Questões de Concurso Comentadas sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q2199577 Português

QUANDO OS MORTOS FALAM: A HISTÓRIA DA AUTÓPSIA



            A indagação da causa da morte sempre esteve presente em nossos pensamentos, seja você médico ou não. A palavra autópsia significa "ver por si próprio" e vem do grego clássico αυτοψία, sendo composta por αυτος (autós, "si mesmo") e όψις (ópsis, "visão"). Outro termo grego equivalente e de uso mais recente é νεκροψία (necropsia), composta de νεκρός (nekrós, "morto") e  όψις (ópsis, "visão"), isto é, a dissecação do cadáver para determinar, por meio da observação, a causa de morte ou a natureza da doença.


        As origens da autópsia (ou necrópsia) se confundem com a da própria medicina. Seus primeiros registros na antiguidade são, das dissecações com Herófilo e Erasístrato, no século II a. C. Considerado uma das principais figuras da medicina, o grego Galeno de Pérgamo (129 - 201) já recorria a esse recurso, realizando dissecações em animais como porcos, macacos, cavalos e cães, apontando as semelhanças anatômicas entre os órgãos que cumpriam a mesma função em espécies diferentes.


         No Século IX, o estudo do corpo humano após a morte voltou a crescer, principalmente graças à escola de medicina de Salermo, na Itália, e à obra de Constantino, que traduziu do árabe para o latim numerosos textos médicos gregos. Logo depois. Guglielmo de Saliceto, Rolando de Parma e outros médicos medievais enfatizaram a afirmação de Galeno, segundo a qual o conhecimento anatômico era importante para o exercício da cirurgia.


        Passando pelo período do Renascimento, a anatomia humana teve uma grande contribuição com artistas que buscavam nesta ciência as bases para retratarem de maneira mais precisa a figura humana. O mais famoso deles, Leonardo da Vinci, dissecou mais de trinta corpos de homens e mulheres de todas as idades. Dentre seus diversos trabalhos, ele ainda é reconhecido por seus esboços e obras baseados na arte da dissecação.


        Então chegamos ao  momento em que a Patologia passa a despontas como especialidade em si, separada do restante da medicina. A principal figura dessa guinada é Antonio Benivieni (1443 - 1502), médico florentino que foi o primeiro a colher sistematicamente dados de autópsias realizadas em seus pacientes. Em seguida, em 1543, o médico Andreas Vesalius lançaria o primeiro livro de anatomia humana: " De Humani Corporis Fabrica". Resultado de seus trabalhos como professor da Universidade de Pádua, onde realizou dissecações de cadáveres, a obra instituiu categoricamente o método correto de dissecação anatômica. Entre todos os nomes, porém, um dos que mais se destaca é o de Rudolf Ludwig Karl Virchow (1804 - 1878). Considerado a maior figura na história da patologia, ele foi um dos primeiros a utilizar o microscópio, um dos principais avanços da óptica em seu tempo, para analisar tecidos.


        Durante todo esse processo histórico, sistematizações e padronizações foram constantes e necessárias para tornar possível a evolução dos procedimentos da autópsia. De um princípio baseado na dissecação de órgãos, essa ciência passou para um método avançado de estudo que investiga a causa da morte de um paciente, permitindo desenvolver o conhecimento geral sobre a doença que o acometeu.


Adaptado de: https://www.sbp.org.br/quando-os-mortos-falam-a-historia-da -autopsia/. Acesso em: 15 mar.2023.

A letra maiúscula no termo "Renascimento" presente no texto,

Alternativas
Q2199574 Português

QUANDO OS MORTOS FALAM: A HISTÓRIA DA AUTÓPSIA



            A indagação da causa da morte sempre esteve presente em nossos pensamentos, seja você médico ou não. A palavra autópsia significa "ver por si próprio" e vem do grego clássico αυτοψία, sendo composta por αυτος (autós, "si mesmo") e όψις (ópsis, "visão"). Outro termo grego equivalente e de uso mais recente é νεκροψία (necropsia), composta de νεκρός (nekrós, "morto") e  όψις (ópsis, "visão"), isto é, a dissecação do cadáver para determinar, por meio da observação, a causa de morte ou a natureza da doença.


        As origens da autópsia (ou necrópsia) se confundem com a da própria medicina. Seus primeiros registros na antiguidade são, das dissecações com Herófilo e Erasístrato, no século II a. C. Considerado uma das principais figuras da medicina, o grego Galeno de Pérgamo (129 - 201) já recorria a esse recurso, realizando dissecações em animais como porcos, macacos, cavalos e cães, apontando as semelhanças anatômicas entre os órgãos que cumpriam a mesma função em espécies diferentes.


         No Século IX, o estudo do corpo humano após a morte voltou a crescer, principalmente graças à escola de medicina de Salermo, na Itália, e à obra de Constantino, que traduziu do árabe para o latim numerosos textos médicos gregos. Logo depois. Guglielmo de Saliceto, Rolando de Parma e outros médicos medievais enfatizaram a afirmação de Galeno, segundo a qual o conhecimento anatômico era importante para o exercício da cirurgia.


        Passando pelo período do Renascimento, a anatomia humana teve uma grande contribuição com artistas que buscavam nesta ciência as bases para retratarem de maneira mais precisa a figura humana. O mais famoso deles, Leonardo da Vinci, dissecou mais de trinta corpos de homens e mulheres de todas as idades. Dentre seus diversos trabalhos, ele ainda é reconhecido por seus esboços e obras baseados na arte da dissecação.


        Então chegamos ao  momento em que a Patologia passa a despontas como especialidade em si, separada do restante da medicina. A principal figura dessa guinada é Antonio Benivieni (1443 - 1502), médico florentino que foi o primeiro a colher sistematicamente dados de autópsias realizadas em seus pacientes. Em seguida, em 1543, o médico Andreas Vesalius lançaria o primeiro livro de anatomia humana: " De Humani Corporis Fabrica". Resultado de seus trabalhos como professor da Universidade de Pádua, onde realizou dissecações de cadáveres, a obra instituiu categoricamente o método correto de dissecação anatômica. Entre todos os nomes, porém, um dos que mais se destaca é o de Rudolf Ludwig Karl Virchow (1804 - 1878). Considerado a maior figura na história da patologia, ele foi um dos primeiros a utilizar o microscópio, um dos principais avanços da óptica em seu tempo, para analisar tecidos.


        Durante todo esse processo histórico, sistematizações e padronizações foram constantes e necessárias para tornar possível a evolução dos procedimentos da autópsia. De um princípio baseado na dissecação de órgãos, essa ciência passou para um método avançado de estudo que investiga a causa da morte de um paciente, permitindo desenvolver o conhecimento geral sobre a doença que o acometeu.


Adaptado de: https://www.sbp.org.br/quando-os-mortos-falam-a-historia-da -autopsia/. Acesso em: 15 mar.2023.

A partir da leitura do texto, é correto afirmar que

Alternativas
Q2199570 Português

QUANDO OS MORTOS FALAM: A HISTÓRIA DA AUTÓPSIA



            A indagação da causa da morte sempre esteve presente em nossos pensamentos, seja você médico ou não. A palavra autópsia significa "ver por si próprio" e vem do grego clássico αυτοψία, sendo composta por αυτος (autós, "si mesmo") e όψις (ópsis, "visão"). Outro termo grego equivalente e de uso mais recente é νεκροψία (necropsia), composta de νεκρός (nekrós, "morto") e  όψις (ópsis, "visão"), isto é, a dissecação do cadáver para determinar, por meio da observação, a causa de morte ou a natureza da doença.


        As origens da autópsia (ou necrópsia) se confundem com a da própria medicina. Seus primeiros registros na antiguidade são, das dissecações com Herófilo e Erasístrato, no século II a. C. Considerado uma das principais figuras da medicina, o grego Galeno de Pérgamo (129 - 201) já recorria a esse recurso, realizando dissecações em animais como porcos, macacos, cavalos e cães, apontando as semelhanças anatômicas entre os órgãos que cumpriam a mesma função em espécies diferentes.


         No Século IX, o estudo do corpo humano após a morte voltou a crescer, principalmente graças à escola de medicina de Salermo, na Itália, e à obra de Constantino, que traduziu do árabe para o latim numerosos textos médicos gregos. Logo depois. Guglielmo de Saliceto, Rolando de Parma e outros médicos medievais enfatizaram a afirmação de Galeno, segundo a qual o conhecimento anatômico era importante para o exercício da cirurgia.


        Passando pelo período do Renascimento, a anatomia humana teve uma grande contribuição com artistas que buscavam nesta ciência as bases para retratarem de maneira mais precisa a figura humana. O mais famoso deles, Leonardo da Vinci, dissecou mais de trinta corpos de homens e mulheres de todas as idades. Dentre seus diversos trabalhos, ele ainda é reconhecido por seus esboços e obras baseados na arte da dissecação.


        Então chegamos ao  momento em que a Patologia passa a despontas como especialidade em si, separada do restante da medicina. A principal figura dessa guinada é Antonio Benivieni (1443 - 1502), médico florentino que foi o primeiro a colher sistematicamente dados de autópsias realizadas em seus pacientes. Em seguida, em 1543, o médico Andreas Vesalius lançaria o primeiro livro de anatomia humana: " De Humani Corporis Fabrica". Resultado de seus trabalhos como professor da Universidade de Pádua, onde realizou dissecações de cadáveres, a obra instituiu categoricamente o método correto de dissecação anatômica. Entre todos os nomes, porém, um dos que mais se destaca é o de Rudolf Ludwig Karl Virchow (1804 - 1878). Considerado a maior figura na história da patologia, ele foi um dos primeiros a utilizar o microscópio, um dos principais avanços da óptica em seu tempo, para analisar tecidos.


        Durante todo esse processo histórico, sistematizações e padronizações foram constantes e necessárias para tornar possível a evolução dos procedimentos da autópsia. De um princípio baseado na dissecação de órgãos, essa ciência passou para um método avançado de estudo que investiga a causa da morte de um paciente, permitindo desenvolver o conhecimento geral sobre a doença que o acometeu.


Adaptado de: https://www.sbp.org.br/quando-os-mortos-falam-a-historia-da -autopsia/. Acesso em: 15 mar.2023.

De acordo com o texto, em relação às origens da autópsia, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2199539 Português
Leia o texto abaixo para responder a questão:

A lebre e a tartaruga. 

A lebre, muito rápida, estava sempre se gabando da sua velocidade e diminuindo a tartaruga, que chamava de lerda. Um dia, a tartaruga ficou cansada dessas humilhações e resolveu desafiar a lebre para uma corrida.
A lebre logo aceitou, rindo da situação. A tartaruga, consciente de que levaria mais tempo, logo começou a caminhar, de forma lenta e persistente. Já a sua rival, como era mais rápida, resolveu tirar um cochilo.
Quando acordou e começou a correr, era tarde demais: a tartaruga já estava atravessando a meta, feliz e orgulhosa do seu esforço.

(LA FONTAINE, J. de. Fábulas de La Fontaine. São Paulo: Editora 34, 2013.). 

De acordo com o texto, qual é a mensagem principal que a fábula "A Lebre e a Tartaruga" transmite ao leitor?
Alternativas
Q2199537 Português
Leia o texto abaixo para responder a questão:

A lebre e a tartaruga. 

A lebre, muito rápida, estava sempre se gabando da sua velocidade e diminuindo a tartaruga, que chamava de lerda. Um dia, a tartaruga ficou cansada dessas humilhações e resolveu desafiar a lebre para uma corrida.
A lebre logo aceitou, rindo da situação. A tartaruga, consciente de que levaria mais tempo, logo começou a caminhar, de forma lenta e persistente. Já a sua rival, como era mais rápida, resolveu tirar um cochilo.
Quando acordou e começou a correr, era tarde demais: a tartaruga já estava atravessando a meta, feliz e orgulhosa do seu esforço.

(LA FONTAINE, J. de. Fábulas de La Fontaine. São Paulo: Editora 34, 2013.). 

De acordo com o texto, qual é a característica principal da tartaruga que a ajudou a vencer a corrida contra a lebre?
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Q2199420 Português

                                                                        Aos poetas clássicos 

                                                                                                             Patativa do Assaré


Poetas niversitário,

Poetas de Cadenia,

De rico vocabulário

Cheio de mitologia,

Se a gente canta o que pensa,

Eu quero pedir licença.

Pois mesmo sem português

Neste livrinho apresento

O prazê e o sofrimento

De um poeta camponês

Disponível em <https//www.jornaldepoesia.jor.br/antonio3html> Acesso em 03 mai 2023



Na oração "O professor deu uma palestra aos estudantes do Brasil" ocorre um tipo de ambiguidade

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Q2199416 Português

                                     A história dos 2 monarcas da Inglaterra que nunca foram coroados


        Dizem que o hábito faz o monge e a coroa, o rei. Mas na história da realeza britânica nem todos os monarcas tiveram a oportunidade de usar essa emblemática peça. 

        Desde o ano de 1066, cerca de 39 monarcas foram coroados como reis ou rainhas da Inglaterra, sempre na tradicional Abadia de Westminster. Naquele ano foi coroado Guilherme 1º, mais conhecido como Guilherme, o Conquistador, que deu início a uma tradição que terá seu próximo (e muito aguardado) capítulo no dia 6 de maio, data da cerimonia de coroação de Charles 3º após a morte de Elizabeth 2ª em setembro do ano passado. Em geral, é tradição que se aguarde algum tempo após a morte de um rei ou rainha antes da realização da cerimônia de coroação do sucessor. Com isso, nem todos que serviram oficialmente como reis da Inglaterra tiveram o privilégio de ser formalmente coroados. 


Disponível em: <https//www.bbc.com/portuguese/articles/c870gyrlk8po>Acesso em 05 mai 2023.

Na oração "Mas na história da realeza britânica nem todos os monarcas tiveram a oportunidade de usar essa emblemática peça". O pronome demonstrativo essa estabelece uma relação coesiva por

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Q2199415 Português

                                     A história dos 2 monarcas da Inglaterra que nunca foram coroados


        Dizem que o hábito faz o monge e a coroa, o rei. Mas na história da realeza britânica nem todos os monarcas tiveram a oportunidade de usar essa emblemática peça. 

        Desde o ano de 1066, cerca de 39 monarcas foram coroados como reis ou rainhas da Inglaterra, sempre na tradicional Abadia de Westminster. Naquele ano foi coroado Guilherme 1º, mais conhecido como Guilherme, o Conquistador, que deu início a uma tradição que terá seu próximo (e muito aguardado) capítulo no dia 6 de maio, data da cerimonia de coroação de Charles 3º após a morte de Elizabeth 2ª em setembro do ano passado. Em geral, é tradição que se aguarde algum tempo após a morte de um rei ou rainha antes da realização da cerimônia de coroação do sucessor. Com isso, nem todos que serviram oficialmente como reis da Inglaterra tiveram o privilégio de ser formalmente coroados. 


Disponível em: <https//www.bbc.com/portuguese/articles/c870gyrlk8po>Acesso em 05 mai 2023.

O texto da BBC acrescenta à recente notícia da coroação de Charles 3º elementos de

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Q2199414 Português

                                    Uma parábola sobre os tempos atuais, por um dos

                                             nossos maiores pensadores indígenas


        Ailton Krenak nasceu na região do vale do rio Doce, um lugar cuja ecologia se encontra profundamente afetada pela atividade de extração mineira. Neste livro, o líder indígena critica a ideia de humanidade como algo separado da natureza, uma "humanidade que não reconhece que aquele rio que está em coma é também o nosso avô. 

        Essa premissa estaria na origem do desastre socioambiental de nossa era, o chamado Antropoceno. Daí que a resistência indígena se dê pela não aceitação da ideia de que somos todos iguais. Somente o reconhecimento da diversidade e a recusa da ideia do humano como superior aos demais seres pode ressignificar nossas existências e refrear nossa marcha insensata em direção ao abismo.

        Desde seu inesquecível discurso na Assembleia Constituinte, em 1987, quando pintou o rosto com a tinta preta do jenipapo para protestar contra o retrocesso na luta pelos direitos indígenas. Krenak se destaca como um dos mais originais e importantes pensadores brasileiros. Ouvi-lo é mais urgente do que nunca. Esta nova edição de "Ideias para adiar o fim do mundo", resultado de duas conferências e uma entrevista realizadas em Portugal entre 2017 e 2019, conta com um posfácio inédito de Eduardo Viveiros de Castro. 

Disponível em: 
<https//www.companhiadasletras.com.br/livro/9788535933581/ideias-para-adiar-o-fim-do-mundo-nova-edicao>.Acesso em 01 mai.2023.

Na oração "Ouvi-lo é mais urgente do que nunca", o trecho sublinhado produz efeito de 
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Q2199413 Português

                                    Uma parábola sobre os tempos atuais, por um dos

                                             nossos maiores pensadores indígenas


        Ailton Krenak nasceu na região do vale do rio Doce, um lugar cuja ecologia se encontra profundamente afetada pela atividade de extração mineira. Neste livro, o líder indígena critica a ideia de humanidade como algo separado da natureza, uma "humanidade que não reconhece que aquele rio que está em coma é também o nosso avô. 

        Essa premissa estaria na origem do desastre socioambiental de nossa era, o chamado Antropoceno. Daí que a resistência indígena se dê pela não aceitação da ideia de que somos todos iguais. Somente o reconhecimento da diversidade e a recusa da ideia do humano como superior aos demais seres pode ressignificar nossas existências e refrear nossa marcha insensata em direção ao abismo.

        Desde seu inesquecível discurso na Assembleia Constituinte, em 1987, quando pintou o rosto com a tinta preta do jenipapo para protestar contra o retrocesso na luta pelos direitos indígenas. Krenak se destaca como um dos mais originais e importantes pensadores brasileiros. Ouvi-lo é mais urgente do que nunca. Esta nova edição de "Ideias para adiar o fim do mundo", resultado de duas conferências e uma entrevista realizadas em Portugal entre 2017 e 2019, conta com um posfácio inédito de Eduardo Viveiros de Castro. 

Disponível em: 
<https//www.companhiadasletras.com.br/livro/9788535933581/ideias-para-adiar-o-fim-do-mundo-nova-edicao>.Acesso em 01 mai.2023.


O texto possui marcadores discursivos que o classificam como
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Ano: 2023 Banca: Avança SP Órgão: Prefeitura de São Lourenço da Serra - SP Provas: Avança SP - 2023 - Prefeitura de São Lourenço da Serra - SP - Assistente Social | Avança SP - 2023 - Prefeitura de São Lourenço da Serra - SP - Cirurgião Dentista | Avança SP - 2023 - Prefeitura de São Lourenço da Serra - SP - Contador | Avança SP - 2023 - Prefeitura de São Lourenço da Serra - SP - Coordenador de Controle Interno | Avança SP - 2023 - Prefeitura de São Lourenço da Serra - SP - Enfermeiro | Avança SP - 2023 - Prefeitura de São Lourenço da Serra - SP - Engenheiro Agrônomo | Avança SP - 2023 - Prefeitura de São Lourenço da Serra - SP - Engenheiro Civil | Avança SP - 2023 - Prefeitura de São Lourenço da Serra - SP - Farmacêutico | Avança SP - 2023 - Prefeitura de São Lourenço da Serra - SP - Fisioterapeuta | Avança SP - 2023 - Prefeitura de São Lourenço da Serra - SP - Fonoaudiólogo | Avança SP - 2023 - Prefeitura de São Lourenço da Serra - SP - Psicólogo | Avança SP - 2023 - Prefeitura de São Lourenço da Serra - SP - Supervisor de Educação | Avança SP - 2023 - Prefeitura de São Lourenço da Serra - SP - Tesoureiro | Avança SP - 2023 - Prefeitura de São Lourenço da Serra - SP - Médico Clínico Geral Plantonista | Avança SP - 2023 - Prefeitura de São Lourenço da Serra - SP - Médico Ginecologista/Obstetra | Avança SP - 2023 - Prefeitura de São Lourenço da Serra - SP - Médico Pediatra | Avança SP - 2023 - Prefeitura de São Lourenço da Serra - SP - Médico Veterinário | Avança SP - 2023 - Prefeitura de São Lourenço da Serra - SP - Professor de Educação Básica II - Professor de Arte | Avança SP - 2023 - Prefeitura de São Lourenço da Serra - SP - Professor de Educação Básica II - Professor de Educação Física | Avança SP - 2023 - Prefeitura de São Lourenço da Serra - SP - Professor de Educação Básica I - Ensino Especial | Avança SP - 2023 - Prefeitura de São Lourenço da Serra - SP - Professor de Educação Básica II - Língua Inglesa |
Q2199362 Português
História estranha

Um homem vem caminhando por um parque quando de repente se vê com sete anos de idade. Está com quarenta, quarenta e poucos. De repente dá com ele mesmo chutando uma bola perto de um banco onde está a sua babá fazendo tricô. Não tem a menor dúvida de que é ele mesmo. Reconhece a sua própria cara, reconhece o banco e a babá. Tem uma vaga lembrança daquela cena. Um dia ele estava jogando bola no parque quando de repente aproximou-se um homem e... O homem aproxima-se dele mesmo. Ajoelha-se, põe as mãos nos seus ombros e olha nos seus olhos. Seus olhos se enchem de lágrimas. Sente uma coisa no peito. Que coisa é a vida. Que coisa pior ainda é o tempo. Como eu era inocente. Como meus olhos eram limpos. O homem tenta dizer alguma coisa, mas não encontra o que dizer. Apenas abraça a si mesmo, longamente. Depois sai caminhando, chorando, sem olhar para trás. O garoto fica olhando para a sua figura que se afasta. Também se reconheceu. E fica pensando, aborrecido: quando eu tiver quarenta, quarenta e poucos anos, como eu vou ser sentimental! Vivendo e... Eu sabia fazer pipa e hoje não sei mais. Duvido que se hoje pegasse uma bola de gude conseguisse equilibrá-la na dobra do dedo indicador sobre a unha do polegar, quanto mais jogá-la com a precisão que tinha quando era garoto. Outra coisa: acabo de procurar no dicionário, pela primeira vez, o significado da palavra "gude". Quando era garoto nunca pensei nisso, eu sabia o que era gude. Gude era gude. Juntando-se as duas mãos de um determinado jeito, com os polegares para dentro, e assoprando pelo buraquinho, tirava-se um silvo bonito que inclusive variava de tom conforme o posicionamento das mãos. Hoje não sei mais que jeito é esse. Eu sabia a fórmula de fazer cola caseira. Algo envolvendo farinha e água e muita confusão na cozinha, de onde éramos expulsos sob ameaças. Hoje não sei mais. A gente começava a contar depois de ver um relâmpago e o número a que chegasse quando ouvia a trovoada, multiplicado por outro número, dava a distância exata do relâmpago. Não me lembro mais dos números. Ainda no terreno dos sons: tinha uma folha que a gente dobrava e, se ela rachasse de um certo jeito, dava um razoável pistom em miniatura. Nunca mais encontrei a tal folha. E espremendo-se a mão entre o braço e o corpo, claro, tinha-se o chamado trombone axilar, que muito perturbava os mais velhos. Não consigo mais tirar o mesmo som. … verdade que não tenho tentado com muito empenho, ainda mais com o país na situação em que está. Lembro o orgulho com que consegui, pela primeira vez, cuspir corretamente pelo espaço adequado entre os dentes de cima e a ponta da língua de modo que o cuspe ganhasse distância e pudesse ser mirado. Com prática, conseguia-se controlar a trajetória elíptica da cusparada com uma mínima margem de erro. Era puro instinto. Hoje o mesmo feito requereria complicados cálculos de balística, e eu provavelmente só acertaria a frente da minha camisa. Outra habilidade perdida. Na verdade, deve-se revisar aquela antiga frase. … vivendo e desaprendendo. Não falo daquelas coisas que deixamos de fazer porque não temos mais as condições físicas e a coragem de antigamente, como subir em bonde andando _ mesmo porque não há mais bondes andando. Falo da sabedoria desperdiçada, das artes que nos abandonaram. Algumas até úteis. Quem nunca desejou ainda ter o cuspe certeiro de garoto para acertar em algum alvo contemporâneo, bem no olho, e depois sair correndo? Eu já.

Luiz Fernando Veríssimo
O trecho "Que coisa é a vida. Que coisa pior ainda é o tempo." se refere: 
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Ano: 2023 Banca: Avança SP Órgão: Prefeitura de São Lourenço da Serra - SP Provas: Avança SP - 2023 - Prefeitura de São Lourenço da Serra - SP - Assistente Social | Avança SP - 2023 - Prefeitura de São Lourenço da Serra - SP - Cirurgião Dentista | Avança SP - 2023 - Prefeitura de São Lourenço da Serra - SP - Contador | Avança SP - 2023 - Prefeitura de São Lourenço da Serra - SP - Coordenador de Controle Interno | Avança SP - 2023 - Prefeitura de São Lourenço da Serra - SP - Enfermeiro | Avança SP - 2023 - Prefeitura de São Lourenço da Serra - SP - Engenheiro Agrônomo | Avança SP - 2023 - Prefeitura de São Lourenço da Serra - SP - Engenheiro Civil | Avança SP - 2023 - Prefeitura de São Lourenço da Serra - SP - Farmacêutico | Avança SP - 2023 - Prefeitura de São Lourenço da Serra - SP - Fisioterapeuta | Avança SP - 2023 - Prefeitura de São Lourenço da Serra - SP - Fonoaudiólogo | Avança SP - 2023 - Prefeitura de São Lourenço da Serra - SP - Psicólogo | Avança SP - 2023 - Prefeitura de São Lourenço da Serra - SP - Supervisor de Educação | Avança SP - 2023 - Prefeitura de São Lourenço da Serra - SP - Tesoureiro | Avança SP - 2023 - Prefeitura de São Lourenço da Serra - SP - Médico Clínico Geral Plantonista | Avança SP - 2023 - Prefeitura de São Lourenço da Serra - SP - Médico Ginecologista/Obstetra | Avança SP - 2023 - Prefeitura de São Lourenço da Serra - SP - Médico Pediatra | Avança SP - 2023 - Prefeitura de São Lourenço da Serra - SP - Médico Veterinário | Avança SP - 2023 - Prefeitura de São Lourenço da Serra - SP - Professor de Educação Básica II - Professor de Arte | Avança SP - 2023 - Prefeitura de São Lourenço da Serra - SP - Professor de Educação Básica II - Professor de Educação Física | Avança SP - 2023 - Prefeitura de São Lourenço da Serra - SP - Professor de Educação Básica I - Ensino Especial | Avança SP - 2023 - Prefeitura de São Lourenço da Serra - SP - Professor de Educação Básica II - Língua Inglesa |
Q2199361 Português
História estranha

Um homem vem caminhando por um parque quando de repente se vê com sete anos de idade. Está com quarenta, quarenta e poucos. De repente dá com ele mesmo chutando uma bola perto de um banco onde está a sua babá fazendo tricô. Não tem a menor dúvida de que é ele mesmo. Reconhece a sua própria cara, reconhece o banco e a babá. Tem uma vaga lembrança daquela cena. Um dia ele estava jogando bola no parque quando de repente aproximou-se um homem e... O homem aproxima-se dele mesmo. Ajoelha-se, põe as mãos nos seus ombros e olha nos seus olhos. Seus olhos se enchem de lágrimas. Sente uma coisa no peito. Que coisa é a vida. Que coisa pior ainda é o tempo. Como eu era inocente. Como meus olhos eram limpos. O homem tenta dizer alguma coisa, mas não encontra o que dizer. Apenas abraça a si mesmo, longamente. Depois sai caminhando, chorando, sem olhar para trás. O garoto fica olhando para a sua figura que se afasta. Também se reconheceu. E fica pensando, aborrecido: quando eu tiver quarenta, quarenta e poucos anos, como eu vou ser sentimental! Vivendo e... Eu sabia fazer pipa e hoje não sei mais. Duvido que se hoje pegasse uma bola de gude conseguisse equilibrá-la na dobra do dedo indicador sobre a unha do polegar, quanto mais jogá-la com a precisão que tinha quando era garoto. Outra coisa: acabo de procurar no dicionário, pela primeira vez, o significado da palavra "gude". Quando era garoto nunca pensei nisso, eu sabia o que era gude. Gude era gude. Juntando-se as duas mãos de um determinado jeito, com os polegares para dentro, e assoprando pelo buraquinho, tirava-se um silvo bonito que inclusive variava de tom conforme o posicionamento das mãos. Hoje não sei mais que jeito é esse. Eu sabia a fórmula de fazer cola caseira. Algo envolvendo farinha e água e muita confusão na cozinha, de onde éramos expulsos sob ameaças. Hoje não sei mais. A gente começava a contar depois de ver um relâmpago e o número a que chegasse quando ouvia a trovoada, multiplicado por outro número, dava a distância exata do relâmpago. Não me lembro mais dos números. Ainda no terreno dos sons: tinha uma folha que a gente dobrava e, se ela rachasse de um certo jeito, dava um razoável pistom em miniatura. Nunca mais encontrei a tal folha. E espremendo-se a mão entre o braço e o corpo, claro, tinha-se o chamado trombone axilar, que muito perturbava os mais velhos. Não consigo mais tirar o mesmo som. … verdade que não tenho tentado com muito empenho, ainda mais com o país na situação em que está. Lembro o orgulho com que consegui, pela primeira vez, cuspir corretamente pelo espaço adequado entre os dentes de cima e a ponta da língua de modo que o cuspe ganhasse distância e pudesse ser mirado. Com prática, conseguia-se controlar a trajetória elíptica da cusparada com uma mínima margem de erro. Era puro instinto. Hoje o mesmo feito requereria complicados cálculos de balística, e eu provavelmente só acertaria a frente da minha camisa. Outra habilidade perdida. Na verdade, deve-se revisar aquela antiga frase. … vivendo e desaprendendo. Não falo daquelas coisas que deixamos de fazer porque não temos mais as condições físicas e a coragem de antigamente, como subir em bonde andando _ mesmo porque não há mais bondes andando. Falo da sabedoria desperdiçada, das artes que nos abandonaram. Algumas até úteis. Quem nunca desejou ainda ter o cuspe certeiro de garoto para acertar em algum alvo contemporâneo, bem no olho, e depois sair correndo? Eu já.

Luiz Fernando Veríssimo
Segundo o autor, as habilidades desenvolvidas na infância, que costumam se perder na vida adulta, são importantes porque:
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Q2199043 Português
LÍNGUA PORTUGUESA
TEXTO

[...] Com a retirada da língua latina do currículo do ensino médio, forçosamente, retirou-se também o ensino da gramática histórica, assim como diversas outras disciplinas. Deste modo, gramática histórica e história da língua portuguesa são, hoje, disciplinas que só têm interesse direto para os brasileiros da área de Letras, para a fundamentação diacrônica de sua argumentação didática, visto que já não é matéria do ensino médio. Trata-se, portanto, de uma disciplina instrumental para os estudantes e profissionais de Letras e de áreas afins.
Mesmo a despeito do anti-historicismo que caracteriza algumas correntes da linguística moderna, ainda é necessário conhecer a evolução da língua portuguesa no tempo e no espaço e fornecer uma trilha segura para os estudos do português atual. O plano da obra está consubstanciado em seu sumário, no qual é possível conhecer as origens mais remotas desse idioma.
Dentro do estudo gramatical, algumas elucubrações devem ser assimiladas: (a) a função da linguagem é ser instrumento da intercomunicação social; (b) ela é uma propriedade característica do ser humano; (c) não pode haver sociedade sem linguagem.

Texto extraído e adaptado de SILVA, J. P. da. Gramática histórica da língua portuguesa.
Rio de Janeiro: O Autor, 2010.
Sobre a relação existente entre os estudos do português contemporâneo e sua historicidade, é inverídica a seguinte afirmativa:
Alternativas
Q2199042 Português
LÍNGUA PORTUGUESA
TEXTO

[...] Com a retirada da língua latina do currículo do ensino médio, forçosamente, retirou-se também o ensino da gramática histórica, assim como diversas outras disciplinas. Deste modo, gramática histórica e história da língua portuguesa são, hoje, disciplinas que só têm interesse direto para os brasileiros da área de Letras, para a fundamentação diacrônica de sua argumentação didática, visto que já não é matéria do ensino médio. Trata-se, portanto, de uma disciplina instrumental para os estudantes e profissionais de Letras e de áreas afins.
Mesmo a despeito do anti-historicismo que caracteriza algumas correntes da linguística moderna, ainda é necessário conhecer a evolução da língua portuguesa no tempo e no espaço e fornecer uma trilha segura para os estudos do português atual. O plano da obra está consubstanciado em seu sumário, no qual é possível conhecer as origens mais remotas desse idioma.
Dentro do estudo gramatical, algumas elucubrações devem ser assimiladas: (a) a função da linguagem é ser instrumento da intercomunicação social; (b) ela é uma propriedade característica do ser humano; (c) não pode haver sociedade sem linguagem.

Texto extraído e adaptado de SILVA, J. P. da. Gramática histórica da língua portuguesa.
Rio de Janeiro: O Autor, 2010.
De acordo com o Texto, qual o papel desempenhado pela linguagem dentro do contexto social?
Alternativas
Q2199041 Português
LÍNGUA PORTUGUESA
TEXTO

[...] Com a retirada da língua latina do currículo do ensino médio, forçosamente, retirou-se também o ensino da gramática histórica, assim como diversas outras disciplinas. Deste modo, gramática histórica e história da língua portuguesa são, hoje, disciplinas que só têm interesse direto para os brasileiros da área de Letras, para a fundamentação diacrônica de sua argumentação didática, visto que já não é matéria do ensino médio. Trata-se, portanto, de uma disciplina instrumental para os estudantes e profissionais de Letras e de áreas afins.
Mesmo a despeito do anti-historicismo que caracteriza algumas correntes da linguística moderna, ainda é necessário conhecer a evolução da língua portuguesa no tempo e no espaço e fornecer uma trilha segura para os estudos do português atual. O plano da obra está consubstanciado em seu sumário, no qual é possível conhecer as origens mais remotas desse idioma.
Dentro do estudo gramatical, algumas elucubrações devem ser assimiladas: (a) a função da linguagem é ser instrumento da intercomunicação social; (b) ela é uma propriedade característica do ser humano; (c) não pode haver sociedade sem linguagem.

Texto extraído e adaptado de SILVA, J. P. da. Gramática histórica da língua portuguesa.
Rio de Janeiro: O Autor, 2010.
Leia o texto e assinale a alternativa que vai de encontro com a perspectiva apresentada pelo autor.
Alternativas
Q2199009 Português
Leia o texto abaixo para responder a questão.

A lebre e a tartaruga. 
A lebre, muito rápida, estava sempre se gabando da sua velocidade e diminuindo a tartaruga, que chamava de lerda. Um dia, a tartaruga ficou cansada dessas humilhações e resolveu desafiar a lebre para uma corrida.
A lebre logo aceitou, rindo da situação. A tartaruga, consciente de que levaria mais tempo, logo começou a caminhar, de forma lenta e persistente. Já a sua rival, como era mais rápida, resolveu tirar um cochilo.
Quando acordou e começou a correr, era tarde demais: a tartaruga já estava atravessando a meta, feliz e orgulhosa do seu esforço.

(LA FONTAINE, J. de. Fábulas de La Fontaine. São Paulo: Editora 34, 2013.). 

De acordo com o texto, qual é o personagem que representa a sabedoria e a paciência? 
Alternativas
Q2198945 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.

A cigarra e a formiga.  

Num belo dia inverno as formigas, que eram conhecidas nas redondezas como trabalhadeiras, estavam tendo o maior trabalho para secar suas reservas de comidas. Depois de uma chuvarada, os grãos tinham ficado molhados. De repente aparece uma cigarra: 
– Por favor, formiguinhas, me deem um pouco de comida!
As formigas pararam de trabalhar, coisas que era contra seus princípios morais, e perguntaram:
– Mas por quê? O que você fez durante o verão? Por acaso não se lembrou de guardar comida para o inverno?
Falou a cigarra:
– Para falar a verdade, não tive tempo. Passei o verão todo cantando!
Falaram as formigas:
– Bom... Se você passou o verão todo cantando, que tal passar o inverno dançando?
E voltaram para o trabalho dando risadas. 

(ADAPTADO, ESOPO. A cigarra e a formiga. Disponível em https://www.culturagenial.com/a-cigarra-e-a-formiga/


De acordo com a narrativa, o que era considerado como o importante para as formigas? 
Alternativas
Q2198942 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.

A cigarra e a formiga.  

Num belo dia inverno as formigas, que eram conhecidas nas redondezas como trabalhadeiras, estavam tendo o maior trabalho para secar suas reservas de comidas. Depois de uma chuvarada, os grãos tinham ficado molhados. De repente aparece uma cigarra: 
– Por favor, formiguinhas, me deem um pouco de comida!
As formigas pararam de trabalhar, coisas que era contra seus princípios morais, e perguntaram:
– Mas por quê? O que você fez durante o verão? Por acaso não se lembrou de guardar comida para o inverno?
Falou a cigarra:
– Para falar a verdade, não tive tempo. Passei o verão todo cantando!
Falaram as formigas:
– Bom... Se você passou o verão todo cantando, que tal passar o inverno dançando?
E voltaram para o trabalho dando risadas. 

(ADAPTADO, ESOPO. A cigarra e a formiga. Disponível em https://www.culturagenial.com/a-cigarra-e-a-formiga/


De acordo com o texto, qual È o tema principal presente no texto "A cigarra e a formiga"? 
Alternativas
Ano: 2023 Banca: CEFET-MG Órgão: CEFET-MG Prova: CEFET-MG - 2023 - CEFET-MG - Odontólogo |
Q2198785 Português
Em briga de marido e mulher, mete-se a polícia!
Antonia Edlane Souza Lins
A constante batalha da mulher pelos seus direitos e pela notoriedade social não é recente. Há anos, o movimento feminista busca atenuar o estigma de sexo frágil e inferior, evidenciando várias conquistas ao longo da história, como o voto, a entrada no mercado profissional e o direito de estudar. O problema é que, além de lutar pela equidade de gênero, a mulher precisa conviver com o medo de ser agredida e morta, consequência da misoginia que afeta a integridade física e psicológica das vítimas, o que contribui para a persistência dos casos de violência doméstica e do crescente aumento do feminicídio.
Disponível em: https://www.escrevendoofuturo.org.br/conteudo/biblioteca/nossas-publicacoes/ textos-dos-finalistas/artigo/2791/textos-finalistas-olimpiada-de-lingua-portuguesa. Acesso em: 29 mar. 2023.
No fragmento, para articular as ideias, defendendo um ponto de vista, a autora utiliza as seguintes estratégias argumentativas: 
Alternativas
Ano: 2023 Banca: CEFET-MG Órgão: CEFET-MG Prova: CEFET-MG - 2023 - CEFET-MG - Odontólogo |
Q2198782 Português
Imagem associada para resolução da questão

O gênero textual “Charge”, de acordo com o Dicionário Oxford Language, trata-se de um desenho humorístico, com ou sem legenda ou balão, geralmente veiculado pela imprensa e tendo por tema um acontecimento atual, que comporta crítica e focaliza, por meio da caricatura, uma ou mais personagens envolvidas.
Considerando o contexto situacional de produção, indique o acontecimento atual que é alvo de crítica na Charge.
Alternativas
Respostas
10561: E
10562: D
10563: E
10564: A
10565: E
10566: D
10567: A
10568: B
10569: A
10570: C
10571: D
10572: A
10573: C
10574: D
10575: A
10576: B
10577: C
10578: E
10579: E
10580: E