Questões de Concurso
Comentadas sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
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A galinha dos ovos de ouro
- Era uma vez um fazendeiro que tinha uma galinha . Um dia ele percebeu que a galinha
- havia botado um ovo de ouro! Ele então pegou o ovo e foi logo mostrar para a esposa:
- — Olha só! Ficaremos ricos!
- Assim, foi até a cidade e vendeu o ovo por um bom valor.
- No dia seguinte, foi ao galinheiro e viu que a galinha tinha botado outro ovo de ouro, que
- ele também vendeu.
- A partir de então, todos os dias o fazendeiro ganhava um ovo de ouro de sua galinha. Ele
- ficava cada vez mais rico e ganancioso.
- Certo dia teve uma ideia e disse:
- — O que será que tem dentro dessa galinha? Se ela bota ovos de ouro, então deve ter um
- tesouro dentro dela!
- E então matou a galinha e viu que no seu interior não havia tesouro nenhum. Ela era igual
- a todas as outras. Assim, o rico fazendeiro perdeu sua galinha dos ovos de ouro.
(Disponível em: https://www.culturagenial.com/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Qual foi a primeira atitude do fazendeiro ao descobrir que a galinha botava ovos de ouro?
A galinha dos ovos de ouro
- Era uma vez um fazendeiro que tinha uma galinha . Um dia ele percebeu que a galinha
- havia botado um ovo de ouro! Ele então pegou o ovo e foi logo mostrar para a esposa:
- — Olha só! Ficaremos ricos!
- Assim, foi até a cidade e vendeu o ovo por um bom valor.
- No dia seguinte, foi ao galinheiro e viu que a galinha tinha botado outro ovo de ouro, que
- ele também vendeu.
- A partir de então, todos os dias o fazendeiro ganhava um ovo de ouro de sua galinha. Ele
- ficava cada vez mais rico e ganancioso.
- Certo dia teve uma ideia e disse:
- — O que será que tem dentro dessa galinha? Se ela bota ovos de ouro, então deve ter um
- tesouro dentro dela!
- E então matou a galinha e viu que no seu interior não havia tesouro nenhum. Ela era igual
- a todas as outras. Assim, o rico fazendeiro perdeu sua galinha dos ovos de ouro.
(Disponível em: https://www.culturagenial.com/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Qual alternativa apresenta uma fala de um personagem?
A galinha dos ovos de ouro
- Era uma vez um fazendeiro que tinha uma galinha . Um dia ele percebeu que a galinha
- havia botado um ovo de ouro! Ele então pegou o ovo e foi logo mostrar para a esposa:
- — Olha só! Ficaremos ricos!
- Assim, foi até a cidade e vendeu o ovo por um bom valor.
- No dia seguinte, foi ao galinheiro e viu que a galinha tinha botado outro ovo de ouro, que
- ele também vendeu.
- A partir de então, todos os dias o fazendeiro ganhava um ovo de ouro de sua galinha. Ele
- ficava cada vez mais rico e ganancioso.
- Certo dia teve uma ideia e disse:
- — O que será que tem dentro dessa galinha? Se ela bota ovos de ouro, então deve ter um
- tesouro dentro dela!
- E então matou a galinha e viu que no seu interior não havia tesouro nenhum. Ela era igual
- a todas as outras. Assim, o rico fazendeiro perdeu sua galinha dos ovos de ouro.
(Disponível em: https://www.culturagenial.com/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Quais são os personagens mencionados no texto?
Maioria dos CEOs considera prioritário investimento em inteligência artificial, revela pesquisa
01 Pesquisa com mais de 1.300 CEOs pelo mundo mostra que a grande maioria deles (72%)
02 considera que o investimento em inteligência artificial (IA) é prioritário, mas 81% temem
03 problemas éticos e com a falta de regulação sobre o uso da tecnologia. Os dados são do relatório
04 “CEO Outlook 2023”, da consultoria KPGM.
05 O levantamento também mostra que 90% dos CEOs consideram premiar funcionários que
06 optarem por trabalhar presencialmente, dando tarefas melhores, aumentos e promoções.
07 Segundo a KMPG, 62% dos executivos gostariam que o modelo presencial fosse adotado nos
08 próximos três anos. É uma grande mudança em relação a 2022, quando apenas 34% queriam
09 isso (então a expectativa neste ano quase dobrou). Para 34% dos CEOS, os funcionários devem
10 ficar no modelo híbrido e somente 4% defendem o trabalho de forma totalmente remota.
11 A pesquisa aponta para as mudanças que a difu...ão de inteligência artificial (IA)
12 generativa pode ter nos ambientes de trabalho. Entre eles, 81% dos CEOs ouvidos expressaram
13 preocupação sobre como a falta de regulação da IA pode impedir o sucesso de suas empresas.
14 Eles citam também problemas éticos e de custo como preocupações para o uso de IA. Mas 77%
15 dizem que o grau de regulação de IA deveria emular aquele utilizado para compromissos
16 climáticos.
17 “CEOs estão cada vez mais con...ientes dos riscos éticos e da evolução rápida das
18 regulações ligados à IA generativa. Muitos estão tomando atitudes proativas para enfrentar esses
19 pontos”, afirma Steve Chase, vice-presidente de IA e Inovação Digital da KPMG, em trecho do
20 relatório.
21 Do total, 72% dos CEOs dizem que o investimento nesse tipo de tecnologia é prioritário,
22 apesar de incertezas econômicas. A maioria aponta ainda que está investindo mais na compra
23 de novas tecnologias (57%) do que no desenvolvimento de habilidades e capacitação de pessoal
24 (43%). Quando questionados sobre as vanta...ens da implementação de IA em suas
25 organizações, os CEOs citam o aumento de lucro, oportunidades de crescimento e de criação de
26 novos produtos como alguns dos principais ganhos.
(Disponível em: https://exame.com/inteligencia-artificial/maioria-dos-ceos-considera-prioritario-investimento-em-inteligencia-artificial-revela-pesquisa/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
De acordo com o texto, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Em 2022, mais de 60% dos CEOs desejavam a volta do modelo presencial.
( ) Entre as formas de premiação de funcionários que optarem por trabalhar presencialmente, são mencionados tarefas melhores, aumentos e promoções.
( ) O trabalho de forma totalmente remota recebeu maior percentual de adesão por parte dos CEOs em relação ao modelo híbrido.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Maioria dos CEOs considera prioritário investimento em inteligência artificial, revela pesquisa
01 Pesquisa com mais de 1.300 CEOs pelo mundo mostra que a grande maioria deles (72%)
02 considera que o investimento em inteligência artificial (IA) é prioritário, mas 81% temem
03 problemas éticos e com a falta de regulação sobre o uso da tecnologia. Os dados são do relatório
04 “CEO Outlook 2023”, da consultoria KPGM.
05 O levantamento também mostra que 90% dos CEOs consideram premiar funcionários que
06 optarem por trabalhar presencialmente, dando tarefas melhores, aumentos e promoções.
07 Segundo a KMPG, 62% dos executivos gostariam que o modelo presencial fosse adotado nos
08 próximos três anos. É uma grande mudança em relação a 2022, quando apenas 34% queriam
09 isso (então a expectativa neste ano quase dobrou). Para 34% dos CEOS, os funcionários devem
10 ficar no modelo híbrido e somente 4% defendem o trabalho de forma totalmente remota.
11 A pesquisa aponta para as mudanças que a difu...ão de inteligência artificial (IA)
12 generativa pode ter nos ambientes de trabalho. Entre eles, 81% dos CEOs ouvidos expressaram
13 preocupação sobre como a falta de regulação da IA pode impedir o sucesso de suas empresas.
14 Eles citam também problemas éticos e de custo como preocupações para o uso de IA. Mas 77%
15 dizem que o grau de regulação de IA deveria emular aquele utilizado para compromissos
16 climáticos.
17 “CEOs estão cada vez mais con...ientes dos riscos éticos e da evolução rápida das
18 regulações ligados à IA generativa. Muitos estão tomando atitudes proativas para enfrentar esses
19 pontos”, afirma Steve Chase, vice-presidente de IA e Inovação Digital da KPMG, em trecho do
20 relatório.
21 Do total, 72% dos CEOs dizem que o investimento nesse tipo de tecnologia é prioritário,
22 apesar de incertezas econômicas. A maioria aponta ainda que está investindo mais na compra
23 de novas tecnologias (57%) do que no desenvolvimento de habilidades e capacitação de pessoal
24 (43%). Quando questionados sobre as vanta...ens da implementação de IA em suas
25 organizações, os CEOs citam o aumento de lucro, oportunidades de crescimento e de criação de
26 novos produtos como alguns dos principais ganhos.
(Disponível em: https://exame.com/inteligencia-artificial/maioria-dos-ceos-considera-prioritario-investimento-em-inteligencia-artificial-revela-pesquisa/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Analise as assertivas a seguir:
I. No primeiro parágrafo, é mencionado o nome do relatório realizado pela KPGM.
II. No quarto parágrafo, há uma citação do vice-presidente de Inteligência Artificial e Inovação Digital da KPMG.
III. No último parágrafo, é citada a capacitação de pessoas como um dos benefícios da implementação da inteligência artificial nas organizações.
Quais estão corretas?
Muitos foram os estudiosos que contribuíram para a definição do que é a moral humana. O filósofo e escritor Adolfo Sánchez Vázquez se acercou ao tema em seu livro Ética, publicado em 1984, no qual define a moral como um conjunto de normas aceitas — livre e conscientemente — que regulam o comportamento individual e social das pessoas.
O conceito de moral não deve, porém, ser confundido com o de ética, que é a teoria (ou a ciência) do comportamento moral das pessoas na sociedade.
O filósofo brasileiro Mário Sergio Cortella, doutor em Educação pela Pontifícia Universitária Católica de São Paulo (PUC-SP) e referência brasileira em discussões sobre o tema, explica que a ética é sempre coletiva, enquanto a moral pode ser individual.
“A ética é o conjunto de princípios e valores que usamos para decidir a nossa conduta social. Só se fala em ética porque homens, mulheres vivemos em coletividade. Se eu fosse sozinho, não existiria a questão da ética. A moral é a prática, portanto, existe moral individual. A ética é o conjunto de princípios de convivência, portanto, não existe ética individual”, explica Cortella, em artigo publicado no seu site oficial.
De acordo com a Enciclopédia Britânica (uma plataforma de dados voltada para a educação do Reino Unido), todas as sociedades têm regras morais que determinam ou proíbem certos tipos de ações. Essas proibições costumam vir acompanhadas de punições para garantir a obediência à norma.
Normalmente, são normas ligadas a questões como organização familiar, deveres individuais, liberdade sexual (a possibilidade de expressar a sua sexualidade), direitos de propriedade, verdade e o cumprimento de promessas.
Para o filósofo Sánchez Vázquez, o significado, a função e a validade dessas regras variam de acordo com o período da História e da sociedade em questão. Logo, a moral da Antiguidade é diferente da moral feudal ou da moral burguesa.
O autor diz que a moral tem um caráter social, fazendo com que os indivíduos se submetam a princípios, normas ou valores estabelecidos socialmente.
Além disso, a moral cumpre a função de regular as relações entre as pessoas para assegurar a ordem social.
Em resumo, ainda que a moral mude historicamente, ela cumpre um serviço comum a todas as épocas: fazer com que os atos dos indivíduos estejam de acordo com o que uma sociedade (ou um setor específico dela) enxerga como favorável ou positivo.
(Fonte: National Geographic Brasil — adaptado.)
A respeito da distinção entre moral e ética a partir do filósofo brasileiro Mário Sergio Cortella, apresentada no 4º parágrafo do texto, analisar os itens abaixo:
I. A convivência em sociedade é condição imprescindível para a existência da questão ética.
II. Observa-se a existência de moral individual, ao contrário da ética, que sempre envolve a dimensão coletiva.
III. A conduta social é guiada pela ética, sem que os indivíduos tenham poder de escolha.
Está(ão) CORRETO(S):
A sociedade é global porque está dominada por empresas globais. Você pode achar que é a facilidade de se comunicar ou viajar para qualquer lugar do planeta, ou de consumir produtos importados pelo comércio eletrônico, ou de assistir aos programas de TV do mundo todo, ou de comprar, em qualquer shopping center, um par de tênis de marca americana, fabricado na Malásia ou na China. Por trás de cada uma dessas vantagens da globalização, está uma empresa global, com capacidade de entregar produtos e serviços em qualquer lugar do mundo, de acordo com as necessidades dos mercados e clientes locais. Em muitos casos, trata-se de business to business — empresas globais vendendo para outras empresas globais, em todo o mundo, para fazer o produto chegar até você. Essas empresas operam como se não existissem fronteiras nacionais, por meio de estruturas integradas de produção, comercialização e suprimentos. Tudo sustentado por estratégias e práticas de gestão de pessoas. Uma implicação importante dessa expansão é a universalização das práticas de gestão de pessoas. Não importa que a empresa seja uma operação estritamente local. Na disputa por mão de obra, concorre com as empresas globais e, para isso, precisa usar os padrões globais de gestão de pessoas.
Não é de hoje que existem organizações multinacionais. A primeira grande empresa multinacional foi o Império Romano (em seus diferentes regimes de governo). Em seu lugar ficou a Igreja Católica, que se expandiu e criou bases em todo o mundo, por meio de pessoas recrutadas em todos os lugares, para trabalhar em todos os lugares. Vieram, em seguida, os impérios coloniais que, como Roma, usaram a força para se estabelecer e atuaram, em certos casos, por meio das companhias das Índias — diversas delas foram fundadas na Europa do século XVII. O uso da força consome recursos e gera ressentimentos. Esse modelo de negócios desapareceu e em seu lugar ficaram as companhias multinacionais.
Hoje, essas empresas não precisam mandar centuriões comandando legiões para cobrar impostos nem construir prisões para os rebeldes. Você, alegre, consciente e voluntariamente, dá seu dinheiro para elas, em troca de automóveis, sapatos e roupas fabricadas na China, sanduíches com alface, pickles e um pão com gergelim, tablets, relógios digitais, roupas e calçados de grife e muitos outros produtos, alguns deles indispensáveis; outros, nem tanto.
(Fonte: Maximiano, Amaru. 2014 — adaptado.)
No 2º parágrafo, no trecho: “[...] Em seu lugar ficou a Igreja Católica [...]”, o termo sublinhado faz referência à palavra/expressão:
A sociedade é global porque está dominada por empresas globais. Você pode achar que é a facilidade de se comunicar ou viajar para qualquer lugar do planeta, ou de consumir produtos importados pelo comércio eletrônico, ou de assistir aos programas de TV do mundo todo, ou de comprar, em qualquer shopping center, um par de tênis de marca americana, fabricado na Malásia ou na China. Por trás de cada uma dessas vantagens da globalização, está uma empresa global, com capacidade de entregar produtos e serviços em qualquer lugar do mundo, de acordo com as necessidades dos mercados e clientes locais. Em muitos casos, trata-se de business to business — empresas globais vendendo para outras empresas globais, em todo o mundo, para fazer o produto chegar até você. Essas empresas operam como se não existissem fronteiras nacionais, por meio de estruturas integradas de produção, comercialização e suprimentos. Tudo sustentado por estratégias e práticas de gestão de pessoas. Uma implicação importante dessa expansão é a universalização das práticas de gestão de pessoas. Não importa que a empresa seja uma operação estritamente local. Na disputa por mão de obra, concorre com as empresas globais e, para isso, precisa usar os padrões globais de gestão de pessoas.
Não é de hoje que existem organizações multinacionais. A primeira grande empresa multinacional foi o Império Romano (em seus diferentes regimes de governo). Em seu lugar ficou a Igreja Católica, que se expandiu e criou bases em todo o mundo, por meio de pessoas recrutadas em todos os lugares, para trabalhar em todos os lugares. Vieram, em seguida, os impérios coloniais que, como Roma, usaram a força para se estabelecer e atuaram, em certos casos, por meio das companhias das Índias — diversas delas foram fundadas na Europa do século XVII. O uso da força consome recursos e gera ressentimentos. Esse modelo de negócios desapareceu e em seu lugar ficaram as companhias multinacionais.
Hoje, essas empresas não precisam mandar centuriões comandando legiões para cobrar impostos nem construir prisões para os rebeldes. Você, alegre, consciente e voluntariamente, dá seu dinheiro para elas, em troca de automóveis, sapatos e roupas fabricadas na China, sanduíches com alface, pickles e um pão com gergelim, tablets, relógios digitais, roupas e calçados de grife e muitos outros produtos, alguns deles indispensáveis; outros, nem tanto.
(Fonte: Maximiano, Amaru. 2014 — adaptado.)
De acordo com o texto, só NÃO é uma vantagem da globalização:
Ora, se o domínio da norma culta fosse realmente um instrumento de ascensão na sociedade, os professores de português ocupariam o topo da pirâmide social, econômica e política do país, não é mesmo? Afinal, supostamente, ninguém melhor do que eles domina a norma culta. Só que a verdade está muito longe disso como bem sabemos nós, professores, a quem são dirigidas grandes críticas de nossa sociedade.
Por outro lado, um grande fazendeiro que tenha apenas alguns poucos anos de estudo primário, mas que seja dono de milhares de cabeças de gado, de indústrias agrícolas e detentor de grande influência política em sua região vai poder falar à vontade sua língua de “caipira”, com todas as formas sintáticas consideradas “erradas” pela gramática tradicional, porque ninguém vai se atrever a corrigir seu modo de falar. (BAGNO, 2015, p.105)
Disponível em http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/cadernospde/pdebusca/ producoes_pde/pdf > Acesso em 10/10/2023. (Adaptado).
O autor apresenta questões bastante pertinentes aos fenômenos linguísticos e seus mitos, principalmente ao relacionar situações-problemas ao uso da linguagem. Para Bagno, é CORRETO afirmar que o mito em torno do uso da língua está relacionado a:
Analise o texto a seguir.

http://portal.camarauberaba.mg.gov.br/noticias/camara-realizacampanha-contra-mosquito-da-dengue-para-alertar-sobre-risco-deepidemia/
Considerando o cartaz, que contém uma imagem aliada ao texto verbal, é CORRETO afirmar que ele apresenta como principal objetivo
https://coredacao.com/temas-de-redacao/impactos-da-inteligenciaartificial-na-sociedade-contemporanea/
Em relação ao Texto 03, analise as propositivas a seguir:
I- O gênero textual em evidência retrata acontecimentos contemporâneos, além de se destacar pelo fator de efemeridade, uma vez que os assuntos que relaciona estão sempre atualizados; II- O texto pode ser caracterizado, em geral, pelo fator irônico e pela intertemporalidade, cabendo ao leitor o importante papel da inferência. III- A temática discorre positivamente sobre os desafios entre Inteligência Artifical (IA) e educação, ao utilizar a presença do robô no papel de discente. IV- A imagem, aliada ao balão, invoca a ideia de que a tecnologia, tendo em vista suas aplicações práticas, traz possíveis riscos para a reprodução de desigualdades.
Dos itens acima:
Leia o Texto 02 para responder a questão.
“Os professores serão substituídos pela tecnologia?”
A resposta é não: o fator humano envolvido no processo pedagógico de transmissão, desenvolvimento e gestão de novos conhecimentos não pode ser replicado artificialmente, pelo menos com a tecnologia atual. Isso porque a aprendizagem como fator de desenvolvimento continua sendo uma característica humana, que depende da empatia pelo outro, ou seja, da compreensão do indivíduo como um ser em formação.
No entanto, o que está sendo substituído, atualizado ou renovado em grande velocidade são os instrumentos e recursos tecnológicos para a aprendizagem, e não há dúvidas de que as instituições de ensino devem ter soluções de aprendizagem que se adaptem às novas tendências da tecnologia educacional.
Disponível em <https://hed.pearson.com.br/blog/higher-education/atecnologia-educacional-substituira-os-professores-universitarios> Acesso em 13/10/2023. (Adaptado)
( ) A BNCC prevê não apenas o uso das novas tecnologias da comunicação e informação, tanto quanto a necessidade de o aluno saber manusear as novas tecnologias que surgem. ( ) A cultura digital se refere à forma como a tecnologia da informação e da comunicação é utilizada para promover o aprendizado de forma que o aluno saiba mediar o conteúdo. ( ) A possibilidade de o professor ser substituído pela IA é uma máxima na educação digital, tendo em vista que a presença docente não será mais necessária nos próximos anos.
Levando-se em consideração que (V) significa Verdadeiro e (F) significa Falso, a sequência CORRETA das proposições é, respectivamente:
https://expressoanaliseecritica.blogspot.com/2014/11/analise-depeca-publicitaria-mon-bijou.html
Tem-se como interdiscursividade a concepção de que os discursos se relacionam a outros discursos. Dessa forma, são tecidos entre si, seja pelos já ditos, em um dado lugar e momento histórico, seja por aqueles a serem ainda produzidos.
Sobre o texto apresentado, é INCORRETO afirmar que a peça

https://www.gov.br/pt-br/noticias/transito-e-transportes/2021/05/campanha-maio-amarelo-e-lancada-oficialmente-nesta-segundafeira-3
Considere as afirmações:
I. A oração “Estou fora”, embora não esteja de acordo com a gramática normativa, funciona como estratégia discursiva, no contexto em que foi utilizada, tendo em vista os objetivos da propaganda. II. Na oração “Se beber”, temos expressa uma circunstância de condição. III. Existe uma relação entre linguagem verbal e não verbal, tendo em vista que a imagem funciona como um alerta das consequências do ato de beber e dirigir. IV. Na oração “não dirija” temos um modo verbal no imperativo, pelo qual se expressa uma orientação.
Está CORRETO o que se afirma em:
A tontura da fome é pior do que a do álcool. A tontura do álcool nos impele a cantar. Mas a da fome nos faz tremer. Percebi que é horrível ter só ar dentro do estômago. Comecei a sentir a boca amarga. Pensei: já não basta as amarguras da vida? [...]. Pensei em guardar para comprar feijão. Mas vi que não podia porque o meu estômago reclamava e torturava-me. Resolvi tomar uma média e comprar um pão. Que efeito surpreendente faz a comida no nosso organismo! Eu que antes de comer via o céu, as árvores, as aves, tudo amarelo, depois que comi, tudo normalizou-se aos meus olhos. A comida no estômago é como combustível nas máquinas. Passei a trabalhar mais depressa.
Meu corpo deixou de pesar. [...] Eu tinha a impressão que eu deslizava no espaço. Comecei a sorrir como se eu estivesse presenciando um lindo espetáculo. E haverá espetáculo mais lindo do que ter o que comer? Parece que eu estava comendo pela primeira vez na minha vida.
JESUS, Carolina Maria de (2007). Quarto de despejo: diário de uma favelada. 9. ed. São Paulo: Ática, p. 45-46.
O trecho apresentado faz referência `a obra "Quarto de despejo: diário de uma favelada”, um livro da autora mineira Carolina Maria de Jesus. Nesse diário, uma mulher negra, pobre, com dois anos de estudo formal, relata fatos ocorridos na favela do Canindé, em São Paulo, entre os anos de 1955 e 1959. A escritora faz reflexões sobre os acontecimentos e mostra a realidade social do Brasil de meados do século XX." Tendo em vista a obra e o contexto em que ela é apresentada, analise as proposições:
I. O gênero textual utilizado para a escrita da autora é um gênero que consiste no registro frequente de relatos íntimos de uma pessoa sobre as suas impressões e vivências cotidianas. II. O nome “Quarto de despejo” é uma metáfora criada pela autora ao longo de seus escritos no livro em que despejo é o local onde lixos são jogados. No caso da favela, o lixo se refere às pessoas, aos pobres, que não cabem na cidade e são depositados na favela, como lixos. III. No trecho referido, é possível inferir que a narradora-personagem passou fome, cujo significado é de um Brasil, construído em meio às desigualdades e isso é, nitidamente, notado ao observarmos como se dá a má distribuição de recursos e as possibilidades de acesso à alimentação e o direito à vida em geral.
Em relação aos itens apresentados, é CORRETO o que se afirma em
Leia o texto a seguir.

Considere a informação de que o autor deste texto é um jurista renomado e desembargador do Tribunal de Justiça e avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:
I. O texto apresenta um vocabulário erudito e construções sintáticas clássicas
PORQUE
II. Ao mesmo tempo em que encontramos uma dessas construções clássicas – “só aproveita ao crime organizado” - , também encontramos uma regência condenada inapelavelmente pela tradição normativa, a do verbo assistir como transitivo direto: “assistiu-se um vínculo de solidariedade”, onde a prescrição exige uma preposição “a”.
A respeito dessas asserções, assinale a opção CORRETA.
“Em 2000, Mary Caprioli, da Universidade de Minnesota, surpreendeu os especialistas ao publicar um trabalho, no qual relacionava a posição subalterna da mulher na sociedade com as revoluções e as guerras entre os países.”
A oração em destaque apresenta um valor de