais sobre a pauta. Nele, afirmava que “uma política cultural também é uma política econômica” e que “o nível de nossa criatividade determina substancialmente nossa capacidade de adaptação aos novos imperativos econômicos”.

         Após as eleições para primeiro-ministro do Reino Unido, em 1997, foi realizado o primeiro mapeamento concreto e aprofundado sobre a economia criativa em uma nação. Esse mapeamento causou polêmica quanto à conceituação de indústria criativa. De acordo com a definição do governo inglês, as indústrias criativas são aquelas atividades que têm origem na criatividade, na habilidade e no talento individual e que potencializam a geração de riqueza e empregos por meio da geração e da exploração da propriedade intelectual. Os críticos que analisaram o projeto de Tony Blair/DCMS consideraram que as colocações deixaram o contexto muito aberto, pois poderia englobar áreas como engenharia e indústria farmacêutica, que não têm conexão com a economia criativa.

       Como em qualquer área de pesquisa, alguns cientistas apresentam visões bem controversas. O pesquisador estadunidense Richard Florida, por exemplo, trouxe o conceito de classe criativa. Segundo Florida, regiões metropolitanas com alta concentração de trabalhadores ligados a tecnologia, artistas, músicos, lésbicas e gays e o grupo definido por high bohemians são áreas com alto potencial de crescimento neste milênio. Na visão de Florida, as cidades devem posicionar-se de forma diferente no novo milênio e virar todos os holofotes para a economia criativa.

Vinnie de Oliveira. Economia criativa 4.0: o mundo não gira ao contrário.
Edição do Kindle (com adaptações)

Julgue o item seguinte, no que diz respeito às ideias e a aspectos linguísticos do texto precedente.


O texto informa que o termo “economia criativa” foi empregado pela primeira vez pelo governo inglês, no mapeamento que realizou sobre o assunto.

Alternativas
Q1914277 Português

Texto para o item.




Internet: <www.g1.globo.com> (com adaptações).

Em relação à tipologia e às ideias do texto, julgue o item.


Conclui-se da leitura do texto que uma rotina diária de menos de 6 horas de sono contribui para o aumento dos níveis de estresse e ansiedade, o que pode provocar tensão muscular nas costas, nos ombros e no pescoço e, consequentemente, dor nas costas.  

Alternativas
Q1914276 Português

Texto para o item.




Internet: <www.g1.globo.com> (com adaptações).

Em relação à tipologia e às ideias do texto, julgue o item.


Entende-se da leitura do texto que a redução do nível de ansiedade constitui fator que melhora a qualidade do sono. 

Alternativas
Q1914275 Português

Texto para o item.




Internet: <www.g1.globo.com> (com adaptações).

Em relação à tipologia e às ideias do texto, julgue o item.


O objetivo principal do texto, estruturado em forma dissertativa, é alertar o público leitor das consequências das lesões musculoesqueléticas.

Alternativas
Q1914185 Português

Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/2533343516568164. Acesso em: 24 jan. 2022.



Com base no texto 6 e de acordo com a variedade padrão da língua escrita, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q1914179 Português

Disponível em: https://gq.globo.com/Corpo/Saude/noticia/2018/08/o-que-acontece-com-seu-corpo-quando-voce-para-defumar.html. Acesso em: 24 jan. 2022.

Com base no texto 2 e na norma padrão escrita, indique se as afirmativas abaixo são verdadeiras (V) ou falsas (F) e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
( ) Em “Apague o cigarro e...” o sentido denotativo aponta para o pressuposto de que o cigarro está aceso.
( ) Está implícito que o enunciado do cartaz toma o interlocutor como fumante.
( ) A gradação do tempo sem o uso do cigarro obedece sempre a mesma proporcionalidade.
( ) Quem fica 15 anos sem fumar passa a ter saúde equivalente à de quem nunca fumou.
( ) O nível de oxigênio aumenta em apenas 8 horas sem cigarro, mas para a função pulmonar melhorar em até 30% são necessários até 3 meses.
( ) Depois de 15 anos sem cigarro, os riscos de câncer de pulmão chegam a zero.
( ) Em “Apague o cigarro e...” o uso de reticências indica a necessidade da complementação de ideia. 
Alternativas
Q1914136 Português

Como o empreendedorismo surge nesse contexto de novas formas de trabalho e sua reorganização na atualidade, com o surgimento de novas tecnologias e por que o chama de "mito"?


Essa proposta, digamos, de "empresariamento" da nossa vida, só existe por uma conjugação de fatores.

Primeiro: há um desemprego estrutural de grande proporção em escala global, ainda que ele seja diferenciado entre os países. No Brasil, se formos contabilizar o desemprego, mais desalento, mais subutilização, nós chegamos a 28 milhões de trabalhadores. Se acrescentarmos a informalidade, esses dados explodem.

Em uma sociedade na qual o desemprego, o subemprego e a precarização são imensos, há um chão social que permite que o empreendedorismo ganhe força.

Segundo: isso ocorre em um ideário neoliberal. Um mundo onde a desregulamentação do trabalho, a perda de direitos sociais, é um “modus operandi” das corporações. É preciso desregulamentar o trabalho e reduzir os custos.

E isso se dá em um momento em que o mundo tecnológico vive uma impulsão profunda. A cada momento, a cada dia, a cada segundo, um novo invento. Não importando se esse invento tem um sentido humano social ou não. O que importa é que ele seja uma vantagem de um grupo de corporações em relação à outra.

E o terceiro elemento: o Estado vem cada vez mais se desobrigando de qualquer tipo de seguridade social, desde o fracasso do Estado de bem-estar social na Europa e dos Estados do tipo keynesiano em várias partes do mundo.

Nesse momento é que ganha corpo a ideia falaciosa, mistificadora, do empreendedor. É uma das poucas alternativas que o mundo do trabalho oferece frente à corrosão dos direitos e garantias sociais. É isso ou o desemprego completo. 

É por isso que o empreendedorismo é poderoso ideologicamente, porque é isso ou nada. Ao mesmo tempo, a maioria expressiva dos empreendedores vive aos solavancos.

Entrevista com o sociólogo Ricardo Antunes, em 14 set. 2019. Disponível em: https://uol.com.br/ empregos-e-carreiras. Acesso em: 02 abr.2022. 

“É uma das poucas alternativas que o mundo do trabalho oferece frente à corrosão dos direitos e garantias sociais. É isso ou o desemprego completo.”. Nesse trecho, o pronome “isso” refere-se à
Alternativas
Q1914134 Português

Como o empreendedorismo surge nesse contexto de novas formas de trabalho e sua reorganização na atualidade, com o surgimento de novas tecnologias e por que o chama de "mito"?


Essa proposta, digamos, de "empresariamento" da nossa vida, só existe por uma conjugação de fatores.

Primeiro: há um desemprego estrutural de grande proporção em escala global, ainda que ele seja diferenciado entre os países. No Brasil, se formos contabilizar o desemprego, mais desalento, mais subutilização, nós chegamos a 28 milhões de trabalhadores. Se acrescentarmos a informalidade, esses dados explodem.

Em uma sociedade na qual o desemprego, o subemprego e a precarização são imensos, há um chão social que permite que o empreendedorismo ganhe força.

Segundo: isso ocorre em um ideário neoliberal. Um mundo onde a desregulamentação do trabalho, a perda de direitos sociais, é um “modus operandi” das corporações. É preciso desregulamentar o trabalho e reduzir os custos.

E isso se dá em um momento em que o mundo tecnológico vive uma impulsão profunda. A cada momento, a cada dia, a cada segundo, um novo invento. Não importando se esse invento tem um sentido humano social ou não. O que importa é que ele seja uma vantagem de um grupo de corporações em relação à outra.

E o terceiro elemento: o Estado vem cada vez mais se desobrigando de qualquer tipo de seguridade social, desde o fracasso do Estado de bem-estar social na Europa e dos Estados do tipo keynesiano em várias partes do mundo.

Nesse momento é que ganha corpo a ideia falaciosa, mistificadora, do empreendedor. É uma das poucas alternativas que o mundo do trabalho oferece frente à corrosão dos direitos e garantias sociais. É isso ou o desemprego completo. 

É por isso que o empreendedorismo é poderoso ideologicamente, porque é isso ou nada. Ao mesmo tempo, a maioria expressiva dos empreendedores vive aos solavancos.

Entrevista com o sociólogo Ricardo Antunes, em 14 set. 2019. Disponível em: https://uol.com.br/ empregos-e-carreiras. Acesso em: 02 abr.2022. 

A afirmação que apresenta um ponto de vista oposto ao defendido pelo entrevistado é
Alternativas
Q1914130 Português

Me chamem de velha


Desde que a juventude virou não mais uma fase da vida, mas uma vida inteira, temos convivido com essas tentativas de tungar a velhice também no idioma. Vale tudo. Asilo virou casa de repouso, como se isso mudasse o significado do que é estar apartado do mundo. Velhice virou terceira idade e, a pior de todas, “melhor idade”.

Chamar de idoso aquele que viveu mais é arrancar seus dentes na linguagem. Velho é uma palavra com caninos afiados – idoso é uma palavra banguela. Velho é letra forte. Idoso é fisicamente débil, palavra que diz de um corpo, não de um espírito. Idoso fala de uma condição efêmera, velho reivindica memória acumulada. Idoso pode ser apenas “ido”, aquele que já foi. Velho é – e está.

Basta evocar a literatura para perceber a diferença. Alguém leria um livro chamado “O idoso e o mar”? Não. Como idoso o pescador não lutaria com aquele peixe. Imagine então essa obra-prima de Guimarães Rosa, do conto “Fita Verde no Cabelo”, submetida ao termo “idoso”: “Havia uma aldeia em algum lugar, nem maior nem menor, com velhos e velhas que velhavam…”.

Velho é uma conquista. Idoso é uma rendição.

BRUM, Eliane. Disponível em: https://geledes.org.br. Acesso em: 02 mar. 2022.

No terceiro parágrafo, a citação de um trecho do conto de Guimarães Rosa é um recurso argumentativo utilizado para demonstrar
Alternativas
Q1914129 Português

Me chamem de velha


Desde que a juventude virou não mais uma fase da vida, mas uma vida inteira, temos convivido com essas tentativas de tungar a velhice também no idioma. Vale tudo. Asilo virou casa de repouso, como se isso mudasse o significado do que é estar apartado do mundo. Velhice virou terceira idade e, a pior de todas, “melhor idade”.

Chamar de idoso aquele que viveu mais é arrancar seus dentes na linguagem. Velho é uma palavra com caninos afiados – idoso é uma palavra banguela. Velho é letra forte. Idoso é fisicamente débil, palavra que diz de um corpo, não de um espírito. Idoso fala de uma condição efêmera, velho reivindica memória acumulada. Idoso pode ser apenas “ido”, aquele que já foi. Velho é – e está.

Basta evocar a literatura para perceber a diferença. Alguém leria um livro chamado “O idoso e o mar”? Não. Como idoso o pescador não lutaria com aquele peixe. Imagine então essa obra-prima de Guimarães Rosa, do conto “Fita Verde no Cabelo”, submetida ao termo “idoso”: “Havia uma aldeia em algum lugar, nem maior nem menor, com velhos e velhas que velhavam…”.

Velho é uma conquista. Idoso é uma rendição.

BRUM, Eliane. Disponível em: https://geledes.org.br. Acesso em: 02 mar. 2022.

Ao comparar os significados de “velho” e “idoso”, a autora recorre a uma série de metáforas que evidenciam o argumento de que
Alternativas
Q1914128 Português

Me chamem de velha


Desde que a juventude virou não mais uma fase da vida, mas uma vida inteira, temos convivido com essas tentativas de tungar a velhice também no idioma. Vale tudo. Asilo virou casa de repouso, como se isso mudasse o significado do que é estar apartado do mundo. Velhice virou terceira idade e, a pior de todas, “melhor idade”.

Chamar de idoso aquele que viveu mais é arrancar seus dentes na linguagem. Velho é uma palavra com caninos afiados – idoso é uma palavra banguela. Velho é letra forte. Idoso é fisicamente débil, palavra que diz de um corpo, não de um espírito. Idoso fala de uma condição efêmera, velho reivindica memória acumulada. Idoso pode ser apenas “ido”, aquele que já foi. Velho é – e está.

Basta evocar a literatura para perceber a diferença. Alguém leria um livro chamado “O idoso e o mar”? Não. Como idoso o pescador não lutaria com aquele peixe. Imagine então essa obra-prima de Guimarães Rosa, do conto “Fita Verde no Cabelo”, submetida ao termo “idoso”: “Havia uma aldeia em algum lugar, nem maior nem menor, com velhos e velhas que velhavam…”.

Velho é uma conquista. Idoso é uma rendição.

BRUM, Eliane. Disponível em: https://geledes.org.br. Acesso em: 02 mar. 2022.

No primeiro parágrafo, o uso da palavra “tungar” revela a estratégia argumentativa de
Alternativas
Q1914127 Português

A questão refere-se aos textos abaixo.

Texto I


O renascimento colonialista engendra uma nova sociedade, a dos mestiços, cuja principal característica é o fato de que a noção de unidade sofre reviravolta, é contaminada em favor de uma mistura sutil e complexa entre o elemento europeu e o elemento autóctone – uma espécie de infiltração progressiva efetuada pelo pensamento selvagem, ou seja, abertura do único caminho possível que poderia levar à descolonização. Caminho percorrido ao inverso do percorrido pelos colonos.

SANTIAGO, Silviano. O entre-lugar do discurso latino-americano. In: SANTIAGO, Silviano. Uma literatura nos trópicos: ensaios sobre dependência cultural. São Paulo: Perspectiva, 1978. p. 17 (adaptado).


Texto II


A socióloga e ativista boliviana Silvia Rivera Cusicanqui desenvolveu o conceito de ch’ixi. A ideia surge a partir das conversas de Cusicanqui com o escultor aymara1 Victor Zapana. Ele lhe explica o significado de ch’ixi, do aymara, uma mistura de cores que é mistura só na aparência – trata-se mais da justaposição de cores opostas e igualmente fortes que permanecem lado a lado criando a ilusão de uma terceira cor. Como um granito, que de longe parece cinza, mas ao nos aproximarmos mostra-se uma composição de pequenos pontos em branco e preto. Assim uma cor cinza ch’ixi junta dois opostos sem que estes jamais se misturem. Cusicanqui aplica esse conceito como um contraponto às ideias de mestizaje e também à outra muito em voga nos anos 1980 e 1990, que é o multiculturalismo. Nesse sentido, o ch’ixi seria o oposto da miscigenação, da ideia do mestiço como o produto de culturas que se misturam nele e desaparecem, originando uma outra (no caso, desgarrada de sua origem indígena e visando ao branqueamento).

SAAVEDRA, Carola. O mundo desdobrável: ensaios para depois do fim. Belo Horizonte: Relicário, 2021. p. 159-160 (adaptado).

1. Aymara: povo estabelecido desde a era pré-colombiana no sul do Peru, na Bolívia, na Argentina e no Chile.

No Texto II, a técnica aymara para mistura de cores é mencionada com o objetivo de  
Alternativas
Q1914126 Português

A questão refere-se aos textos abaixo.

Texto I


O renascimento colonialista engendra uma nova sociedade, a dos mestiços, cuja principal característica é o fato de que a noção de unidade sofre reviravolta, é contaminada em favor de uma mistura sutil e complexa entre o elemento europeu e o elemento autóctone – uma espécie de infiltração progressiva efetuada pelo pensamento selvagem, ou seja, abertura do único caminho possível que poderia levar à descolonização. Caminho percorrido ao inverso do percorrido pelos colonos.

SANTIAGO, Silviano. O entre-lugar do discurso latino-americano. In: SANTIAGO, Silviano. Uma literatura nos trópicos: ensaios sobre dependência cultural. São Paulo: Perspectiva, 1978. p. 17 (adaptado).


Texto II


A socióloga e ativista boliviana Silvia Rivera Cusicanqui desenvolveu o conceito de ch’ixi. A ideia surge a partir das conversas de Cusicanqui com o escultor aymara1 Victor Zapana. Ele lhe explica o significado de ch’ixi, do aymara, uma mistura de cores que é mistura só na aparência – trata-se mais da justaposição de cores opostas e igualmente fortes que permanecem lado a lado criando a ilusão de uma terceira cor. Como um granito, que de longe parece cinza, mas ao nos aproximarmos mostra-se uma composição de pequenos pontos em branco e preto. Assim uma cor cinza ch’ixi junta dois opostos sem que estes jamais se misturem. Cusicanqui aplica esse conceito como um contraponto às ideias de mestizaje e também à outra muito em voga nos anos 1980 e 1990, que é o multiculturalismo. Nesse sentido, o ch’ixi seria o oposto da miscigenação, da ideia do mestiço como o produto de culturas que se misturam nele e desaparecem, originando uma outra (no caso, desgarrada de sua origem indígena e visando ao branqueamento).

SAAVEDRA, Carola. O mundo desdobrável: ensaios para depois do fim. Belo Horizonte: Relicário, 2021. p. 159-160 (adaptado).

1. Aymara: povo estabelecido desde a era pré-colombiana no sul do Peru, na Bolívia, na Argentina e no Chile.

Nos textos I e II, os autores apresentam uma perspectiva
Alternativas
Q1914007 Português



Texto para o iten.




Internet: <www.nutrinewsbrasil.com> (com adaptações).

Em relação ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.


De acordo com o texto, o processo de conversão alimentar representou um importante progresso tecnológico na avicultura e na suinocultura, dado o efeito poupa-terra gerado por seu emprego. 

Alternativas
Q1914006 Português



Texto para o iten.




Internet: <www.nutrinewsbrasil.com> (com adaptações).

Em relação ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.


Entende-se da leitura do texto que a avicultura e a suinocultura são as principais atividades da economia brasileira, responsáveis por inserir o Brasil entre os mais importantes atores do agronegócio sustentável mundial. 




Alternativas
Q1913971 Português

Os melhores assentos no avião para evitar infecções por vírus e bactérias


        Em períodos de surtos de doença, os aeroportos são os primeiros a perceber a epidemia. Foi assim com ______ gripe suína em 2009, com o ebola em 2014 e não é diferente com o coronavírus: vários passageiros usando máscaras, com álcool em gel na mão e se afastando de qualquer um que solte o mínimo espirro.

        Não é ______ toa. Espaços fechados e cheios de gente podem facilitar a disseminação desses vírus. Eles são transmitidos por gotículas de saliva que podem ficar em suspensão no ar ou se impregnar em superfícies.

        Para onde quer que você vá, algumas medidas de segurança e higiene sempre devem ser tomadas para evitar qualquer tipo de doença em viagens.

        Para os mais inquietos, é possível se prevenir ainda mais. O local do assento no avião pode determinar se você tem mais ou menos chances de pegar uma doença caso viaje com um paciente contaminado por um vírus ou bactéria.

        Não tem como adivinhar se você vai cair ao lado de alguém infectado. A solução é entrar em contato com o menor número de pessoas possível. Um estudo de 2018 da Universidade Emory, nos Estados Unidos, analisou a movimentação de passageiros dentro de voos transcontinentais – quem levanta mais do assento, vai ao banheiro e se aproxima mais de outros passageiros.

        Segundo o estudo, quem senta na janela tem cinco vezes menos encontros com outros passageiros, o que diminui as chances de entrar em contato com alguém infectado. O motivo para isso é intuitivo: quem senta na janela levanta bem menos do assento e só fica em contato próximo com quem está sentado ao lado.

(Fonte: Super Abril - adaptado.)

Em conformidade com o texto, assinalar a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1913893 Português
Leia o texto abaixo e responda ao que se pede.

O que faz as coisas darem certo

   Duas pessoas. Ambas têm a mesma escolaridade. A mesma origem social. As mesmas oportunidades. Por que a vida é generosa com uma e fecha a cara para a outra? O destino e a sorte têm pouco a ver com isso. O que tem a ver é o nosso comportamento. Coisas simples nas quais não prestamos atenção alguma. Coluna assumidamente autoajuda, aproveite a promoção. 
   Vou me demorar no que me parece mais importante: a forma com que cada um se comunica. A maioria dá o seu recado muito mal. Não estou me referindo apenas ao uso correto do português. A pessoa pode ser um acadêmico e mesmo assim ser um desastre ao transmitir o que pensa e o que deseja. Tampouco estou falando de sedução, xaveco. Estou falando de convocação para reuniões, convite para eventos, e-mails profissionais, bilhete para funcionários, mensagens de WhatsApp, postagens no perfil do Face, e, claro, as conversas, todas elas: presenciais, telefônicas, gravação de áudios. A gente simplesmente reluta em deixar as coisas esclarecidas, não dá a informação completa, não contextualiza. É tudo racionado, fragmentado, e a culpa nem é dos atuais vícios tecnológicos: ser preguiçoso na comunicação vem da pré-história. Sempre foi assim. As pessoas acreditam que as outras são adivinhas, têm bola de cristal.
   “Olá, desculpe o atraso da resposta, muita correria, mas vamos em frente, queremos muito fechar um bate-papo com você. Pode ser dia 21 de outubro?” Exemplo que extraí da minha caixa de e-mails ontem, assinado por uma desconhecida. Fui checar na minha lista de excluídos se havia algum outro e-mail dela, para tentar descobrir do que se tratava. Havia. De fevereiro, quando ela fez um convite em nome de uma empresa. Ressurgiu agora como se tivesse pedido licença para ir ao banheiro e voltado em 10 minutos. Não, não posso dia 21, obrigada, fica para próxima.
   Fazemos isso o tempo todo: não nos apresentamos direito, não retornamos contatos, não damos coordenadas, não cumprimos o que prometemos, não deixamos lembretes, não confirmamos presença, não explicamos nossos motivos, não avisamos cancelamentos, não falamos toda a verdade, não tiramos as dúvidas, não perguntamos, não respondemos. Parece tudo tão desnecessário. Aí o universo não coopera e a gente não entende por quê.
   Além de se comunicar bem, há outros três grandes facilitadores na vida, coisas que interferem no modo como as pessoas nos analisam e que garantem nossa credibilidade: ser pontual, ser responsável e ser autêntico — esta última, das coisas mais cativantes, pois rara. Se o Papa Francisco não é presunçoso, por que raios você seria?
   É quase inacreditável: as coisas dão certo por fatores que estão totalmente ao nosso alcance.
Martha Medeiros
Dentre as alternativas abaixo, encontradas no texto, a que estabelece uma interlocução é:
Alternativas
Q1913890 Português
Leia o texto abaixo e responda ao que se pede.

O que faz as coisas darem certo

   Duas pessoas. Ambas têm a mesma escolaridade. A mesma origem social. As mesmas oportunidades. Por que a vida é generosa com uma e fecha a cara para a outra? O destino e a sorte têm pouco a ver com isso. O que tem a ver é o nosso comportamento. Coisas simples nas quais não prestamos atenção alguma. Coluna assumidamente autoajuda, aproveite a promoção. 
   Vou me demorar no que me parece mais importante: a forma com que cada um se comunica. A maioria dá o seu recado muito mal. Não estou me referindo apenas ao uso correto do português. A pessoa pode ser um acadêmico e mesmo assim ser um desastre ao transmitir o que pensa e o que deseja. Tampouco estou falando de sedução, xaveco. Estou falando de convocação para reuniões, convite para eventos, e-mails profissionais, bilhete para funcionários, mensagens de WhatsApp, postagens no perfil do Face, e, claro, as conversas, todas elas: presenciais, telefônicas, gravação de áudios. A gente simplesmente reluta em deixar as coisas esclarecidas, não dá a informação completa, não contextualiza. É tudo racionado, fragmentado, e a culpa nem é dos atuais vícios tecnológicos: ser preguiçoso na comunicação vem da pré-história. Sempre foi assim. As pessoas acreditam que as outras são adivinhas, têm bola de cristal.
   “Olá, desculpe o atraso da resposta, muita correria, mas vamos em frente, queremos muito fechar um bate-papo com você. Pode ser dia 21 de outubro?” Exemplo que extraí da minha caixa de e-mails ontem, assinado por uma desconhecida. Fui checar na minha lista de excluídos se havia algum outro e-mail dela, para tentar descobrir do que se tratava. Havia. De fevereiro, quando ela fez um convite em nome de uma empresa. Ressurgiu agora como se tivesse pedido licença para ir ao banheiro e voltado em 10 minutos. Não, não posso dia 21, obrigada, fica para próxima.
   Fazemos isso o tempo todo: não nos apresentamos direito, não retornamos contatos, não damos coordenadas, não cumprimos o que prometemos, não deixamos lembretes, não confirmamos presença, não explicamos nossos motivos, não avisamos cancelamentos, não falamos toda a verdade, não tiramos as dúvidas, não perguntamos, não respondemos. Parece tudo tão desnecessário. Aí o universo não coopera e a gente não entende por quê.
   Além de se comunicar bem, há outros três grandes facilitadores na vida, coisas que interferem no modo como as pessoas nos analisam e que garantem nossa credibilidade: ser pontual, ser responsável e ser autêntico — esta última, das coisas mais cativantes, pois rara. Se o Papa Francisco não é presunçoso, por que raios você seria?
   É quase inacreditável: as coisas dão certo por fatores que estão totalmente ao nosso alcance.
Martha Medeiros
O principal assunto abordado no texto é:
Alternativas
Q1913747 Português
Texto 1

Concórdia tem pior dezembro da série  histórica em geração de empregos

Depois de uma sequência de meses com resultados positivos e apresentando uma tendência de crescimento, a geração de empregos de Concórdia registrou uma grande queda. Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), divulgados na sexta-feira, dia 24, pelo Ministério da Economia, apontam que o município fechou dezembro com saldo negativo de 885 vagas.

Esse resultado é a diferença entre as 839 contratações e os 1724 desligamentos – que podem ser demissões ou mudança de cidade. O saldo de dezembro é, conforme levantamento feito pela reportagem da emissora, o pior da série histórica para este mês do ano desde 2003, ou seja, em 17 anos, desde quando os dados do CAGED começaram a ser divulgados.

Os números, apesar de ruins, somente seguem a tendência de todos os outros meses de dezembro. Historicamente, desde 2003, Concórdia sempre teve saldo negativo no último mês do ano. Isso ocorre por conta dos trabalhos temporários. Nos resultados por setor, chama a atenção que, dos oito analisados, apenas um não teve saldo negativo: que foi a agricultura, que fechou com saldo de zero, ou seja, nenhuma vaga criada. A administração pública foi o que teve o pior resultado.

Em nível nacional, o país também apresentou resultado negativo. Foram fechadas 307.311 vagas formais no período, mas o saldo é melhor do que em 2018. Os dados para Santa Catarina também não são bons. O saldo de dezembro foi de 24,3 mil vagas fechadas, o pior número desde dezembro de 2016. No entanto, o desempenho negativo no último mês do ano é esperado e ocorre em todos os estados por razões sazonais.

BORTOLI, Luan de. Disponível em: <http://www.96fm.fm.br/noticias/36840-concordia-tem-pior-dezembro-da-serie-historicaem-geracao-de empregos>. Acesso em: 23 fev. de 2020. Publicado em 27/01/2020. [Adaptado].
Assinale a pergunta que pode ser respondida corretamente com base no texto 1.
Alternativas
Q1913746 Português
Texto 1

Concórdia tem pior dezembro da série  histórica em geração de empregos

Depois de uma sequência de meses com resultados positivos e apresentando uma tendência de crescimento, a geração de empregos de Concórdia registrou uma grande queda. Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), divulgados na sexta-feira, dia 24, pelo Ministério da Economia, apontam que o município fechou dezembro com saldo negativo de 885 vagas.

Esse resultado é a diferença entre as 839 contratações e os 1724 desligamentos – que podem ser demissões ou mudança de cidade. O saldo de dezembro é, conforme levantamento feito pela reportagem da emissora, o pior da série histórica para este mês do ano desde 2003, ou seja, em 17 anos, desde quando os dados do CAGED começaram a ser divulgados.

Os números, apesar de ruins, somente seguem a tendência de todos os outros meses de dezembro. Historicamente, desde 2003, Concórdia sempre teve saldo negativo no último mês do ano. Isso ocorre por conta dos trabalhos temporários. Nos resultados por setor, chama a atenção que, dos oito analisados, apenas um não teve saldo negativo: que foi a agricultura, que fechou com saldo de zero, ou seja, nenhuma vaga criada. A administração pública foi o que teve o pior resultado.

Em nível nacional, o país também apresentou resultado negativo. Foram fechadas 307.311 vagas formais no período, mas o saldo é melhor do que em 2018. Os dados para Santa Catarina também não são bons. O saldo de dezembro foi de 24,3 mil vagas fechadas, o pior número desde dezembro de 2016. No entanto, o desempenho negativo no último mês do ano é esperado e ocorre em todos os estados por razões sazonais.

BORTOLI, Luan de. Disponível em: <http://www.96fm.fm.br/noticias/36840-concordia-tem-pior-dezembro-da-serie-historicaem-geracao-de empregos>. Acesso em: 23 fev. de 2020. Publicado em 27/01/2020. [Adaptado].
Com base no texto 1, é correto afirmar que no mês de dezembro de 2019, em Concórdia:
Alternativas
Respostas
14401: E
14402: C
14403: C
14404: E
14405: E
14406: C
14407: D
14408: A
14409: E
14410: E
14411: C
14412: B
14413: C
14414: C
14415: E
14416: C
14417: C
14418: C
14419: E
14420: A