Questões de Concurso Comentadas sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q2533609 Português

A questão refere-se ao texto 2


Texto 2 


Isolamento

Gabriela Borges


    Helô D’Angelo é uma das maiores quadrinistas brasileiras da nova geração. Jornalista de formação, ganhou destaque com suas HQs políticas, principalmente durante as eleições de 2018. Atenta aos detalhes e inspirada pelo tédio, ano passado começou um registro sensível sobre a pandemia no Brasil com base no que via, escutava e imaginava sobre seus vizinhos. Daí nasceu Isolamento, seu segundo livro, que narra a vida de doze moradores de um predinho, que vivem o que muitos de nós vivemos durante a pandemia: o drama do pai e sua filha, afastados por suas escolhas políticas; o médico que precisa sair para trabalhar; a mulher presa no home office; o casal apaixonado; o cachorro que se torna a única companhia da dona.

    O mais interessante na narrativa criada pela autora é a estrutura, que une na mesma página a história de todos os apartamentos. É como se estivéssemos observando de longe o que se passa na janela alheia. Quem nunca? Rafael Coutinho, grande quadrinista brasileiro, escreveu o prefácio e reconhece o talento de Helô ao criar um suprapersonagem, o prédio, “que nos faz dançar no grid que ela propõe, na unidade de página que agita nossos olhos atrás de detalhes o tempo todo, voltando aos núcleos iniciais, procurando o gato, a mudança do casal, o velho reacionário que foi tomar cerveja escondido com seu comparsa do 4º”. Helô brinca que é uma verdadeira fofoca em quadrinhos. A gente gargalha em algumas páginas e chora de emoção em outras.

    Outro ponto importante são as informações extras à história, que contextualizam o que acontecia no Brasil durante a construção do livro. Uma escolha esperta da autora, que torna a obra um registro importante feito durante a própria pandemia por uma jovem artista paulistana, desses que vamos reler com as gerações futuras, para tentar explicar – e até mesmo entender – tudo o que estamos vivendo.

    Isolamento foi publicada inicialmente no formato webcomic, no perfil no Instagram da autora, para então virar um livro de 208 páginas coloridas, publicado de maneira independente por meio de uma campanha no Catarse. Já experiente em financiamento coletivo, Helô é autora também da graphic novel Dora e a Gata, de 2019.


Disponível em: <https://diplomatique.org.br/>. Acesso em: 16 fev. 2024. [Texto adaptado]

De acordo com o texto, a escritora Helô D’Angelo destaca-se pela produção de histórias em quadrinhos de teor político. As HQs são caracterizadas como
Alternativas
Q2533607 Português

A questão refere-se ao texto 2


Texto 2 


Isolamento

Gabriela Borges


    Helô D’Angelo é uma das maiores quadrinistas brasileiras da nova geração. Jornalista de formação, ganhou destaque com suas HQs políticas, principalmente durante as eleições de 2018. Atenta aos detalhes e inspirada pelo tédio, ano passado começou um registro sensível sobre a pandemia no Brasil com base no que via, escutava e imaginava sobre seus vizinhos. Daí nasceu Isolamento, seu segundo livro, que narra a vida de doze moradores de um predinho, que vivem o que muitos de nós vivemos durante a pandemia: o drama do pai e sua filha, afastados por suas escolhas políticas; o médico que precisa sair para trabalhar; a mulher presa no home office; o casal apaixonado; o cachorro que se torna a única companhia da dona.

    O mais interessante na narrativa criada pela autora é a estrutura, que une na mesma página a história de todos os apartamentos. É como se estivéssemos observando de longe o que se passa na janela alheia. Quem nunca? Rafael Coutinho, grande quadrinista brasileiro, escreveu o prefácio e reconhece o talento de Helô ao criar um suprapersonagem, o prédio, “que nos faz dançar no grid que ela propõe, na unidade de página que agita nossos olhos atrás de detalhes o tempo todo, voltando aos núcleos iniciais, procurando o gato, a mudança do casal, o velho reacionário que foi tomar cerveja escondido com seu comparsa do 4º”. Helô brinca que é uma verdadeira fofoca em quadrinhos. A gente gargalha em algumas páginas e chora de emoção em outras.

    Outro ponto importante são as informações extras à história, que contextualizam o que acontecia no Brasil durante a construção do livro. Uma escolha esperta da autora, que torna a obra um registro importante feito durante a própria pandemia por uma jovem artista paulistana, desses que vamos reler com as gerações futuras, para tentar explicar – e até mesmo entender – tudo o que estamos vivendo.

    Isolamento foi publicada inicialmente no formato webcomic, no perfil no Instagram da autora, para então virar um livro de 208 páginas coloridas, publicado de maneira independente por meio de uma campanha no Catarse. Já experiente em financiamento coletivo, Helô é autora também da graphic novel Dora e a Gata, de 2019.


Disponível em: <https://diplomatique.org.br/>. Acesso em: 16 fev. 2024. [Texto adaptado]

Na escrita do primeiro período do texto, a autora considerou, principalmente, a capacidade de o leitor 
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Q2533538 Português
O que significa obra de Graciliano Ramos em domínio público

Para a família do escritor, legislação brasileira só aumenta lucros das editoras, além de permitir publicações menos cuidadosas. Quem adaptar obra para TV ou HQs, por exemplo, poderá receber parte dos lucros. Vidas Secas, Angústia, São Bernardo e todos os outros livros escritos por Graciliano Ramos (1892- 1953), um dos maiores nomes da literatura nacional, estão em domínio público a partir desta segunda-feira (01/01). Conforme prevê a legislação brasileira, não é mais necessário o pagamento de direitos autorais aos herdeiros de um autor a partir do ano seguinte ao septuagésimo aniversário da morte do mesmo.

Segundo o jurista Gustavo Martins de Almeida, advogado do Sindicato Nacional dos Editores de Livro (SNEL), a integridade da obra segue protegida. “Após os 70 anos [da morte], a obra pode ser livremente reproduzida. No entanto, há um direito moral que implica na integridade da obra, isto é: seu conteúdo não poderá ser alterado”, explica.

“Precisam ser resguardados os direitos morais, ou seja, a obra tem de continuar sendo creditada ao autor e a sua integridade, mantida”, completa o jornalista Leonardo Neto, especializado em mercado editorial e curador de eventos como a Bienal do Livro de São Paulo. “Nenhuma modificação que possa prejudicar a obra ou atingir a reputação ou honra do autor pode ocorrer.”
[...]
Neto de Graciliano, o escritor Ricardo Ramos Filho conta que a família vinha se preparando há tempos para esta transição. Anos atrás, houve a renovação do contrato firmado entre os herdeiros e a editora Record, que publica a obra completa do autor. “E fizemos um contrato mais longo. A editora vai continuar pagando direitos autorais à família até 2029”, relata.

Ramos Filho frisa que toda reedição tem o acompanhamento da família, com o objetivo de zelar pela qualidade final. “Sabemos que [agora] muitas editoras vão publicar sem maiores cuidados, pensando só no lucro. É claro que nós não gostamos disso”, comenta ele.

“A lei do domínio público, eu usaria uma palavra muito forte para definir o que eu penso, acho que é uma excrescência”, afirma Ramos Filho. Seus argumentos são de que a legislação só serve para aumentar os lucros daqueles que exploram as obras do autor.

Ele diz que aprova o fato de que a partir de agora qualquer pessoa pode acessar livremente a obra a partir de uma biblioteca on-line, completamente grátis. “Para isso, não precisaria nem esperar 70 anos, 50 já estava bom. Acho importante que as pessoas possam acessar a obra do autor sem pagar, é importante para que ele seja lido e divulgado. Isso é domínio público.”

O problema, para o herdeiro, é a comercialização. “A partir de janeiro, qualquer editora vai poder publicar Graciliano sem pagar os 10% que pagavam de direito autoral para a família. O livro vai custar mais barato por causa disso? Não. As editoras vão poder publicar o autor, não vão pagar direito autoral e vão continuar cobrando a mesma coisa pelo livro”, avalia. “É isso que nos revolta. Mas, tudo bem: é lei, e lei a gente pode até não aceitar, mas a gente acata.”

“A lei de domínio público, da maneira como está posta, é uma falácia”, enfatiza.

Disponível em: https://www.ocafezinho.com/2024/01/01/o-que-significa-obra-degraciliano-ramos-em-dominio-publico/. Acesso em: 04 jan. 2024.
A partir da leitura do texto, conclui-se que a família do escritor discorda da lei do Domínio Público porque, segundo Ramos Filho:

I. Aumenta lucros das editoras, além de permitir publicações menos cuidadosas.
II. Deixa de existir a obrigatoriedade do pagamento de direitos autorais aos herdeiros, e o adaptador da obra passa a receber parte dos lucros.
III. O acesso livre à obra se torna completamente grátis a partir de uma biblioteca on-line.
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Q2533534 Português
A última crônica

A caminho de casa, entro num botequim da Gávea para tomar um café junto ao balcão. Na realidade estou adiando o momento de escrever. A perspectiva me assusta. Gostaria de estar inspirado, de coroar com êxito mais um ano nesta busca do pitoresco ou do irrisório no cotidiano de cada um. Eu pretendia apenas recolher da vida diária algo de seu disperso conteúdo humano, fruto da convivência, que a faz mais digna de ser vivida. Visava ao circunstancial, ao episódico. Nesta perseguição do acidental, quer num flagrante de esquina, quer nas palavras de uma criança ou num acidente doméstico, torno-me simples espectador e perco a noção do essencial. Sem mais nada para contar, curvo a cabeça e tomo meu café, enquanto o verso do poeta se repete na lembrança: “assim eu quereria o meu último poema”. Não sou poeta e estou sem assunto. Lanço então um último olhar fora de mim, onde vivem os assuntos que merecem uma crônica.
[Trecho inicial do texto A última crônica, de Fernando Sabino]. Disponível em: https://contobrasileiro.com.br/a-ultima-cronica-fernando-sabino/. Acesso em: 03 jan. 2024.

A partir da leitura do texto, é possível deduzir que:
Alternativas
Q2533502 Português
A finalidade da sociedade e o bem comum

O bem comum é o conjunto de condições de uma sociedade que facilita a cada cidadão alcançar a sua plenitude.


        As pessoas, convivendo em sociedade, desejam alcançar metas comuns, desenvolver-se, melhorar. Ninguém se conforma em ver seu bairro, sua cidade, seu estado, seu país estagnado, apenas subsistindo ou mantendo seu momento presente. E apenas uma concepção abrangente de bem comum, de desenvolvimento humano e social – e que tem também uma inescapável dimensão ética – dá conta dessas expectativas. A expressão “bem comum” e algumas de suas variantes estão na letra da lei e na boca dos políticos; mais complicado é saber exatamente no que consiste esse bem comum.
        Um equívoco frequente é o de associar o bem comum apenas à prosperidade material, com base na mera soma dos bens disponíveis que compõem uma sociedade – quase como se fôssemos usar o PIB per capita como critério para avaliar o bem comum. Como veremos, os bens materiais compõem, sim, o bem comum, mas são apenas uma parte dele – e nem mesmo a parte mais importante. Outro engano consiste em acreditar que o bem comum é “a felicidade do maior número de indivíduos”, como defendem os utilitaristas: essa mentalidade justificaria inclusive desrespeitos aos direitos básicos de alguns, se isso viesse a beneficiar um grupo maior. Isso talvez fosse o “bem da maioria”, mas não o “bem comum”. Este é um projeto coletivo que inclui a todos.
        Excluindo algumas possibilidades, fica mais fácil definir o que é o bem comum. Ele é uma situação, um estado de coisas que facilita – ou pelo menos não dificulta – a cada indivíduo a possibilidade de perseguir, se assim o desejar, o próprio desenvolvimento integral (isto é, do caráter, profissional, econômico, social etc.) e sua realização por meio da busca da excelência.
        E, infelizmente, são muitas as circunstâncias que dificultam o desenvolvimento integral de cada pessoa. Pensemos na ausência de referências morais e estéticas, no caos normativo e institucional, na insegurança jurídica ou naquela que deixa o cidadão temeroso de sair à rua, na indigência intelectual e científica, na desconfiança generalizada, na miséria que impede suas vítimas de se dedicar a qualquer outra coisa que não seja sua sobrevivência. A preocupação com o bem comum exige um combate sem trégua a essas situações.
        Como o sentido da vida em sociedade deve ser o de proporcionar a cada um maiores chances de realização, o bem comum pressupõe uma série de valores imateriais – a presença de valores culturais e artísticos, um ambiente de paz e justiça, conhecimentos científicos e tecnológicos e um clima geral de estímulo pela busca da excelência – assim como bens materiais que tornam possível o desenvolvimento ancorado nesse clima e nesses valores.
        Nesse sentido, os primeiros têm uma evidente precedência. São mais importantes e são os que tornam realmente bem estruturada uma sociedade. Facilitam, por sua vez, o aumento paulatino e equilibrado da prosperidade material. E, dentre aqueles componentes imateriais do bem comum, parece-nos que o mais decisivo, o que teria maior impacto no bem-estar geral, seria a existência, na sociedade, de uma convicção amplamente difundida de que há uma excelência moral que deve ser perseguida; mais, que merece ser perseguida. Convicção amplamente difundida e, pelo menos, concretizada na vida de muitos cidadãos. A convicção de que as virtudes são o que há de mais valioso na vida humana é o melhor alicerce para se construir uma sociedade promissora.
        O alcance de um elevado nível de bem comum não é, ao contrário do que poderia parecer a muitos, uma incumbência fundamentalmente do governo. O Estado tem um papel importante – sem ele, por exemplo, seria impossível construir o ambiente de paz e justiça que elencamos como valor importante para o bem comum –, mas os cidadãos e as organizações da sociedade civil, no seu conjunto, têm um impacto maior nesta tarefa. Se pensarmos na influência da família, das escolas, dos meios de comunicação, das artes; se pensarmos no valor que um exemplo de heroísmo no cotidiano de pessoas comuns pode ter, perceberemos facilmente a responsabilidade imensa que todos têm na construção do bem comum.
(Disponível em: https:www.gazetadopovo.com.br/opiniao.Acesso em: fevereiro de 2024.)
A partir da leitura do texto, depreende-se que o bem comum está relacionado:
Alternativas
Q2533292 Português
Leia o poema a seguir e responda a questão.

Ser criança
Tatiana Belinky


Ser criança é dureza
Todo mundo manda em mim
Se pergunto o motivo,
Me respondem “porque sim”.
Isso é falta de respeito,
"Porque sim" não é resposta,
Atitude autoritária
Coisa que ninguém gosta!

Adulto deve explicar
Pra criança compreender
Esses "podes" e "não podes",
Pra aceitar sem se ofender!

Criança exige carinho,
E sim! Consideração!
Criança é gente, é pessoa,
Não bicho de estimação!
A autora do poema defende a ideia de que a criança merece explicação sobre os “podes” e “não podes” ditos pelos adultos. Segundo o texto, “porque sim” é uma resposta: 
Alternativas
Ano: 2024 Banca: Aroeira Órgão: Prefeitura de Campo Alegre de Goiás - GO Provas: Aroeira - 2024 - Prefeitura de Campo Alegre de Goiás - GO - Controlador Interno | Aroeira - 2024 - Prefeitura de Campo Alegre de Goiás - GO - Assistente Social | Aroeira - 2024 - Prefeitura de Campo Alegre de Goiás - GO - Adjunto Administrativo | Aroeira - 2024 - Prefeitura de Campo Alegre de Goiás - GO - Gestor de Cadastro Único | Aroeira - 2024 - Prefeitura de Campo Alegre de Goiás - GO - Engenheiro Florestal - Analista Ambiental | Aroeira - 2024 - Prefeitura de Campo Alegre de Goiás - GO - Médico(a) Clínico Geral | Aroeira - 2024 - Prefeitura de Campo Alegre de Goiás - GO - Médico(a) ESF | Aroeira - 2024 - Prefeitura de Campo Alegre de Goiás - GO - Biomédico | Aroeira - 2024 - Prefeitura de Campo Alegre de Goiás - GO - Odontólogo(a) | Aroeira - 2024 - Prefeitura de Campo Alegre de Goiás - GO - Nutricionista | Aroeira - 2024 - Prefeitura de Campo Alegre de Goiás - GO - Enfermeiro(a) | Aroeira - 2024 - Prefeitura de Campo Alegre de Goiás - GO - Farmacêutico(a) - Bioquímico(a) | Aroeira - 2024 - Prefeitura de Campo Alegre de Goiás - GO - Psicólogo(a) | Aroeira - 2024 - Prefeitura de Campo Alegre de Goiás - GO - Educador(a) Físico | Aroeira - 2024 - Prefeitura de Campo Alegre de Goiás - GO - Professor(a) | Aroeira - 2024 - Prefeitura de Campo Alegre de Goiás - GO - Professor(a) Intérprete de Libras | Aroeira - 2024 - Prefeitura de Campo Alegre de Goiás - GO - Fisioterapeuta |
Q2533046 Português
TEXTO III


O Direito ao esperneio

         Se essas entidades médicas tencionam continuar correndo atrás de direitos que não têm, obcecadas pela ideia de prejudicar outras categorias, é problema delas. Afinal, o direito ao esperneio, ou “jus esperandi”, como se diz popularmente, não depende de formalismos para ser exercitado. Este Conselho só se permite chamar sua atenção para o fato de que esgrimir contra moinhos de vento, no melhor estilo quixotesco, não é exatamente a atitude mais adequada para representantes de uma elite profissional tão respeitada e cônscia de sua posição, como é o caso dos médicos.


(Disponível em: http://www2.jornaldotocantins.com.br/ 02set.2004/colunas/tendências/gilbertolinhares. Adaptado. Acesso em:18 fev. 2024)
Analise o texto “O Direito ao esperneio” e marque a alternativa que apresenta sua principal temática:
Alternativas
Ano: 2024 Banca: Aroeira Órgão: Prefeitura de Campo Alegre de Goiás - GO Provas: Aroeira - 2024 - Prefeitura de Campo Alegre de Goiás - GO - Controlador Interno | Aroeira - 2024 - Prefeitura de Campo Alegre de Goiás - GO - Assistente Social | Aroeira - 2024 - Prefeitura de Campo Alegre de Goiás - GO - Adjunto Administrativo | Aroeira - 2024 - Prefeitura de Campo Alegre de Goiás - GO - Gestor de Cadastro Único | Aroeira - 2024 - Prefeitura de Campo Alegre de Goiás - GO - Engenheiro Florestal - Analista Ambiental | Aroeira - 2024 - Prefeitura de Campo Alegre de Goiás - GO - Médico(a) Clínico Geral | Aroeira - 2024 - Prefeitura de Campo Alegre de Goiás - GO - Médico(a) ESF | Aroeira - 2024 - Prefeitura de Campo Alegre de Goiás - GO - Biomédico | Aroeira - 2024 - Prefeitura de Campo Alegre de Goiás - GO - Odontólogo(a) | Aroeira - 2024 - Prefeitura de Campo Alegre de Goiás - GO - Nutricionista | Aroeira - 2024 - Prefeitura de Campo Alegre de Goiás - GO - Enfermeiro(a) | Aroeira - 2024 - Prefeitura de Campo Alegre de Goiás - GO - Farmacêutico(a) - Bioquímico(a) | Aroeira - 2024 - Prefeitura de Campo Alegre de Goiás - GO - Psicólogo(a) | Aroeira - 2024 - Prefeitura de Campo Alegre de Goiás - GO - Educador(a) Físico | Aroeira - 2024 - Prefeitura de Campo Alegre de Goiás - GO - Professor(a) | Aroeira - 2024 - Prefeitura de Campo Alegre de Goiás - GO - Professor(a) Intérprete de Libras | Aroeira - 2024 - Prefeitura de Campo Alegre de Goiás - GO - Fisioterapeuta |
Q2533043 Português
TEXTO II


        Respeitador do trabalho alheio, como todo o trabalhador honesto, mas sem confundir esse respeito com a condescendência camaradeira, estreme de animosidades pessoais ou de emulações profissionais, com o mínimo dos infalíveis preconceitos literários ou com a força de os dominar, desconfiado de sistemas e assertos categóricos, suficientemente instruído nas cousas literárias e uma visão própria, talvez demasiadamente pessoal, mas por isso mesmo interessante da vida, ninguém mais do que ele podia ter sido o crítico cuja falta lastimou como um dos maiores males da nossa literatura. Em compensação deixou-lhe um incomparável modelo numa obra de criação que ficará como o mais perfeito exemplar do nosso engenho nesse domínio.


(VERÍSSIMO, José. História da Literatura Brasileira. 5ª .ed. Rio de Janeiro, José Olympio, 1964. 
Segundo Luiz Antônio Marcuschi “Os textos situam-se em domínios discursivos que produzem contextos e situações para as práticas sociodiscursivas características. Os domínios discursivos são uma esfera da vida social ou institucional na qual se dão práticas que organizam formas de comunicação e respectivas estratégias de compreensão”. Assim, é correto afirmar que o texto acima pertence ao domínio discursivo:
Alternativas
Q2532930 Português
"Preciso pensar num plano de saúde para o planeta Terra" (Joze de Goes). Não é correto afirmar sobre a frase.
Alternativas
Q2532925 Português
Reflorestar Após os Incêndios.

Bryce Jones, quando era aluno de Biologia da Universidade de Victoria, no Canadá, arranjou emprego durante o verão para plantar árvores na Colúmbia Britânica e em Alberta. Hoje empresário, ele encontrou um jeito mais rápido de fazer o serviço. Em 2019, Bryce fundou com seus sócios, em Toronto, a Flash Forest, que usa drones para ajudar o replantio após incêndios florestais.

É uma tecnologia muito necessária, pois a mudança climática, com temperaturas mais altas, está secando as florestas. Em 2023, a temporada de incêndios florestais do Canadá foi a mais destrutiva já registrada. Até setembro, houve mais de 6 mil incêndios, um aumento de 21% em relação à média dos 10 anos anteriores.

O pessoal em terra equipa os drones com as cápsulas de sementes da startup, que contêm sementes de árvores locais, sais minerais, nutrientes e bactérias e fungos úteis. Do ar, as cápsulas são ejetadas sobre os locais queimados para plantar árvores biodiversas nas áreas-alvo, inclusive em lugares remotos.

A nova empresa já plantou 1,5 milhão de árvores e pretende chegar a 5,5 milhões até meados de 2024 - e a 1 bilhão no mundo inteiro até 2030. (O plano é expandir para os Estados Unidos neste segundo trimestre.)

Muitos acham que pouco podem fazer para combater a mudança climática, diz Bryce, "mas temos mais poder do que pensamos".


(Seleçoes 03.2024.Patrícia Karounos)
Leia as frases, analise as redações, e assinale a alternativa em que não há erro.
Alternativas
Q2532924 Português
Reflorestar Após os Incêndios.

Bryce Jones, quando era aluno de Biologia da Universidade de Victoria, no Canadá, arranjou emprego durante o verão para plantar árvores na Colúmbia Britânica e em Alberta. Hoje empresário, ele encontrou um jeito mais rápido de fazer o serviço. Em 2019, Bryce fundou com seus sócios, em Toronto, a Flash Forest, que usa drones para ajudar o replantio após incêndios florestais.

É uma tecnologia muito necessária, pois a mudança climática, com temperaturas mais altas, está secando as florestas. Em 2023, a temporada de incêndios florestais do Canadá foi a mais destrutiva já registrada. Até setembro, houve mais de 6 mil incêndios, um aumento de 21% em relação à média dos 10 anos anteriores.

O pessoal em terra equipa os drones com as cápsulas de sementes da startup, que contêm sementes de árvores locais, sais minerais, nutrientes e bactérias e fungos úteis. Do ar, as cápsulas são ejetadas sobre os locais queimados para plantar árvores biodiversas nas áreas-alvo, inclusive em lugares remotos.

A nova empresa já plantou 1,5 milhão de árvores e pretende chegar a 5,5 milhões até meados de 2024 - e a 1 bilhão no mundo inteiro até 2030. (O plano é expandir para os Estados Unidos neste segundo trimestre.)

Muitos acham que pouco podem fazer para combater a mudança climática, diz Bryce, "mas temos mais poder do que pensamos".


(Seleçoes 03.2024.Patrícia Karounos)
O assunto tratado no texto é:
Alternativas
Q2532917 Português
Reflorestar Após os Incêndios.

Bryce Jones, quando era aluno de Biologia da Universidade de Victoria, no Canadá, arranjou emprego durante o verão para plantar árvores na Colúmbia Britânica e em Alberta. Hoje empresário, ele encontrou um jeito mais rápido de fazer o serviço. Em 2019, Bryce fundou com seus sócios, em Toronto, a Flash Forest, que usa drones para ajudar o replantio após incêndios florestais.

É uma tecnologia muito necessária, pois a mudança climática, com temperaturas mais altas, está secando as florestas. Em 2023, a temporada de incêndios florestais do Canadá foi a mais destrutiva já registrada. Até setembro, houve mais de 6 mil incêndios, um aumento de 21% em relação à média dos 10 anos anteriores.

O pessoal em terra equipa os drones com as cápsulas de sementes da startup, que contêm sementes de árvores locais, sais minerais, nutrientes e bactérias e fungos úteis. Do ar, as cápsulas são ejetadas sobre os locais queimados para plantar árvores biodiversas nas áreas-alvo, inclusive em lugares remotos.

A nova empresa já plantou 1,5 milhão de árvores e pretende chegar a 5,5 milhões até meados de 2024 - e a 1 bilhão no mundo inteiro até 2030. (O plano é expandir para os Estados Unidos neste segundo trimestre.)

Muitos acham que pouco podem fazer para combater a mudança climática, diz Bryce, "mas temos mais poder do que pensamos".


(Seleçoes 03.2024.Patrícia Karounos)
A frase "(...) mas temos mais poder do que pensamos", o empresário demonstra:
Alternativas
Q2532723 Português
TEXTO II

ÍCONE, ÍNDICE, SÍMBOLO

        A semiótica, também chamada de semiologia, é o estudo de como funcionam os signos (representação de algo a que atribuímos valor, significado ou sentido). A semiótica foi criada no século XX como uma ferramenta analítica a ser utilizada por linguísticas, antropólogos e críticos. Ela serviu de base para uma variedade de tradições intelectuais, desde a filosofia e a antropologia até a crítica na literatura e na arte. 
        O filósofo americano Charles Peirce e seu seguidor Charles Morris identificaram três tipos básicos de signos: ícone, índice e símbolo. Um ícone possui semelhança física com a ideia que representa. Um índice aponta para o seu referente ou consiste em um vestígio ou impressão direta de um objeto ou evento. A sombra de uma árvore, assim como um fruto ou semente que cai no chão são índices da árvore. Signos indiciais muitas vezes sinalizam uma ação ou um processo físico. A fumaça indica fogo; os sintomas indicam doença; uma seta destaca uma determinada direção. Por fim, um símbolo é abstrato (como a palavra escrita árvore); sua forma não tem qualquer semelhança com o seu significado. Os signos visuais muitas vezes incorporam atributos de mais de uma categoria de signo. Uma placa de banheiro feminino mostrando uma mulher de vestido é um ícone (retratando a figura humana), mas é também um índice (indicando a localização do banheiro).


(Adaptado de: https://pribellafronte.com.br/blog/icone-indice-simbolo. Acesso em: 01/04/2024)


COM BASE NAS INFORMAÇÕES PRESENTES NO TEXTO II, CONSIDERE AS TRÊS IMAGENS ABAIXO PARA RESPONDER À QUESTÃO.



Analise as seguintes asserções e depois assinale a alternativa CORRETA.

I- Na imagem 1, há somente um ícone.
II- Na imagem 2, há um índice e um símbolo.
III- Na imagem 3, há um símbolo, um ícone e um índice.
Alternativas
Q2532719 Português
TEXTO I

(...)
         A semiótica é uma área nova das Ciências Humanas e teve origem em três regiões: (1) vertente originada nos Estados Unidos; (2) vertente originada na antiga União Soviética; e (3) vertente originada na Europa Ocidental. Essa área de estudo tem como foco de análise a investigação de todos os tipos de linguagens existentes, seja oral, verbal, gestual, entre outras. A origem da denominação “semiótica” vem da raiz grega semeion, que significa ciência dos signos, Semiótica é a Ciência dos signos. Nesse contexto, o signo é entendido como linguagem verbal e nãoverbal.
        A semiótica é a ciência que tem por objeto a investigação de todas as linguagens possíveis, ou seja, tem o intuito de examinar os modos de constituição de todo e qualquer fenômeno de produção de significação e de sentido. Os homens são mediados por uma rede de linguagem que proporciona nossa interação com o mundo e que dá orientação aos sinais, às imagens e aos gráficos disponibilizados no dia a dia. Entre os sinais que orientam os seres humanos, estão os sinais de trânsito. 
     No Brasil, os sinais de trânsito integram o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) a fim de condicionar civilizadamente à atitude ética no trânsito, com base em regras convencionadas na forma de lei. Tais convenções são expressadas por intermédio de sinais e sinalizações percebidos pelos motoristas na condução dos veículos diversos sobre as vias de circulação. Os sinais e as sinalizações devem proporcionar a ação efetiva de direção segura para todos os envolvidos nesse contexto: veículos, motoristas, pedestres e animais. 
        Os sinais de trânsito fazem parte da vida cotidiana, especialmente nos meios urbanos, e do nosso mundo; portanto, entendê-los e respeitá-los, em se tratando do trânsito, é uma questão de sobrevivência. Ao se considerar dados de 2012 apenas, registraram-se 46.051 vítimas fatais no trânsito, segundo o Ministério da Saúde. Com a intenção de reduzir as vítimas no trânsito, principalmente aquelas decorrentes de colisões frontais, que apresentam maior possibilidade de morte, em 2014 foram agravadas as punições para as infrações de trânsito, reclassificando o valor da multa por ultrapassagem indevida pela contramão. Essa multa antes tinha o valor de R$191,54; a partir de 1º de novembro de 2014 passou a valer R$ 957,70.
        Devido ao tema deste artigo, uma análise de parte do CTB, elegeu-se como objeto do estudo o subsistema de regulamentação de ultrapassagem, que compõe o sistema nacional de sinalização, mais especificamente o sistema de sinalização horizontal e a classificação das marcas longitudinais. A regulamentação de ultrapassagem possui vários aspectos a serem avaliados, como as determinações expressas na lei, as placas de sinalização, as pinturas sobre as pistas de trânsito e as linhas que regulam a ultrapassagem. Neste estudo, serão analisadas as marcas longitudinais, particularmente as representações gráficas visuais do sistema de regulamentação de ultrapassagem – linha de divisão de fluxos opostos (LFO) e linha de divisão de fluxos de mesmo sentido (LMS). Essas linhas indicam a intenção objetiva de regulamentar a ultrapassagem e, principalmente, de suscitar atitudes a serem tomadas pelos usuários das vias, por meio da interpretação das marcas pintadas, entre outras sinalizações, que comunicam significados às pessoas que circulam a pé e especialmente aos condutores dos veículos. O significado que cada linha do sistema de representação de ultrapassagem tem na composição da sua linguagem pode ser analisado pela sua própria imagem, pela sensação que ela proporciona, ou seja, pela representação simbólica. 
(...)


(Adaptado de: MACHADO, Andreia de Bem; TRUPPEL FILHO, José Onildo; SOUSA, Richard Perassi Luiz de; LOPES, Luciana Dornbusch. A codificação do código de trânsito brasileiro para o sistema de representação de ultrapassagem de acordo com a segunda tricotomia da análise semiótica de Peirce. Revista da Universidade Vale do Rio Verde, v. 14, n. 1, 2016, 14-23, p. 15-16).
Ao se considerar dados de 2012 apenas, registraramse 46.051 vítimas fatais no trânsito, segundo o Ministério da Saúde.

Tendo em vista as informações presentes no Texto I, pode-se conjecturar CORRETAMENTE que a participação do Ministério da Saúde no tratamento dos dados referentes a vítimas fatais no trânsito acontece pelo seguinte motivo:
Alternativas
Q2532718 Português
TEXTO I

(...)
         A semiótica é uma área nova das Ciências Humanas e teve origem em três regiões: (1) vertente originada nos Estados Unidos; (2) vertente originada na antiga União Soviética; e (3) vertente originada na Europa Ocidental. Essa área de estudo tem como foco de análise a investigação de todos os tipos de linguagens existentes, seja oral, verbal, gestual, entre outras. A origem da denominação “semiótica” vem da raiz grega semeion, que significa ciência dos signos, Semiótica é a Ciência dos signos. Nesse contexto, o signo é entendido como linguagem verbal e nãoverbal.
        A semiótica é a ciência que tem por objeto a investigação de todas as linguagens possíveis, ou seja, tem o intuito de examinar os modos de constituição de todo e qualquer fenômeno de produção de significação e de sentido. Os homens são mediados por uma rede de linguagem que proporciona nossa interação com o mundo e que dá orientação aos sinais, às imagens e aos gráficos disponibilizados no dia a dia. Entre os sinais que orientam os seres humanos, estão os sinais de trânsito. 
     No Brasil, os sinais de trânsito integram o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) a fim de condicionar civilizadamente à atitude ética no trânsito, com base em regras convencionadas na forma de lei. Tais convenções são expressadas por intermédio de sinais e sinalizações percebidos pelos motoristas na condução dos veículos diversos sobre as vias de circulação. Os sinais e as sinalizações devem proporcionar a ação efetiva de direção segura para todos os envolvidos nesse contexto: veículos, motoristas, pedestres e animais. 
        Os sinais de trânsito fazem parte da vida cotidiana, especialmente nos meios urbanos, e do nosso mundo; portanto, entendê-los e respeitá-los, em se tratando do trânsito, é uma questão de sobrevivência. Ao se considerar dados de 2012 apenas, registraram-se 46.051 vítimas fatais no trânsito, segundo o Ministério da Saúde. Com a intenção de reduzir as vítimas no trânsito, principalmente aquelas decorrentes de colisões frontais, que apresentam maior possibilidade de morte, em 2014 foram agravadas as punições para as infrações de trânsito, reclassificando o valor da multa por ultrapassagem indevida pela contramão. Essa multa antes tinha o valor de R$191,54; a partir de 1º de novembro de 2014 passou a valer R$ 957,70.
        Devido ao tema deste artigo, uma análise de parte do CTB, elegeu-se como objeto do estudo o subsistema de regulamentação de ultrapassagem, que compõe o sistema nacional de sinalização, mais especificamente o sistema de sinalização horizontal e a classificação das marcas longitudinais. A regulamentação de ultrapassagem possui vários aspectos a serem avaliados, como as determinações expressas na lei, as placas de sinalização, as pinturas sobre as pistas de trânsito e as linhas que regulam a ultrapassagem. Neste estudo, serão analisadas as marcas longitudinais, particularmente as representações gráficas visuais do sistema de regulamentação de ultrapassagem – linha de divisão de fluxos opostos (LFO) e linha de divisão de fluxos de mesmo sentido (LMS). Essas linhas indicam a intenção objetiva de regulamentar a ultrapassagem e, principalmente, de suscitar atitudes a serem tomadas pelos usuários das vias, por meio da interpretação das marcas pintadas, entre outras sinalizações, que comunicam significados às pessoas que circulam a pé e especialmente aos condutores dos veículos. O significado que cada linha do sistema de representação de ultrapassagem tem na composição da sua linguagem pode ser analisado pela sua própria imagem, pela sensação que ela proporciona, ou seja, pela representação simbólica. 
(...)


(Adaptado de: MACHADO, Andreia de Bem; TRUPPEL FILHO, José Onildo; SOUSA, Richard Perassi Luiz de; LOPES, Luciana Dornbusch. A codificação do código de trânsito brasileiro para o sistema de representação de ultrapassagem de acordo com a segunda tricotomia da análise semiótica de Peirce. Revista da Universidade Vale do Rio Verde, v. 14, n. 1, 2016, 14-23, p. 15-16).
Considerando o campo discursivo do Código Brasileiro de Trânsito, conforme abordado no Texto I, pode-se afirmar que todas as palavras abaixo estão relacionadas ao significado da palavra “infrações”, EXCETO:
Alternativas
Q2532717 Português
TEXTO I

(...)
         A semiótica é uma área nova das Ciências Humanas e teve origem em três regiões: (1) vertente originada nos Estados Unidos; (2) vertente originada na antiga União Soviética; e (3) vertente originada na Europa Ocidental. Essa área de estudo tem como foco de análise a investigação de todos os tipos de linguagens existentes, seja oral, verbal, gestual, entre outras. A origem da denominação “semiótica” vem da raiz grega semeion, que significa ciência dos signos, Semiótica é a Ciência dos signos. Nesse contexto, o signo é entendido como linguagem verbal e nãoverbal.
        A semiótica é a ciência que tem por objeto a investigação de todas as linguagens possíveis, ou seja, tem o intuito de examinar os modos de constituição de todo e qualquer fenômeno de produção de significação e de sentido. Os homens são mediados por uma rede de linguagem que proporciona nossa interação com o mundo e que dá orientação aos sinais, às imagens e aos gráficos disponibilizados no dia a dia. Entre os sinais que orientam os seres humanos, estão os sinais de trânsito. 
     No Brasil, os sinais de trânsito integram o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) a fim de condicionar civilizadamente à atitude ética no trânsito, com base em regras convencionadas na forma de lei. Tais convenções são expressadas por intermédio de sinais e sinalizações percebidos pelos motoristas na condução dos veículos diversos sobre as vias de circulação. Os sinais e as sinalizações devem proporcionar a ação efetiva de direção segura para todos os envolvidos nesse contexto: veículos, motoristas, pedestres e animais. 
        Os sinais de trânsito fazem parte da vida cotidiana, especialmente nos meios urbanos, e do nosso mundo; portanto, entendê-los e respeitá-los, em se tratando do trânsito, é uma questão de sobrevivência. Ao se considerar dados de 2012 apenas, registraram-se 46.051 vítimas fatais no trânsito, segundo o Ministério da Saúde. Com a intenção de reduzir as vítimas no trânsito, principalmente aquelas decorrentes de colisões frontais, que apresentam maior possibilidade de morte, em 2014 foram agravadas as punições para as infrações de trânsito, reclassificando o valor da multa por ultrapassagem indevida pela contramão. Essa multa antes tinha o valor de R$191,54; a partir de 1º de novembro de 2014 passou a valer R$ 957,70.
        Devido ao tema deste artigo, uma análise de parte do CTB, elegeu-se como objeto do estudo o subsistema de regulamentação de ultrapassagem, que compõe o sistema nacional de sinalização, mais especificamente o sistema de sinalização horizontal e a classificação das marcas longitudinais. A regulamentação de ultrapassagem possui vários aspectos a serem avaliados, como as determinações expressas na lei, as placas de sinalização, as pinturas sobre as pistas de trânsito e as linhas que regulam a ultrapassagem. Neste estudo, serão analisadas as marcas longitudinais, particularmente as representações gráficas visuais do sistema de regulamentação de ultrapassagem – linha de divisão de fluxos opostos (LFO) e linha de divisão de fluxos de mesmo sentido (LMS). Essas linhas indicam a intenção objetiva de regulamentar a ultrapassagem e, principalmente, de suscitar atitudes a serem tomadas pelos usuários das vias, por meio da interpretação das marcas pintadas, entre outras sinalizações, que comunicam significados às pessoas que circulam a pé e especialmente aos condutores dos veículos. O significado que cada linha do sistema de representação de ultrapassagem tem na composição da sua linguagem pode ser analisado pela sua própria imagem, pela sensação que ela proporciona, ou seja, pela representação simbólica. 
(...)


(Adaptado de: MACHADO, Andreia de Bem; TRUPPEL FILHO, José Onildo; SOUSA, Richard Perassi Luiz de; LOPES, Luciana Dornbusch. A codificação do código de trânsito brasileiro para o sistema de representação de ultrapassagem de acordo com a segunda tricotomia da análise semiótica de Peirce. Revista da Universidade Vale do Rio Verde, v. 14, n. 1, 2016, 14-23, p. 15-16).
Com base apenas nas informações presentes na superfície do Texto I, assinale a alternativa CORRETA a respeito do valor da multa por ultrapassagem indevida pela contramão.
Alternativas
Q2532715 Português
TEXTO I

(...)
         A semiótica é uma área nova das Ciências Humanas e teve origem em três regiões: (1) vertente originada nos Estados Unidos; (2) vertente originada na antiga União Soviética; e (3) vertente originada na Europa Ocidental. Essa área de estudo tem como foco de análise a investigação de todos os tipos de linguagens existentes, seja oral, verbal, gestual, entre outras. A origem da denominação “semiótica” vem da raiz grega semeion, que significa ciência dos signos, Semiótica é a Ciência dos signos. Nesse contexto, o signo é entendido como linguagem verbal e nãoverbal.
        A semiótica é a ciência que tem por objeto a investigação de todas as linguagens possíveis, ou seja, tem o intuito de examinar os modos de constituição de todo e qualquer fenômeno de produção de significação e de sentido. Os homens são mediados por uma rede de linguagem que proporciona nossa interação com o mundo e que dá orientação aos sinais, às imagens e aos gráficos disponibilizados no dia a dia. Entre os sinais que orientam os seres humanos, estão os sinais de trânsito. 
     No Brasil, os sinais de trânsito integram o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) a fim de condicionar civilizadamente à atitude ética no trânsito, com base em regras convencionadas na forma de lei. Tais convenções são expressadas por intermédio de sinais e sinalizações percebidos pelos motoristas na condução dos veículos diversos sobre as vias de circulação. Os sinais e as sinalizações devem proporcionar a ação efetiva de direção segura para todos os envolvidos nesse contexto: veículos, motoristas, pedestres e animais. 
        Os sinais de trânsito fazem parte da vida cotidiana, especialmente nos meios urbanos, e do nosso mundo; portanto, entendê-los e respeitá-los, em se tratando do trânsito, é uma questão de sobrevivência. Ao se considerar dados de 2012 apenas, registraram-se 46.051 vítimas fatais no trânsito, segundo o Ministério da Saúde. Com a intenção de reduzir as vítimas no trânsito, principalmente aquelas decorrentes de colisões frontais, que apresentam maior possibilidade de morte, em 2014 foram agravadas as punições para as infrações de trânsito, reclassificando o valor da multa por ultrapassagem indevida pela contramão. Essa multa antes tinha o valor de R$191,54; a partir de 1º de novembro de 2014 passou a valer R$ 957,70.
        Devido ao tema deste artigo, uma análise de parte do CTB, elegeu-se como objeto do estudo o subsistema de regulamentação de ultrapassagem, que compõe o sistema nacional de sinalização, mais especificamente o sistema de sinalização horizontal e a classificação das marcas longitudinais. A regulamentação de ultrapassagem possui vários aspectos a serem avaliados, como as determinações expressas na lei, as placas de sinalização, as pinturas sobre as pistas de trânsito e as linhas que regulam a ultrapassagem. Neste estudo, serão analisadas as marcas longitudinais, particularmente as representações gráficas visuais do sistema de regulamentação de ultrapassagem – linha de divisão de fluxos opostos (LFO) e linha de divisão de fluxos de mesmo sentido (LMS). Essas linhas indicam a intenção objetiva de regulamentar a ultrapassagem e, principalmente, de suscitar atitudes a serem tomadas pelos usuários das vias, por meio da interpretação das marcas pintadas, entre outras sinalizações, que comunicam significados às pessoas que circulam a pé e especialmente aos condutores dos veículos. O significado que cada linha do sistema de representação de ultrapassagem tem na composição da sua linguagem pode ser analisado pela sua própria imagem, pela sensação que ela proporciona, ou seja, pela representação simbólica. 
(...)


(Adaptado de: MACHADO, Andreia de Bem; TRUPPEL FILHO, José Onildo; SOUSA, Richard Perassi Luiz de; LOPES, Luciana Dornbusch. A codificação do código de trânsito brasileiro para o sistema de representação de ultrapassagem de acordo com a segunda tricotomia da análise semiótica de Peirce. Revista da Universidade Vale do Rio Verde, v. 14, n. 1, 2016, 14-23, p. 15-16).
Consideradas as marcas linguísticas presentes nos enunciados do Texto I, pode-se afirmar que ali predominam as seguintes sequências tipológicas:
Alternativas
Q2532714 Português
TEXTO I

(...)
         A semiótica é uma área nova das Ciências Humanas e teve origem em três regiões: (1) vertente originada nos Estados Unidos; (2) vertente originada na antiga União Soviética; e (3) vertente originada na Europa Ocidental. Essa área de estudo tem como foco de análise a investigação de todos os tipos de linguagens existentes, seja oral, verbal, gestual, entre outras. A origem da denominação “semiótica” vem da raiz grega semeion, que significa ciência dos signos, Semiótica é a Ciência dos signos. Nesse contexto, o signo é entendido como linguagem verbal e nãoverbal.
        A semiótica é a ciência que tem por objeto a investigação de todas as linguagens possíveis, ou seja, tem o intuito de examinar os modos de constituição de todo e qualquer fenômeno de produção de significação e de sentido. Os homens são mediados por uma rede de linguagem que proporciona nossa interação com o mundo e que dá orientação aos sinais, às imagens e aos gráficos disponibilizados no dia a dia. Entre os sinais que orientam os seres humanos, estão os sinais de trânsito. 
     No Brasil, os sinais de trânsito integram o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) a fim de condicionar civilizadamente à atitude ética no trânsito, com base em regras convencionadas na forma de lei. Tais convenções são expressadas por intermédio de sinais e sinalizações percebidos pelos motoristas na condução dos veículos diversos sobre as vias de circulação. Os sinais e as sinalizações devem proporcionar a ação efetiva de direção segura para todos os envolvidos nesse contexto: veículos, motoristas, pedestres e animais. 
        Os sinais de trânsito fazem parte da vida cotidiana, especialmente nos meios urbanos, e do nosso mundo; portanto, entendê-los e respeitá-los, em se tratando do trânsito, é uma questão de sobrevivência. Ao se considerar dados de 2012 apenas, registraram-se 46.051 vítimas fatais no trânsito, segundo o Ministério da Saúde. Com a intenção de reduzir as vítimas no trânsito, principalmente aquelas decorrentes de colisões frontais, que apresentam maior possibilidade de morte, em 2014 foram agravadas as punições para as infrações de trânsito, reclassificando o valor da multa por ultrapassagem indevida pela contramão. Essa multa antes tinha o valor de R$191,54; a partir de 1º de novembro de 2014 passou a valer R$ 957,70.
        Devido ao tema deste artigo, uma análise de parte do CTB, elegeu-se como objeto do estudo o subsistema de regulamentação de ultrapassagem, que compõe o sistema nacional de sinalização, mais especificamente o sistema de sinalização horizontal e a classificação das marcas longitudinais. A regulamentação de ultrapassagem possui vários aspectos a serem avaliados, como as determinações expressas na lei, as placas de sinalização, as pinturas sobre as pistas de trânsito e as linhas que regulam a ultrapassagem. Neste estudo, serão analisadas as marcas longitudinais, particularmente as representações gráficas visuais do sistema de regulamentação de ultrapassagem – linha de divisão de fluxos opostos (LFO) e linha de divisão de fluxos de mesmo sentido (LMS). Essas linhas indicam a intenção objetiva de regulamentar a ultrapassagem e, principalmente, de suscitar atitudes a serem tomadas pelos usuários das vias, por meio da interpretação das marcas pintadas, entre outras sinalizações, que comunicam significados às pessoas que circulam a pé e especialmente aos condutores dos veículos. O significado que cada linha do sistema de representação de ultrapassagem tem na composição da sua linguagem pode ser analisado pela sua própria imagem, pela sensação que ela proporciona, ou seja, pela representação simbólica. 
(...)


(Adaptado de: MACHADO, Andreia de Bem; TRUPPEL FILHO, José Onildo; SOUSA, Richard Perassi Luiz de; LOPES, Luciana Dornbusch. A codificação do código de trânsito brasileiro para o sistema de representação de ultrapassagem de acordo com a segunda tricotomia da análise semiótica de Peirce. Revista da Universidade Vale do Rio Verde, v. 14, n. 1, 2016, 14-23, p. 15-16).
O Texto I é um fragmento de um artigo científico publicado em uma revista de circulação periódica. Considerado esse contexto, assinale a alternativa que exprime pelo menos um dos objetivos comunicativos dos autores do texto.
Alternativas
Q2532519 Português
Recreio para todos


As crianças com necessidades especiais da Escola Elementar Glen Lake, em Minnetonka, Minnesota, se sentiam excluídas no recreio, porque os brinquedos não eram acessíveis. Assim, os alunos se mobilizaram para levantar os recursos necessários para tornar o recreio inclusivo. "Não era justo algumas crianças ficarem de fora", disse Wyatt Feucht, da quinta série.

Os alunos venderam bolos, bateram de porta em porta e convenceram empresas a doar. No fim, levantaram 300.000 dólares para acrescentar um balanço e um carrossel para cadeiras de rodas e um piso de borracha. Agora todos aproveitam o recreio, e isso é bom, disse o aluno Rhys Rilley à CBS News. Afinal de contas, "O recreio é para a gente se divertir".


(Seleções-março 2024)
É indevido afirmar após a leitura:
Alternativas
Q2532515 Português
Recreio para todos


As crianças com necessidades especiais da Escola Elementar Glen Lake, em Minnetonka, Minnesota, se sentiam excluídas no recreio, porque os brinquedos não eram acessíveis. Assim, os alunos se mobilizaram para levantar os recursos necessários para tornar o recreio inclusivo. "Não era justo algumas crianças ficarem de fora", disse Wyatt Feucht, da quinta série.

Os alunos venderam bolos, bateram de porta em porta e convenceram empresas a doar. No fim, levantaram 300.000 dólares para acrescentar um balanço e um carrossel para cadeiras de rodas e um piso de borracha. Agora todos aproveitam o recreio, e isso é bom, disse o aluno Rhys Rilley à CBS News. Afinal de contas, "O recreio é para a gente se divertir".


(Seleções-março 2024)
A expressão que indica o trabalho árduo das crianças na arrecadação de doações é:
Alternativas
Respostas
5881: D
5882: B
5883: B
5884: B
5885: D
5886: B
5887: A
5888: A
5889: C
5890: D
5891: A
5892: A
5893: C
5894: B
5895: C
5896: E
5897: D
5898: B
5899: C
5900: B