Questões de Concurso Comentadas sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q2438472 Português
TEXTO PARA RESPONDER À QUESTÃO.

CAPTURA E VENDA DE CARANGUEJO ESTÃO PROIBIDAS NO PARÁ

Por Lissa de Alexandria, g1 Pará — Belém . 15/01/2024 10h16

    O Estado do Pará entrou no primeiro período de defeso do Caranguejo-uçá, que visa garantir a reprodução e a proteção dos animais. A primeira fase iniciou junto à lua nova, no dia 12 e segue até 17 de janeiro.
    Os demais períodos que serão proibidas a captura e a venda de caranguejo sem declaração de estoque serão nas próximas luas em sua fase "nova":
    Nessa fase de lua nova, os animais aproveitam para saírem das suas tocas, para acasalamento e liberação dos ovos, tornando-se presas fáceis aos pescadores e catadores, e também por esse comportamento são protegidos para reprodução da espécie.
    Feiras da grande Belém passam por fiscalização e ações são realizadas no interior do Estado do Pará para coibir a prática de captura, transporte, beneficiamento, industrialização e comercialização do animal nos períodos de defeso.
    (...)
    O produto da captura apreendido, quando vivo, deve ser liberado, de preferência, no habitat natural, no manguezal. Aos infratores devem ser aplicadas as penalidades e as sanções previstas na Lei.

(Texto adaptado)
Segundo o texto, na fase da lua nova, o caranguejo-uçá
Alternativas
Q2438471 Português
TEXTO PARA RESPONDER À QUESTÃO.

CAPTURA E VENDA DE CARANGUEJO ESTÃO PROIBIDAS NO PARÁ

Por Lissa de Alexandria, g1 Pará — Belém . 15/01/2024 10h16

    O Estado do Pará entrou no primeiro período de defeso do Caranguejo-uçá, que visa garantir a reprodução e a proteção dos animais. A primeira fase iniciou junto à lua nova, no dia 12 e segue até 17 de janeiro.
    Os demais períodos que serão proibidas a captura e a venda de caranguejo sem declaração de estoque serão nas próximas luas em sua fase "nova":
    Nessa fase de lua nova, os animais aproveitam para saírem das suas tocas, para acasalamento e liberação dos ovos, tornando-se presas fáceis aos pescadores e catadores, e também por esse comportamento são protegidos para reprodução da espécie.
    Feiras da grande Belém passam por fiscalização e ações são realizadas no interior do Estado do Pará para coibir a prática de captura, transporte, beneficiamento, industrialização e comercialização do animal nos períodos de defeso.
    (...)
    O produto da captura apreendido, quando vivo, deve ser liberado, de preferência, no habitat natural, no manguezal. Aos infratores devem ser aplicadas as penalidades e as sanções previstas na Lei.

(Texto adaptado)
O texto informa que
Alternativas
Q2438346 Português
Leia o Texto 2 e responda à questão.

Texto 2


Geração TikTok: nova geração não consegue ouvir músicas com mais de 3 minutos

Geração TikTok e a audição ansiosa: o que mudou no mundo da música?

       De acordo com as principais plataformas de streaming de música (Amazon Music, Deezer e Spotify), a Geração TikTok, ou seja, a Geração Z, considera músicas com mais de 3 minutos muito longas. No geral, as canções com até 2 minutos e 30 segundos são as mais consumidas por esse público.
          Esse fenômeno já ganhou um nome, “audição ansiosa”, e está mudando a forma como os artistas produzem suas músicas. Agora, quem não cria uma canção que vai direto ao ponto perde ouvintes nos primeiros segundos — algo que pode parecer muito estranho para o público da época de Faroeste Caboclo, November Rain e Stairway to Heaven.
      O motivo dessa preferência por músicas menores parece ser um reflexo das redes sociais, especialmente o TikTok. Há tempos, os conteúdos nas redes sociais são apresentados de forma extremamente rápida.
        Por exemplo, o Twitter aceita pouco texto, o TikTok aceita vídeos de no máximo 3 minutos, o WhatsApp e as plataformas de streaming de vídeo e música possuem a opção de reprodução acelerada. Por isso, os tutoriais de 15 minutos do YouTube estão perdendo espaço para conteúdo de 15 segundos no TikTok. Como resultado, a Geração Z está mais ansiosa e não tem paciência para apreciar músicas mais longas.


PONTES, Márcio Miranda. Geração TikTok e a audição ansiosa: o que
mudou no mundo da música? Disponível em:
<https://www.sabra.org.br/site/geracao-tiktok>. Acesso em: 9 fev.
2024. [Adaptado]. 
No trecho “O motivo dessa preferência por músicas menores parece ser um reflexo das redes sociais, especialmente o TikTok”, a locução verbal indica que, em relação ao que está afirmando, o enunciador: 
Alternativas
Q2438345 Português
Leia o Texto 2 e responda à questão.

Texto 2


Geração TikTok: nova geração não consegue ouvir músicas com mais de 3 minutos

Geração TikTok e a audição ansiosa: o que mudou no mundo da música?

       De acordo com as principais plataformas de streaming de música (Amazon Music, Deezer e Spotify), a Geração TikTok, ou seja, a Geração Z, considera músicas com mais de 3 minutos muito longas. No geral, as canções com até 2 minutos e 30 segundos são as mais consumidas por esse público.
          Esse fenômeno já ganhou um nome, “audição ansiosa”, e está mudando a forma como os artistas produzem suas músicas. Agora, quem não cria uma canção que vai direto ao ponto perde ouvintes nos primeiros segundos — algo que pode parecer muito estranho para o público da época de Faroeste Caboclo, November Rain e Stairway to Heaven.
      O motivo dessa preferência por músicas menores parece ser um reflexo das redes sociais, especialmente o TikTok. Há tempos, os conteúdos nas redes sociais são apresentados de forma extremamente rápida.
        Por exemplo, o Twitter aceita pouco texto, o TikTok aceita vídeos de no máximo 3 minutos, o WhatsApp e as plataformas de streaming de vídeo e música possuem a opção de reprodução acelerada. Por isso, os tutoriais de 15 minutos do YouTube estão perdendo espaço para conteúdo de 15 segundos no TikTok. Como resultado, a Geração Z está mais ansiosa e não tem paciência para apreciar músicas mais longas.


PONTES, Márcio Miranda. Geração TikTok e a audição ansiosa: o que
mudou no mundo da música? Disponível em:
<https://www.sabra.org.br/site/geracao-tiktok>. Acesso em: 9 fev.
2024. [Adaptado]. 
De acordo com suas características estruturais e o conteúdo abordado, a função social e o principal objetivo do texto é:
Alternativas
Q2438343 Português
Leia o Texto 1 e responda à questão. 


Texto 1


    O ano é 1975, são cinco horas da manhã e meu pai veio me acordar para viajarmos para a praia. A ansiedade por esta viagem impediu que eu tivesse uma boa noite de sono. Viajar para a praia na década de 1970 era uma grande aventura, que começava pelo carro que levava seis pessoas e mais a bagagem. Até hoje não consigo entender como isto era possível – quatro filhos mais pai e mãe dentro de uma Variant.
    Nesta época, meu sonho de consumo era ter um kichute, um tênis de beleza duvidosa, que era a sensação de minha geração. Fazíamos as pesquisas da escola em enciclopédias – a Barsa e a Delta Larousse – e não tínhamos a possibilidade de usar a estratégia Ctrl C/Ctrl V, era tudo copiado na mão mesmo.
      Escrevíamos cartas para nos comunicar com os amigos distantes e alguns ainda tinham o hábito de fazer diários. Na faculdade, usávamos o sistema Comut para conseguir um artigo que poderia levar meses para chegar em nossas mãos e a internet ou os primórdios dela era discada.
     Se você se identificou com estas lembranças, provavelmente faz parte da Geração Baby Boomers (nascidos entre 1946 e 1964) ou da Geração X (1965-1980) que viajava no “chiqueirinho” do Fusca (parte traseira do carro) e não sabia por que os automóveis vinham com cinto de segurança.
     Cada época é marcada por determinados acontecimentos culturais, políticos, sociais e econômicos que impactam o contexto de vida, a visão de mundo e a forma de se relacionar das pessoas que nascem e vivem em determinado período. Essa é a ideia que embasa a divisão por grupos geracionais.
     Não há um consenso sobre o ano em que começa e termina cada um, mas uma divisão possível para esses grupos é, além dos Baby Boomers e da Geração X, a Geração Y ou Millennials (1981-1996), a Geração Z (1997-2010) e, ainda, a Geração Alfa, que compreende os nascidos a partir de 2010. 


TOURINHO FILHO, Hugo. Conflito de gerações e a arte de ensinar na sociedade contemporânea. Disponível em: https://jornal.usp.br/artigos/ conflito-de-geracoes-e-a-arte-de-ensinar-na-sociedade-contemporanea/. Acesso em: 9 fev. 2024. [Adaptado]. 
No quinto parágrafo, o pronome demonstrativo “Essa” funciona como mecanismo de coesão: 
Alternativas
Q2438342 Português
Leia o Texto 1 e responda à questão. 


Texto 1


    O ano é 1975, são cinco horas da manhã e meu pai veio me acordar para viajarmos para a praia. A ansiedade por esta viagem impediu que eu tivesse uma boa noite de sono. Viajar para a praia na década de 1970 era uma grande aventura, que começava pelo carro que levava seis pessoas e mais a bagagem. Até hoje não consigo entender como isto era possível – quatro filhos mais pai e mãe dentro de uma Variant.
    Nesta época, meu sonho de consumo era ter um kichute, um tênis de beleza duvidosa, que era a sensação de minha geração. Fazíamos as pesquisas da escola em enciclopédias – a Barsa e a Delta Larousse – e não tínhamos a possibilidade de usar a estratégia Ctrl C/Ctrl V, era tudo copiado na mão mesmo.
      Escrevíamos cartas para nos comunicar com os amigos distantes e alguns ainda tinham o hábito de fazer diários. Na faculdade, usávamos o sistema Comut para conseguir um artigo que poderia levar meses para chegar em nossas mãos e a internet ou os primórdios dela era discada.
     Se você se identificou com estas lembranças, provavelmente faz parte da Geração Baby Boomers (nascidos entre 1946 e 1964) ou da Geração X (1965-1980) que viajava no “chiqueirinho” do Fusca (parte traseira do carro) e não sabia por que os automóveis vinham com cinto de segurança.
     Cada época é marcada por determinados acontecimentos culturais, políticos, sociais e econômicos que impactam o contexto de vida, a visão de mundo e a forma de se relacionar das pessoas que nascem e vivem em determinado período. Essa é a ideia que embasa a divisão por grupos geracionais.
     Não há um consenso sobre o ano em que começa e termina cada um, mas uma divisão possível para esses grupos é, além dos Baby Boomers e da Geração X, a Geração Y ou Millennials (1981-1996), a Geração Z (1997-2010) e, ainda, a Geração Alfa, que compreende os nascidos a partir de 2010. 


TOURINHO FILHO, Hugo. Conflito de gerações e a arte de ensinar na sociedade contemporânea. Disponível em: https://jornal.usp.br/artigos/ conflito-de-geracoes-e-a-arte-de-ensinar-na-sociedade-contemporanea/. Acesso em: 9 fev. 2024. [Adaptado]. 
Quanto ao modo de organização, no excerto, predomina a sequência linguística: 
Alternativas
Q2438341 Português
Leia o Texto 1 e responda à questão. 


Texto 1


    O ano é 1975, são cinco horas da manhã e meu pai veio me acordar para viajarmos para a praia. A ansiedade por esta viagem impediu que eu tivesse uma boa noite de sono. Viajar para a praia na década de 1970 era uma grande aventura, que começava pelo carro que levava seis pessoas e mais a bagagem. Até hoje não consigo entender como isto era possível – quatro filhos mais pai e mãe dentro de uma Variant.
    Nesta época, meu sonho de consumo era ter um kichute, um tênis de beleza duvidosa, que era a sensação de minha geração. Fazíamos as pesquisas da escola em enciclopédias – a Barsa e a Delta Larousse – e não tínhamos a possibilidade de usar a estratégia Ctrl C/Ctrl V, era tudo copiado na mão mesmo.
      Escrevíamos cartas para nos comunicar com os amigos distantes e alguns ainda tinham o hábito de fazer diários. Na faculdade, usávamos o sistema Comut para conseguir um artigo que poderia levar meses para chegar em nossas mãos e a internet ou os primórdios dela era discada.
     Se você se identificou com estas lembranças, provavelmente faz parte da Geração Baby Boomers (nascidos entre 1946 e 1964) ou da Geração X (1965-1980) que viajava no “chiqueirinho” do Fusca (parte traseira do carro) e não sabia por que os automóveis vinham com cinto de segurança.
     Cada época é marcada por determinados acontecimentos culturais, políticos, sociais e econômicos que impactam o contexto de vida, a visão de mundo e a forma de se relacionar das pessoas que nascem e vivem em determinado período. Essa é a ideia que embasa a divisão por grupos geracionais.
     Não há um consenso sobre o ano em que começa e termina cada um, mas uma divisão possível para esses grupos é, além dos Baby Boomers e da Geração X, a Geração Y ou Millennials (1981-1996), a Geração Z (1997-2010) e, ainda, a Geração Alfa, que compreende os nascidos a partir de 2010. 


TOURINHO FILHO, Hugo. Conflito de gerações e a arte de ensinar na sociedade contemporânea. Disponível em: https://jornal.usp.br/artigos/ conflito-de-geracoes-e-a-arte-de-ensinar-na-sociedade-contemporanea/. Acesso em: 9 fev. 2024. [Adaptado]. 
O excerto textual se desenvolve em torno do tema:
Alternativas
Q2438317 Português
Na frase “Todo voto é útil. Ou não foi útil o voto dado ao rinoceronte ‘Cacareco’ nas eleições municipais, alguns anos atrás?”, Ingedore Koch (1999) destaca haver orientações discursivas diferentes nos enunciados, sendo que “o segundo procura provocar o leitor/ouvinte para levá-lo a modificar sua opinião ou, simplesmente, aceitar a opinião expressa no primeiro”. Tem-se, nesse exemplo, um caso de:
Alternativas
Q2438043 Português
       Em uma labareda de chamas e fumaça, a SpaceX lançou o maior foguete já construído e enviou a nave Starship para o espaço – mas depois o veículo acabou destruído. Embora a missão completa não tenha sido concluída, o lançamento representa um passo importante para o foguete que a Nasa planeja usar para pousar astronautas na Lua.

        Às 7h03, horário local, em Boca Chica, no estado norte-americano do Texas, o enorme propulsor chamado Super Heavy decolou e se separou com sucesso da espaçonave do estágio superior. Em seguida, o propulsor explodiu ao cair de volta na Terra, em vez de cair no Golfo do México, como previsto. O estágio superior da Starship parecia estar a caminho, em segurança, de um voo ao redor da Terra, em direção ao leste, para circundar o planeta e depois cair no Oceano Pacífico, próximo ao Havaí.

       Mas, minutos depois, a comunicação com a Starship foi perdida. Enquanto a nave subia para o espaço, atingindo 480 mil pés e pouco antes de a SpaceX planejar o desligamento dos motores, o sistema automatizado de terminação de voo foi acionado e destruiu a Starship sobre o Golfo do México.

        “Parabéns às equipes que fizeram progressos no teste de voo de hoje”, disse o administrador da Nasa, Bill Nelson, no X, antigo Twitter, após o lançamento.

      Os lançamentos experimentais da SpaceX geralmente apresentam explosões e contratempos que fazem as pessoas se perguntarem se o voo de teste falhou. Esse lançamento atingiu seus objetivos principais, como atestaram os aplausos da equipe da SpaceX em Hawthorne, Califórnia, durante o lançamento desta manhã. Para que o lançamento de um foguete experimental seja considerado um sucesso, ele deve ter um desempenho melhor do que o teste anterior – e durante o primeiro voo de teste, o foguete ficou fora de controle depois que a Starship não conseguiu se separar e, em seguida, se autodestruiu no ar.

        No voo de hoje, a SpaceX fez uma alteração na forma como ocorre essa separação crítica da espaçonave superior. O estágio superior disparou seus motores segundos antes de as seções do foguete se separarem, um método chamado de “separação de estágio quente” e, notavelmente, funcionou em sua primeira tentativa no mundo real.

       Após essa parte importante do voo, as coisas começaram a desandar. O booster explodiu na descida em vez de disparar seus motores novamente para dar meia-volta e pousar no Golfo. E o estágio superior se destruiu automaticamente devido a um problema durante o voo.

         É difícil acreditar que um programa de voo espacial humano dependeria da explosão repetida de foguetes e naves espaciais. Também é difícil imaginar que os órgãos reguladores estaduais e federais permitiriam isso. Mas essa é a história da SpaceX.



(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/espaco/2023/11/o-segundo-lancamento-do-mega-foguete-da-spacextermina-com-uma-explosao-o-que-acontecera-agora)
“Esse lançamento atingiu seus objetivos principais, COMO atestaram os aplausos da equipe da SpaceX em Hawthorne, Califórnia, durante o lançamento desta manhã”.

Assinale a alternativa que indica CORRETAMENTE a relação de sentido expressa pelo elemento destacado no fragmento.
Alternativas
Q2438042 Português
       Em uma labareda de chamas e fumaça, a SpaceX lançou o maior foguete já construído e enviou a nave Starship para o espaço – mas depois o veículo acabou destruído. Embora a missão completa não tenha sido concluída, o lançamento representa um passo importante para o foguete que a Nasa planeja usar para pousar astronautas na Lua.

        Às 7h03, horário local, em Boca Chica, no estado norte-americano do Texas, o enorme propulsor chamado Super Heavy decolou e se separou com sucesso da espaçonave do estágio superior. Em seguida, o propulsor explodiu ao cair de volta na Terra, em vez de cair no Golfo do México, como previsto. O estágio superior da Starship parecia estar a caminho, em segurança, de um voo ao redor da Terra, em direção ao leste, para circundar o planeta e depois cair no Oceano Pacífico, próximo ao Havaí.

       Mas, minutos depois, a comunicação com a Starship foi perdida. Enquanto a nave subia para o espaço, atingindo 480 mil pés e pouco antes de a SpaceX planejar o desligamento dos motores, o sistema automatizado de terminação de voo foi acionado e destruiu a Starship sobre o Golfo do México.

        “Parabéns às equipes que fizeram progressos no teste de voo de hoje”, disse o administrador da Nasa, Bill Nelson, no X, antigo Twitter, após o lançamento.

      Os lançamentos experimentais da SpaceX geralmente apresentam explosões e contratempos que fazem as pessoas se perguntarem se o voo de teste falhou. Esse lançamento atingiu seus objetivos principais, como atestaram os aplausos da equipe da SpaceX em Hawthorne, Califórnia, durante o lançamento desta manhã. Para que o lançamento de um foguete experimental seja considerado um sucesso, ele deve ter um desempenho melhor do que o teste anterior – e durante o primeiro voo de teste, o foguete ficou fora de controle depois que a Starship não conseguiu se separar e, em seguida, se autodestruiu no ar.

        No voo de hoje, a SpaceX fez uma alteração na forma como ocorre essa separação crítica da espaçonave superior. O estágio superior disparou seus motores segundos antes de as seções do foguete se separarem, um método chamado de “separação de estágio quente” e, notavelmente, funcionou em sua primeira tentativa no mundo real.

       Após essa parte importante do voo, as coisas começaram a desandar. O booster explodiu na descida em vez de disparar seus motores novamente para dar meia-volta e pousar no Golfo. E o estágio superior se destruiu automaticamente devido a um problema durante o voo.

         É difícil acreditar que um programa de voo espacial humano dependeria da explosão repetida de foguetes e naves espaciais. Também é difícil imaginar que os órgãos reguladores estaduais e federais permitiriam isso. Mas essa é a história da SpaceX.



(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/espaco/2023/11/o-segundo-lancamento-do-mega-foguete-da-spacextermina-com-uma-explosao-o-que-acontecera-agora)
De acordo com o texto, o lançamento do segundo foguete da SpaceX:
Alternativas
Q2438041 Português
       Em uma labareda de chamas e fumaça, a SpaceX lançou o maior foguete já construído e enviou a nave Starship para o espaço – mas depois o veículo acabou destruído. Embora a missão completa não tenha sido concluída, o lançamento representa um passo importante para o foguete que a Nasa planeja usar para pousar astronautas na Lua.

        Às 7h03, horário local, em Boca Chica, no estado norte-americano do Texas, o enorme propulsor chamado Super Heavy decolou e se separou com sucesso da espaçonave do estágio superior. Em seguida, o propulsor explodiu ao cair de volta na Terra, em vez de cair no Golfo do México, como previsto. O estágio superior da Starship parecia estar a caminho, em segurança, de um voo ao redor da Terra, em direção ao leste, para circundar o planeta e depois cair no Oceano Pacífico, próximo ao Havaí.

       Mas, minutos depois, a comunicação com a Starship foi perdida. Enquanto a nave subia para o espaço, atingindo 480 mil pés e pouco antes de a SpaceX planejar o desligamento dos motores, o sistema automatizado de terminação de voo foi acionado e destruiu a Starship sobre o Golfo do México.

        “Parabéns às equipes que fizeram progressos no teste de voo de hoje”, disse o administrador da Nasa, Bill Nelson, no X, antigo Twitter, após o lançamento.

      Os lançamentos experimentais da SpaceX geralmente apresentam explosões e contratempos que fazem as pessoas se perguntarem se o voo de teste falhou. Esse lançamento atingiu seus objetivos principais, como atestaram os aplausos da equipe da SpaceX em Hawthorne, Califórnia, durante o lançamento desta manhã. Para que o lançamento de um foguete experimental seja considerado um sucesso, ele deve ter um desempenho melhor do que o teste anterior – e durante o primeiro voo de teste, o foguete ficou fora de controle depois que a Starship não conseguiu se separar e, em seguida, se autodestruiu no ar.

        No voo de hoje, a SpaceX fez uma alteração na forma como ocorre essa separação crítica da espaçonave superior. O estágio superior disparou seus motores segundos antes de as seções do foguete se separarem, um método chamado de “separação de estágio quente” e, notavelmente, funcionou em sua primeira tentativa no mundo real.

       Após essa parte importante do voo, as coisas começaram a desandar. O booster explodiu na descida em vez de disparar seus motores novamente para dar meia-volta e pousar no Golfo. E o estágio superior se destruiu automaticamente devido a um problema durante o voo.

         É difícil acreditar que um programa de voo espacial humano dependeria da explosão repetida de foguetes e naves espaciais. Também é difícil imaginar que os órgãos reguladores estaduais e federais permitiriam isso. Mas essa é a história da SpaceX.



(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/espaco/2023/11/o-segundo-lancamento-do-mega-foguete-da-spacextermina-com-uma-explosao-o-que-acontecera-agora)
Considerando as informações do texto, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.

I – A principal falha do primeiro lançamento da SpaceX foi corrigida no segundo.
II – Todas as missões da SpaceX falham integralmente.
III – O segundo lançamento da SpaceX cumpriu todas as etapas planejadas.
Alternativas
Q2437977 Português
          Os contos populares são tão antigos quanto a própria civilização humana. Uma síntese do falado e do escrito, uma fusão de diferentes versões para a mesma história. O conto da Cinderela, por exemplo, apareceu na China antiga e no Egito antigo. Os detalhes da narrativa mudam dependendo das origens culturais de quem está contando a história. No Egito, o sapatinho da Cinderela é de couro vermelho; já nas Índias Ocidentais é uma fruta-pão e não uma abóbora que é transformada em carruagem. A história da Cinderela que aparece na coleção de contos populares alemães de Jacob e Wilhelm Grimm, publicada pela primeira vez em 1812, pode chocar os familiarizados com a versão de hoje, onde uma empregada doméstica vira princesa.

             Nos relatos dos irmãos Grimm, a heroína se chama Aschenputtel, e seus desejos se realizam não pelo balançar da varinha de uma fada madrinha, mas por uma avelã que cresce no túmulo de sua mãe, que ela rega com suas lágrimas. Quando o príncipe tenta encontrar o delicado pé que irá caber no único sapatinho (que é de ouro e não de cristal), as irmãs não só forçam e gritam para que seus pés entrem, mas os desmembram: uma corta fora o dedão, a outra corta uma parte do calcanhar. E, no final da história, o casamento de Cinderela com o príncipe inclui dois pássaros brancos, que em vez de cantarem alegremente “Cinderela” a caminho do “felizes para sempre”, bicam os olhos das irmãs.

           Os irmãos Grimm publicaram o que se tornaria uma das coleções mais influentes e famosas do folclore mundial. Contos Infantis e Domésticos (Kinder und Hausmärchen), mais tarde intitulados Contos de Grimm, são histórias que definem a infância. Os Grimms, no entanto, haviam montado a coleção como uma antologia acadêmica para estudiosos da cultura alemã, não como uma coleção de histórias para ninar jovens leitores.


(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/cultura/2019/10/contos-de-fadas-irmaos-grimm-criancas-cinderela-brancade-neve-folclore-alemanha)
O texto afirma que a versão da história da Cinderela dos Irmãos Grimm pode chocar aqueles que conhecem a versão atual dela (1º parágrafo). Assinale a alternativa que justifica essa afirmação.
Alternativas
Q2437976 Português
          Os contos populares são tão antigos quanto a própria civilização humana. Uma síntese do falado e do escrito, uma fusão de diferentes versões para a mesma história. O conto da Cinderela, por exemplo, apareceu na China antiga e no Egito antigo. Os detalhes da narrativa mudam dependendo das origens culturais de quem está contando a história. No Egito, o sapatinho da Cinderela é de couro vermelho; já nas Índias Ocidentais é uma fruta-pão e não uma abóbora que é transformada em carruagem. A história da Cinderela que aparece na coleção de contos populares alemães de Jacob e Wilhelm Grimm, publicada pela primeira vez em 1812, pode chocar os familiarizados com a versão de hoje, onde uma empregada doméstica vira princesa.

             Nos relatos dos irmãos Grimm, a heroína se chama Aschenputtel, e seus desejos se realizam não pelo balançar da varinha de uma fada madrinha, mas por uma avelã que cresce no túmulo de sua mãe, que ela rega com suas lágrimas. Quando o príncipe tenta encontrar o delicado pé que irá caber no único sapatinho (que é de ouro e não de cristal), as irmãs não só forçam e gritam para que seus pés entrem, mas os desmembram: uma corta fora o dedão, a outra corta uma parte do calcanhar. E, no final da história, o casamento de Cinderela com o príncipe inclui dois pássaros brancos, que em vez de cantarem alegremente “Cinderela” a caminho do “felizes para sempre”, bicam os olhos das irmãs.

           Os irmãos Grimm publicaram o que se tornaria uma das coleções mais influentes e famosas do folclore mundial. Contos Infantis e Domésticos (Kinder und Hausmärchen), mais tarde intitulados Contos de Grimm, são histórias que definem a infância. Os Grimms, no entanto, haviam montado a coleção como uma antologia acadêmica para estudiosos da cultura alemã, não como uma coleção de histórias para ninar jovens leitores.


(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/cultura/2019/10/contos-de-fadas-irmaos-grimm-criancas-cinderela-brancade-neve-folclore-alemanha)
A partir das informações do texto, assinale a afirmação CORRETA.
Alternativas
Q2437901 Português
Sete bugios são soltos para reforçar população no Parque Nacional da Tijuca


           Ano novo, vida nova. A expressão não poderia ser mais verdadeira para o grupo de sete bugios que no último ano teve sua vida limitada pelas paredes de um recinto e que, logo no segundo dia de 2024, ganhou a liberdade e a floresta. Os bugios estavam desde abril em um recinto de aclimatação dentro do Parque Nacional da Tijuca, no Rio de Janeiro. A soltura, que ocorreu no dia 2 de janeiro, consagra a retomada do esforço, coordenado pelo Refauna, de trazer de volta este primata para a floresta carioca. Os novos moradores da Tijuca se somam com um grupo de oito bugios – também fruto das reintroduções do projeto – numa iniciativa que aos poucos preenche o silêncio e vazio da floresta com seus habitantes originais.

         Os bugios-ruivos (Alouatta guariba) são primatas nativos da Mata Atlântica, com uma distribuição que vai da Bahia até o Rio Grande do Sul e se estende até a Argentina – onde a situação da espécie é particularmente crítica. Historicamente ameaçada pela destruição da Mata Atlântica na costa brasileira, a espécie havia desaparecido das florestas cariocas há mais de um século.

                 O grupo recém-solto é formado por sete indivíduos. Dois adultos – um macho e uma fêmea – com origem e experiência de vida livre, e outros cinco filhotes nascidos em cativeiro no Centro de Primatologia do Estado do Rio de Janeiro (CPRJ), onde estavam os animais. Por estarem presos, foram todos vacinados contra a febre amarela, doença letal para estes macacos.


(Disponível em: https://oeco.org.br/noticias/sete-bugios-sao-soltos-para-reforcar-populacao-no-parque-nacional-da-tijuca/)
Leia as alternativas a seguir e assinale a que contém uma afirmação indicando sentido temporal.
Alternativas
Q2437899 Português
Sete bugios são soltos para reforçar população no Parque Nacional da Tijuca


           Ano novo, vida nova. A expressão não poderia ser mais verdadeira para o grupo de sete bugios que no último ano teve sua vida limitada pelas paredes de um recinto e que, logo no segundo dia de 2024, ganhou a liberdade e a floresta. Os bugios estavam desde abril em um recinto de aclimatação dentro do Parque Nacional da Tijuca, no Rio de Janeiro. A soltura, que ocorreu no dia 2 de janeiro, consagra a retomada do esforço, coordenado pelo Refauna, de trazer de volta este primata para a floresta carioca. Os novos moradores da Tijuca se somam com um grupo de oito bugios – também fruto das reintroduções do projeto – numa iniciativa que aos poucos preenche o silêncio e vazio da floresta com seus habitantes originais.

         Os bugios-ruivos (Alouatta guariba) são primatas nativos da Mata Atlântica, com uma distribuição que vai da Bahia até o Rio Grande do Sul e se estende até a Argentina – onde a situação da espécie é particularmente crítica. Historicamente ameaçada pela destruição da Mata Atlântica na costa brasileira, a espécie havia desaparecido das florestas cariocas há mais de um século.

                 O grupo recém-solto é formado por sete indivíduos. Dois adultos – um macho e uma fêmea – com origem e experiência de vida livre, e outros cinco filhotes nascidos em cativeiro no Centro de Primatologia do Estado do Rio de Janeiro (CPRJ), onde estavam os animais. Por estarem presos, foram todos vacinados contra a febre amarela, doença letal para estes macacos.


(Disponível em: https://oeco.org.br/noticias/sete-bugios-sao-soltos-para-reforcar-populacao-no-parque-nacional-da-tijuca/)
Assinale a alternativa que contém uma palavra do gênero masculino.
Alternativas
Q2437898 Português
Sete bugios são soltos para reforçar população no Parque Nacional da Tijuca


           Ano novo, vida nova. A expressão não poderia ser mais verdadeira para o grupo de sete bugios que no último ano teve sua vida limitada pelas paredes de um recinto e que, logo no segundo dia de 2024, ganhou a liberdade e a floresta. Os bugios estavam desde abril em um recinto de aclimatação dentro do Parque Nacional da Tijuca, no Rio de Janeiro. A soltura, que ocorreu no dia 2 de janeiro, consagra a retomada do esforço, coordenado pelo Refauna, de trazer de volta este primata para a floresta carioca. Os novos moradores da Tijuca se somam com um grupo de oito bugios – também fruto das reintroduções do projeto – numa iniciativa que aos poucos preenche o silêncio e vazio da floresta com seus habitantes originais.

         Os bugios-ruivos (Alouatta guariba) são primatas nativos da Mata Atlântica, com uma distribuição que vai da Bahia até o Rio Grande do Sul e se estende até a Argentina – onde a situação da espécie é particularmente crítica. Historicamente ameaçada pela destruição da Mata Atlântica na costa brasileira, a espécie havia desaparecido das florestas cariocas há mais de um século.

                 O grupo recém-solto é formado por sete indivíduos. Dois adultos – um macho e uma fêmea – com origem e experiência de vida livre, e outros cinco filhotes nascidos em cativeiro no Centro de Primatologia do Estado do Rio de Janeiro (CPRJ), onde estavam os animais. Por estarem presos, foram todos vacinados contra a febre amarela, doença letal para estes macacos.


(Disponível em: https://oeco.org.br/noticias/sete-bugios-sao-soltos-para-reforcar-populacao-no-parque-nacional-da-tijuca/)
De acordo com o texto, onde os macacos foram libertados?
Alternativas
Q2437897 Português
Sete bugios são soltos para reforçar população no Parque Nacional da Tijuca


           Ano novo, vida nova. A expressão não poderia ser mais verdadeira para o grupo de sete bugios que no último ano teve sua vida limitada pelas paredes de um recinto e que, logo no segundo dia de 2024, ganhou a liberdade e a floresta. Os bugios estavam desde abril em um recinto de aclimatação dentro do Parque Nacional da Tijuca, no Rio de Janeiro. A soltura, que ocorreu no dia 2 de janeiro, consagra a retomada do esforço, coordenado pelo Refauna, de trazer de volta este primata para a floresta carioca. Os novos moradores da Tijuca se somam com um grupo de oito bugios – também fruto das reintroduções do projeto – numa iniciativa que aos poucos preenche o silêncio e vazio da floresta com seus habitantes originais.

         Os bugios-ruivos (Alouatta guariba) são primatas nativos da Mata Atlântica, com uma distribuição que vai da Bahia até o Rio Grande do Sul e se estende até a Argentina – onde a situação da espécie é particularmente crítica. Historicamente ameaçada pela destruição da Mata Atlântica na costa brasileira, a espécie havia desaparecido das florestas cariocas há mais de um século.

                 O grupo recém-solto é formado por sete indivíduos. Dois adultos – um macho e uma fêmea – com origem e experiência de vida livre, e outros cinco filhotes nascidos em cativeiro no Centro de Primatologia do Estado do Rio de Janeiro (CPRJ), onde estavam os animais. Por estarem presos, foram todos vacinados contra a febre amarela, doença letal para estes macacos.


(Disponível em: https://oeco.org.br/noticias/sete-bugios-sao-soltos-para-reforcar-populacao-no-parque-nacional-da-tijuca/)
Segundo as informações do texto, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q2437896 Português
Sete bugios são soltos para reforçar população no Parque Nacional da Tijuca


           Ano novo, vida nova. A expressão não poderia ser mais verdadeira para o grupo de sete bugios que no último ano teve sua vida limitada pelas paredes de um recinto e que, logo no segundo dia de 2024, ganhou a liberdade e a floresta. Os bugios estavam desde abril em um recinto de aclimatação dentro do Parque Nacional da Tijuca, no Rio de Janeiro. A soltura, que ocorreu no dia 2 de janeiro, consagra a retomada do esforço, coordenado pelo Refauna, de trazer de volta este primata para a floresta carioca. Os novos moradores da Tijuca se somam com um grupo de oito bugios – também fruto das reintroduções do projeto – numa iniciativa que aos poucos preenche o silêncio e vazio da floresta com seus habitantes originais.

         Os bugios-ruivos (Alouatta guariba) são primatas nativos da Mata Atlântica, com uma distribuição que vai da Bahia até o Rio Grande do Sul e se estende até a Argentina – onde a situação da espécie é particularmente crítica. Historicamente ameaçada pela destruição da Mata Atlântica na costa brasileira, a espécie havia desaparecido das florestas cariocas há mais de um século.

                 O grupo recém-solto é formado por sete indivíduos. Dois adultos – um macho e uma fêmea – com origem e experiência de vida livre, e outros cinco filhotes nascidos em cativeiro no Centro de Primatologia do Estado do Rio de Janeiro (CPRJ), onde estavam os animais. Por estarem presos, foram todos vacinados contra a febre amarela, doença letal para estes macacos.


(Disponível em: https://oeco.org.br/noticias/sete-bugios-sao-soltos-para-reforcar-populacao-no-parque-nacional-da-tijuca/)
Qual é o objetivo do texto lido?
Alternativas
Q2437817 Português
Mãe de planta: saiba o significado e os benefícios de se tornar uma


       Mãe de planta é uma palavra que serve para definir pessoas, homens e mulheres, que descobriram no hobby da jardinagem um novo prazer. Seja cultivando flores e plantas dentro de casa ou cuidando de um belo jardim.

          Além disso, ser mãe de planta é um jeito carinhoso de referir-se a quem cuida com amor e carinho de um ser vivo como se fosse um filho biológico. Exemplos similares são: mãe de pet, mãe de cachorro e mãe de gato, que já fazem parte do vocabulário e do cotidiano de muitos brasileiros.

           Um dos principais motivos que levam as pessoas a se tornarem mãe de plantas é que o cultivo de flores proporciona uma sensação de bem-estar dentro de casa. Com alguns poucos vasos, é possível criar um ambiente aconchegante, fresco e repleto de energias positivas para relaxar no dia a dia.

         Outro fator que contribui para o aumento do número de pais e mães de plantas é o efeito terapêutico que os cuidados com o jardim proporcionam. Cultivar pequenas flores, hortaliças e plantas em casa ajuda a:

• controlar a ansiedade;

• aliviar o estresse;

• lidar com a depressão;

• promover o relaxamento do corpo e da mente;

• evitar doenças como Alzheimer;

• melhorar a concentração;

• entre outros.



(Texto adaptado. Disponível em: https://blog.cobasi.com.br/mae-de-planta/)
A partir do conteúdo do texto, assinale a alternativa correta quanto aos benefícios de se cultivar plantas em casa.
Alternativas
Q2432220 Português

TEXTO IV

COMO AS REDES SOCIAIS PODEM SER ALIADAS DA EDUCAÇÃO?

1 Quando o assunto é o uso das redes sociais na educação, é preciso reconhecer o potencial delas

como plataformas para compartilhar conhecimento. Tanto é que educadores buscaram alternativas

para priorizar o processo de ensino e aprendizagem dos alunos durante o Ensino Remoto na

pandemia.

5 De acordo com levantamento publicado pela empresa Comscore sobre educação on-line nas

plataformas digitais a partir das mudanças originadas pela pandemia, mais de 98% das pessoas que

consomem a categoria educação acessam o YouTube. Além disso, quase 86% utilizam o Facebook

e 83% visitam o Instagram.

De fato, o Facebook marcou o início de uma nova era quando foi lançado, em 04 de fevereiro de 2004,

10 assim como revolucionou a forma como as pessoas se relacionam. Atualmente, é considerado a

maior rede social do mundo, com cerca de 2,91 bilhões de usuários ativos mensais. Nesse sentido,

abriu portas para outras redes sociais com diferentes propostas. Afinal, você consegue pensar na

sua rotina diária sem o uso do WhatsApp para se comunicar ou do YouTube para assistir a vídeos?

Algumas das razões para o maior uso das redes sociais na educação são a facilidade de compartilhar

15 conteúdos, o potencial informativo, as possibilidades de exploração do espaço virtual enquanto

extensão da sala de aula e o desenvolvimento de competências tecnológicas. Além disso, elas são

exemplos de novas sinergias que podem surgir entre os membros da comunidade educativa.

“Todas as redes sociais podem ser incluídas nos projetos pedagógicos se houver um preparo para

isso. Para que isso se efetive, é fundamental investir na formação de professores em educação

20 midiática, informacional e digital, além de equipar as escolas com os recursos necessários”, afirma

Patrícia Blanco, presidente-executiva do Instituto Palavra Aberta, responsável pelo EducaMídia.

IMPACTOS DAS REDES SOCIAIS NA EDUCAÇÃO

25 O uso de redes sociais na educação é uma maneira de construir a relação aluno-professor por

meio de trocas de experiências e informações.

“As redes vão ser aliadas no ensino durante a orientação e mentoria dos estudantes sobre como

aproveitá-las para uma aprendizagem intencional, bem como podem inspirar professores a

descobrir oportunidades de ensino significativas. Para isso, é necessário trazer o contexto da rede

30 social para o dia a dia do ensino, porque a aprendizagem só vai ser significativa se o estudante

enxergar valor naquilo”, afirma Bianca Leite Dramali, doutora em Comunicação e professora de

Estratégia e Internet.

Patrícia Blanco reforça as vantagens da tecnologia na educação. Entretanto, alerta sobre as

possíveis desvantagens do uso inadequado.

35 “São ferramentas poderosas para a disseminação de conhecimento, mas também de mensagens

mentirosas. Por isso, as redes sociais na educação devem ser incluídas em diversas disciplinas para

que crianças e jovens aprendam a fazer uso consciente”, declara.

Muitos alunos são considerados nativos digitais, o que significa que a tecnologia faz parte do seu

cotidiano. Logo, o processo de aprendizagem pode se tornar mais dinâmico e centralizado no

40 estudante com o uso da tecnologia e das redes sociais na prática pedagógica.

De acordo com Bianca Leite, o uso das redes sociais na educação pode possibilitar outros benefícios.

Por exemplo, facilitar a comunicação, aumentar o senso de comunidade educativa, estimular a

colaboração entre alunos e o desenvolvimento das Tecnologias de Informação e Comunicação

(TIC).

45 "Um dos maiores desafios da educação no mundo das mídias sociais é entender que a educação

vai além do conteúdo. É preciso se valer dessa imersão para desenvolver habilidades como a

capacidade crítica, a resolução de problemas, e não apenas o conteúdo”, explica a professora.

Fonte: https://fundacaotelefonicavivo.org.br/noticias/redes-sociais-educacao-aula/ (Adaptado) Acesso em: 08 nov 2022.

As alternativas abaixo apresentam trechos do texto IV e propostas de paráfrase. Indique qual das propostas de paráfrase apresenta marca típica da oralidade, inadequada à linguagem escrita em registro formal:

Alternativas
Respostas
7221: C
7222: B
7223: D
7224: C
7225: B
7226: B
7227: D
7228: B
7229: C
7230: D
7231: A
7232: D
7233: C
7234: A
7235: B
7236: C
7237: A
7238: B
7239: B
7240: B