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Questões de Concurso Comentadas sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

Foram encontradas 36.891 questões

Q2474652 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.

Texto 01

A cultura do exemplo inspira

Luciana Pianaro
[...] Pode apostar, se alguém for influenciado positivamente no trabalho, levará esse estímulo para casa. O compromisso com o bem-estar ou com a gentileza, que pode ter começado com os colegas da empresa, passa, então, a ser compartilhado com seus entes queridos, incentivando hábitos saudáveis e cuidados com a saúde física e mental. Gosto de pensar que a cultura do bom exemplo na empresa, na família ou na escola é como uma pedra jogada em um lago, criando ondas que reverberam muito além de seu ponto de origem. Ela molda não apenas o lugar onde estamos, mas também a esfera pessoal daqueles que estão por perto.
Portanto, ao construir e manter essa cultura, as empresas e as organizações não apenas promovem um espaço de produtividade e convivência construtivo, mas também contribuem para comunidades mais equilibradas e relações familiares mais leves e harmoniosas. O poder do bom exemplo é fascinante, pois se estende além do que podemos imaginar, tornando o mundo um lugar melhor, o local de trabalho mais agradável e nossas vidas mais enriquecedoras.

Disponível em: https://vidasimples.com/. Acesso em: 10 mar. 2024. Adaptado.
Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista as ideias que se podem inferir do texto.

I. As instituições como a família, a escola e o lugar de trabalho educam por meio de bons exemplos.
II. A cultura do bom exemplo ajuda a construir positivamente o ambiente familiar, escolar e de trabalho.
III. A família é exclusivamente responsável por educar por meio de bons exemplos, os quais refletirão na escola e no trabalho.
IV. A escola tem a responsabilidade primeira de incentivar hábitos saudáveis, que resultarão em mais saúde física e mental.
V. O lugar de trabalho deve construir e manter a cultura do bom exemplo, a qual contribuirá para que se tenha uma sociedade mais harmoniosa.

Estão CORRETAS as afirmativas
Alternativas
Q2474504 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 03 e, a seguir, responda à questão que a ele se refere.
Texto 03

Sonhe
Clarice Lispector

Seja o que você quer ser,
porque você possui apenas uma vida e nela só se tem uma chance
de fazer aquilo que se quer. 

Tenha felicidade bastante para fazê-la doce.
Dificuldades para fazê-la forte.
Tristeza para fazê-la humana.
E esperança suficiente para fazê-la feliz.

As pessoas mais felizes não têm as melhores coisas.
Elas sabem fazer o melhor das oportunidades que aparecem em seus caminhos.

A felicidade aparece para aqueles que choram.
Para aqueles que se machucam.
Para aqueles que buscam e tentam sempre.
E para aqueles que reconhecem a importância das pessoas que passam por suas vidas.

Disponível em: https://escolaeducacao.com.br/clarice-lispector. Acesso em: 5 mar. 2024
Assinale a alternativa que está em desacordo com as ideias que se podem inferir do texto 03.
Alternativas
Q2474500 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão que a ele se refere.

Texto 01

Uma vida “Lagom” 
Luciana Pianaro

Sou administradora por formação e, durante alguns anos, antes de me descobrir empreendedora, trabalhei em uma multinacional sueca fabricante de caminhões e de ônibus: a Volvo. Comecei estagiária, fui temporária e, por fim, contratada, sendo meu único registro na carteira de trabalho em toda a minha trajetória profissional. Aquela companhia foi minha grande escola de gestão. E foi nessa fábrica escandinava que eu entendi o valor de uma cultura, tanto a cultura empresarial, quanto a cultura de um povo.
 Trabalhei com muitos suecos e guardo com carinho boas lembranças e amigos que mantenho até hoje. Inclusive na fábrica, pois atuei muito tempo acompanhando a produção de veículos. Na Volvo, eu aprendi o valor da organização, dos processos, da eficiência, do equilíbrioP Ao contrário de nós, brasileiros, os suecos não trabalhavam além da conta. Ao final do expediente, religiosamente, eles partiam para suas casas, suas famílias, seus hobbies. E isso não é à toa.
A Suécia tem na sua cultura um conceito de vida chamado lagom (muito similar ao hygge, dos dinamarqueses), que significa “o suficiente”; nem muito, nem pouco. É o adequado, moderado, equilibrado. Significa não ostentar, não mostrar superioridade e sucesso pelas posses materiais. É não ser apenas moderno ou apenas clássico. É não comprar por impulso nem acumular sem usar. Seguir o lagom significa trabalhar o necessário e com foco, transformando eficiência em resultado. E ter tempo para cuidar da vida pessoal, do corpo, da mente e da família.
Naquele país escandinavo tão frio, lagom é estado de espírito. E é um dos principais fatores que produzem o bemestar daquele povo, reconhecido como um dos mais felizes do globo. Vivenciar o lagom seria o equivalente a viver o “caminho do meio” de Buda e ter a “vida justa” de Aristóteles
Vale ressaltar que o lagom não se opõe à ambição, à modernidade, à arquitetura arrojada, à boa comida nem aos gostos refinados. Apenas nos aconselha a viver cada momento de forma moderada, para não comprometer os acontecimentos futuros. Lagom representa “o suficiente”, em contraste com o “quanto mais melhor” que está destruindo nossa sociedade ocidental com tantos acúmulos. [...] Viver uma vida simples não se trata de ter uma existência simplória, que se contenta com o menos. Uma vida simples é moderada, justa e feliz. Suficiente e única para cada um.

Disponível em: https://vidasimples.com/. Acesso em: 5 mar. 2024. Adaptado.
Considere a passagem do texto “Ao final do expediente, religiosamente, eles partiam para suas casas, suas famílias, seus hobbies. E isso não é à toa.”
Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a estrutura de composição da referida passagem.
I. O termo “religiosamente” foi usado em sentido figurado, expressando uma circunstância de modo. II. O pronome “eles” foi usado como elemento de coesão, referindo-se a um termo anteriormente expresso. II. O termo “hobbies” foi usado em itálico para assinalar o emprego de um estrangeirismo. V. A expressão “ao final do expediente” foi usada como uma circunstância de tempo e, por estar antecipada, deve ser separada por vírgula. V. As expressões “suas casas”, “suas famílias”, “seus hobbies” constituem um paralelismo sintático, pois foram usadas com a mesma função.
Estão CORRETAS as afirmativas  
Alternativas
Q2474479 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão que a ele se refere.


Texto 01

Uma vida “Lagom” 
Luciana Pianaro

Sou administradora por formação e, durante alguns anos, antes de me descobrir empreendedora, trabalhei em uma multinacional sueca fabricante de caminhões e de ônibus: a Volvo. Comecei estagiária, fui temporária e, por fim, contratada, sendo meu único registro na carteira de trabalho em toda a minha trajetória profissional. Aquela companhia foi minha grande escola de gestão. E foi nessa fábrica escandinava que eu entendi o valor de uma cultura, tanto a cultura empresarial, quanto a cultura de um povo.

Trabalhei com muitos suecos e guardo com carinho boas lembranças e amigos que mantenho até hoje. Inclusive na fábrica, pois atuei muito tempo acompanhando a produção de veículos. Na Volvo, eu aprendi o valor da organização, dos processos, da eficiência, do equilíbrioJ Ao contrário de nós, brasileiros, os suecos não trabalhavam além da conta. Ao final do expediente, religiosamente, eles partiam para suas casas, suas famílias, seus hobbies. E isso não é à toa.

A Suécia tem na sua cultura um conceito de vida chamado lagom (muito similar ao hygge, dos dinamarqueses), que significa “o suficiente”; nem muito, nem pouco. É o adequado, moderado, equilibrado. Significa não ostentar, não mostrar superioridade e sucesso pelas posses materiais. É não ser apenas moderno ou apenas clássico. É não comprar por impulso nem acumular sem usar. Seguir o lagom significa trabalhar o necessário e com foco, transformando eficiência em resultado. E ter tempo para cuidar da vida pessoal, do corpo, da mente e da família.

Naquele país escandinavo tão frio, lagom é estado de espírito. E é um dos principais fatores que produzem o bemestar daquele povo, reconhecido como um dos mais felizes do globo. Vivenciar o lagom seria o equivalente a viver o “caminho do meio” de Buda e ter a “vida justa” de Aristóteles.

Vale ressaltar que o lagom não se opõe à ambição, à modernidade, à arquitetura arrojada, à boa comida nem aos gostos refinados. Apenas nos aconselha a viver cada momento de forma moderada, para não comprometer os acontecimentos futuros. Lagom representa “o suficiente”, em contraste com o “quanto mais melhor” que está destruindo nossa sociedade ocidental com tantos acúmulos. [...] Viver uma vida simples não se trata de ter uma existência simplória, que se contenta com o menos. Uma vida simples é moderada, justa e feliz. Suficiente e única para cada um.

Disponível em: https://vidasimples.com/. Acesso em: 5 mar. 2024. Adaptado.

Das expressões usadas no texto, a que está em desacordo com o modo de vida “lagom” é
Alternativas
Q2474357 Português
Em uma notícia jornalística, o fator de textualidade mais importante para garantir a compreensão dos leitores é a
Alternativas
Q2474351 Português
Leia o Texto 1 para responder à questão.

Texto 1

Olhava para o espelho, ia de um lado para outro, recuava, gesticulava, sorria, e o vidro exprimia tudo. Não era mais um autômato, era um ente animado. Daí em diante, fui outro. Cada dia, a uma certa hora, vestia-me de alferes, e sentava-me diante do espelho, lendo, olhando, meditando; no fim de duas, três horas, despia-me outra vez. Com este regime pude atravessar mais seis dias de solidão, sem os sentir... Quando os outros voltaram a si, o narrador tinha descido as escadas.

ASSIS, Machado de. O espelho. In: ____. Contos: uma antologia – Volume I. São Paulo: Companhia das Letras, 2004, 2ª edição, pág. 401-410.
Na passagem "Olhava para o espelho, ia de um lado para outro, recuava, gesticulava, sorria, e o vidro exprimia tudo. Não era mais um autômato, era um ente animado. Daí em diante, fui outro. Cada dia, a uma certa hora, vestia-me de alferes, e sentava-me diante do espelho, lendo, olhando, meditando; no fim de duas, três horas, despia-me outra vez. Com este regime pude atravessar mais seis dias de solidão, sem os sentir... Quando os outros voltaram a si, o narrador tinha descido as escadas", qual é a progressão temática observada? 
Alternativas
Q2474346 Português
Leia o texto a seguir.


Imagem associada para resolução da questão
Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=3y134jBEChw>. Acesso em: 6 mar. 2024.


A imagem foi divulgada nas páginas oficiais da Prefeitura de Aparecida de Goiânia para fomentar o combate à dengue. A presença da serpente na campanha foi utilizada para
Alternativas
Q2474342 Português
Entre os tipos de falácia no processo de argumentação e contra argumentação, aquela que se define por assumir a forma de ataque pessoal ao interlocutor é chamada de
Alternativas
Q2474341 Português

Leia a charge a seguir.


Imagem associada para resolução da questão


Disponível em: <https://opopular.com.br/opiniao/charges/charge-jorge-braga1.3102490>. Acesso em: 6 mar. 2024.


Em relação à charge de Jorge Braga, a comicidade ocorre por meio da

Alternativas
Q2474338 Português

Leia o texto a seguir.

 Amaro Leite, fundada pelo bandeirante que lhe deu o nome, era uma povoação cadavérica do então anêmico sertão goiano. Da cidade de outrora, só restava uma meia dúzia de casas velhas, sujas, arruinadas, tocaiando o tempo, na dobra da serra imensa. E na embriaguez do silêncio purulento de ruínas, relembrava glórias mortas, tropel de bandeiras, lufa-lufa dos escravos minerando nos arredores auríferos.
[...] ÉLIS, Bernardo. A crueldade benéfica de Tambiú: In: Ermos e gerais. São Paulo: Martins Fontes, 2005.

A passagem inicial de “A crueldade benéfica de Tamiú”, conto de Bernardo Élis, publicado na antologia Ermos e gerais, é definida como um trecho descritivo por

Alternativas
Q2474299 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 03 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 03

A idade de ser feliz
Mário Quintana

Existe somente uma idade para a gente ser feliz, somente uma época na vida de cada pessoa em que é possível sonhar e fazer planos e ter energia bastante para realizá-los a despeito de todas as dificuldades e obstáculos. Uma só idade para a gente se encantar com a vida e viver apaixonadamente e desfrutar tudo com toda intensidade sem medo nem culpa de sentir prazer.
Fase dourada em que a gente pode criar e recriar a vida à nossa própria imagem e semelhança e vestir-se com todas as cores e experimentar todos os sabores e entregar-se a todos os amores sem preconceito nem pudor. Tempo de entusiasmo e coragem em que todo desafio é mais um convite à luta que a gente enfrenta com toda disposição de tentar algo novo, de novo e de novo, e quantas vezes for preciso. Essa idade tão fugaz na vida da gente chama-se presente e tem a duração do instante que passa.

Disponível em: https://poemas.hlera.com.br/mario-quintana/. Acesso em: 16 fev. 2024.




Analise a alternativa que está em desacordo com as ideias que se podem inferir do texto.  
Alternativas
Q2474297 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 02



Disponível em: https://www.uece.br/. Acesso em: 16 fev. 2024. 

Sobre o termo “escandalosamente”, presente na fala do último quadro, analise as seguintes afirmativas:


I. Alteraria o sentido da fala, se fosse retirado.


II. Formou-se pelo processo de derivação sufixal.


III. Compôs-se pela justaposição de dois radicais.


IV. Funciona como um operador argumentativo.


V. Pertence à classe gramatical dos advérbios.


Estão CORRETAS as afirmativas  

Alternativas
Q2474293 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 01



Filosofia de padaria e o tempo das coisas


[...] Você já fez um pão? Posso dizer que sou padeiro amador. A panificação me ensinou que pra comer croissant ou panettone, tenho que dedicar 24 horas para produzi-los, e pra comer minha massa de pizza, 48 horas. Mas, no mundo do encurtamento das distâncias, você pode comê-los daqui a 10 minutinhos, sem sujar as mãos.

Ou seja, ao panificar, aprendi que pães são feitos de tempo. E o valor das coisas é medido pela quantidade de tempo que dedicamos a elas. Com toda atenção e paciência de que precisam. É por isso que filhos são preciosos, carreiras longevas são inestimáveis e relações duradouras não têm preço. Porque exigem nossa dedicação constante e duradoura. Porque é preciso regar, nutrir, suster e cuidar [...].


Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/. Acesso em: 16 fev. 2024. Adaptado.

Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista as ideias veiculadas no texto.


I. Percebe-se a ideia de que o valor daquilo que se faz reside na quantidade de tempo dedicada para fazê-lo.


II. Verifica-se uma analogia entre o ato de fazer pães e o modo como se age na vida.


III. Conclui-se que aquilo a que se dedica mais tempo constitui o que há de mais valoroso na vida.


IV. Nota-se que criar filhos, construir uma carreira e relações duradouras requer cuidado e dedicação contínua, o que, consequentemente, exige tempo.


V. Observa-se que o termo “filosofia de padaria foi usado para caracterizar reflexões e conhecimentos menores, sem muita importância.


Estão CORRETAS as afirmativas

Alternativas
Q2474173 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão que a ele se refere.

Texto 01

“Parem o mundo, eu quero descer”

Há cerca de dois meses, após sete anos de profissão, foi exatamente isso que decidi fazer. Não foi uma escolha fácil, mas percebi que era necessário dar uma pausa para cuidar de mim: do meu corpo, da minha mente, da minha saúde e, principalmente, do ritmo do meu dia a dia.
Assim como muitos aqui, sempre busquei mais: mais conquistas acadêmicas, mais conhecimento, mais cursos, mais trabalho, mais salário, mais cargos, mais reconhecimentos...
      Porém, no turbilhão do dia a dia, os anos passaram voando. E lá se foram dois anos de intercâmbio em países diferentes, graduação, pós-graduação e anos de experiência profissional, sendo cinco deles no mercado financeiro – para quem faz parte desse mundo, sabe a loucura que é a Faria Lima.
Sou extremamente grata a todas essas etapas que me levaram até aqui, mas a rotina tomou conta e percebi que havia perdido um pouco de mim nesse processo. Não me identifico como “Faria Limer”, tampouco sou a mesma menina que ingressou em jornalismo anos atrás. [...]
Crises de enxaqueca e noites de insônia se tornaram cada vez mais frequentes. Imagine como seria daqui a 5, 10, 15 anos? Por isso, decidi parar o mundo e descer dele por um tempo. Neste momento, estou oficialmente dando uma “pausa”. Para mim, o ideal seria ter um luxuoso período sabático, mas, por enquanto, estou dando uma pausa, ao menos, do mundo corporativo e vivendo de freelances.
E como essa desaceleração já fez diferença! Percebi que esse universo de horas a fio na frente de um computador, reuniões diárias, fechamentos e metas já não me satisfazem. E, apesar de sentir medo (e muito!), decidi iniciar uma transição de carreira para algo que sempre despertou minha curiosidade. Comecei cursos relacionados às terapias e pretendo, no próximo ano, iniciar uma faculdade de psicologia.
Não sei o que os próximos meses, quiçá anos, me reservam, mas sei que me reconectar comigo mesma, com um dia a dia mais simples e tranquilo, ao lado do meu cachorro, tem valido mais do que qualquer bônus já recebido. [...]

Disponível em: https://vidasimples.com/. Acesso em: 5 mar. 2024. Adaptado.
Analise as afirmativas, tendo em vista as ideias que se podem inferir do texto.

I. As mudanças de vida, embora às vezes sejam necessárias, geram temor.
II. As pessoas e os seus objetivos de vida mudam com o passar do tempo.
III. A insatisfação com a própria vida pode levar as pessoas ao adoecimento.
IV. O sucesso profissional é sempre almejado, em qualquer etapa da vida.
V. A segurança financeira não pode ser negligenciada em qualquer hipótese.

Estão CORRETAS as afirmativas
Alternativas
Q2474145 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.

Texto 01

A bola

Luís Fernando Verissimo
O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua primeira bola do pai. Uma número 5 sem tento oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola.
O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse “Legal!”. Ou o que os garotos dizem hoje em dia quando gostam do presente ou não querem magoar o velho. Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.
— Como é que liga? — perguntou.
— Como, como é que liga? Não se liga.
O garoto procurou dentro do papel de embrulho.
— Não tem manual de instrução?
O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos são decididamente outros.
— Não precisa manual de instrução.
— O que é que ela faz?
— Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela.
— O quê?
— Controla, chuta...
— Ah, então é uma bola.
— Claro que é uma bola.
— Uma bola, bola. Uma bola mesmo.
— Você pensou que fosse o quê?
— Nada, não.
O garoto agradeceu, disse “Legal” de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da tevê, com a bola nova do lado, manejando os controles de um videogame. Algo chamado Monster Baú, em que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de bip eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentavam se destruir mutuamente. O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio rápido. Estava ganhando da máquina.
O pai pegou a bola nova e ensaiou algumas embaixadas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.
— Filho, olha.
O garoto disse “Legal”, mas não desviou os olhos da tela. O pai segurou a bola com as mãos e a cheirou, tentando recapturar mentalmente o cheiro de couro. A bola cheirava a nada. Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês, para a garotada se interessar.

Disponível em: https://www.escrevendoofuturo.org.br/. Acesso em: 5 mar. 2024.

O uso do termo “legal” pelo garoto indica que ele


Alternativas
Q2474144 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.

Texto 01

A bola

Luís Fernando Verissimo
O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua primeira bola do pai. Uma número 5 sem tento oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola.
O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse “Legal!”. Ou o que os garotos dizem hoje em dia quando gostam do presente ou não querem magoar o velho. Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.
— Como é que liga? — perguntou.
— Como, como é que liga? Não se liga.
O garoto procurou dentro do papel de embrulho.
— Não tem manual de instrução?
O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos são decididamente outros.
— Não precisa manual de instrução.
— O que é que ela faz?
— Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela.
— O quê?
— Controla, chuta...
— Ah, então é uma bola.
— Claro que é uma bola.
— Uma bola, bola. Uma bola mesmo.
— Você pensou que fosse o quê?
— Nada, não.
O garoto agradeceu, disse “Legal” de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da tevê, com a bola nova do lado, manejando os controles de um videogame. Algo chamado Monster Baú, em que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de bip eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentavam se destruir mutuamente. O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio rápido. Estava ganhando da máquina.
O pai pegou a bola nova e ensaiou algumas embaixadas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.
— Filho, olha.
O garoto disse “Legal”, mas não desviou os olhos da tela. O pai segurou a bola com as mãos e a cheirou, tentando recapturar mentalmente o cheiro de couro. A bola cheirava a nada. Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês, para a garotada se interessar.

Disponível em: https://www.escrevendoofuturo.org.br/. Acesso em: 5 mar. 2024.
No primeiro parágrafo, ao caracterizar a bola que ganhara na infância, o pai afirma que era “Uma número 5 sem tento oficial de couro”, o que significa que a bola
Alternativas
Q2474143 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.

Texto 01

A bola

Luís Fernando Verissimo
O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua primeira bola do pai. Uma número 5 sem tento oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola.
O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse “Legal!”. Ou o que os garotos dizem hoje em dia quando gostam do presente ou não querem magoar o velho. Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.
— Como é que liga? — perguntou.
— Como, como é que liga? Não se liga.
O garoto procurou dentro do papel de embrulho.
— Não tem manual de instrução?
O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos são decididamente outros.
— Não precisa manual de instrução.
— O que é que ela faz?
— Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela.
— O quê?
— Controla, chuta...
— Ah, então é uma bola.
— Claro que é uma bola.
— Uma bola, bola. Uma bola mesmo.
— Você pensou que fosse o quê?
— Nada, não.
O garoto agradeceu, disse “Legal” de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da tevê, com a bola nova do lado, manejando os controles de um videogame. Algo chamado Monster Baú, em que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de bip eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentavam se destruir mutuamente. O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio rápido. Estava ganhando da máquina.
O pai pegou a bola nova e ensaiou algumas embaixadas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.
— Filho, olha.
O garoto disse “Legal”, mas não desviou os olhos da tela. O pai segurou a bola com as mãos e a cheirou, tentando recapturar mentalmente o cheiro de couro. A bola cheirava a nada. Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês, para a garotada se interessar.

Disponível em: https://www.escrevendoofuturo.org.br/. Acesso em: 5 mar. 2024.
Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista as ideias que se podem inferir do texto.

I- O pai presenteou o filho pensando no presente que ele [o pai] ganhou na sua infância e que o fez sentir-se feliz.
II- O filho sentiu-se imensamente feliz com o presente que seu pai, com muito carinho, ofereceu-lhe.
III- O filho, ao receber o presente do pai, teve uma reação de quem não conhecia, de fato, o brinquedo que ganhou.
IV- O pai percebeu que os garotos de hoje se divertem de maneira diferente em comparação aos garotos de antigamente.
V- O filho mostrou-se hábil ao se divertir com o seu brinquedo preferido, e o pai também demonstrou habilidade no manejo da bola, seu brinquedo preferido na infância.

Estão CORRETAS as afirmativas
Alternativas
Q2474060 Português
Não há ciência sem imaginação nem arte sem fato

     A inter-relação entre arte e ciência é essencial para o saber. Para a economia e a inovação. E, principalmente, para a nossa vida cotidiana.
     O raciocínio lógico exigido pela ciência e a criatividade e capacidade de reflexão e abstração essenciais na arte fazem muito sentido quando conectados, sendo cada dia mais imprescindíveis em nossa comunidade.
    Essa convergência nem de perto se limita a esferas acadêmicas, mas se estende para diversas áreas da vida cotidiana, moldando experiências e influenciando inovações. Vamos além: sociologia, política, arquitetura, psicologia, antropologia etc.
     Em meu trabalho como explorador e fotógrafo, preciso considerar como a arte e a ciência são estimuladas nas comunidades que visito. Todas as influências acabam por estar presentes nas imagens. As minhas experiências em campo em alguns países me mostram que sociedades que estimulam a arte e a ciência são mais inovadoras na busca de resolução de problemas, tendem a desenvolver uma economia mais dinâmica e são mais democráticas.
      O título deste artigo é uma frase do escritor russo Vladimir Nabokov (1899-1977), conhecedor de que narrativas literárias que exploram questões éticas, sociais e filosóficas, sempre que ancoradas em princípios científicos, contribuem para uma compreensão mais profunda da natureza humana. Essas histórias influenciam a percepção e a interação das pessoas em suas comunidades. [...]   

(Por Marcio Pimenta, explorador e fotógrafo da National Geographic Society. GZH Opinião. Em: 29/02/2024.)
Considerando o trecho destacado em “Essa convergência nem de perto se limita a esferas acadêmicas, mas se estende para diversas áreas da vida cotidiana, moldando experiências e influenciando inovações.” (3º§), pode-se afirmar que:
Alternativas
Q2474055 Português
Não há ciência sem imaginação nem arte sem fato

     A inter-relação entre arte e ciência é essencial para o saber. Para a economia e a inovação. E, principalmente, para a nossa vida cotidiana.
     O raciocínio lógico exigido pela ciência e a criatividade e capacidade de reflexão e abstração essenciais na arte fazem muito sentido quando conectados, sendo cada dia mais imprescindíveis em nossa comunidade.
    Essa convergência nem de perto se limita a esferas acadêmicas, mas se estende para diversas áreas da vida cotidiana, moldando experiências e influenciando inovações. Vamos além: sociologia, política, arquitetura, psicologia, antropologia etc.
     Em meu trabalho como explorador e fotógrafo, preciso considerar como a arte e a ciência são estimuladas nas comunidades que visito. Todas as influências acabam por estar presentes nas imagens. As minhas experiências em campo em alguns países me mostram que sociedades que estimulam a arte e a ciência são mais inovadoras na busca de resolução de problemas, tendem a desenvolver uma economia mais dinâmica e são mais democráticas.
      O título deste artigo é uma frase do escritor russo Vladimir Nabokov (1899-1977), conhecedor de que narrativas literárias que exploram questões éticas, sociais e filosóficas, sempre que ancoradas em princípios científicos, contribuem para uma compreensão mais profunda da natureza humana. Essas histórias influenciam a percepção e a interação das pessoas em suas comunidades. [...]   

(Por Marcio Pimenta, explorador e fotógrafo da National Geographic Society. GZH Opinião. Em: 29/02/2024.)
O trecho do texto que confirma o sentido expresso pelo título atribuído ao texto está corretamente indicado em:
Alternativas
Q2474054 Português
Não há ciência sem imaginação nem arte sem fato

     A inter-relação entre arte e ciência é essencial para o saber. Para a economia e a inovação. E, principalmente, para a nossa vida cotidiana.
     O raciocínio lógico exigido pela ciência e a criatividade e capacidade de reflexão e abstração essenciais na arte fazem muito sentido quando conectados, sendo cada dia mais imprescindíveis em nossa comunidade.
    Essa convergência nem de perto se limita a esferas acadêmicas, mas se estende para diversas áreas da vida cotidiana, moldando experiências e influenciando inovações. Vamos além: sociologia, política, arquitetura, psicologia, antropologia etc.
     Em meu trabalho como explorador e fotógrafo, preciso considerar como a arte e a ciência são estimuladas nas comunidades que visito. Todas as influências acabam por estar presentes nas imagens. As minhas experiências em campo em alguns países me mostram que sociedades que estimulam a arte e a ciência são mais inovadoras na busca de resolução de problemas, tendem a desenvolver uma economia mais dinâmica e são mais democráticas.
      O título deste artigo é uma frase do escritor russo Vladimir Nabokov (1899-1977), conhecedor de que narrativas literárias que exploram questões éticas, sociais e filosóficas, sempre que ancoradas em princípios científicos, contribuem para uma compreensão mais profunda da natureza humana. Essas histórias influenciam a percepção e a interação das pessoas em suas comunidades. [...]   

(Por Marcio Pimenta, explorador e fotógrafo da National Geographic Society. GZH Opinião. Em: 29/02/2024.)
Pode-se afirmar que entre as ideias estabelecidas no título do texto entre “ciência” e “arte” ocorre uma relação de:
Alternativas
Respostas
7541: B
7542: D
7543: E
7544: D
7545: A
7546: D
7547: C
7548: A
7549: D
7550: D
7551: E
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7553: C
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7555: E
7556: B
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7558: D
7559: D
7560: B