Questões de Concurso
Comentadas sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
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Internet: <www.abecip.org.br> (com adaptações).
Acerca da estrutura linguística do texto e do vocabulário nele empregado, julgue o item.
A expressão “esse fato” (linha 31) retoma o trecho “aumento bastante significativo do material de construção” (linha 29).

Internet: <www.abecip.org.br> (com adaptações).
Acerca da estrutura linguística do texto e do vocabulário nele empregado, julgue o item.
O brasileiro precisou gastar mais para construir no período de 2016 a 2021 que no período anterior a 2016.

Internet: <jornal.usp.br> (com adaptações).
Considerando a estrutura linguística do texto e o vocabulário nele empregado, julgue o item.
O pronome “Ele” (linha 21) faz referência a “Benjamin Franklin Chavis Jr.” (linha 19).

Internet: <jornal.usp.br> (com adaptações).
Com base nas ideias do texto, julgue o item.
É correto afirmar que, de acordo com o texto, Marcos Bernardino de Carvalho defende a ideia de que a questão ambiental atinge igualmente a todos.
Em todas as opções abaixo há uma frase, da qual foi retirada uma informação implícita (uma inferência).
Assinale a opção em que a inferência apontada está adequada à frase.
Observe o texto a seguir.
À Beça
Gumercindo Bessa (1859-1913), jornalista e jurista alagoano, foi adversário de Rui Barbosa na Questão Acreana, em que o Estado do Amazonas pretendia incorporar o Território do Acre. Bessa venceu a questão em favor do Acre, apresentando argumentos irrefutáveis e numa quantidade impressionante.
Posterriormente, mas não muito, Rodrigues Alves (Presidente do Brasil de 1902 a 1906) diria a um cidadão que lhe apresentava um pedido com justificativas infindáveis: "O senhor tem argumentos à Bessa". A partir dai, popularizou-se a expressão à beça com o sentido de uma grande quantidade ou intensidade.
Por que os dois esses viraram cê-cedilha? Ninguém sabe.
(Reinaldo Pimenta, A Casa da Mãe Joana 2)
A ideia central do texto é a de
A escalada da violência contra professores no Brasil
O caso dos quatro alunos e da professora esfaqueados em uma escola da Vila Sônia, capital de São Paulo, ilustra com contornos violentos o que os números indicam há anos: as escolas brasileiras são as mais violentas do mundo.
Em 2019, a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) já lançava um alerta sobre o assunto. O Brasil encabeçava um ranking mundial de violência no ambiente escolar, elaborado a partir de mais de 100 mil entrevistas com professores e diretores do Ensino Fundamental 2, que corresponde do 6º ao 9º ano. Ao menos 12,5% dos professores brasileiros ouvidos pela organização em 2013 afirmavam terem sido vítimas de agressão verbal por parte de alunos – a média global, para se ter uma ideia, era de 3,4%. Anos depois, o quadro não arrefeceu.
Em entrevista à Nova Escola, a professora Telma Vinha, da Faculdade de Educação da Unicamp e coordenadora do Grupo Ética, Diversidade e Democracia na Escola Pública (GEDDEP), destaca o aumento dos discursos de ódio e a influência deles sobre os alunos. Muitos jovens participam de fóruns e grupos nas redes sociais associados à xenofobia, ao racismo e até ao neonazismo e levam esses discursos para a prática dentro do ambiente escolar.
É preciso pontuar, no entanto, que o aumento da violência escolar é um fenômeno complexo e de múltiplas raízes. Uma delas, a pandemia. Dados preliminares de uma pesquisa que está sendo desenvolvida por Telma Vinha e seus colegas na Unicamp já indicam os impactos do isolamento social sobre esse tipo de violência: dos 22 ataques cometidos em escolas brasileiras ao longo dos últimos 21 anos, nove ocorrem do segundo semestre de 2022 para cá.
(Fonte: Abril — adaptado.)
A escalada da violência contra professores no Brasil
O caso dos quatro alunos e da professora esfaqueados em uma escola da Vila Sônia, capital de São Paulo, ilustra com contornos violentos o que os números indicam há anos: as escolas brasileiras são as mais violentas do mundo.
Em 2019, a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) já lançava um alerta sobre o assunto. O Brasil encabeçava um ranking mundial de violência no ambiente escolar, elaborado a partir de mais de 100 mil entrevistas com professores e diretores do Ensino Fundamental 2, que corresponde do 6º ao 9º ano. Ao menos 12,5% dos professores brasileiros ouvidos pela organização em 2013 afirmavam terem sido vítimas de agressão verbal por parte de alunos – a média global, para se ter uma ideia, era de 3,4%. Anos depois, o quadro não arrefeceu.
Em entrevista à Nova Escola, a professora Telma Vinha, da Faculdade de Educação da Unicamp e coordenadora do Grupo Ética, Diversidade e Democracia na Escola Pública (GEDDEP), destaca o aumento dos discursos de ódio e a influência deles sobre os alunos. Muitos jovens participam de fóruns e grupos nas redes sociais associados à xenofobia, ao racismo e até ao neonazismo e levam esses discursos para a prática dentro do ambiente escolar.
É preciso pontuar, no entanto, que o aumento da violência escolar é um fenômeno complexo e de múltiplas raízes. Uma delas, a pandemia. Dados preliminares de uma pesquisa que está sendo desenvolvida por Telma Vinha e seus colegas na Unicamp já indicam os impactos do isolamento social sobre esse tipo de violência: dos 22 ataques cometidos em escolas brasileiras ao longo dos últimos 21 anos, nove ocorrem do segundo semestre de 2022 para cá.
(Fonte: Abril — adaptado.)
Considerando-se o texto, analisar os itens abaixo:
I. A participação de jovens em fóruns e grupos associados à xenofobia, ao racismo e ao neonazismo é um dos motivos para o aumento da violência nas escolas.
II. Em 2019, ao menos 12,5% dos professores brasileiros
afirmavam terem sido vítimas de agressão verbal por
parte de alunos.