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Questões de Concurso Comentadas sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

Questões Discursivas

Foram encontradas 37.141 questões

Q4229189 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


De quem são os meninos de rua?

Eu, na rua, com pressa, e o menino segurou no meu braço, falou qualquer coisa que não entendi. Fui logo dizendo que não tinha, certa de que ele estava pedindo dinheiro. Não estava. Queria saber a hora.

Talvez não fosse um Menino De Família, mas também não era um Menino De Rua. É assim que a gente divide. Menino De Família é aquele bem-vestido com tênis da moda e camiseta de marca, que usa relógio e a mãe dá outro se o dele for roubado por um Menino De Rua. Menino De Rua é aquele que quando a gente passa perto segura a bolsa com força porque pensa que ele é pivete, trombadinha, ladrão.

Ouvindo essas expressões tem-se a impressão de que as coisas se passam muito naturalmente, uns nascendo De Família, outros nascendo De Rua. Como se a rua, e não uma família, não um pai e uma mãe, ou mesmo apenas uma mãe os tivesse gerado, sendo eles filhos diretos dos paralelepípedos e das calçadas, diferentes, portanto, das outras crianças, e excluídos das preocupações que temos com elas. É por isso, talvez, que, se vemos uma criança bem-vestida chorando sozinha num shopping center ou num supermercado, logo nos acercamos protetores, perguntando se está perdida, ou precisando de alguma coisa. Mas se vemos uma criança maltrapilha chorando num sinal com uma caixa de chicletes na mão, engrenamos a primeira no carro e nos afastamos pensando vagamente no seu abandono.

Na verdade, não existem meninos de Rua. Existem meninos na Rua. E toda vez que um menino está na rua é porque alguém o botou lá. Os meninos não vão sozinhos aos lugares. Assim como são postos no mundo, durante muitos anos também são postos onde quer que estejam. Resta ver quem os põe na rua e por quê.

Quando eu era criança, ouvi contar muitas vezes a história de João e Maria, dois irmãos filhos de pobres lenhadores, em cuja casa a fome chegou a um ponto em que, não havendo mais comida nenhuma, foram levados pelo pai ao bosque, e ali abandonados. Não creio que os 7 milhões de crianças brasileiras abandonadas conheçam a história de João e Maria. Se conhecessem talvez nem vissem a semelhança. Pois João e Maria tinham uma casa de verdade, um casal de pais, roupas e sapatos. João e Maria tinham começado a vida como Meninos de Família, e pelas mãos do pai foram levados ao abandono.

Quem leva nossas crianças ao abandono? Quando dizemos "crianças abandonadas" subentendemos que foram abandonadas pela família, pelos pais. E, embora penalizados, circunscrevemos o problema ao âmbito familiar, de uma família gigantesca e generalizada, à qual não pertencemos e com a qual não queremos nos meter. Apaziguamos assim nossa consciência, enquanto tratamos, isso sim, de cuidar amorosamente de nossos próprios filhos, aqueles que "nos pertencem".

Mas, embora uma criança possa ser abandonada pelos pais, ou duas ou dez crianças possam ser abandonadas pela família, 7 milhões de crianças só podem ser abandonadas pela coletividade. Até recentemente, tínhamos o direito de atribuir esse abandono ao governo e responsabilizá-Io. Mas, em tempos de Nova República, quando queremos que os cidadãos sejam o governo, já não podemos apenas passar adiante a responsabilidade. A hora chegou, portanto, de irmos ao bosque, buscar as crianças brasileiras que ali foram deixadas.


Marina Colasanti. Revista Manchete, 1986. 
No trecho: "Na verdade, não existem meninos de rua. Existem meninos na rua." é possível inferir que a autora: 
Alternativas
Q4229173 Português
Educação Ambiental e Sustentabilidade no Século XXI


     O avanço industrial e o crescimento populacional intensificaram significativamente os impactos ambientais nas últimas décadas. Problemas como desmatamento, poluição dos rios, mudanças climáticas e produção excessiva de resíduos demonstram que o modelo tradicional de desenvolvimento econômico, baseado no consumo desenfreado dos recursos naturais, tornou-se insustentável em diversos aspectos.

     Nesse contexto, a educação ambiental surge como importante instrumento de conscientização social e transformação coletiva. Mais do que transmitir informações sobre preservação da natureza, ela busca desenvolver nos indivíduos valores, atitudes e práticas voltadas à responsabilidade socioambiental. Dessa forma, a formação de cidadãos críticos e conscientes torna-se essencial para a construção de sociedades mais equilibradas e sustentáveis.

      Além disso, especialistas defendem que a sustentabilidade não depende apenas de ações governamentais ou empresariais, mas também de mudanças de comportamento da população em relação ao consumo, ao descarte de resíduos e ao uso racional dos recursos naturais. Pequenas atitudes cotidianas, quando realizadas de maneira coletiva, podem contribuir significativamente para a redução dos impactos ambientais e para a melhoria da qualidade de vida das futuras gerações.

      Entretanto, apesar do aumento das discussões sobre sustentabilidade, muitos desafios ainda permanecem. A ausência de políticas públicas eficientes, a desigualdade social e a falta de conscientização ambiental dificultam a implementação de práticas sustentáveis em diferentes setores da sociedade. Assim, torna-se necessário fortalecer ações educativas e incentivar a participação social na busca por soluções ambientais mais eficazes e duradouras.


Educação Ambiental: Princípios e Práticas. São Paulo: Gaia, 2004. (Adaptado)
De acordo com o texto, a sustentabilidade depende:
Alternativas
Q4229171 Português
Educação Ambiental e Sustentabilidade no Século XXI


     O avanço industrial e o crescimento populacional intensificaram significativamente os impactos ambientais nas últimas décadas. Problemas como desmatamento, poluição dos rios, mudanças climáticas e produção excessiva de resíduos demonstram que o modelo tradicional de desenvolvimento econômico, baseado no consumo desenfreado dos recursos naturais, tornou-se insustentável em diversos aspectos.

     Nesse contexto, a educação ambiental surge como importante instrumento de conscientização social e transformação coletiva. Mais do que transmitir informações sobre preservação da natureza, ela busca desenvolver nos indivíduos valores, atitudes e práticas voltadas à responsabilidade socioambiental. Dessa forma, a formação de cidadãos críticos e conscientes torna-se essencial para a construção de sociedades mais equilibradas e sustentáveis.

      Além disso, especialistas defendem que a sustentabilidade não depende apenas de ações governamentais ou empresariais, mas também de mudanças de comportamento da população em relação ao consumo, ao descarte de resíduos e ao uso racional dos recursos naturais. Pequenas atitudes cotidianas, quando realizadas de maneira coletiva, podem contribuir significativamente para a redução dos impactos ambientais e para a melhoria da qualidade de vida das futuras gerações.

      Entretanto, apesar do aumento das discussões sobre sustentabilidade, muitos desafios ainda permanecem. A ausência de políticas públicas eficientes, a desigualdade social e a falta de conscientização ambiental dificultam a implementação de práticas sustentáveis em diferentes setores da sociedade. Assim, torna-se necessário fortalecer ações educativas e incentivar a participação social na busca por soluções ambientais mais eficazes e duradouras.


Educação Ambiental: Princípios e Práticas. São Paulo: Gaia, 2004. (Adaptado)
A expressão “Nesse contexto”, utilizada no segundo parágrafo, exerce no texto a função de:
Alternativas
Q4229170 Português
Educação Ambiental e Sustentabilidade no Século XXI


     O avanço industrial e o crescimento populacional intensificaram significativamente os impactos ambientais nas últimas décadas. Problemas como desmatamento, poluição dos rios, mudanças climáticas e produção excessiva de resíduos demonstram que o modelo tradicional de desenvolvimento econômico, baseado no consumo desenfreado dos recursos naturais, tornou-se insustentável em diversos aspectos.

     Nesse contexto, a educação ambiental surge como importante instrumento de conscientização social e transformação coletiva. Mais do que transmitir informações sobre preservação da natureza, ela busca desenvolver nos indivíduos valores, atitudes e práticas voltadas à responsabilidade socioambiental. Dessa forma, a formação de cidadãos críticos e conscientes torna-se essencial para a construção de sociedades mais equilibradas e sustentáveis.

      Além disso, especialistas defendem que a sustentabilidade não depende apenas de ações governamentais ou empresariais, mas também de mudanças de comportamento da população em relação ao consumo, ao descarte de resíduos e ao uso racional dos recursos naturais. Pequenas atitudes cotidianas, quando realizadas de maneira coletiva, podem contribuir significativamente para a redução dos impactos ambientais e para a melhoria da qualidade de vida das futuras gerações.

      Entretanto, apesar do aumento das discussões sobre sustentabilidade, muitos desafios ainda permanecem. A ausência de políticas públicas eficientes, a desigualdade social e a falta de conscientização ambiental dificultam a implementação de práticas sustentáveis em diferentes setores da sociedade. Assim, torna-se necessário fortalecer ações educativas e incentivar a participação social na busca por soluções ambientais mais eficazes e duradouras.


Educação Ambiental: Princípios e Práticas. São Paulo: Gaia, 2004. (Adaptado)
No primeiro parágrafo, o autor associa o modelo tradicional de desenvolvimento econômico principalmente:
Alternativas
Q4229169 Português
Educação Ambiental e Sustentabilidade no Século XXI


     O avanço industrial e o crescimento populacional intensificaram significativamente os impactos ambientais nas últimas décadas. Problemas como desmatamento, poluição dos rios, mudanças climáticas e produção excessiva de resíduos demonstram que o modelo tradicional de desenvolvimento econômico, baseado no consumo desenfreado dos recursos naturais, tornou-se insustentável em diversos aspectos.

     Nesse contexto, a educação ambiental surge como importante instrumento de conscientização social e transformação coletiva. Mais do que transmitir informações sobre preservação da natureza, ela busca desenvolver nos indivíduos valores, atitudes e práticas voltadas à responsabilidade socioambiental. Dessa forma, a formação de cidadãos críticos e conscientes torna-se essencial para a construção de sociedades mais equilibradas e sustentáveis.

      Além disso, especialistas defendem que a sustentabilidade não depende apenas de ações governamentais ou empresariais, mas também de mudanças de comportamento da população em relação ao consumo, ao descarte de resíduos e ao uso racional dos recursos naturais. Pequenas atitudes cotidianas, quando realizadas de maneira coletiva, podem contribuir significativamente para a redução dos impactos ambientais e para a melhoria da qualidade de vida das futuras gerações.

      Entretanto, apesar do aumento das discussões sobre sustentabilidade, muitos desafios ainda permanecem. A ausência de políticas públicas eficientes, a desigualdade social e a falta de conscientização ambiental dificultam a implementação de práticas sustentáveis em diferentes setores da sociedade. Assim, torna-se necessário fortalecer ações educativas e incentivar a participação social na busca por soluções ambientais mais eficazes e duradouras.


Educação Ambiental: Princípios e Práticas. São Paulo: Gaia, 2004. (Adaptado)
 Considerando as ideias desenvolvidas no texto, assinale a alternativa que apresenta corretamente sua tese central.
Alternativas
Q4228980 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



O pavão, Rubem Braga



Eu considerei a glória de um pavão ostentando o esplendor de suas cores; é um luxo imperial. Mas andei lendo livros; e descobri que aquelas cores todas não existem na pena do pavão. Não há pigmentos. O que há são minúsculas bolhas d'água em que a luz se fragmenta, como em um prisma. O pavão é um arco-íris de plumas. Eu considerei que este é o luxo do grande artista, atingir o máximo de matizes com o mínimo de elementos. De água e luz ele faz seu esplendor; seu grande mistério é a simplicidade.


Considerei, por fim, que assim é o amor, oh! minha amada; de tudo que ele suscita e esplende e estremece e delira em mim existem apenas meus olhos recebendo a luz de teu olhar. Ele me cobre de glórias e me faz magnífico.



https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/11513/o-pavao

O texto começa observando um pavão, depois compara essa observação com a arte e com o amor. O narrador muda o jeito de ver o pavão quando aprende algo novo e passa a dar a ele novos significados.. Considerando essa progressão de ideias, assinale a alternativa que expressa a relação estabelecida entre o pavão e o amor. 
Alternativas
Q4228979 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



O pavão, Rubem Braga



Eu considerei a glória de um pavão ostentando o esplendor de suas cores; é um luxo imperial. Mas andei lendo livros; e descobri que aquelas cores todas não existem na pena do pavão. Não há pigmentos. O que há são minúsculas bolhas d'água em que a luz se fragmenta, como em um prisma. O pavão é um arco-íris de plumas. Eu considerei que este é o luxo do grande artista, atingir o máximo de matizes com o mínimo de elementos. De água e luz ele faz seu esplendor; seu grande mistério é a simplicidade.


Considerei, por fim, que assim é o amor, oh! minha amada; de tudo que ele suscita e esplende e estremece e delira em mim existem apenas meus olhos recebendo a luz de teu olhar. Ele me cobre de glórias e me faz magnífico.



https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/11513/o-pavao

Embora o texto explique o fenômeno que produz as cores do pavão, essa não é sua ideia principal. A explicação científica é usada para ajudar o leitor a compreender a reflexão apresentada pelo narrador. Com base nisso, assinale a alternativa que mostra a função dessa explicação no texto.
Alternativas
Q4228773 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

HEPATITE B

   O Brasil alcançou uma importante conquista no combate à hepatite B: o país atingiu as metas internacionais para eliminar a transmissão do vírus da mãe para o bebê durante a gravidez ou o parto.
     O anúncio foi feito pelo Ministério da Saúde durante o Dia Mundial de Luta contra as Hepatites Virais, no Rio de Janeiro. Nos últimos dois anos, menos de 0,1% das crianças com até cinco anos apresentaram infecção ativa pelo vírus da hepatite B (HBV), índice considerado adequado pelos padrões internacionais.
    Com o resultado, o Brasil solicitou à Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) a certificação oficial da eliminação da transmissão vertical da hepatite B. Em 2025, a taxa de transmissão de mãe para filho ficou em 0,0111%, abaixo do limite internacional de 0,1%.
     O país também superou metas relacionadas ao acompanhamento das gestantes e à vacinação dos bebês. O pré-natal alcançou mais de 98% de cobertura entre 2024 e 2025, enquanto a vacinação contra a hepatite B nas primeiras horas de vida chegou a 97% em 2024 e 100% em 2025.
    Segundo o Ministério da Saúde, esse avanço foi resultado de ações como testes durante o pré-natal, tratamento antiviral quando necessário, vacinação dos recém-nascidos e aplicação de imunoglobulina em bebês de mães com hepatite B.
   O ministro Alexandre Padilha destacou que o fortalecimento da atenção primária e das ações de saúde nas comunidades foi fundamental para alcançar o resultado.
    Em 2025, o Brasil também recebeu a certificação internacional pela eliminação da transmissão vertical do HIV. A meta agora é eliminar, até 2030, a transmissão de outras doenças da mãe para o bebê, como sífilis, doença de Chagas, HTLV e hepatite B.
   Sobre a sífilis, Padilha afirmou que o principal desafio é proteger as mulheres durante toda a gestação, já que algumas podem voltar a ser infectadas pelo parceiro mesmo após o tratamento.

Por R. G. Silveira (2026).
De acordo com o texto "HEPATITE B", qual percentual de cobertura da vacinação contra hepatite B nas primeiras horas de vida foi alcançado em 2025? 
Alternativas
Q4228771 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

HEPATITE B

   O Brasil alcançou uma importante conquista no combate à hepatite B: o país atingiu as metas internacionais para eliminar a transmissão do vírus da mãe para o bebê durante a gravidez ou o parto.
     O anúncio foi feito pelo Ministério da Saúde durante o Dia Mundial de Luta contra as Hepatites Virais, no Rio de Janeiro. Nos últimos dois anos, menos de 0,1% das crianças com até cinco anos apresentaram infecção ativa pelo vírus da hepatite B (HBV), índice considerado adequado pelos padrões internacionais.
    Com o resultado, o Brasil solicitou à Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) a certificação oficial da eliminação da transmissão vertical da hepatite B. Em 2025, a taxa de transmissão de mãe para filho ficou em 0,0111%, abaixo do limite internacional de 0,1%.
     O país também superou metas relacionadas ao acompanhamento das gestantes e à vacinação dos bebês. O pré-natal alcançou mais de 98% de cobertura entre 2024 e 2025, enquanto a vacinação contra a hepatite B nas primeiras horas de vida chegou a 97% em 2024 e 100% em 2025.
    Segundo o Ministério da Saúde, esse avanço foi resultado de ações como testes durante o pré-natal, tratamento antiviral quando necessário, vacinação dos recém-nascidos e aplicação de imunoglobulina em bebês de mães com hepatite B.
   O ministro Alexandre Padilha destacou que o fortalecimento da atenção primária e das ações de saúde nas comunidades foi fundamental para alcançar o resultado.
    Em 2025, o Brasil também recebeu a certificação internacional pela eliminação da transmissão vertical do HIV. A meta agora é eliminar, até 2030, a transmissão de outras doenças da mãe para o bebê, como sífilis, doença de Chagas, HTLV e hepatite B.
   Sobre a sífilis, Padilha afirmou que o principal desafio é proteger as mulheres durante toda a gestação, já que algumas podem voltar a ser infectadas pelo parceiro mesmo após o tratamento.

Por R. G. Silveira (2026).
Qual órgão foi mencionado como responsável pelo anúncio da conquista brasileira no combate à hepatite B?
Alternativas
Q4228769 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

HEPATITE B

   O Brasil alcançou uma importante conquista no combate à hepatite B: o país atingiu as metas internacionais para eliminar a transmissão do vírus da mãe para o bebê durante a gravidez ou o parto.
     O anúncio foi feito pelo Ministério da Saúde durante o Dia Mundial de Luta contra as Hepatites Virais, no Rio de Janeiro. Nos últimos dois anos, menos de 0,1% das crianças com até cinco anos apresentaram infecção ativa pelo vírus da hepatite B (HBV), índice considerado adequado pelos padrões internacionais.
    Com o resultado, o Brasil solicitou à Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) a certificação oficial da eliminação da transmissão vertical da hepatite B. Em 2025, a taxa de transmissão de mãe para filho ficou em 0,0111%, abaixo do limite internacional de 0,1%.
     O país também superou metas relacionadas ao acompanhamento das gestantes e à vacinação dos bebês. O pré-natal alcançou mais de 98% de cobertura entre 2024 e 2025, enquanto a vacinação contra a hepatite B nas primeiras horas de vida chegou a 97% em 2024 e 100% em 2025.
    Segundo o Ministério da Saúde, esse avanço foi resultado de ações como testes durante o pré-natal, tratamento antiviral quando necessário, vacinação dos recém-nascidos e aplicação de imunoglobulina em bebês de mães com hepatite B.
   O ministro Alexandre Padilha destacou que o fortalecimento da atenção primária e das ações de saúde nas comunidades foi fundamental para alcançar o resultado.
    Em 2025, o Brasil também recebeu a certificação internacional pela eliminação da transmissão vertical do HIV. A meta agora é eliminar, até 2030, a transmissão de outras doenças da mãe para o bebê, como sífilis, doença de Chagas, HTLV e hepatite B.
   Sobre a sífilis, Padilha afirmou que o principal desafio é proteger as mulheres durante toda a gestação, já que algumas podem voltar a ser infectadas pelo parceiro mesmo após o tratamento.

Por R. G. Silveira (2026).
Segundo o texto "HEPATITE B", o fortalecimento da atenção primária contribuiu para: 
Alternativas
Q4228639 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

ANVISA

     A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou um novo medicamento para o tratamento de pacientes adultos com câncer de pulmão. O Datroway (datopotamabe deruxtecana), do laboratório Daiichi Sankyo Brasil Farmacêutica Ltda., teve seu registro publicado no Diário Oficial da União.
    O medicamento é indicado para pacientes com câncer de pulmão de não pequenas células (CPNPC), o tipo mais comum da doença, que representa cerca de 85% dos casos. Ele pode ser usado em tumores avançados, tanto no pulmão quanto em casos de metástase, quando o câncer se espalha para outros órgãos.
     O Datroway é uma opção para pacientes que já passaram por dois tratamentos anteriores e tiveram progressão da doença. Para receber o medicamento, o tumor precisa apresentar uma mutação específica no gene EGFR, alteração que favorece o crescimento das células cancerígenas.
      A identificação dessas alterações permite o uso de terapias-alvo, tratamentos desenvolvidos para agir de forma mais precisa contra características específicas do tumor.
     O câncer de pulmão é a principal causa de morte por câncer no mundo. Além dessa indicação, o Datroway já era aprovado pela Anvisa para alguns casos de câncer de mama triplo-negativo, uma forma mais agressiva da doença.

Por J. L. Ramos (2026).
Segundo o texto "ANVISA", qual percentual aproximado dos casos de câncer de pulmão corresponde ao câncer de pulmão de não pequenas células (CPNPC)? 
Alternativas
Q4228593 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

ANVISA

     A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou um novo medicamento para o tratamento de pacientes adultos com câncer de pulmão. O Datroway (datopotamabe deruxtecana), do laboratório Daiichi Sankyo Brasil Farmacêutica Ltda., teve seu registro publicado no Diário Oficial da União.
    O medicamento é indicado para pacientes com câncer de pulmão de não pequenas células (CPNPC), o tipo mais comum da doença, que representa cerca de 85% dos casos. Ele pode ser usado em tumores avançados, tanto no pulmão quanto em casos de metástase, quando o câncer se espalha para outros órgãos.
     O Datroway é uma opção para pacientes que já passaram por dois tratamentos anteriores e tiveram progressão da doença. Para receber o medicamento, o tumor precisa apresentar uma mutação específica no gene EGFR, alteração que favorece o crescimento das células cancerígenas.
      A identificação dessas alterações permite o uso de terapias-alvo, tratamentos desenvolvidos para agir de forma mais precisa contra características específicas do tumor.
     O câncer de pulmão é a principal causa de morte por câncer no mundo. Além dessa indicação, o Datroway já era aprovado pela Anvisa para alguns casos de câncer de mama triplo-negativo, uma forma mais agressiva da doença.

Por J. L. Ramos (2026).
Segundo o texto "ANVISA", a identificação das alterações no gene EGFR possibilita:
Alternativas
Q4228592 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

ANVISA

     A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou um novo medicamento para o tratamento de pacientes adultos com câncer de pulmão. O Datroway (datopotamabe deruxtecana), do laboratório Daiichi Sankyo Brasil Farmacêutica Ltda., teve seu registro publicado no Diário Oficial da União.
    O medicamento é indicado para pacientes com câncer de pulmão de não pequenas células (CPNPC), o tipo mais comum da doença, que representa cerca de 85% dos casos. Ele pode ser usado em tumores avançados, tanto no pulmão quanto em casos de metástase, quando o câncer se espalha para outros órgãos.
     O Datroway é uma opção para pacientes que já passaram por dois tratamentos anteriores e tiveram progressão da doença. Para receber o medicamento, o tumor precisa apresentar uma mutação específica no gene EGFR, alteração que favorece o crescimento das células cancerígenas.
      A identificação dessas alterações permite o uso de terapias-alvo, tratamentos desenvolvidos para agir de forma mais precisa contra características específicas do tumor.
     O câncer de pulmão é a principal causa de morte por câncer no mundo. Além dessa indicação, o Datroway já era aprovado pela Anvisa para alguns casos de câncer de mama triplo-negativo, uma forma mais agressiva da doença.

Por J. L. Ramos (2026).
Qual empresa é mencionada no texto "ANVISA" como responsável pelo medicamento Datroway? 
Alternativas
Q4228591 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

ANVISA

     A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou um novo medicamento para o tratamento de pacientes adultos com câncer de pulmão. O Datroway (datopotamabe deruxtecana), do laboratório Daiichi Sankyo Brasil Farmacêutica Ltda., teve seu registro publicado no Diário Oficial da União.
    O medicamento é indicado para pacientes com câncer de pulmão de não pequenas células (CPNPC), o tipo mais comum da doença, que representa cerca de 85% dos casos. Ele pode ser usado em tumores avançados, tanto no pulmão quanto em casos de metástase, quando o câncer se espalha para outros órgãos.
     O Datroway é uma opção para pacientes que já passaram por dois tratamentos anteriores e tiveram progressão da doença. Para receber o medicamento, o tumor precisa apresentar uma mutação específica no gene EGFR, alteração que favorece o crescimento das células cancerígenas.
      A identificação dessas alterações permite o uso de terapias-alvo, tratamentos desenvolvidos para agir de forma mais precisa contra características específicas do tumor.
     O câncer de pulmão é a principal causa de morte por câncer no mundo. Além dessa indicação, o Datroway já era aprovado pela Anvisa para alguns casos de câncer de mama triplo-negativo, uma forma mais agressiva da doença.

Por J. L. Ramos (2026).
De acordo com o texto "ANVISA", para quais pacientes o Datroway é indicado?
Alternativas
Q4228590 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

ANVISA

     A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou um novo medicamento para o tratamento de pacientes adultos com câncer de pulmão. O Datroway (datopotamabe deruxtecana), do laboratório Daiichi Sankyo Brasil Farmacêutica Ltda., teve seu registro publicado no Diário Oficial da União.
    O medicamento é indicado para pacientes com câncer de pulmão de não pequenas células (CPNPC), o tipo mais comum da doença, que representa cerca de 85% dos casos. Ele pode ser usado em tumores avançados, tanto no pulmão quanto em casos de metástase, quando o câncer se espalha para outros órgãos.
     O Datroway é uma opção para pacientes que já passaram por dois tratamentos anteriores e tiveram progressão da doença. Para receber o medicamento, o tumor precisa apresentar uma mutação específica no gene EGFR, alteração que favorece o crescimento das células cancerígenas.
      A identificação dessas alterações permite o uso de terapias-alvo, tratamentos desenvolvidos para agir de forma mais precisa contra características específicas do tumor.
     O câncer de pulmão é a principal causa de morte por câncer no mundo. Além dessa indicação, o Datroway já era aprovado pela Anvisa para alguns casos de câncer de mama triplo-negativo, uma forma mais agressiva da doença.

Por J. L. Ramos (2026).
Segundo o texto "ANVISA", qual percentual aproximado dos casos de câncer de pulmão corresponde ao câncer de pulmão de não pequenas células (CPNPC)? 
Alternativas
Q4228589 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

ANVISA

     A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou um novo medicamento para o tratamento de pacientes adultos com câncer de pulmão. O Datroway (datopotamabe deruxtecana), do laboratório Daiichi Sankyo Brasil Farmacêutica Ltda., teve seu registro publicado no Diário Oficial da União.
    O medicamento é indicado para pacientes com câncer de pulmão de não pequenas células (CPNPC), o tipo mais comum da doença, que representa cerca de 85% dos casos. Ele pode ser usado em tumores avançados, tanto no pulmão quanto em casos de metástase, quando o câncer se espalha para outros órgãos.
     O Datroway é uma opção para pacientes que já passaram por dois tratamentos anteriores e tiveram progressão da doença. Para receber o medicamento, o tumor precisa apresentar uma mutação específica no gene EGFR, alteração que favorece o crescimento das células cancerígenas.
      A identificação dessas alterações permite o uso de terapias-alvo, tratamentos desenvolvidos para agir de forma mais precisa contra características específicas do tumor.
     O câncer de pulmão é a principal causa de morte por câncer no mundo. Além dessa indicação, o Datroway já era aprovado pela Anvisa para alguns casos de câncer de mama triplo-negativo, uma forma mais agressiva da doença.

Por J. L. Ramos (2026).
Qual é o objetivo do texto "ANVISA" ao apresentar informações sobre o Datroway? 
Alternativas
Q4228479 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Uma crônica sobre os relacionamentos virtuais


      Foi em um dia bastante comum que um jovem estava conversando com seus amigos, já era noite e então um deles se levanta e pede ajuda para encontrar alguém legal no Tinder. Um dos amigos se oferece para ajudar e os dois começam a busca.

     Foram vários minutos de alguns cliques, arrastavam o dedo e decidiam se davam match ou não. Durante a escolha surgiam risadas, críticas e sugestões para decidir se tal pessoa era legal e se valia a pena conhecer.

   Depois de algum tempo eles pararam, e um deles, que estava apenas observando, perguntou o que tem de tão divertido em procurar pessoas por atacado. O outro riu e disse que achava normal, e que nem sempre as pessoas que procurava no Tinder eram pra ter um encontro; algumas vezes era apenas para sair e, quem sabe, iniciar uma amizade. Foi então que esse amigo, mesmo achando estranho, tentou entender como as pessoas estão cada vez mais adeptas às tecnologias e aproveitando a facilidade de aproximação para então desenvolver novos laços, mesmo que correndo riscos.

     No mundo moderno, os relacionamentos virtuais emergiram como uma realidade complexa e multifacetada. Por meio das telas brilhantes dos dispositivos eletrônicos, uma nova forma de conexão humana foi estabelecida, transcendendo fronteiras geográficas e culturais. No entanto, junto com essa nova era de interação digital, surgem desafios e riscos que devem ser enfrentados e compreendidos. (...)

     As redes sociais oferecem diversas formas de conhecer pessoas, como grupos temáticos, comunidades online, aplicativos de namoro e até mesmo interações casuais em comentários ou mensagens diretas. Essa variedade permite que as pessoas encontrem individuos —com interesses e valores semelhantes. Neste sentido, é um potencial mecanismo —“de pertencimento social e ampliação das redes afetivas. Conclui-se que conhecer pessoas no mundo virtual e estabelecer relacionamentos a partir deste contexto não se caracteriza como uma forma melhor ou pior, segura ou perigosa; é, simplesmente, mais uma forma de se conectar com outras pessoas.


AQUINO, Matheus. Uma crônica sobre os relacionamentos virtuais. (En)cena. Disponível em .
O autor do texto “Uma crônica sobre os relacionamentos virtuais” defende a ideia geral de que esse tipo de relacionamento:  
Alternativas
Q4228265 Português

Texto CG1A1


Cerca de quatro a cada dez cargos de liderança no Poder Executivo brasileiro são ocupados por pessoas negras ou indígenas. Apesar de representarem juntas a maior parte da população brasileira, elas são 39% das lideranças nos ministérios, nas autarquias e nas fundações. Essa porcentagem aumentou 17% ao longo dos últimos 25 anos. Homens brancos seguem, no entanto, ocupando sozinhos a maior fatia das posições de liderança, 35%.

Os dados são do estudo inédito Lideranças negras no Estado brasileiro (1995-2024). O estudo promove um levantamento do perfil daqueles que ocupam os quadros de liderança, com base nos dados do Sistema Integrado de Administração de Recursos Humanos (SIAPE). A pesquisa considera os últimos 25 anos, o que corresponde a sete gestões presidenciais. Além disso, o estudo apresenta entrevistas aprofundadas com 20 dessas lideranças.

De acordo com os dados levantados, em 1999, homens negros ou indígenas ocupavam 13% dos cargos de liderança no Poder Executivo. Já as mulheres negras ou indígenas ocupavam 9% dessas posições. Juntos, esses homens e mulheres preenchiam 22% dos cargos. Na mesma época, os homens brancos estavam em 37% das posições de liderança, e as mulheres brancas, em 29%.

Em 2024, o cenário mudou. Homens negros ou indígenas passaram a ocupar 24% dos cargos, e as mulheres negras ou indígenas, 15%. As mulheres brancas estão em 26% dos cargos de liderança, e os homens brancos seguem ocupando a maior porcentagem, 35%.

O estudo também destaca alguns marcos de ações afirmativas no serviço público que promoveram mudanças no perfil das lideranças no Poder Executivo. Entre eles está a Lei n.º 12.990/2014, que reserva às pessoas negras 20% das vagas oferecidas nos concursos públicos para provimento de cargos efetivos e empregos públicos no âmbito da administração pública federal, das autarquias, das fundações públicas, das empresas públicas e das sociedades de economia mista controladas pela União.

“O aumento da presença de pessoas negras em posições de liderança no Poder Executivo nos últimos anos representa um avanço importante, porém ainda insuficiente. Os dados revelam que há um trabalho significativo a ser realizado para garantir a equidade racial e de gênero no Brasil. Investir em políticas que ampliem a presença de líderes pretos, pardos e indígenas no serviço público e que promovam a sua permanência nesses cargos é necessário e urgente para a democracia. Essa iniciativa impactará positivamente o país”, diz Alessandra Benedito, vice-presidente de Equidade Racial da Fundação Lemann.


Internet: (com adaptações).

A partir das ideias veiculadas no texto CG1A1, é correto inferir que
Alternativas
Q4228264 Português

Texto CG1A1


Cerca de quatro a cada dez cargos de liderança no Poder Executivo brasileiro são ocupados por pessoas negras ou indígenas. Apesar de representarem juntas a maior parte da população brasileira, elas são 39% das lideranças nos ministérios, nas autarquias e nas fundações. Essa porcentagem aumentou 17% ao longo dos últimos 25 anos. Homens brancos seguem, no entanto, ocupando sozinhos a maior fatia das posições de liderança, 35%.

Os dados são do estudo inédito Lideranças negras no Estado brasileiro (1995-2024). O estudo promove um levantamento do perfil daqueles que ocupam os quadros de liderança, com base nos dados do Sistema Integrado de Administração de Recursos Humanos (SIAPE). A pesquisa considera os últimos 25 anos, o que corresponde a sete gestões presidenciais. Além disso, o estudo apresenta entrevistas aprofundadas com 20 dessas lideranças.

De acordo com os dados levantados, em 1999, homens negros ou indígenas ocupavam 13% dos cargos de liderança no Poder Executivo. Já as mulheres negras ou indígenas ocupavam 9% dessas posições. Juntos, esses homens e mulheres preenchiam 22% dos cargos. Na mesma época, os homens brancos estavam em 37% das posições de liderança, e as mulheres brancas, em 29%.

Em 2024, o cenário mudou. Homens negros ou indígenas passaram a ocupar 24% dos cargos, e as mulheres negras ou indígenas, 15%. As mulheres brancas estão em 26% dos cargos de liderança, e os homens brancos seguem ocupando a maior porcentagem, 35%.

O estudo também destaca alguns marcos de ações afirmativas no serviço público que promoveram mudanças no perfil das lideranças no Poder Executivo. Entre eles está a Lei n.º 12.990/2014, que reserva às pessoas negras 20% das vagas oferecidas nos concursos públicos para provimento de cargos efetivos e empregos públicos no âmbito da administração pública federal, das autarquias, das fundações públicas, das empresas públicas e das sociedades de economia mista controladas pela União.

“O aumento da presença de pessoas negras em posições de liderança no Poder Executivo nos últimos anos representa um avanço importante, porém ainda insuficiente. Os dados revelam que há um trabalho significativo a ser realizado para garantir a equidade racial e de gênero no Brasil. Investir em políticas que ampliem a presença de líderes pretos, pardos e indígenas no serviço público e que promovam a sua permanência nesses cargos é necessário e urgente para a democracia. Essa iniciativa impactará positivamente o país”, diz Alessandra Benedito, vice-presidente de Equidade Racial da Fundação Lemann.


Internet: (com adaptações).

Entende-se da leitura do texto CG1A1 que, no Brasil, 
Alternativas
Q4228141 Português

quanto tempo falta pra gente se ver hoje


quanto tempo falta pra gente se ver logo


quanto tempo falta pra gente se ver todo dia


quanto tempo falta pra gente se ver pra sempre


quanto tempo falta pra gente se ver dia sim dia não


quanto tempo falta pra gente se ver às vezes


quanto tempo falta pra gente se ver cada vez menos


quanto tempo falta pra gente não querer se ver


quanto tempo falta pra gente não querer se ver nunca mais


quanto tempo falta pra gente se ver e fingir que não se viu


quanto tempo falta pra gente se ver e não se reconhecer


quanto tempo falta pra gente se ver e nem lembrar que um dia se conheceu”


(BEBER, Bruna. Romance em doze linhas. In: BEBER, Bruna. Rua da padaria. Rio de Janeiro: Record, 2013.) 

O assunto principal do poema é:
Alternativas
Respostas
41: C
42: C
43: B
44: C
45: C
46: B
47: C
48: E
49: A
50: D
51: E
52: E
53: A
54: A
55: D
56: C
57: A
58: C
59: E
60: C