Questões de Concurso Comentadas sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q2644766 Português

As questões 01 a 06 referem-se ao texto abaixo:


NOSSO LEGADO INDÍGENA


As populações indígenas que habitavam o território brasileiro viviam em grupos, pescavam, caçavam e coletavam. As refeições não tinham horário fixo: os índios comiam quando tinha fome. Eles conheciam também muitas ervas medicinais. A sabedoria do seu poder de cura tem sido utilizada até hoje pelos fabricantes de remédios.

Sabe-se que a mandioca era a base da alimentação indígena. Habilidosos no manejo desse tubérculo, os nativos sempre souberam diferenciar os dois tipos existentes: a brava e a mansa. Para comer a mandioca-brava, venenosa, eles até hoje utilizam a mesma técnica dos tempos do Descobrimento, que consiste em descansar e ralar essa raiz até que ela vire uma massa que é espremida pelo tipiti (ou tapiti), espécie de cesto cilíndrico de palha que serve para separar o caldo venenoso da massa, depois torrada para fazer a farinha. Há uma infinidade delas, como a d´água e a puba.

A mansa ou doce, também chamada de macaxeira ou aipim, não precisa de tratamento para ser consumida. É dela que se fazem hoje mandioca frita ou cozida e diversos pratos, bolos e doces.

Da mandioca-brava também se extrai a goma (polvilho), com a qual se faz a tapioca e o beiju. Jogando sobre a farinha de mandioca um caldo quente e grosso de peixe ou de carne, os índios obtêm o pirão escaldado.

Os índios conheciam também o milho, único cereal encontrado pelos europeus no Brasil, com o qual faziam mingaus bem ralos ou o comiam assado. Entre os vegetais, apreciavam a batata-doce, a abóbora, o feijão, o amendoim, o pinhão, a castanha-do-brasil, o cacau, o cará, a serralha, além do palmito, consumido cru ou cozido.

O Brasil de antes de Cabral era um verdadeiro paraíso de frutas silvestres em abundância. Goiabas, abacaxis, cajás, araçás, maracujás, mamões, pitombas, umbus e cajus eram colhidos no pé e complementavam a alimentação diária dos índios. Com elas faziam sucos e bebidas fermentadas. Existia ainda um tipo de banana nativa, a banana-da-terra (ou pacova), preparada cozida ou em forma de mingau. As variedades de bananas que temos atualmente vieram da África.

Os índios ainda hoje se fartam com os pescados de rio (como o pintado, o tucunaré, o pirarucu, a corvina e a piranha). E conhecem vários processos para captura-los (flecha, arpão, pua [rede]) e um tipo de veneno vegetal, o timbó, que paralisa o peixe. Os indígenas do litoral sempre apreciaram os moluscos e crustáceos capturados à mão ou com armadilhas.


(Dolores Freixa e Guta Chave: Gastronomia no Brasil e no Mundo)

Dentre as heranças da cultura indígena que ainda se fazem presentes na cultura brasileira, segundo o texto, podemos destacar:

Alternativas
Q2644762 Português

As questões 01 a 06 referem-se ao texto abaixo:


NOSSO LEGADO INDÍGENA


As populações indígenas que habitavam o território brasileiro viviam em grupos, pescavam, caçavam e coletavam. As refeições não tinham horário fixo: os índios comiam quando tinha fome. Eles conheciam também muitas ervas medicinais. A sabedoria do seu poder de cura tem sido utilizada até hoje pelos fabricantes de remédios.

Sabe-se que a mandioca era a base da alimentação indígena. Habilidosos no manejo desse tubérculo, os nativos sempre souberam diferenciar os dois tipos existentes: a brava e a mansa. Para comer a mandioca-brava, venenosa, eles até hoje utilizam a mesma técnica dos tempos do Descobrimento, que consiste em descansar e ralar essa raiz até que ela vire uma massa que é espremida pelo tipiti (ou tapiti), espécie de cesto cilíndrico de palha que serve para separar o caldo venenoso da massa, depois torrada para fazer a farinha. Há uma infinidade delas, como a d´água e a puba.

A mansa ou doce, também chamada de macaxeira ou aipim, não precisa de tratamento para ser consumida. É dela que se fazem hoje mandioca frita ou cozida e diversos pratos, bolos e doces.

Da mandioca-brava também se extrai a goma (polvilho), com a qual se faz a tapioca e o beiju. Jogando sobre a farinha de mandioca um caldo quente e grosso de peixe ou de carne, os índios obtêm o pirão escaldado.

Os índios conheciam também o milho, único cereal encontrado pelos europeus no Brasil, com o qual faziam mingaus bem ralos ou o comiam assado. Entre os vegetais, apreciavam a batata-doce, a abóbora, o feijão, o amendoim, o pinhão, a castanha-do-brasil, o cacau, o cará, a serralha, além do palmito, consumido cru ou cozido.

O Brasil de antes de Cabral era um verdadeiro paraíso de frutas silvestres em abundância. Goiabas, abacaxis, cajás, araçás, maracujás, mamões, pitombas, umbus e cajus eram colhidos no pé e complementavam a alimentação diária dos índios. Com elas faziam sucos e bebidas fermentadas. Existia ainda um tipo de banana nativa, a banana-da-terra (ou pacova), preparada cozida ou em forma de mingau. As variedades de bananas que temos atualmente vieram da África.

Os índios ainda hoje se fartam com os pescados de rio (como o pintado, o tucunaré, o pirarucu, a corvina e a piranha). E conhecem vários processos para captura-los (flecha, arpão, pua [rede]) e um tipo de veneno vegetal, o timbó, que paralisa o peixe. Os indígenas do litoral sempre apreciaram os moluscos e crustáceos capturados à mão ou com armadilhas.


(Dolores Freixa e Guta Chave: Gastronomia no Brasil e no Mundo)

Sobre o tipiti, podemos dizer corretamente que:

Alternativas
Q2644760 Português

As questões 01 a 06 referem-se ao texto abaixo:


NOSSO LEGADO INDÍGENA


As populações indígenas que habitavam o território brasileiro viviam em grupos, pescavam, caçavam e coletavam. As refeições não tinham horário fixo: os índios comiam quando tinha fome. Eles conheciam também muitas ervas medicinais. A sabedoria do seu poder de cura tem sido utilizada até hoje pelos fabricantes de remédios.

Sabe-se que a mandioca era a base da alimentação indígena. Habilidosos no manejo desse tubérculo, os nativos sempre souberam diferenciar os dois tipos existentes: a brava e a mansa. Para comer a mandioca-brava, venenosa, eles até hoje utilizam a mesma técnica dos tempos do Descobrimento, que consiste em descansar e ralar essa raiz até que ela vire uma massa que é espremida pelo tipiti (ou tapiti), espécie de cesto cilíndrico de palha que serve para separar o caldo venenoso da massa, depois torrada para fazer a farinha. Há uma infinidade delas, como a d´água e a puba.

A mansa ou doce, também chamada de macaxeira ou aipim, não precisa de tratamento para ser consumida. É dela que se fazem hoje mandioca frita ou cozida e diversos pratos, bolos e doces.

Da mandioca-brava também se extrai a goma (polvilho), com a qual se faz a tapioca e o beiju. Jogando sobre a farinha de mandioca um caldo quente e grosso de peixe ou de carne, os índios obtêm o pirão escaldado.

Os índios conheciam também o milho, único cereal encontrado pelos europeus no Brasil, com o qual faziam mingaus bem ralos ou o comiam assado. Entre os vegetais, apreciavam a batata-doce, a abóbora, o feijão, o amendoim, o pinhão, a castanha-do-brasil, o cacau, o cará, a serralha, além do palmito, consumido cru ou cozido.

O Brasil de antes de Cabral era um verdadeiro paraíso de frutas silvestres em abundância. Goiabas, abacaxis, cajás, araçás, maracujás, mamões, pitombas, umbus e cajus eram colhidos no pé e complementavam a alimentação diária dos índios. Com elas faziam sucos e bebidas fermentadas. Existia ainda um tipo de banana nativa, a banana-da-terra (ou pacova), preparada cozida ou em forma de mingau. As variedades de bananas que temos atualmente vieram da África.

Os índios ainda hoje se fartam com os pescados de rio (como o pintado, o tucunaré, o pirarucu, a corvina e a piranha). E conhecem vários processos para captura-los (flecha, arpão, pua [rede]) e um tipo de veneno vegetal, o timbó, que paralisa o peixe. Os indígenas do litoral sempre apreciaram os moluscos e crustáceos capturados à mão ou com armadilhas.


(Dolores Freixa e Guta Chave: Gastronomia no Brasil e no Mundo)

Ainda pela leitura do texto, podemos assinalar corretamente que:

Alternativas
Q2644758 Português

As questões 01 a 06 referem-se ao texto abaixo:


NOSSO LEGADO INDÍGENA


As populações indígenas que habitavam o território brasileiro viviam em grupos, pescavam, caçavam e coletavam. As refeições não tinham horário fixo: os índios comiam quando tinha fome. Eles conheciam também muitas ervas medicinais. A sabedoria do seu poder de cura tem sido utilizada até hoje pelos fabricantes de remédios.

Sabe-se que a mandioca era a base da alimentação indígena. Habilidosos no manejo desse tubérculo, os nativos sempre souberam diferenciar os dois tipos existentes: a brava e a mansa. Para comer a mandioca-brava, venenosa, eles até hoje utilizam a mesma técnica dos tempos do Descobrimento, que consiste em descansar e ralar essa raiz até que ela vire uma massa que é espremida pelo tipiti (ou tapiti), espécie de cesto cilíndrico de palha que serve para separar o caldo venenoso da massa, depois torrada para fazer a farinha. Há uma infinidade delas, como a d´água e a puba.

A mansa ou doce, também chamada de macaxeira ou aipim, não precisa de tratamento para ser consumida. É dela que se fazem hoje mandioca frita ou cozida e diversos pratos, bolos e doces.

Da mandioca-brava também se extrai a goma (polvilho), com a qual se faz a tapioca e o beiju. Jogando sobre a farinha de mandioca um caldo quente e grosso de peixe ou de carne, os índios obtêm o pirão escaldado.

Os índios conheciam também o milho, único cereal encontrado pelos europeus no Brasil, com o qual faziam mingaus bem ralos ou o comiam assado. Entre os vegetais, apreciavam a batata-doce, a abóbora, o feijão, o amendoim, o pinhão, a castanha-do-brasil, o cacau, o cará, a serralha, além do palmito, consumido cru ou cozido.

O Brasil de antes de Cabral era um verdadeiro paraíso de frutas silvestres em abundância. Goiabas, abacaxis, cajás, araçás, maracujás, mamões, pitombas, umbus e cajus eram colhidos no pé e complementavam a alimentação diária dos índios. Com elas faziam sucos e bebidas fermentadas. Existia ainda um tipo de banana nativa, a banana-da-terra (ou pacova), preparada cozida ou em forma de mingau. As variedades de bananas que temos atualmente vieram da África.

Os índios ainda hoje se fartam com os pescados de rio (como o pintado, o tucunaré, o pirarucu, a corvina e a piranha). E conhecem vários processos para captura-los (flecha, arpão, pua [rede]) e um tipo de veneno vegetal, o timbó, que paralisa o peixe. Os indígenas do litoral sempre apreciaram os moluscos e crustáceos capturados à mão ou com armadilhas.


(Dolores Freixa e Guta Chave: Gastronomia no Brasil e no Mundo)

Assinale a alternativa correta a partir da leitura do texto:

Alternativas
Q2644600 Português

As questões 01 a 06 referem-se ao texto abaixo:


Folie à Deux: o que é, características e tratamento


Folie à deux, também conhecido por "delírio a dois", transtorno delirante induzido ou perturbação delirante partilhada, é uma síndrome em que há a transferência de delírios psicóticos de uma pessoa doente, o psicótico primário, para uma pessoa aparentemente saudável, o sujeito secundário.

Essa transferência da idéia delirante é mais freqüente em pessoas que mantêm uma relação próxima e acontece mais frequentemente em mulheres, havendo a transferência dos delírios de uma pessoa mais velha para uma mais nova, como de mãe para filha, por exemplo.

Na maior parte dos casos, somente as pessoas envolvidas no compartilhamento do delírio sofrem de um transtorno psicótico genuíno, e os delírios no sujeito secundário geralmente desaparecem quando as pessoas são separadas.

Segundo alguns estudos, o fenômeno folie a deux é explicado pela presença de um conjunto de condições, como:


a) Uma das pessoas, o psicótico primário, sofre de uma perturbação psicótica e exerce uma relação de dominância em relação à outra pessoa considerada saudável;

b) Ambas as pessoas que sofrem do transtorno mantêm uma relação próxima e duradoura e geralmente convivem em um ambiente com pouca influência do exterior;

c) O elemento passivo é geralmente mais novo e do sexo feminino e possui uma hereditariedade favorável ao desenvolvimento psicótico;

d) Os sintomas manifestados pelo elemento passivo são geralmente menos severos do que pelo elemento ativo.


Geralmente, esta perturbação acontece quando o sujeito indutor sofre de uma perturbação psicótica, sendo que, a perturbação psicótica mais frequentemente encontrada nos elementos indutores foi a esquizofrenia, seguida da perturbação delirante, perturbação bipolar e depressão major.


(Por Gonzalo Ramirez, disponível em https://www.tuasaude.com/folie-a-deux/)

Assinale a alternativa que é, de acordo com o texto, comum a ambos os sujeitos da relação folie à deux:

Alternativas
Q2644586 Português

As questões 01 a 06 referem-se ao texto abaixo:


Folie à Deux: o que é, características e tratamento


Folie à deux, também conhecido por "delírio a dois", transtorno delirante induzido ou perturbação delirante partilhada, é uma síndrome em que há a transferência de delírios psicóticos de uma pessoa doente, o psicótico primário, para uma pessoa aparentemente saudável, o sujeito secundário.

Essa transferência da idéia delirante é mais freqüente em pessoas que mantêm uma relação próxima e acontece mais frequentemente em mulheres, havendo a transferência dos delírios de uma pessoa mais velha para uma mais nova, como de mãe para filha, por exemplo.

Na maior parte dos casos, somente as pessoas envolvidas no compartilhamento do delírio sofrem de um transtorno psicótico genuíno, e os delírios no sujeito secundário geralmente desaparecem quando as pessoas são separadas.

Segundo alguns estudos, o fenômeno folie a deux é explicado pela presença de um conjunto de condições, como:


a) Uma das pessoas, o psicótico primário, sofre de uma perturbação psicótica e exerce uma relação de dominância em relação à outra pessoa considerada saudável;

b) Ambas as pessoas que sofrem do transtorno mantêm uma relação próxima e duradoura e geralmente convivem em um ambiente com pouca influência do exterior;

c) O elemento passivo é geralmente mais novo e do sexo feminino e possui uma hereditariedade favorável ao desenvolvimento psicótico;

d) Os sintomas manifestados pelo elemento passivo são geralmente menos severos do que pelo elemento ativo.


Geralmente, esta perturbação acontece quando o sujeito indutor sofre de uma perturbação psicótica, sendo que, a perturbação psicótica mais frequentemente encontrada nos elementos indutores foi a esquizofrenia, seguida da perturbação delirante, perturbação bipolar e depressão major.


(Por Gonzalo Ramirez, disponível em https://www.tuasaude.com/folie-a-deux/)

Na maior parte dos casos, somente as pessoas envolvidas no compartilhamento do delírio sofrem de um transtorno psicótico genuíno, e os delírios no sujeito secundário geralmente desaparecem quando as pessoas são separadas.


Nos termos do texto, podemos afirmar corretamente que:

Alternativas
Q2644584 Português

As questões 01 a 06 referem-se ao texto abaixo:


Folie à Deux: o que é, características e tratamento


Folie à deux, também conhecido por "delírio a dois", transtorno delirante induzido ou perturbação delirante partilhada, é uma síndrome em que há a transferência de delírios psicóticos de uma pessoa doente, o psicótico primário, para uma pessoa aparentemente saudável, o sujeito secundário.

Essa transferência da idéia delirante é mais freqüente em pessoas que mantêm uma relação próxima e acontece mais frequentemente em mulheres, havendo a transferência dos delírios de uma pessoa mais velha para uma mais nova, como de mãe para filha, por exemplo.

Na maior parte dos casos, somente as pessoas envolvidas no compartilhamento do delírio sofrem de um transtorno psicótico genuíno, e os delírios no sujeito secundário geralmente desaparecem quando as pessoas são separadas.

Segundo alguns estudos, o fenômeno folie a deux é explicado pela presença de um conjunto de condições, como:


a) Uma das pessoas, o psicótico primário, sofre de uma perturbação psicótica e exerce uma relação de dominância em relação à outra pessoa considerada saudável;

b) Ambas as pessoas que sofrem do transtorno mantêm uma relação próxima e duradoura e geralmente convivem em um ambiente com pouca influência do exterior;

c) O elemento passivo é geralmente mais novo e do sexo feminino e possui uma hereditariedade favorável ao desenvolvimento psicótico;

d) Os sintomas manifestados pelo elemento passivo são geralmente menos severos do que pelo elemento ativo.


Geralmente, esta perturbação acontece quando o sujeito indutor sofre de uma perturbação psicótica, sendo que, a perturbação psicótica mais frequentemente encontrada nos elementos indutores foi a esquizofrenia, seguida da perturbação delirante, perturbação bipolar e depressão major.


(Por Gonzalo Ramirez, disponível em https://www.tuasaude.com/folie-a-deux/)

Dentre os fatores que influenciam na ocorrência do folie à deux, podemos destacar, exceto:

Alternativas
Q2644582 Português

As questões 01 a 06 referem-se ao texto abaixo:


Folie à Deux: o que é, características e tratamento


Folie à deux, também conhecido por "delírio a dois", transtorno delirante induzido ou perturbação delirante partilhada, é uma síndrome em que há a transferência de delírios psicóticos de uma pessoa doente, o psicótico primário, para uma pessoa aparentemente saudável, o sujeito secundário.

Essa transferência da idéia delirante é mais freqüente em pessoas que mantêm uma relação próxima e acontece mais frequentemente em mulheres, havendo a transferência dos delírios de uma pessoa mais velha para uma mais nova, como de mãe para filha, por exemplo.

Na maior parte dos casos, somente as pessoas envolvidas no compartilhamento do delírio sofrem de um transtorno psicótico genuíno, e os delírios no sujeito secundário geralmente desaparecem quando as pessoas são separadas.

Segundo alguns estudos, o fenômeno folie a deux é explicado pela presença de um conjunto de condições, como:


a) Uma das pessoas, o psicótico primário, sofre de uma perturbação psicótica e exerce uma relação de dominância em relação à outra pessoa considerada saudável;

b) Ambas as pessoas que sofrem do transtorno mantêm uma relação próxima e duradoura e geralmente convivem em um ambiente com pouca influência do exterior;

c) O elemento passivo é geralmente mais novo e do sexo feminino e possui uma hereditariedade favorável ao desenvolvimento psicótico;

d) Os sintomas manifestados pelo elemento passivo são geralmente menos severos do que pelo elemento ativo.


Geralmente, esta perturbação acontece quando o sujeito indutor sofre de uma perturbação psicótica, sendo que, a perturbação psicótica mais frequentemente encontrada nos elementos indutores foi a esquizofrenia, seguida da perturbação delirante, perturbação bipolar e depressão major.


(Por Gonzalo Ramirez, disponível em https://www.tuasaude.com/folie-a-deux/)

Segundo a leitura do texto, podemos afirmar corretamente sobre folie à deux:

Alternativas
Q2644418 Português

As questões 01 a 06 referem-se ao texto abaixo:


VIOLÊNCIA POLICIAL: ESTRATÉGIAS DE CONTROLE E PELO MINISTÉRIO PÚBLICO


O risco de violência e corrupção é inerente à atividade policial, por sua própria dinâmica. Trata-se de uma relação de poder aplicada em situações problemáticas, com baixa visibilidade de supervisão, usualmente exercida sobre sujeitos com poucas noções sobre cidadania e que naturalmente tende a desenvolver uma cultura ocupacional de valorização da autoridade, ampliação das ferramentas de trabalho (incluindo-se o uso da força), normalização de pequenos excessos e proteção recíproca por fortes laços de solidariedade.

A incapacidade do Estado de Direito em fazer frente à violência policial abre portas para a evolução desta para atos mais graves de criminalidade, como a corrupção e o envolvimento aberto no crime organizado. Essas modalidades de desvio policial minam a legitimidade da polícia e de todo o sistema de justiça, fomentando graves violações de direitos humanos.

O controle da violência policial é resultado de um conjunto de estratégias que passam pela regulamentação da atividade, pela criação de códigos de ética, pelo fomento ao treinamento reforçado, pelo desenvolvimento de mecanismos ordinários de controle procedimental do uso da força, por investigações imediatas das situações mais graves e pelo fortalecimento do controle externo. O Ministério Público detém uma responsabilidade acentuada de ser ativo na investigação e responsabilização do desvio policial e na alteração de padrões de atuação potencialmente arbitrários. A atuação do Ministério Público relacionada à prevenção da violência policial se insere na atividade de controle externo da atividade policial bem como no zelo dos princípios constitucionais relacionados à segurança pública (LC n. 75/1993, art. 5º, II, “e”).

Negar o fenômeno ou explicá-lo exclusivamente numa dimensão individual corresponde a uma verdadeira fuga à responsabilidade de desenvolver ferramentas organizacionais para fazerem frente a tais graves violações de direitos humanos.

(De Tiago André Pierobom de Ávila)

Ainda sobre o texto, podemos afirmar corretamente que:

Alternativas
Q2644417 Português

As questões 01 a 06 referem-se ao texto abaixo:


VIOLÊNCIA POLICIAL: ESTRATÉGIAS DE CONTROLE E PELO MINISTÉRIO PÚBLICO


O risco de violência e corrupção é inerente à atividade policial, por sua própria dinâmica. Trata-se de uma relação de poder aplicada em situações problemáticas, com baixa visibilidade de supervisão, usualmente exercida sobre sujeitos com poucas noções sobre cidadania e que naturalmente tende a desenvolver uma cultura ocupacional de valorização da autoridade, ampliação das ferramentas de trabalho (incluindo-se o uso da força), normalização de pequenos excessos e proteção recíproca por fortes laços de solidariedade.

A incapacidade do Estado de Direito em fazer frente à violência policial abre portas para a evolução desta para atos mais graves de criminalidade, como a corrupção e o envolvimento aberto no crime organizado. Essas modalidades de desvio policial minam a legitimidade da polícia e de todo o sistema de justiça, fomentando graves violações de direitos humanos.

O controle da violência policial é resultado de um conjunto de estratégias que passam pela regulamentação da atividade, pela criação de códigos de ética, pelo fomento ao treinamento reforçado, pelo desenvolvimento de mecanismos ordinários de controle procedimental do uso da força, por investigações imediatas das situações mais graves e pelo fortalecimento do controle externo. O Ministério Público detém uma responsabilidade acentuada de ser ativo na investigação e responsabilização do desvio policial e na alteração de padrões de atuação potencialmente arbitrários. A atuação do Ministério Público relacionada à prevenção da violência policial se insere na atividade de controle externo da atividade policial bem como no zelo dos princípios constitucionais relacionados à segurança pública (LC n. 75/1993, art. 5º, II, “e”).

Negar o fenômeno ou explicá-lo exclusivamente numa dimensão individual corresponde a uma verdadeira fuga à responsabilidade de desenvolver ferramentas organizacionais para fazerem frente a tais graves violações de direitos humanos.

(De Tiago André Pierobom de Ávila)

A atuação do Ministério Público relacionada à prevenção da violência policial se insere:

Alternativas
Q2644416 Português

As questões 01 a 06 referem-se ao texto abaixo:


VIOLÊNCIA POLICIAL: ESTRATÉGIAS DE CONTROLE E PELO MINISTÉRIO PÚBLICO


O risco de violência e corrupção é inerente à atividade policial, por sua própria dinâmica. Trata-se de uma relação de poder aplicada em situações problemáticas, com baixa visibilidade de supervisão, usualmente exercida sobre sujeitos com poucas noções sobre cidadania e que naturalmente tende a desenvolver uma cultura ocupacional de valorização da autoridade, ampliação das ferramentas de trabalho (incluindo-se o uso da força), normalização de pequenos excessos e proteção recíproca por fortes laços de solidariedade.

A incapacidade do Estado de Direito em fazer frente à violência policial abre portas para a evolução desta para atos mais graves de criminalidade, como a corrupção e o envolvimento aberto no crime organizado. Essas modalidades de desvio policial minam a legitimidade da polícia e de todo o sistema de justiça, fomentando graves violações de direitos humanos.

O controle da violência policial é resultado de um conjunto de estratégias que passam pela regulamentação da atividade, pela criação de códigos de ética, pelo fomento ao treinamento reforçado, pelo desenvolvimento de mecanismos ordinários de controle procedimental do uso da força, por investigações imediatas das situações mais graves e pelo fortalecimento do controle externo. O Ministério Público detém uma responsabilidade acentuada de ser ativo na investigação e responsabilização do desvio policial e na alteração de padrões de atuação potencialmente arbitrários. A atuação do Ministério Público relacionada à prevenção da violência policial se insere na atividade de controle externo da atividade policial bem como no zelo dos princípios constitucionais relacionados à segurança pública (LC n. 75/1993, art. 5º, II, “e”).

Negar o fenômeno ou explicá-lo exclusivamente numa dimensão individual corresponde a uma verdadeira fuga à responsabilidade de desenvolver ferramentas organizacionais para fazerem frente a tais graves violações de direitos humanos.

(De Tiago André Pierobom de Ávila)

De quem seria a responsabilidade de ser ativo na investigação e responsabilização do desvio policial, segundo o autor do texto?

Alternativas
Q2644415 Português

As questões 01 a 06 referem-se ao texto abaixo:


VIOLÊNCIA POLICIAL: ESTRATÉGIAS DE CONTROLE E PELO MINISTÉRIO PÚBLICO


O risco de violência e corrupção é inerente à atividade policial, por sua própria dinâmica. Trata-se de uma relação de poder aplicada em situações problemáticas, com baixa visibilidade de supervisão, usualmente exercida sobre sujeitos com poucas noções sobre cidadania e que naturalmente tende a desenvolver uma cultura ocupacional de valorização da autoridade, ampliação das ferramentas de trabalho (incluindo-se o uso da força), normalização de pequenos excessos e proteção recíproca por fortes laços de solidariedade.

A incapacidade do Estado de Direito em fazer frente à violência policial abre portas para a evolução desta para atos mais graves de criminalidade, como a corrupção e o envolvimento aberto no crime organizado. Essas modalidades de desvio policial minam a legitimidade da polícia e de todo o sistema de justiça, fomentando graves violações de direitos humanos.

O controle da violência policial é resultado de um conjunto de estratégias que passam pela regulamentação da atividade, pela criação de códigos de ética, pelo fomento ao treinamento reforçado, pelo desenvolvimento de mecanismos ordinários de controle procedimental do uso da força, por investigações imediatas das situações mais graves e pelo fortalecimento do controle externo. O Ministério Público detém uma responsabilidade acentuada de ser ativo na investigação e responsabilização do desvio policial e na alteração de padrões de atuação potencialmente arbitrários. A atuação do Ministério Público relacionada à prevenção da violência policial se insere na atividade de controle externo da atividade policial bem como no zelo dos princípios constitucionais relacionados à segurança pública (LC n. 75/1993, art. 5º, II, “e”).

Negar o fenômeno ou explicá-lo exclusivamente numa dimensão individual corresponde a uma verdadeira fuga à responsabilidade de desenvolver ferramentas organizacionais para fazerem frente a tais graves violações de direitos humanos.

(De Tiago André Pierobom de Ávila)

Assinale a alternativa abaixo que não contém uma estratégia para o controle da violência policial, de acordo com a leitura do texto:

Alternativas
Q2644414 Português

As questões 01 a 06 referem-se ao texto abaixo:


VIOLÊNCIA POLICIAL: ESTRATÉGIAS DE CONTROLE E PELO MINISTÉRIO PÚBLICO


O risco de violência e corrupção é inerente à atividade policial, por sua própria dinâmica. Trata-se de uma relação de poder aplicada em situações problemáticas, com baixa visibilidade de supervisão, usualmente exercida sobre sujeitos com poucas noções sobre cidadania e que naturalmente tende a desenvolver uma cultura ocupacional de valorização da autoridade, ampliação das ferramentas de trabalho (incluindo-se o uso da força), normalização de pequenos excessos e proteção recíproca por fortes laços de solidariedade.

A incapacidade do Estado de Direito em fazer frente à violência policial abre portas para a evolução desta para atos mais graves de criminalidade, como a corrupção e o envolvimento aberto no crime organizado. Essas modalidades de desvio policial minam a legitimidade da polícia e de todo o sistema de justiça, fomentando graves violações de direitos humanos.

O controle da violência policial é resultado de um conjunto de estratégias que passam pela regulamentação da atividade, pela criação de códigos de ética, pelo fomento ao treinamento reforçado, pelo desenvolvimento de mecanismos ordinários de controle procedimental do uso da força, por investigações imediatas das situações mais graves e pelo fortalecimento do controle externo. O Ministério Público detém uma responsabilidade acentuada de ser ativo na investigação e responsabilização do desvio policial e na alteração de padrões de atuação potencialmente arbitrários. A atuação do Ministério Público relacionada à prevenção da violência policial se insere na atividade de controle externo da atividade policial bem como no zelo dos princípios constitucionais relacionados à segurança pública (LC n. 75/1993, art. 5º, II, “e”).

Negar o fenômeno ou explicá-lo exclusivamente numa dimensão individual corresponde a uma verdadeira fuga à responsabilidade de desenvolver ferramentas organizacionais para fazerem frente a tais graves violações de direitos humanos.

(De Tiago André Pierobom de Ávila)

Ainda segundo a leitura do texto, podemos afirmar corretamente que:

Alternativas
Q2644413 Português

As questões 01 a 06 referem-se ao texto abaixo:


VIOLÊNCIA POLICIAL: ESTRATÉGIAS DE CONTROLE E PELO MINISTÉRIO PÚBLICO


O risco de violência e corrupção é inerente à atividade policial, por sua própria dinâmica. Trata-se de uma relação de poder aplicada em situações problemáticas, com baixa visibilidade de supervisão, usualmente exercida sobre sujeitos com poucas noções sobre cidadania e que naturalmente tende a desenvolver uma cultura ocupacional de valorização da autoridade, ampliação das ferramentas de trabalho (incluindo-se o uso da força), normalização de pequenos excessos e proteção recíproca por fortes laços de solidariedade.

A incapacidade do Estado de Direito em fazer frente à violência policial abre portas para a evolução desta para atos mais graves de criminalidade, como a corrupção e o envolvimento aberto no crime organizado. Essas modalidades de desvio policial minam a legitimidade da polícia e de todo o sistema de justiça, fomentando graves violações de direitos humanos.

O controle da violência policial é resultado de um conjunto de estratégias que passam pela regulamentação da atividade, pela criação de códigos de ética, pelo fomento ao treinamento reforçado, pelo desenvolvimento de mecanismos ordinários de controle procedimental do uso da força, por investigações imediatas das situações mais graves e pelo fortalecimento do controle externo. O Ministério Público detém uma responsabilidade acentuada de ser ativo na investigação e responsabilização do desvio policial e na alteração de padrões de atuação potencialmente arbitrários. A atuação do Ministério Público relacionada à prevenção da violência policial se insere na atividade de controle externo da atividade policial bem como no zelo dos princípios constitucionais relacionados à segurança pública (LC n. 75/1993, art. 5º, II, “e”).

Negar o fenômeno ou explicá-lo exclusivamente numa dimensão individual corresponde a uma verdadeira fuga à responsabilidade de desenvolver ferramentas organizacionais para fazerem frente a tais graves violações de direitos humanos.

(De Tiago André Pierobom de Ávila)

Segundo a leitura do texto, podemos afirmar corretamente sobre a violência policial:

Alternativas
Q2643376 Português

Associe a segunda coluna de acordo com a primeira, que relaciona o tipo de tradução a suas características:


Primeira coluna: Tipo de tradução


1. Tradução intralingual ou reformulação.

2.Tradução interlingual ou tradução propriamente dita.

3.Tradução intersemiótica ou transmutação.

4.Tradução intermodal


Segunda coluna: Características


(__) A interpretação da língua para mesma língua.

(__) Interpretação de uma língua para outra; ou seja, uma interpretação de signos verbais de uma língua para outra língua.

(__) Interpretação de um sistema de código para outro. por meio de signos de sistemas não-verbais.

(__) Capta a especificidade dos aspectos nas três traduções e inclui uma língua de sinais. Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:

Alternativas
Q2640364 Português

Você está mais próximo de cair num esquema de pirâmide do que imagina


Flávia Boggio


O roteiro é sempre o mesmo. Você recebe o convite de um amigo para um jantar. No encontro, mal tem comida, mas uma proposta de investimento com altíssimos rendimentos. Você só precisa dar uma taxa de entrada. Parece irresistível, mas fuja. É um esquema de pirâmide.

Esquema de pirâmide é um modelo de negócios que garante o lucro dos "investidores" com o recrutamento de novos "investidores". Chega uma hora em que não há mais recrutados e a galera da base fica chupando o dedo.

Se você acha que nunca caiu em um, engano o seu. Hoje em dia, praticamente tudo é um gigantesco esquema de pirâmide.

Se um amigo te pergunta se você tem fritadeira elétrica, cuidado, é o esquema de pirâmide da air fryer. A ideia era só ter um frango saudável empanado. De repente, você está comprando fritadeiras para a mãe, o irmão, para o escritório e convencendo outras 50 pessoas a comprarem uma. Todo o lucro vai para a companhia de energia elétrica.

Seu médico te indicou exercícios? Atenção. Você vai cair no esquema de pirâmide da academia. Em pouco tempo, estará comprando marmita fitness, whey protein, creatina, lookinho de academia e espalhando a palavra da vida, fitness.

As redes sociais são um enorme esquema de pirâmide. Os usuários postam fotos felizes para outras pessoas que também postam fotos felizes. No fundo, todos estão tristes e o Mark Zuckerberg mais rico.

Adotar um gato: você adota um, pega outro para o primeiro não ficar sozinho e adota outro para não ter briga. Aí adota outro para não ser número ímpar e adota outro porque não acredita em superstição. Em pouco tempo, estão te chamando de "velho dos gatos" e você adota mais três só de raiva.

Podcast também é esquema de pirâmide. O podcaster grava um para outras pessoas, que também querem gravar um podcast para outras pessoas. No fim, não há ouvidos suficientes para ouvir tantos podcasts lançados.

É assim como a própria vida, na qual você trabalha com a promessa de ter dinheiro, mas seu dinheiro vai para quem tem mais dinheiro e, por isso, você tem que trabalhar mais e continua pobre e infeliz.

O pouco dinheiro que resta é gasto com psicólogo, que também tem que fazer psicólogo para lidar com seus pacientes, em outro enorme esquema de pirâmide.

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/flavia-boggio/2023/09/voce-esta-mais-proximo-de-cair-num-esquema-de-piramide-do-queimagina.shtml Acesso em: 17 set. 2023.

Os referentes dos termos destacados estão corretamente identificados entre parênteses, EXCETO em:

Alternativas
Q2640362 Português

Você está mais próximo de cair num esquema de pirâmide do que imagina


Flávia Boggio


O roteiro é sempre o mesmo. Você recebe o convite de um amigo para um jantar. No encontro, mal tem comida, mas uma proposta de investimento com altíssimos rendimentos. Você só precisa dar uma taxa de entrada. Parece irresistível, mas fuja. É um esquema de pirâmide.

Esquema de pirâmide é um modelo de negócios que garante o lucro dos "investidores" com o recrutamento de novos "investidores". Chega uma hora em que não há mais recrutados e a galera da base fica chupando o dedo.

Se você acha que nunca caiu em um, engano o seu. Hoje em dia, praticamente tudo é um gigantesco esquema de pirâmide.

Se um amigo te pergunta se você tem fritadeira elétrica, cuidado, é o esquema de pirâmide da air fryer. A ideia era só ter um frango saudável empanado. De repente, você está comprando fritadeiras para a mãe, o irmão, para o escritório e convencendo outras 50 pessoas a comprarem uma. Todo o lucro vai para a companhia de energia elétrica.

Seu médico te indicou exercícios? Atenção. Você vai cair no esquema de pirâmide da academia. Em pouco tempo, estará comprando marmita fitness, whey protein, creatina, lookinho de academia e espalhando a palavra da vida, fitness.

As redes sociais são um enorme esquema de pirâmide. Os usuários postam fotos felizes para outras pessoas que também postam fotos felizes. No fundo, todos estão tristes e o Mark Zuckerberg mais rico.

Adotar um gato: você adota um, pega outro para o primeiro não ficar sozinho e adota outro para não ter briga. Aí adota outro para não ser número ímpar e adota outro porque não acredita em superstição. Em pouco tempo, estão te chamando de "velho dos gatos" e você adota mais três só de raiva.

Podcast também é esquema de pirâmide. O podcaster grava um para outras pessoas, que também querem gravar um podcast para outras pessoas. No fim, não há ouvidos suficientes para ouvir tantos podcasts lançados.

É assim como a própria vida, na qual você trabalha com a promessa de ter dinheiro, mas seu dinheiro vai para quem tem mais dinheiro e, por isso, você tem que trabalhar mais e continua pobre e infeliz.

O pouco dinheiro que resta é gasto com psicólogo, que também tem que fazer psicólogo para lidar com seus pacientes, em outro enorme esquema de pirâmide.

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/flavia-boggio/2023/09/voce-esta-mais-proximo-de-cair-num-esquema-de-piramide-do-queimagina.shtml Acesso em: 17 set. 2023.

Há predomínio de linguagem oral em:

Alternativas
Q2640361 Português

Você está mais próximo de cair num esquema de pirâmide do que imagina


Flávia Boggio


O roteiro é sempre o mesmo. Você recebe o convite de um amigo para um jantar. No encontro, mal tem comida, mas uma proposta de investimento com altíssimos rendimentos. Você só precisa dar uma taxa de entrada. Parece irresistível, mas fuja. É um esquema de pirâmide.

Esquema de pirâmide é um modelo de negócios que garante o lucro dos "investidores" com o recrutamento de novos "investidores". Chega uma hora em que não há mais recrutados e a galera da base fica chupando o dedo.

Se você acha que nunca caiu em um, engano o seu. Hoje em dia, praticamente tudo é um gigantesco esquema de pirâmide.

Se um amigo te pergunta se você tem fritadeira elétrica, cuidado, é o esquema de pirâmide da air fryer. A ideia era só ter um frango saudável empanado. De repente, você está comprando fritadeiras para a mãe, o irmão, para o escritório e convencendo outras 50 pessoas a comprarem uma. Todo o lucro vai para a companhia de energia elétrica.

Seu médico te indicou exercícios? Atenção. Você vai cair no esquema de pirâmide da academia. Em pouco tempo, estará comprando marmita fitness, whey protein, creatina, lookinho de academia e espalhando a palavra da vida, fitness.

As redes sociais são um enorme esquema de pirâmide. Os usuários postam fotos felizes para outras pessoas que também postam fotos felizes. No fundo, todos estão tristes e o Mark Zuckerberg mais rico.

Adotar um gato: você adota um, pega outro para o primeiro não ficar sozinho e adota outro para não ter briga. Aí adota outro para não ser número ímpar e adota outro porque não acredita em superstição. Em pouco tempo, estão te chamando de "velho dos gatos" e você adota mais três só de raiva.

Podcast também é esquema de pirâmide. O podcaster grava um para outras pessoas, que também querem gravar um podcast para outras pessoas. No fim, não há ouvidos suficientes para ouvir tantos podcasts lançados.

É assim como a própria vida, na qual você trabalha com a promessa de ter dinheiro, mas seu dinheiro vai para quem tem mais dinheiro e, por isso, você tem que trabalhar mais e continua pobre e infeliz.

O pouco dinheiro que resta é gasto com psicólogo, que também tem que fazer psicólogo para lidar com seus pacientes, em outro enorme esquema de pirâmide.

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/flavia-boggio/2023/09/voce-esta-mais-proximo-de-cair-num-esquema-de-piramide-do-queimagina.shtml Acesso em: 17 set. 2023.

A autora estabelece um diálogo com o leitor ou a ele se dirige EXCETO em:

Alternativas
Q2640360 Português

Você está mais próximo de cair num esquema de pirâmide do que imagina


Flávia Boggio


O roteiro é sempre o mesmo. Você recebe o convite de um amigo para um jantar. No encontro, mal tem comida, mas uma proposta de investimento com altíssimos rendimentos. Você só precisa dar uma taxa de entrada. Parece irresistível, mas fuja. É um esquema de pirâmide.

Esquema de pirâmide é um modelo de negócios que garante o lucro dos "investidores" com o recrutamento de novos "investidores". Chega uma hora em que não há mais recrutados e a galera da base fica chupando o dedo.

Se você acha que nunca caiu em um, engano o seu. Hoje em dia, praticamente tudo é um gigantesco esquema de pirâmide.

Se um amigo te pergunta se você tem fritadeira elétrica, cuidado, é o esquema de pirâmide da air fryer. A ideia era só ter um frango saudável empanado. De repente, você está comprando fritadeiras para a mãe, o irmão, para o escritório e convencendo outras 50 pessoas a comprarem uma. Todo o lucro vai para a companhia de energia elétrica.

Seu médico te indicou exercícios? Atenção. Você vai cair no esquema de pirâmide da academia. Em pouco tempo, estará comprando marmita fitness, whey protein, creatina, lookinho de academia e espalhando a palavra da vida, fitness.

As redes sociais são um enorme esquema de pirâmide. Os usuários postam fotos felizes para outras pessoas que também postam fotos felizes. No fundo, todos estão tristes e o Mark Zuckerberg mais rico.

Adotar um gato: você adota um, pega outro para o primeiro não ficar sozinho e adota outro para não ter briga. Aí adota outro para não ser número ímpar e adota outro porque não acredita em superstição. Em pouco tempo, estão te chamando de "velho dos gatos" e você adota mais três só de raiva.

Podcast também é esquema de pirâmide. O podcaster grava um para outras pessoas, que também querem gravar um podcast para outras pessoas. No fim, não há ouvidos suficientes para ouvir tantos podcasts lançados.

É assim como a própria vida, na qual você trabalha com a promessa de ter dinheiro, mas seu dinheiro vai para quem tem mais dinheiro e, por isso, você tem que trabalhar mais e continua pobre e infeliz.

O pouco dinheiro que resta é gasto com psicólogo, que também tem que fazer psicólogo para lidar com seus pacientes, em outro enorme esquema de pirâmide.

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/flavia-boggio/2023/09/voce-esta-mais-proximo-de-cair-num-esquema-de-piramide-do-queimagina.shtml Acesso em: 17 set. 2023.

O propósito do texto é, EXCETO:

Alternativas
Respostas
8161: A
8162: D
8163: B
8164: C
8165: B
8166: B
8167: D
8168: C
8169: B
8170: C
8171: A
8172: B
8173: B
8174: D
8175: C
8176: E
8177: A
8178: A
8179: A
8180: C