Questões de Concurso
Comentadas sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
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Sobre o texto, fizeram-se as seguintes asseverações.
I. Segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura a elevação do preço dos alimentos observada entre os anos de 2020 e 2021 não se repetiu no ano de 2022, momento em que tais produtos tiveram um recuo de 18% em seu valor líquido.
II. A alta de preços dos alimentos a que se fez alusão no primeiro parágrafo atinge não apenas os países importadores líquidos de alimentos, mas também a população mais pobres dos exportadores líquidos de alimentos.
III. O Brasil se destaca entre as lideranças agrícolas mundiais, não apenas pelo fato de sermos o maior fornecedor mundial de proteínas animais, mas também pelo fato de ter conseguido, depois da pandemia da Covid-19, superar todos os problemas relacionados à insegurança alimentar no país.
IV. O Programa Mundial de Alimentos da ONU (WFP) lançou alerta no qual prevê a elevação do desabastecimento e da desnutrição mundial, associando tais riscos à diminuição da oferta de alimentos causada, entre outros, por eventos climáticos extremos e por conflitos bélicos como, o da Guerra Rússia-Ucrânia.
Pode ser considerada inferência possível da leitura do texto o afirmado em:
Avalie as afirmações a seguir.
I. Estudos conduzidos pela revista Nature concluíram que o processo de respiração das árvores, em especial nas florestas tropicais, ambientes mais quentes, podem desencadear temperaturas extremas no planeta.
II. A fotossíntese é um processo no qual a luz do sol é convertida em energia para a planta.
III. O CO2, gás liberado na atmosfera a partir do processo de fotossíntese, é um dos responsáveis pela elevação da temperatura no planeta e pelo chamado "efeito estufa".
IV. O aumento das temperaturas globais provocou forte impacto nas árvores das florestas tropicais, que passaram a acelerar descontroladamente o processo de fotossíntese.
Podemos considerar como inferências possíveis da leitura do texto o asseverado em:
O Basquetebol
O basquetebol foi criado em 1891
pelo professor de educação .......... canadense James Naismith, na Associação
Cristã de Rapazes de Springfield, Massachusetts, nos Estados Unidos da
.......... . O esporte surgiu como uma alternativa ao inverno rigoroso naquele
país, em detrimento de outros esportes praticados ao ar livre como o basebol e
o futebol. Com 13 regras iniciais, surgiu o esporte coletivo que a princípio
deveria ser praticado em estádios.
Muitas regras mudaram desde a sua
criação, mas o princípio do esporte permanece: o objetivo é fazer cesta no
adversário e impedir que ele pontue. O time que fizer mais pontos durante o
tempo de jogo será o vencedor. Desde 1936 é um esporte olímpico e teve sua
.......... como tal em Berlim, nos Jogos Olímpicos de Verão.
O nome vem do Inglês basketball,
que significa literalmente “bola no cesto”. No início Naismith utilizou cestos
de pêssegos como cestas, a uma altura de 3,05 metros, altura que se mantém
até hoje. As cestas eram fechadas, o que dificultava muito na hora de pegar a
bola – era necessário utilizar uma escada ou bastão. Pouco tempo depois, a
cesta foi aberta por completo, o que deixou o jogo mais .......... para os
atletas e divertido para os expectadores. O sobre a cesta aberta tornou mais
emocionante as partidas de basquetebol.
As bolas eram originalmente
adaptações de bolas de futebol, feitas de couro animal e de cor ligeiramente marrom.
Mais tarde adotaram a cor laranja que é adotada nos campeonatos oficiais embora
existam bolas de basquetebol de outras cores que não o alaranjado, mas não
podem ser utilizadas em jogos oficiais. Esta cor também auxilia os atletas em
quadra, ajudando a tornar a bola mais visível em diferentes condições de
iluminação.
nscDC, Santa Catarina. Ano 36, número 12.150,
adaptado.
( ) O jogo de basquetebol foi criado em 1891 no Canadá pelo professor James Naismith.
( ) Desde sua criação este jogo foi considerado esporte olímpico.
( ) Embora existam bolas de basquete de várias cores, somente são consideradas oficiais as de cor laranja.
( ) Cestos de pêssegos foram utilizados para servir de cestas quando o esporte foi criado.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
I- Metalinguisticamente, e por diferentes estratégias, o texto faz referência à língua portuguesa. A autora, lhe declarando seu amor, aponta os desafios de trabalhar com esta língua, momento em que a classifica como complexa, desafiante e muito pouco sutil.
II- Definitivamente, para a autora, a língua portuguesa, por ser complexa, profunda e pouquíssimo superficial, é incompleta e exige sempre mais, assim como o inglês.
III- Deduz-se do texto que a compreensão de beleza de uma língua, para a autora, está muito mais associada à ideia de precisão, leveza e mudez, situações e/ou características não aplicadas à língua portuguesa.
Está CORRETO o que se afirma apenas em:
Leia com cuidado o texto a seguir para responder à questão.
Letramento digital e seus desafios no ambiente escolar
Usar um computador e dominar os seus recursos em pleno século XXI está se tornando cada dia mais trivial. A utilização de recursos como notebook, datashow, aulas expositivas projetadas em slides, participação em grupos de WhatsApp com compartilhamento de mídias e aplicativos de gestão escolar para acompanhar notas e frequência, não são mais novidades e estão se tornando recursos corriqueiros nas escolas brasileiras. Porém, mesmo entendendo o processo de “alfabetização digital” para o manuseio desses aparatos, é importante que haja na prática uma consciência do uso responsável e proveitoso que possa gerar mais aprendizados a partir desses meios, em um processo de letramento digital. Segundo Frade (2005):
[...] temos vários alfabetizados que podem ser considerados analfabetos digitais. Talvez eles tenham conhecimento das práticas sociais de uso dessa tecnologia, compreendendo diversos usos e funções, mesmo sem operar diretamente com a máquina. Essa é a situação, por exemplo, de vários professores brasileiros que ainda não dispõem das condições de acesso, mas compreendem os usos sociais desse suporte e da linguagem multimídia. Neste caso, o termo analfabetismo digital poderia ser utilizado para já alfabetizados que não alcançaram o domínio dos códigos que permitem acessar a máquina (...) (FRADE, 2005, p. 73-74. Grifos do autor).
Assim sendo, não basta o professor saber manusear esses recursos, mas também ser letrado nesse meio e propiciar um letramento aos discentes. A definição de letramento digital é diversa. Para nosso objetivo, inferimos, resumidamente, que a definição desse conceito seja a capacidade de usar criticamente as diferentes ferramentas digitais. Para a Association of College & Research Libraries é:
Uma série de habilidades que requer dos indivíduos reconhecer quando a informação faz-se necessária e ter a habilidade de localizar, avaliar e usar efetivamente a informação necessária (CESARINI, 2004, p. 10).
Segundo Freitas (2010) o computador e a internet são vistos como instrumentos de ensino-aprendizagem e estão cada vez mais presentes nas salas de aula. Tal fato não significa que são usados de forma ativa, pois nem sempre os professores são letrados digitalmente para ensinar servindo-se dos recursos midiáticos, o que nos leva a concluir que talvez não haja mudança significativa nos processos de ensino-aprendizagem. Rabelo e Haguenauer (2014) defendem a aprendizagem em rede, assim professores e alunos seriam sujeitos críticos e desenvolveriam uma inteligência coletiva. As autoras advogam, ainda, que os alunos deixem de ser usuários passivos e acríticos do sistema, para se tornarem mais atuantes. O que se busca também com a inserção dessas novas mídias em sala de aula é fazer com que as aulas não sigam o modelo tradicional, no qual havia uma mera transmissão de conhecimento e pouca voz para os aprendizes. O conceito de letramento digital vinculado à prática de ensino deve levar os sujeitos do processo de ensino-aprendizagem a interagir e colaborar de maneira mais ativa, agregando nesse processo o leque de possibilidades que programas e aplicativos podem trazer.
Infelizmente a formação de professores, de um modo geral, ainda não os prepara devidamente para um ensino no contexto digital e reflexivo. Por outro lado, há profissionais veteranos que apresentam resistência, seja porque já se estabeleceram na profissão, ou também por não terem recebido esse tipo de formação e, por isso, necessitarem de um processo de aperfeiçoamento de sua prática.
Em muitos casos se recorre à proibição das ferramentas digitais no contexto escolar, como se isolar a escola do contexto social fosse a alternativa mais eficaz. No estado do Ceará, por exemplo, há lei estadual que proíbe o uso de dispositivos portáteis pelo aluno em sala de aula. A Lei nº 14.146, de 25/6/2008, dispõe sobre a proibição do uso de equipamentos de comunicação, eletrônicos e outros aparelhos similares nos estabelecimentos de ensino do Estado durante o horário das aulas (CEARÁ, 2008). Casos como esse mostram o despreparo dos atores escolares para lidarem com essa nova realidade. Ao acreditarem que a proibição é a saída para este impasse, perdem a oportunidade de incluir o uso orientado dessas novas mídias, uma vez que, talvez, também não tenham recebido orientações para esse uso na formação inicial, nem nas formações continuadas, o que gera uma reação em cadeia de conflitos relacionados ao uso desses aparelhos (sejam celulares ou tablets).
Disponível em: <https://revista.cbtecle.com.br/CBTecLE/article/download/229/6412)>. Data da consulta: 28/06/2023.
Leia com cuidado o texto a seguir para responder à questão.
Letramento digital e seus desafios no ambiente escolar
Usar um computador e dominar os seus recursos em pleno século XXI está se tornando cada dia mais trivial. A utilização de recursos como notebook, datashow, aulas expositivas projetadas em slides, participação em grupos de WhatsApp com compartilhamento de mídias e aplicativos de gestão escolar para acompanhar notas e frequência, não são mais novidades e estão se tornando recursos corriqueiros nas escolas brasileiras. Porém, mesmo entendendo o processo de “alfabetização digital” para o manuseio desses aparatos, é importante que haja na prática uma consciência do uso responsável e proveitoso que possa gerar mais aprendizados a partir desses meios, em um processo de letramento digital. Segundo Frade (2005):
[...] temos vários alfabetizados que podem ser considerados analfabetos digitais. Talvez eles tenham conhecimento das práticas sociais de uso dessa tecnologia, compreendendo diversos usos e funções, mesmo sem operar diretamente com a máquina. Essa é a situação, por exemplo, de vários professores brasileiros que ainda não dispõem das condições de acesso, mas compreendem os usos sociais desse suporte e da linguagem multimídia. Neste caso, o termo analfabetismo digital poderia ser utilizado para já alfabetizados que não alcançaram o domínio dos códigos que permitem acessar a máquina (...) (FRADE, 2005, p. 73-74. Grifos do autor).
Assim sendo, não basta o professor saber manusear esses recursos, mas também ser letrado nesse meio e propiciar um letramento aos discentes. A definição de letramento digital é diversa. Para nosso objetivo, inferimos, resumidamente, que a definição desse conceito seja a capacidade de usar criticamente as diferentes ferramentas digitais. Para a Association of College & Research Libraries é:
Uma série de habilidades que requer dos indivíduos reconhecer quando a informação faz-se necessária e ter a habilidade de localizar, avaliar e usar efetivamente a informação necessária (CESARINI, 2004, p. 10).
Segundo Freitas (2010) o computador e a internet são vistos como instrumentos de ensino-aprendizagem e estão cada vez mais presentes nas salas de aula. Tal fato não significa que são usados de forma ativa, pois nem sempre os professores são letrados digitalmente para ensinar servindo-se dos recursos midiáticos, o que nos leva a concluir que talvez não haja mudança significativa nos processos de ensino-aprendizagem. Rabelo e Haguenauer (2014) defendem a aprendizagem em rede, assim professores e alunos seriam sujeitos críticos e desenvolveriam uma inteligência coletiva. As autoras advogam, ainda, que os alunos deixem de ser usuários passivos e acríticos do sistema, para se tornarem mais atuantes. O que se busca também com a inserção dessas novas mídias em sala de aula é fazer com que as aulas não sigam o modelo tradicional, no qual havia uma mera transmissão de conhecimento e pouca voz para os aprendizes. O conceito de letramento digital vinculado à prática de ensino deve levar os sujeitos do processo de ensino-aprendizagem a interagir e colaborar de maneira mais ativa, agregando nesse processo o leque de possibilidades que programas e aplicativos podem trazer.
Infelizmente a formação de professores, de um modo geral, ainda não os prepara devidamente para um ensino no contexto digital e reflexivo. Por outro lado, há profissionais veteranos que apresentam resistência, seja porque já se estabeleceram na profissão, ou também por não terem recebido esse tipo de formação e, por isso, necessitarem de um processo de aperfeiçoamento de sua prática.
Em muitos casos se recorre à proibição das ferramentas digitais no contexto escolar, como se isolar a escola do contexto social fosse a alternativa mais eficaz. No estado do Ceará, por exemplo, há lei estadual que proíbe o uso de dispositivos portáteis pelo aluno em sala de aula. A Lei nº 14.146, de 25/6/2008, dispõe sobre a proibição do uso de equipamentos de comunicação, eletrônicos e outros aparelhos similares nos estabelecimentos de ensino do Estado durante o horário das aulas (CEARÁ, 2008). Casos como esse mostram o despreparo dos atores escolares para lidarem com essa nova realidade. Ao acreditarem que a proibição é a saída para este impasse, perdem a oportunidade de incluir o uso orientado dessas novas mídias, uma vez que, talvez, também não tenham recebido orientações para esse uso na formação inicial, nem nas formações continuadas, o que gera uma reação em cadeia de conflitos relacionados ao uso desses aparelhos (sejam celulares ou tablets).
Disponível em: <https://revista.cbtecle.com.br/CBTecLE/article/download/229/6412)>. Data da consulta: 28/06/2023.
I- O texto carece de argumentos de autoridade.
II- A falta e/ou carência na formação e letramento digital por parte dos docentes é, segundo o que se aponta a partir das informações do texto, a grande causa para o insucesso do ensino marcado pelas ferramentas digitais hoje.
III- O texto peca por omitir informações relativas a problemas que impactam negativamente na adoção do ensino com base nas ferramentas digitais.
IV- A posição do autor do texto, em relação à proibição do uso do celular em sala de aula, por exemplo, adotada no estado do Ceará, é de corroboração a esta proibição.
Está CORRETO o que se afirma apenas em:
Disponível em: < https://miriam-aline-artee d u c a c a o - i n t e r m e d i a t i c a - digital.webnode.page/charge/>. Data da consulta: 27/06/2023.
Avalie a veracidade das informações acerca do gênero acima e responda ao que se pede.
I- Depreende-se da imagem um novo paradigma de entretenimento familiar, marcado fundamentalmente pelo isolamento e individualização das ações de lazer e entretenimento, com exclusão dos momentos de socialização e interação interpessoal.
II- As pistas textuais apontam para os inegáveis benefícios que as redes sociais propiciaram às famílias, em especial no tocante ao aumento da capacidade de atualização frente aos fatos do mundo que nos rodeia.
III- Conforme se percebe na imagem, a presença da família reunida é sinal de harmonia, partilha, respeito às diferenças e aumento da capacidade de letramento pessoal e intergrupal, pressuposto este fundante neste novo paradigma comandado pelas mídias sociais.
Está CORRETO o que se afirma apenas em:
Leia com atenção a imagem a seguir para responder à questão.

Disponível em: <https://www.bing.com/images/search?view=detailV2&ccid=wHKw3GJg&id>. Data da consulta: 02/08/2023.
Leia com cuidado a imagem acima e responda ao que se pede.
I- A ideia de prisão, neste contexto de uso, aponta para um sentido que transcende à mera prisão física.
II- A ideia de prisão do engano, neste contexto de uso, é causa para a de zona de conforto.
III- A ideia de prisão do engano, neste contexto de uso, é efeito para a de zona de conforto.
Está CORRETO o que se afirma em:

Disponível em: <(blogdaluci2021.blogspot.com)>. Data da consulta: 02/08/2023.
Analise as proposições a seguir acerca da temática abordada na charge.
I- Há certa incoerência no discurso do professor, marcada por descompasso entre a ideia de inclusão educacional e a efetiva prática docente.
II- Há prejuízo explícito, em termos de inclusão e acessibilidade, para os alunos.
III- As ideias de VER BEM e OLHAR, marcadas no contexto, apontam para grande semelhança semântica.
IV- As ideias de VER BEM e OLHAR, marcadas no contexto, apontam para relações semânticas absolutamente díspares.
Está CORRETO o que se afirma apenas em:
Atente à imagem a seguir e responda à questão.

Deduz-se das pistas imagético-verbais do texto que