Questões de Concurso
Comentadas sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
Foram encontradas 36.971 questões
Leia a charge abaixo e responda à questão:

Na charge, duas meninas estão conversando, uma delas segurando um livro. A primeira pergunta: "Mas esse negócio não tem TikTok?" e a outra responde:
"Não, mas vai turbinar o seu tico e teco!"
Assinale qual é a principal crítica humorística
expressa na charge:
Leia o texto abaixo e responda a questão a seguir:
Amou daquela vez como se fosse a última
Beijou sua mulher como se fosse a última
E cada filho seu como se fosse o único
E atravessou a rua com seu passo tímido
Subiu a construção como se fosse máquina
Ergueu no patamar quatro paredes sólidas
Tijolo com tijolo num desenho mágico
Seus olhos embotados de cimento e lágrima
Sentou pra descansar como se fosse sábado
Comeu feijão com arroz como se fosse um príncipe
Bebeu e soluçou como se fosse um náufrago
Dançou e gargalhou como se ouvisse música
E tropeçou no céu como se fosse um bêbado
E flutuou no ar como se fosse um pássaro
E se acabou no chão feito um pacote flácido
Agonizou no meio do passeio público
Morreu na contramão, atrapalhando o tráfego
Amou daquela vez como se fosse o último
Beijou sua mulher como se fosse a única
E cada filho seu como se fosse o pródigo
(Chico Buarque, Construção).
Disponível em: https://www.letras.mus.br/chico-buarque/45124/
I. O poema retrata a jornada de um homem comum através de suas atividades que raramente acontecem, destacando sua solidão e alienação na sociedade moderna. II. As ações descritas no poema representam uma crítica à desigualdade social e às condições precárias de trabalho enfrentadas pelos operários da construção civil. III. O poema utiliza uma linguagem simbólica e metafórica para explorar temas como a efemeridade da vida, a alienação humana e a inevitabilidade da morte.
Com base nessas afirmações, assinale a alternativa correta:
Considerado em seu conjunto (ou seja, como um todo), o trecho acima caracteriza o homem como:
Na época, muitos cientistas viveram um grande dilema, ...
Em relação ao trecho acima, assinale a alternativa com informação INCORRETA.
Em relação ao trecho acima, assinale a alternativa com informação ERRADA.
Leia o texto abaixo para responder à questão.
Quem mandou matar Marielle, e por quê?
Veja os novos detalhes revelados pela investigação da PF
Os irmãos Domingos Brazão e Chiquinho Brazão foram presos neste domingo, 24, suspeitos de mandar matar a vereadora Marielle Franco. O delegado Rivaldo Barbosa também foi preso. De acordo com a Polícia Federal, ele ajudou a planejar o crime e atrapalhou as investigações porque havia prometido impunidade aos mandantes. No atentado, em março de 2018, também morreu o motorista Anderson Gomes.
Os irmãos Brazão e Rivaldo Barbosa foram presos após a homologação da delação de Ronnie Lessa, que também está preso e é acusado de executar o crime. A ordem de prisão foi expedida pelo ministro Alexandre de Moraes, responsável pela investigação no Supremo Tribunal Federal (STF), com a concordância da Procuradoria-Geral da República (PGR). Os suspeitos foram presos no RJ e levados a Brasília. Dois deles serão transferidos a presídios federais em outros Estados. O ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, afirmou que a elucidação do caso é uma "vitória do Estado brasileiro". Para ele, pode-se dizer que os trabalhos estão encerrados.
Quando e como foi o crime?
A vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes foram mortos na noite de 14 de março de 2018, no Centro do Rio de Janeiro. O carro em que viajavam foi seguido desde a Lapa, onde Marielle participou de um debate. Em uma esquina no bairro do Estácio, um Cobalt prata emparelhou com o veículo dirigido por Anderson, e do banco de trás partiram vários disparos. Marielle e Anderson morreram na hora. A assessora Fernanda Chaves, que estava ao lado da vereadora, escapou com vida.
Quem matou Marielle e Anderson?
Segundo as investigações, o crime foi executado pelos ex-policiais Ronnie Lessa e Élcio de Queiroz. Ronnie Lessa é apontado como o autor dos 13 disparos que mataram Marielle e Anderson. Élcio de Queiroz dirigiu o Cobalt na noite do crime. A dupla foi presa no dia 12 de março de 2019, quase um ano depois do crime.
Quem mandou matar Marielle?
A PF aponta os irmãos Domingos Brazão e Chiquinho Brazão como mandantes. Segundo o inquérito, o delegado Rivaldo Barbosa ajudou a planejar o crime e atrapalhar as investigações.
• Domingos Brazão: começou a carreira na política do Rio de Janeiro antes do irmão, Chiquinho. Foi vereador, deputado estadual e, atualmente, é conselheiro do Tribunal de Contas do Estado. Já se envolveu com polêmicas, suspeitas de corrupção, ligação com quadrilhas e com a milícia, além de um assassinato.
• Chiquinho Brazão: eleito vereador pela primeira vez em 2004, ficou na Câmara Municipal do Rio por 14 anos. Em 2019, renunciou ao cargo para assumir como deputado federal. Na Câmara, conviveu com Marielle.
• Rivaldo Barbosa: era chefe da Polícia Civil do RJ à época do atentado (foi nomeado um dia antes). Antes disso, comandou a Divisão de Homicídios. Atualmente, é coordenador de Comunicações e Operações Policiais da instituição.
Quantas pessoas foram presas pelo crime?
Até a última atualização desta reportagem, sete homens haviam sido presos acusados de participação no crime. Veja quem são e quando foram presos: Ronnie Lessa, apontado como o autor dos disparos (2019); Élcio de Queiroz, que confessou ter dirigido o carro que perseguiu o de Marielle (2019); Maxwell Simões Corrêa, o "Suel", primeiro por atrapalhar as investigações (2020), e depois por ajudar a sumir com arma do crime (2023); Edilson Barbosa dos Santos, o "Orelha", apontado como dono de um ferro-velho que colaborou com o desmanche do carro usado no crime (2024); Domingos Brazão, apontado como mandante (2024); Chiquinho Brazão, também investigado como mandante (2024); Rivaldo Barbosa, suspeito de planejar o crime e atrapalhar as investigações (2024).
Por que Marielle foi morta?
Na investigação, a PF aponta como possíveis motivações para o crime divergências políticas entre o clã Brazão e Marielle, e também a atuação da vereadora contra grilagem de terras em áreas de milícia na Zona Oeste do Rio. Os irmãos Brazão são políticos de longa trajetória no RJ, com influência em Jacarepaguá, região de milícia.
O relatório dos investigadores afirma que o delator Ronnie Lessa apontou "como motivo [do crime] o fato de a vereadora Marielle Franco estar atrapalhando os interesses dos irmãos, em especial, sua atuação junto a comunidades em Jacarepaguá, em sua maioria dominadas por milícias, onde se concentra relevante parcela da base eleitoral da família Brazão".
Um projeto de lei aprovado em 2017 na Câmara Municipal do Rio para regularizar ocupações clandestinas foi apontado por Lessa como possível "estopim". Marielle votou contra esse projeto, e, segundo relatos de testemunhas, Chiquinho Brazão ficou furioso com isso. O projeto chegou a virar lei, mas foi anulado pela Justiça depois. Segundo a PF, testemunhas ouvidas foram "enfáticas" ao apontar que a atuação da vereadora prejudicava os interesses dos irmãos Brazão.
Fonte: http://g1.globo.com/
Leia o texto abaixo para responder à questão.
Quem mandou matar Marielle, e por quê?
Veja os novos detalhes revelados pela investigação da PF
Os irmãos Domingos Brazão e Chiquinho Brazão foram presos neste domingo, 24, suspeitos de mandar matar a vereadora Marielle Franco. O delegado Rivaldo Barbosa também foi preso. De acordo com a Polícia Federal, ele ajudou a planejar o crime e atrapalhou as investigações porque havia prometido impunidade aos mandantes. No atentado, em março de 2018, também morreu o motorista Anderson Gomes.
Os irmãos Brazão e Rivaldo Barbosa foram presos após a homologação da delação de Ronnie Lessa, que também está preso e é acusado de executar o crime. A ordem de prisão foi expedida pelo ministro Alexandre de Moraes, responsável pela investigação no Supremo Tribunal Federal (STF), com a concordância da Procuradoria-Geral da República (PGR). Os suspeitos foram presos no RJ e levados a Brasília. Dois deles serão transferidos a presídios federais em outros Estados. O ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, afirmou que a elucidação do caso é uma "vitória do Estado brasileiro". Para ele, pode-se dizer que os trabalhos estão encerrados.
Quando e como foi o crime?
A vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes foram mortos na noite de 14 de março de 2018, no Centro do Rio de Janeiro. O carro em que viajavam foi seguido desde a Lapa, onde Marielle participou de um debate. Em uma esquina no bairro do Estácio, um Cobalt prata emparelhou com o veículo dirigido por Anderson, e do banco de trás partiram vários disparos. Marielle e Anderson morreram na hora. A assessora Fernanda Chaves, que estava ao lado da vereadora, escapou com vida.
Quem matou Marielle e Anderson?
Segundo as investigações, o crime foi executado pelos ex-policiais Ronnie Lessa e Élcio de Queiroz. Ronnie Lessa é apontado como o autor dos 13 disparos que mataram Marielle e Anderson. Élcio de Queiroz dirigiu o Cobalt na noite do crime. A dupla foi presa no dia 12 de março de 2019, quase um ano depois do crime.
Quem mandou matar Marielle?
A PF aponta os irmãos Domingos Brazão e Chiquinho Brazão como mandantes. Segundo o inquérito, o delegado Rivaldo Barbosa ajudou a planejar o crime e atrapalhar as investigações.
• Domingos Brazão: começou a carreira na política do Rio de Janeiro antes do irmão, Chiquinho. Foi vereador, deputado estadual e, atualmente, é conselheiro do Tribunal de Contas do Estado. Já se envolveu com polêmicas, suspeitas de corrupção, ligação com quadrilhas e com a milícia, além de um assassinato.
• Chiquinho Brazão: eleito vereador pela primeira vez em 2004, ficou na Câmara Municipal do Rio por 14 anos. Em 2019, renunciou ao cargo para assumir como deputado federal. Na Câmara, conviveu com Marielle.
• Rivaldo Barbosa: era chefe da Polícia Civil do RJ à época do atentado (foi nomeado um dia antes). Antes disso, comandou a Divisão de Homicídios. Atualmente, é coordenador de Comunicações e Operações Policiais da instituição.
Quantas pessoas foram presas pelo crime?
Até a última atualização desta reportagem, sete homens haviam sido presos acusados de participação no crime. Veja quem são e quando foram presos: Ronnie Lessa, apontado como o autor dos disparos (2019); Élcio de Queiroz, que confessou ter dirigido o carro que perseguiu o de Marielle (2019); Maxwell Simões Corrêa, o "Suel", primeiro por atrapalhar as investigações (2020), e depois por ajudar a sumir com arma do crime (2023); Edilson Barbosa dos Santos, o "Orelha", apontado como dono de um ferro-velho que colaborou com o desmanche do carro usado no crime (2024); Domingos Brazão, apontado como mandante (2024); Chiquinho Brazão, também investigado como mandante (2024); Rivaldo Barbosa, suspeito de planejar o crime e atrapalhar as investigações (2024).
Por que Marielle foi morta?
Na investigação, a PF aponta como possíveis motivações para o crime divergências políticas entre o clã Brazão e Marielle, e também a atuação da vereadora contra grilagem de terras em áreas de milícia na Zona Oeste do Rio. Os irmãos Brazão são políticos de longa trajetória no RJ, com influência em Jacarepaguá, região de milícia.
O relatório dos investigadores afirma que o delator Ronnie Lessa apontou "como motivo [do crime] o fato de a vereadora Marielle Franco estar atrapalhando os interesses dos irmãos, em especial, sua atuação junto a comunidades em Jacarepaguá, em sua maioria dominadas por milícias, onde se concentra relevante parcela da base eleitoral da família Brazão".
Um projeto de lei aprovado em 2017 na Câmara Municipal do Rio para regularizar ocupações clandestinas foi apontado por Lessa como possível "estopim". Marielle votou contra esse projeto, e, segundo relatos de testemunhas, Chiquinho Brazão ficou furioso com isso. O projeto chegou a virar lei, mas foi anulado pela Justiça depois. Segundo a PF, testemunhas ouvidas foram "enfáticas" ao apontar que a atuação da vereadora prejudicava os interesses dos irmãos Brazão.
Fonte: http://g1.globo.com/
Leia o texto abaixo para responder à questão.
Quem mandou matar Marielle, e por quê?
Veja os novos detalhes revelados pela investigação da PF
Os irmãos Domingos Brazão e Chiquinho Brazão foram presos neste domingo, 24, suspeitos de mandar matar a vereadora Marielle Franco. O delegado Rivaldo Barbosa também foi preso. De acordo com a Polícia Federal, ele ajudou a planejar o crime e atrapalhou as investigações porque havia prometido impunidade aos mandantes. No atentado, em março de 2018, também morreu o motorista Anderson Gomes.
Os irmãos Brazão e Rivaldo Barbosa foram presos após a homologação da delação de Ronnie Lessa, que também está preso e é acusado de executar o crime. A ordem de prisão foi expedida pelo ministro Alexandre de Moraes, responsável pela investigação no Supremo Tribunal Federal (STF), com a concordância da Procuradoria-Geral da República (PGR). Os suspeitos foram presos no RJ e levados a Brasília. Dois deles serão transferidos a presídios federais em outros Estados. O ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, afirmou que a elucidação do caso é uma "vitória do Estado brasileiro". Para ele, pode-se dizer que os trabalhos estão encerrados.
Quando e como foi o crime?
A vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes foram mortos na noite de 14 de março de 2018, no Centro do Rio de Janeiro. O carro em que viajavam foi seguido desde a Lapa, onde Marielle participou de um debate. Em uma esquina no bairro do Estácio, um Cobalt prata emparelhou com o veículo dirigido por Anderson, e do banco de trás partiram vários disparos. Marielle e Anderson morreram na hora. A assessora Fernanda Chaves, que estava ao lado da vereadora, escapou com vida.
Quem matou Marielle e Anderson?
Segundo as investigações, o crime foi executado pelos ex-policiais Ronnie Lessa e Élcio de Queiroz. Ronnie Lessa é apontado como o autor dos 13 disparos que mataram Marielle e Anderson. Élcio de Queiroz dirigiu o Cobalt na noite do crime. A dupla foi presa no dia 12 de março de 2019, quase um ano depois do crime.
Quem mandou matar Marielle?
A PF aponta os irmãos Domingos Brazão e Chiquinho Brazão como mandantes. Segundo o inquérito, o delegado Rivaldo Barbosa ajudou a planejar o crime e atrapalhar as investigações.
• Domingos Brazão: começou a carreira na política do Rio de Janeiro antes do irmão, Chiquinho. Foi vereador, deputado estadual e, atualmente, é conselheiro do Tribunal de Contas do Estado. Já se envolveu com polêmicas, suspeitas de corrupção, ligação com quadrilhas e com a milícia, além de um assassinato.
• Chiquinho Brazão: eleito vereador pela primeira vez em 2004, ficou na Câmara Municipal do Rio por 14 anos. Em 2019, renunciou ao cargo para assumir como deputado federal. Na Câmara, conviveu com Marielle.
• Rivaldo Barbosa: era chefe da Polícia Civil do RJ à época do atentado (foi nomeado um dia antes). Antes disso, comandou a Divisão de Homicídios. Atualmente, é coordenador de Comunicações e Operações Policiais da instituição.
Quantas pessoas foram presas pelo crime?
Até a última atualização desta reportagem, sete homens haviam sido presos acusados de participação no crime. Veja quem são e quando foram presos: Ronnie Lessa, apontado como o autor dos disparos (2019); Élcio de Queiroz, que confessou ter dirigido o carro que perseguiu o de Marielle (2019); Maxwell Simões Corrêa, o "Suel", primeiro por atrapalhar as investigações (2020), e depois por ajudar a sumir com arma do crime (2023); Edilson Barbosa dos Santos, o "Orelha", apontado como dono de um ferro-velho que colaborou com o desmanche do carro usado no crime (2024); Domingos Brazão, apontado como mandante (2024); Chiquinho Brazão, também investigado como mandante (2024); Rivaldo Barbosa, suspeito de planejar o crime e atrapalhar as investigações (2024).
Por que Marielle foi morta?
Na investigação, a PF aponta como possíveis motivações para o crime divergências políticas entre o clã Brazão e Marielle, e também a atuação da vereadora contra grilagem de terras em áreas de milícia na Zona Oeste do Rio. Os irmãos Brazão são políticos de longa trajetória no RJ, com influência em Jacarepaguá, região de milícia.
O relatório dos investigadores afirma que o delator Ronnie Lessa apontou "como motivo [do crime] o fato de a vereadora Marielle Franco estar atrapalhando os interesses dos irmãos, em especial, sua atuação junto a comunidades em Jacarepaguá, em sua maioria dominadas por milícias, onde se concentra relevante parcela da base eleitoral da família Brazão".
Um projeto de lei aprovado em 2017 na Câmara Municipal do Rio para regularizar ocupações clandestinas foi apontado por Lessa como possível "estopim". Marielle votou contra esse projeto, e, segundo relatos de testemunhas, Chiquinho Brazão ficou furioso com isso. O projeto chegou a virar lei, mas foi anulado pela Justiça depois. Segundo a PF, testemunhas ouvidas foram "enfáticas" ao apontar que a atuação da vereadora prejudicava os interesses dos irmãos Brazão.
Fonte: http://g1.globo.com/
I. ( ) Os irmãos Domingos Brazão e Chiquinho Brazão foram presos como suspeitos de mandar matar a vereadora Marielle Franco; II. ( ) O delegado Rivaldo Barbosa foi preso por ajudar a planejar o crime e atrapalhar as investigações; III. ( ) Ronnie Lessa, acusado de executar o crime, teve sua delação homologada após a prisão dos irmãos Brazão e de Rivaldo Barbosa; IV. ( ) A dupla Ronnie Lessa e Élcio de Queiroz foi presa quase um ano depois do crime.
Marque a sequência correta: