Questões de Concurso
Comentadas sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
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Leia o seguinte trecho:
O que o trecho sugere sobre o momento descrito?
( ) O segundo parágrafo liga-se ao primeiro pela retomada das ideias de Antenor sobre praia.
( ) O terceiro parágrafo liga-se ao segundo pela contraposição que a família do idoso faz à ideia de férias sempre nos mesmos locais, exposta no segundo parágrafo.
( ) O quinto parágrafo liga-se ao quarto pelo escândalo causado pelo idoso ao saber das férias na praia e não em uma cidade do interior.
( ) O último parágrafo liga-se ao anterior pela referência às doenças proclamadas pelo idoso que pessoas frequentadoras de praia teriam.
Assinale a sequência correta.

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Ao analisar a imagem acima, podemos afirmar que a biografia é um texto:
Sobre ‘Modernidade Líquida e Consumo’ é incorreto afirmar:
De acordo com o trecho destacado, podemos afirmar:
I. Podemos agir de uma maneira que acreditamos ser a mais adequada e o outro interpretar de outra forma.
II. Quando nos autopercebemos bem, o outro saberá o que estamos querendo dizer.
III. Precisamos agir como acreditamos e não precisamos nos preocupar com o outro.
Marque a alternativa correta:
A rede longevidade em texto publicado em 13 de maio de 2021 apresenta algumas reflexões acerca do trabalho na vida da pessoa humana na atualidade:
De acordo com o trecho destacado, podemos afirmar:
I O trabalho vai além de uma recompensa ou fator econômico.
II O trabalho a partir do primeiro sentido da palavra remete a ideia de remuneração.
III Não se pode atribuir ao trabalho em todos os momentos um sentido monetário.
Marque a alternativa correta:
A rede longevidade em texto publicado em 13 de maio de 2021 apresenta algumas reflexões acerca do trabalho na vida da pessoa humana na atualidade:
De acordo com as ideias do texto “Ler, escrever e fazer conta de cabeça”, a professora:
I. tinha a letra bem desenhada.
II. era paciente e encantadora.
III. gostava de vestido branco.
IV. passava o exercício e, de mesa em mesa, ia corrigindo.
Estão corretos:
Leia o Texto 1 para responder à questão.
Texto 1
[...] Preocupações como essas levaram, na Grécia clássica, a duas atitudes filosóficas: a dos sofistas e a de Sócrates — com eles, os problemas do conhecimento tornaram-se centrais. Os sofistas, diante da pluralidade e do antagonismo das filosofias anteriores, ou dos conflitos entre várias ontologias, concluíram que não podemos conhecer o Ser, mas só podemos ter opiniões subjetivas sobre a realidade. Por isso, para se relacionarem com o mundo e com os outros humanos, os homens devem valer-se de um outro instrumento — a linguagem — para persuadir os outros de suas próprias ideias e opiniões. A verdade é uma questão de opinião e de persuasão, e a linguagem é mais importante do que a percepção e o pensamento. Em contrapartida, Sócrates, distanciando-se dos primeiros filósofos e opondo-se aos sofistas, afirmava que a verdade pode ser conhecida, mas primeiro devemos afastar as ilusões dos sentidos e das palavras ou das opiniões e alcançar a verdade apenas pelo pensamento.
CHAUI, M. Convite à Filosofia. 12. ed. São Paulo: Ática, 1999, p. 111.
Leia os Textos 2, 3 e 4 para responder à questão.
Texto 2
Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine.
BÍBLIA SAGRADA. 1ª Coríntios: 13.
Texto 3
Amor é um fogo que arde sem se ver,
É ferida que dói, e não se sente,
É um contentamento descontente,
É dor que desatina sem doer.
Trecho do soneto “O amor é fogo que arde sem se ver”, de Camões.
Texto 4
Ainda que eu falasse a língua dos homens
E falasse a língua dos anjos, sem amor eu nada seria.
É só o amor, é só o amor;
Que conhece o que é verdade;
O amor é bom, não quer o mal;
Não sente inveja ou se envaidece.
O amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer.
Ainda que eu falasse a língua dos homens
E falasse a língua dos anjos, sem amor eu nada seria.
É um não querer mais que bem querer;
É solitário andar por entre a gente;
É um não contentar-se de contente;
É cuidar que se ganha em se perder
Trecho da música “Monte Castelo”, de Legião Urbana.