Questões de Concurso
Comentadas sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
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“Haverá uma procissão no próximo domingo à tarde, no pátio do mosteiro; mas, se chover à tarde, a procissão será pela manhã.”
O problema desse aviso é que
Os dois períodos da passagem acima não estão ligados por um conector. Apesar disso, pode-se inferir que o segundo período veicula, em relação ao primeiro, ideia de:
O excerto acima corresponde ao intertítulo do texto 1. Dentre as passagens abaixo, a única que justifica a afirmação contida no trecho sublinhado é:
Embora as orações presentes na passagem acima não estejam ligadas por meio de um conector, é possível constatar que a oração sublinhada veicula, em relação à oração seguinte, ideia de:
Nessa passagem, o emprego da palavra “chamada” sinaliza que o termo subsequente:
A única alternativa em que a palavra sublinhada NÃO desempenha essa função é:
Uma das evidências dessa aproximação é a recorrência, no texto 1, de orações:
A alternativa que associa corretamente um ou mais parágrafos do texto 1 a um desses movimentos retóricos é:
Depreende-se do texto 1 que a contradição mencionada na passagem acima:
“Uma pessoa deitada em papelão com uma garrafa de vinho ao lado nos alerta, a olho nu, sobre os estragos físicos e sociais do álcool. Porém, é muito mais difícil descobrir o dano invisível e que, no entanto, faz parte da cadeia causal que leva a esta situação: o estrago que o álcool inflige ao cérebro. A maioria das pessoas poderia descrever rapidamente os efeitos agudos do álcool: falta de coordenação, desinibição, impulsividade... Mas poucas sabem sobre as consequências crônicas desse consumo, que respondem ao efeito neurotóxico do álcool no cérebro. Estudos neuropsicológicos e de neuroimagem mostram que três redes neurais são particularmente vulneráveis: a rede frontocerebelar, que controla o equilíbrio; o frontolímbico, envolvido na memória, na motivação e na autoconsciência; e o frontoestriado, responsável pela regulação emocional, inibição, flexibilidade cognitiva e gerenciamento de recompensas.”
VARELA, Montserrat Corral. Como o álcool prejudica o cérebro. BBC Brasil, 23 de março de 2023. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/czvw49z0ly2o. Acesso em: 25 mar. 2023.
Por “efeitos agudos” e “consequências crônicas” do álcool, nesta ordem, entende-se, a partir do texto apresentado, que há
Considerar as seguintes afirmações:
I. A garota parecia entediada com tudo.
II. Todos diziam que a garota tinha tudo para ser feliz.
III. A garota queria mais da vida.
Essas afirmações integram-se com correção e coerência no
seguinte período:
I. A garota demonstra estar descontente com a vida, e sua mãe concorda, uma vez que ela também espera que a filha tenha uma vida além dos filhos e do marido.
II. O texto usa a situação da garota para embasar uma reflexão acerca da vida e do direito de não ser bom, sensato e correto o tempo todo.
III. Ao longo do texto, Martha Medeiros discorre sobre o desprendimento que buscamos de certas situações, como não dar explicações ou se divertir experimentando coisas diferentes.
IV. A satisfação que a autora busca está relacionada somente a se livrar do tédio, considerando-o como impedimento para viver.
Estão CORRETOS:
No que se refere a aspectos linguísticos do texto CG1A1-I, julgue o próximo item.
No terceiro período do quinto parágrafo, o segmento “e
imune aos fatos”, inserido entre parênteses, reitera o
significado do termo anterior “imutável”.
Infere-se da leitura do último parágrafo que, em relação à pergunta que inicia o texto, os porta-vozes do mercado financeiro responderiam que responsabilidade fiscal não combina com responsabilidade social.
É correto afirmar que, segundo a perspectiva argumentativa adotada no texto, a “segunda ideia central”, mencionada no quinto parágrafo, é uma consequência da “primeira ideia central”, mencionada no quarto parágrafo.
De acordo com os sentidos suscitados pelo texto, os “economistas ‘ortodoxos’” e os “economistas porta-vozes do mercado financeiro” possuem perspectivas semelhantes a respeito da economia brasileira.
O autor analisa a relação entre responsabilidade social e responsabilidade fiscal, aderindo ao ponto de vista dos economistas ortodoxos.