Questões de Concurso Comentadas sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q2627210 Português

A galinha dos ovos de ouro


  1. Era uma vez um fazendeiro que tinha uma galinha . Um dia ele percebeu que a galinha
  2. havia botado um ovo de ouro! Ele então pegou o ovo e foi logo mostrar para a esposa:
  3. — Olha só! Ficaremos ricos!
  4. Assim, foi até a cidade e vendeu o ovo por um bom valor.
  5. No dia seguinte, foi ao galinheiro e viu que a galinha tinha botado outro ovo de ouro, que
  6. ele também vendeu.
  7. A partir de então, todos os dias o fazendeiro ganhava um ovo de ouro de sua galinha. Ele
  8. ficava cada vez mais rico e ganancioso.
  9. Certo dia teve uma ideia e disse:
  10. — O que será que tem dentro dessa galinha? Se ela bota ovos de ouro, então deve ter um
  11. tesouro dentro dela!
  12. E então matou a galinha e viu que no seu interior não havia tesouro nenhum. Ela era igual
  13. a todas as outras. Assim, o rico fazendeiro perdeu sua galinha dos ovos de ouro.


(Disponível em: https://www.culturagenial.com/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Qual foi a primeira atitude do fazendeiro ao descobrir que a galinha botava ovos de ouro?

Alternativas
Q2627209 Português

A galinha dos ovos de ouro


  1. Era uma vez um fazendeiro que tinha uma galinha . Um dia ele percebeu que a galinha
  2. havia botado um ovo de ouro! Ele então pegou o ovo e foi logo mostrar para a esposa:
  3. — Olha só! Ficaremos ricos!
  4. Assim, foi até a cidade e vendeu o ovo por um bom valor.
  5. No dia seguinte, foi ao galinheiro e viu que a galinha tinha botado outro ovo de ouro, que
  6. ele também vendeu.
  7. A partir de então, todos os dias o fazendeiro ganhava um ovo de ouro de sua galinha. Ele
  8. ficava cada vez mais rico e ganancioso.
  9. Certo dia teve uma ideia e disse:
  10. — O que será que tem dentro dessa galinha? Se ela bota ovos de ouro, então deve ter um
  11. tesouro dentro dela!
  12. E então matou a galinha e viu que no seu interior não havia tesouro nenhum. Ela era igual
  13. a todas as outras. Assim, o rico fazendeiro perdeu sua galinha dos ovos de ouro.


(Disponível em: https://www.culturagenial.com/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Qual alternativa apresenta uma fala de um personagem?

Alternativas
Q2627173 Português

A galinha dos ovos de ouro


  1. Era uma vez um fazendeiro que tinha uma galinha . Um dia ele percebeu que a galinha
  2. havia botado um ovo de ouro! Ele então pegou o ovo e foi logo mostrar para a esposa:
  3. — Olha só! Ficaremos ricos!
  4. Assim, foi até a cidade e vendeu o ovo por um bom valor.
  5. No dia seguinte, foi ao galinheiro e viu que a galinha tinha botado outro ovo de ouro, que
  6. ele também vendeu.
  7. A partir de então, todos os dias o fazendeiro ganhava um ovo de ouro de sua galinha. Ele
  8. ficava cada vez mais rico e ganancioso.
  9. Certo dia teve uma ideia e disse:
  10. — O que será que tem dentro dessa galinha? Se ela bota ovos de ouro, então deve ter um
  11. tesouro dentro dela!
  12. E então matou a galinha e viu que no seu interior não havia tesouro nenhum. Ela era igual
  13. a todas as outras. Assim, o rico fazendeiro perdeu sua galinha dos ovos de ouro.


(Disponível em: https://www.culturagenial.com/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Quais são os personagens mencionados no texto?

Alternativas
Q2626851 Português

Maioria dos CEOs considera prioritário investimento em inteligência artificial, revela pesquisa


01 Pesquisa com mais de 1.300 CEOs pelo mundo mostra que a grande maioria deles (72%)

02 considera que o investimento em inteligência artificial (IA) é prioritário, mas 81% temem

03 problemas éticos e com a falta de regulação sobre o uso da tecnologia. Os dados são do relatório

04 “CEO Outlook 2023”, da consultoria KPGM.

05 O levantamento também mostra que 90% dos CEOs consideram premiar funcionários que

06 optarem por trabalhar presencialmente, dando tarefas melhores, aumentos e promoções.

07 Segundo a KMPG, 62% dos executivos gostariam que o modelo presencial fosse adotado nos

08 próximos três anos. É uma grande mudança em relação a 2022, quando apenas 34% queriam

09 isso (então a expectativa neste ano quase dobrou). Para 34% dos CEOS, os funcionários devem

10 ficar no modelo híbrido e somente 4% defendem o trabalho de forma totalmente remota.

11 A pesquisa aponta para as mudanças que a difu...ão de inteligência artificial (IA)

12 generativa pode ter nos ambientes de trabalho. Entre eles, 81% dos CEOs ouvidos expressaram

13 preocupação sobre como a falta de regulação da IA pode impedir o sucesso de suas empresas.

14 Eles citam também problemas éticos e de custo como preocupações para o uso de IA. Mas 77%

15 dizem que o grau de regulação de IA deveria emular aquele utilizado para compromissos

16 climáticos.

17 “CEOs estão cada vez mais con...ientes dos riscos éticos e da evolução rápida das

18 regulações ligados à IA generativa. Muitos estão tomando atitudes proativas para enfrentar esses

19 pontos”, afirma Steve Chase, vice-presidente de IA e Inovação Digital da KPMG, em trecho do

20 relatório.

21 Do total, 72% dos CEOs dizem que o investimento nesse tipo de tecnologia é prioritário,

22 apesar de incertezas econômicas. A maioria aponta ainda que está investindo mais na compra

23 de novas tecnologias (57%) do que no desenvolvimento de habilidades e capacitação de pessoal

24 (43%). Quando questionados sobre as vanta...ens da implementação de IA em suas

25 organizações, os CEOs citam o aumento de lucro, oportunidades de crescimento e de criação de

26 novos produtos como alguns dos principais ganhos.


(Disponível em: https://exame.com/inteligencia-artificial/maioria-dos-ceos-considera-prioritario-investimento-em-inteligencia-artificial-revela-pesquisa/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

De acordo com o texto, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.


( ) Em 2022, mais de 60% dos CEOs desejavam a volta do modelo presencial.

( ) Entre as formas de premiação de funcionários que optarem por trabalhar presencialmente, são mencionados tarefas melhores, aumentos e promoções.

( ) O trabalho de forma totalmente remota recebeu maior percentual de adesão por parte dos CEOs em relação ao modelo híbrido.


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Alternativas
Q2626850 Português

Maioria dos CEOs considera prioritário investimento em inteligência artificial, revela pesquisa


01 Pesquisa com mais de 1.300 CEOs pelo mundo mostra que a grande maioria deles (72%)

02 considera que o investimento em inteligência artificial (IA) é prioritário, mas 81% temem

03 problemas éticos e com a falta de regulação sobre o uso da tecnologia. Os dados são do relatório

04 “CEO Outlook 2023”, da consultoria KPGM.

05 O levantamento também mostra que 90% dos CEOs consideram premiar funcionários que

06 optarem por trabalhar presencialmente, dando tarefas melhores, aumentos e promoções.

07 Segundo a KMPG, 62% dos executivos gostariam que o modelo presencial fosse adotado nos

08 próximos três anos. É uma grande mudança em relação a 2022, quando apenas 34% queriam

09 isso (então a expectativa neste ano quase dobrou). Para 34% dos CEOS, os funcionários devem

10 ficar no modelo híbrido e somente 4% defendem o trabalho de forma totalmente remota.

11 A pesquisa aponta para as mudanças que a difu...ão de inteligência artificial (IA)

12 generativa pode ter nos ambientes de trabalho. Entre eles, 81% dos CEOs ouvidos expressaram

13 preocupação sobre como a falta de regulação da IA pode impedir o sucesso de suas empresas.

14 Eles citam também problemas éticos e de custo como preocupações para o uso de IA. Mas 77%

15 dizem que o grau de regulação de IA deveria emular aquele utilizado para compromissos

16 climáticos.

17 “CEOs estão cada vez mais con...ientes dos riscos éticos e da evolução rápida das

18 regulações ligados à IA generativa. Muitos estão tomando atitudes proativas para enfrentar esses

19 pontos”, afirma Steve Chase, vice-presidente de IA e Inovação Digital da KPMG, em trecho do

20 relatório.

21 Do total, 72% dos CEOs dizem que o investimento nesse tipo de tecnologia é prioritário,

22 apesar de incertezas econômicas. A maioria aponta ainda que está investindo mais na compra

23 de novas tecnologias (57%) do que no desenvolvimento de habilidades e capacitação de pessoal

24 (43%). Quando questionados sobre as vanta...ens da implementação de IA em suas

25 organizações, os CEOs citam o aumento de lucro, oportunidades de crescimento e de criação de

26 novos produtos como alguns dos principais ganhos.


(Disponível em: https://exame.com/inteligencia-artificial/maioria-dos-ceos-considera-prioritario-investimento-em-inteligencia-artificial-revela-pesquisa/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Analise as assertivas a seguir:


I. No primeiro parágrafo, é mencionado o nome do relatório realizado pela KPGM.

II. No quarto parágrafo, há uma citação do vice-presidente de Inteligência Artificial e Inovação Digital da KPMG.

III. No último parágrafo, é citada a capacitação de pessoas como um dos benefícios da implementação da inteligência artificial nas organizações.


Quais estão corretas?

Alternativas
Q2626055 Português

Muitos foram os estudiosos que contribuíram para a definição do que é a moral humana. O filósofo e escritor Adolfo Sánchez Vázquez se acercou ao tema em seu livro Ética, publicado em 1984, no qual define a moral como um conjunto de normas aceitas — livre e conscientemente — que regulam o comportamento individual e social das pessoas.

O conceito de moral não deve, porém, ser confundido com o de ética, que é a teoria (ou a ciência) do comportamento moral das pessoas na sociedade.

O filósofo brasileiro Mário Sergio Cortella, doutor em Educação pela Pontifícia Universitária Católica de São Paulo (PUC-SP) e referência brasileira em discussões sobre o tema, explica que a ética é sempre coletiva, enquanto a moral pode ser individual.

“A ética é o conjunto de princípios e valores que usamos para decidir a nossa conduta social. Só se fala em ética porque homens, mulheres vivemos em coletividade. Se eu fosse sozinho, não existiria a questão da ética. A moral é a prática, portanto, existe moral individual. A ética é o conjunto de princípios de convivência, portanto, não existe ética individual”, explica Cortella, em artigo publicado no seu site oficial.

De acordo com a Enciclopédia Britânica (uma plataforma de dados voltada para a educação do Reino Unido), todas as sociedades têm regras morais que determinam ou proíbem certos tipos de ações. Essas proibições costumam vir acompanhadas de punições para garantir a obediência à norma.

Normalmente, são normas ligadas a questões como organização familiar, deveres individuais, liberdade sexual (a possibilidade de expressar a sua sexualidade), direitos de propriedade, verdade e o cumprimento de promessas.

Para o filósofo Sánchez Vázquez, o significado, a função e a validade dessas regras variam de acordo com o período da História e da sociedade em questão. Logo, a moral da Antiguidade é diferente da moral feudal ou da moral burguesa.

O autor diz que a moral tem um caráter social, fazendo com que os indivíduos se submetam a princípios, normas ou valores estabelecidos socialmente.

Além disso, a moral cumpre a função de regular as relações entre as pessoas para assegurar a ordem social.

Em resumo, ainda que a moral mude historicamente, ela cumpre um serviço comum a todas as épocas: fazer com que os atos dos indivíduos estejam de acordo com o que uma sociedade (ou um setor específico dela) enxerga como favorável ou positivo.

(Fonte: National Geographic Brasil — adaptado.)

A respeito da distinção entre moral e ética a partir do filósofo brasileiro Mário Sergio Cortella, apresentada no 4º parágrafo do texto, analisar os itens abaixo:


I. A convivência em sociedade é condição imprescindível para a existência da questão ética.

II. Observa-se a existência de moral individual, ao contrário da ética, que sempre envolve a dimensão coletiva.

III. A conduta social é guiada pela ética, sem que os indivíduos tenham poder de escolha.


Está(ão) CORRETO(S):

Alternativas
Q2625955 Português

A sociedade é global porque está dominada por empresas globais. Você pode achar que é a facilidade de se comunicar ou viajar para qualquer lugar do planeta, ou de consumir produtos importados pelo comércio eletrônico, ou de assistir aos programas de TV do mundo todo, ou de comprar, em qualquer shopping center, um par de tênis de marca americana, fabricado na Malásia ou na China. Por trás de cada uma dessas vantagens da globalização, está uma empresa global, com capacidade de entregar produtos e serviços em qualquer lugar do mundo, de acordo com as necessidades dos mercados e clientes locais. Em muitos casos, trata-se de business to business — empresas globais vendendo para outras empresas globais, em todo o mundo, para fazer o produto chegar até você. Essas empresas operam como se não existissem fronteiras nacionais, por meio de estruturas integradas de produção, comercialização e suprimentos. Tudo sustentado por estratégias e práticas de gestão de pessoas. Uma implicação importante dessa expansão é a universalização das práticas de gestão de pessoas. Não importa que a empresa seja uma operação estritamente local. Na disputa por mão de obra, concorre com as empresas globais e, para isso, precisa usar os padrões globais de gestão de pessoas.

Não é de hoje que existem organizações multinacionais. A primeira grande empresa multinacional foi o Império Romano (em seus diferentes regimes de governo). Em seu lugar ficou a Igreja Católica, que se expandiu e criou bases em todo o mundo, por meio de pessoas recrutadas em todos os lugares, para trabalhar em todos os lugares. Vieram, em seguida, os impérios coloniais que, como Roma, usaram a força para se estabelecer e atuaram, em certos casos, por meio das companhias das Índias — diversas delas foram fundadas na Europa do século XVII. O uso da força consome recursos e gera ressentimentos. Esse modelo de negócios desapareceu e em seu lugar ficaram as companhias multinacionais.

Hoje, essas empresas não precisam mandar centuriões comandando legiões para cobrar impostos nem construir prisões para os rebeldes. Você, alegre, consciente e voluntariamente, dá seu dinheiro para elas, em troca de automóveis, sapatos e roupas fabricadas na China, sanduíches com alface, pickles e um pão com gergelim, tablets, relógios digitais, roupas e calçados de grife e muitos outros produtos, alguns deles indispensáveis; outros, nem tanto.


(Fonte: Maximiano, Amaru. 2014 — adaptado.)

No 2º parágrafo, no trecho: “[...] Em seu lugar ficou a Igreja Católica [...]”, o termo sublinhado faz referência à palavra/expressão:

Alternativas
Q2625954 Português

A sociedade é global porque está dominada por empresas globais. Você pode achar que é a facilidade de se comunicar ou viajar para qualquer lugar do planeta, ou de consumir produtos importados pelo comércio eletrônico, ou de assistir aos programas de TV do mundo todo, ou de comprar, em qualquer shopping center, um par de tênis de marca americana, fabricado na Malásia ou na China. Por trás de cada uma dessas vantagens da globalização, está uma empresa global, com capacidade de entregar produtos e serviços em qualquer lugar do mundo, de acordo com as necessidades dos mercados e clientes locais. Em muitos casos, trata-se de business to business — empresas globais vendendo para outras empresas globais, em todo o mundo, para fazer o produto chegar até você. Essas empresas operam como se não existissem fronteiras nacionais, por meio de estruturas integradas de produção, comercialização e suprimentos. Tudo sustentado por estratégias e práticas de gestão de pessoas. Uma implicação importante dessa expansão é a universalização das práticas de gestão de pessoas. Não importa que a empresa seja uma operação estritamente local. Na disputa por mão de obra, concorre com as empresas globais e, para isso, precisa usar os padrões globais de gestão de pessoas.

Não é de hoje que existem organizações multinacionais. A primeira grande empresa multinacional foi o Império Romano (em seus diferentes regimes de governo). Em seu lugar ficou a Igreja Católica, que se expandiu e criou bases em todo o mundo, por meio de pessoas recrutadas em todos os lugares, para trabalhar em todos os lugares. Vieram, em seguida, os impérios coloniais que, como Roma, usaram a força para se estabelecer e atuaram, em certos casos, por meio das companhias das Índias — diversas delas foram fundadas na Europa do século XVII. O uso da força consome recursos e gera ressentimentos. Esse modelo de negócios desapareceu e em seu lugar ficaram as companhias multinacionais.

Hoje, essas empresas não precisam mandar centuriões comandando legiões para cobrar impostos nem construir prisões para os rebeldes. Você, alegre, consciente e voluntariamente, dá seu dinheiro para elas, em troca de automóveis, sapatos e roupas fabricadas na China, sanduíches com alface, pickles e um pão com gergelim, tablets, relógios digitais, roupas e calçados de grife e muitos outros produtos, alguns deles indispensáveis; outros, nem tanto.


(Fonte: Maximiano, Amaru. 2014 — adaptado.)

De acordo com o texto, só NÃO é uma vantagem da globalização:

Alternativas
Q2575319 Português
Texto para à questão.
 
Cafezinho – Rubem Braga

    Leio a reclamação de um repórter irritado que precisava falar com um delegado e lhe disseram que o homem havia ido tomar um cafezinho. Ele esperou longamente, e chegou à conclusão de que o funcionário passou o dia inteiro tomando café. 
    Tinha razão o rapaz de ficar zangado. Mas com um pouco de imaginação e bom humor podemos pensar que uma das delícias do gênio carioca é exatamente esta frase:
    – Ele foi tomar café.
    A vida é triste e complicada. Diariamente é preciso falar com um número excessivo de pessoas. O remédio é ir tomar um "cafezinho". Para quem espera nervosamente, esse "cafezinho" é qualquer coisa infinita e torturante.
    Depois de esperar duas ou três horas dá vontade de dizer: 
    – Bem cavaleiro, eu me retiro. Naturalmente o Sr. Bonifácio morreu afogado no cafezinho. 
    Ah, sim, mergulhemos de corpo e alma no cafezinho. Sim, deixemos em todos os lugares este recado simples e vago: 
    – Ele saiu para tomar um café e disse que volta já.
    Quando a Bem-amada vier com seus olhos tristes e perguntar:
    – Ele está?
    – Alguém dará o nosso recado sem endereço. 
    Quando vier o amigo e quando vier o credor, e quando vier o parente, e quando vier a tristeza, e quando a morte vier, o recado será o mesmo:
    – Ele disse que ia tomar um cafezinho...
    Podemos, ainda, deixar o chapéu. Devemos até comprar um chapéu especialmente para deixá-lo. Assim dirão:
    – Ele foi tomar um café. Com certeza volta logo. O chapéu dele está aí...
    Ah! fujamos assim, sem drama, sem tristeza, fujamos assim. A vida é complicada demais.         Gastamos muito pensamento, muito sentimento, muita palavra. O melhor é não estar. 
    Quando vier a grande hora de nosso destino nós teremos saído há uns cinco minutos para tomar um café. Vamos, vamos tomar um cafezinho.

FONTE: https://www.culturagenial.com/cronicas-famosas-comentadas/
Para o autor, a informação de que um funcionário público carioca fora tomar um cafezinho significa que
Alternativas
Q2568950 Português
Leia o Texto a seguir.
Ora, se o domínio da norma culta fosse realmente um instrumento de ascensão na sociedade, os professores de português ocupariam o topo da pirâmide social, econômica e política do país, não é mesmo? Afinal, supostamente, ninguém melhor do que eles domina a norma culta. Só que a verdade está muito longe disso como bem sabemos nós, professores, a quem são dirigidas grandes críticas de nossa sociedade.
Por outro lado, um grande fazendeiro que tenha apenas alguns poucos anos de estudo primário, mas que seja dono de milhares de cabeças de gado, de indústrias agrícolas e detentor de grande influência política em sua região vai poder falar à vontade sua língua de “caipira”, com todas as formas sintáticas consideradas “erradas” pela gramática tradicional, porque ninguém vai se atrever a corrigir seu modo de falar. (BAGNO, 2015, p.105)
Disponível em http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/cadernospde/pdebusca/ producoes_pde/pdf > Acesso em 10/10/2023. (Adaptado).
O autor apresenta questões bastante pertinentes aos fenômenos linguísticos e seus mitos, principalmente ao relacionar situações-problemas ao uso da linguagem. Para Bagno, é CORRETO afirmar que o mito em torno do uso da língua está relacionado a:
Alternativas
Q2568948 Português

Analise o texto a seguir.


Imagem associada para resolução da questão


http://portal.camarauberaba.mg.gov.br/noticias/camara-realizacampanha-contra-mosquito-da-dengue-para-alertar-sobre-risco-deepidemia/


Considerando o cartaz, que contém uma imagem aliada ao texto verbal, é CORRETO afirmar que ele apresenta como principal objetivo

Alternativas
Q2568947 Português
Texto 03
Imagem associada para resolução da questão
https://coredacao.com/temas-de-redacao/impactos-da-inteligenciaartificial-na-sociedade-contemporanea/
Em relação ao Texto 03, analise as propositivas a seguir:
I- O gênero textual em evidência retrata acontecimentos contemporâneos, além de se destacar pelo fator de efemeridade, uma vez que os assuntos que relaciona estão sempre atualizados; II- O texto pode ser caracterizado, em geral, pelo fator irônico e pela intertemporalidade, cabendo ao leitor o importante papel da inferência. III- A temática discorre positivamente sobre os desafios entre Inteligência Artifical (IA) e educação, ao utilizar a presença do robô no papel de discente. IV- A imagem, aliada ao balão, invoca a ideia de que a tecnologia, tendo em vista suas aplicações práticas, traz possíveis riscos para a reprodução de desigualdades.
Dos itens acima: 
Alternativas
Q2568944 Português

Leia o Texto 02 para responder a questão.


“Os professores serão substituídos pela tecnologia?”


    A resposta é não: o fator humano envolvido no processo pedagógico de transmissão, desenvolvimento e gestão de novos conhecimentos não pode ser replicado artificialmente, pelo menos com a tecnologia atual. Isso porque a aprendizagem como fator de desenvolvimento continua sendo uma característica humana, que depende da empatia pelo outro, ou seja, da compreensão do indivíduo como um ser em formação.

    No entanto, o que está sendo substituído, atualizado ou renovado em grande velocidade são os instrumentos e recursos tecnológicos para a aprendizagem, e não há dúvidas de que as instituições de ensino devem ter soluções de aprendizagem que se adaptem às novas tendências da tecnologia educacional.


Disponível em <https://hed.pearson.com.br/blog/higher-education/atecnologia-educacional-substituira-os-professores-universitarios> Acesso em 13/10/2023. (Adaptado)

A frase que introduz o texto 02 reproduz uma ideia recorrente, embora pouco fundamentada, em relação a um modelo de educação digital, que ainda permanece longe da realidade de muitas escolas brasileiras. Essa estrutura caracteriza-se pelo(a)
Alternativas
Q2568942 Português
TEXTO 1

Educação: inteligência artificial pode otimizar rotina pedagógica de instituições de ensino

    É importante analisar como a IA pode otimizar as atividades dos professores e ter um impacto positivo nos aprendizados dos alunos.

    Introduzir a IA na escola é uma ótima maneira de preparar os alunos para o futuro e ajudá-los a desenvolver habilidades em áreas como resolução de problemas, pensamento crítico e criatividade. Do lado do professor, a tecnologia é usada para aprimorar a atuação como mediador e curador do conteúdo. O dia a dia deles é cheio de atividades que vão além das tarefas feitas em sala de aula. Como com tarefas anteriores (plano de aula, seleção de principais objetivos da aula, etc), ou posteriores às aulas (correção de exercícios, correção de provas, etc). Nessas frentes, em que tempo é um empecilho, a utilização dessa tecnologia será um grande aliado na vida dos docentes.
    
    A utilização da Inteligência Artificial na educação pode trazer benefícios significativos, incluindo a otimização do tempo. A IA tem o potencial de automatizar tarefas rotineiras e repetitivas, liberando tempo para que os educadores se concentrem em atividades que requerem habilidades humanas, como orientação individualizada, feedback personalizado e interações sociais. Um benefício não muito falado do uso da IA é o fato de o aluno ficar por dentro das tecnologias que surgem. Inclusive, é uma das competências garantidas aos estudantes de Educação Básica pela BNCC - nova Base Nacional Comum Curricular – que trata de cultura digital. À medida que usamos essas ferramentas nas escolas, também conseguimos trabalhar com eles os comportamentos digitais.

    O uso da inteligência artificial na escola também requer cuidados para sua eficácia na educação. Um deles é garantir que haja pensamento crítico, para que o aluno consiga mediar o conteúdo, e construir em cima do que está sendo proposto. Outro ponto é o seu uso para burlar o sistema, como, por exemplo, usar o ChatGPT para fazer uma redação. Mas, já é consenso entre educadores sobre a necessidade de se trabalhar questões éticas e sociais envolvendo plágio, cola e situações similares, para que os estudantes consigam fazer um bom uso das ferramentas tecnológicas. Esse é um desafio que as escolas enfrentam com os alunos, mas que precisamos falar sobre isso, preparando-os para este mundo digital, no qual estão expostos e inseridos. No entanto, é importante destacar que a IA na educação não substitui a importância dos educadores. Ela é uma ferramenta complementar, que pode melhorar e aprimorar o processo educacional. Mas o papel do professor continua sendo crucial para orientar, motivar e inspirar os alunos.

Disponível em https://exame.com/bussola/educacaointeligencia-artificial-pode-otimizar-rotina-pedagogica-deinstituicoes-de-ensino/ Acesso em 13/10/2023.(Adaptado)
Considerando-se as ideias apresentadas a partir do texto, depreende-se que
( ) A BNCC prevê não apenas o uso das novas tecnologias da comunicação e informação, tanto quanto a necessidade de o aluno saber manusear as novas tecnologias que surgem. ( ) A cultura digital se refere à forma como a tecnologia da informação e da comunicação é utilizada para promover o aprendizado de forma que o aluno saiba mediar o conteúdo. ( ) A possibilidade de o professor ser substituído pela IA é uma máxima na educação digital, tendo em vista que a presença docente não será mais necessária nos próximos anos.
Levando-se em consideração que (V) significa Verdadeiro e (F) significa Falso, a sequência CORRETA das proposições é, respectivamente: 
Alternativas
Q2568941 Português
TEXTO 1

Educação: inteligência artificial pode otimizar rotina pedagógica de instituições de ensino

    É importante analisar como a IA pode otimizar as atividades dos professores e ter um impacto positivo nos aprendizados dos alunos.

    Introduzir a IA na escola é uma ótima maneira de preparar os alunos para o futuro e ajudá-los a desenvolver habilidades em áreas como resolução de problemas, pensamento crítico e criatividade. Do lado do professor, a tecnologia é usada para aprimorar a atuação como mediador e curador do conteúdo. O dia a dia deles é cheio de atividades que vão além das tarefas feitas em sala de aula. Como com tarefas anteriores (plano de aula, seleção de principais objetivos da aula, etc), ou posteriores às aulas (correção de exercícios, correção de provas, etc). Nessas frentes, em que tempo é um empecilho, a utilização dessa tecnologia será um grande aliado na vida dos docentes.
    
    A utilização da Inteligência Artificial na educação pode trazer benefícios significativos, incluindo a otimização do tempo. A IA tem o potencial de automatizar tarefas rotineiras e repetitivas, liberando tempo para que os educadores se concentrem em atividades que requerem habilidades humanas, como orientação individualizada, feedback personalizado e interações sociais. Um benefício não muito falado do uso da IA é o fato de o aluno ficar por dentro das tecnologias que surgem. Inclusive, é uma das competências garantidas aos estudantes de Educação Básica pela BNCC - nova Base Nacional Comum Curricular – que trata de cultura digital. À medida que usamos essas ferramentas nas escolas, também conseguimos trabalhar com eles os comportamentos digitais.

    O uso da inteligência artificial na escola também requer cuidados para sua eficácia na educação. Um deles é garantir que haja pensamento crítico, para que o aluno consiga mediar o conteúdo, e construir em cima do que está sendo proposto. Outro ponto é o seu uso para burlar o sistema, como, por exemplo, usar o ChatGPT para fazer uma redação. Mas, já é consenso entre educadores sobre a necessidade de se trabalhar questões éticas e sociais envolvendo plágio, cola e situações similares, para que os estudantes consigam fazer um bom uso das ferramentas tecnológicas. Esse é um desafio que as escolas enfrentam com os alunos, mas que precisamos falar sobre isso, preparando-os para este mundo digital, no qual estão expostos e inseridos. No entanto, é importante destacar que a IA na educação não substitui a importância dos educadores. Ela é uma ferramenta complementar, que pode melhorar e aprimorar o processo educacional. Mas o papel do professor continua sendo crucial para orientar, motivar e inspirar os alunos.

Disponível em https://exame.com/bussola/educacaointeligencia-artificial-pode-otimizar-rotina-pedagogica-deinstituicoes-de-ensino/ Acesso em 13/10/2023.(Adaptado)
Os artigos de opinião, em geral, são fundamentados em uma orientação linguística que permite ao leitor o acesso ao ponto de vista do articulista. Diante disso, a partir da leitura do texto 01, só NÃO é correto afirmar que
Alternativas
Q2568910 Português
Analise a peça publicitária a seguir.
Imagem associada para resolução da questão
https://expressoanaliseecritica.blogspot.com/2014/11/analise-depeca-publicitaria-mon-bijou.html
Tem-se como interdiscursividade a concepção de que os discursos se relacionam a outros discursos. Dessa forma, são tecidos entre si, seja pelos já ditos, em um dado lugar e momento histórico, seja por aqueles a serem ainda produzidos.
Sobre o texto apresentado, é INCORRETO afirmar que a peça
Alternativas
Q2568909 Português
Leia o texto a seguir.
Imagem associada para resolução da questão

https://www.gov.br/pt-br/noticias/transito-e-transportes/2021/05/campanha-maio-amarelo-e-lancada-oficialmente-nesta-segundafeira-3

Considere as afirmações:
I. A oração “Estou fora”, embora não esteja de acordo com a gramática normativa, funciona como estratégia discursiva, no contexto em que foi utilizada, tendo em vista os objetivos da propaganda. II. Na oração “Se beber”, temos expressa uma circunstância de condição. III. Existe uma relação entre linguagem verbal e não verbal, tendo em vista que a imagem funciona como um alerta das consequências do ato de beber e dirigir. IV. Na oração “não dirija” temos um modo verbal no imperativo, pelo qual se expressa uma orientação.
Está CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Q2568908 Português
27 de maio de 1958
A tontura da fome é pior do que a do álcool. A tontura do álcool nos impele a cantar. Mas a da fome nos faz tremer. Percebi que é horrível ter só ar dentro do estômago. Comecei a sentir a boca amarga. Pensei: já não basta as amarguras da vida? [...]. Pensei em guardar para comprar feijão. Mas vi que não podia porque o meu estômago reclamava e torturava-me. Resolvi tomar uma média e comprar um pão. Que efeito surpreendente faz a comida no nosso organismo! Eu que antes de comer via o céu, as árvores, as aves, tudo amarelo, depois que comi, tudo normalizou-se aos meus olhos. A comida no estômago é como combustível nas máquinas. Passei a trabalhar mais depressa.
Meu corpo deixou de pesar. [...] Eu tinha a impressão que eu deslizava no espaço. Comecei a sorrir como se eu estivesse presenciando um lindo espetáculo. E haverá espetáculo mais lindo do que ter o que comer? Parece que eu estava comendo pela primeira vez na minha vida.
JESUS, Carolina Maria de (2007). Quarto de despejo: diário de uma favelada. 9. ed. São Paulo: Ática, p. 45-46.
O trecho apresentado faz referência `a obra "Quarto de despejo: diário de uma favelada”, um livro da autora mineira Carolina Maria de Jesus. Nesse diário, uma mulher negra, pobre, com dois anos de estudo formal, relata fatos ocorridos na favela do Canindé, em São Paulo, entre os anos de 1955 e 1959. A escritora faz reflexões sobre os acontecimentos e mostra a realidade social do Brasil de meados do século XX." Tendo em vista a obra e o contexto em que ela é apresentada, analise as proposições:
I. O gênero textual utilizado para a escrita da autora é um gênero que consiste no registro frequente de relatos íntimos de uma pessoa sobre as suas impressões e vivências cotidianas. II. O nome “Quarto de despejo” é uma metáfora criada pela autora ao longo de seus escritos no livro em que despejo é o local onde lixos são jogados. No caso da favela, o lixo se refere às pessoas, aos pobres, que não cabem na cidade e são depositados na favela, como lixos. III. No trecho referido, é possível inferir que a narradora-personagem passou fome, cujo significado é de um Brasil, construído em meio às desigualdades e isso é, nitidamente, notado ao observarmos como se dá a má distribuição de recursos e as possibilidades de acesso à alimentação e o direito à vida em geral.
Em relação aos itens apresentados, é CORRETO o que se afirma em
Alternativas
Q2568907 Português

Leia o texto a seguir.


Imagem associada para resolução da questão


Considere a informação de que o autor deste texto é um jurista renomado e desembargador do Tribunal de Justiça e avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:


I. O texto apresenta um vocabulário erudito e construções sintáticas clássicas

PORQUE

II. Ao mesmo tempo em que encontramos uma dessas construções clássicas – “só aproveita ao crime organizado” - , também encontramos uma regência condenada inapelavelmente pela tradição normativa, a do verbo assistir como transitivo direto: “assistiu-se um vínculo de solidariedade”, onde a prescrição exige uma preposição “a”.


A respeito dessas asserções, assinale a opção CORRETA. 

Alternativas
Q2568904 Português
TEXTO 1

AS MULHERES E AS GUERRAS

Estados em que mulheres viviam oprimidas apresentavam índices mais altos de prisioneiros políticos, assassinatos, desaparecimentos. Veja artigo sobre mulheres e guerras. A condição social das mulheres guarda relação direta com as guerras. Esse é o tema de uma revisão científica publicada pela revista “Science”.

Desde os primórdios da humanidade, os homens se matam nas batalhas. Esqueletos desenterrados de cavernas pré-históricas exibem mais fraturas na cabeça, quando pertencem ao sexo masculino. No entanto, identificar e separar fatores biológicos daqueles culturais envolvidos na gênese da violência, é tarefa intelectual de alta complexidade. Até a década de 1990, os estudos ressaltavam que o subdesenvolvimento, a falta de democracia, a existência de um grande número de jovens desempregados e o nacionalismo estavam por trás dos conflitos armados. Em 2000, Mary Caprioli, da Universidade de Minnesota, surpreendeu os especialistas ao publicar um trabalho, no qual relacionava a posição subalterna da mulher na sociedade com as revoluções e as guerras entre os países.

A afirmação enfrentou reações acaloradas, porque contrariava o conceito clássico de que o sexo feminino estaria associado à maternidade e à vida em paz por razões evolutivas e por imposições biológicas, como a baixa produção de testosterona. Um dos principais críticos, Erik Melander, da Universidade de Upsala, decidiu testar essa hipótese a partir de uma avaliação do status feminino em diversas sociedades, que levava em conta o sexo da maior liderança do país, a proporção de mulheres no Legislativo e o número delas com acesso ao ensino superior.

Para sua surpresa, os resultados não foram diferentes. Estados em que as mulheres viviam oprimidas apresentavam índices mais altos de prisioneiros políticos, assassinatos, desaparecimentos e maior risco de envolvimento em guerras civis e internacionais. O problema metodológico com esses estudos é que não comprovam a relação de causa e efeito. A desigualdade entre os sexos poderia ser simples consequência de outros fatores ligados ao comportamento violento: pobreza, baixo nível educacional, fanatismo religioso e atraso cultural.

Sociedades em que as minorias são discriminadas têm maior probabilidade de envolver-se em guerras externas e internas. No livro “War and Gender” (Guerra e Gênero) o professor americano Joshua Goldwin abordou o seguinte aspecto: embora existam diferenças biológicas que mantêm a mulher afastada dos campos de batalha — como os cuidados com a prole –, elas sempre interagem com os valores culturais. Segundo ele, os níveis de testosterona que aumentam quando um homem ganha dinheiro, é promovido no trabalho ou ganha um jogo, não explicam as diferenças bélicas entre suecos e paquistaneses, nem entre os suecos de hoje e seus antepassados vikings. Em seus estudos, a visão que mulheres e homens têm da guerra são muito mais semelhantes do que se imagina.

Diante da pergunta: “O conflito árabe-israelense deve ser resolvido pela via militar ou diplomática?”, as escolhas de mulheres e homens israelenses, egípcios, palestinos e kuvaitianos foram praticamente iguais. Quando os mesmos participantes responderam se era mais importante mandar para a escola um menino ou uma menina, as preferências machistas estavam tão associadas à beligerância, que o autor concluiu: “É possível prever quando uma pessoa optará pela guerra ou pela paz entre árabes e judeus, com base apenas no que pensa sobre igualdade sexual”. Conclusões similares foram tiradas nas pesquisas sobre preconceitos étnicos: sociedades em que as minorias são discriminadas têm maior probabilidade de envolver-se em guerras externas e internas.

Disponível em https://drauziovarella.uol.com.br/mulher/as-mulheres-e-as-guerras-artigo/ Acesso em 13/10/2023. (Adaptado)
Releia o trecho.
“Em 2000, Mary Caprioli, da Universidade de Minnesota, surpreendeu os especialistas ao publicar um trabalho, no qual relacionava a posição subalterna da mulher na sociedade com as revoluções e as guerras entre os países.”
A oração em destaque apresenta um valor de 
Alternativas
Respostas
8861: A
8862: C
8863: B
8864: E
8865: D
8866: C
8867: A
8868: C
8869: B
8870: A
8871: B
8872: B
8873: B
8874: A
8875: C
8876: D
8877: D
8878: D
8879: B
8880: A