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Questões de Concurso Comentadas sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

Foram encontradas 36.873 questões

Q2232212 Português
Sobre a significação das palavras no texto, analise as afirmações a seguir:
I.No título, "Novas vias para explorar o espaço", a palavra "vias" pode ser considerada ambígua. II.A palavra "nanossatélite" teve seu sentido construído a partir da adição de um prefixo ao radical. III.A palavra "lançamento" no trecho "O lançamento, em abril, de um satélite de 12 quilos (kg)..." significa que o projeto foi apresentado ao público.
É correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q2231872 Português
O que sabemos sobre as profundezas do oceano

Embora as pessoas explorem a superfície do oceano há dezenas de milhares de anos, apenas cerca de 20% do fundo do mar foi mapeado, de acordo com dados de 2022 da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA, em inglês), dos Estados Unidos.

Os pesquisadores costumam dizer que viajar para o espaço é mais fácil do que mergulhar no fundo do oceano. Enquanto 12 astronautas passaram um total coletivo de 300 horas na superfície lunar, apenas três pessoas passaram cerca de três horas explorando o Challenger Deep , o ponto mais profundo conhecido do fundo do mar da Terra, de acordo com a Woods Hole Oceanographic Institution.

Na verdade, "temos melhores mapas da Lua e de Marte do que do nosso próprio planeta", disse o pesquisador Gene Feldman, oceanógrafo emérito da Nasa que passou mais de 30 anos na agência espacial.

Há uma razão pela qual a exploração do mar profundo por humanos tem sido tão limitada: viajar para as profundezas do oceano significa entrar em um reino com níveis enormes de pressão quanto mais você desce - um empreendimento de alto risco. O ambiente é escuro com quase nenhuma visibilidade. As temperaturas frias são extremas.

O que está no fundo do oceano


Enquanto o que é considerado o oceano profundo se estende de 1.000 metros a 6.000 metros abaixo da superfície, as trincheiras do fundo do mar podem chegar a 11.000 metros, de acordo com a Woods Hole Oceanographic Institution . Essa região , chamada de zona hadal ou hadopelágica, recebeu o nome de Hades, o deus grego do submundo. Na zona hadal, as temperaturas estão um pouco acima de zero e nenhuma luz do sol alcança.

Os cientistas conseguiram provar pela primeira vez que existia vida abaixo de 7 mil metros em 1948, de acordo com a instituição. As descobertas no Challenger Deep foram notáveis, incluindo afloramentos rochosos "vibrantemente coloridos" que podem ser depósitos químicos, anfípodes supergigantes semelhantes a camarões e holoturianos ou pepinos-do-mar que vivem no fundo.

Feldman também se lembra de sua própria tentativa na década de 1990 de vislumbrar a evasiva lula gigante, que se esconde nas profundezas escuras do oceano. O primeiro vídeo de uma criatura viva, que pode chegar a quase 18 metros de comprimento, foi capturado no fundo do mar perto do Japão em 2012, de acordo com a NOAA.

Um novo mundo também se abriu na década de 1970, disse Feldman, quando "um ecossistema totalmente alienígena" foi descoberto pelo geólogo marinho Robert Ballard, então com a Woods Hole Oceanographic Institution , dentro do mar perto do Rift de Galápagos - "com esses vermes gigantes, gigantes amêijoas, caranguejos e coisas que viviam nessas... aberturas no fundo do mar."

As criaturas incomuns - algumas das quais brilham com bioluminescência para se comunicar, atraem presas e atraem parceiros - esculpiram habitats dentro das paredes íngremes das fossas oceânicas. Essas formas de vida se adaptaram para viver em ambientes extremos e não existem em nenhum outro lugar do planeta. Em vez de depender da luz solar para processos fundamentais, elas usam energia química expelida de vazamentos hidrotermais e aberturas formadas pelo magma que sobe do fundo do oceano.

A água fria do mar se infiltra pelas rachaduras do fundo do mar e se aquece a 400 graus Celsius ao interagir com as rochas aquecidas pelo magma. As reações químicas produzem minerais contendo enxofre e ferro, e as fontes expelem a água rica em nutrientes que sustenta o ecossistema de vida marinha incomum agrupada em torno delas.

Retirado e adaptado de: WATTLES, Jackie.; STRICKLAND, Ashley.; HUNT, Katie. O que sabemos sobre as profundezas do oceano - e por que é tão arriscado explorá-lo. CNN. Disponível em: nddezaassdoocea nooe--ppo-que--e-ao-arriscado-exploalo -sobre-as-profundezas-do-oceano-e-por-que-e-tao-arriscado-explora-lo/ Acesso em: 26 jun., 2023.
Considere o seguinte trecho retirado de "O que sabemos sobre as profundezas do oceano":
Enquanto o que é considerado o oceano profundo se estende de 1.000 metros a 6.000 metros abaixo da superfície, as trincheiras do fundo do mar podem chegar a 11.000 metros.
Agora, analise-o sintaticamente e reflita sobre as afirmações a seguir. Marque V, para verdadeiras, e F, para falsas: 
(__) O trecho se trata de um período composto por subordinação.
(__) No trecho, há uma ideia de temporalidade.
(__) "As trincheiras do fundo do mar" é o sujeito da oração subordinada.
Assinale a alternativa com a sequência correta:
Alternativas
Q2231587 Português
De fora para dentro

        Rugas podem ser mais do que marcas do tempo, sinais de velhice. Uma série de novos estudos propõe a hipótese de que elas não são apenas resultado, mas também causa de envelhecimento, inclusive o de outros órgãos. Seriam emissárias de coquetéis químicos que transformam células em zumbis e degeneram precocemente o organismo, em especial o cérebro. “Nossa pele não é somente uma barreira protetora e uma janela para o que acontece no interior de nosso corpo. À medida que envelhece e perde funções, ela também leva para outros órgãos problemas causados por agressões externas, como as provocadas pela radiação solar e o fumo. Se a sua pele tem sinais de envelhecimento, como as rugas, por dentro não é diferente” afirma Cláudia Cavadas, líder do grupo de investigação de neuroendocrinologia e envelhecimento do Centro de Neurociências e Biologia Celular da Universidade de Coimbra, em Portugal.
        Cavadas coordenou um artigo que analisa resultados de pesquisas com novas hipóteses para o envelhecimento. O trabalho foi publicado na revista Trends in Molecular Medicine e tem chamado atenção. A pele é muito mais complexa do que se costuma imaginar. É o maior órgão do corpo humano, nos protege de todo tipo de agressão, seja do sol, do fumo, da poluição, de substâncias químicas e ataques de microorganismos nocivos. A pele produz vitamina D, está ligada à imunidade, trabalha para a nossa regulação térmica. Como se sabe, a passagem do tempo causa inexorável envelhecimento não apenas na pele, mas em todo o corpo. Porém, na pele o envelhecimento é potencializado por fatores ambientais, como má alimentação, poluição, fumo e, principalmente, a radiação solar. Os raios solares degradam o colágeno e a elastina. O resultado são as rugas. A pele envelhecida apresenta alterações moleculares, celulares e estruturais. Dentre essas transformações está o acúmulo de células senescentes. Isto é, células envelhecidas, disfuncionais, como as existentes em rugas e manchas.

Fonte: Jornal O Globo, edição de 20 de abril de 2023.
Com base nas informações do texto e nas relações existentes entre as partes que o compõem, assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q2231501 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Por que Nova York está ‘esvaziando’?

        Uma casa com quintal e espaço para montar um escritório já era um sonho de Giovanna Almeida antes de o mundo ouvir falar de um tal de coronavírus pela primeira vez. Ela morava no Brooklyn quando teve de se isolar em casa durante o pico da pandemia.
        Na época em que ainda frequentava o escritório, ela gastava uma hora no trajeto entre a casa e o trabalho. Hoje, ela e o marido moram em Nova Jersey, estado vizinho a Nova York, onde o bebê de 11 meses logo vai poder correr à vontade no gramado, nos fundos da casa que eles compraram recentemente. Giovanna é um exemplo de uma tendência que transformou Nova York num dos estados que mais perderam moradores nos últimos dois anos.
        O professor da Universidade Columbia, Stijn Van Nieuwerburgh, acha que as autoridades precisam tomar providências urgentes para evitar que a cidade entre em um ciclo vicioso com menos arrecadação, população cada vez menor, empresas se mudando e os serviços cada vez mais precários.
        Basta dar uma caminhada pela rua 57, entre a Quinta e a Sexta avenidas, para entender o que está acontecendo. Com o aumento do trabalho remoto, essa área, que tinha um dos metros quadrados comerciais mais caros da cidade, tem agora várias lojas fechadas e prédios de escritório completamente vazios, com anúncios de “aluga-se”.
        Uma das propostas da prefeitura da cidade é converter esses escritórios em residências. O professor Nieuwerburgh afirma que a ideia é boa e barata. Basta mudar a lei do zoneamento. “Você pode manter a loja no primeiro andar e converter todos os escritórios nos outros andares porque vai gerar demanda para o comércio.”
        “Nenhuma cidade pode viver só dos profissionais de finanças, tecnologia e de advogados”, afirma. Para voltar a ser uma cidade vibrante, será necessário manter, também, artistas, funcionários de hotéis e de restaurantes e quem trabalha no entretenimento.
        O risco é ver Nova York repetir o que já enfrentou nos anos 1970 e o que Detroit ainda não conseguiu superar. Por isso, Nieuwerburgh aconselha: quanto mais rápido a cidade votar a mudança do zoneamento e converter prédios comerciais em residências, mais depressa a arrecadação vai voltar a crescer, garantindo a manutenção dos serviços de transporte, educação e segurança.
(Heloisa Villela. BBC News Brasil. 28 dezembro 2022)
A passagem do texto em que se pode identificar a ideia de proporção é:
Alternativas
Q2231497 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Por que Nova York está ‘esvaziando’?

        Uma casa com quintal e espaço para montar um escritório já era um sonho de Giovanna Almeida antes de o mundo ouvir falar de um tal de coronavírus pela primeira vez. Ela morava no Brooklyn quando teve de se isolar em casa durante o pico da pandemia.
        Na época em que ainda frequentava o escritório, ela gastava uma hora no trajeto entre a casa e o trabalho. Hoje, ela e o marido moram em Nova Jersey, estado vizinho a Nova York, onde o bebê de 11 meses logo vai poder correr à vontade no gramado, nos fundos da casa que eles compraram recentemente. Giovanna é um exemplo de uma tendência que transformou Nova York num dos estados que mais perderam moradores nos últimos dois anos.
        O professor da Universidade Columbia, Stijn Van Nieuwerburgh, acha que as autoridades precisam tomar providências urgentes para evitar que a cidade entre em um ciclo vicioso com menos arrecadação, população cada vez menor, empresas se mudando e os serviços cada vez mais precários.
        Basta dar uma caminhada pela rua 57, entre a Quinta e a Sexta avenidas, para entender o que está acontecendo. Com o aumento do trabalho remoto, essa área, que tinha um dos metros quadrados comerciais mais caros da cidade, tem agora várias lojas fechadas e prédios de escritório completamente vazios, com anúncios de “aluga-se”.
        Uma das propostas da prefeitura da cidade é converter esses escritórios em residências. O professor Nieuwerburgh afirma que a ideia é boa e barata. Basta mudar a lei do zoneamento. “Você pode manter a loja no primeiro andar e converter todos os escritórios nos outros andares porque vai gerar demanda para o comércio.”
        “Nenhuma cidade pode viver só dos profissionais de finanças, tecnologia e de advogados”, afirma. Para voltar a ser uma cidade vibrante, será necessário manter, também, artistas, funcionários de hotéis e de restaurantes e quem trabalha no entretenimento.
        O risco é ver Nova York repetir o que já enfrentou nos anos 1970 e o que Detroit ainda não conseguiu superar. Por isso, Nieuwerburgh aconselha: quanto mais rápido a cidade votar a mudança do zoneamento e converter prédios comerciais em residências, mais depressa a arrecadação vai voltar a crescer, garantindo a manutenção dos serviços de transporte, educação e segurança.
(Heloisa Villela. BBC News Brasil. 28 dezembro 2022)
De acordo com o texto, as transformações observadas na paisagem de Nova York
Alternativas
Q2230892 Português
Leia o texto a seguir:

Empresas aproveitam home office para demitir funcionários a distância

Na semana passada, o McDonald’s pediu aos funcionários corporativos, que geralmente trabalham no escritório pelo menos três dias por semana, que fizessem seu serviço de casa. O plano era demitir centenas de funcionários, segundo o site DealBook, e a empresa preferia divulgar a notícia virtualmente.

O McDonald’s não é a única empresa a modificar o manual de demissões. Em janeiro, o Google demitiu milhares de empregados por e-mail. E Mark Zuckerberg, CEO da Meta, anunciou no mês passado planos para um ano de grandes cortes em um memorando de 2.000 palavras, explicando que a equipe da Meta “queria mais transparência em qualquer plano de reestruturação”.

Assim como muitas normas de trabalho, a forma de demitir funcionários está sendo reescrita após a pandemia, quando as empresas que reduziam de tamanho geralmente não tinham escolha a não ser fazer demissões via Slack, Zoom e e-mail, e muitas vezes o fizeram de forma descuidada. Com os escritórios abertos novamente e o trabalho remoto mais comum, as empresas agora têm opções – e não está necessariamente claro o que é melhor para os trabalhadores.

“Se tivéssemos esta conversa três anos atrás, eu teria dito que é uma punição cruel e incomum”, disse Bob Sutton, professor de Stanford e autor de “The No Asshole Rule”, sobre a demissão a distância. “Mas mudou tão drasticamente desde a pandemia que estou confuso.”

Cynthia Huang, gerente sênior de marketing, foi demitida de uma empresa de bens de consumo com uma política de trabalho híbrida em fevereiro. Por estar trabalhando remotamente naquele dia, ela recebeu a notícia por videochamada; outros foram dispensados no escritório.

Huang disse que preferiu receber a ligação em casa. “Foi mais confortável do que se eu tivesse que sair fisicamente do escritório, pegando as minhas coisas com todos me observando”, disse ela.

Demitir pessoas em casa às vezes pode ser mais compassivo na era do trabalho híbrido, disse Sutton. “Se você chamar para o escritório pessoas que não vão muito lá só para dispensá-las, é meio estranho”, disse ele.

https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2023/04/trabalhe-no-escritorio-sejademitido-em-casa.shtml?utm_source=facebook&utm_medium=social&utm_ campaign=fbfolha. Acesso em 20 de maio de 2023.
“Por estar trabalhando remotamente naquele dia, ela recebeu a notícia por videochamada” (5º parágrafo). Essa frase poderia ser reescrita, sem alteração de sentido, da seguinte forma: 
Alternativas
Q2230888 Português
Leia o texto a seguir:

Empresas aproveitam home office para demitir funcionários a distância

Na semana passada, o McDonald’s pediu aos funcionários corporativos, que geralmente trabalham no escritório pelo menos três dias por semana, que fizessem seu serviço de casa. O plano era demitir centenas de funcionários, segundo o site DealBook, e a empresa preferia divulgar a notícia virtualmente.

O McDonald’s não é a única empresa a modificar o manual de demissões. Em janeiro, o Google demitiu milhares de empregados por e-mail. E Mark Zuckerberg, CEO da Meta, anunciou no mês passado planos para um ano de grandes cortes em um memorando de 2.000 palavras, explicando que a equipe da Meta “queria mais transparência em qualquer plano de reestruturação”.

Assim como muitas normas de trabalho, a forma de demitir funcionários está sendo reescrita após a pandemia, quando as empresas que reduziam de tamanho geralmente não tinham escolha a não ser fazer demissões via Slack, Zoom e e-mail, e muitas vezes o fizeram de forma descuidada. Com os escritórios abertos novamente e o trabalho remoto mais comum, as empresas agora têm opções – e não está necessariamente claro o que é melhor para os trabalhadores.

“Se tivéssemos esta conversa três anos atrás, eu teria dito que é uma punição cruel e incomum”, disse Bob Sutton, professor de Stanford e autor de “The No Asshole Rule”, sobre a demissão a distância. “Mas mudou tão drasticamente desde a pandemia que estou confuso.”

Cynthia Huang, gerente sênior de marketing, foi demitida de uma empresa de bens de consumo com uma política de trabalho híbrida em fevereiro. Por estar trabalhando remotamente naquele dia, ela recebeu a notícia por videochamada; outros foram dispensados no escritório.

Huang disse que preferiu receber a ligação em casa. “Foi mais confortável do que se eu tivesse que sair fisicamente do escritório, pegando as minhas coisas com todos me observando”, disse ela.

Demitir pessoas em casa às vezes pode ser mais compassivo na era do trabalho híbrido, disse Sutton. “Se você chamar para o escritório pessoas que não vão muito lá só para dispensá-las, é meio estranho”, disse ele.

https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2023/04/trabalhe-no-escritorio-sejademitido-em-casa.shtml?utm_source=facebook&utm_medium=social&utm_ campaign=fbfolha. Acesso em 20 de maio de 2023.
“O McDonald’s não é a única empresa a modificar o manual de demissões” (2º parágrafo). Essa frase, no contexto da notícia, significa que a empresa citada: 
Alternativas
Q2230887 Português
Leia o texto a seguir:

Empresas aproveitam home office para demitir funcionários a distância

Na semana passada, o McDonald’s pediu aos funcionários corporativos, que geralmente trabalham no escritório pelo menos três dias por semana, que fizessem seu serviço de casa. O plano era demitir centenas de funcionários, segundo o site DealBook, e a empresa preferia divulgar a notícia virtualmente.

O McDonald’s não é a única empresa a modificar o manual de demissões. Em janeiro, o Google demitiu milhares de empregados por e-mail. E Mark Zuckerberg, CEO da Meta, anunciou no mês passado planos para um ano de grandes cortes em um memorando de 2.000 palavras, explicando que a equipe da Meta “queria mais transparência em qualquer plano de reestruturação”.

Assim como muitas normas de trabalho, a forma de demitir funcionários está sendo reescrita após a pandemia, quando as empresas que reduziam de tamanho geralmente não tinham escolha a não ser fazer demissões via Slack, Zoom e e-mail, e muitas vezes o fizeram de forma descuidada. Com os escritórios abertos novamente e o trabalho remoto mais comum, as empresas agora têm opções – e não está necessariamente claro o que é melhor para os trabalhadores.

“Se tivéssemos esta conversa três anos atrás, eu teria dito que é uma punição cruel e incomum”, disse Bob Sutton, professor de Stanford e autor de “The No Asshole Rule”, sobre a demissão a distância. “Mas mudou tão drasticamente desde a pandemia que estou confuso.”

Cynthia Huang, gerente sênior de marketing, foi demitida de uma empresa de bens de consumo com uma política de trabalho híbrida em fevereiro. Por estar trabalhando remotamente naquele dia, ela recebeu a notícia por videochamada; outros foram dispensados no escritório.

Huang disse que preferiu receber a ligação em casa. “Foi mais confortável do que se eu tivesse que sair fisicamente do escritório, pegando as minhas coisas com todos me observando”, disse ela.

Demitir pessoas em casa às vezes pode ser mais compassivo na era do trabalho híbrido, disse Sutton. “Se você chamar para o escritório pessoas que não vão muito lá só para dispensá-las, é meio estranho”, disse ele.

https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2023/04/trabalhe-no-escritorio-sejademitido-em-casa.shtml?utm_source=facebook&utm_medium=social&utm_ campaign=fbfolha. Acesso em 20 de maio de 2023.
De acordo com o texto anterior, a demissão de funcionários a distância, sem a presença física dos trabalhadores, é um procedimento:
Alternativas
Q2230865 Português
Crônica: o motorista social

Guilherme Ludwig.

Os carros se acumulavam conforme a luz amarela se avermelhava no semáforo. Antes, um sinal para aguardar o fluxo do cruzamento, agora um sinal para checar o celular com mais calma. Preciosos segundos para visualizar as notificações sem o incômodo de olhar o trânsito enquanto dirige.

– Será que alguém já curtiu? — ansiava o motorista.

O mundo girava em alta definição na telinha de cinco polegadas e meia. E só lá.

Fotos, vídeos, stories. Do motorista e dos outros.

– Nossa, quantas mensagens no grupo! Vou ter que silenciar.

A primeira, engatada, vruuuum, a segunda, engasgada, a terceira, distraída. Ultrapassagem sem seta. Retrovisor?

Beeeeeeep!!!

– Presta atenção, ô barbeiro! — o carro de trás gritou.

Mas como? As postagens são muitas, impossível prestar atenção em todas.

O motorista só consegue focar nas mais interessantes.

Disponível em: https://guilhermeludwig.medium.com/cr%C3%B4nica-o-motoristasocial-9db09bd8dfa5 
O principal objetivo do texto é:
Alternativas
Q2230864 Português
Crônica: o motorista social

Guilherme Ludwig.

Os carros se acumulavam conforme a luz amarela se avermelhava no semáforo. Antes, um sinal para aguardar o fluxo do cruzamento, agora um sinal para checar o celular com mais calma. Preciosos segundos para visualizar as notificações sem o incômodo de olhar o trânsito enquanto dirige.

– Será que alguém já curtiu? — ansiava o motorista.

O mundo girava em alta definição na telinha de cinco polegadas e meia. E só lá.

Fotos, vídeos, stories. Do motorista e dos outros.

– Nossa, quantas mensagens no grupo! Vou ter que silenciar.

A primeira, engatada, vruuuum, a segunda, engasgada, a terceira, distraída. Ultrapassagem sem seta. Retrovisor?

Beeeeeeep!!!

– Presta atenção, ô barbeiro! — o carro de trás gritou.

Mas como? As postagens são muitas, impossível prestar atenção em todas.

O motorista só consegue focar nas mais interessantes.

Disponível em: https://guilhermeludwig.medium.com/cr%C3%B4nica-o-motoristasocial-9db09bd8dfa5 
O desrespeito às leis de trânsito é verificado de forma explícita no trecho: 
Alternativas
Q2230863 Português
Crônica: o motorista social

Guilherme Ludwig.

Os carros se acumulavam conforme a luz amarela se avermelhava no semáforo. Antes, um sinal para aguardar o fluxo do cruzamento, agora um sinal para checar o celular com mais calma. Preciosos segundos para visualizar as notificações sem o incômodo de olhar o trânsito enquanto dirige.

– Será que alguém já curtiu? — ansiava o motorista.

O mundo girava em alta definição na telinha de cinco polegadas e meia. E só lá.

Fotos, vídeos, stories. Do motorista e dos outros.

– Nossa, quantas mensagens no grupo! Vou ter que silenciar.

A primeira, engatada, vruuuum, a segunda, engasgada, a terceira, distraída. Ultrapassagem sem seta. Retrovisor?

Beeeeeeep!!!

– Presta atenção, ô barbeiro! — o carro de trás gritou.

Mas como? As postagens são muitas, impossível prestar atenção em todas.

O motorista só consegue focar nas mais interessantes.

Disponível em: https://guilhermeludwig.medium.com/cr%C3%B4nica-o-motoristasocial-9db09bd8dfa5 
Uma expressão que, no texto, indica movimentação do veículo é:
Alternativas
Q2230862 Português
Crônica: o motorista social

Guilherme Ludwig.

Os carros se acumulavam conforme a luz amarela se avermelhava no semáforo. Antes, um sinal para aguardar o fluxo do cruzamento, agora um sinal para checar o celular com mais calma. Preciosos segundos para visualizar as notificações sem o incômodo de olhar o trânsito enquanto dirige.

– Será que alguém já curtiu? — ansiava o motorista.

O mundo girava em alta definição na telinha de cinco polegadas e meia. E só lá.

Fotos, vídeos, stories. Do motorista e dos outros.

– Nossa, quantas mensagens no grupo! Vou ter que silenciar.

A primeira, engatada, vruuuum, a segunda, engasgada, a terceira, distraída. Ultrapassagem sem seta. Retrovisor?

Beeeeeeep!!!

– Presta atenção, ô barbeiro! — o carro de trás gritou.

Mas como? As postagens são muitas, impossível prestar atenção em todas.

O motorista só consegue focar nas mais interessantes.

Disponível em: https://guilhermeludwig.medium.com/cr%C3%B4nica-o-motoristasocial-9db09bd8dfa5 
O trecho “As postagens são muitas, impossível prestar atenção em todas.” poderia ser substituído, mantendo seu sentido original, por:
Alternativas
Q2230861 Português
Crônica: o motorista social

Guilherme Ludwig.

Os carros se acumulavam conforme a luz amarela se avermelhava no semáforo. Antes, um sinal para aguardar o fluxo do cruzamento, agora um sinal para checar o celular com mais calma. Preciosos segundos para visualizar as notificações sem o incômodo de olhar o trânsito enquanto dirige.

– Será que alguém já curtiu? — ansiava o motorista.

O mundo girava em alta definição na telinha de cinco polegadas e meia. E só lá.

Fotos, vídeos, stories. Do motorista e dos outros.

– Nossa, quantas mensagens no grupo! Vou ter que silenciar.

A primeira, engatada, vruuuum, a segunda, engasgada, a terceira, distraída. Ultrapassagem sem seta. Retrovisor?

Beeeeeeep!!!

– Presta atenção, ô barbeiro! — o carro de trás gritou.

Mas como? As postagens são muitas, impossível prestar atenção em todas.

O motorista só consegue focar nas mais interessantes.

Disponível em: https://guilhermeludwig.medium.com/cr%C3%B4nica-o-motoristasocial-9db09bd8dfa5 
O texto apresenta o tipo de narrador denominado:
Alternativas
Q2230860 Português
Crônica: o motorista social

Guilherme Ludwig.

Os carros se acumulavam conforme a luz amarela se avermelhava no semáforo. Antes, um sinal para aguardar o fluxo do cruzamento, agora um sinal para checar o celular com mais calma. Preciosos segundos para visualizar as notificações sem o incômodo de olhar o trânsito enquanto dirige.

– Será que alguém já curtiu? — ansiava o motorista.

O mundo girava em alta definição na telinha de cinco polegadas e meia. E só lá.

Fotos, vídeos, stories. Do motorista e dos outros.

– Nossa, quantas mensagens no grupo! Vou ter que silenciar.

A primeira, engatada, vruuuum, a segunda, engasgada, a terceira, distraída. Ultrapassagem sem seta. Retrovisor?

Beeeeeeep!!!

– Presta atenção, ô barbeiro! — o carro de trás gritou.

Mas como? As postagens são muitas, impossível prestar atenção em todas.

O motorista só consegue focar nas mais interessantes.

Disponível em: https://guilhermeludwig.medium.com/cr%C3%B4nica-o-motoristasocial-9db09bd8dfa5 
No texto, o espaço virtual é retratado como um local:
Alternativas
Q2230859 Português
Crônica: o motorista social

Guilherme Ludwig.

Os carros se acumulavam conforme a luz amarela se avermelhava no semáforo. Antes, um sinal para aguardar o fluxo do cruzamento, agora um sinal para checar o celular com mais calma. Preciosos segundos para visualizar as notificações sem o incômodo de olhar o trânsito enquanto dirige.

– Será que alguém já curtiu? — ansiava o motorista.

O mundo girava em alta definição na telinha de cinco polegadas e meia. E só lá.

Fotos, vídeos, stories. Do motorista e dos outros.

– Nossa, quantas mensagens no grupo! Vou ter que silenciar.

A primeira, engatada, vruuuum, a segunda, engasgada, a terceira, distraída. Ultrapassagem sem seta. Retrovisor?

Beeeeeeep!!!

– Presta atenção, ô barbeiro! — o carro de trás gritou.

Mas como? As postagens são muitas, impossível prestar atenção em todas.

O motorista só consegue focar nas mais interessantes.

Disponível em: https://guilhermeludwig.medium.com/cr%C3%B4nica-o-motoristasocial-9db09bd8dfa5 
Para o personagem principal, o sinal de trânsito, em alguns momentos, além de servir para que ele aguarde o fluxo do cruzamento, também funciona como momento para:
Alternativas
Q2230858 Português
Crônica: o motorista social

Guilherme Ludwig.

Os carros se acumulavam conforme a luz amarela se avermelhava no semáforo. Antes, um sinal para aguardar o fluxo do cruzamento, agora um sinal para checar o celular com mais calma. Preciosos segundos para visualizar as notificações sem o incômodo de olhar o trânsito enquanto dirige.

– Será que alguém já curtiu? — ansiava o motorista.

O mundo girava em alta definição na telinha de cinco polegadas e meia. E só lá.

Fotos, vídeos, stories. Do motorista e dos outros.

– Nossa, quantas mensagens no grupo! Vou ter que silenciar.

A primeira, engatada, vruuuum, a segunda, engasgada, a terceira, distraída. Ultrapassagem sem seta. Retrovisor?

Beeeeeeep!!!

– Presta atenção, ô barbeiro! — o carro de trás gritou.

Mas como? As postagens são muitas, impossível prestar atenção em todas.

O motorista só consegue focar nas mais interessantes.

Disponível em: https://guilhermeludwig.medium.com/cr%C3%B4nica-o-motoristasocial-9db09bd8dfa5 
A frase “Vou ter que silenciar”, em relação à quantidade de mensagens no grupo, reflete uma relação de: 
Alternativas
Q2230857 Português
Crônica: o motorista social

Guilherme Ludwig.

Os carros se acumulavam conforme a luz amarela se avermelhava no semáforo. Antes, um sinal para aguardar o fluxo do cruzamento, agora um sinal para checar o celular com mais calma. Preciosos segundos para visualizar as notificações sem o incômodo de olhar o trânsito enquanto dirige.

– Será que alguém já curtiu? — ansiava o motorista.

O mundo girava em alta definição na telinha de cinco polegadas e meia. E só lá.

Fotos, vídeos, stories. Do motorista e dos outros.

– Nossa, quantas mensagens no grupo! Vou ter que silenciar.

A primeira, engatada, vruuuum, a segunda, engasgada, a terceira, distraída. Ultrapassagem sem seta. Retrovisor?

Beeeeeeep!!!

– Presta atenção, ô barbeiro! — o carro de trás gritou.

Mas como? As postagens são muitas, impossível prestar atenção em todas.

O motorista só consegue focar nas mais interessantes.

Disponível em: https://guilhermeludwig.medium.com/cr%C3%B4nica-o-motoristasocial-9db09bd8dfa5 
No texto, uma das ações do personagem principal que estimula outros motoristas a tocarem a buzina é:
Alternativas
Q2230856 Português
Crônica: o motorista social

Guilherme Ludwig.

Os carros se acumulavam conforme a luz amarela se avermelhava no semáforo. Antes, um sinal para aguardar o fluxo do cruzamento, agora um sinal para checar o celular com mais calma. Preciosos segundos para visualizar as notificações sem o incômodo de olhar o trânsito enquanto dirige.

– Será que alguém já curtiu? — ansiava o motorista.

O mundo girava em alta definição na telinha de cinco polegadas e meia. E só lá.

Fotos, vídeos, stories. Do motorista e dos outros.

– Nossa, quantas mensagens no grupo! Vou ter que silenciar.

A primeira, engatada, vruuuum, a segunda, engasgada, a terceira, distraída. Ultrapassagem sem seta. Retrovisor?

Beeeeeeep!!!

– Presta atenção, ô barbeiro! — o carro de trás gritou.

Mas como? As postagens são muitas, impossível prestar atenção em todas.

O motorista só consegue focar nas mais interessantes.

Disponível em: https://guilhermeludwig.medium.com/cr%C3%B4nica-o-motoristasocial-9db09bd8dfa5 
“Presta atenção, ô barbeiro!” sugere a externalização de sentimento de:
Alternativas
Q2230855 Português
Crônica: o motorista social

Guilherme Ludwig.

Os carros se acumulavam conforme a luz amarela se avermelhava no semáforo. Antes, um sinal para aguardar o fluxo do cruzamento, agora um sinal para checar o celular com mais calma. Preciosos segundos para visualizar as notificações sem o incômodo de olhar o trânsito enquanto dirige.

– Será que alguém já curtiu? — ansiava o motorista.

O mundo girava em alta definição na telinha de cinco polegadas e meia. E só lá.

Fotos, vídeos, stories. Do motorista e dos outros.

– Nossa, quantas mensagens no grupo! Vou ter que silenciar.

A primeira, engatada, vruuuum, a segunda, engasgada, a terceira, distraída. Ultrapassagem sem seta. Retrovisor?

Beeeeeeep!!!

– Presta atenção, ô barbeiro! — o carro de trás gritou.

Mas como? As postagens são muitas, impossível prestar atenção em todas.

O motorista só consegue focar nas mais interessantes.

Disponível em: https://guilhermeludwig.medium.com/cr%C3%B4nica-o-motoristasocial-9db09bd8dfa5 
O trecho “Fotos, vídeos, stories. Do motorista e dos outros.” transmite a ideia de:
Alternativas
Q2230854 Português
Crônica: o motorista social

Guilherme Ludwig.

Os carros se acumulavam conforme a luz amarela se avermelhava no semáforo. Antes, um sinal para aguardar o fluxo do cruzamento, agora um sinal para checar o celular com mais calma. Preciosos segundos para visualizar as notificações sem o incômodo de olhar o trânsito enquanto dirige.

– Será que alguém já curtiu? — ansiava o motorista.

O mundo girava em alta definição na telinha de cinco polegadas e meia. E só lá.

Fotos, vídeos, stories. Do motorista e dos outros.

– Nossa, quantas mensagens no grupo! Vou ter que silenciar.

A primeira, engatada, vruuuum, a segunda, engasgada, a terceira, distraída. Ultrapassagem sem seta. Retrovisor?

Beeeeeeep!!!

– Presta atenção, ô barbeiro! — o carro de trás gritou.

Mas como? As postagens são muitas, impossível prestar atenção em todas.

O motorista só consegue focar nas mais interessantes.

Disponível em: https://guilhermeludwig.medium.com/cr%C3%B4nica-o-motoristasocial-9db09bd8dfa5 
O trecho do texto que reflete redução de velocidade/pausa dos veículos é expresso em:
Alternativas
Respostas
10901: C
10902: C
10903: B
10904: E
10905: A
10906: A
10907: D
10908: B
10909: D
10910: B
10911: A
10912: C
10913: B
10914: A
10915: B
10916: C
10917: C
10918: B
10919: A
10920: C